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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE DIRETO BIBLIOTECA DA FACULDADE DE DIREITO

Equipe da Biblioteca da Faculdade de Direito

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, DISSERTAÇÕES E TESES

Porto Alegre 2012

Equipe da Biblioteca da Faculdade de Direito

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, DISSERTAÇÕES E TESES

Material informacional complementar às Normas Brasileiras de Informação e Documentação da Associação Brasileira de Norma Técnicas – ABNT.

Porto Alegre 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

REITOR Carlos Alexandre Netto VICE-REITOR Rui Vicente Oppermann DIRETOR DA FACULDADE DE DIREITO Sérgio José Porto VICE-DIRETOR DA FACULDADE DE DIREITO Danilo Knijnik CHEFE DA BIBLIOTECA SETORIAL DA FACULDADE DE DIREITO Nariman M. Nemmen - CRB 10/1767 ELABORAÇÃO Equipe da Biblioteca da Faculdade de Direito

APOIO Curso de Especialização em Direito do Estado, coordenado pelo Prof. Cezar Saldanha Souza Júnior.

APRESENTAÇÃO

O objetivo deste manual é auxiliar a estabelecer um padrão de qualidade na elaboração e na apresentação da produção intelectual de alunos e professores da Faculdade de Direito da UFRGS. Porém, a utilização e leitura deste manual não substitui a consulta à norma “Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos Apresentação” (NBR 14724) da Associação Brasileira de Normas técnicas (ABNT).

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Quadro 1 – Elementos da estrutura, apresentação e alinhamento do trabalho acadêmico ....... 10 Figura 1 - Modelo de apresentação das seções, subseções e citação direta longa .................... 12 Quadro 2 – Disposição dos elementos pré-textuais........................................................................ 16 Figura 2 - Modelo de capa .................................................................................................................. 17 Figura 3 - Modelo de da folha de rosto ............................................................................................. 18 Figura 4 - Modelo de ficha catalográfica ........................................................................................... 19 Figura 5 - Modelo de errata................................................................................................................. 20 Figura 6 - Modelo de folha de aprovação ......................................................................................... 21 Figura 7 - Modelo de sumário ............................................................................................................ 23 Figura 8 – Modelo de referências ordenadas em ordem alfabética ............................................... 26 Figura 9 – Modelo de anexo ............................................................................................................... 27

SUMÁRIO

1 TRABALHOS ACADÊMICOS.................................................................................. 8 1.1 A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO .................................................. 8 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA ................................................................................ 10 2.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE ........................................................... 10 2.2 MARGENS .......................................................................................................... 11 2.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS .................................................................... 11 2.4 PAGINAÇÃO ....................................................................................................... 13 2.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA .......................................................................... 13 2.6 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS ................................... 14 2.6.1 Abreviaturas.................................................................................................... 14 2.6.2 Numerais ......................................................................................................... 14 3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO ......................................................... 16 3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ........................................................................... 16 3.1.1 Capa ABNT ...................................................................................................... 17 3.1.2 Folha de rosto................................................................................................. 18 3.1.3 Ficha catalográfica ......................................................................................... 19 3.1.4 Errata ............................................................................................................... 19 3.1.5 Folha de aprovação ........................................................................................ 20 3.1.6 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe....................................................... 21 3.1.7 Resumo na língua vernácula ......................................................................... 22 3.1.8 Resumo em língua estrangeira ..................................................................... 22 3.1.9 Listas - de ilustrações, de tabelas, de abreviaturas e siglas, de símbolos22 3.1.10 Sumário ......................................................................................................... 23 3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS .................................................................................... 24 3.2.1 Introdução ....................................................................................................... 24 3.2.2 Desenvolvimento ............................................................................................ 24 3.2.3 Conclusão ....................................................................................................... 25 3.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ........................................................................... 25 3.3.1 Glossário ......................................................................................................... 25 3.3.2 Referências ..................................................................................................... 25 3.3.3 Apêndices ....................................................................................................... 26 3.3.4 Anexos ............................................................................................................ 27 3.3.5 Índice ............................................................................................................... 27

4 CITAÇÕES ............................................................................................................. 28 4.1 CITAÇÃO INDIRETA ........................................................................................... 28 4.2 CITAÇÃO DIRETA ............................................................................................... 28 4.3 SISTEMA AUTOR-DATA ..................................................................................... 29 4.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes ................................................... 29 4.3.2 Diversos documentos de mesma autoria..................................................... 30 4.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação ........................ 30 4.3.4 Citação indireta ............................................................................................... 30 4.3.5 Citação direta curta ........................................................................................ 30 4.3.6 Citação direta longa ....................................................................................... 31 4.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ)....................... 31 4.4.1 Citação indireta ............................................................................................... 34 4.4.2 Citação direta curta ........................................................................................ 34 4.4.3 Citação direta longa ....................................................................................... 35 4.5 SUPRESSÕES.................................................................................................... 35 4.6 INTERPOLAÇÕES .............................................................................................. 36 4.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD) ......................................................................... 36 4.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ ...................................................................................... 36 4.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO ................................................................................. 37 4.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES ............................. 37 4.11 ERROS GRÁFICOS .......................................................................................... 37 5 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS............................................................... 38 5.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS ....................................................... 40 5.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS ........................... 41 5.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES ........................ 41 5.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS....................... 41 5.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL ................................. 42 5.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS ........................................... 42 5.7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS ............................................... 43 5.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA .............................. 43 5.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO ............................................................ 43 5.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS ................................................................................................................. 43 5.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO ........................................... 44 5.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES .................................... 44

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5.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS ................................................. 45 5.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS ........................................ 45 5.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA .................................. 45 5.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS ............................................. 46 5.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES ............................................ 47 5.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS................ 47 5.19 MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI) ..................................................................................................... 48 5.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS ..................................................................................................... 48 5.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD ................... 48 5.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO ....... 49 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 50 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 50

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1 TRABALHOS ACADÊMICOS

A NBR 14724, válida a partir de 17 de abril de 2011, especifica princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando a sua apresentação.

1.1 A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO

O levantamento bibliográfico é o ponto de partida e uma importante etapa na elaboração de monografias. Durante a leitura, é fundamental anotar as principais ideias do autor, assim como os números das páginas onde estas estão descritas. Fichas com apontamentos de leitura são extremamente úteis, onde devem ser anotadas todas as referências relativas ao livro objeto de leitura: o conteúdo, as citações-chave, análise de juízo e observações (ECO, 1996). Ao selecionar a bibliografia, prefira sempre a utilização de textos originais, evitando a citação de citação (em latim apud). Usa-se apud quando o autor referenciado por alguém é muito importante e quando não se tem, efetivamente, acesso direto ao texto do autor, por se tratar de um livro esgotado ou raro. O texto científico deve ser redigido de forma impessoal: na terceira pessoa do singular e na voz passiva. O parágrafo é a unidade do discurso. Em geral, ideias novas compreendem parágrafos diversos; assim, ao mudar de assunto, mude de parágrafo. O texto deve apresentar um encadeamento de palavras que façam sentido quando combinadas. A coesão é mantida pela escolha de conetivos adequados. Cada parte da monografia deve cumprir seu propósito, apresentando texto condizente com a seção a que pertence (introdução, desenvolvimento, conclusão). Deve-se cuidar a numeração progressiva, evitando-se abrir subseções únicas. Evite o uso excessivo de notas explicativas de rodapé, uma vez que interrompem a leitura. Caso necessário, que sejam sucintas.

