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DIRETRIZES & ORIENTAÇÕES PARA O HOMEM CONGREGACIONAL

Introdução
1

Amado irmão em Cristo Jesus, Ao elaborarmos o presente trabalho, moveu-nos o desejo de passar para os Homens Congregacionais uma visão, a mais abrangente possível, das atividades e participações, que cada um, h seu tempo, em con!ormidade com os seus dons pessoais e espirituais, deva desenvolver na igreja a que pertence, na sua "nião de Homens, na #ederação, na Con!ederação e por e$tensão, na %enominação&

Perfil do Homem
A desin!ormação leva o homem ao isolamento e na maioria das ve'es, at( ao !racasso pessoal e espiritual, pois o homem possui dentro de si uma s(rie de motivos que o impulsionam a lutar pela sobreviv)ncia& *uitos são aqueles onde a vida ( pautada pela ang+stia, pela incerte'a e permanente descon!iança sobre tudo que e$iste , sua volta& -a proporção em que o modernismo aumenta, a d+vida se torna uma constante, pois como con!iar, se todos os motivos da sobreviv)ncia o levam primeiramente a pensar no dia seguinte& .ste desequilíbrio impulsiona-o para atitudes de contradição, sendo e$atamente neste momento, que a ra'ão perde sua !orça& / homem deve manter seu modo independente de pensar, seja qual !or a opinião p+blica& %eve ser tranq0ilo e calmo, paciente, não deve gritar nem se desesperar& %eve pensar com clare'a, !alar com intelig)ncia, viver com simplicidade& %eve ser do !uturo e não do passado, não despre'ar nenhum ser humano, não ser vaidoso, ser humilde, não andar , cata de aplausos, não se o!ender com !acilidade&

Visão Hierárquica
.m ra'ão do estabelecimento da melhor !orma hier rquica de condu'ir todos os trabalhos, bem como o da busca permanente pelo aumento do crescimento espiritual, os homens Congregacionais, administrativamente são divididos em "-12.3 e #.%.4A52.3, sob a (gide da C/-#."H.C 6 Con!ederação das "niões de Homens .vang(licos Congregacionais do 7rasil, que por e$tensão ( um dos 8rgãos Consultivos da "1.C7 6 "nião das 1grejas .vang(licas Congregacionais do 7rasil&

UNIÃO
2

o !ortalecimento da Con!ederação& Cada "nião. quando da reali'ação do congresso pr=prio& Dido e discutido. @A e BA 3ecret rios e @A e BA Cesoureiros. AC1?1%A%. podendo tamb(m eleger um Conselheiro. e diretoria pr=pria& %a mesma !orma. cuja escolha poder 3 . a qual !ortalecida pelas uniões da sua base de sustentação. podendo eleger ainda um conselheiro. dever elaborar um A-C. um ?ice >residente. eleitos livremente entre os associados de cada "nião. que pelas suas características de constituição e interligação hier rquica. tamb(m prima e luta pelo mesmo interesse comum& A !inalidade de cada #ederação ( a mesma da Con!ederação. a comunhão no Espírito. tem sua base constituída no agrupamento dos homens da igreja a que pertence. o sucesso de cada união local. atuante e operosa. #ederação cabe a responsabilidade de dar suporte direto . sendo que . com ênfase na promoção da fé cristã evangélica através de ações evangelísticas e mission rias!" -as reuniões de cada união são tratados os mais di!erentes assuntos inerentes .C/ do >DA-/ %. isto (. a edificação na Palavra de Deus. @A e BA secret rios e @A e BA tesoureiros. ser trans!ormado em >DA-/ %. sendo que o >astor da 1greja ( o >residente de Honra& Anteriormente a cada eleição. "m ?ice >residente. no Embito regional. as #ederações. vai determinar o sucesso da sua #ederação. as diversas uniões de homens. signi!icando di'er que o nível de ação ( bem menor que o da Con!ederação& Assim. união !orte. o qual dever ser apresentado em plen rio. indicada para as "niões. tendo regulamento 9vide minuta no ane$o A< e diretoria pr=pria& As diretorias são constituídas por um >residente. a qual. por conseguinte.3 9vide minuta no ane$o 7<. ensejar na linha de hierarquia. comunidade evang(lica a que est vinculada. por(m de uma mesma 9 #$$%&I#'(% )E*I%+#. para o e$ercício seguinte. oriundas das igrejas que compõem a região a que pertençam& Camb(m e$ercem suas atividades. valendo salientar. al(m de reconhecer o mesmo governo. t)m como base de apoio.9: a associação de homens de uma determinada Igreja local reunidos para promover integração fraternal.<. as diretorias das #ederações são constituídas por um >residente. com base em regulamento 9vide minuta no ane$o C e %<. AC1?1%A%. para o e$ercício para o qual a mesma !oi eleita& FEDER !ÃO 4e!lete a união de di!erentes uniões. ser colocado em votação e em sendo aprovado.3 para a nova diretoria e.>4/J.s uniões. a diretoria em e$ercício.

