UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Sociais Aplicadas Departamento de Contabilidade

REDAÇÃO E FORMATAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

CURITIBA 2011

MARCELO CHAVES DE JESUS

REDAÇÃO E FORMATAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS DE ACORDO COM AS NORMAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Manual de normas para elaboração de documentos científicos apresentado ao Programa de Mestrado em Contabilidade da Universidade Federal do Paraná.

CURITIBA 2011

LISTA DE FIGURAS

FIGURA 1 - MODELO DE CAPA PARA PROJETO DE PESQUISA ......................... 27  FIGURA 2 - MODELOS DE LOMBADAS .................................................................. 29  FIGURA 3 - MODELO DE FOLHA DE ROSTO......................................................... 31  FIGURA 4 - MODELO DE LISTAS DE ILUSTRAÇÕES INDIVIDUAIS ..................... 33  FIGURA 5 - MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE DISSERTAÇÃO ........................ 41  FIGURA 6 - EXEMPLO DE FICHA CATALOGRÁFICA ............................................ 42  FIGURA 7 - MODELO DE ERRATA .......................................................................... 43  FIGURA 8 - MODELO DE TERMO OU FOLHA DE APROVAÇÃO .......................... 44  FIGURA 9 - MODELO DE MARGENS DE PÁGINAS ............................................... 50  FIGURA 10 - CONFIGURAÇÃO DAS MARGENS .................................................... 50  FIGURA 11 - CONFIGURAÇÃO DE ESPAÇAMENTO ENTRELINHAS ................... 51  FIGURA 12 - CONFIGURAÇÃO DE TIPO E TAMANHO DE LETRA ....................... 52  FIGURA 13 - CONFIGURAÇÃO DE PARÁGRAFO .................................................. 53  FIGURA 14 - RECUO EM CITAÇÃO LONGA ........................................................... 54  FIGURA 15 - EXEMPLO DE LINHA VIÚVA .............................................................. 55  FIGURA 16 - PASSOS PARA INSERIR NUMERAÇÃO DE PÁGINAS ..................... 56  FIGURA 17 - PASSOS PARA INSERIR QUEBRA DE SEÇÃO ................................ 57  FIGURA 18 - CONFIGURAÇÃO DE PAGINAÇÃO INDEPENDENTE ...................... 58  FIGURA 19 - MENU REFERÊNCIAS ........................................................................ 82  FIGURA 20 - MENU CITAÇÕES E BIBLIOGRAFIA .................................................. 83  FIGURA 21 - INSERIR CITAÇÃO ............................................................................. 83  FIGURA 22 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (LIVRO COM UM AUTOR) ......... 84  FIGURA 23 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (LIVRO COM MAIS DE UM AUTOR) .................................................................................................................... 85  FIGURA 24 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (ARTIGO DE REVISTA) ............. 86  FIGURA 25 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (ARTIGO DE CONGRESSO) ..... 87  FIGURA 26 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (EDIÇÃO REV. OU AMP.) .......... 88  FIGURA 27 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (NORNA TÉCNICA) .................... 89  FIGURA 28 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (TESES E DISSERTAÇÕES) ..... 90  FIGURA 29 - INSERIR BIBLIOGRAFIA .................................................................... 91 

......RELAÇÃO DE EXPRESSÕES LATINAS ............. 37  QUADRO 4 ..... 70  .. 11  QUADRO 2 .....ESTRUTURA COMPLETA DE PROLETO DE PESQUISA .......................MODELO DE ESTRUTURA PARA DISSERTAÇÕES E TESES ..........................ESTRUTURA DE TESES E DISSERTAÇÕES...............LISTA DE QUADROS QUADRO 1 – REQUISITOS PARA REDAÇÃO E APRESENTAÇÃO ......... 26  QUADRO 3 .......................PROPOSTA DE ESTRUTURA PARA PROJETOS DE PESQUISA.... 39  QUADRO 5 .. 48  QUADRO 6 ....

............... 34  ...9  4  Coerência ............................................................................................3  4............. 13  Acuidade ...1.......... 24  Uso de aspas...........................5  4......................................................2...1............1.............1........1  Requisitos para redação e apresentação ......................................................................................1  Aspectos gramaticais e ortográficos ..................................................................... 27  Lombada ...................................................1.......1......................................................1..............................2........................ 15  Ordem/Harmonia .................................................................................................2..................6  4...................................................................1............................2  3......... 30  Curriculum vitae .. 25  4.................................................................................... 24  4.. 9  3..... 17  4......1  4..6  3...7  3.........1...................2  Estrutura de documentos científicos ...1.......................................................................................................2..............1  4.......................2  4.................................................1................................................... itálico e negrito ............... 14  Objetividade/Concisão ........ 25  Capa ............2  4..................... 21  Abreviaturas . 28  Folha de rosto .......1...........................................................1  4..........2............... 11  Imparcialidade ............................1.....................................................................................................................7  Conjugação verbal .....................................................1................................. 9  3..............................................................................1.................................................................................. 16  APRESENTAÇÃO E FORMATAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS .........................5  3....................................................................1......................................................8  3......... 18  Siglas ...........................1.........4  3..................SUMÁRIO 1  2  3  INTRODUÇÃO ................................6  Estrutura do projeto de pesquisa ............ 23  Remissivas .......................................3  4. 14  Clareza ...........3  3.. 32  Lista de abreviaturas e siglas.... 22  Fórmulas e equações ..................................4  4...................1...........1  3............. 31  Lista de ilustrações e tabelas ................5  4.............................. 7  TRABALHOS CIENTÍFICOS .....................................................................................................................................................................1............1....................................... 6  PROJETOS DE PESQUISA .............................1...................2...................... 17  4........................ 11  Originalidade .......................2.............. 12  Precisão ................................................... 18  Expressões numéricas ...1..........4  4......... 15  Simplicidade ......................................

...................................3............................................................................... 49  Margens ....................4............................................5..1...............................2............................... 45  Resumo.........................................................................................................................2......7  4......................................5.......................... 35  Elementos textuais ........................2..................................... 43  Dedicatória .......................... 46  Elementos textuais ................................ 50  Tipo e tamanho de letra .................................4.........2....1.......................... 38  Capa e lombada......5  4...........................................................5..........................................................9  Lista de Símbolos .............. 36  Estrutura de teses e dissertações .8  4..2...4  4............................................ 63  Sistema numérico .........5....................................................2..........6  Formato do papel e impressão .............3........... 62  Citação de citação ........................2..............................2..................................................... 35  Sumário........3  4........................... 62  Citação indireta ................................4  4.............4.................3..........................7  4...............4................................................. 39  Folha de rosto ............................2  4.........5............................................................................................................................................................................. 58  4....2........ 47  4................................................6  4.................. 52  Paginação ........................................5  4.......5  Citações ............................................4..................................................................8  4.................................................3  4.........................1......... 61  4....3..........2  Títulos de seções .2........................................5......4  4........................................................................................................................5  4................................ 66  Indicação de data ...............5.........................2...................................................1  4............................. 59  Numeração progressiva ..3.............................2........ 64  Indicação do autor .4.....................................................................................2  4...3  4........................ 49  Espaçamento entrelinhas ......3...................... 55  4.........................................5.....................4.........2...............................4  4......2  4......................................5.............................................2...................... 68  ........2........6  Citação direta ........................5.. 60  4........ 49  4.2  4...................................2.......2.................... 67  Indicação de páginas ..2............. 51  Parágrafo ................1  4............2  4....1  4...........................................................4..................................................... 45  Epígrafe .................... 63  Sistema autor-data ................ 63  Indicação da fonte nas citações ..........................2.......................3  4........4  Organização do texto .. 65  Documento sem autoria ..............................4. 44  Agradecimentos .................................. 40  Errata ..................3  Formatação e apresentação ...................9  4... 42  Termo ou folha de aprovação .....1  4......2....2...............2.........................................................................1  4.....................

......................................................... 71  4.......................... 79  4......2....................................................................................................................... 72  4..............................................6................................. 68  Notas de referência ........................ 80  4......................1  4.....5.............................. 76  4............2  Indicação do título da obra .......................10......................................9  Tabelas .............1  Indicação da autoria ................10............................4  Indicação de notas tipográficas..............2.............7  Ilustrações e/ou figuras .................................................................................................1  4...8  Quadros .......10.10............................2.2.......................... 69  4...............10........................10  4................................10................................................................................ 76  4............................................................... 71  Apresentação das notas de rodapé...............3  Indicação da edição ..................................10... 75  Apresentação dos elementos de referência .. 92  ...........................................3  Sinais e convenções .................................... 82  5    REFERÊNCIAS ...................... 74  Elementos de referência .........5  4................................ 73  4.................... 70  Notas explicativas ..2  Referências .......................6......6  Notas de rodapé ............5  Utilizando o gerenciador de referências do Microsoft Office Word 2007® ....4......... 80  4.........6.......2  4.......................................... 73  4...................2..............................................................................................................................

este manual técnico tem por objetivo apresentar os procedimentos referentes à edição de trabalhos científicos de forma adequada às Normas para Apresentação de Documentos Científicos da Universidade Federal do Paraná (UFPR). dissertações e teses. Inicialmente são discutidas as características do projeto de pesquisa cuja forma de elaboração é considerada um dos fatores essenciais para a garantia da qualidade do trabalho científico. Desta forma. Dada a diversidade de softwares editores de texto à disposição dos pesquisadores atualmente. o computador por meio de programas editores (ou processadores) eletrônicos de textos. são apresentadas a estrutura básica dos diferentes trabalhos científicos. ou na forma de relatórios de pesquisa ou artigos científicos. Somente para fim de simplificar a redação. Dando continuidade. as regras de edição exigidas e a respectiva formatação e aplicação das regras por meio de editor eletrônico de texto. A ferramenta mais utilizada atualmente para edição destes trabalhos científicos é.1 INTRODUÇÃO A elaboração de trabalhos científicos constitui parte significativa no desenvolvimento e apresentação dos estudos destinados à produção científica. Por fazer referência a várias formas de apresentação de pesquisas científicas este manual apresenta na seqüência a descrição de tais documentos bem como sua adequada forma de elaboração. que por sua vez. . por julgar-se ser o mais popular. planilhas e figuras. apenas como Normas da UFPR. este manual tomou como base para a apresentação dos exemplos e procedimentos de formatação o Microsoft® Office Word 2007 (Word 2007). este trabalho se refere às Normas para Apresentação de Documentos Científicos da UFPR. seja na forma de trabalhos acadêmicos como monografias. certamente. apóiam-se nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e no Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2).

maiores devem ser os cuidados com suas bases. caso contrário o investigador. 11). as fases e os procedimentos de uma pesquisa a ser realizada e evita surpresas. em determinada altura. Uma das maneiras de se assegurar a credibilidade e a validade dos resultados da pesquisa científica é a elaboração de um projeto de pesquisa coeso e robusto do ponto de vista teórico e prático. quanto maiores forem as necessidades de sustentação da construção. Em sua fase de elaboração o projeto possibilita ao pesquisador uma visão clara do problema a ser estudado bem como dos possíveis resultados a serem verificados. improvisações. O projeto de pesquisa pode ser comparado com o alicerce de uma construção imobiliária. de modo que seus resultados servem de referência para novas pesquisas e. 12).2 PROJETOS DE PESQUISA A pesquisa científica constitui-se de um trabalho de construção de conhecimento baseado em métodos consagrados e munidos de credibilidade. 92) apresentam os objetivos da proposta de pesquisa em administração como sendo os seguintes: a) apresentar a questão de administração a ser pesquisada e relatar sua importância. 103) que afirmam que a pesquisa “necessita ser planejada com extremo rigor. inseguranças e desperdício de tempo e de recursos” (UFPR. sobretudo para o desenvolvimento da sociedade no que se refere ao campo de abrangência dos estudos empreendidos. b) discutir os esforços de pesquisa de outros que trabalharam em questões de administração relacionadas. De forma análoga. “a observância de procedimentos metodológicos na elaboração [do projeto de pesquisa] garante o nível de qualidade da pesquisa”. Bibl-s. (UFPR. Sist. p. . p. p. Sist. Outros perigos que ameaçam a efetividade do trabalho científico são apontados por Marconi e Lakatos (2009. sem saber como dispor dos mesmos ou até desconhecendo seu significado e importância. 2007c. p. 2007c. Bibl-s.” Cooper e Schindler (2003. encontrar-se-á perdido num emaranhado de dados colhidos. “O projeto bem elaborado descreve os planos. Sendo assim.

p. 92). p. tais autores acrescentam que “uma proposta de pesquisa deve apresentar o plano. pela apresentação dos recursos necessários para realização da pesquisa e pelo cronograma de atividades a ser seguido.. 21) “[. ou seja. a introdução onde são descritos o tema. Os objetivos e os quesitos apresentados neste caso formam as partes principais do projeto de pesquisa. mediante o qual se pode conferir maior eficiência à investigação para em determinado prazo alcançar o conjunto das metas estabelecidas.. pelos procedimentos metodológicos. Em seguida. e o desenvolvimento composto pelo marco teórico de referência.” Sob este ponto de vista. Segundo Gil (1991.8 c) sugerir os dados necessários para resolver a questão de administração e sugerir como os dados devem ser coletados. o projeto de pesquisa é resultado de um minucioso esforço de planejamento que deve contemplar os objetivos discutidos de modo a sustentar todo o trabalho de pesquisa.] o planejamento da pesquisa pode ser definido como o processo sistematizado. SCHINDLER. 2003. tratados e interpretados. . os objetivos e a justificativa. as hipóteses quando for o caso. os serviços e as credenciais do pesquisador da melhor forma possível” (COOPER. o problema.

Beuren (2009). como por exemplo.3 TRABALHOS CIENTÍFICOS A apresentação dos resultados das pesquisas científicas é um tema que tem sido discutido em inúmeras obras nos últimos anos. sua apresentação deve obedecer às “normas técnicas de documentação [e aos] requisitos de comunicação [e] de lógica” (UFPR. dentre outros. painel). os relatórios. bem como suas contribuições para o progresso científico. o entendimento e a eventual aplicabilidade de seu conteúdo por parte da comunidade. Martins (2000). Vieira (2008). p. 31) os tipos de trabalhos técnicos que fazem parte do cotidiano acadêmico são “os artigos de periódicos. Marion. as resenhas e os seminários”. as comunicações científicas. os eventos (comunicação coordenada. Cooper e Schindler (2003). Ainda que a produção do conhecimento científico seja a principal motivação para elaboração dos diversos tipos de trabalhos desta natureza. Bibl-s. Severino (2002). simpósio. sendo elas divididas em generalistas – que tratam o assunto de modo amplo – e específicas – obras mais e direcionadas a determinados ramos do conhecimento ou a tipos específicos de trabalhos científicos. 10). Marconi e Lakatos (2009). dentre outras. o curriculum vitae. existem outras razões que condicionam sua forma de apresentação tais como obtenção de grau acadêmico. p. os papers. o memorial descritivo. 2007d. A apresentação dos resultados da pesquisa pode ser considerada tão importante quanto a própria pesquisa.1 Requisitos para redação e apresentação Dadas as características particulares do trabalho de natureza cientifica. devendo . Segundo Longaray e Beuren (2009. Dias e Traldi (2002). Santos (2007). pois dela dependem a publicidade. apresentação de resultados de trabalhos desenvolvidos por grupos permanentes de pesquisa. participação em eventos de natureza científica. 3. Martins e Theóphilo (2007). Ruiz (1985). mesa-redonda. Tomasi e Medeiros (2008). Gil (2009). Sist.

imparcialidade. 178): a) simplicidade b) clareza c) precisão d) concisão e) imparcialidade f) originalidade g) objetividade h) ordem i) j) harmonia acuidade Observando-se o encadeamento dos conceitos apresentados e suas respectivas definições é possível sintetizá-los conforme se pode observar no QUADRO 1 a seguir. determinando a função do todo. p. 10). tendo em vista o relacionamento entre elas. p. d) adequação – correspondência ao tema proposto. Os requisitos – detalhados na sequência – podem ser entendidos . além dos quatro seguintes critérios: a) estrutura – conjunto articulado das partes formado pela reunião das mesmas em determinada ordem ou organização. 2007d. forma e correção. 178) é um aspecto que perpassa todos os demais aspectos e. aspectos gramaticais” (UFPR. Bibl-s. p. p. c) expressão – forma e correção. na redação devem-se observar três aspectos básicos: conteúdo. coerência. como objetividade. Sist. LAKATOS. Segundo Marconi e Lakatos (2009. tal como referida por Marconi e Lakatos (2009. clareza. precisão. 2009.10 o pesquisador “observar certos elementos básicos na redação do texto. As autoras citadas apresentam ainda outros elementos básicos ou “qualidades” exigidas para uma “boa” redação conforme segue (MARCONI. b) conteúdo – apresentação de idéias básicas e coerentes. uniformidade. A “correção”. por isso pode ser considerada como um pressuposto básico que deve acompanhar tanto o conteúdo quanto a forma. 178).