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Tipos itálicos devem ser utilizados para nomes científicos e palavras ou expressões em língua estrangeira que ainda não foram absorvidas pela língua vernácula. O uso de negrito no texto não é recomendado, e deve ser usado apenas para destacar letras ou palavras quando não for possível destacá-las pela redação. Ao utilizar documentos eletrônicos, certifique-se da fidedignidade da fonte. Como os documentos eletrônicos rapidamente podem perder seu Uniform Resource Locator (URL), utilize para referenciá-los, sempre que possível, o número do Digital Object Identifier (DOI) ao invés do endereço da página. O Identificador de Objeto Digital (DOI) é um identificador de conteúdos em ambiente digital. Ele é cedido para qualquer instituição/organização para uso em suas obras digitais e é utilizado para oferecer informação corrente, incluindo onde eles (objetos digitais ou informação sobre eles) podem ser encontrados na Internet. Informação sobre um objeto digital pode mudar a qualquer momento, incluindo o seu local, mas o DOI não mudará. A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar a opinião transmitida. Portanto, cite de forma clara, não deixando margem para dúvidas. As citações devem ser feitas na língua original e a tradução constar em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa” no final do texto. Opiniões pessoais devem ser claramente identificadas. Não use reticências ou pontos de exclamação. Seja preciso evitando interpretações prejudiciais ao trabalho. Para o título na capa do trabalho, caso opte por não utilizar os dois-pontos para separá-lo do subtítulo, utilize, pelo menos, uma diferenciação tipográfica (título em negrito, subtítulo sem negrito, por exemplo). A linguagem científica deve ser clara, objetiva, escrita em ordem direta e com frases curtas. Quanto ao número de folhas, não existe padrão definido. Colzani (2006) sugere: - Monografias: entre 60 e 80 folhas; - Dissertações: entre 110 e 180 folhas; - Teses: entre 150 e 250 folhas.

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2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

A NBR 14724 dispõe que o projeto gráfico da monografia é de responsabilidade do autor do trabalho, mas apresenta algumas regras quanto ao seu formato.

2.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE

Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), em cor preta ou automática, podendo-se utilizar outras cores somente nos textos das ilustrações. A fonte utilizada deve ser Arial ou Times New Roman. Os elementos textuais e pós-textuais podem ser impressos no verso e anverso das folhas. Veja o quadro abaixo:
Quadro 1 – Elementos da estrutura, apresentação e alinhamento do trabalho acadêmico
Descrição Capa Folha de rosto Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Lista de ilustrações e tabelas Lista de abreviaturas, siglas e símbolos Sumário Corpo do texto Títulos de capítulos Citações curtas (até três linhas) Citações longas (mais de três linhas) Legenda e fonte das ilustrações Legenda e fonte das tabelas Notas de rodapé Referências Apêndice/Anexo Formatação Fonte 12. Texto centralizado. Fonte 12. Texto centralizado. Nota alinhada do meio da mancha para a margem direita. Fonte 12. Texto centralizado. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Parágrafo único justificado. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Espaçamento entre parágrafos simples ou 1,5 linha. Fonte 12. Alinhados à esquerda. Numerados a partir da introdução até a conclusão. Indicativo numérico separado do texto por um espaço de caractere. Fonte 12. Inseridas no parágrafo. Citação direta entre aspas, citação indireta sem aspas. Fonte 10. Recuo 4 cm. Espaço simples. Sem aspas. Fonte 10. Legenda na parte superior; identificação da fonte na parte inferior. Fonte 10. Legenda na parte superior; identificação da fonte na parte inferior. Fonte 10. Espaço simples. Alinhadas somente à esquerda.
Fonte 12. Espaço simples. Separadas por 1 espaço simples entre elas. Alinhadas somente à esquerda. Título centralizado, não numerado.

Fonte 12. Identificados por letras. Título centralizado.

Fonte: Elaborado pelos autores (2012).

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2.2 MARGENS

As folhas devem apresentar margem esquerda e superior 3 cm, direita e inferior 2 cm. Trabalhos a serem encadernados em capa dura deverão prever 1 cm de medianiz.

2.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS

O texto do corpo do trabalho deve ser alinhado à esquerda e à direita (justificado), digitado em espaço de 1,5 (um e meio) linha, em fonte tamanho 12, sendo facultativo o uso do espaçamento diferenciado entre os parágrafos. A mudança de parágrafo deve ser indicada com o recuo de 1,25 cm (1 tab). As citações curtas consideram-se corpo do texto, devendo seguir a mesma formatação deste. Citações longas, notas de rodapé, legendas, fontes de ilustrações e tabelas devem ser apresentadas em espaço simples, em fonte tamanho 10. As referências no final do trabalho devem ser alinhadas somente à margem esquerda, separadas uma das outras por 1 (um) espaço simples; entre as linhas da mesma referência deve ser usado espaço simples. Os títulos principais (seção primária) devem ser separados do texto por um espaço de 1,5 linha em branco. Títulos não numerados devem ser centralizados, títulos numerados devem ser alinhados à esquerda. A numeração deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço de caractere (sem ponto). Os títulos principais devem ser alinhados pela margem superior da mancha, sendo apresentados sempre em nova página. Os subtítulos (seções secundárias, terciárias, etc.) devem aparecer na sequência do texto (sem iniciar nova página), separados do texto anterior e posterior por um espaço de 1,5 linha em branco. A NBR 14724 não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entretanto, elas são consideradas inaceitáveis na diagramação de qualquer publicação. A linha órfã é a primeira linha de um parágrafo impressa sozinha na parte inferior de uma página. A linha viúva é a última linha de um parágrafo impressa sozinha na parte superior de uma página.

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Se um parágrafo começar com uma única linha numa página (linha viúva), o começo do parágrafo é mudado para a próxima página e, se um parágrafo terminar com uma única linha (linha órfã) na página seguinte ao seu começo, a penúltima linha é enviada para aquela página. A mesma regra serve para os títulos das subseções. A Figura 1traz um modelo ilustrativo:
Figura 1 - Modelo de apresentação das seções, subseções e citação direta longa

Fonte: Elaborada pelos autores (2012).

As indicações de volumes, páginas e edições não devem apresentar espaços em branco, impedindo, dessa forma, que sejam separadas quando digitadas no final da linha.

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2.4 PAGINAÇÃO

Todas as folhas de um trabalho são contadas sequencialmente, porém nem todas são numeradas (Norma “Livros e folhetos” - NBR 6029). A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, em fonte 10. No verso da folha, o número de página é inserido dentro da margem esquerda superior. No anverso da folha, o número é inserido na margem direita superior. Todo trabalho deverá ser numerado, incluindo apêndices e anexos.