C7 6 "nião das 1grejas . na 1. semin rios.C de Queimados. do Hino Congregacional nA JKH do 3almos L Hinos.recair no nome de um e$-presidente da #ederação. *inist(rios e #ederações de homens evang(licos Congregacionais a ela !iliadas. R/ ?aronilS passou a pertencer a "ONFEUHE". desde #$ de %aneiro de #&'(.C tem ainda como objetivos. buscando o crescimento da causa de nosso 3enhor e 3alvador Jesus Cristo aqui na terraN c< Au$iliar e incentivar as igrejas e congregações !iliadas a "1.C publica / ?A4/-1D. a organi'arem suas "niões ou *inist(rios de Homens locais. de um o!icial ou no de um pastor da região. as Associações 4egionais suas respectivas #ederaçõesN d< Crabalhar e desenvolver atividades que envolvam as #ederações. para ser o Hino /!icial. das #ederações e respectivas "niões& Con!orme Art& JK M@A e MBA do 4egimento 1nterno da "1."H.vang(licos& Congregacionais do 7rasil para ser o seu =rgão in!ormativo. tendo sua 3ede na cidade do 4io de Janeiro& 1ndependente da participação como =rgão consultivo.C7. a C/-#. "niões e *inist(rios a !im de que ocorra progresso %enominacional a nível local. de acordo com uma resolução do O Congresso da #. antes da divisão regional.vang(licos Congregacionais do 7rasil. palestras e outras que proporcionem a consolidação e integração %enominacional& A C/-#. ap=s a reali'ação em BHI@@I@FGB de um pr(congresso. seria o!erecido . mais conhecida pela sua tradicional sigla. tanto em nível de Con!ederação. como =rgão o!icial da mesma& 4 ."H. #ederações e do seu pr=prio trabalho& / ?A4/-1D teve sua origem."H."H. regional e nacionalN e< %esenvolver atividades que levem ao crescimento espiritual. peri=dico de circulação trimestral utili'ado para divulgar notícias oriundas das 1grejas. em agosto de @FGP. !icou decidido que o jornal R/ ?A4/-1DS. "niões.C !oi organi'ada em -ovembro de @FGB. a< Articular atividades que apro$imem as "niões. intelectual e social do homem evang(lico Congregacional atrav(s de eventos. incentivando-as a que trabalhem com um !im comum& b< /rientar e coordenar o trabalho masculino %enominacional.C7. reali'ado na 1. a C/-#. C/-#.vang(licas Congregacionais do 7rasil."H. isto (.C de 3ão João de *eritiI4io de Janeiro& %estaque especial para o escolha entre os homens.C-PJ. !utura Con!ederação de Homens .C ( tamb(m um dos =rgãos consultivos da "1. no Embito da !ederação& "ONFEDER !ÃO A Con!ederação das "niões de Homens . bem assim.

C 9"nião de Homens . !ormam a base administrativa para o desenvolvimento das atividades dos Homens Congregacionais em geral& Ela)orado *or+ >b& Alcino Jos( #urtado Partici*aç.C."H."H. "H.vang(licos Congregacionais<. #.vang(licos Congregacionais do 7rasil<.C 9#ederação das "niões de Homens .es de+ >r& 1saias .C 9Con!ederação das "niões de Homens . / ?A4/-1D vem desde então sendo publicado pela C/-#.varisto #erreira >r& 3ilvano dos 3antos Cei$eira %c& Cleber Cru' Cavares ANEXO “A” (Sugestão de Minuta de Regimento Interno p/UHEC 5 ."H.Assim. os tr)s segmentos denominacionais acima.vang(licos Congregacionais< e C/-#. comemorando-se o seu anivers rio no dia @T de janeiro de cada ano& Como vimos.

Qualquer membro da %iretoria poder ser reeleito por mais &&&&&&&e$ercícios.C&&&&&&&&&&&&&&&&&.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& a< . deseja participar da "H. e de qualquer condição social.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& tem por !inalidade. com direito a votar e ser votadoN b< . @A e BA Cesoureiro. "H. pelo menos.C< d&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&. por ocasião do Congresso marcado para a !inalidade.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&( administrada por uma diretoria composta de >residente. 1greja . desde que não se apresentem.C &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.A "H.3ão categorias de s=cios da "H.A "H. em Assembl(ia %eliberativa. uma ve' por m)s. ?ice 6 >residente. doravante designada neste 4egimento 1nterno.C&&&&&&&&& reunir-se. @A e BA 3ecret rios. para desempenhar suas atividades& "a*-tulo III Das tri)uiç./cio ati0o 1 ( o s=cio membro da 1. maior de idade.C a que estiver !iliada& a< b< c< d< e< "a*-tulo II Dos . outros nomes para a composição de chapas& Art& JA .C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.A "H. promover a espiritualidade de seus associadosN e$ercit -los devidamente para as diversas atividades da 1grejaN contribuir para o seu desenvolvimento culturalN preparar-lhes recreação adequadaN contribuir para o desenvolvimento da #. a organi'ação de homens casados ou solteiros. a crit(rio desta.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& BA .A "H. não podendo votar e nem ser votado& Art& TA .."H.C d&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& UA .vang(licos Congregacionais 9"H./cios e da dministração Art& KA . que mesmo não sendo membro da 1. todos com mandato de &&&&&&&&&&& ano9s<. e tantas ve'es quanto !or necess rio. podendo ser reeleitos por igual período& M @A . como &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.vang(lica Congregacional d&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.%enomina-se "nião de Homens ./cio cola)orador 1 ( o s=cio membro da 1greja.es da Diretoria 6 . vinculados .C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& tem sede e !=rum nas depend)ncias da 1. que mani!estem o desejo de se !iliarem .RE!IMEN"O IN"ERNO Cap#tu$o I %a %enomina&ão ' Sede e (ina$idade Art&@A .