UFPR.1.11 como características qualitativas intrínsecas inerentes à elaboração de trabalhos científicos. Aspectos básicos Conteúdo (O que apresentar) Elementos relacionados Idéias básicas e coerentes. representa a correspondência com o tema proposto. ou seja. “A explanação deve se apoiar em dados e provas e não em opiniões que não possam ser confirmadas” (UFPR. Bibl-s.2 Imparcialidade Ao transmitir suas análises. Sist. p. A coerência pode ser relacionada ainda com a “adequação” que. argumentação e conclusões. “Na redação de documentos técnico-científicos. ou seja. Sist. Estrutura e Expressão Requisitos Coerência Imparcialidade Originalidade Precisão Acuidade Clareza Objetividade/Concisão Ordem/Harmonia Simplicidade Forma (Como apresentar) QUADRO 1 – REQUISITOS PARA REDAÇÃO E APRESENTAÇÃO FONTE: ADAP. as afirmações do autor devem estar fundamentadas em uma base científica. Ao discutir as idéias e constatações referentes à pesquisa o pesquisador deve dar atenção à consistência das informações de modo que não incorra em contradição. p. deve evitar que o resultado apresentado seja desvirtuado em função de interesses alheios ao processo científico.1. 3. o autor não deve fazer . 2007d. LAKATOS (2009) 3. 10). Bibl-s (2007d). argumentações e conclusões o pesquisador deve assumir uma postura imparcial. 178). segundo Marconi e Lakatos (2009. Apresentação dos resultados.1 Coerência A primeira característica a ser observada em um trabalho científico diz respeito à coerência com que as informações são apresentadas. Análise. MARCONI.

. 2009. A originalidade é requisito obrigatório para teses e opcional para artigos científicos a serem publicados em periódicos (UFPR. 12). no mesmo texto o autor afirma também que “não se pode especificar ou delinear um assunto antes de conhecê-lo em sua generalidade. à mediocridade de escolher assunto pela sua aparente facilidade. ao comodismo. do contrário. p. pode levar o leitor a conclusões incorretas. ao cobrir uma lacuna. 179). ao esclarecer aspectos até então obscuros. p. impõe-se deixar bem claros os pressupostos da argumentação. Bibls..12 prevalecer seu ponto de vista. De acordo com esses autores “[.] imparcialidade não significa ‘ficar em cima do muro’.3 Originalidade A originalidade. Sist. Marconi e Lakatos (2009. Este requisito está diretamente relacionado com o tema (assunto) a ser abordado. 13. ou a resenha não terá sentido”. ao aprimorar a definição de um conceito ambíguo. 3. arriscar uma opinião. 43). 59) faz a seguinte observação: O estudante universitário imbuído de espírito científico não cede à tentação. afinal. Bibl-s. antes de . 242) apresentam a resenha crítica. Sist. deve evitar idéias preconcebidas [. procura assuntos.. deve ser “exato” e “justo”.]” (UFPR. p. cujo estudo e aprofundamento lhe possam trazer contribuição efetiva para o próprio amadurecimento cultural. ao promover o aprofundamento sobre tema relevante pelo seu conteúdo e pela sua atualidade. antes de apreender os múltiplos aspectos sob os quais possa ser estudado. Ao mesmo tempo. quando se fizer necessário. p. sua opinião e seus preconceitos. p. Ruiz (1985. ressaltando a importância desta característica em tais obras.. como requisito para elaboração de trabalhos científicos significa “novidade na forma da exposição e também no conteúdo” (MARCONI. Mais adiante. Quanto a este aspecto. e alguma contribuição objetiva ao esclarecer melhor um problema. 2007f.1. p. ao corrigir uma falsa interpretação. “a quem escreve. Percebe-se que a interação do pesquisador com a pesquisa e com sua apresentação deve ser livre de contaminação e ainda que o julgamento. LAKATOS. p. É preciso. 179) defendem que. 2007b. 2007d.” Como exemplo de texto onde faz necessária a imparcialidade Faraco e Tezza (2009. ao contrário.

4 Precisão À medida que o pesquisador discorre sobre os passos percorridos para se chegar a determinados resultados os conceitos devem se tornar inteligíveis pelo público leitor de modo que este possa apreender o significado das afirmações da forma como o autor pretendeu apresentá-las. Deve-se ainda evitar o uso de gírias e expressões pouco éticas ou deselegantes e de adjetivos. Dentre os aspectos importantes que visam ao entendimento do conteúdo que se deseja expor pode-se destacar o uso de vocabulário preciso. O que se depreende de tais afirmações é que as “lacunas”. pouco. 59). 2008. locuções e pronomes que indiquem tempo. 3. em .13 submetê-lo a uma análise preliminar” (RUIZ. O cuidado com as palavras e forma de apresentação de dados assume um caráter crucial ao passo que mal-entendidos podem comprometer os resultados do trabalho. 2009. quando for o caso. Esta afirmação baseia-se na percepção de que o conhecimento científico é produzido a partir do próprio conhecimento. “aspectos obscuros” e “definições ambíguas” devem apresentar-se desta forma para a comunidade científica especializada no tema em questão e não para o pesquisador. evitando linguagem rebuscada e prolixa. “um tema é original quando tem potencial para surpreender – não significa que nunca foi estudado. uso de termos e expressões que não indiquem claramente proporções e quantidades como muito. Sendo assim. grifo da autora). ou optando por associá-los a esses dados. “todo texto se alimenta de outros textos. p. por conta de sua reduzida familiaridade com o fenômeno. tais como aproximadamente. antigamente. àquela que era esperada. outras palavras. p. nem todos. em algum lugar. nomenclatura técnica aceita no meio científico. 1985. TEZZA. advérbios. “falsas interpretações”. em breve. modo ou lugar de forma imprecisa. Ou seja. pois isso seria singular” (VIEIRA. e só existe em função dessas linguagens alheias” (FARACO. procurando substituí-los pela indicação precisa em números ou porcentagem.1. 239). ou até contrárias. outras visões de mundo. p. evitando-se interpretações diversas. a maioria e outros termos ou expressões similares.

p.14 outro lugar. 2009. Implica observações cuidadosas. 3. medidas e verificadas. o pesquisador deve levar em consideração primordialmente a inteligibilidade. de agudeza.. Santos (2007.] geralmente não se percebe que a pesquisa científica produz. o que demanda duas competências distintas: a habilidade de produzir conhecimentos e a habilidade de apresentar conhecimentos por escrito. grifo do autor). dentre outros termos similares (UFPR. um texto escrito para um leitor. p. 484) “os técnicos em pesquisa podem entender o brilhantismo de um conteúdo mal apresentado.” Sendo assim. p. 13) assinala que: [. ou seja. ao utilizar palavras. Segundo Cooper e Schindler (2003.1.1. em detrimento de formas figurativas ou outros recursos estéticos. Quando são utilizados conceitos e construtos. p.” (MARCONI. “Refere-se à capacidade de discriminação. Os autores citados afirmam ainda que o texto de pesquisa é criado para transmitir informações de natureza precisa de modo que deve-se evitar ambiguidade.. Sist. significados múltiplos e alusões e ter o cuidado de escolher as palavras certas. de estímulo sensorial. aquelas que transmitam pensamentos de forma acurada. Bibl-s. LAKATOS. por . 2007d. expressões. mas a maioria dos leitores será influenciada pela qualidade do relatório. 180). conhecimento para o pesquisador e. clara e eficiente. 3. símbolos e outras formas de representação.5 Acuidade A acuidade está relaciona com a capacidade de transmissão da “mensagem” a que se propõe o trabalho de forma eficaz. depois. que dependem de palavras com emprego preciso e exato. 11. primeiramente.6 Clareza Ao discutir as dificuldades em se produzir documentos científicos de qualidade.

3. 2009. LAKATOS. 492).1. SCHINDLER. O pesquisador deve tomar o cuidado de ater-se ao assunto em questão por mais atraentes que lhe apareçam os detalhes dos exemplos ou fatos que possam ter alguma relação com o estudo. 2009.1. 2003.15 exemplo. A. “O tema deve ser tratado de maneira direta e simples. Queiroz. p. 1979 . p. objetivas e coerentes o pesquisador deve “expressar-se bem. Robert. SCHINDLER. 484).” (COOPER. 3. algumas vezes. mas que não acrescentem informação relevante que contribuía para seu entendimento. p. O pesquisador é o especialista no assunto e conhece os detalhes como ninguém. obedecendo a uma sequência lógica e coordenada de apresentação das idéias e evitando o desvio do assunto com considerações irrelevante. interpretações.” (COOPER. que geralmente segue uma sequência predeterminada ou comumente 1 BARRASS. 484). enfocando imagens e comparações. recomendações. Como o relatório de pesquisa é uma comunicação decisiva de mão única.8 Ordem/Harmonia Estes dois conceitos representam não só a estrutura formal do trabalho científico. 178). p. engenheiros e estudantes.” (MARCONI. eles devem ser definidos operacional ou descritivamente (COOPER. Edusp. análises de resultados.” (BARRASS1. 2003. usando palavras adequadas ou outros recursos mais eficientes. “A clareza de raciocínio é indispensável para a aplicação do método científico e deve refletir-se na clareza com que se escreve. A fim de transmitir idéias claras. LAKATOS. p.7 Objetividade/Concisão “O relatório de pesquisa contém resultados.179). ele impõe uma obrigação especial de manter a objetividade. conclusões e. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. SCHINDLER. São Paulo: T. 2003. 1979 apud MARCONI.

179) “a simplicidade no escrever significa clareza de pensamento.1. p.. o verbalismo vazio.16 utilizada.9 Simplicidade As características anteriores apresentadas impõem certo grau de simplicidade ao texto científico. 2009. “A informação e as idéias devem ser compreensíveis e apresentadas em ordem lógica.] impõe-se um estilo sóbrio e preciso. LAKATOS. sobretudo a construção lógica da argumentação necessária para demonstrar os resultados que se apresentam como solução para o problema proposto. 2002..” (SEVERINO. (SEVERINO. portadores de razões que comprovem aquilo que se quer demonstrar. A demonstração baseia-se num processo de reflexão por argumentação. ou seja. p. as fórmulas feitas e a linguagem sentimental.” (MARCONI. p. claras. 84). Faz-se necessário explicações suficientes. 2002. 180). O raciocínio é um processo de pensamento pelo qual conhecimentos são logicamente encadeados de maneira a produzirem novos conhecimentos. integrais. com os dados dispostos de forma ordenada.” . De acordo com Marconi e Lakatos (2009. Segundo Severino (2003. No entanto o pesquisador deve envidar esforços no sentido de que a leitor médio tenha capacidade e apreender a mensagem de maneira otimizada. baseia-se na articulação de idéias e fatos.” O autor defende ainda que sejam evitados “a pomposidade pretensiosa. 3. Esses argumentos fundam-se nas conclusões dos raciocínios e nas conclusões dos processos de levantamento e caracterização dos fatos. mas. p. Essa articulação é conseguida mediante a apresentação de argumentos. 183) A ordem e a harmonia devem caracterizar a sequência de apresentação das idéias e também a forma que as informações não textuais ou gráficas são inseridas no corpo do trabalho. importando mais a clareza do que qualquer outra característica estilística. 84) “[. p.

abreviaturas. No entanto algumas regras destinam-se a contribuir para que as características qualitativas da produção científica escrita sejam preservadas. Sist. à apresentação de valores numéricos. (UFPR. Bibl-s.1 Aspectos gramaticais e ortográficos A redação de documentos científicos de obedecer. A estrutura apresentada a seguir obedece aos critérios estabelecidos pelas Normas da UFPR que. Tais padrões são adaptados por algumas instituições de modo que atendam às necessidades específicas de apresentação ou de identificação. 4. Tais aspectos gerais podem ser classificados em aspectos gramaticais e de formatação. siglas. p. 2007d.4 APRESENTAÇÃO E FORMATAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS A estrutura dos trabalhos científicos e suas regras de formatação seguem geralmente um padrão único para cada tipo de documento estabelecido pela ABNT por meio das Normas Técnicas. 30). pontuação. símbolos. Os aspectos gerais de formatação e apresentação dizem respeito às regras gerais aplicáveis principalmente aos documentos técnicocientíficos podendo. datas. às regras de ortografia. exceto em determinados casos. acentuação e concordância verbal por razões obvias. praticamente reproduzem as Normas Técnicas. . Dentre estas regras incluem-se as relativas à conjugação verbal. por sua abrangência servir como diretrizes para a apresentação de outros tipos de documentos. fórmulas e equações e de remissivas. dentre outras.

redondos ou aproximados. d) por extenso no início das frases. 2007d. verdades imutáveis.” (UFPR. evitar iniciar as frases com algarismos. p. Disponível em: <http://www1. milhão. interpretações dúbias. devendo-se. questionamentos e experiências [.. Bibl-s. 2007d.”. erros de digitação e outros Ex. 1) Números cardinais devem ser escritos: a) por extenso na indicação de um a dez. etc. não podendo a companhia votar com os títulos que possuir em tesouraria. fatos e situações estáveis devem ser expressos em formas verbais indicativas no presente.folha.shtml> Acesso em: 21/05/2010 . 4. Sist.br/folha/ fovest/vimpessoais. Para tanto deve-se utilizar sua conjugação na forma impessoal2.: “Cada parte beneficiária dá direito a 1 (um) voto. Ex. Fovest – Dicas de gramática.1.4 mil carros do Novo Ka”.. 13).18 4. Sist.2 Expressões numéricas A forma de apresentação dos números no decorrer do texto deve basear-se nos critérios descritos a seguir (UFPR. 2 Cf. bilhão.com. p. Folha Online.1 Conjugação verbal O emprego dos verbos deve assegurar em primeiro lugar a impessoalidade.. observando para “dados referentes aos resultados de observações. sempre que possível. Bibl-s. enquanto que “generalidades. b) na forma mista (numeral seguido da palavra que designa a ordem de grandeza) para indicação de mil. c) na forma mista (numeral seguido da palavra que designa a ordem de sua grandeza) para evitar fraudes.uol.: “Ford faz recall de 166. 13-23).] formas verbais indicativas de passado”. e) preferencialmente por extenso os números expressos em uma só palavra quando não se quer destacar a quantidade referida.1.

