You are on page 1of 20

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA QUÍMICA
CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Joaria Gomes Carreiro
Maria da Conceição Sousa Soares
Raquel Bezerra dos Santos
Teresinha de Jesus Lobato Pereira
Walbert Silva Alves Cartagenes

PERDA DE CARGA EM ACIDENTES

São Luís
13/10/2011

2

Joaria Gomes Carreiro
Maria da Conceição Sousa Soares
Raquel Bezerra dos Santos
Teresinha de Jesus Lobato Pereira
Walbert Silva Alves Cartagenes

PERDA DE CARGA EM ACIDENTES

Relatório

de

aula

prática

apresentado como pressuposto para
obtenção de nota parcial da disciplina
de

Laboratório

de

Engenharia

Química I.

Ministrante da disciplina:
Prof. Dr. Wendell F. de la Salles

São Luís
13/10/2011

........................ 10 3...... 19 ............................................... 11 3...............................................................3 ACIDENTE “C” (JOELHO DE 32 mm) .....................................................2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ................................................................1... 6 2 MATERIAIS E MÉTODOS .................................................................... 14 3...............................................1................................................................................................. 11 3................1 SISTEMA EXPERIMENTAL ........................................................................................................................................ 8 2........5 QUEDA DE PRESSÃO NO TRECHO 29 – 30 ............................................. 13 3..................................... 12 3.................................1..... 5 1 INTRODUÇÃO ....... 13 3...1 ACIDENTE “A” (JOELHO DE 20 mm) ...... 16 4 CONCLUSÕES ................ 8 2...............4 PERDAS DE CARGA DISTRIBUÍDAS EXPERIMENTAIS X TEÓRICAS ............................................................ 18 ANEXOS ........................3 COMPORTAMENTO DO PERFIL DE PRESSÃO EM EXPANSÕES E CONTRAÇÕES DE TUBULAÇÕES .............................................1................... 14 3............................................................... 10 3.........2 ACIDENTE “B” (JOELHO DE 25 mm) .............................................................................................................................................................................................................4 ACIDENTE “G” (CURVA DE 90º DE 25 mm) ..............2 COEFICIENTES DE PERDAS DE CARGA LOCALIZADAS EXPERIMENTAIS X TEÓRICOS ................................................................................... 9 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO ..... 4 NOMENCLATURA ...........................1 PERDA DE CARGA X V2/2g ....................................................................... 17 REFERÊNCIAS ..............................................................3 SUMÁRIO RESUMO ...

pode-se afirmar que os resultados obtidos foram satisfatórios na observação e determinação dos coeficientes de perda de carga localizada e distribuída. apesar de alguns erros significativos serem notados.4 RESUMO Levando em consideração que o transporte de fluidos geralmente é realizado por meio de dutos. e que as perdas de carga em sistemas hidráulicos são de grande relevância em projetos de engenharia. que um sistema de tubulação sempre apresenta perda de carga. porém. No caso deste relatório esse estudo foi realizado através de um sistema experimental contendo um sistema de tubos. bomba e rotâmetro no qual após a estabilização do escoamento nas vazões desejadas foram realizadas leituras em um multimanômetro de colunas de liquido para a determinação da queda de pressão e análise das perdas de carga. Após fazer a coleta dos dados e os devidos cálculos. seja ela localizada ou distribuída. esses podem ser justificados por erros de medição. verificou-se que os resultados foram parcialmente coerentes com os dados literários. fica evidente a importância do estudo e compreensão desse tipo de perda. . Desta forma.

peso específico (N/m3) D – diâmetro (m) f – fator de atrito (adimensional) g – aceleração gravitacional (m/s2) V – velocidade (m/s) .coeficiente de perda localizada (adimensional) P – pressão (N/m2) Re – número de Reynolds (adimensional) ρ .massa específica da água (kg/m3) .5 NOMENCLATURA hp – perda de carga distribuída (m) hL– perda de carga localizada (m) Q – vazão volumétrica (m3/s) k .