moto e hino o!icial estabelecido em Congresso -acional dos Homens Congregacionais.%o >residente. 6 convocar e presidir reuniões deliberativasN 6 prestar relat=rios de suas atividadesN . com a "a*-tulo IV Das Dis*osiç.Anualmente ser escolhido pelos s=cios.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& @TA . 6 receber contribuiçõesN 6 escriturar o Divro Cai$aN prestar relat=rio !inanceiroN e!etuar pagamentos con!orme concordEncia do presidente& Art& @BA .%o 3egundo 3ecret rio.es 2erais Art& @UA .Quanto .criar grupos de trabalho e nomear comissõesN 6 cumprir e !a'er cumprir o >lano de Atividades da "H. "H. vacEncia de cargos na %iretoria da "H.>residente.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& @JA . bem assim.C&&&&&&&&&&. quanto ao planejamento ter as seguintes obrigações. 7 .C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&adotar . a< 6 Davrar atas das assembl(ias deliberativasN b< 6 e$pedir correspond)ncias& Art& @PA .%o >rimeiro 3ecret rio./ Conselheiro dos homens. um conselheiro. a< 6 orientar os homens quanto ao planejamento e e$ecução de suas atividadesN b< 6 servir de elemento de ligação entre a %ireção da 1greja e a %iretoria da "H. por indicação do presidente ou pelo pastor da 1greja.%o Cesoureiro.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&N 6 assistir os demais membros da %iretoriaN 6 apresentar ao >astor da 1greja o anteprojeto de >lano de Atividades da "H.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& em qualquer (poca do ano.a< b< c< d< e< !< Art& HA . & a< 6 3ubstituir o primeiro tesoureiro& >lano de Atividades.%o ?ice . 6 substituir o presidente em seus impedimentos eventuaisN 6 e$ecutar atribuições que lhe !orem delegadas pelo presidente& a< b< Art& FA . que atuar junto .%o 3egundo Cesoureiro. o seu preenchimento !ica a crit(rio da Assembl(ia %eliberativa& Art& @KA .A "H. a< 6 substituir o primeiro secret rio& a< b< c< d< Art& @@A . o planejamento das atividades eventuais& Art& GA .

que maneja bem a palavra da verdadeS 6 11 Cm B./s casos omissos neste 4egimento 1nterno serão resolvidos pela Assembl(ia %eliberativa ou pelo presidente da %iretoria da "H.A data de anivers rio da "H.ANO de A"I-I%A%ES p/UHEC 8 .C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& BPA .Qualquer modi!icação do presente 4egimento 1nterno.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Art& @GA .C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&( dia&&&&I&&&&&I&&&&&. s= poder ser !eita pela Assembl(ia %eliberativa e se homologada pelo >astor da 1greja& Art& @FA .a< 66 3oto+ 4>rocura apresentar-te a %eus aprovado como obreiro que não tem de que se envergonhar.-ão h RquorumS estabelecido para o !uncionamento das Assembl(ias %eliberativas da "H.@T& b< 6 Hino+ Com Jesus um mundo novo 6 3almos L Hinos nA JKH& Art& @HA . data de sua organi'ação& ANEXO “)” (Sugestão de Minuta de AN"E*RO+E"O do *.

.. espiritual e quando possível.. no !ortalecimento da 1greja local a que estão !iliados. AN"E*RO+E"O do *.spiritualN 3etor 4ecreativoN >revisão /rçament riaN U&a 6 "ulti0o Es*iritual ...... podendo assim serem levados a uma participação intensiva a nível local...ste >lano de Atividades visa sugerir atividades que deverão orientar o trabalho das "niões de Homens .../ >residente da "nião nomear um respons vel do 3etor de Cultivo .....ncias+ Cultivo ...... em local e data a serem de!inidas ao longo do e$ercício& 9 ... 1 NO 8999995 85 O)%eti0os 2erais+ a< #ortalecer a comunhão espiritual dos s=cios... reanim -los e encoraj -los na vida espiritual& U&a B 6 1ncentivar e promover estudos que visem orientar os s=cios no cultivo cristão& U&a U 6 A "nião promover pelo menos um encontro anual de con!raterni'ação e retiro espiritual.. no entendimento hierarquia administrativa da denominação. objetivando uma integração salutar. tamb(m....ANO de A"I-I%A%ES ' ANO . e motivados pelo amor de %eus dar apoio moral.//// #5 *resentação+ ...UNIÕES DE HOMENS EVANGÉLICOS CONGREGACIONAIS – UHEC DA IEC..... mas tamb(m.nvolver mais os s=cios das "niões no es!orço evangelístico& c< 7uscar um maior engajamento dos homens de cada igreja. não s= a nível da 1greja a que pertencem. levando-os a um serviço atuante na conquista de almas para Jesus.spiritual em reunião posterior& U&a @ 6 As "niões deverão na medida do possível averiguar as ra'ões das aus)ncias dos s=cios nas reuniões e atividades de cada uma........ distribuição de material .vang(licos Congregacionais da 1. regional e nacional& (5 a< b< c< )ran:..CVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVno período de VVVVVVVVat( VVVVVVVVde BVVVVV Ap=s sua aprovação em plen ria ser ... comunidade& b< .. automaticamente denominado P6 NO de 7IVID DE.