Ex.: “Na pesquisa de campo. c) em algarismos arábicos seguidos do símbolo que indica a ordem. Artigo 9. nobreza e religiosos.75”.: “Primeira Guerra Mundial. . Segundo Império”.º”. c) em algarismos arábicos quando na forma decimal.: “15. e) sequência de conclaves.: “um terço”. reuniões e escritos que se repetem periodicamente (ver também 2.: “II Batalhão de Infantaria”. Ex. Artigo 11”. 3) Os algarismos romanos são usados para indicar: a) séculos. e para indicar ordem de episódios que não sejam periódicos. Ex. entre outros. João Paulo II”. Ex. decretos.: “III Olimpíadas de Inverno”. b) ordenação de títulos de realeza. foram entrevistados 5 proprietários e 12 arrendatários”. b) em algarismos arábicos quando o denominador for maior que dez. c) divisões das Forças Armadas. Pedro I.: “Século XIX”.º. d) sequência de dinastias reais convencionalmente estabelecidas. 4) Números fracionários devem ser indicados: a) por extenso quando o numerador e o denominador forem números compreendidos entre um e dez.º em diante. portarias. Ex.: “Artigo 1.b). do 10 em diante em artigos de leis. sem o símbolo que indica a ordem. portarias. do primeiro ao décimo nos demais casos.19 f) somente em algarismos arábicos quando em uma mesma frase houver números maiores e menores que 11. Ex. Ex. entre outros. d) em algarismos arábicos.: “6/15”. decretos. do 11. 2) Números ordinais devem ser escritos: a) em algarismos arábicos até o nono em artigos de leis. Ex.: “D.: “I Dinastia”. Ex. sem espaçamento. Ex. Ex. Ex. b) por extenso.: “Artigo 10.

podendo ser feita em numerais ordinais por extenso ou em algarismos romanos. pode-se antepor um zero ao número representativo do dia ou mês para evitar fraude. Ex. bilhão. mês e ano.C. Ex. d) a indicação apenas do ano pode ser feita por extenso ou em algarismos arábicos e.. Ex. No caso de valores não inteiros usa-se apenas o símbolo da unidade monetária em lugar.: “05.: “31.05. R$ 2.20 5) As porcentagens devem ser representadas em algarismos arábicos seguidas do símbolo %.2010. representar em números cardinais dia e ano. pode-se optar por uma das maneiras conforme abaixo: representar números cardinais dia. sem espaçamento.: “2010”. Ex. separados por ponto ou barra. Ex.: “31 de maio de 2010”. século XXI”.: “século vinte e um. 6) Quantias monetárias observam os seguintes critérios: a) deve-se usar algarismos arábicos seguidos da unidade monetária para valores abaixo de mil.85”.C. 7) A representação de datas deve obedecer aos seguintes critérios: a) a indicação número do milênio é sempre apresentada antes do termo milênio. sem ponto de separação de milhar.05. b) a indicação do número do século é sempre apresentada depois do termo século. c) na indicação de datas completas. Ex. acompanhados da unidade monetária ou do símbolo da unidade monetária.: “primeiro milênio d. intercalando-se mês por extenso. . R$ 22..: “20 reais. etc. podendo ser feita em numerais por extenso ou em algarismos romanos. sempre representado por quatro dígitos. nesse caso. R$ 3 mil.: “3 mil reais. evitando-se o uso do símbolo da unidade monetária para valores redondos. I milênio d.2010”. Ex. b) deve-se representar números acima de mil na forma mista (numeral seguido da palavra que designa a ordem de grandeza) para indicação de mil. 31/05/2010”. milhão.695 milhões”. Ex.”.

23h30.: “Universidade Federal do Paraná (UFPR)”. Sist. b) em horas redondas. b) a sigla e o nome que a originou são escritos de maneira precisa e completa. A abreviatura “min” só é necessária quando houver especificação dos segundos.P. sem espaçamento entre os números.”. c) nas horas quebradas. um tratado. f) os dias do mês podem ser indicados por extenso (em números ordinais ou cardinais) ou em algarismos arábicos com dois dígitos. deve-se usar “h”. mês de maio”. não se abrevia a palavra horas. são escritas com todas as letras maiúsculas. Ex. Ex.: “mês 05. deve-se escrever primeiramente a forma por extenso.: “23 horas. Sua utilização deve obedecer aos critérios descritos a seguir: a) deve-se citar apenas siglas já existentes ou consagradas. Ex.21 e) a indicação dos meses pode ser feita por extenso ou em algarismos arábicos – nesse caso. seguida da sigla entre parênteses.” (UFPR.1. utilizam-se dois dígitos. .: errado “U. uma instituição. e) siglas com até três letras ou com quatro letras ou mais. d) não utilizam-se pontos intermediários ou ponto final. 4. Bibl-s. devendo o primeiro dia do mês ser escrito sempre em ordinal. desde que lidas letra por letra. 8) Observam-se os critérios abaixo na indicação de horas: a) deve-se utilizar o padrão de 24 horas. um programa. Ex. p.3 Siglas A sigla é uma forma de abreviação resultante do “conjunto de letras iniciais dos vocábulos (normalmente os principais) que compõem o nome de uma organização. correto “UFPR”. entre outros.R. de acordo com a convenção ou designação oficial. “min” e “s”. 21h30min10s”. c) quando mencionadas pela primeira vez no texto. 2007d.F. 23).

Ex. constr. 4.. Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas . 3 c.: “nasc. British Broadcasting Corporation (BBC)”.: “Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). abrevia-se até a última consoante deste.: “Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)”. NBR 6032:1989. b) antes de abreviar uma palavra. g) deve-se manter com maiúsculas e minúsculas as siglas que originalmente foram criadas com essa estrutura para se diferenciar de outras. Ex. a palavra abreviada deve terminar em consoante. Ex.”. Se isso não for possível. independentemente de seu tamanho. manuais técnicos e almanaques. Ex. deve-se adotar a sigla e seu nome em português quando houver forma traduzida.22 f) siglas que formam palavras pronunciáveis devem ser escritas com apenas a primeira letra maiúscula. h) no caso de siglas de origem estrangeira. Universidade de Brasília (UnB)”. como dicionários. utilizando-as preferencialmente em quadros.4 Abreviaturas No uso de abreviaturas deve-se observar os seguintes critérios: a) deve-se evitá-las ao máximo em textos corridos.f. Ex.: “Organização das Nações Unidas (ONU). ou adotar a forma original estrangeira quando esta não tiver correspondente em português. listas. tabelas. i) adicionar a letra “s” (sempre minúscula) para indicar o plural das siglas somente quando a concordância gramatical assim o exigir. deve-se consultar dicionários e/ou outras fontes de informação3 para verificar se já existem formas padronizadas.1. mesmo que o seu nome por extenso em português não corresponda perfeitamente à sigla.: “ONGs”. c) em palavras que apresentam encontro consonantal. ou em documentos específicos.

23 d) “abreviam-se os substantivos terminados pelos sufixos ‘logia’. séc. Ex. Revista Brasileira de Geografia = R. bras. salvo se existir forma usual diferente. 28).:  = (∑xiFi)/∑Fi . (doutores). (UFPR. 1989. p. Sist. 2007d. iniciais dos sufixos” (ABNT. Revista Brasileira de Economia = R. Em meio a um texto. p. ‘grafia’. f) deve-se adicionar a letra “s” (sempre minúscula) para indicar o plural nas abreviaturas que representam títulos ou formas de tratamento e naquelas em que a concordância exigir. (século). Ex. 4. (páginas). ambas maiúsculas e sem ponto. no fim de uma enumeração de itens. as fórmulas e equações devem ser representadas em linha.: “pág. Ex. pois não acrescenta outra informação senão a de que está incompleta. 1). gr e n. As equações podem ser inseridas na sequência do próprio texto ou destacadas para melhor visualização.. bras. Biol. Ex.1. Exas. bras. g) deve-se evitar o uso de etc. V. o uso de “entre outros” e de “e outros”. h) as abreviaturas dos nomes dos estados brasileiros são constituídas sempre de duas letras. recomenda-se para tanto. quando necessários.: “Drs.5 Fórmulas e equações As fórmulas e equações matemáticas auxiliam o entendimento do método utilizado para se obter determinado resultado ou para validar os dados apresentados. ‘nomia’. i) títulos de periódicos. e) deve-se manter o acento gráfico ou hífen existente na palavra original.: Revista Brasileira de Biologia = R. Geogr. Bibl-s. até as letras l. (Vossas Excelências)”. . dec. podem ser abreviados de acordo com a NBR 6032 da ABNT ou de acordo com as fontes de referência especializadas na área. ou seus derivados. Econ.-lei (decreto-lei)”.. caso em que se permite um espaçamento maior que comporte seus elementos.

38).1. Sist. por meio do uso de aspas. itálico e negrito. As Normas da UFPR estabelecem os seguintes casos em que os destaques podem sem empregados: . páginas anteriores e posteriores. Sist. de forma que possam ser identificadas. Determina-se que seu uso seja estabelecido antes de se iniciar a digitação do documento.6 Remissivas Remissivas são expressões utilizadas para remeter o leitor para outro ponto do texto ou do documento. sendo coerente e uniforme. Ex. deve-se identificá-las com números seqüenciais (dentro do capítulo ou ao longo do texto). p. 4. Ex. subseções. não sendo necessário seu uso para remeter a ilustrações (gráficos. deve-se utilizar o termo ver ou vide ou a expressão ver também. entre outros) visto que elas são inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. evitando-se o uso alternado de diferentes tipos de destaque para o mesmo tipo de expressão (UFPR. junto à margem.: (1) 4.1.: Quando houver várias equações e fórmulas ao longo do texto. na extremidade direita da linha.7 Uso de aspas. Bibl-s. itálico e negrito As palavras podem ser destacadas. as equações e fórmulas devem ser centralizadas. Para remeter a seções.24 Quando destacadas do parágrafo. p. Bibl-s. mapas. que serão colocados entre parênteses. 29). 2007d. 2007d. de modo a ressaltar características particulares. (UFPR.

ou ainda com sentido irônico. 4.2. O projeto de pesquisa exigido . como apelidos e gírias. periódicos entre outros) na lista de referências. nomenclatura científica (gênero e espécie). em expressões do idioma vernáculo usuais apenas no meio profissional. em termos relativizados.2 Estrutura de documentos científicos As Normas da UFPR determinam que os projetos de pesquisa e os trabalhos monográficos como trabalhos de conclusão de curso. em títulos de documentos (livros. b) itálico: palavras e frases em língua estrangeira e expressões em latim.25 a) aspas: no início e no final de uma citação direta que não exceda três linhas. isto é. quando não for possível dar esse realce pela redação. internos e de apoio conforme se pode observar no QUADRO 2. c) negrito: letras ou palavras que mereçam ênfase. utilizados com significado diferente. em definições conceituais de termos. 4. dissertações e teses obedeçam a uma estrutura definida forma de elementos obrigatórios e opcionais sendo que ambos devem ser formatados segundo os critérios de apresentação específicos conforme apresentado na sequência.1 Estrutura do projeto de pesquisa O projeto de pesquisa pode ser composto de elementos externos.

Sist. Os elementos externos e pré-textuais de natureza opcional podem variar de acordo com o programa específico enquanto que os elementos póstextuais não obrigatórios ficam a critério do autor uma vez que este os considere necessários a compreensão da proposta.26 como requisito para ingresso nos programas de pós-graduação da UFPR e como etapa preliminar da elaboração de dissertações e teses deve atender a estrutura apresentada. 14-15) . (2007c. O candidato deve ainda obedecer ao número limite de páginas quando este for estabelecido.ESTRUTURA COMPLETA DE PROLETO DE PESQUISA FONTE: UFPR. ELEMENTOS EXTERNOS PRÉ-TEXTUAIS Capa Lombada Folha de rosto Curriculum vitae Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário Tema Problema Hipótese Objetivos Justificativa Referencial teórico Metodologia Recursos Cronograma Opcional Opcional Obrigatório Quando necessário Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatório ELEMENTOS INTERNOS TEXTUAIS Introdução Desenvolvimento PÓS-TEXTUAIS ELEMENTOS DE APOIO Referências Glossário Apêndice Anexo Índice Citações Notas de rodapé Ilustrações e/ou figuras Quadros Tabelas Equações e fórmulas Siglas Abreviaturas Símbolos Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional QUADRO 2 . Bibl-s. p.

MODELO DE CAPA PARA PROJETO DE PESQUISA .1. 15). o título do projeto e o subtítulo se houver. Bibl-s. o(s) nome(s) do(s) autor(es). p. FIGURA 1 . A FIGURA 1 apresenta o modelo de capa e a disposição de seus elementos de acordo com as Normas da UFPR (UFPR. Sist. 2007c. o local e o ano.2.27 4.1 Capa Na capa devem constar o nome da instituição/entidade para o qual o projeto será submetido.

De acordo com o número de folhas do projeto a lombada pode ser horizontal ou descendente conforme os modelos a seguir. . o subtítulo (se houver) e a data.1. Seus elementos são a autoria (nome da organização responsável com a subordinação até o nível da autoria quando se tratar de entidade ou o nome dos autores quando se tratar de pessoa).2.2 Lombada A lombada ou dorso é a parte da capa que reúne (colados.28 4. costurados ou grampeadas) os cadernos ou folhas do projeto. o título.

os nomes devem ser impressos um abaixo do outro nas lombadas horizontais e separados por sinais de pontuação. .MODELOS DE LOMBADAS De acordo com a NBR 12225/2004 as regras gerais de apresentação da lombada devem obedecer aos seguintes critérios (ABNT. no caso de autores pessoais). abreviando-se ou omitindo-se os prenomes.29 LOMBADA HORIZONTAL LOMBADA DESCENDENTE FIGURA 2 . 2004): a) o nome do autor deve ser impresso no mesmo sentido da lombada (se houver mais de um autor. espaços ou sinais gráficos nas lombadas descendentes. quando necessário.

palavras que identifiquem o seu conteúdo). 4. d) o número de volume quando o projeto for composto de mais de um sendo que em cada volume deve constar uma folha de rosto com o respectivo número de volume. claramente subordinado ao título principal.2. c) o título de lombada descendente de ser impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada (ver FIGURA 2).30 b) o título deve ser impresso no mesmo sentido dos nomes dos autores.alinhada ou não à margem direita. contendo. Sist. . b) o título (claro e preciso. e) nota indicando o tipo de projeto e o nome da instituição a que é submetido. p. . 2007c. f) local (cidade) da instituição na qual o projeto foi defendido. abreviado. Bibl-s. . Esta forma possibilita a leitura. 19): a) os nomes dos autores centralizados em letras maiúsculas na primeira linha de texto. c) o subtítulo (se houver). precedido de dois pontos (:). em tamanho menor. observando: . . quando o documento está com a face dianteira voltada para cima.uma linha em branco após a última linha do título.margem esquerda a partir da metade da folha.em letras maiúsculas e minúsculas. quando necessário.1.3 Folha de rosto O primeiro elemento obrigatório no projeto de pesquisa é a folha que contém os elementos essenciais de identificação do documento e da proposta. De acordo com as Normas da UFPR a folha de rosto deve conter (UFPR. centralizado a partir da 13ª linha após os nomes dos autores. centralizado em letras maiúsculas na penúltima linha.

centralizado na última linha (FIGURA 3). porém sua inclusão pode ser exigida pela entidade à qual se destina.2.MODELO DE FOLHA DE ROSTO 4. Neste caso deve ser apresentado em folhas distintas após a folha de rosto. FIGURA 3 .31 g) ano de apresentação em algarismos arábicos. As Normas da UFPR definem curriculum vitae para fins técnico-científicos como sendo “o conjunto de dados pessoais apresentados de forma sistemática e objetiva em todas as situações que .4 Curriculum vitae O curriculum vitae é elemento opcional em projetos de pesquisa.1.

