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Administração por objetivos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Administração e o seus objetivos são um processo de entendimento dos objetivos de uma organização, de maneira que a administração e funcionário desempenhem as suas funções em função desses objetivos e que os compreendam. O termo Administração por Objetivos foi introduzido popularmente por Peter Drucker em 1954 em seu livro The Practice of Management. Qualquer gestor facilmente encontra problemas em compreender e concordar com os funcionários, a respeito de o que se pretende atingir. A APO consiste, basicamente, num processo que requer a identificação e descrição precisas de objetivos (a atingir) e prazos para conclusão e monitorização. Tal processo exige que o gestor e o funcionário concordem no que a administração pretende atingir no futuro e que todos desempenharão as suas funções em função dos objetivos (de outra forma se conseguirá a noção de compromisso). Por exemplo, independentemente do que for debatido entre gestor e funcionário no dia-a-dia, suponha-se que ambos concordam acerca da introdução de um indicador de performance que relate o desenvolvimento das vendas de uma parte da organização. Então, o gestor e funcionário necessitam discutir o que está a ser planejado, qual o prazo e as várias interpretações que indicador pode assumir. Por conseguinte, ambos devem certificar-se que o objetivo está a ser considerado e que será concluído no tempo estipulado. Todas as organizações observam falta de recursos e, como tal, incumbe-se ao gestor que considere o nível de abastecimento mas também se os objetivos abordados em grupo pela organização serão os mais indicados e se representam a melhor alocação de esforço. Também, Sistemas de informação de gestão confiáveis são necessários para estabelecer objetivos relevantes e monitorar as taxas de sucesso, sob o ponto de vista dos objetivos.

Características principais [editar]
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1. Estabelecimento conjunto de objetivos entre o executivo e seu superior. 2. Estabelecimento conjunto de objetivos para cada departamento ou posição. 3. Interligação dos objetivos departamentais. 4. Elaboração de planos táticos e operacionais, com ênfase na mensuração e no controle. 5. Contínua avaliação, revisão e reciclagem dos planos. 6. Participação atuante de chefia. 7. Apoio intenso do staff durante os primeiros períodos. 8. Motivação dos trabalhadores de sua empresa

Categoria:Administração

A T. . ao desenvolver princípios unificadores que atravessam verticalmente os universos particulares das diversas ciências envolvidas. de natureza completamente diferentes. Outro fator também de significativa importância é o feed-back que deve ser realizado ao planejamento de todo o processo.G. A Teoria de Sistema permite reconceituar os fenômenos em uma abordagem global. mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar condições de aplicação na realidade empírica. Teoria dos sistemas começou a ser aplicada na administração principalmente em função da necessidade de uma síntese e uma maior integração das teorias anteriores (Científicas e Relações Humanas. influenciam em todo o processo existente na Organização. externas e internas que. são:    Existe uma nítida tendência para a integração nas várias ciências naturais e sociais .  Isso pode levar a uma integração muito necessária da educação científica. mantendo um continuo intercâmbio de matéria/energia/informação com o ambiente. Essa integração parece orientar-se rumo a uma teoria dos sistemas. a enciclopédia livre. através de uma aceitação natural e não imposta para atingir as metas estabelecidas.S. publicados entre 1950 e 1968.A administração por objetivos é dependente da sinergia entre líder direto e executor(es).G. aproxima-nos do objetivo da unidade da ciência.  Essa teoria de sistemas. Teoria geral de sistemas Origem: Wikipédia. são analisados como “sistema abertos”.S. especialmente as ciências sociais. na maioria das vezes.) surgiu com os trabalhos do biólogo alemão Ludwig von Bertalanffy. Essa teoria de sistemas pode ser uma maneira mais abrangente de estudar os campos não físicos do conhecimento científico. sejam indivíduos ou organizações. O mais importante ou tanto quanto é a identificação do maior número de variáveis possíveis. não busca solucionar problemas ou tentar soluções práticas. A importância da TGS é significativa tendo em vista a necessidade de se avaliar a organização como um todo e não somente em departamentos ou setores. permitindo a inter-relação e integração de assuntos que são. Os sistemas vivos.G. Estruturalista e Comportamental oriundas das Ciências Sociais) e da intensificação do uso da cibernética e da tecnologia da informação nas empresas. Os pressupostos básicos da T. de alguma forma.S. A teoria geral de sistemas (também conhecida pela sigla. T.