o de !a'er crescente a obra do 3enhor Jesus na !ace da Cerra. desde j encarecemos o empenho dos queridos irmãos no sentido de tudo !a'erem para que juntos possamos alcançar e na medida do possível. >elas o!ertas eventualmente recebidas dos s=cios. de acordo com as diretri'es aprovadas no Congresso 4egional da #ederação As despesas da "H."H.Pre0isão Orçamentária 6 A receita da "H. ultrapassar os alvos aqui estabelecidos& VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV 9 Assinatura do >residente< ANEXO “C” (Sugestão de Minuta de Regimento Interno p/(EUHEC REGIMENTO INTERNO DA FEDERAÇÃO DAS UNIÕES DE HOMENS EVANGÉLICOS CONGREGACIONAIS 10 .etor Recreati0o 1 / >residente da "nião nomear um respons vel do 3etor de Cultivo .C . con!orme resolvidos pela Assembl(ia %eliberativa.C .U&a K 6 1ncentivar os jovens casados de suas igrejas e os novos membros a !a'erem parte da "nião e posteriormente. ser !ormada. reali'ada pela "H. 4epresentação da diretoria&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&KPW Cultivo . mantenham encontros de con!raterni'ação entre si. ser !ormada.spiritual&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&KPW 3etor 4ecreativo&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&BPW Considerando que as propostas do presente anteprojeto estão despidas de qualquer vestígio de vaidade pessoal."H./s membros da "nião. tendo cada uma das metas sido traçadas com o +nico e principal objetivo. da Con!ederação 9C/-#. objetivando maior enriquecimento de id(ias e o desenvolvimento da !raternidade cristã.spiritual em reunião posterior& U&b&@&.C<& (5) 1 .C< e por e$tensão. que participem das atividades da #ederação 9#.C. obedecendo a um esquema geral que possa indu'ir os seus membros a se movimentarem ativamente para atingir os objetivos propostos& U&b B 6 >romover a reali'ação de intercEmbios com outras "niões ou outros eventos& U&c .

@A e BA secret rios e @A e BA tesoureirosN b< *embros vogais.VVV X A& 4&< ( um =rgão composto de "niões de Homens 9"H. apro$imar as "H. !iliadas a "1.Cs e *inist(rio de Homens da Associação Carioca."H. que são.C7& R75 8 6 A #ederação tem por !inalidade. !a'endo-as trabalhar com !im comumN b< au$iliar as 1grejas ou Congregações na organi'ação de uma "H.Cs e *inist(rios de Homens."H. e mais a representação das "H.Cs e *inist(rio de Homens j organi'adas.Cs e *inist(rio de Homens. que são. livros do arquivo da #. a< %iretores Citulares.com a presença de dois %iretores Citulares.ede< do tem*o de duração e da com*osição5 R75( 6 A #.C. C/-#. presidente.C e *inist(rio de Homens.Cs e *inist(rio de Homens e os associados das "H.DA ___ ª ASSOCIAÇÃO REGIONAL DAS IGREJAS CONGREGACIONAIS DA UIECB "a*-tulo I 1 Nome e Finalidade R75 # 6 A #ederação das "niões de Homens .C ."H.C tem sua sede no mesmo local onde !unciona a sede da VVV X Associação 4egional.C compõe-se dos seguintes diretores ou membros. vice-presidente. com os demais membros da diretoria."H. relat=rios da tesouraria.C e documentos que se !i'erem necess riosN preparar.C. promovendo intercEmbio e consolidando a integração denominacional& a< "a*-tulo II 1 da .vangelho de CristoN d< incentivar o desenvolvimento espiritual e social das "H. no mínimo.C e VVV X Associação 4egionalN assinar atas."H.C reunir-se."H.Cs< e *inist(rios de Homens das 1grejas desta Associação.vang(licos Congregacionais da VVV X Associação 4egional 9#. visando ao progresso do . Convocar e dirigir as reuniõesN apresentar relat=rio anual nas reuniões da #."H. com direito a voto& a< b< c< d< R75 ? 6 Compete ao presidente."H. o programa do Congresso 4egional e promov)-loN 11 . devidamente credenciadosN Pará:rafo >nico 6 A #.Cs e *inist(rio de Homens ou seus substitutos são considerados membros das reuniões da #. e ter tempo ilimitado de duração& R75 = 6 A #. onde haja possibilidade para istoN c< procurar desenvolver o trabalho das "H.Cs e *inist(rio de Homens da Associação& R75 $ 6 /s presidentes das "H. o presidente das "H.