2.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de acordo com a norma “Numeração progressiva das seções de um documento escrito” (NBR 6024), limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa alta, negrito, itálico ou sublinhado. Sobre a utilização de alíneas: a) as divisões enumerativas devem ser indicadas por meio de alíneas; b) o trecho final anterior às alíneas termina com dois-pontos; c) as alíneas são ordenadas alfabeticamente; d) como alternativa ao sistema alfabético, pode-se utilizar os numerais romanos em letras minúsculas: (i), (ii), (iii), (iv)…; e) as letras indicativas das alíneas são minúsculas, alinhadas na direção do parágrafo, seguidas de sinal de fechamento de parênteses e terminam em ponto e vírgula, exceto a última alínea que termina com ponto final; f) o texto da alínea começa por letra minúscula (exceto os nomes próprios); g) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam na direção da primeira letra do texto da própria alínea, ou seja, são alinhadas sob a primeira letra do texto da alínea;

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h) as alíneas não comportam mais que um período sintático (não existe ponto final no texto da alínea); i) as divisões de alíneas devem ser indicadas por meio de incisos ou subalíneas com hífen; j) as alíneas possuem a mesma entrelinha do texto do trabalho.

2.6 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS

Devem ser utilizados de maneira padronizada e consistente ao longo do texto.

2.6.1 Abreviaturas

Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, as abreviaturas devem aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por extenso. A partir desta primeira inserção, poderá ser utilizada apenas a forma abreviada. Deverão constar em lista pré-texto. No texto: Organização Internacional do Trabalho (OIT) Na lista: OIT – Organização Internacional do Trabalho 2.6.2 Numerais

Os numerais se escrevem, normalmente, com algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos: a) de zero a nove: oito livros, cinco mil, três milhões, etc.; b) as dezenas e centenas redondas: trinta, noventa, vinte mil, sessenta milhões, etc.; c) os números ordinais recebem o mesmo tratamento: segundo, quinto, sexto, etc.

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Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e setecentos; 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte. Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos: a) aproximação do número fracionário, como em 23,6 milhões; b) desdobramento dos dois termos numéricos, como em 23 milhões e 635 mil.

Números acima de 999 não se separam com ponto. Eles devem ser divididos por um espaço em branco entre cada três dígitos (ex.: 1 750 livros), exceto no uso de anos e de numeração de páginas (ex.: ano de 2003; página 1091). Artigos 1º ao 9º, do décimo em diante usar art. 10, art. 11. (BRASIL, 1999).

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3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO

A NBR 14724 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos. O Quadro 2 apresenta os elementos de uma monografia:
Quadro 2 – Disposição dos elementos pré-textuais Estrutura Elemento Capa (obrigatório) Folha de Rosto (obrigatório) Ficha Catalográfica (obrigatório para dissertações e teses) Errata (opcional) Folha de Aprovação (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional) Agradecimento(s) (opcional) Pré-textual Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo na língua estrangeira (obrigatório) Lista de Ilustrações (opcional) Lista de Tabelas (opcional) Lista de Abreviaturas e Siglas (opcional) Lista de Símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Fonte: Adaptado da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2011).

3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto. Contêm informações que permitem a identificação do trabalho, não devendo constar no sumário (uma vez que aparecem antes deste) nem receber indicativo de seção (i.e. não são numerados). Quando couber título, este deverá ser centralizado no topo da folha, respeitando a margem superior de 3 cm, ou seja, deverá ser inserido na parte superior da mancha.

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3.1.1 Capa ABNT

A capa a qual se refere a NBR 14724 deve ser impressa em papel A4, sendo parte integrante do trabalho. Nela devem estar impressos: a) nome da Instituição (opcional); b) nome do autor; c) título da monografia; d) local da Instituição (cidade); e) ano da entrega.
Figura 2 - Modelo de capa

Fonte: Mattos e Fraga (2011, p. 12).

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3.1.2 Folha de rosto

A folha de rosto é um elemento de identificação obrigatório. Deve conter os seguintes elementos essenciais, impressos em uma única face do papel: a) nome do autor; b) título da monografia; c) subtítulo, se houver; d) número do volume, se houver mais de um. Deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume; e) natureza (monografia) e objetivo (grau pretendido); nome da instituição a que é submetido; área de concentração; f) nome do professor que orientou o trabalho, com sua respectiva titulação; g) local da Instituição (cidade); h) ano da entrega.
Figura 3 - Modelo de da folha de rosto

Fonte: Busatto (2011, p. 2).

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3.1.3 Ficha catalográfica

A ficha catalográfica é a representação de um cartão que traz as informações fundamentais do documento. Seu objetivo é permitir que a monografia se identifique por si mesma, visando a sua armazenagem adequada na biblioteca. Deve constar obrigatoriamente para dissertações e teses - no verso da folha de rosto, de acordo com as orientações da Biblioteca Central da UFRGS, que oferece na sua página um sistema de geração automática de ficha catalográfica em http://www.biblioteca.ufrgs.br/ficha_teses.htm.
Figura 4 - Modelo de ficha catalográfica

Fonte: Busatto (2011, p. 3).

3.1.4 Errata

A errata é um elemento opcional, condicionado à necessidade de retificar algum aspecto da redação do trabalho e deve ser encartada após a folha de rosto. Não são admitidas erratas para erros como acentuação, pontuação, sumário ou citações mal elaboradas. A errata é constituída pela referência do trabalho, seguida de uma tabela contendo a folha e a linha onde o erro aparece, o termo errado e o termo corrigido. Deve ser utilizada como último recurso.

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Figura 5 - Modelo de errata

Fonte: Cuty, Cruz e Mendes (2002 apud MATTOS; FRAGA, 2011, p. 16).

3.1.5 Folha de aprovação

Deve ser colocada logo após a folha de rosto e assinada pelos componentes da banca examinadora. Trata-se de um elemento obrigatório para as Teses e Dissertações, mas opcional para os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), pois na maioria das vezes, o aluno não possui informações sobre a composição da banca. Nesta folha deve constar: a) nome do autor; b) título por extenso (e subtítulo, se houver); c) tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição, área de concentração; d) data de aprovação; e) nome, titulação e assinatura dos membros componentes da banca examinadora e respectivas instituições.

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Figura 6 - Modelo de folha de aprovação

Fonte: Busatto (2011, p. 4).

3.1.6 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe

Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo autor caso haja o desejo de dedicar o trabalho a alguém, fazer algum agradecimento a pessoas que contribuíram de maneira relevante, ou adicionar alguma epígrafe antes do início do trabalho. A epígrafe demonstra erudição do autor, devendo haver ligação entre o pensamento e o conteúdo de sua obra. (NEGRA; NEGRA, 2004, p. 77). Deverá obedecer à Norma “Informação e documentação - Citações em documentos – Apresentação” (NBR 10520), formato autor-data.

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3.1.7 Resumo na língua vernácula

Monografias deverão utilizar resumos do tipo “informativo”, conforme a NBR 6028. Este tipo de resumo fornece informações suficientes para que o leitor possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto na íntegra. O resumo deve expor as finalidades, a metodologia, os resultados e as conclusões. A mesma norma recomenda que para monografias o resumo tenha extensão de 150 a 500 palavras. A NBR 6028 recomenda a utilização de parágrafo único sem recuo e justificado. Recomenda-se usar o espaçamento simples nas entrelinhas com o objetivo de manter todo o texto em um único bloco. O verbo deve ser utilizado na voz ativa e na terceira pessoa do singular. Resumos não devem conter citações. No final do resumo, separado por um espaço de 1,5 linha em branco, devem constar as palavras-chave representativas do conteúdo do trabalho, separadas entre si por um ponto. Sugere-se o número mínimo de três e o máximo de cinco termos, retiradas preferencialmente do título ou do resumo. Ao escolher as palavras-chave, lembre-se que elas são fundamentais na indexação e, portanto, na recuperação do trabalho nas bibliotecas.