Os critérios para apresentação das listas de ilustrações. retratos. as funções e filiações. quando for o caso. 2007c. entre outras). Sist. As ilustrações podem ser quadros. podem ser apresentadas na mesma página. p. separado da lista por dois espaços de 1. desenhos.32 requeiram informações biográficas e históricas sobre a formação acadêmica e complementar. LISTA DE QUADROS. na qual as mesmas devem ser relacionadas conforme a sequência em que aparecem no texto. O Programa de Mestrado em Contabilidade e Finanças da UFPR e outros programas de pós-graduação exigem como parte integrante da documentação necessária para inscrição a apresentação do curriculum vitae elaborado na plataforma Lattes/CNPq (http://lattes. 22): a) em lista única.1. juntamente com a documentação comprobatória das informações nele contidas. p.cnpq. lâminas. esquemas. plantas. as representações. 4. Bibl-s. incluindo a produção científica. 15). fluxogramas e fotografias. 2007g. de acordo com as Normas da UFPR devem obedecer aos seguintes critérios (UFPR. 22-23): a) o título deve ser centralizado. neste caso identificada como LISTA DE ILUSTRAÇÕES. gráficos.5 Lista de ilustrações e tabelas A lista de ilustrações é elemento condicional que depende da ocorrência de ilustrações no corpo do documento. Sist. mapas. Pode ser elaborado de acordo com as seguintes formas (UFPR. Deve conter o sumário das ilustrações de acordo com a ordem em que aparecem no texto. em letras maiúsculas e em negrito. as atividades profissionais e de docência. 2007c. .” (UFPR. sendo que listas extensas devem ser colocadas em folhas distintas – caso contrário.br). No projeto de pesquisa a lista de ilustrações sucede a folha de rosto ou o curriculum vitae. Sist. Bibl-s. Bibl-s. literária e artística. b) em listas específicas de acordo com o tipo de ilustração (LISTA DE FOTOGRAFIAS. organogramas. p.2.5 cm.

número da página que contém a ilustração. A palavra TABELA deve ser indicada em maiúsculas no início da linha seguida de hífen e do título da tabela de forma idêntica ao indicado no texto referente (ver item 4. FIGURA 4 .título da ilustração separado do indicativo numérico por hífen entre espaços.7). FIGURA.MODELO DE LISTAS DE ILUSTRAÇÕES INDIVIDUAIS A LISTA DE TABELAS deve ser elaborada de acordo com as mesmas especificações da lista de ilustrações. justificado à direita. . após as listas de ilustrações (se houver).33 b) a relação de títulos das ilustrações deve conter os seguintes dados: . grafado de forma idêntica à utilizada no texto (ver item 4. . na mesma linha do título ao qual é ligado por uma linha pontilhada conforme FIGURA 4. etc.) e indicativo numérico de ocorrência no texto. MAPA. .7). alinhados à margem esquerda. porém deve ser disposta em página distinta.tipo de ilustração (QUADRO.

Bibl-s. Bibl-s. As Normas da UFPR não especificam limite mínimo para que se considere razoável a elaboração da lista. em letras maiúsculas/minúsculas. 25): a) b) c) em página distinta. após a lista de tabelas (se houver). com o título centralizado. porém alguns autores recomendam que seja observado o limite de 10 itens (MARTINS.4. listas pouco extensas podem figurar sequencialmente na mesma página. p. 152). f) com o significado por extenso da abreviatura ou sigla. As listas de abreviaturas e siglas devem ser apresentadas da seguinte maneira (UFPR. 24). As regras para grafia das expressões correspondentes ao significado das siglas devem seguir as orientações apresentadas nos itens 4. e) com um hífen precedido e seguido de um espaçamento (pode-se optar por fazer o alinhamento de todos os hífens pelo correspondente à maior abreviatura ou sigla). 2007c.6 Lista de abreviaturas e siglas As listas de abreviaturas e siglas são elementos condicionais que dependem da freqüência de ocorrência destas no texto.1.34 4. LISTA DE SIGLAS). com letra e entrelineamento normal. com dois espaços de 1. em letras maiúsculas em negrito.1. THEÓPHILO. d) com as abreviaturas e as siglas (em ordem alfabética) alinhadas à margem esquerda. p. separadas pelo indicativo de tipo (LISTA DE ABREVIATURAS. 2009. (UFPR.3 e 4. Sist. p.5 cm separando o título da lista propriamente dita. 2007c.2. dependendo da necessidade (no caso de nomes próprios).1. . As Normas da UFPR recomendam que se elaborem listas distintas para abreviaturas e siglas sendo que. Sist. Devem ser adicionadas após a lista de tabelas (se houver).

com o título centralizado. em letras maiúsculas em negrito.. e) com um hífen precedido e seguido de um espaçamento (pode-se optar por fazer o alinhamento de todos os hífens pelo correspondente ao maior símbolo).5 cm separando o título da lista propriamente dita. sem indicar as páginas onde se localizam.2. p. “Consiste na relação de todos os símbolos ou sinais que substituem nomes ou ações durante o trabalho [. quando houver mais de um volume.8 Sumário O último elemento pré-textual no projeto de pesquisa é o sumário que é a “enumeração das divisões. deve ser incluído . d) com as abreviaturas e as siglas (em ordem alfabética) alinhadas à margem esquerda. p. com dois espaços de 1. Bibl-s. seções e outras partes de uma publicação.35 4. De acordo com a NBR 6027/2003. THEÓPHILO.7 Lista de Símbolos A lista de símbolos apresenta a relação dos símbolos apresentados no texto com o devido significado. Sist.1. em letras maiúsculas/minúsculas. 27): a) b) c) em página distinta. As regras para elaboração da lista de símbolos são as seguintes (UFPR.] na ordem em que foram apresentados no desenvolvimento da obra.” (ABNT. f) com o significado por extenso de cada símbolo.1. 153). 2009. com letra e entrelineamento normal.2. após a lista de tabelas (se houver). 4.. na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. dependendo da necessidade (no caso de nomes próprios). 2007c. 2003b) Trata-se de elemento obrigatório e dever ser inserido após a lista de símbolos (se houver).” (MARTINS.

indicativo numérico (ver item 4. separada do primeiro item do sumário por dois espaços de 1. b) é indicado pela palavra SUMÁRIO centralizada. Sist. as hipóteses. 2007c. c) cada capítulo. 31-33). p. As regras de apresentação do sumário são as seguintes: a) deve iniciar em página distinta enumerando apenas os elementos textuais e pós-textuais. quaternária e quinaria) destacada pela tipografia (negrito. Bibl-s. o objetivo geral e os objetivos específicos e a justificativa e desenvolvimento formado pelo referencial teórico. Uma estrutura alternativa para o projeto de pesquisa é recomenda pelo Programa de Mestrado em Contabilidade da UFPR e segue a seguinte organização: . a contextualização e a problemática. e) com os títulos dos elementos pós-textuais sem indicativo numérico também relacionados. d) com a subordinação dos itens (seções primárias. alinhada à margem esquerda. alinhados à margem esquerda. com entrelineamento simples. ligado ao título por uma linha pontilhada. terciárias. . itálico ou grifo) utilizada no texto. 4. seção ou parte deve apresentar: .número da página inicial. procedimentos metodológicos. de forma que se tenha conhecimento do conteúdo.título e subtítulo (se houver). . em maiúsculas e negrito.9 Elementos textuais Os elementos textuais no projeto de pesquisa consistem em introdução onde são abordados o tema.5 cm. secundárias.2).2.1. (UFPR. recursos e cronograma.36 o sumário de toda a obra em todos os volumes.4. independente do volume consultado.

: descritivo. estudo de caso)  abordagem quanto às técnicas de coleta de dados ou instrumento de pesquisa (Ex.2 Estratégias de Planejamento da Pesquisa 8 ORÇAMENTO 9 CRONOGRAMA QUADRO 3 .: dados secundários.1 Caráter teórico-metodológico 7. semestres. entrevista)  abordagem quanto aos efeitos do pesquisador nas variáveis em estudo  população e amostragem  tratamento estatístico e análise de dados Descrição dos recursos necessários a operacionalização da pesquisa sejam financeiros. qualitativo)  abordagem com relação ao objetivo do estudo (Ex.37 1 INTRODUÇÃO 2 PROBLEMA DA PESQUISA Abordagem preliminar do tema e apresentação da proposta de pesquisa Discussão sobre e problemática a ser investigada apresentada na forma de uma questão de pesquisa de forma interrogativa Apresentação da questão de pesquisa de forma afirmativa precedida geralmente por um verbo que indica a ação principal a ser realizada seguida da apresentação dos passos necessários para que se atinja o objetivo específico Motivações da pesquisa bem como possíveis contribuições dos achados para a sociedade Definição quanto ao escopo temporal ou espacial do estudo e quanto ao objeto a ser estudado Discussão acerca de trabalhos anteriores que servem de base para o estudo proposto Caracterização fundamentada da pesquisa quanto a sua tipologia incluindo:  Teorias de Base  Hipóteses  Desenho da Pesquisa  Construtos e Definições Operacionais das Variáveis (incluir quadro com referência) abordagem metodológica (Ex. ou anos. materiais e humanos e das respectivas fontes quando for o caso Plano de metas parciais com as etapas da elaboração do trabalho indicadas por espaços temporais divididos em meses. fenomenologia)  abordagem com relação ao problema (Ex.: quantitativo.2 Objetivos Específicos 4 JUSTIFICATIVA 5 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO 6 MARCO TEÓRICO DE REFERÊNCIA 7 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 7.1 Objetivo Geral 3.: empirismo. causal)  abordagem quanto à estratégia de pesquisa (Ex.  3 OBJETIVOS 3. sobretudo no grau de detalhamento.: survey. questionário. Os tópicos apresentados são divididos em tópicos específicos diferentemente do modelo composto apenas pela introdução e desenvolvimento em que os itens descritos são apresentados geralmente no corpo .PROPOSTA DE ESTRUTURA PARA PROJETOS DE PESQUISA A proposta sugerida difere da estrutura indica nas Normas da UFPR.

4.2. devem ser elaboradas de acordo com a estrutura padrão estabelecida pela NBR 14724/2005 (ABNT. A estrutura de teses e dissertações é formada por elementos externos e por elementos internos que se dividem em elementos prétextuais. serão apenas indicados pelo número de sessão correspondente de modo que neste tópico serão apresentados apenas os elementos e particularidades dos trabalhos de obtenção grau. Os demais elementos que compõem a estrutura do projeto de pesquisa são os elementos pós-textuais (referências. textuais e pós-textuais. apêndices e anexos) que são apresentados mais adiantes neste trabalho. também chamadas de trabalhos monográficos. . No que refere aos trabalhos apresentados aos programas de pós-graduação da UFPR deve-se observar adicionalmente as normas da instituição assim como exigências para apresentação dos trabalhos.38 do texto sem subdivisões. exceto no caso do marco teórico e dos procedimentos metodológicos. Os elementos comuns nos projetos de pesquisa e nos trabalhos monográficos.2 Estrutura de teses e dissertações As teses e dissertações. De acordo com as Normas da UFPR a estrutura de teses e dissertações deve estar de acordo a sequência apresentada no QUADRO 4. apresentados na sessão anterior. 2005).

2. 19).2.2. Os elementos a serem indicados na capa e na lombada. como também as regras de apresentação são as mesmas referidas nas sessões 4. p.1 e 4. e a lombada que depende do número de páginas do documento.ESTRUTURA DE TESES E DISSERTAÇÕES FONTE: UFPR. 17) 4. . na Impressa Universitária. As capas das teses e dissertações apresentadas aos programadas de pós-graduação da UFPR devem ser impressas conforme padrão da instituição. (2007f. 2007f.2. Bibl-s.1 Capa e lombada Os elementos externos nos trabalhos monográficos são a capa que é obrigatória. diferentemente do projeto. Sist.39 Capa Lombada Folha de rosto Errata Termo ou folha de aprovação Dedicatória Agradecimento Epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário Introdução Desenvolvimento Conclusão Referências Glossário Apêndice Anexo Índice Obrigatório Opcional Obrigatório Opcional Obrigatório Opcional Opcional Opcional Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatório ELEMENTOS EXTERNOS PRÉ-TEXTUAIS ELEMENTOS INTERNOS TEXTUAIS PÓS-TEXTUAIS Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional QUADRO 4 . Sist. p.1. (UFPR. Bibl-s.2.1.

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4.2.2.2 Folha de rosto

A folha de rosto em dissertações e teses é elemento obrigatório que contém a identificação do trabalho como dados sobre o conteúdo de finalidade. Trabalhos com mais de um volume devem apresentar, cada um, sua própria folha de rosto com todas as informações e a indicação do respectivo volume. Em trabalhos impressos apenas em um dos lados da folha deve-se atentar para o fato de que o verso da folha de rosto destinasse a impressão da ficha catalográfica conforme apresentado a seguir. De acordo com as Normas da UFPR anverso/frente da folha de rosto deve conter (UFPR. Sist. Bibl-s, 2007f, p. 24); a) nome do autor centralizado em letras maiúsculas na primeira linha de texto; b) c) título centralizado a partir da 13ª linha após a indicação da autoria; subtítulo (se houver), claramente subordinado ao título principal, precedido de dois pontos (quando o título e/ou subtítulo ocuparem mais de uma linha, não se utiliza divisão silábica para as palavras); d) e) número de volumes (se houver mais de um); nota indicando a natureza acadêmica do trabalho (tese, dissertação e outros), o objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração devendo ser apresentada: - com uma linha em branco após a última linha do título; - com margem esquerda a partir da metade da folha; - alinhada ou não à margem direita; - com letras maiúsculas e minúsculas, em tamanho menor; - com uma linha em branco separando o nome do orientador da nota indicativa da natureza acadêmica. f) Nome do orientador e/ou professor da disciplina e, se houver, do coorientador; g) Local (cidade) da instituição na qual o trabalho foi defendido, centralizado em letras maiúsculas na penúltima linha; h) Ano em algarismos arábicos, centralizado na última linha. FIGURA 5.

41

FIGURA 5 - MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE DISSERTAÇÃO

O verso da folha de rosto destinasse a impressão da ficha catalográfica que é o conjunto de dados, sistematicamente ordenados, com a descrição do trabalho, que fornece uma idéia do assunto tratado e de seus aspectos físicos. Deve ser elaborada por bibliotecário e é impressa em um retângulo de 7,5 x 12,5 cm, conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano (CCAA2). (UFPR. Sist. Bibl-s, 2007f, p. 30).

