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Questionário: 17)Título Executivo é um ato (ou fato) jurídico a quem a lei atribui eficácia executituva, tornando adequado a e utilização da via

executiva como forma de fazer atuar a responsabilidade patrimonial de acordo com a atuação da vontade concreta do ordenamento jurídico. Os títulos executivos judiciais, cuja origem está em uma relação processual, estão dispostas no art 475-N do CPC: I - a sentença civil condenatória II - a sentença penal condenatória transitada em julgado; III - a sentença homologatória de conciliação ou de transação, IV - a sentença arbitral; V - o acordo extrajudicial homologado judicialmente; VI - a sentença estrangeira, homologada pelo Superior Tribunal de Justiça; VII - o formal e a certidão de partilha

18)Há grande discussão doutrinária e diversos posicionamentos jurisprudenciais a respeito da possibilidade da promoção da execução de obrigação fundada em sentença meramente declaratória. Todavia, cresce o número de tribunais atentos à evolução do sistema processual, considerando que o direito contido e reconhecido no pedido do autor deve ser abrigado pela execução. Há um reconhecimento de direitos subjetivos materiais que preexistem em certas situações jurídicas. O exemplo mais adequado é sobre a ação proposta por certo sindicato que pede o reconhecimento da legitimidade para representar certa categoria, e pede também o reconhecimento da legitimidade para recolher certo tributo sindical. 19)Sim. Nos termos do art 475-N, III, ainda que inclua matéria não posta em juízo, será possível promover a execução de objeto que extrapola o objeto, todavia a eficácia executiva só atuará sobre a matéria extrapolada se o juiz for competente, e após a verificação da validade do ato autocompositivo. 20)Não. Há outros títulos que a lei atribui força executiva, criados por outras normas jurídicas, que estão esparsas na legislação brasileira, como os contratos de honorários advocatícios. Porém, há uma previsão, no art 585 do CPC dos títulos extrajudiciais listados: I - a letra de câmbio, a nota promissória, a duplicata, a debênture e o cheque; II – Reconhecimento de obrigação por instrumento público ou privado assinado pelo devedor III - hipoteca, penhor, anticrese e caução, bem como os de seguro de vida IV - o crédito decorrente de foro e laudêmio V - o crédito, documentalmente comprovado, decorrente de aluguel de imóvel, bem como de encargos acessórios, tais como taxas e despesas de condomínio; VI - o crédito de serventuário de justiça, de perito, de intérprete, ou de tradutor, quando as custas, emolumentos ou honorários forem aprovados por decisão judicial; VII - a certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, correspondente aos créditos inscritos na forma da lei;