3.1.8 Resumo em língua estrangeira

Trata-se da versão do resumo em idioma de divulgação internacional. Deve ser a tradução literal do resumo em português e apresentar palavras-chave logo abaixo do texto.

3.1.9 Listas - de ilustrações, de tabelas, de abreviaturas e siglas, de símbolos

Consiste na relação alfabética destes itens usados no texto, sendo opcional segundo a NBR 14724. Estas listas tornam-se elementos pré-textuais recomendáveis quando o trabalho apresentar número(s) considerável(is) de cada um dos tipos de listas (muitas ilustrações, tabelas, siglas ou abreviaturas e/ou símbolos).

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3.1.10 Sumário

O sumário consiste na enumeração das divisões e subdivisões de um trabalho, apresentada na mesma ordem e grafia em que os temas ocorrem, de acordo com a Norma “Sumários” (NBR 6027). Não se deve confundir sumário com índice, pois o índice é a lista de entradas ordenadas seguindo determinado critério – ver Norma da ABNT “Índice” (NBR 6034), normalmente alfabético. Para hierarquização do trabalho e, portanto, do sumário, deve-se utilizar numeração progressiva, de acordo com a NBR 6024, limitando-se a seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa alta/baixa, negrito, itálico ou sublinhado. A mesma estrutura de seções e subseções apresentada no decorrer do trabalho deverá estar contemplada no sumário. Os elementos pré-textuais, por antecederem o sumário, não devem constar nele. Já os elementos pós-textuais, por o sucederem, devem aparecer no sumário.
Figura 7 - Modelo de sumário

Fonte: Mattos e Fraga (2011, p. 22).

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3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

São considerados elementos textuais, pela NBR 14724, a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. As seções relativas aos elementos textuais deverão ser numeradas, sendo a introdução a primeira da numeração progressiva que guiará o restante do trabalho.

3.2.1 Introdução

A introdução é a parte inicial do trabalho, é o momento de apresentar resumidamente os temas abordados ao longo do texto. Sugere-se que a introdução apresente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração, bem como a relação com outros trabalhos existentes. O texto da introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo nem antecipar as conclusões, mas pode apresentar a natureza do trabalho, a justificativa, os objetivos, o tema proposto e outros elementos para situar o trabalho.

3.2.2 Desenvolvimento

O desenvolvimento compreende a revisão da literatura, a metodologia e a exposição da pesquisa. A revisão de literatura apresenta a evolução do tema, com ideias de diferentes autores sobre o assunto. Deve conter citações textuais ou livres, com indicação dos autores, conforme norma NBR 10520. Os procedimentos metodológicos empregados para o levantamento de dados e sua análise devem estar claramente apresentados. Os argumentos para a exposição da pesquisa devem ser adequados, apresentando exemplos, opiniões e ideias. É importante que apresente comparações com resultados obtidos por outros pesquisadores, caso existam, bem como sugestão de aplicações para o trabalho.

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3.2.3 Conclusão

É o espaço destinado à discussão dos resultados obtidos na pesquisa, onde se verificam as observações pessoais do autor. Poderá também apresentar sugestões de novas linhas de estudo. A conclusão será o somatório de uma expressão inicial mais a reafirmação do tópico que originou a pesquisa, seguido de uma observação final. A conclusão não deve apresentar citações ou interpretações de outros autores. Proporcionalmente, o tamanho da conclusão deve ser equivalente ao da introdução.

3.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais complementam o trabalho sem, contudo, integrálos. Os títulos dos elementos pós-textuais não são numerados, devem ser escritos em letras maiúsculas, fonte tamanho 12, centralizados e em negrito, devendo aparecer no Sumário.

3.3.1 Glossário

Consiste numa relação de palavras de uso restrito empregadas no texto, em ordem alfabética, acompanhadas das respectivas definições. Tem como objetivo esclarecer o leitor sobre o significado de termos ou expressões poucos usuais ou de sentido controverso.

3.3.2 Referências

Denomina-se “Referências” o conjunto de elementos que identificam as obras citadas no texto. A Norma da ABNT “Referências” (NBR 6023) orienta a confecção desta lista.

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Figura 8 – Modelo de referências ordenadas em ordem alfabética

Fonte: Busatto (2011, p. 116).

3.3.3 Apêndices

O apêndice é um elemento opcional, deve ser precedido da palavra APÊNDICE, em letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Devem constar em apêndice documentos complementares e/ou comprobatórios do trabalho. Esses devem trazer informações esclarecedoras que não se incluam no texto para não prejudicar a sequência lógica da leitura.

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3.3.4 Anexos

Os anexos representam a documentação suplementar abonadora do texto. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Figura 9 – Modelo de anexo

Fonte: Brasil (1973, p. 1).

3.3.5 Índice

O índice é a lista de entradas ordenadas segundo determinado critério, normalmente alfabético. É elemento opcional. Deve ser confeccionado segundo a NBR 6034.

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4 CITAÇÕES

A citação é a transposição, para o texto, de um trecho ou uma informação extraída de outra fonte, normalmente de outro texto. As citações são normatizadas pela NBR 10520 e podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. Podem ser diretas, indiretas ou citação de citação. As citações devem ser usadas como apoio às afirmações feitas no texto. A indicação da fonte das citações deverá seguir um destes sistemas de chamada ou localização da referência: autor-data ou notas de referência, os quais são excludentes, ou seja, ao adotar um desses métodos, ele deve ser utilizado consistentemente ao longo de todo o trabalho. Ambos os métodos não excluem a necessidade de apresentação da referência completa que deverá constar na lista de referências ao final do trabalho. Todas as citações devem ser referenciadas, ou seja, todos os autores e obras citadas devem obrigatoriamente aparecer na lista de referências.

4.1 CITAÇÃO INDIRETA

Citação indireta é a transcrição livre do texto consultado, também chamada de paráfrase. O tema deve ser reescrito e reestruturado sintaticamente (e não uma simples troca das palavras originais do texto por sinônimos). A indicação do ano de publicação é obrigatória; não é obrigatório, mas recomendável, indicar as páginas. Deve-se ter cuidado ao utilizar esse tipo de citação para não ser confundido com plágio.

4.2 CITAÇÃO DIRETA

Citação direta é a transcrição exata de palavras ou trechos de textos de um autor, respeitando-se rigorosamente a redação, a ortografia e a pontuação.

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Citações de até três linhas são consideradas curtas devendo ser inseridas no texto. São reproduzidas entre aspas duplas, indicando-se o nome do autor antes ou após a citação. Caso o texto original já possua aspas, estas serão substituídas por aspas simples. Citações longas, com mais de três linhas, devem constituir um parágrafo independente, recuado 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (sugere-se tamanho 10), espaçamento simples e sem aspas. Citações longas admitem o uso de parágrafo normalmente. (MEDEIROS, 2002).