ela pode ser classificada de duas formas: Perdas de cargas distribuídas ou primárias e perdas de cargas localizadas ou secundárias. As paredes dos dutos são retas e causam uma perda de pressão distribuída ao de seu comprimento. desta forma a . Hoje os dutos são construídos de vários tipos de materiais e podem ser utilizados também para transporte de gases. assim. altera ão de direção ou presença de uma válvula. ao longo dos condutos regulares. oleodutos e gasodutos.6 1 INTRODUÇÃO O escoamento em dutos é de suma importância desde os primórdios da civilização. Os romanos. acidental ou localizada. curvas e válvulas provocando. sendo chamado de dutos sob pressão. a pressão é maior que a atmosférica. tal perda ocorre principalmente ao atrito do fluido com uma camada estacionária aderida a parede interna do tubo. O uso da tubulação no transporte de fluidos é feito de duas maneiras: podendo ser abertos para a atmosfera recebendo o nome de canais. Essa perda pode ser contínua. As perdas de cargas distribuídas é resultado do atrito no escoamento completamente em tubos de seção constante. Dependendo do fator que causa a perda de carga. sendo utilizados para o deslocamento de fluidos entre os tanques de estocagem e as unidades de processamento. tais como seções retas. Entende-se por perda de carga como a perda de energia que provoca uma diminuição na pressão total do fluido ao longo do escoamento. nas plantas industriais e entre grandes distancias como os minerodutos. E aí está a importância do calculo desta: dela depende o projeto e dimensionamento das instalações de transporte de fluidos. devido a casos regulares como estreitamento. destinado ao transporte de água ou fechados neste caso. Então a perda de energia pode ser considerada como a energia perdida pela unidade de peso do fluido quando este escoa e ocorre devido ao escoamento de um liquido que vai de um ponto para o outro no interior de um tubo. uma perda de carga. Esses sistemas de tubulações são compostos de vários tipos de acidentes que oferecem resistência ao escoamento. se revelaram grandes projetistas de sistemas de transporte de água a longas distancias. Esses sistemas se desenvolveram ao longo do tempo. por exemplo.

utilizando água que percorre um sistema de PVC. é importante ressaltar que essa perda é independente do caminho do tubo. As perdas de cargas localizadas ocorrem por causa da existência de vários acessórios de canalização em uma tubulação. Visto que a perda de carga depende da propriedade do fluido. Nesse relatório iremos observar o fenômeno da perda de carga (localizada e distribuída) efetuando medições no sistema de bombeamento experimental. da viscosidade e da velocidade do escoamento. da rugosidade da parede. sofrendo perturbações em pontos como as curvas e as mudanças de área. responsável pela dissipação adicional de energia. Desta forma é necessário lembrar que o escoamento pode ser laminar ou turbulento.7 pressão total diminui ao longo do comprimento. Esta perda de carga depende do diâmetro e do comprimento do tubo. Tais perturbações causam o aparecimento ou o aumento de turbulências. Em geral o regime de escoamento no transporte de fluidos em uma tubulação é turbulento. . das propriedades especificas do fluido. da massa especifica. ou seja. estas perdas de cargas também são chamadas de perdas de cargas acidentais. do seu escoamento através do duto. e no escoamento turbulento a trajetória do fluido é irregular. No escoamento laminar o fluido tem a trajetórias regulares. com exceção apenas em casos como escoamento a baixas vazões e velocidades.