"H."H.C& R75 ' 6 Compete ao @A secret rio.C. redigir as atas das reuniões e assin -lasN substituir o presidente e vice-presidente nos seus impedimentos& R75 & 6 Compete ao BA secret rio.C e o seu trabalho de escritaN organi'ar o arquivo da #."H. ou quando solicitadoN d< apresentar."H. por meio da apresentação de estudos bíblicos e palestras& R75 #( 6 / Congresso compõe-se de.CN saldar mensalmente os compromissos da #.C e e!etuar outros pagamentos com autori'ação do presidenteN c< apresentar balancete da tesouraria no Congresso 4egional e nas reuniões da #."H.CN substituir o @A 3ecret rio em seus impedimentos& R75 #A 6 Compete ao @A tesoureiro.C onde se !i'er necess rioN h< manter correspond)ncia com a C/-#. para e$ame.Cs e *inist(rio de Homens. a< substituir o @A tesoureiro em seus impedimentos& "a*-tulo III 1 Dos "on:ressos R75 #8 6 A #. !a'er a correspond)ncia da #. procurando melhorar seus planos de trabalhos. os planos e as resoluções aceitas e aprovadas nos Congressos 4egionais e -acionais e nas reuniões da diretoriaN !< visitar as "H."H. 12 a< b< c< d< . quando solicitado e sempre no !inal do mandato."H. prestando-lhe a devida cooperação& a< b< a< b< a< b< c< a< b< R75 @ 6 Compete ao vice-presidente.C reali'a Congressos 4egionais nos períodos de VVVVVVVVV para.C."H."H. registrar em livros pr=prios o movimento !inanceiro da #. receber relat=riosN aprovar planos para o novo períodoN eleger e empossar sua nova diretoriaN tra'er mais apro$imação e congraçamento das "H.e< cumprir e !a'er cumprir o presente 4egimento 1nterno. para isto. parecer e aprovação no Congresso 4egional& R75 ## 6 Compete ao BA tesoureiro. pedir a cooperação de outros diretoresN g< representar ou !a'er representar a #. substituir o presidente em seus impedimentosN au$iliar o presidente na reali'ação dos planos da #.Cs e *inist(rio de Homens. os livros e balancetes da tesouraria ao Conselho #iscal da AssociaçãoVVVVVVVVV. podendo.

na primeira metade de seus mandatos. estipuladas nos Congressos 4egionais.Cs ou dos *inist(rios de Homens da VVV X Associação 4egional& "a*-tulo VI 1 Das Finanças R75 #' 6 A #.C as cotas mensais recebidas das "H.C e *inist(rio de Homens poder enviar at( cinco delegados e!etivos. ser s=cio de uma "H. o @A secret rio convocar uma reunião especial 9e$traordin ria< para preenchimento dos cargosN Pará:rafo >nico 6 Quando a vacEncia se der na segunda metade dos respectivos mandatos. moços e adolescentes<.C repassar . pelos movimentos !inanceiros especiais e pela cota estipulada em Congresso da VVVX Associação 4egional& R75 #& 6 A #.Cs& "a*-tulo VII 1 Das Dis*osiç.Cs."H.C !ar-se-ão de modo direto e por escrutínio secreto. que sejam membros das 1grejas !iliadas ."H.C.a< delegados e!etivos 6 representantes credenciados da #. C/-#. pelos delegados no Congresso 4egionalN Pará:rafo Cnico 6 /s diretores da #. presidentes das "H.CN c< delegados de honra 6 pastores da denominaçãoN d< visitantes de honra 6 pastores e membros de outras denominações. al(m do presidente."H."H.Cada "H. VVVV XAssociação 4egionalN Pará:rafo 8B ."H.C e *inist(rio de Homens da VVVV X Associação 4egional& "a*-tulo V 1 Das .u)stituiç.Cs e *inist(rio de Homens !iliadas e membros da diretoria da C/-#.C. natos e de honra& "a*-tulo IV 1 Das Eleiç.C. o!ertas volunt rias."H.CN b< delegados natos 6 membros da diretoria da #.es e VacDncias R75 #? 6 ?agando-se os cargos de presidente e vice-presidente da #.C7< e quando dei$a de ser s=cio de uma das "H.C ( mantida por mensalidades das "H."H."H.3= tem direito a voto os delegados e!etivos."H.Cs e *inist(rio de Homens !iliadas e membros da diretoria da C/-#. que queiram assistir ao Congresso& Pará:rafo #B . presidentes das "H.C serão eleitos no Congresso 4egional na +ltima plen ria& R75#$ 6 3ão condições de elegibilidade.vang(licas Congregacionais do 7rasil 9"1."H.es R75 #= 6 As eleições para a diretoria da #. o substituto imediato assumir de!initivamente a presid)ncia at( o !inal do mandatoN R75 #@ 6 "m diretor perde seu cargo quando dei$a de ser membro de uma das 1grejas !iliadas . bem como qualquer pessoa de nossa denominação 9homens.es 2erais e 7ransit/rias 13 . mulheres. "nião das 1grejas .