4.3 SISTEMA AUTOR-DATA

Neste sistema, a indicação da fonte é feita entre parênteses, após a citação, com o sobrenome de cada autor ou o nome de cada entidade responsável, em letras maiúsculas, seguido de vírgula e da data de publicação e do número das páginas da citação. Quando o sobrenome do autor está citado na frase fora dos parênteses, segue o padrão gráfico da redação do texto (minúsculo). Quando o sobrenome do autor está dentro dos parênteses, usam-se letras maiúsculas. Notas de rodapé apenas serão utilizadas no sistema autor-data quando tratarse de notas explicativas ou quando forem endereços eletrônicos com indicações de sites, instituições, entre outros, que não constituírem o referencial teórico do trabalho.

4.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes

No sistema autor-data, quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes, mas se mesmo assim existir coincidência coloca-se os prenomes por extenso.

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4.3.2 Diversos documentos de mesma autoria

No sistema autor-data, quando existirem diversas citações de documentos de mesma autoria, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, depois da data e sem espacejamento, conforme a ordem na lista de referências.

4.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação

No sistema autor-data, na citação da mesma publicação com dois autores, separam-se os autores com ponto e vírgula. Se houver mais de três autores usa-se o sobrenome do primeiro autor acompanhado da expressão latina et al.

4.3.4 Citação indireta

Segundo Clóvis do Couto e Silva (1998), o grau de proximidade ou distância das relações entre indivíduos é dado juridicamente relevante. O grau mínimo de contato é a pertinência ao mesmo grupo social.

4.3.5 Citação direta curta

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.” (LIMA VAZ, 2000, p. 234).
Ponto dentro das aspas e letra maiúscula

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, definida por Lima Vaz (2000, p. 234) “pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação”.
Letra minúscula Ponto fora das aspas

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4.3.6 Citação direta longa

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais seres vivos. (LIMA VAZ, 2000, p. 234).

4.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ)

As notas de referência são notas que indicam as fontes consultadas ou que remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Devem estar localizadas na margem inferior da mesma página, onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de cinco centímetros e digitadas em espaço simples, fonte tamanho 10. Para fazer a chamada das notas de rodapé, use algarismos arábicos sobrescritos em sequência única e consecutiva. Caso o trabalho seja dividido em capítulos ou partes, a norma determina que se reinicie a numeração das notas de rodapé a cada divisão. No corpo do trabalho, o número da nota aparece sempre após o sinal de pontuação que fecha a citação (MEDEIROS, 2004, p. 197). No rodapé, o número de chamada da citação deve ficar em destaque, alinhando-se todo o texto pela primeira letra da primeira palavra. No texto: Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a possibilidade de pessoas separadas de fato manterem união estável com terceiros. Nesse sentido, cumpre transcrever:
Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro, tendo direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que tenham convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido prole.¹

No rodapé
_____________________
¹ SÃO PAULO. Tribunal de Justiça. Apelação n. 544.013-00/99, Relator: Des. Manuel Ramos, 1999.

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Algumas universidades orientam seus alunos a fazer o rodapé da jurisprudência de forma resumida, contendo apenas as informações essenciais para identificação da fonte. No rodapé, sempre que se cita uma obra pela primeira vez, deve-se fazer sua referência completa, a não ser que seja de legislação as citações subsequentes podem ser referenciadas utilizando-se as expressões latinas (NBR 10520), desde que no mesmo rodapé. Na citação subsequente de uma obra já citada no trabalho, porém em outro rodapé, deverá constar, novamente, a referência completa. Seguem instruções sobre o uso das expressões latinas: Ibidem ou Ibid. (na mesma obra): só deve ser utilizado quando forem realizadas várias citações de um mesmo documento, variando apenas as páginas das quais se extraíram os trechos citados. Idem ou Id. (do mesmo autor): substitui o nome, quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. Op. cit. ou opus citatum, opere citato (na obra citada): utilizado em seguida ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de outras notas. Loc. cit. ou loco citato (no lugar citado): empregado para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver intercalação de outras notas de indicação bibliográfica.

Outras expressões latinas podem ser utilizadas para otimizar as referências de citações no rodapé: et seq. (seguinte ou que se segue): usado quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Nesse caso, indica-se a primeira página, seguida da expressão. passim (aqui e ali; em vários trechos): utilizado quando se faz referência a diversas páginas de onde tenham sido compiladas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Menciona-se a página inicial e a final do trecho que contém as definições ou conceitos utilizados.

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cf. (confira): usualmente empregado para fazer referência a trabalhos de outros autores que não fazem parte do referencial teórico. et al. (e outros): utilizado sempre que houver mais de 3 autores. e.g. (por exemplo): (“... dele não existe um exemplar, e.g., um selo ...”). i.e. (isto é): usado como nota explicativa (“Emprazar, i.e., dar um prazo”).

Poderão ser inseridas no mesmo rodapé as notas de citação e as notas explicativas, numeradas sequencialmente.
Expressão Ibidem* Ibid. Significado Do mesmo autor, na mesma obra Exemplo no rodapé __________ ¹ FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 37. ² Ibidem, p. 98. ³ Rovinografia (doomwriting) significa visão fatalmente pessimista do futuro. __________ ¹ FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 85. ² Idem. Ambientalismo. Santa Maria: Ed. UFSM, 1996. p. 47. __________ ¹ SHAKESPEARE, William. O mercador de Veneza. Rio de Janeiro: Lacerda, 1999. p. 29. ² SCHOPENHAUER, Arthur. Como vencer um debate sem precisar ter razão. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003. p. 258. ³ SHAKESPEARE, op. cit., p. 31. __________ ¹ JUND,Sergio. Auditoria. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. p. 250-267. ² JUND, loc. cit. __________ ¹ GUIMARÃES, Isaac Sabbá. Nova lei antidrogas comentada. Curitiba: Juruá, 2006. p. 301 et seq. __________ ¹ FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Estado de direito e constituição. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2004. passim.

Idem* Id.

Mesmo autor, mas em outra obra

Opus citatum* Opere citato op. cit.

Obra citada

Loco citato* loc. cit.

No lugar citado (mesmo autor, mesma obra, mesma página) Seguinte Que se segue

Sequentia et seq.

Passim

Aqui e ali Em diversas páginas

* Expressões que só podem ser usadas na mesma página ou na folha da citação a que se referem. Ao trocar de página, volta-se a usar a forma de referência completa.

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Vale salientar que a jurisprudência deve ser citada preferencialmente a partir dos Tribunais ou de alguma revista científica, nunca de sites aleatórios da Internet. Também a legislação deve ser citada a partir do site do SICON (Senado Federal), Presidência da República ou dos Diários Oficiais, não utilizando os Vade-Mécuns nem sites aleatórios da Internet. Deve-se, portanto, buscar as informações nas fontes primárias, sempre que possível. A consulta de legislação e jurisprudência deve ser realizada em sites próprios para sua divulgação. Por serem longas, as referências em rodapé de legislação e jurisprudência, podem ser apresentadas em formato reduzido já na primeira vez em que ocorrem no texto.

4.4.1 Citação indireta

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos a subsistência e a manifestação.¹
___________________ ¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p. 234.