As pressões são medidas através de um multimanômetro de colunas de liquido (4). reduções.1 SISTEMA EXPERIMENTAL O experimento consiste de um sistema de tubos. Os acidentes presentes no sistema são os seguintes:  Joelho de 20 mm (A) . 220V. Term. Figura 1 – Sistema experimental para determinação de perda de carga em acidentes. O sistema que foi utilizado no experimento é mostrado na Figura 1.5 A e série 10/2010 e medidor de vazão que permite o escoamento de água através de diversos acidentes na tubulação (joelho. 2. etc. válvulas.5 CV. com motor de indução monofásico. modelo CP-4R Prot. 3480 rpm.. . A.8 2 MATERIAIS E MÉTODOS 2.) A vazão é medida através de um rotâmetro (3) e o escoamento é garantido por uma bomba centrifuga (2) com reciclo num reservatório (1). Ind. Mecânica. As tubulações (PVC) têm medidas padronizadas de 20 mm. 25 mm e 32 mm. bomba fabricada pela Dancor S. potência de 0.

fez-se as leituras das pressões relativas através dos manômetros de coluna de líquido e anotou-se a temperatura da água. . . .2 . rotâmetro fechada. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL O experimento procedeu-se da seguinte forma: . 2.ajustou-se a vazão desejada através da mesma. .Após a estabilização do escoamento na vazão desejada. .Ligou-se a bomba. . Figura 2 – Fluxograma do sistema experimental para determinação de perda de carga em acidentes. mantendo-se a válvula de liberação para o .Abriu-se a válvula de retorno da bomba.abriu-se a válvula de liberação para o rotâmetro.9  Joelho de 25 mm (B)  Joelho de 32 mm (C)  Expansão de 20 mm para 25 mm (D)  Expansão de 25 mm para 32 mm (E)  Redução de 32 mm para 20 mm (F)  Curva de 90° de 25 mm (G) Todos esses acidentes estão representados na Figura 2.

6 51.0 34.8 55.2 34 15.7 28.3 37.1 31.4 28.4 25.0 55.9 21.1 55.7 29.3 29.0 37 18.5 25.6 50.5 23 35.8 16.3 58.1 55.7 59.0 57.6 25.5 25 35.8 21.6 25.0 20.0 58.3 61. redução e expansão. verificou-se a perda de carga através de acidentes na tubulação.4 62.0 43.4 22.3 55.5 33.8 50.9 25.0 53.3 55.7 14 43.4 22.3 35.1 37.1 29.5 28.7 40.8 21.0 26.9 28.6 61.4 58.9 21. bomba e rotâmetro.5 56.9 34.10 .8 38.4 17.5 56.9 55.3 29.6 25. segundo a equação (1): hp = (1) A partir dos dados coletados para vazão volumétrica.0 57.1 58.0 64.6 19.4 57.6 38.8 19.3 58.1 54.2 38.6 38.3 33.1 61.7 56. Tabela 1 – Dados coletados para o sistema de perda de carga em acidentes.4 26.8 33.3 57.5 59.5 28.4 21.4 55.5 55.8 22. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES A partir de um sistema de tubos.8 55.4 57.0 57.6 40.3 40.8 49.0 47.5 56.0 32.9 39.8 58.6 42.3 58.3 37.1 40.5 40.5 22.4 56.7 3.3 49.8 43.5 34.9 28.7 13 45.3 39.4 28.5 26.1 44.6 26.5 35 21.6 38.9 4 69.3 40.2 38.9 33.8 64.5 16.4 22.4 55.0 57.5 23.7 56.9 55.1 24 35.3 18.0 36.6 55.8 36.0 32.3 40.8 22.7 46. Os dados coletados são apresentados na Tabela 1.9 20 35.0 49.4 37.9 3 75.5 25.0 17 48.8 17.9 Pressão (cm H2O) 8 9 10 11 42. Vazão (L/h) 900 800 700 600 500 400 300 200 Vazão (L/h) 900 800 700 600 500 400 300 200 1 89.1 PERDA DE CARGA X V2/2g Os dados coletados foram tratados a fim de obter a perda de carga.2 35.0 42.5 41. tais como: joelho.7 22 35.3 37.0 37.1 19.4 58.5 57.5 12 43.9 55.1 22.5 28.1 35.3 39.8 44.9 57.0 56.4 32.Repetiu-se o procedimento para outras vazões de acordo com o planejamento experimental.0 25.0 27.5 15 42.5 28.9 24.7 25.9 7 45.0 73.7 58.0 36 21.3 56.9 55.4 29.4 32.5 60.9 5 63.7 25.7 25.0 38.0 54.0 57.4 29.5 39.9 58.0 34.8 43.5 Pressão (cm H2O) 26 27 28 29 30 35.6 31 32.4 58.3 57.6 56.6 37.3 35.9 62.9 30.5 22.1 18.6 16.8 28.8 38.0 23.9 29.6 33.7 25.5 28.0 31.9 32.8 55.4 29.5 25.0 26.1 31.4 57.0 29.9 24.4 32.2 25.3 28.1 41.6 38.9 32.9 38.3 59.1 31.5 56.2 38.0 30.4 16.0 37. curva de 90º.0 2 87.7 25.3 33 32.7 32 32.0 57.0 23.0 29.4 75.2 57.1 56.7 56.0 39.3 37.1 57. .3 25.0 26.0 29.4 30.4 32.7 25.2 21 35.3 56.1 54.0 39.0 57.1 57.5 18 36.0 31.0 26.5 16 42.5 56.1 31.6 23. calculou-se o termo 2 V /2g.0 17.4 55.2 35.6 38.0 18.4 55.8 58.3 33.1 29.7 29.9 34.9 6 57.6 64.7 38.5 32.1 31.4 39.6 23.3 37.4 43.4 21.0 38.4 22.0 26.4 22.0 20.3 55.1 19 36.5 39.5 26.6 55.0 57.