"H.. que maneja bem a palavra da verdadeS 9B Cm B&@T<& R75 8# 6 / hino o!icial ( de nA JKH dos 3almos e Hinos& R75 88 6 Qualquer modi!icação no presente 4egimento 1nterno s= poder ser !eita em Congresso da #. reali'ado em VVVIVVVIVVVVV.C. YY de VVVVV de BPVV& A Comissão ANEXO “%” (Sugestão de Minuta de AN"E*RO+E"O do *. no OOA Congresso 4egional.C& R75 8( 6 / presente 4egimento entrou em vigor em VVIVVIVVVV. e os casos omissos neste 4egimento serão resolvidos em reuniões e$traordin rias da #.O"I !ÃO RE2ION 6 D UIE"F Federação das Uni."H.R75 8A 6 / moto o!icial ( R>rocura apresentar-te a %eus aprovado.es de Homens E0an:Glicos "on:re:acionais da 999E ssociação Re:ional 14 . revogando-se as disposições em contr rio& Docal. como obreiro que não tem de que se envergonhar.ANO de A"I-I%A%ES p/(EUHEC 999999E .

da C/-#. ampliação e consolidação do trabalho masculino congregacional das "H.C e o %epartamento de ."H.vangelismo da C/-#.O"I 6 K .E7OR DE !ÃO . congregações e pontos de pregação da Associação VVVVVVV.EN7 !ÃO / Plano de ti0idades apresenta. .vangelismo e *issões 9%. durante o período de BPVV at( BPVV& 8I FUN!ÃO D FEUHE" Cabe a #."H.E7OR DE EV N2E6I. com o 3etor de . buscando o seu !ortalecimento.Cs e *inist(rio de Homens das igrejas da VVV XA& 4&. com o objetivo de participar dos trabalhos desenvolvidos por esses =rgãos& c< apoiar as "H.3O E 3I. uma proposta de trabalho para as "H.s igrejas. passar a reger os destinos da #.Cs e *inist(rios de Homens nas atividades de .Cs e *inist(rios de Homens."H. como =rgão Consultivo da VVVV X A& 4& a< b< cumprir e !a'er cumprir as deliberações das Assembl(ias Zerais. como Plano de ti0idades.vangelismo e *issões& = 1 .C.JE. com o objetivo de alcançar novos convertidos.*< da "1. objetivando apoiar as atividades dos homens congregacionais.Cs e *inist(rios de Homens em suas atividades locais& organi'ar o VVV [ Congresso 4egional a ser reali'ado em data a ser de!inida no m)s de VVVVV de BPVVV.E3 L a< incentivar o trabalho de visitação das "H.C da VVV X A& 4&.C de!inidas no Congresso -acional& coordenar o desenvolvimento. . visando o crescimento e !ortalecimento do reino de %eus& Ap=s aprovado. P R O PERIODO DE 8A99 DE 8A99 #1 PRE. K ."H. em local a ser de!inido& c< d< ( 1 . bem como os irmãos en!ermos e a!astados da comunhão da igreja& b< manter contato com 3etor de . L 15 ..Cs e *inist(rios de Homens.C7. em seu conte+do. sua dinami'ação e e!ici)ncia para a gl=ria de %eus >ai& assistir e colaborar com as "H.vangelismo e *issões da Associação Carioca.N7EPROHE7O DO P6 NO DE 7IVID DE.

que ser dividido em B. novembro e janeiro<. a< As reuniões ordin ria da #.C serão reali'adas nos VVVVVVVVV do meses impares 9março.Cs da VVV X A& 4& b< ajudar com campanhas e o!ertas ao Abrigo . se possível."H. . etc&<&&&&&&&&&&&&&&&&&KPW b< 3. uma ve' por ano. se possível. a !im de que sejam publicadas no jornal / ?A4/-1D& b< promover estudos bíblicos e palestras& ? 1 OR! 3EN7O RE"EI7 . na sede da VVV-X A& 4& na 1.C daVVV X Associação 4egional&&&&&&&&VVVIVVIVVVV Anivers rio da C/-#.43\41/3.C deVVVVVVVV&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Anivers rio da "H.+ a< cota da VVVVVX A&4&das 1grejas Congregacionais da "1.C da 1. cabeleireiros.C de VVVVVVVV&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Aniversario da "H."H. 1 EVEN7O.C da 1."H.C VVVVVVVVVVVVVV. ou onde !or de!inido em reunião ordin ria& b< A-1?.C de VVVVVVVVVV&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Aniversario da "H.C de VVVVVVVVVVV&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& c< %ia do /!icial Congregacional&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&BA s bado de junho 16 . em di!erentes igrejas da VVVV X A& 4&& $ 1 .C de VVVVVVVVVV&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Anivers rio da "H.E7OR DE EDU" !ÃO RE6I2IO."H.C da 1. &-Anivers rio da #.a< promover a participação das "H. setembro. maio.C e B. E "O3E3OR !JE. uma ve' por semestre& d< coordenar com o 3."H. materiais. viagens.+ a< %iretoria 9representações."H.* o projetos que vise alcançar vidas por meio do evangelismo pessoal e dos trabalhos de pro!issionais como m(dicos. E PUF6I" !JE.C da 1.Cs 9TW do sal rio mínimo nacional.vang(lico da >edra de Zuaratiba& c< promover a con!raterni'ação entre as "H.ERP L a< encaminhar notícias para C/-#. julho. K .4>&&&&& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& @PW @I D 7 . advogados. dentistas.C.C&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&BHI@@I@FGB Aniversario da "H.Cs e *inist(rio de Homens e. outras #ederações.C da 1.*&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& KPW c< 3A3& &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& @PW d< 3.TW para a #.C7& b< mensalidade das "H.C< c< /!ertas especiais DE.TW para C/-#.Cs e *inist(rios de Homens nos cultos de Ação de Zraças de anivers rios das igrejas e "H. dentre outros. en!ermeiros.PE.