42

FIGURA 6 - EXEMPLO DE FICHA CATALOGRÁFICA

4.2.2.3 Errata

A errata é a lista indicativa de erros tipográficos ou de outra natureza com as devidas correções e a indicação das páginas e linhas em que aparecem no texto. Elemento opcional, deve ser inserida logo após a folha de rosto sendo quando encadernada junto ao miolo do trabalho, ou, quando confeccionada após a encadernação do trabalho, intercalada em seu interior sendo, nesta caso, impressa em papel avulso. A errata deve apresentar além da indicação da folha, linha/ilustração, do erro e da devida correção a referência do trabalho, principalmente quando for publicada em papel avulso, de modo a facilitar sua identificação. (UFPR. Sist. Bibl-s, 2007f, p. 32).

texto de aprovação em letras maiúsculas e minúsculas. h) nome dos membros da comissão e instituição a que são filiados em letras maiúsculas e minúsculas e assinaturas.MODELO DE ERRATA 4. nome do orientador e a instituição a que é filiado em letras maiúsculas e minúsculas e assinatura. mês. título e subtítulo (se houver) em letras maiúsculas. nota indicando a natureza acadêmica e a área de concentração. com a expressão termo ou folha de aprovação centralizada em letras maiúsculas negritadas no tamanho normal na primeira linha do texto. ano).4 Termo ou folha de aprovação O termo de aprovação é elemento obrigatório que confirma a defesa e a aprovação do trabalho. c) d) e) f) g) nome autor em letras maiúsculas.2. Nos programas de pós-graduação da UFPR o termo de aprovação é pré-requisito para efeito de cumprimento do depósito legal na Biblioteca Central da instituição e pose ser apresentado da seguinte maneira: a) b) em folha distinta após a folha de rosto. . i) local em letras maiúscula e minúsculas e a data de aprovação (dia.43 FIGURA 7 .2.

35) . p. Sist. colocada na parte inferior da página com recuo maior.2. É elemento opcional apesar de ser usual em teses e dissertações e quando presente pode ser apresentada em página distinta.2. 2007f. logo após o termo de aprovação.MODELO DE TERMO OU FOLHA DE APROVAÇÃO 4.5 Dedicatória A dedicatória consiste em uma menção a alguém a quem o autor deseja fazer uma homenagem ou dedicar o trabalho científico.44 FIGURA 8 . Não é necessário que a dedicatória contenha título. (UFPR. Bibl-s. quando se tratar de dedicatória curta.

p. com letra e entrelineamento normal ou menor.2. de modo que a última linha do agradecimento fique posicionada na margem inferior da página.2.2. (UFPR.2. p. Bibl-s. 2007f. ABNT. (UFPR. Bibl-s. com a palavra agradecimentos centralizada em letras maiúsculas em negrito na primeira linha de texto.45 4. 2007f. Sist. Em ambos os casos é transcrita com letra e entrelineamento menor. . com alinhamento à direita. 36) Caso dedicatória e agradecimentos estejam na mesma página recomenda-se utilizar o mesmo recuo e não é necessário utilizar-se a palavra agradecimentos. Neste caso deve-se posicionar os agradecimentos a partir da metade inferior direita da página. que de certa forma se relaciona com a construção do trabalho. (UFPR. não sendo necessário indicá-la em lista de referências. colocado na parte inferior direita da página. Trata-se também de elemento opção que quando presente pode ser apresentado conforme segue (UFPR. Bibl-s. após os agradecimentos e também nas folhas de abertura das seções primárias (ou capítulos).6 Agradecimentos Agradecimento é menção que o autor faz a pessoas e instituições das quais recebeu apoio e que contribuíram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. 4. Sist.7 Epígrafe Epígrafe é elemento opcional contendo a inscrição de um trecho em prosa ou composição poética. p. quando curto. c) d) com uma linha em branco separando o título do texto. Bibl-s. 2005. Neste último caso deve ser colocada logo abaixo do título da seção alinhada à direita com a indicação da autoria após a epígrafe. 2007f. 2007f. Sist. Sist. Os agradecimentos podem ser apresentados na mesma página da dedicatória quando ambos os textos forem curtos. 36): a) b) em página distinta. 2): Pode ser colocada em página distinta. p. seguida de indicação de autoria. quando longo. p. 39). 39. logo após a dedicatória (se houver).

citar com rigor o domínio de aplicação. o resumo deve ser apresentado: a) em folha distinta. análise da situação. c) explicar na primeira frase o tema principal do documento com uma frase significativa e em seguida a informação sobre a categoria do tratamento (memória. afirmativas e não de enumeração de tópicos podendo ser escrito em parágrafo único. h) mencionar nomes geográficos (município. o método. diagramas. Na elaboração do resumo na língua vernácula devem-se observar as seguintes regras (UFPR. d) e) usar verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. que não sejam absolutamente necessários. com a palavra resumo centralizada em letras maiúsculas em negrito na primeira linha do texto. dissertações e monografias. entre outros). f) g) evitar o uso de citações bibliográficas.2.46 4.8 Resumo Os trabalhos de conclusão de curso ou de obtenção de grau como teses e dissertações devem obrigatoriamente conter um resumo do conteúdo apresentado de forma concisa. empregar os termos geralmente aceitos e não apenas os de uso particular. Bibl-s.2. estado e país) ou a circunscrição (região. Em teses. com destaque para seus aspectos de maior relevância. entre outros elementos. os resultados e as conclusões do documento. p. o grau de exatidão e o princípio básico de novos métodos. estudo de caso. . condado) quando necessário. 41): a) ressaltar o objetivo. Deve-se evitar: a) b) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente. b) utilizar frases concisas. Para teses e dissertações é obrigatória a transcrição do resumo na língua do texto (vernácula) e em língua estrangeira. 2007f. Sist. equações. distrito. fórmulas.

5 cm.1 Problema da pesquisa Abordagem preliminar do tema e apresentação da proposta de pesquisa Discussão sobre e problemática investigada apresentando inclusive a questão de pesquisa de forma interrogativa e destacada no texto Apresentação da questão de pesquisa de forma afirmativa precedida geralmente por um verbo que indica a ação principal a ser realizada seguida da apresentação dos passos necessários para que se atinja o objetivo específico (não confundir com métodos de coleta de dados) Motivações da pesquisa bem como contribuições dos achados para a sociedade Continua 1. 1 INTRODUÇÃO 1. 4. seguido pelas palavras-chave ou descritores (palavras representativas do conteúdo do trabalho). c) redigido com o mínimo de 150 e máximo de 500 palavras.3 Justificativa . A estrutura apresentada no QUADRO 5 é sugerida para os trabalhos a serem apresentados ao Programa de Mestrado em Contabilidade do Setor de Ciências Sociais Aplicadas da UFPR. d) e) alinhado à margem esquerda. sem recuo de parágrafo.2 Objetivos específicos 1. em inglês (abstract). o desenvolvimento e as conclusões.1 Objetivo geral 1. alinhadas à margem esquerda sem recuo de parágrafo.2.2. Na sequência é apresentado o modelo de estrutura a ser observada na organização do documento de modo que sua leitura e compreensão sejam otimizadas. O resumo em língua estrangeira é obrigatório em teses e dissertações e pode ser escrito.2. por exemplo.2. separadas do resumo pois dois espaços de 1.47 b) com uma linha em branco separando a palavra resumo do seu respectivo texto. em francês (résumé) ou outra língua de grande difusão. espanhol (resumen). empregando em letra normal e entrelineamento simples.9 Elementos textuais Os elementos textuais básicos em trabalhos científicos são a introdução.2 Objetivos 1. Sua apresentação deve seguir as mesmas regras do resumo em língua vernácula devendo a indicação das palavraschaves ou descritores ser feita na mesma língua do resumo.

4 Delimitação do estudo 1. mas também resultados de outras pesquisas sobre o mesmo tema) Caracterização fundamentada da pesquisa quanto a sua tipologia incluindo:  teorias de base  hipóteses  desenho da pesquisa  construtos e definições operacionais das variáveis (incluir quadro com referência) abordagem metodológica (Ex.48 Continuação 1. Caso haja hipóteses. qualitativo)  abordagem com relação ao objetivo do estudo (Ex.: quantitativo. Apresentação dos resultados da pesquisa bem como a rejeição ou não rejeição das hipóteses propostas. e dos procedimentos de seleção da amostra com dados suficientes para que possa ser verificada se necessário Apresentação dos dados obtidos e das relações entre variáveis conforme o caso. se for o caso.4 População e amostragem 4 DISCUSSÃO E ANÁLISE DOS DADOS 5 CONCLUSÕES QUADRO 5 . entrevista)  abordagem quanto aos efeitos do pesquisador nas variáveis em estudo  abordagem quanto a dimensão de tempo (Ex.: survey. causal)  abordagem quanto à estratégia de pesquisa (Ex. além da apresentação das limitações da pesquisa e sugestões para pesquisas futuras. esta seção apresenta os resultados dos testes de hipóteses.: empirismo.: pré-teste de questionários.: dados secundários.  3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 3. análise de conteúdo) Definição da população ou da moldura populacional. quando for o caso. teste de confiabilidade.3 Instrumento da pesquisa 3.: descritivo. discutidos no . fenomenologia)  abordagem com relação ao problema (Ex. estudo de caso)  abordagem quanto às técnicas de coleta de dados ou instrumento de pesquisa (Ex.MODELO DE ESTRUTURA PARA DISSERTAÇÕES E TESES Este modelo de apresentação pode ser adaptado de acordo com o modelo de pesquisa apesar de poder ser amplamente utilizado nos documentos científicos. questionário. entrevistas estruturadas.5 Estrutura do trabalho 2 MARCO TEÓRICO DE REFERÊNCIA Definição quanto ao escopo temporal ou espacial do estudo e quanto ao objeto a ser estudado Enumeração das seções do documento Discussão acerca de trabalhos anteriores que servem de base para o estudo proposto (também chamado de fundamentação teórico-empírica por apresentar não somente as teorias de base para a pesquisa.: transversal ou longitudinal) Validação dos instrumentos (Ex.1 Caráter teórico-metodológico 3.2 Estratégias de planejamento da pesquisa 3. Deve-se ainda observar os requisitos para redação e apresentação.

4. p. 4. sobretudo aos projetos de pesquisa e seus respectivos trabalhos monográficos. em atenção a questões ambientais (UFPR. posicionamento e espaçamentos. Sist. mas. A estrutura completa dos trabalhos monográficos compreende ainda os elementos pós-textuais apresentados na sequência.1 Formato do papel e impressão O formato para apresentação de documentos deve ser o tamanho A4 (210 x 297 mm) na cor branca. As Normas Técnicas estabelecem padrões de apresentação específicos para determinados tipos de documentos científicos de modo que os aspectos gerais descritos a seguir não se referem a todos os documentos científicos. . Bibl-s.3. dentre outros aspectos visuais.3. 4.49 capítulo 3.3 Formatação e apresentação Os aspectos gerais de formatação compreendem as regras relativas a medidas.2 Margens A mancha da página (área que contém o texto) deve possuir margens de 3 cm nas bordas superior e esquerda e de 2 cm nas bordas inferior e direita conforma FIGURA 9. 2007d. 30). Apesar de a NBR 14724:2005 determinar que seja utilizado apenas o anverso (frente) do papel as Normas recomendam a impressão frente e verso.

3.MODELO DE MARGENS DE PÁGINAS A configuração das margens no Word 2007 pode ser observada na FIGURA 10.3 Espaçamento entrelinhas O espaçamento entrelinhas deve ser de: . FIGURA 10 .50 3 cm 3 cm 2 cm 2 cm FIGURA 9 .CONFIGURAÇÃO DAS MARGENS 4.

tabela. d) dois espaços de 1.4 Tipo e tamanho de letra As Normas estabelecem para apresentação dos documentos técnicocientíficos. 31): . Bibl-s.CONFIGURAÇÃO DE ESPAÇAMENTO ENTRELINHAS 4.5 linha (ou 48 pontos) para separar do texto os títulos das seções e subseções. notas de rodapé. p. A configuração dos espaçamentos de entrelinhas pode ser visualiza na FIGURA 11 a seguir. quadro.3. c) duplo para separar as referências entre si. ficha catalográfica. citação longa.51 a) 1. gráfico. FIGURA 11 . referência. 2007d. Sist. observe-se (UFPR. b) simples ou exatamente 14 pontos para resumos. legenda de ilustração. nota indicando a natureza acadêmica.5 linhas ou exatamente 24 pontos para o texto.

b) tamanho 12 para todo o texto. c) tamanho 10 para citação longa. A FIGURA 13 indica a forma de configuração. quadro. nota de rodapé. nota indicando a natureza acadêmica. .3.5 cm da margem esquerda. A configuração do tipo de letra e tamanho da fonte pode ser acessada diretamente na faixa de opções do Word 2007.52 a) tipo de letra Arial.5 Parágrafo Os parágrafos de texto devem ser configurados aproximadamente 1. legenda de ilustração. sem necessidade de alinhamento à margem direita. ficha catalográfica e paginação. conforme demonstrado na FIGURA 12.CONFIGURAÇÃO DE TIPO E TAMANHO DE LETRA 4. tabela. FIGURA 12 . gráfico.

53 FIGURA 13 . .CONFIGURAÇÃO DE PARÁGRAFO Parágrafos de citação longa devem observar o recuo de 4 cm da margem esquerda conforme indicado na FIGURA 14.

54 4 cm FIGURA 14 . .RECUO EM CITAÇÃO LONGA Recomenda-se ainda que sejam evitadas linhas órfãs ou viúvas (apenas uma linha de texto no final ou no início da página) conforme exemplificado na FIGURA 15.

o verso é paginado no canto superior esquerdo. a 2 cm da borda superior da folha.55 FIGURA 15 . quadros ou ilustrações impressos na horizontal (paisagem) ou na vertical (retrato). .6 Paginação As páginas dos documentos devem ser paginadas (numeradas) em algarismos arábicos.EXEMPLO DE LINHA VIÚVA 4. mas não numeradas. d) em páginas que apresentem tabelas. a falsa folha de rosto e o verso das folhas (quando todo o texto é produzido apenas no seu anverso) não são contados na numeração. a indicação do número é facultativa.3. desde que estes ocupem a página inteira. b) as páginas pré-textuais são contadas. no caso de documentos impressos em frente e verso. observando que: a) a capa. c) as páginas de texto (a partir da introdução são numeradas no canto superior direito da página.

podem conservar a paginação. f) as páginas pós-textuais são numeradas sequencialmente às páginas de texto. FIGURA 16 .PASSOS PARA INSERIR NUMERAÇÃO DE PÁGINAS . a numeração das páginas textuais (em algarismos arábicos) do segundo e demais volumes é consecutiva ao primeiro.56 e) em documentos com mais de um volume. Para inserir uma nova seção a partir da introdução deve-se seguir os passos demonstrados na FIGURA 17. A FIGURA 16 demonstra os passos para inserir a numeração segundo as especificações apresentadas. Para que a numeração seja iniciada a partir da introdução. antes de ser inserida como demonstrado a seguir. g) caso os anexos sejam numerados no original. deve separar o texto em seções de modo que a paginação possa configurada de modo diferente em cada uma delas. entretanto essa numeração não é levada em consideração.

em seguida. .57 FIGURA 17 .PASSOS PARA INSERIR QUEBRA DE SEÇÃO Após a inserção de uma nova seção a partir da introdução deve proceder a inserção da numeração e. sua configuração conforme demonstrado na FIGURA 18.