provocado pelo aumento da vazão.07 0. 0.050 0. 3. [2] A figura 4 representa a perda de carga no joelho de 25 mm localizado entre as tomadas de pressão 17 e 18.02 0.010 0. .1.03 A2 0.060 0.05 0.020 0.040 0. A figura 3 apresenta o perfil de perda de carga em função de V2/2g.04 A1 0. a perda de carga aumentou proporcionalmente. Com o aumento da velocidade. provavelmente explicada por erros experimentais de medição.1. já que a perda de carga em escoamentos em curvas é maior que em escoamentos em tubos retos.01 0 0. Esse perfil crescente é gerado pelo aumento da tensão de cisalhamento e pela curvatura dos acidentes.1 ACIDENTE “A” (JOELHO DE 20 mm) O acidente A1 ocorre entre as tomadas de pressão 3 e 4 e o acidente A2 ocorre entre as tomadas de pressão 5 e 6. conforme a figura 2. conforme a figura 2.000 0. no entanto.030 0.2 ACIDENTE “B” (JOELHO DE 25 mm) Segundo dados literários a perda de carga localizada aumenta com o aumento do diâmetro do acidente.11 3.06 V2/2g (m) 0. notou-se no gráfico uma grande dispersão de A2 em relação a A1.070 hp (m) Figura 3 – Perfil de perda de carga X V2/2g para os acidentes A1 e A2.

Analogamente à figura 4 o perfil de velocidade diminui decorrente do aumento do diâmetro na tubulação e a perda de carga continua a aumentar. 0.020 0.000 0. Comparando-se as figuras 3 e 4 notou-se uma diminuição da velocidade decorrente do aumento do diâmetro na tubulação.000 0.006 0.3 ACIDENTE “C” (JOELHO DE 32 mm) A figura 5 representa a perda de carga no joelho de 32 mm localizado entre as tomadas de pressão 28 e 29.001 0 0.003 0.004 C 0. 3.01 0.025 V2/2g (m) 0.060 0.008 V2/2g (m) 0.1. ainda assim a perda de carga aumenta bruscamente.100 0.01 B 0.080 0.005 0.02 0.020 0.007 0. O aumento das perdas de .140 hp (m) Figura 4 – Perfil de perda de carga X V2/2g para o acidente B.015 0.12 0.040 0. conforme a figura 2.005 0.120 0.009 0.015 0.025 hp (m) Figura 5 – Perfil de perda de carga X V2/2g para o acidente B.002 0. A figura 5 mostra pequenos desvios decorrentes de erros de medição.010 0.005 0 0.