re!le$ão !eita pelo 3r& >residente sobre a leitura da >alavra que se encontra em&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.s nove horas e trinta minutos. o cEntico.C &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&para secretariar os trabalhos& Anteriormente . o qual. VVVV X A& 4&.ecretário9999999999999999999999999999999999999999999999999999 #B 7esoureiro9999999999999999999999999999999999999999999999999999 8B 7esoureiro9999999999999999999999999999999999999999999999999999 4io de Janeiro.ÃO+ Amados irmãos. 4ua&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&A 4eunião teve início . durante o período de BPVVV at( de BPVVV& >edimos a %eus que nos ajude a cumpri-las e contamos com a ajuda de todos os varões aprovados por %eus.ecretário9999999999999999999999999999999999999999999999999999 8B . em ra'ão da aus)ncia dos secret rios convidou o irmão &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&da 1.C7. a 17 . o 3r& >residente convidou o Cesoureiro. R&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&S & 4etomando a palavra. OO de YYYYY de BPVVV A Comissão NEOO 4EP K. que !a'em parte da VVVV X A& 4& & DIRE7ORI E6EI7 P R O PERMODO DE 8A999 7N 8A9999+ Presidente999999999999999999999999999999999999999999999999999999 ViceI*residente99999999999999999999999999999999999999999999999999 #B .u:estão de 3inuta de 7 L Ata da 4eunião da #. !iliada . reali'ada em sua sede .C 6 #ederação das "niões de Homens da&&&&&&&&X Associação 4egional Administrativa da "1.d< e< %ia do >astor Congregacional&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&PB de outubro %ia do Homem Congregacional&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&BH de novembro ' 1 "ON"6U. o irmão &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&."H. as metas aprovadas neste documento servirão para orientação de cada membro de uma "H. !oi entoado pelos presentes. com uma oração pro!erida pelo 3r& >residente&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&.C ou *inist(rio de Homens. do VVVVVVIVVVVVVIVVVVVVV.

in!ormando a sua disposição de não ser candidato . Cem a palavra irmão !ulano& 18 .IDEN7E Antes de apresentar o assunto. recebe a assinatura do 3r& >residente& NEOO 4FP RE2R .@T& Concluindo. para a reali'ação da pr=$ima reunião. que se encontra em 11 Cm B. de maneira a &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& -o capítulo. !oram os trabalhos encerrados .C de&&&&&&&&&&&&&&&declarado&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& #oi anunciada pelo 3r& >residente a data deVVVVVIVVVVIVVVVV. a qual ( assinada por este secret rio e depois de lida e aprovada. !oi passada a palavra aos representantes das uniões presentes. do Hino Congregacional JKH e apresentação do moto dos homens. P R6 3EN7 RE. / estudo destas sugestões evitar "niões e dos Congressos& algumas di!iculdades de neg=cios das "O3O DIRI2IRI. cujo relat=rio.s de' horas e trinta minutos.C de&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& -ada mais havendo a tratar. para a reali'ação do pleito& Camb(m concitou aos presentes a que se organi'em. peço a palavra& . para que produ'a os e!eitos legais. seguindo-se o cEntico pelos presentes. !oi lavrada a presente ata.le responde.apresentar o relat=rio da tesouraria. depois de !eitos os pagamentos dos compromissos regulares acusa a e$ist)ncia de um saldo de 4]&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&9por e$tenso<& Ainda com a palavra. in!ormando que a mesma ser reali'ada na 1. R!alam as igrejasS. com uma oração pro!erida pelo irmão &&&&&&&&&&&&&&&&&&. a pessoa se levanta e dirigindo-se ao >residente.E O PRE. o 3r& >residente !e' alusões . necessidade de se prepararem as eleições para o período vindouro. tendo o irmão &&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&da 1. relativamente ao m)s de&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&. reeleição e anunciando a data de VVVVIVVVVVIVVVVV.

7 3endo apoiada a proposta o presidente di'. devem ser enviadas com anteced)ncia de seis meses. para que a discussão volte ao assunto. ele ter que entregar a cadeira a seu substituto e s= poder reassumi-lo. a qual dar o seu parecer sobre a mesma. seja novamente !eita e apoiada& DI. antes de ser discutida pelo plen rio& "m assunto s= ser discutido depois de ser proposto e apoiado& As propostas para mudança de 4egimento 1nterno. pela ordem. concordando com a proposta !eita di'. a proposta cai. ( pre!erível ser !eita por escrito& As propostas escritas devem ser encaminhadas a uma comissão. qualquer pessoa do plen rio poder chamar a atenção.. #oi proposto e apoiado 9repete toda a proposta<& . depois de votada a proposta em discussão& Qualquer s=cio nas reuniões da "nião. cabe ao mais idoso !alar primeiro& "O3O F QER U3 PROPO. ou delegado. dirigindo-se ao presidente& -ão ( elegante pedir a palavra mais de duas ve'es sobre o mesmo assunto& 19 . mesma distEncia. a !im de compor a pauta do Congresso& "O3O POI R U3 PROPO.u apoio ou.7 "ma pessoa. ( costume ser concedido primeiro a quem est mais distante da *esaN se estiverem . não pode ser considerada.3e v rios pedem a palavra ao mesmo tempo.7 %e p(."U. em outra reunião. dentre as que compõem o plen rio.ÃO D PROPO. a não ser que. . deve ter plena liberdade de discutir& /s oradores devem tomar cuidado para não se desviarem do assunto que est sendo considerado.m seguida pergunta se algu(m quer discutir a mesma& Caso o presidente deseje tamb(m discutir uma proposta. mesmo sem levantar-se. evitando discutir dois ou mais ao mesmo tempo& 3e isto suceder. nos Congressos. apoiado& 3e ningu(m apoiar. a pessoa e$põe o assunto e !a' a proposta& "ma proposta que envolver mat(ria de di!ícil solução ou que seja muito e$tensa.