CONFIGURAÇÃO DE PAGINAÇÃO INDEPENDENTE 4.4 Organização do texto A estrutura dos documentos técnico-científicos deve ser organizada no sentido de se obter maior clareza na apresentação das idéias principais e suas idéias base.58 Desmarcar a opção “Vincular ao Anterior” Configurar a margem de 2 cm superior Configurar o tipo e tamanho da fonte “Arial. como. . alíneas e subalíneas. os construtos de segunda ordem e as variáveis. por exemplo. os construtos de primeira ordem. subseções. Uma das maneiras de se organizar o documento é por meio da utilização de seções. 10” FIGURA 18 .

conforme os exemplos a seguir. 35). desde que deixem clara sua adequação aos elementos textuais fundamentais. As seções primárias (ou capítulos) devem iniciar em página distinta exceto em trabalhos de graduação pouco divididos que não precisam ter suas seções iniciadas em página distinta (UFPR. Ex. ora de frases ou verbos para outros. 2007d.4. Desta forma. p.: 1 PLANEJAMENTO DO LUCRO.1 Títulos de seções As seções do documento devem estar de acordo com a estrutura formal de apresentação. b) ser claro e objetivo. estabelecem que sejam considerados os critérios abaixo na atribuição de títulos às seções: a) dar sequência lógica e ordenada ao assunto. Bibl-s. o desenvolvimento e a conclusão ou considerações finais. e) diferenciar tipograficamente os títulos das seções. p.1 ESTRUTURA BÁSICA DO ORÇAMENTO. Seção secundária: maiúsculas sem negrito.: 1. Ex. 33. Sist. as seções primárias essenciais são a introdução. 54).3 Diferença entre planejamento e controle.59 4. sem o respectivo texto.: 1. os títulos das seções podem ser definidos por meio de outras expressões. Ex. 2007f. quaternária e quinaria: Somente a primeira letra da primeira palavra em maiúscula sem negrito.1. Bibl-s. Sist. p. No entanto. 2007d. c) alinhar a segunda linha e subsequentes de títulos longos sob a primeira letra da linha. . em se tratando de trabalhos monográficos. observando-se a sua hierarquia. evitando o uso ora de substantivos para uns. Seção primária: maiúsculas em negrito. As Normas (UFPR. d) evitar títulos de seções isolados no final da página. Seções terciária.

anterior às alíneas. termina em dois pontos. c) o indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a partir de 1. As Normas estabelecem que seja adotada a numeração progressiva para as seções do texto. as alíneas são ordenadas alfabeticamente. seguido do número que lhe for atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. i) a disposição gráfica das alíneas obedece às seguintes regras: o trecho final do texto correspondente. esta deve ser subdividida em alíneas. 2003. g) quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título. 2-3).60 4. as letras indicativas das alíneas são reentradas (recuadas) em relação à margem esquerda. dele separado por um espaço. hífen. h) quando as alíneas forem cumulativas ou alternativas. 2003. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. 34). p.4. Assim. Bibl-s. p. após a penúltima. d) o indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. a NBR 6024:2003 estabelece as seguintes regras gerais de apresentação de numeração progressiva de seções (ABNT. de modo a expor numa sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir a localização facilitada dos assuntos abordados (ABNT. b) o indicativo de seção é alinhado na margem esquerda.2 Numeração progressiva A numeração progressiva das seções de documentos escritos aplicáveis aos trabalhos técnico-científicos é estabelecida pela NBR 6024:2003. precedendo o título. p. Sist. f) todas as seções devem conter um texto relacionado com elas. pode ser acrescentado. conforme o estabelecido pela ABNT (UFPR. travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título. . e) não se utilizam ponto. “e/ou” conforme o caso. 1): a) são empregados algarismos arábicos na numeração. 2007d.

O referencial teórico é uma das características fundamentais da produção científica. 2007a. quanto à posição que pode ser no corpo do texto. dele separadas por um espaço. Bibl-s. colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente. As subalíneas devem começar por um hífen. destacadas ou em notas de rodapé e ainda quanto à forma de chamada pode ser o tipo autor-data ou numérico. a preservação dos direitos autorais. k) as linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira letra do próprio texto. - a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.5 Citações A construção dos conceitos e a formulação das idéias propostas nos trabalhos científicos devem sustentar-se em textos científicos anteriores cuja citação deve obedecer a normas de padronização a fim de “garantir ao documento a veracidade da literatura científica. assim elevando o nível de qualidade dos documentos científicos. Sist. As formas como as citações de trechos ou idéias contidas em textos de outras obras podem ser feitas variam quanto à forma que pode ser direta ou indireta. Conforme apresentado anteriormente. impressões e constatações se dão os avanços na ciência e as contribuições das pesquisas e trabalhos científicos. 4. a alínea pode ser subdividida em subalíneas. p. exceto a última que termina em ponto e. nos casos em que se seguem subalíneas. estas terminam em vírgula. j) quando a exposição da idéia assim o exigir. a divulgação e a circulação do conhecimento científico.” (UFPR. . 11).61 - o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-evírgula. por meio do processo dialético entre o conhecimento existente e as novas idéias.

estas devem ser substituídas por aspas simples. no mesmo tamanho e estilo de letra. 62). p. 2007a. Sist. 18). . Em citações curtas que terminem em ponto final.3. p.” (UFPR.1. Bibl-s. De acordo com as Normas (UFPR. deve ser escrito após as aspas em citações curtas que não tenham ponto final no original. 2007a. Bibl-s. 2007a. Sist. 15). a paráfrase é a expressão da idéia de outro com as palavras do autor do trabalho. sem aspas (ver também 4. As citações diretas longas – com mais de três linhas – devem ser destacadas do texto em parágrafo distinto. a pontuação. 4.2. 2007a.5. (UFPR. Ex.4. Neste caso as citações devem ser transcritas entre aspas duplas. uso de maiúsculas e o idioma original. Caso a citação contenha também trechos entre aspas. 16). Deve manter aproximadamente o mesmo tamanho da citação original. 4.62 4. Sist.: De acordo com Barros (1991. Bibl-s. 17).2 Citação indireta Ao reportar a idéia contida em outra obra o pesquisador pode fazê-lo de modo que o texto não seja reprodução fiel do trecho citado e sim sob a forma de paráfrase ou de condensação. p. Sist. “interpretar significa buscar o sentido mais explicativo dos resultados da pesquisa.1. observando-se que: a) é escrita sem aspas.5). Bibl-s.5.” (UFPR.2. O ponto final. 4. Nas citações indiretas o sentido original do texto deve ser mantido tomando-se cuidado inclusive com o contexto para que a idéia transmitida pelo autor não seja deturpada ao ser tomado apenas em parte.1 Citação direta As citações diretas são aquelas em que se reproduz fielmente o texto original da obra citada “conservando a grafia. p.2. As citações que não ultrapassam três linhas podem ser escritas no corpo do texto.1. as aspas devem ser grafadas após o ponto. quando necessário. p. O ponto final deve ser colocado após a citação (se houver) no original e após a autoria.

Sist. 4. acompanhado do ano de publicação. d) o ponto final é colocado após a indicação de autoria quando esta for feita entre parênteses.3 Citação de citação Nas situações de total impossibilidade de acesso ao texto original a ser citado. número de . A condensação por sua vez é mais adequada à citação de trechos longos.4 Indicação da fonte nas citações A fonte nas citações pode ser indicada em dois sistemas principais de apresentação ou sistemas de chamada: o sistema autor-data e o sistema numérico. p.4.1 Sistema autor-data O sistema de chamada autor-data consiste da indicação do último sobrenome do autor do texto citado. e que seu conhecimento se deu apenas por meio da citação em outro trabalho tem-se uma citação de citação. como nos casos de documentos muito antigos ou com barreira linguística.63 b) com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizado no texto no qual está inserida. c) é opcional a indicação da(s) página(s). ou mesmo capítulos. Bibl-s. (UFPR. 2007a. seções ou partes de obras sem alteração fundamental da idéia do autor. 4.5.5.5. 19). 4.

Sist. 2007a. De acordo com as Normas (UFPR. alinhada ao texto. Bibl-s. nome geográfico ou título do documento) for mencionada na sentença. separadas por vírgula. 44) afirma que “a Contabilidade é uma ciência essencialmente utilitária. Bibl-s. após a pontuação que fecha a citação. seguida da data e da(s) página(s). no sentido de que responde. p. a estímulos dos vários setores da economia”.2 Sistema numérico A segunda forma de apresentação de autoria consiste na sua indicação por meio de algarismos arábicos com “numeração única e consecutiva. As Normas (UFPR.4. p. 2007a.” (DOLABELA. instituição responsável. Ex.: “Na verdade. por mecanismo próprio. Sist. 1999. b) quando a autoria (sobrenome do autor. 14). Bibl-s. nome geográfico ou título do documento) for mencionada após a idéia do autor ou no final da sentença. deve-se indicá-la em letras maiúsculas entre parênteses. deve-se indicá-la apenas com a primeira letra maiúscula e mencionar entre parênteses apenas a data e a(s) página(s).” (UFPR. separadas por vírgula. p. 2007a. Ex. Sist. o empreendedor aprende fazendo.: Iudícibus (1997. a indicação da numeração da fonte no texto pode ser feita de duas formas: a) entre parênteses. 62). b) colocada sobrescrita ao texto. instituição responsável. remetendo para lista de referências ao final do capítulo ou do trabalho. 14).64 volume e página.5. . 4. na mesma ordem em que aparece no texto. 13) recomendam que sejam observados os seguintes critérios de apresentação: a) quando a autoria (sobrenome do autor. Aprende com os erros que comete. p. p.

Ex. separados por ponto e vírgula.. M. Bibl-s. (do latim et alii). p. i) em citação de documento cuja responsabilidade intelectual é de uma entidade coletiva o nome da entidade deve ser escrito por extenso. Se forem apresentados pós-sentença. d) em citações com mais de três autores deve indicar o primeiro seguido da expressão latina et al.: (ANDREAS. o sobrenome deve ser escrito apenas com a primeira letra maiúscula na sentença e todas em maiúsculas póssentença. R. 1979. separadas por vírgula. sem espaço.: (SILVA.5.4. C. Sist. devem ser escritos em letras maiúsculas. os sobrenomes desses autores devem ser separados por vírgula e pela conjunção e. e) em citações de autores com o mesmo sobrenome deve acrescentar as iniciais de seus prenomes. 1993a.3 Indicação do autor A autoria deve seguir os seguintes critérios com relação à indicação do nome do autor (UFPR. (SILVA. colocam-se os prenomes por extenso. 36). 1979. que significa “e outros”. separadas por vírgula. g) em citação de mais de um documento de uma mesma autoria publicados no mesmo ano. h) autores diferentes e trabalhos diferentes sobre uma mesma idéia ou argumento citados simultaneamente são apresentados obedecendo uma ordem cronológica de publicação. separados por ponto e vírgula.. Ex. J. . f) em citação de vários documentos de uma mesma autoria os documentos devem ser diferenciados pelas respectivas datas de publicação. 2007a): a) em citações com um autor.65 4. deve-se diferenciar esses documentos acrescentando letras minúsculas em ordem alfabética após das datas de publicação. 1993b). Se forem apresentados pós-sentença. devem ser escritos em letras maiúsculas. c) em citações com três autores na sentença. p. os sobrenomes devem ser separados pela conjunção e. 22). Caso mesmo assim persista a coincidência. b) em citações com dois autores na sentença.

conferência. pode-se mencionar apenas a sigla.: (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Ex. Sist. a jurisdição deve ser indicada e se necessário a unidade subordinada. k) em citação de entidade conhecida por sua sigla. Prefeitura Municipal. p. resoluções. estado ou município) e/ou o órgão responsável. o nome da entidade deve ser citado primeiramente escrito por extenso. 1996. 43).66 indicando. constituição entre outros documentos jurídicos. o nome da entidade e/ou autor devem ser indicados. portarias. reunião e outros) deve ser indicado o seu nome completo. Ex. com letras maiúsculas e minúsculas na sentença e letras maiúsculas se pós-sentença. observando-se os seguintes critérios (UFPR. 4. na ordem direta. Nas citações subsequentes. Bibl-s.4 Documento sem autoria Os documentos que não contem autoria ou responsabilidade especificada devem ser indicados pelo título. seminário. Ex.5. 2007a.4. deve-se a jurisdição (país. p. simpósio. p. n) em citação da Bíblia. m) em citação de patente. 1980). seguido da sigla entre parênteses. o) em citação de leis.: (CURITIBA. Sistema de bibliotecas. seguidos da data. decretos. medidas provisórias. se necessário a unidade subordinada. seguidos da data. deve-se indicar o título da parte ou livro seguido do número do capítulo separado do número do versículo por dois pontos. Separa-se o versículo inicial e o final por hífen. j) em citação de documento cuja responsabilidade intelectual é de órgão público federal. 30). estadual ou municipal. 28): . Ex. 2007c. 2008). sem espaço.: (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE).: (CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTABILIDADE. l) em citação de documento resultante de evento científico (congresso.

em fase de elaboração. 1989.5 Indicação de data A indicação das datas de publicação dos documentos deve obedecer aos critérios apresentados a seguir: a) no sistema autor-data deve-se indicar o ano de publicação indicado na obra separado por vírgula dos demais elementos da chamada. 4.4. b) em citação de documento que não apresenta data de publicação. b) se o título for mencionado após a sentença. deve-se indicar entre parênteses. . Ex. não publicado. em fase prépublicação. Ex.67 a) se o título estiver incluído na sentença.: (DANÇAS populares brasileiras.5. após a citação a fase em que se encontra o documento (por exemplo: no prelo. submetido a publicação). p. deve ter a primeira palavra grafada em letras maiúsculas. deve ser escrito em letras maiúsculas e minúsculas.. c) em citação de informação extraída da internet em que não conste indicação de data de publicação. 21). c) se o título for muito longo. deve-se mencionar na primeira vez de forma completa e nas citações subsequentes menciona-se somente a primeira palavra seguida de reticências. p. deve indicar a data de acesso. p. 21). Ex: ([19--]. 768). devese indicar uma data aproximada entre colchetes..: (DANÇAS. 1989. d) em citação de documento que ainda não foi publicado ou que se encontre em fase de elaboração.

c) a indicação de ênfase (espanto. p. 2007a. Ex. admiração ou perplexidade) deve ser feita utilizando-se o ponto de exclamação entre colchetes [!] imediatamente após o que se deseja enfatizar. p.5. Sist.6 Indicação de páginas Nas citações diretas é obrigatória a indicação do número da página ou das páginas de onde se extraiu o texto citado. acréscimo e/ou interpolação que não conste no texto original devem ser indicadas entre colchetes.: Dadas as características particulares do trabalho de natureza cientifica. Caso o texto citação compreenda um intervalo contínuo de páginas.4. Bibl-s. Páginas não consecutivas devem ser indicadas separando-se seus respectivos números por vírgula. .].68 4. sua apresentação deve obedecer às “normas técnicas de documentação [e aos] requisitos de comunicação [e] de lógica”. 2007d. 42). 4.5 Sinais e convenções Algumas características das citações não indicadas no texto original podem ser apresentadas utilizando sinais ou expressões convencionadas que a complementam. 2010. Bibl-s.: (JESUS. Sist. separa-se os números de páginas inicial e final por hífen. 10). b) explicações. p. As os sinais e convenções usuais nas citações são os seguintes (UFPR. (UFPR. no decorrer ou no final da citação. 28): a) para indicar omissão de palavras ou parte do texto citado utilizam-se reticências entre colchetes no início.. Ex.: [.. Neste caso indica-se o número da página (quando for apenas uma) precedida pela abreviação da palavra página. Ex.5. Em todos os casos a supressão não deve alterar o sentido do texto.