por meio de entradas e saídas. para sobreviver devem reajustar-se constantemente as condições do meio. de acordo com certas características básicas. pois não sofrerá nenhuma influência do meio ambiente. Na realidade. e os sistemas abstratos somente se realizam quando aplicados a algum sistema físico. idéias.  Quanto a sua natureza:  Fechados: não apresentam intercâmbio com o meio ambiente que os circunda. . sendo assim não recebem nenhuma influencia do ambiente e por outro lado não influenciam. Não recebem nenhum recurso externo e nada produzem que seja enviado para fora. Ex: A matemática é um sistema fechado. Os sistemas abertos trocam matéria. isto é. hipóteses e idéias que muitas vezes só existem no pensamento das pessoas (conceitos.  Abertos: são os sistemas que apresentam relações de intercâmbio com o ambiente.  Abstratos ou conceituais: quando compostos por conceitos. planos. São eminentemente adaptativos. sempre 1+1 será 2. há uma complementaridade entre sistemas físicos e abstratos: os sistemas físicos precisam de um sistema abstrato para funcionar. planos. de maquinaria e de objetos e coisas reais (equipamento.Índice [esconder]      1 Tipos de sistemas 2 A organização como um sistema aberto 3 Principais características das organizações 4 Direito e Teoria dos Sistemas 5 Referências Tipos de sistemas [editar] Há uma grande variedade de sistemas e uma ampla gama de tipologias para classificá-los.  Quanto a sua constituição:  Físicos ou concretos: quando compostos de equipamento. energia e informação regularmente com o meio ambiente. hardware). software). objetos.

c) Reação ao ambiente: o animal reage frente as mudanças ambientais para sua sobrevivência. adoecem ou morrem e devem ser regenerados ou recolocados no sentido de sobreviver no conjunto. respondendo a muitas variáveis.A organização como um sistema aberto [editar] As organizações são por definição sistemas abertos. Principais características das organizações [editar] a) Comportamento probabilístico: as organizações são sempre afetadas pelas variáveis externas. b) Processamento: no animal. O ambiente é potencialmente sem fronteiras e inclui variáveis desconhecidas e incontroladas. vendas ou contabilidade. pois não podem ser adequadamente compreendidas de forma isolada. aposentar-se. complexo e nem sempre previsível. mas também de dados de compras. – sistema social num ambiente sem fronteiras. (As mudanças ocorrem face ao que o mercado demanda). O comportamento humano nunca é totalmente previsível. a comida é transformada em energia e suprimento das células. a produção é equivalente a esse ciclo animal. tenham um comportamento previsível e de acordo com suas expectativas. não só do significado de suas funções. que afetam seu comportamento. . As máquinas podem tornar-se obsoletas. Funções primárias das organizações: a) Ingestão: as organizações adquirem ou compram materiais para processá-los de alguma maneira. empregados e recursos financeiros. As pessoas são complexas. mas sim pelo inter-relacionamento entre diversas variáveis internas e externas. Por esta razão a administração não pode esperar que os consumidores. Para assistirem outras funções. Os materiais são processados havendo certa relação entre entradas e saídas no qual o excesso é o equivalente a energia necessária para a sobrevivência da organização (transformação em produtos). mudando seus materiais. e) Regeneração das partes: as partes do organismo perdem sua eficiência. no processo ou na estrutura. desligar-se da firma ou então morrer. Ele deve adaptar-se as mudanças. e são recompensados principalmente sob a forma de salários e benefícios. f) Organização: administração e decisão sobre as funções. que mantêm estreita relação entre si. As alterações podem efetuar-se nos produtos. d) : os participantes da organização são supridos. Ambos os homens e máquinas devem ser mantidos ou recolocados – manutenção e substituição. Tal como os organismos vivos. Os membros das organizações também podem adoecer. fornecedores. produção. como os organismos vivos que ingerem alimentos para suprirem outras funções e manter a energia. Por outro lado as conseqüências dos sistemas sociais são probabilísticas e não-determinadas. mas que podem ser estudadas individualmente. As organizações também reagem ao ambiente. as organizações têm seis funções primárias ou principais. Na organização. consumidores.