4.4.2 Citação direta curta

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.”¹
___________________ ¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p. 234.

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4.4.3 Citação direta longa A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais seres vivos.¹

___________________

¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p. 234.

4.5 SUPRESSÕES

A supressão é a eliminação de uma parte do trecho que se está citando. Usase o colchete com reticências [...] no início, no meio ou no final de uma citação para marcar onde ocorre a supressão. A supressão de parágrafo(s) inteiro(s) é indicada por linha pontilhada. (MEDEIROS, 2002) Numa citação longa de legislação poderão ser inseridos os artigos e parágrafos exatamente como constam no documento original, indicando-se a supressão de algum deles por uma linha pontilhada. Quanto à incidência de IR sobre o rendimento de operações efetuadas com o ouro, a Lei nº 7.766 deixa claro que:

Art. 4º O ouro destinado ao mercado financeiro sujeita-se, desde sua extração inclusive, exclusivamente à incidência do imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários. ..................................................................................................................... Art. 8º O fato gerador do imposto é a primeira aquisição do ouro, ativo financeiro, efetuada por instituição autorizada, integrante do Sistema Financeiro Nacional. ..................................................................................................................... Art. 13º Os rendimentos e ganhos de capital decorrentes de operações com ouro, ativo financeiro, sujeitam-se às mesmas normas de incidência do imposto de renda aplicáveis aos demais rendimentos e ganhos de 1 capital resultantes de operações no mercado financeiro.

_________________
¹ BRASIL. Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989.

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4.6 INTERPOLAÇÕES

A interpolação é a inserção de comentários ou observações que o redator do trabalho acadêmico faz na citação para facilitar a leitura, salientando ou explicando alguma expressão do trecho. Quando usados, os colchetes devem aparecer sem reticências, junto à citação. [ ]

4.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD)

É aquela em que o autor do texto não tem acesso direto à obra citada, valendo-se de citação constante em outra obra, ou seja, é a menção de um documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento por ter sido citado em outro trabalho. Deve-se primar pelo acesso à fonte primária, isto é, pela utilização da obra em que se encontra, em primeira mão, a informação que se deseja utilizar. Porém, se isso não for possível, faz-se a citação de citação, ou seja, a citação de um texto que se teve acesso a partir de outro documento. No trabalho, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) da fonte primária, não consultada, seguido da expressão “apud”, que significa “citado por, conforme” e o sobrenome do autor do documento consultado. Mas, na lista de referências, ao final do trabalho, deverá aparecer somente a referência completa do documento consultado, não mais aparecendo o autor da citação indicada por apud.

4.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ

Deve vir sempre entre aspas, independentemente de sua extensão. A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. ¹
___________________
¹ “Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética.” (LIMA VAZ, 2000. p. 234).

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4.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO

Quando citados textos em língua estrangeira devem constar no trabalho o trecho na língua original e a tradução do mesmo. A tradução pode ser feita em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa”. O inverso também pode ocorrer.

4.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES

Quando se quer referir, numa única citação, ideias de vários autores, defendidas em diversas publicações, mencionadas simultaneamente, deve-se respeitar a ordem cronológica, elencando as referências da mais antiga para a mais recente (para trabalhos do mesmo ano, adota-se o critério da ordenação alfabética a partir do último sobrenome do autor).

4.11 ERROS GRÁFICOS

Quando, numa citação, há erro gráfico ou de outra natureza, deve-se manter o texto original, seguido da expressão latina [sic], que informa ao leitor não se tratar de um engano do autor, e sim a forma como é apresentado o texto no original.

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5 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

Referências

são

conjuntos

padronizados

de

elementos

descritivos,

considerados essenciais ou complementares, que permitem a identificação individual, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais e que tenham sido utilizados para a produção do trabalho. A NBR 6023 estabelece os elementos a serem incluídos em referências. É elemento obrigatório mesmo quando se faz uso do sistema de citação de notas de rodapé, pois reúne, em um só lugar, todo embasamento teórico do trabalho. Todo o autor citado no texto deve constar na lista de referências ao final do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja extrema necessidade de referenciar material bibliográfico sem alusão explícita no texto, isso deve ser feito após as referências, sob o título “Bibliografia Consultada”. Para algumas instituições de ensino, quando o trabalho trouxer muitas citações de legislação e jurisprudência, pode ser elaborada uma lista em separado da bibliografia, denominada "Legislação e Jurisprudência Consultadas". Os elementos essenciais a serem referenciados são as informações indispensáveis à identificação do documento, estando estritamente vinculados ao seu suporte. Os elementos complementares são informações que facilitam a caracterização dos documentos, podendo ser dispensados. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências. As referências devem ser apresentadas alfabeticamente, com alinhamento pela margem esquerda, e separadas entre si por um espaço simples em branco (NBR 14724), obedecendo aos seguintes critérios: a) os autores deverão ser referenciados iniciando-se com seu sobrenome em caixa alta, seguido de seu prenome em caixa baixa. O prenome pode ser redigido por extenso ou abreviado (apenas a primeira letra), no entanto, dentro do possível, deve haver padrão ao longo de todo o trabalho. Caso opte escrever por extenso, tente fazê-lo ao longo de todo o texto;

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b) quando a responsabilidade do documento é uma entidade, todo o nome da entidade deve ser registrado em caixa alta, por extenso, e em ordem direta; c) os nomes dos autores, pessoais e/ou de entidades, devem ser separados por ponto e vírgula. Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, seguido da expressão et al. (essa abreviatura significa: “e outros”). A entrada é dada para o autor que estiver em primeiro na indicação de autoria da obra; d) quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deverá ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador, etc.), entre parênteses; e) quando não existir nenhuma indicação de responsabilidade da publicação, a referência inicia pelo título da obra, usando-se apenas a primeira palavra toda em caixa alta. Neste caso, não haverá grifo em nenhum elemento, pois o destaque já está no título em caixa alta; f) recomenda-se o uso de negrito ou itálico para dar destaque ao título do livro, nome do periódico, etc. Uma vez escolhido um recurso, ele deve ser utilizado em todas as referências do trabalho; g) título e subtítulo devem ser reproduzidos. São separados por dois pontos, mas só o título deve ser destacado por recurso tipográfico; h) a edição deve ser transcrita utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento; i) indicam-se emendas e acréscimos à edição também em forma abreviada; j) deve-se escrever o nome completo do lugar em que o livro tenha sido publicado, sem abreviar. Quando o local de publicação não aparece no documento, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l.];

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k) o nome da editora deve ser escrito sem os elementos jurídicos. Quando o nome da editora não puder ser identificado no documento, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.]; l) quando o local e o nome da editora não puderem ser identificados na publicação, usam-se ambas as expressões [S.l.: s.n.]; m) quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada, não é indicada; n) quando a editora pertencer a uma instituição de ensino, incluir Ed. antes do nome; o) caso nenhuma data de publicação puder ser identificada no item, registrase uma data aproximada entre colchetes; p) quando se referenciam obras de mesma autoria, sucessivamente, na mesma página, podem ser substituídas, nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. Assim, quando se tem mesma autoria e mesmo título, de várias edições, ambos os elementos são substituídos por traços sublineares nas referências seguintes à primeira.