sem mudar-lhe a nature'a& %epois de proposta e apoiada a emenda. ( juntada . deve ser tamb(m pedido aos contr rios que !açam o mesmo sinal& Quando h duas propostas di!erentes. sobre o mesmo assunto. votação."U. proposta original.sta proposta para encerramento não admite discussão. ( posta a votos imediatamente& .. o presidente dever com toda a clare'a enunciar novamente a proposta& 3e ningu(m deseja discutir uma propostaN ela ( votada imediatamente& Zeralmente a votação ( !eita.7 Antes de submeter uma proposta .UF.s pessoas !avor veis que levantem uma das mãos& 3e a votação não !or unEnime. e estando o plen rio j bem esclarecido sobre o assunto. levantarão a mão. então ser discutida somente a proposta substitutiva& A proposta substitutiva não pode contrariar !undamentalmente a proposta !eita& 3e a proposta substitutiva não vencer. tendo o consentimento da pessoa que prop^s e da que apoiou& A emenda acrescenta alguma coisa . sendo consideradas em conjunto& PROPO. de acordo com a ordem de inscrição& "ma proposta apoiada pode ser emendada. a !im de que o secret rio anote seus nomes e depois !alarão. não ( necess rio haver uma segunda proposta pedindo encerramento da discussão& ser considerada e votada a VO7 !ÃO D PROPO.7 . pedindo . uma pessoa pode !a'er uma proposta para que a discussão seja encerrada e a proposta votada& .7I7UI!ÃO 20 .7I7U7IV >ara substituir uma proposta que est sendo discutida.ÃO -o caso de uma proposta levar muito tempo sendo discutida.m proposta de ! cil solução. poder proposta original& EN"ERR 3EN7O D DI. pode ser apresentada outra. a qual ( baseada na que !oi !eita originalmente& 3endo proposta e apoiada a proposta substitutiva. proposta. ser posta em votação em primeiro lugar. a +ltima proposta& RE"ON. com o consentimento das duas pessoas que !i'eram e apoiaram a primeira proposta.3e muitas pessoas querem discutir o mesmo assunto.

as que tenham votado a !avor e depois as outras& P R NÃO 7O3 R "ONHE"I3EN7O Ao ser introdu'ido um assunto julgado !ora de alçada do plen rio. tendo. então a pessoa dir que não est havendo ordem e e$por o motivo 6 se ( desvio do assunto ou outro& Cabe ao presidente decidir se !oi ou não quebrada a ordem das regras parlamentares e !a')-la votar& P R7E. a pedido do presidente. poder pedir a palavra 6 pela ordem 6 e. esta lhe ser imediatamente concedida. ela pode ser reconsiderada. algu(m pode propor que o plen rio não tome conhecimento dele& Cal proposta deve ser posta a votos imediatamente. ser então discutido o assunto que vai ser reconsiderado& VERIFI" !ÃO DE VO7O. dois nomes para cada cargo& 21 . quando achar que est havendo desvio do assunto em discussão ou que a palavra não est sendo concedida de acordo com a ordem de pra$e. mas apenas para dar algum esclarecimento julgado necess rio ou para !a'er uma pergunta que esclareça melhor o ponto em consideração& E6EI!JE. Havendo d+vidas quanto ao resultado de uma votação. nomear uma comissão de CHA>A& . mas não na mesma reunião& A proposta para reconsideração dever ser !eita por uma pessoa que votou a !avor do assunto que deseja reconsiderar& A proposta para reconsideração ( posta a votos. no dia da eleição apresentar uma chapa. de pre!er)ncia. ao declarar que ( pela ordem. o assunto não constar da ata& PE6 ORDE3 Qualquer votante. numa reunião antes da eleição. Quem desejar apartear algu(m deve primeiro solicitar-lhe o consentimento e não !alar se este não lhe !or dado& / aparte não ( !eito para discussão do assunto. poder ser pedida veri!icação de votos. : conveniente.ssa comissão. sem haver discussão& Caso vença. levantando-se. se vencer.%epois de votada uma proposta. ou in+til ou contencioso.

quando declarado no . o m(todo mais aconselh vel ( por escrutínio secreto& : obrigat=rio ser por escrutínio secreto.>ode ser !eita a eleição por escrutínio secreto ou não.*c& F&TP /rai uns pelos outros 6 Ciago T&@J -ão vos quei$eis uns dos outros 6 Ciago T&F -ão !aleis mal uns dos outros 6 Ciago K&@@ 22 .statuto& Cende pa' uns com outros .