Os puros de coração. A sexta bem-aventurança. Pr.

Alcenir Oliveira 19/01/2014
“Bem-aventurados

os puros de coração, pois verão a Deus.”, Mt 5 !.

"# $uvi muit$s ensin$s s$bre c$raç%$ &ur$ $u &ur$ 'e c$raç%$ em min(a camin(a'a crist%. O )$c$ sem&re )$i a mal'a'e (umana relaci$na'a c$m a m$ral e $s b$ns c$stumes, 'e *ue $ c$raç%$ est# c(ei$. +%$ si,ni)ica *ue n%$ se-a ver'a'e, mas $ ensin$ n%$ est# c$m&let$. A mal'a'e . al,$ muit$ natural &ara $ ($mem sem /eus, 'iss$ $ c$raç%$ 'ele est# c(ei$. 0 'i)1cil enten'er c$m$ ele li'a c$m a m$ral, c$m $ cert$ e $ erra'$, c$m a recu&eraç%$ $u re,eneraç%$ 'a &ess$a, c$m a cul&a, c$m $ &er'%$, c$m a &ure2a. 3lar$ *ue as n$rmas 'e c$nviv4ncia s$cial s%$ res&eita'as e assimila'as, mas . muit$ mais 'esa)ia'$ &el$s a&el$s 'a carne e 'a vi'a, e at. c$nc$r'a c$m as su,est5es 'e satan#s, &$is ele n%$ acre'ita *ue vem 'ele, mesm$ &$r*ue *uem n%$ tem /eus tamb.m n%$ acre'ita n$ 'iab$. A$ ler s$bre esta bem-aventurança, &ara enten'4-la mel($r, &erceb$ *ue ela est# relaci$na'a c$m a mensa,em s$bre $s miseric$r'i$s$s. 6uan'$ )alam$s '$ ($mem sem /eus, c$m$ )$i 'it$ acima, vim$s *ue suas m$tivaç5es s%$ naturalmente e,$1stas em tu'$ *ue )a2. Mesm$ *ue (a-a ,ran'es resulta'$s &ara $utr$s, $u &ara a c$muni'a'e, ele sem&re es&era al,um bene)1ci$ *ue iss$ l(e trar# ain'a. Muit$s &$l1tic$s '%$ exem&l$ 'iss$. /e $utr$s set$res 'a s$cie'a'e n%$ sabem$s, &$is n%$ s%$ 'e vi'a &7blica. +%$ . inc$mum verm$s em i,re-as e minist.ri$s crist%$s $ relat8ri$ 'e uma &$nta 'e vanta,em, 'e bene)1ci$s, 'e ret$rn$ &$sitiv$ n$ exerc1ci$ 'a miseric8r'ia. 9embr$ 'e um &ast$r meu *ue relat$u 'e &7l&it$ a '$aç%$ 'a mesa '$ tem&l$ n$v$ )eita &$r uma a'v$,a'a, a *uem ele sem&re insistia em c(amar 'e '$ut$ra na i,re-a: viem$s 'esc$brir 'e&$is *ue ele '$u c$m a c$n'iç%$' e 'esc$ntar '$ seu '12im$. +esse lin(a 'e raci$c1ni$, vale re)letir s$bre $ se,uinte *uesti$nament$
“Que atitude guia nossas ações: a vontade de servir a outros, ou o desejo de receber uma retribuição? O erecemos nossos serviços desinteressadamente, ou por!ue procuramos a me"#or maneira de nos e$ibir? %raba"#amos na &greja por amor a 'risto ou para manter nosso prest(gio? )ossa ide"idade na assist*ncia ao cu"to dominica" surge do desejo de ter um encontro com Deus, ou + simp"esmente o cumprimento de um costume, de uma ,ei, ou a orma de obter a mais convenciona" das respeitabi"idades? - !uanto a nossas orações e nossas "eituras da B(b"ia, são e"as o resu"tado de um desejo sincero de andar em compan#ia de Deus, ou no undo o !ue nos move + o pra.er de nos sentir me"#ores !ue os outros, !ue não mani estem tais demonstrações de piedade? / nossa re"igião a"go no !ua" somos conscientes nada menos !ue da necessidade de ter a Deus em nosso coração, ou a"go !ue nos permite pensar p"acidamente em nossa pr0pria piedade?1 .