negrito ou itálico deve-se acrescentar. debate. caso o destaque faça parte do original. usar após a chamada da citação a expressão tradução nossa juntamente com os demais elementos da chamada entre parênteses. podem ser utilizadas notas colocadas no rodapé da página em que ocorre a citação ou a menção ao que se pretende esclarecer. i) em citação de documento proveniente de informação verbal (palestra. 4.6 Notas de rodapé A fim de fazer indicações. As notas de rodapé podem ser notas de referência ou notas explicativas. g) para indicar citação de citação é usada a expressão em português citado por ou a expressão latina apud após a indicação da fonte consultada. imediatamente após o trecho ou palavra incorreta ou incoerente. h) em citação de texto traduzido pelo autor do trabalho. e) a indicação de dúvida deve ser feita utilizando-se o ponto de interrogação entre colchetes [?] logo após a palavra ou frase que se deseja questionar ou que gerou dúvida. após a indicação da fonte. f) incorreção ou incoerência (erro ortográfico ou erro lógico) no texto citado deve ser indicada pela expressão latina sic entre colchetes [sic]. . esclarecimentos. a expressão grifo nosso quando o texto original não for destacado ou grifo do autor. deve-se acrescentar após a citação a expressão informação verbal entra parênteses e referenciar os dados disponíveis somente em nota de rodapé.69 d) nas citações em que palavras são destacadas pelo uso de grifo. comunicação pessoal e entrevista). observações ou aditamentos ao texto de modo a não interromper sua sequência lógica.

indicando-se somente a primeira página. Indica informação retirada de diversas páginas do documento referenciado. 41) As expressões latinas utilizadas para abreviar as referências em notas de rodapé são apresentadas no QUADRO 6. Bibls. Sist.RELAÇÃO DE EXPRESSÕES LATINAS FONTE: UFPR. Seguinte ou que se segue QUADRO 6 . compare Na mesma obra Do mesmo autor No lugar citado Na obra citada Aqui e ali Et. 42) As Normas (UFPR. sequentia ou et. As expressões latinas devem ser usadas apenas em notas de rodapé. p. 2007a. Bibl-s. 2007a. Sist. no caso de citação de citação. Idem ou id. opere citato ou op. Ibidem ou Ibid. cit. Expressão latina / abreviatura Apud Significado Citado por Utilização Indica a fonte de uma citação indireta. mesmo documento e mesma página. Bibl-s. 19) orientam que. Sist. “a obra consultada deve ser indicada efetivamente na lista de referências. p. A primeira citação de uma obra em nota de rodapé deve ter sua referência completa.1 Notas de referência De acordo com as Normas (UFPR. Indica mesma página de uma obra já citada anteriormente. Expressão latina que pode ser usada tanto no texto como em notas de rodapé. seq. . BIBL-S (2007a. Loco citato ou loc. 41) é permitido o uso de notas de referência para indicação das fontes citadas ou para remeter a outras partes da obra em que o assunto foi abordado.6. mas com intercalação de notas. Indica obra do mesmo autor. com exceção de apud e et al. cit. 2007a. Opus citatum.. quando houver intercalação de outras notas. porém páginas diferentes. desde que estejam na mesma página.70 4. sem indicar as páginas precisas. na página. p. (UFPR. Passim Confira. enquanto que as citações subsequentes da mesma obra podem aparecer de forma abreviada utilizando-se as expressões latinas. Confer ou cf. p. Usada para recomendar consulta a um trabalho ou nota. Indica mesmo autor. sendo que a obra citada deve ser indicada em nota de rodapé” conforme as regras anteriormente referidas. Indica obra citada anteriormente. que podem ser usados no texto. SIST. Usada quando não se quer citar todas as páginas da obra referenciada.

Bibl-s. Sist. 44). 2007a. 44). devendo ser única e consecutiva para cada parte ou capítulo.6. 45): a) as notas de rodapé devem ser separadas do texto por uma linha contínua de aproximadamente 4 cm. tradução ou outras informações como marcas de aparelhos e produtos que não possam ser incluídos no texto por interromper a linha de pensamento são utilizadas notas explicativas breves. 4. As indicações em notas explicativas devem limitar-se a três em cada página. . explanações. 2007a. c) com letra e entrelineamento menores.6. Bibl-s. por exemplo. (UFPR. alinhar abaixo da primeira letra da primeira palavra.3 Apresentação das notas de rodapé As notas de rodapé devem ser formatadas de modo que atendam aos critérios apresentados a seguir (UFPR. sucintas e claras no rodapé da página seguindo-se sempre a numeração progressiva e contínua em algarismos arábicos. Quando no mesmo rodapé houver os dois tipos de chamada – com números (nota de referência) e com asteriscos (nota explicativa) –. e) a partir da segunda linha de cada nota. Sist. p. d) com o indicativo numérico de cada nota de rodapé separado do seu texto por um espaço. Bibl-s. De acordo com as Normas a indicação de notas de notas explicativas em conjunto com a utilização de notas de referência no sistema numérico deve ser diferenciada por meio da utilização de outra sinalização como.71 4. Sist. p. 2007a. p. as citações com asteriscos devem ser indicadas primeiro e depois delas as citações com indicação numérica. de modo que não ocorra confusão entre elas. asteriscos.2 Notas explicativas Para apresentação de comentários. b) iniciar na margem esquerda. (UFPR.

No que diz respeito à designação e apresentação dos elementos de identificação da ilustração deve observar o seguinte (UFPR. sem ponto final. fluxogramas. 4. p. separado do número indicativo por hífen. Os recursos utilizados com essa finalidade compreendem quadros. precedida da palavra fonte em letras maiúsculas. .. entre outros. 2007c. alinhado preferencialmente à margem lateral esquerda do texto. precedida da palavra NOTA em letras maiúsculas. b) o título deve ser breve e claro.. 43): a) a ilustração deve ser identificada pela palavra FIGURA ou o termo designativo (QUADRO. em algarismos arábicos. e) caso haja necessidade de nota para esclarecimento ou observações de natureza geral. seguida do ano/data entre parênteses (faz-se indicação completa da fonte na lista de referências) d) quando a figura for elaborada pelo autor do trabalho deve-se apresentar como fonte a expressão: o autor.72 f) com uma linha em branco separando as notas anterior e posterior. Bibl-s. . Sist. fotografias.) em letras maiúsculas.7 Ilustrações e/ou figuras A fim de facilitar a compreensão de determinada informação que o pesquisador pretende apresentar pode-se lançar mão de recursos gráficos como ilustrações e figuras. plantas. desenhos. GRÁFICO. escrito em letras maiúsculas. dispensando consultas ao texto. esta deve ser inserida logo abaixo da fonte. g) o texto em rodapé começa e termina na página em que a nota foi inserida. esquemas. c) a fonte de onde fora extraídas as informações deve ser colocada abaixo do título da figura. gráficos. mapas. e a última linha da nota deve coincidir com a margem inferior da página. organogramas. seguida do número que a identifica.

.2. 4. p.1.3 e 4.8 Quadros Os quadros são arranjos de informações qualitativas e textuais. Quadros que ocupem mais de uma página devem ser continuados na folha seguinte. seguida do número que a identifica em algarismos arábicos. Bibl-s. 69): a) a palavra tabela em letras maiúsculas. esta deve ser clara e objetiva e sua posição pode ser abaixo da figura ou à sua direita.2. conforme aparece no texto.2.4) e inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.3 e 4. observando-se que: a) não devem ser delimitados na sua parte inferior. dispostas em colunas e linhas fechadas com traços horizontais e verticais.9 Tabelas As tabelas são elementos que apresentam informações tratadas estatisticamente ou dados numéricos e não são fechadas com traços laterais. dependendo do tipo e da disposição da figura.1.4) e inserido o mais próximo possível do trecho a que se referem.73 f) se a ilustração contiver legenda explicativa como no caso de gráficos. Devem ser indicados conforme as regras referentes às figuras discutidas na seção anterior. continuação nas páginas intermediária e conclusão na última página. por exemplo. a não ser na última página. utilizando-se entrelineamento menor (ver 4. 2007f. Na parte superior da tabela devem constar (UFPR. Devem ser apresentadas com entrelineamento menor (ver 4.1.1. Sist.2. 4. b) seu cabeçalho (título) deve ser repetido em todas as páginas e nele devem constar as palavras continua na primeira página.

Caso se faça necessário. esta deve ser indicada por algarismos arábicos. o conteúdo das colunas. precedendo a unidade de medida quando for o caso. exceto comunicações informais.74 b) o título da tabela escrito em letras maiúsculas. Além dos documentos citados pode-se ainda indicar na lista de referências os documentos consultados. arquivos magnéticos e digitais. sempre que houver necessidade de se indicar. p. c) quando ao dados numéricos forem divididos por uma constante. periódicos. materiais cartográficos. 21). a expressão quantitativa ou metro lógica dos dados numéricos. b) as unidades de medida devem ser inscritas no espaço de cabeçalho ou nas colunas indicadoras.10 Referências Os documentos citados no texto. símbolos ou palavras. 4. Sist. De acordo com as normas de apresentação tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE. normas técnicas. complementarmente ao título. gravações sonoras e de vídeo. selos. (UFPR. Ex. as páginas que contenham tabelas. 2007e. 1993. p. entre outros. devem ser referenciados de modo a se identificar com exatidão a fonte de onde foram extraídas as informações. alinhado preferencialmente à margem esquerda do texto. sem ponto final.: (‰) ou (por mil). precedido por hífen. quadros ou figuras podem ter orientação horizontal. Bibl-s. No que se refere à indicação da fonte e de notas (se houver) e nos casos em que a tabela ocupar mais de uma página deve-se observar as regras apresentadas da seção anterior. jogos. fotografias. Por documentos podem ser entendidos livros. desde que tenham contribuído de alguma forma para a . 15): a) toda tabela deve conter cabeçalho para indicar. complementarmente ao título.

p. selos e similares. desde que seja conhecida ou possível de ser obtida de outra fonte como bibliografia referenciada em obras de terceiros. Demais informações que permitam melhor caracterização do documento referenciado como subtítulos. .75 construção do trabalho e a bibliografia recomendada. Sist. título. 2007e. indispensáveis à identificação do documento citado são autoria. cartazes.1 Elementos de referência A referência é o conjunto de elementos essenciais e complementares agrupadas de forma padronizada e elaborada de acordo com as normas de apresentação. 4. Bibl-s. d) o próprio documento. FTP (File Transfer Protocol). c) molduras e materiais explicativos de slides. p. Estas informações devem ser obtidas e transcritas das seguintes fontes: a) folha de rosto de documentos impressos. 2007e. consultadas ou acessadas nos seguintes formatos/protocolos: HTTP (Hypertext Transfer protocol). como livros. 2007e. discos e similares. e) fontes eletrônicas on-line. SSH (Secure Shell). local. ano/data de publicação ou produção. p. editor ou produtor. Sist. Os elementos essências.10. indicação de tipo de fascículo. tipo de suporte e notas. Telnet. transparências e similares. cartões-postais. tais documentos devem ser indicados após a lista de referências. b) etiquetas e invólucros de disquetes. Gopher. fitas de vídeo. 22). 22-23). Bibl-s. podem ser acrescentadas complementarmente (UFPR. título e número da série. usado pela WWW (World Wide Web). (UFPR. (UFPR. quando este constitui-se em uma única parte como globos. catálogo de editora entre outras. fitas cassete. Neste caso. 21). periódicos e similares. Ainda que a informação não esteja contida no próprio documento deve-se indicá-la. Sist. monografias. número de páginas e/ou volumes completos. Bibl-s.

separados por dois pontos. separados por ponto e vírgula. Introdução à teoria da contabilidade para o nível de graduação. Rio de Janeiro: LTC. ed. MARION. São Paulo: Atlas. ed.2 Apresentação dos elementos de referência As regras de apresentação dos elementos de referência são descritas nos exemplos a seguir juntamente com as observações relativas a cada caso apresentado. FOSTER.76 4. 2. DATAR. Sérgio de. a data separada do editor por vírgula. José Carlos.2. Charles T..10. . 2000. o local de publicação e o editor. 9. Teoria da contabilidade. 1999. George. o título destacado em negrito separado do nome e da edição por ponto.10.1 Indicação da autoria Obras com um autor: indica-se o sobrenome do autor em maiúsculas separado do prenome por vírgula. Sérgio de. Obras com dois ou três autores: indicam-se os nomes dos autores na ordem em que aparecem no documento e na forma apresentada. o número da edição seguido da abreviação ed.. São Paulo: Atlas. 4. Exemplo 2: referência de obra com dois autores IUDÍCIBUS. ed. Exemplo 3: referência de obra com três autores HORNGREN. Srikant. 1997. 5. Exemplo 1: referência de obra com um autor IUDÍCIBUS. Contabilidade de custos.

. secretarias e outros): indica-se o nome geográfico de jurisdição (país. Marcos legais da educação nacional.. estado ou município) seguido do nome da entidade.. Exemplo 5: referência de obra com organizador BEUREN. coordenador): indicar o nome do responsável seguido da abreviatura que indique a função (Org.. Hamilton Luiz et al. seguido da indicação da entidade subordinada (se houver). DF: Ministério da Educação. 1995. PRADIME: programa de apoio aos dirigentes municipais de educação. Secretaria de Educação Básica. Ed. São Paulo: Atlas. organizações. 2 v. com as iniciais maiúsculas. 2007. Ilse Maria (Org. Ministério da Educação.) Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática.). Comp. Coord. editor. Exemplo 4: referência de obra com mais de três autores FAVERO. Contabilidade: teoria e prática. Neste caso procedese como no exemplo anterior. reimpr. 3. ed. Brasília. compilador. Dir.77 Obras com mais de três autores: indica-se o primeiro seguido da expressão et al. Sendo necessário. artística ou cultural: indica-se o próprio nome por extenso. 4. Obras de responsabilidade de órgão da administração governamental direta (ministérios. em letras maiúsculas. instituições e entidades de natureza científica. . Exemplo 6: referência de obra publicada por órgão da administração direta BRASIL. 2009. pode-se mencionar todos os autores.. Obras de responsabilidade de sociedades. São Paulo: Atlas. diretor. Obras cuja autoria esteja sob a responsabilidade expressa de um dos autores (organizador.