3129 1.17 e 0.9819 2.1.1741 4.4 ACIDENTE “G” (CURVA DE 90º DE 25 mm) Não foi possível realizar a análise desta curva.9401 0.8842 0. A2. V2/2g 0.6411 k2 0. [3] Os valores para k1 e k2 aproximaram-se dos valores esperados. possíveis explicações para este fato pode ser a variação do diâmetro não considerada na literatura consultada e erros experimentais de medição.0375 0.0031 k1 0. B e C.0069 0.1744 0 2. Tabela 2 – Coeficientes de perdas de carga localizadas determinados experimentalmente.1 1.551 2.9846 1.13 carga é devido a separação do escoamento que ocorre na parte interna da curva e a presença de um escoamento rotativo secundário.0 k3 5.9026 1.8093 2.6663 4.0122 0.2078 0.8699 3. 3.8752 2.094 1.477 1. 3.049 0.2851 k4 2.2 COEFICIENTES DE PERDAS DE CARGA LOCALIZADAS EXPERIMENTAIS X TEÓRICOS Os coeficientes de perdas de carga localizadas são diretamente proporcionais a perda de carga e inversamente proporcionais ao quadrado da velocidade como demonstra a equação (2): k= (2) Os coeficientes k1.3129 média 1. k2. Os dados deste acidente encontram-se em anexo.0275 0. no entanto os valores para k3 e k4 distanciaram-se bastante. respectivamente e seus valores constam da tabela 2.0191 0.9026 0.9887 0. são 1. .1 2.3129 1.0569 2. 24 respectivamente.9026 0. k3 e k4 estão relacionados aos acidentes A1.0988 1.9351 2.9 Os dados da literatura obtidos para cotovelos de 90º e curva 90º. devido a possíveis erros experimentais de medição.2947 1.248 1.2078 1.1426 2.757 1.062 0.

7 372.13 0.024 0.6 f 0. 4.0 ΔPe 1117.0 706.4 65.9 912.026 0. há uma queda brusca.3 410. 3. devido a possíveis erros experimentais de medição. 2—3 V2 1.54 0.8 130.5 5197. As perdas de carga teóricas foram obtidas pela equação (3): ΔP =f (3) Tabela 3 – Variação de pressão teórica e experimental para o trecho 2—3.37 0.06 Re 23389 20791 18192 15593 12994 10395 7796.037 ΔP t 853.3 217.031 0.4 PERDAS DE CARGA DISTRIBUÍDAS EXPERIMENTAIS X TEÓRICAS As tabelas 3.5 559. 3.028 0.96 0.6 .6 186.3 COMPORTAMENTO DO PERFIL DE PRESSÃO EM EXPANSÕES E CONTRAÇÕES DE TUBULAÇÕES Em expansões o perfil de pressão em seu início é praticamente constante e durante esta. Na contração do diâmetro da tubulação é formada uma vena contracta e há uma perda parcial de pressão devido a dissipação viscosa de modo que a pressão não retorna ao valor inicial.7 68.9 307. Logo após ocorre a recuperação e consequente aumento da mesma quando o escoamento se restabelece.21 0.73 0.5 702. 5 e 6 relacionam as quedas de pressão teóricas e experimentais. A queda de pressão se explica pela dissipação de energia cinética no processo de desaceleração do fluido.033 0.3 117.14 Não foi possível comparar dados para a curva de 90º.026 0.025 0.24 0.0 519.