5.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. COLZANI, Valdir Francisco. Guia para redação do trabalho científico. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2006. TÍTULO: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. (obra cuja autoria não é determinada, entrada pelo título) HIGH technology. Beverly Hills: Sage, 1985.

41

5.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS SOBRENOME, Prenome (do autor do capítulo). Título do Capítulo. In: SOBRENOME, Prenome (do autor do livro). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. Página inicial-página final do capítulo ou volumes consultados. BORSOI, Izabel Cristina Ferreira. A saúde da mulher trabalhadora. In: CODO. Wanderley; SAMPAIO, José Jackson Coelho (Org.). Sofrimento psíquico nas organizações. Rio de Janeiro: Vozes, 1995. p. 115-126.

Quando o autor do capítulo for o mesmo do livro por inteiro, pode-se substituir seu nome por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. VIANNEY, João; TORRES, Patrícia Lupion; SILVA, Elizabeth Farias da. Redes de cooperação: os consórcios em direção à universidade virtual. In: _______. A universidade virtual no Brasil: o ensino superior a distância no país. Tubarão: Unisul, 2003. p. 81-250.

5.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Ano. Número de folhas. Indicação de tipo de documento (tese, dissertação, monografia, trabalho de conclusão de curso). Grau (Bacharelado, Licenciatura, Especialização, Mestrado ou Doutorado) e área de concentração, entre parênteses – Instituição, local, data de defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver). FELIPPE, Beatriz Tricerri. A construção da docência para o ensino médio: políticas públicas educacionais em ação. 2000. 273 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2000.

5.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo (se houver). Título do periódico, local, número do volume, número do fascículo, páginas inicialfinal, mês e ano. PACHECO, Roberto Carlos dos Santos; KERN, Vinícius Medina. Transparência e gestão do conhecimento por meio de um banco de teses e dissertações: a experiência do PPGEP/UFSC. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 3, 2001. DOI : 10.1590/S0100-19652001000300009

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Em meio eletrônico: SILVA, Aloísio Firmo Guimarães da. Reflexos da Lei de porte de arma sobre a competência da Justiça Federal. Jus Navigandi, Teresina, ano 2, n. 25, jun. 1998. Disponível em: <http://jusuol.com.br/revista/texto/1123/reflexos-da-lei-de-porte-dearma-sobre-a-competencia-da-justiça-federal>. Acesso em: 14 abr. 2003.

5.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo. Título do jornal, local, dia mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. CLIMA da campanha esquenta. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2006, 1. Caderno, p. 17. ROCHA, Patrícia. Com os pés no chão: bailarinos e coreógrafos são obrigados a ter outras atividades para se sustentar. Zero Hora, Porto Alegre, 29 abr. 2002. Segundo Caderno, p. 6.

5.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS

Entrevistas não publicadas: AUTORIA. (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data. FERREIRA, Álvaro. Entrevista concedida a Orlando de Castro. São Paulo, 20 out. 2002. Entrevistas publicadas: AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa da entrevista. FIUZA, R. O ponto de lança. Veja, São Paulo, n. 1569, 24 fev. 1999. p. 11-13. Entrevista concedida a Miriam Leitão. Entrevistas publicadas em meio eletrônico: AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa da entrevista. Indicação de publicação. GUIMARÃES, Roberto Fiuza. Somos um, 17 jun. 2009. Vídeo em meio eletrônico (6min10s), son., color. Entrevista concedida à Pedro Moreira. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=fpY0nCcr-Hs&NR=1>. Acesso em: 03 mar. 2001.

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5.7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS AUTOR. Título da palestra. Ano em que foi proferida. Palestra realizada LOCAL em DATA. SILVA, J. C. L.; GOMES, M. L. S. Estratégia de marketing. 1989. Palestra realizada no Instituto Brasileiro de Tecnologia em 19 out. 2011.

5.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA AUTOR. Título do material. Data. Extensão do material. Nota de tipo de material. MACARIO, C. G. do N.; CAMARGO, F. B. Estudos de metodologias para produção de componentes. 1991. 54 p. Apostila. CAVALCANTI, M. L. Representação descritiva. 1989. 45f. Notas de aula.

5.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Título: subtítulo da publicação (se houver). Local: Editora, data. Número de páginas ou volumes. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais /htm>. Acesso em: 21 jan. 2000.

5.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS SOBRENOME, Prenome (do autor do trabalho). Título. In: NOME DO EVENTO, número do evento, data, local. Anais... Local: Instituição em que se realizou o evento, data. Páginas inicial-final. TEMPLE, Giovana; POKER, José Geraldo A. B. Inteligência artificial e o direito. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2000. Anais... Marília: Fundação de Ensino Euripides Soares da Rocha, 2000. p. 55-65. SILVEIRA, A. L. M. da; GOMES, L. da S. Ambiente de aprendizagem para leitura e interação. In: SEMANA DE EXTENSÃO, PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO, 5., 2009, Porto Alegre. Anais eletrônicos... Porto Alegre: UniRitter, 2009. 1 CD-ROM.

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5.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO1 NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Número da Lei e data da publicação. Indicação de publicação que divulgou a Lei (quando houver) e outros dados da publicação, como volume, número, páginas e ano. BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Planalto. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm>. Acesso em: 11 jan. 2011. BRASIL. Decreto 11.340, de 15 de janeiro de 1943. Senado. Disponível em: <http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=11097&tipoDocu mento=DEC&tipoTexto=PUB>. Acesso em: 12 jan. 2011.

Exemplo de Projeto de Lei: BRASIL. Projeto de Lei n. 8.035 de 2010. Planalto. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/PL/2010/msg701-101215.htm>. Acesso em: 12 jan. 2011.

Exemplos em publicação impressa: BRASIL. Decreto-Lei n. 2.481, de 3 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo. Brasília, 4 out. 1988. Seção 1, p. 19291-19292. BRASIL. Lei n. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/MP.leis/leis.texto.asp?id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

5.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES PAÍS, ESTADO. Constituição (data de promulgação). Título: subtítulo (se houver). Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).

1 Algumas universidades adaptam a orientação da norma, usando-a de forma resumida.

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BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em: 16 mar. 2011.

5.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS PAÍS. Título do código: subtítulo (se houver). Notas (se houver). Edição. Local: Editora, data. Páginas. (Série ou Coleção) BRASIL. Código Civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

5.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS2 Título. Número de edição. Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas. (Nome da série e/ou coleção, número). Vade-mécum: Saraiva. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2007.

5.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA3 NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Órgão judiciário competente. Tipo e número do documento. Partes envolvidas. Nome do relator precedido da palavra “Relator”. Data (dia, mês, ano). Indicação da publicação. Exemplos na internet:
RIO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça. Apelação Crime 70039495015. Apelante: José da Luz; Genival Luiz Silva. Apelado: Ministério Público do Estado. Relator: Des. Nereu José Giacomolli. Porto Alegre, 16 dez. 2010. Disponível em: <http://google4.tjrs.jus.br/search?q=cache:www1.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_proce sso.php%3Fnome_comarca%3DTribunal%2Bde%2BJusti%25E7a%26versao%3D%26versa o_fonetica%3D1%26tipo%3D1%26id_comarca%3D700%26num_processo_mask%3D70039 495015%26num_processo%3D70039495015%26codEmenta%3D3930394+acord%C3%A3o +6&site=ementario&client=buscaTJ&access=p&ie=UTF8&proxystylesheet=buscaTJ&output=xml_no_dtd&oe=UTF8&numProc=70039495015&comarca=Comarca+de+Bom+Jesus&dtJulg=16-122010&relator=Nereu+Jos%E9+Giacomolli>. Acesso em: 11 jan. 2011.