Rio de Janeiro: IBGE. 148 p. Tradução: Andre O. 120 p. 102 p. (Estudos e pesquisas. Obras cuja autoria seja desconhecida: inicia-se a referência pelo título da obra. Philip E. Carl S. 2007a.. com as iniciais maiúsculas. seguido da sigla entre parênteses e da indicação da entidade subordinada (se houver). grafando-se a primeira palavra em letras maiúsculas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. REEVE. 2 ed. D. Castro. 2001. Exemplo 10: referência de livro de autoria desconhecida NALA y Damayanti: episodio del Mahabharata. Exemplo 8: referência de obra publicada por entidade conhecida pela sigla INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). FESS.. 1) Obras traduzidas e outras formas de responsabilidade: indica-se a autoria da obra original. conforme aparecem no documento. As Micro e pequenas empresas comerciais e de serviços no Brasil: 2001. (Normas para elaboração de documentos científicos. (Coleccion Austral. Buenos Aires: Espasa Calpe. 712) . Projetos. James M. 1) Obras de responsabilidade de entidades conhecidas por sua sigla: indica-se o próprio nome por extenso. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor. Contabilidade Gerencial. Informação econômica. Sistema de Bibliotecas. em letras maiúsculas. conforme os critérios anteriores. Exemplo 9: referência de obra traduzida WARREN. Curitiba: Editora UFPR. 2003.78 Exemplo 7: referência de obra publicada por entidade UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 1947. incluindo o artigo definido ou indefinido se houver. Pode-se incluir após o título a indicação da responsabilidade.

exceto a primeira palavra e nomes próprios observando-se as regras gramaticais. 4 Caracteres de um vocábulo representados por caracteres diferentes no correspondente vocábulo de outra língua. g) no caso de títulos que aparecem em mais de uma língua. c) títulos em outro idioma devem obedecer às gramaticais da língua de origem. sem destaque. Bibl-s. podem ser indicados após este. deve-se indicar em notas ao final da referência a expressão transliterado seguida do idioma original. p. itálico ou sublinhado. CD-ROM.2 Indicação do título da obra O título da obra deve ser indicado na referência da mesma forma como figura no documento. deve-se indicar aquele que estiver em destaque ou em primeiro lugar. . entre colchetes. TRANSLITERAR. 31-32): a) quando houver necessidade de transliterar4 um título e subtítulo. 2007e.79 4. d) quando o documento não possuir título. In: Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. observando-se a forma de destaque adotada para o título no todo. devendo ser destacado tipograficamente com negrito. deve-se atribuir um título que identifique seu conteúdo. quando necessários para esclarecer e/ou completar o título.2. observando-se as seguintes orientações (UFPR. e) os subtítulos. Sist. f) nomenclatura científica (gênero e espécie) deve ser transcrita em itálico ou grifadas. b) títulos em língua portuguesa devem ser escritos em letras minúsculas. 2010. precedidos por dois pontos.10.

34-39): . Alguns critérios específicos devem ser observados em sua indicação (UFPR. Bibl-s.2. 2007e. b) as emendas e os acréscimos à edição tal como são indicados na obra devem ser abreviados sempre que possível. 2007e. 33): a) na língua portuguesa deve-se indicar o número da edição em algarismos arábicos.10. p..2. o editor ou produtor e o ano/data de publicação. As orientações para indicação da edição são as seguintes (UFPR.10. Sist. 4. Bibl-s.3 Indicação da edição O número da edição deve ser indicado somente se estiver expresso na obra referenciada e desde que não se trate de primeira edição.80 4. São eles o local (cidade). seguido de ponto e da abreviatura ed.4 Indicação de notas tipográficas As notas tipográficas são compostas pelos elementos que identificam a publicação de forma espacial temporal. p. c) as edições nomeadas devem ser transcritas como aparecem no documento. Sist.

obras compostas por vários volumes como periódicos deve-se indicar a data inicial seguida de hífen. quando não se pode determinar da data de publicação. este deve ser indicado entre colchetes. transcreve-se o primeiro ou o mais destacado. o copyright ou impressão. deve-se indicar uma data aproximada entre colchetes. deve-se suprimir elementos que designam a natureza jurídica ou comercial e que são dispensáveis à sua identificação.]. do latim sine nomine que significa “sem editora”. entre colchetes [S.l. deve-se mencionar o impressor ou. b) na indicação do editor: deve-se abreviar os prenomes caso existam. quando o nome da cidade não aparece na publicação mas pode ser identificado. que significa “sem local”.n. do latim sine loco. quando o editor for também o autor do documento não é necessário repeti-lo.. sem utilizar de separador de milhar. no caso de publicação ainda em curso e a data inicial e final separadas por hífen no caso de publicação encerrada.l. acrescenta-se o nome do país ou estado. adota-se a abreviatura S. quando não se pode determinar o editor. quando o autor faz parte do título do periódico recomenda-se repeti-lo. quando há indicação de mais de um local para o mesmo editor.81 a) na indicação do local: em caso de cidades homônimas. indicar entre colchetes a abreviatura s. quando não se pode determinar o local. c) na indicação da data de publicação: deve-se indicar o ano de publicação ou produção em algarismos arábicos. de distribuição. .. na falta deste.

82 d) havendo necessidade de indicação do mês (ou divisões do ano. 4. A seguir serão descritos os passos básicos para a utilização do recurso “Citações e Bibliografias”. pois o programa irá a preenchê-la de acordo com a lista de fontes do documento. ou seja. Notas de Rodapé. Conforme se observa na FIGURA 19 o menu dispõe das opções Sumário. é a utilização de recursos automáticos de edição como estilos. A forma de apresentação das citações e referências depende do Estilo selecionado como. autotexto e referências. ao inserir uma nova citação o pesquisador não precisa se preocupar com sua referência na lista de referências. no caso de publicações trimestrais ou semestrais) precedendo o ano. especialmente teses e dissertações. por exemplo. Um problema é o fato de o Word 2007 não dispor de um estilo que obedeça às especificações da ABNT e da UFPR.2. o Modern Language Association (MLA) mostrado na FIGURA 20.5 Utilizando o gerenciador de referências do Microsoft Office Word 2007® Uma forma de facilitar a elaboração de trabalhos acadêmicos extensos. Uma solução paliativa seria instalar no equipamento um dos Estilos modificados de forma . A partir de sua versão 2007.MENU REFERÊNCIAS Todos os recursos apresentados são úteis para a edição de documentos científicos. Legendas e Índice. De acordo com a instituição a qual o trabalho se destina deve ser selecionado um Estilo específico. FIGURA 19 . Citações e Bibliografia. o Microsoft Office Word® (Word 2007) recebeu melhoramentos do recurso referências. A utilização deste recurso automatiza o controle de citações e referências ao longo do texto.10. o mesmo e deve ser abreviado no idioma original do documento.

FIGURA 21 . A seguir serão descritos os passos para configuração de fontes bibliográficas para os principais tipos de documentos científicos.INSERIR CITAÇÃO Para configurar uma nova fonte bibliográfica é necessário escolher o tipo de fonte (livro.83 independente por alguns usuários.) e a seguir preencher com as informações relativas a cada caso. etc. capítulo de livro.xml e devem ser salvos na pasta de estilos do programa para que estejam disponíveis. Todos os exemplos . artigo de revista. Tais estilos são encontrados no formato . artigo de periódico. FIGURA 20 .MENU CITAÇÕES E BIBLIOGRAFIA Para inserir uma citação basta clicar na opção referente no menu e selecioná-la dentre as citações constantes da lista de fontes ou Adicionar Nova Fonte Bibliográfica conforme FIGURA 21.

Antonio Carlos.INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (LIVRO COM UM AUTOR) Na citação: (GIL. São Paulo: Atlas.84 foram desenvolvidos baseados no Estilo personalizado de acordo com as Normas da UFPR. 4. Livro na íntegra com um autor FIGURA 22 . ed. Como elaborar projetos de pesquisa. 2002. . 2002) Nas referências: GIL.

2007. Carlos Renato. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. Dica: Para indicar a condição de organizador ou coordenador acrescentar após o ultimo nome os sufixos (Org.INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (LIVRO COM MAIS DE UM AUTOR) Na citação: (MARTINS.85 Livro na íntegra com mais de um autor FIGURA 23 . THEÓPHILO. São Paulo: Atlas. Gilberto de Andrade.) ou (Coord. THEÓPHILO. 2007) Nas referências: MARTINS.) .

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Artigo em revista

FIGURA 24 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (ARTIGO DE REVISTA)

Na citação: (ARROYO, 2008) Nas referências: ARROYO, João Cláudio Tupinambá. Cooperação econômica versus competitividade social. Rev. Katál. Florianópolis, v. 11, n. 1, p. 73-83, jan./jun. 2008.
Dica: O nome da revista pode ser abreviado conforme a NBR 6032/1989.

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Artigo de Congresso

FIGURA 25 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (ARTIGO DE CONGRESSO)

Na citação: (BONACIM et al., 2008) Nas referências: BONACIM, Carlos Alberto Grespan; AMBROZINI, Marcelo Augusto; VELLANI, Cassio Luiz; BONIZIO, Roni Cleber. Mensuração do resultado econômico: um estudo comparativo entre as metodologias do GECON® e do EVA®. In: CONGRESSO USP DE CONTROLADORIA E CONTABILIDADE, 6., São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2006.
Dica: O Estilo ainda não contempla a formatação para artigos de congressos. A forma mais adequada para configurar este tipo de fonte bibliográfica é utilizando a opção “seção do livro” inserindo o nome do evento em letras maiúsculas seguido de vírgula, o número do evento (se houver) seguido de ponto final e separado por vírgula do ano de realização e do local de realização. Para indicar o número das páginas do documento utilizar o campo comentários. Se este campo não estiver visível marque a opção “Mostrar todos os campos de bibliografia”.

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Edição revisada ou ampliada ou reimpressão

FIGURA 26 - INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (EDIÇÃO REV. OU AMP.)

Na citação: (FACHIN, 2006) Nas referências: FACHIN, Odília. Fundamentos de Metodologia. 5. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 2006.
Dica: Uma vez que a abreviação “ed.” é sempre inserida após o texto do campo “Edição” sugere-se que, no caso de edição revisada, ampliada reimpressão, tais informações sejam inseridas antes do próximo campo, neste caso, a cidade.

n]” quando a editora não é informada. ocorrências subsequentes (CPC.INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (NORNA TÉCNICA) Na citação: primeira ocorrência (COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS (CPC). o subtítulo (se houver). 2008. depois de concluído o trabalho. 2008). Como os itens obrigatórios para referência de Normas são o nome do órgão normalizador. a referência deve ser editada para exclusão dessa informação. o título (correspondente ao número da norma). . 2008).89 Entidade como autor ou norma técnica FIGURA 27 . o local e o ano. Dica: Ao utilizar o tipo de fonte “Livro” o recurso insere automaticamente a indicação “[s. Nas referências: COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS (CPC). Brasília. Pronunciamento Conceitual Básico: Estrutura conceitual para elaboração e apresentação das demonstrações contábeis.

. Outra vantagem da utilização deste recurso é a facilidade para alterar a configuração das citações e referências no caso de envio do trabalho para outra instituição que exija um estilo diferente como revistas ou congressos internacionais. Nas referências: GUERREIRO. Modelo conceitual de sistema de informação de gestão econômica: uma contribuição à teoria da comunicação da contabilidade.90 Teses e dissertações FIGURA 28 .Faculdade de Economia.INSERIR FONTE BIBLIOGRÁFICA (TESES E DISSERTAÇÕES) Na citação: (GUERREIRO. Reinaldo. Administração e Contabilidade. 1989. A lista de referências será inserida no ponto onde o cursor estiver posicionado e será configurada de acordo com o estilo utilizado. Tese (Doutorado em Controladoria e Contabilidade) . São Paulo. para inserir a lista de referências basta acessar o menu “Bibliografia” na opção Inserir Bibliografia conforme exemplificado na FIGURA 29. Universidade de São Paulo.1989). Após a conclusão do trabalho.

91 FIGURA 29 .INSERIR BIBLIOGRAFIA .

NBR 6032: Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. Rio de Janeiro.pdf> Acesso em: 02/09/2010 LONGARAY. São Paulo: Atlas. reimpr. Disponível em: <http: //biblioteca. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: IBGE. Ilse Maria. 2003a ______. NBR 14724: Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. ed. reimpr. p. 2009. SCHINDLER.). Cristovão. 2009.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-%20RJ/normastabular . 3.). RJ: Vozes. 3. André Andrade. Normas de apresentação tabular.gov. ed. 4. ed. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. Caracterização da Pesquisa em Contabilidade. 2003b ______. NBR 12225: Informação e documentação – lombada – apresentação. Porto Alegre: Bookman. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. 2. São Paulo: Atlas. 1993. Rio de Janeiro.. São Paulo: Atlas. ed. Petrópolis. 3. ed. Ilse Maria (Org. 1989 ______. 2005 BEUREN. reimpr. COOPER. Tradução: Luciana de Oliveira da Rocha. NBR 6024: informação e documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito – apresentação. 3. TEZZA. São Paulo: Atlas. FARRACO. Rio de Janeiro. Métodos de Pesquisa em Administração.ibge. In: BEUREN. Como elaborar projetos de pesquisa. 21-45 . 2004 ______. BEUREN. Ilse Maria (Org. Donald R. ed. Antonio Carlos. 6.Métodos e técnicas de pesquisa social. Prática de texto para estudantes universitários. _____. Pamela. 2003. Carlos Alberto. GIL. ed. 7. 4. NBR 6027: Informação e documentação – sumário – apresentação. 1991. Rio de Janeiro. 2009. 18. S. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). 2009.5 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT).

9) ______. 2002 TOMASI. 78 p. José Carlos. (Normas para elaboração de documentos científicos. MEDEIROS. 3) ______. Monografia para os cursos de administração. 120 p. 2007. Referências. ed. Carolina. 2008. SANTOS. Gilberto de Andrade. Curriculum vitae e memorial. 2007b. Metodologia do trabalho científico. contabilidade e economia. 102 p. 2. São Paulo: Cortez. (Normas para elaboração de documentos científicos. monografias e outros trabalhos acadêmicos. Metodologia do trabalho científico. 2007a. ed. de acordo com a ABNT. São Paulo: Atlas. 22. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Curitiba: Editora UFPR. 2009 MARION. Carlos Renato. 2. 82 p. São Paulo: Atlas. ed. Teses. Maria Cristina. Curitiba: Editora UFPR. (Normas para elaboração de documentos científicos. ed. LAKATOS. Sistema de bibliotecas. São Paulo: Atlas. (Normas para elaboração de documentos científicos. Marina de Andrade. rev. 7. Antonio Raimundo dos. (Normas para elaboração de documentos científicos. 2007. UNIVERSIDADE FEREDAL DO PARANÁ. Curitiba: Editora UFPR. Periódicos e artigos de periódicos. Curitiba: Editora UFPR. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. 120 p. Comunicação Científica: normas técnicas para redação científica. 1985. dissertações. RUIZ. João Bosco. rev. TRALDI. São Paulo: Atlas. 8) . 56 p. reimpr. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2. 2002 MARTINS. 7. ed. ed. Citações e notas de rodapé. 2. Antonio Joaquim. SEVERINO. DIAS. 2000. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4) ______. Eva Maria. 2. Rio de Janeiro: Lamparina. São Paulo: Atlas. Redação e editoração. 82 p. Curitiba: Editora UFPR. ed. e ampl. 2007e. Projetos. ed. Curitiba: Editora UFPR. (Normas para elaboração de documentos científicos.93 MARCONI. 4. 2007c. 2. 2) ______. THEÓPHILO. (Normas para elaboração de documentos científicos. Reinaldo. ed. João Alvaro. 1) ______. Curitiba: Editora UFPR. ed. 2. 2. 2007d. Gilberto de Andrade. 6) ______. MARTINS. São Paulo: Atlas. 2007f. 2007g. ed.

2008. .94 VIEIRA. São Paulo: Atlas. ed. Sonia. 6. Como escrever uma tese.