o que provoca perdas e desperdícios. Nem sempre a fronteira de um sistema existe fisicamente. enquanto a adaptabilidade leva a ruptura. A soma das partes é maior do que o todo (2 + 2 = 5 ou mais). de se corrigir e de obter novos e melhores resultados. É um processo inverso a sinergia. Para tanto vide seu Pensamento Sistemático e Conceito de . A entropia leva o sistema à perda de energia. –fronteiras permeáveissobreposições e intercâmbios com os sistemas do ambiente. e) Fronteiras ou limites: é a linha imaginária que serve para marcar o que está dentro e o que está fora do sistema. c) Interdependência entre as partes: uma organização não é um sistema mecânico. As interações internas e externas do sistema refletem diferentes escalões de controle e da autonomia. f) Morfogênese – capacidade de se modificar. Antropologia ou Economia (econômico e cultural). – tendência a estabilidade e equilíbrio X tendência ao atendimento de novos padrões. as partes precisam ser coordenadas por meio de integração e de trabalho. Ambos os processos precisam ser levados a cabo pela organização para garantir a sua viabilidade. Estabilidade e mudança. pode-se apontar Claus-Wilhelm Canaris como uma doutrina que pode ofertar. como sistemas abertos. h) Sinergia . – ajuste constante entre grupos internos e externos.conseqüência da falta de relacionamento entre as partes de um sistema. a soma das partes é menor que o todo (2 + 2 = 3). à mudança e à inovação.esforço simultâneo de vários órgãos que provoca um resultado ampliado. Direito e Teoria dos Sistemas [editar] Para aplicação da Teoria Geral dos Sistemas no âmbito do Direito. de determinar o crescimento e as formas da organização. como estudado mais propriamente na Sociologia. g) Resiliência . Em face da diferenciação das partes provocadas pela divisão do trabalho. Essas interações entre os elementos produzem um todo que não pode ser compreendido pela simples investigação das várias partes tomadas isoladamente. – divisão de trabalho. as diversas possibilidades que o tema apresenta no Direito contemporâneo. sinteticamente.b) Parte de uma sociedade maior: as organizações são vistas como sistemas dentro de sistemas. decomposição e desintegração. As organizações. d) Homeostasia versus adaptabilidade: a homeostasia(auto regulação) garante a rotina e a permanência do sistema. Uma variedade de subsistema deve cumprir a função do sistema e as suas atividades devem ser coordenadas. apresentam a capacidade de enfrentar e superar perturbações externas provocadas pela sociedade sem que desapareça seu potencial de autoorganização.capacidade de o sistema superar o distúrbio imposto por um fenômeno externo. no qual uma das partes pode ser mudada sem um efeito concomitante sobre as outras. integração e controle. Os sistemas são complexos de elementos colocados em interação. coordenação. Rotina e ruptura. i) Entropia .

a partir da teoria dos sistemas e da cibernética. também dialogam com as esferas de sistemas e suas teorias. dialógica e teoria da complexidade. que também é central para o início da corrente sistêmica na Sociologia moderna. como a Escola da Exegese e a Pandectista. matrizes contemporâneas começam a trabalhar com a teoria do caos. como também de Niklas Luhmann e sua visão autopoiética em umPensamento Sistêmico. São diversas Escolas que se valem das noções de sistema. como no caso de Canaris e a Escola do Pensamento Sistemático. No direito civil-constitucional. .Sistema na Ciência do Direito. em tradução portuguesa (Calouste Gulbenkian) efetivada pelo eminente Prof. Mesmo escolas de base oitocentista.Menezes Cordeiro.