2 A legislação deve ser citada a partir de suas fontes primárias, como os diários oficiais. O SICON (do Senado Federal) e a página da Presidência da República também são fontes confiáveis e recomendadas. 3 Algumas universidades adaptam a orientação da norma, usando-a de forma resumida.

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BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. Disponível em: <http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em: 29 nov. 2007.

Exemplos em publicação impressa: Lex: BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível n. 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998. BRASIL. Superior Tribunal Federal. Ação Rescisória... Acórdão em ação rescisória n. 75-RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 2, n. 5, jan. 1990. p. 7-14.

Periódico: BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Mandado de Segurança n. 76.087-0/SP. Recorrente: Solange do Couto Melo. Recorrido: Carlos Pierucci do Espirito Santo. Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, 3 de março de 1998. Revista Forense, v. 344, ano 94, p. 322-325, out./dez. 1998.

Livro: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994, p. 16.

5.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Publicação que transcreveu e seus dados (conforme referência de periódico, livro, etc.). MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/port322_99.pdf>. Acesso em 12 jan. 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Consulex: leis e decisões, Brasília, v. 2, n. 18, jun. 1998.

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5.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES SOBRENOME, Prenome (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e número do parecer. Relator (se entrar pelo nome do órgão). Data do parecer. Dados da publicação que transcreveu o parecer. BAPTISTA, Luiz Olavo. Comissão de Intermediação (“Flat Fee”) – Exame da legalidade do pagamento e de sua fixação em empréstimo externo. 4 jun. 1984. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 595, p. 49-62, maio 1985.

Parecer de Projeto de Lei4: BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei n. 1.876/99. Parecer do relator deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Brasília, DF, 08 jun. 2010. 270f. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/sileg/integras/777725.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2010.

5.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS

Também referidos como: convenção, estatuto, carta, protocolo, ato, acordo. Nas referências, indique o título do tratado na língua portuguesa (se houver) e por extenso. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção de Viena sobre os Direitos dos Tratados, 22 maio 1969. Disponível em: <http://www.un.org/law/ilc/texts/treaties.htm>. Acesso em: 15 abr. 2005. ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Convenção 158, de 1982. Convenção sobre terminação da relação de trabalho. Disponível em: <http://www.ilo.org>. Acesso em: 19 ago. 2005.

4 Modelo elaborado por bibliotecários que atuam na área do direito.

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5.19 MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI)

BRASIL. Congresso. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios. Transcrição literal das notas taquigráficas da oitiva do depoente Sr. Luiz Gushiken. 2005. Disponível em: <http://www.cpmidoscorreios.org.br/depoimentos/luiz_gushiken14SET.htm>. Acesso em: 10 nov. 2008.

5.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS

CUSTEIO. In: ENCICLOPÉDIA e dicionário internacional. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1983. v. 6, p. 32-37. BOSSA-NOVA. In. SADIE, Stanley (Ed.). Dicionário grove de música: edição concisa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p. 124-125. OLIVEIRA, Bianca de. Twitter. In: Dicionário informal da internet. Porto Alegre: Do Autor, 2011. p. 50.

5.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD

O NOME da rosa. Direção: Jean-Jacques Annaud; Produção: Bernd Eichinger. São Paulo: Warner Home Video, 2004. 1 DVD (131 min.), widescreen, son. color. FAYOL: como administrar. Produção Salenger Films. São Paulo: Siamar, [2000]. 1 videocassete (14 min.), VHS, son. color. NÚCLEO de Comunicação e Computação Gráfica. Convênio da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre com a Faculdade Ritter dos Reis: delimitações das áreas especiais. Porto Alegre: Núcleo de Comunicações e Computação Gráfica, 2001. 1 CD-ROM.

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5.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO AUTOR da mensagem. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> em data de recebimento (dia, mês e ano). E-mail5: LIMA JUNIOR, José. Influência da cultura organizacional em processos de mudança [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <malurigo@uniritter.edu.br> em 20 set. 2007.

Lista de Discussão: BIOLINE Discussion List. List maintained by The Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <liserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 out. 2007.

5 As mensagens que circulam por intermédio de correio eletrônico têm caráter informal, interpessoal e efêmero, não sendo recomendável seu uso como fonte científica de pesquisa.

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6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As orientações apresentadas neste manual são referência obrigatória tanto para professores quanto para alunos, pois se baseiam nas normas estabelecidas pela ABNT. Caso ainda haja dúvidas, solicitamos que entre em contato com o(s) bibliotecário(s) do Sistema de Bibliotecas (SBU) da UFRGS.

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REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10542: preparação de folha de rosto de livro. Rio de Janeiro, 1988. ______. NBR 5892: normas para datar. Rio de Janeiro, 1989. ______. NBR 6033: ordem alfabética. Rio de Janeiro, 1989. ______. NBR 12899: catalogação na publicação de monografias. Rio de Janeiro, 1991. ______. NBR 6023: referências. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 10520: informação e documentação - citações em documentos apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 6028: resumo. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento escrito. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6034: índice. 2. ed. Rio de Janeiro, 2004. ______. NBR 6029: livros e folhetos. 2. ed. Rio de Janeiro, 2006. ______. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos apresentação. 3. ed. Rio de Janeiro, 2011. ______. O que é normalização. [Rio de Janeiro, 2011]. Disponível em: <http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931>. Acesso em: 28 abr. 2011. BRASIL. Lei n. 5869, de 11 de janeiro de 1973. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5869.htm>. Acesso em: 07 maio 2012. BRASIL. Senado Federal. Manual de elaboração de textos. Brasília: Senado Federal, Consultoria Legislativa, 1999. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/senado/conleg/manualdeelaboracaodetextos.pdf>. Acesso em: 17 set. 2010. BUSATTO, Carlos Ernesto Maranhão. Reflexões críticas acerca do papel e significado do interesse público no direito administrativo brasileiro. 2011. 127 f. Dissertação (Mestrado em Direito Público) – Programa de Pós-Graduação em Direito, Faculdade de Direito, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.

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COLZANI, Valdir Francisco. Guia para redação do trabalho científico. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2006. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993. MATTOS, Ana Maria; FRAGA, Tânia. Normas para apresentação de trabalhos acadêmicos da Escola de Administração: adequada à NBR 14724 de 2011. Porto Alegre: Escola de Administração – UFRGS, 2011. Disponível em: <www.ea.ufrgs.br>. Acesso em: 07 maio 2012. MEDEIROS, João Bosco. Manual de redação e normalização textual: técnicas de editoração e revisão. São Paulo: Atlas, 2002. ______. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004. NEGRA, Carlos Alberto Serra; NEGRA, Elizabete Marinho Serra. Manual de trabalhos monográficos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.