A aç%$ '$ *ue tem $ c$raç%$ &ur$ . 'esinteressa'a. +a &ar#b$la '$ ;$m <amaritan$, vem$s $ ($mem &restan'$ s$c$rr$ a uma v1tima 'e assalt$, n%$ )$i &$r*ue a im&rensa estava &$r &ert$ e )aria 'ele um (er8i: n%$ )$i &$r*ue &$'eria 'esc$ntar '$ im&$st$ 'e ren'a $s ,ast$s 'ele c$m $ s$c$rri'$: n%$ )$i &$r*ue a )am1lia '$ assalta'$ era in)luente e rica, 'e $n'e viria ,ran'es el$,i$s e ,ran'es $&$rtuni'a'es 'e investiment$. +%$= >$'as essas c$isas cita'as &$'em at. ac$ntecer e serem muit$ &r$veit$sas &ara a vi'a 'a*uele *ue a,e em )av$r '$s $utr$s, mas s%$ secun'#rias na atitu'e 'a*uele *ue tem $ c$raç%$ &ur$. <eu 'ese-$ . ver a '$r 'a v1tima alivia'a, ver seus )eriment$s cui'a'$s, encamin(ar &ara se-a c$m&letamente restaura'$ e ret$rne ? sua vi'a &ara $ mei$ 'e sua )am1lia e ami,$s em &a2, sa7'e e se,urança. <ua iniciativa 'e )a2er al,uma c$isa ac$ntece &$r*ue em seu c$raç%$, n$ lu,ar 'e e,$1sm$ e 'ese-$ 'e tirar &r$veit$, (# b$n'a'e e miseric8r'ia. "esus 3rist$ ensinava &rinci&almente a$s -u'eus. @les se 'ivi'iam entre a*ueles *ue rec$n(eciam $u *ue 'ese-avam c$n(ecer "esus 3rist$ c$m$ $ Messias, 'e um la'$, e $s )ariseus, escribas, mestres, sacer'$tes e levitas *ue viviam em sua 2$na 'e c$n)$rt$ reli,i$sa 'a &r#tica 'a 9ei. @stes 7ltim$s &r$curavam in)luenciar, ensinar e $bri,ar $s 'emais ? &r#tica 9ei, e $s m$nit$rava. @ntretant$, eles mesm$s eram )als$s e tu'$ *ue )a2iam esc$n'ia al,um interesse. +%$ era 'esinteressa'$ $u &$r*ue eram c$m&r$meti'$s c$m /eus. @sses n%$ &recisavam 'e arre&en'iment$, 'e mu'ança 'e vi'a, &$is se -ul,avam sant$s. "esus 3rist$, &$r.m, ven'$ a multi'%$ vin'$ em busca 'e enten'er a base '$ arre&en'iment$ &ara $ Aein$ '$s 3.us, ,rita em alt$ e b$m s$m “bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus”. @stam$s viven'$ $s &rimeir$s 'ias 'e um n$v$ tem&$ *ue c$meç$u. 6ual . $ seu &r$-et$ 'e vi'a, *uais s%$ $s seus s$n($s e vis5esB <e-am *uais )$rem, leve $s avante c$m sinceri'a'e 'e c$raç%$: sem (i&$crisia: iss$ si,ni)ica &ure2a 'e c$raç%$. +%$ si,ni)ica *ue v$c4 &recisa sacri)icar $ seu bem-estar, 'e sua )am1lia e 'e seus ami,$s &ara ser altru1sta. <i,ni)ica n%$ &raticar a&enas a miseric8r'ia c$m$ um $)1ci$, uma lei, mas )a24-l$ c$m$ um miseric$r'i$s$. @sse . a*uele *ue v4 atrav.s '$s $l($s 'e *uem est# s$)ren'$, sente a sua '$r c$m $s senti'$s 'ele, em$ci$na e c($ra c$m as em$ç5es 'ele, 'eses&era-se c$m $ 'eses&er$ 'ele, ama c$m $ am$r *ue ele es&era receber. 3$m uma 'i)erença C 'e *ue v$c4 &$'e e vai )a2er al,uma c$isa, vist$ *ue ele n%$ tem c$m$ )a2er na'a. Deus abençoe sua vida, sua família e seus amigos; e você seja incomodado para levar benç%$ a t$'$s c$m *uem v$c4 se relaci$nar nessa n$va -$rna'a. Pa2= Pr. Alcenir

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