8 Tabela 6 – Variação de pressão teórica e experimental para o trecho 18—19.6 9.54 0.039 ΔP t 148.15 Tabela 4 – Variação de pressão teórica e experimental para o trecho 6—7.0 Para os trechos 2—3 e 14—15 as diferenças entre as quedas de pressão teóricas e as experimentais são pequenas.2 11.37 16363 0.0 307.14 10227 0.8 71.8 0.5 127.028 78. pode-se justificar tais diferenças pela .7 127.09 8181.026 0.13 0.1 0.0 0.02 Re 18408 16363 14318 12272 10227 8181.0 480.47 18408 0.0 ΔPe 39. 14—15 f V2 Re ΔP t ΔPe 0.28 0.2 119.026 98.5 6136.05 0.1 9.026 128.039 12.5 0. 6—7 2 V 1.06 Re 23389 20791 18192 15593 12994 10395 7796.24 0.026 0.7 186.4 912.032 0.7 0.6 696.1 4090.026 162. Para os trechos 6—7 e 18—19 as diferenças entre as quedas de pressão teóricas e as experimentais são grandes.7 58.21 0.2 29.21 0.026 0.025 0.37 0.6 f 0.37 0.6 9.026 0.9 147.026 0.2 22.28 14318 0.031 0.9 58.032 39.8 313.4 29.0 71.035 0.02 4090.3 0.96 0.4 49. 18—19 V2 0.1 0.4 1137.5 35.14 0.035 24.031 0.4 0.5 90.024 0.0 98.037 ΔP t ΔPe 469.0 19.2 54.028 0.5 386.2 226.1 0.6 0.8 0.09 0.05 6136.5 5197.031 59.5 169.7 f 0. fato que pode ser justificado pelo melhor estabelecimento do escoamento.7 117.47 0.028 0.21 12272 0.033 0.5 0.0 343.8 Tabela 5 – Variação de pressão teórica e experimental para o trecho 14—15.8 19.7 36.73 0.

há antes destes trechos joelhos de 90 º fazendo com que o escoamento não seja plenamente desenvolvido. já que. constatou-se que os valores obtidos não podem ser analisados. .5 QUEDA DE PRESSÃO NO TRECHO 29 – 30 Analisando a queda de pressão no trecho 29 – 30. devido a erros de medições durante o experimento.16 configuração da tubulação. provavelmente. 3.

17 4 CONCLUSÕES O experimento mostrou-se satisfatório na medida em que se pôde observar na prática os efeitos causados pelos acidentes em tubulações e assim determinar os coeficientes de perdas de carga localizadas. . as perdas de carga e as quedas de pressão inerentes ao sistema.

[2] AZEVEDO NETTO. 7ª edição. [3] BISTAFA. Bruce R. Fundamentos da mecânica dos fluidos / Bruce R. 1982. José Martiniano de. São Paulo: Blucher. . Sylvio R. Young. Theodore H. Munson. 4ª edição. Mecânica dos fluidos: noções e aplicações. Manual de hidráulica / J. São Paulo: Blucher. São Paulo: Blucher.18 REFERÊNCIAS [1] MUNSON. Donald F. 2010. de Azevedo Netto. 2004. Guillermo Acosta Alvarez.M. Okiishi. 1ª edição.

1 3667.0 3814.8 5716.8 3128.6 3530.8 3951.4 3569.2 3628.6 5618.5 5540.1 22.9 2735.1 8.4 4952.5 2843.2 5599.5 5540.8 5775.2 4295.9 2814.9 5461.4 16.6 5589.4 10 4216.9 3304.2 19.0 4373.4 2883.5 2098.6 2363.6 5736.1 Pressão (Pa) 5 6 7 6187.6 4520.7 2216.8 2853.5 3383.3 5.8 5746.1 11.5 5795.2 2579.6 Vazão (m3/s) x 105 25.5 3863.2 3726.9 2814.5 4265.5 3951.4 9 4255.9 2245.9 2814.4 3206.7 2216.4 3451.3 3961.4 2873.5 2078.9 2510.5 2490.6 3902.3 5648.2 3736.9 2814.4 1618.3 3226.4 3902.4 2833.0 3137.3 1765.3 5756.3 3334.4 6275.2 2814.19 ANEXOS Tabela 7 – Dados para o sistema de perda de carga em acidentes.0 2059.4 5618.4 3628.3 5638.8 3726.4 3137.6 7393.9 5540.9 3088.9 .3 3314.9 2235.9 5511.3 2490.7 2549.1 5471.6 3441.1 5491.3 2480.9 2873.6 33 34 35 36 37 Pressão (Pa) 25 26 27 28 29 30 31 32 25.4 3755.6 2618.9 3736.5 1716.8 5579.6 5471.9 3745.3 6275.7 5540.2 3177.3 5344.9 2745.0 4049.3 5363.0 1745.7 3893.1 5658.7 13.7 2843.8 6011.7 2490.1 3343.1 3108.3 2784.6 1627.7 5658.6 2461.1 2833.2 19.7 5452.8 5726.4 2608.7 6158.2 4697.3 5520.4 4785.4 Pressão (Pa) 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 4304.2 2863.9 3137.2 3432.1 3461.5 3677.7 2216.2 3187.8 5716.8 3981.9 2814.8 5795.9 3628.7 1794.4 3441.5 16.2 3628.7 3 7413.6 Vazão (m3/s) x 105 1 8766.1 19.9 1549.1 3745.3 5393.0 4118.2 3216.2 4961.3 5.5 2343.8 5481.7 13.8 4481.7 3951.7 2922.8 4147.6 3441.3 2451.0 1784.5 3343.9 1892.3 5.8 3824.9 11.0 22.6 2255.9 11.9 3088.2 7187.5 3716.1 4 6815.2 4863.3 5628.7 2088.4 4461.6 2343.6 3736.3 5628.8 3147.3 3569.3 2490.3 3432.6 5628.6 5716.2 13.0 2500.7 3294.5 3951.7 2598.1 8. Vazão (m3/s) x 105 25.5 3275.3 3137.6 5481.2 5540.8 5275.4 2196.6 3951.8 4236.8 4883.4 2206.2 3726.0 2559.2 2500.6 1971.5 2490.2 5707.2 2333.9 2451.9 3088.8 5726.4 8 4197.5 5599.2 5403.7 5471.1 8.7 2088.6 5481.3 5628.6 6069.6 5481.1 3687.0 3520.7 3432.6 4314.2 3726.2 3726.6 3755.7 5540.9 5442.1 3177.6 5481.6 5481.9 2088.9 3079.7 2529.7 1765.8 5981.2 4128.2 2020.9 2402.7 2529.6 2549.1 5491.3 5295.6 2843.5 3853.3 2990.7 1608.0 2902.9 3088.7 3912.1 6158.3 2490.4 2500.1 2794.6 5599.0 22.8 1872.4 3530.6 5736.3 2 8531.6 3441.3 2490.7 2843.9 5658.7 4834.3 5638.3 5628.3 2981.5 3471.4 2804.1 5550.6 5481.9 5461.1 3167.7 2216.0 1941.6 3422.2 2843.7 2216.7 5461.2 5001.2 5844.4 16.0 5716.6 1706.6 3432.8 2902.3 5393.6 2608.0 3696.1 5618.1 6344.1 5922.3 2059.1 3030.4 11 4118.7 1618.5 3912.9 5540.2 2598.2 3324.1 5393.2 3628.4 4030.6 5481.1 3765.5 5628.3 2137.9 5540.8 2343.8 2206.9 3265.

0001 8E-05 6E-05 G Hp 0.0003 0.0237 0. Q 0.762 -2.0144 0.0002 0.003 -0.0001 0.095 0.003 V2/2g 0.001 0.0012 k 0.268 -0.001 -0.005 -0.127 -0.571 .0026 0.002 -0.5485 0.0047 0.004 0.07 -0.0187 0.0105 0.003 -0.20 Tabela 8 – Dados de coeficiente de perda localizada para o acidente G.0073 0.6428 -0.0002 0.0002 0.