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REGIMENTO INTERNO DO STJ

Da Composição e Organização
Quantos ministros compõem o STJ?
Art. 1º - O Superior Tribunal de Justiça, com sede na Capital Federal e jurisdição em todo o território nacional,
compõe-se de trinta e três Ministros.
► Os Ministros têm jurisdição em todo o território nacional.
Como funciona o Tribunal (STJ)?
Art. 2º - O Tribunal funciona:
I - em Plenário e pelo seu órgão especial (Constituição, Art. 93, XI), denominado Corte Especial;
Art. 93, XI da CF. Nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores, poderá ser constituído órgão
especial, com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros, para o exercício das atribuições
administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno, provendo-se metade das vagas por
antiguidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno.
II - em Seções especializadas;
III - em Turmas especializadas;
Quantos membros constituem o plenário do STJ?
Art. 2º. § 1º O Plenário, constituído da totalidade dos Ministros, é presidido pelo Presidente do Tribunal.
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= Presidido pelo presidente do Tribunal

Quantos membros constituem a Corte Especial do STJ?
Art. 2º § 2º A Corte Especial, constituída de vinte e um Ministros e presidida pelo Presidente do Tribunal, será
integrada:
I - pelo Vice-Presidente do Tribunal e pelo Coordenador-Geral da Justiça Federal;
II - pelos seis Ministros mais antigos de cada Seção, apurada a antiguidade no Tribunal.

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= Presidido pelo presidente do Tribunal

Quais são os integrantes da Corte Especial?
Presidente do Tribunal
Vice-Presidente do Tribunal
Coordenador-Geral da Justiça Federal
Os seis Ministros mais antigos de cada Seção

Quantas seções existem no Tribunal?
1ª seção
2ª seção
3ª seção
Art. 2º. § 3º Há no Tribunal três Seções, integradas pelos componentes das Turmas da respectiva área de
especialização. As Seções são presididas pelo Ministro mais antigo, por um período de dois anos, vedada a
recondução, até que todos os componentes da Seção hajam exercido a presidência.

Art. 2º. § 4º As Seções compreendem seis Turmas, constituídas de cinco Ministros cada uma. A Primeira e a
Segunda Turmas compõem a Primeira Seção; a Terceira e a Quarta Turmas, a Segunda Seção; e a Quinta e a Sexta
Turmas, a Terceira Seção. O Ministro mais antigo integrante da Turma é o seu presidente, observada a disposição
do parágrafo anterior quanto à periodicidade.
§ 5º Na composição das Turmas, observar-se-á a opção feita pelo Ministro, atendendo-se à ordem de
antiguidade.
§ 6º Para os fins dos parágrafos 3º e 4º deste artigo, considerar-se-á a antiguidade dos Ministros no respectivo
órgão fracionário.
Art. 3º - O Presidente e o Vice-Presidente são eleitos pelo Plenário, dentre os seus membros. O CoordenadorGeral da Justiça Federal é o Ministro mais antigo dentre os membros efetivos do Conselho da Justiça Federal.
§ 1º O Presidente, o Vice-Presidente e o Coordenador-Geral da Justiça Federal integram apenas o Plenário e a
Corte Especial.
§ 2º O Presidente, o Vice-Presidente e o Coordenador-Geral da Justiça Federal, ao concluírem seus mandatos,
retornarão às Turmas, observado o seguinte:
I - o Presidente e o Coordenador-Geral integrarão, respectivamente, a Turma de que saírem o novo Presidente do
Tribunal e o novo Coordenador-Geral; se o novo Presidente for o Vice-Presidente ou o Coordenador-Geral, o
Presidente que deixar o cargo comporá a Turma da qual provier o novo Vice-Presidente ou o novo CoordenadorGeral;
II - o Vice-Presidente, ao deixar o cargo, se não for ocupar o de Presidente do Tribunal, passará a integrar a Turma
da qual sair o novo Vice-Presidente.
Art. 4º - O Ministro empossado integrará a Turma onde se deu a vaga para a qual foi nomeado, ou ocupará vaga
resultante da transferência de Ministro (Art. 32).
Art. 5º - O Conselho de Administração, presidido pelo Presidente do Tribunal e integrado pelo Vice-Presidente,
Coordenador-Geral da Justiça Federal e pelos dois Ministros mais antigos de cada Turma, decidirá sobre matéria
administrativa, nos termos deste Regimento.
Art. 6º - Junto ao Tribunal funciona o Conselho da Justiça Federal, com atuação em todo o território nacional,
cabendo-lhe a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus.
Art. 7º - O Conselho da Justiça Federal é integrado pelo Presidente, Vice-Presidente e três Ministros do Tribunal,
eleitos por dois anos, e pelos Presidentes dos cinco Tribunais Regionais Federais.
§ 1º O Presidente do Tribunal preside o Conselho da Justiça Federal.

§ 2º Ao escolher os três Ministros que integrarão o Conselho, o Tribunal elegerá, também, os respectivos
suplentes.
Da Competência do Plenário, da Corte Especial, das Seções e das Turmas
Das Áreas de Especialização
Art. 8º - Há no Tribunal três áreas de especialização estabelecidas em razão da matéria.
Parágrafo único. A competência da Corte Especial não está sujeita à especialização.
Art. 9º - A competência das Seções e das respectivas Turmas é fixada em função da natureza da relação jurídica
litigiosa.
§ 1º À Primeira Seção cabe processar e julgar os feitos relativos a:
I - licitações e contratos administrativos;
II - nulidade ou anulabilidade de atos administrativos;
III - ensino superior;
IV - inscrição e exercício profissionais;
V - direito sindical;
VI - nacionalidade;
VII - desapropriação, inclusive a indireta;
VIII - responsabilidade civil do Estado;
IX - tributos de modo geral, impostos, taxas, contribuições e empréstimos compulsórios;
X - preços públicos e multas de qualquer natureza;
XI - direito público em geral, salvo os mencionados nos itens I, II e III do § 3º;
§ 2º À Segunda Seção cabe processar e julgar os feitos relativos a:

I - domínio, posse e direitos reais sobre coisa alheia, salvo quando se tratar de desapropriação;
II - obrigações em geral de direito privado, mesmo quando o Estado participar do contrato;
III - responsabilidade civil, salvo quando se tratar de responsabilidade civil do Estado;
IV - direito de família e sucessões;
V - direito do trabalho;
VI - propriedade industrial, mesmo quando envolverem arguição de nulidade do registro;
VII - constituição, dissolução e liquidação de sociedade;
VIII - comércio em geral, inclusive o marítimo e o aéreo, bolsas de valores, instituições financeiras e mercado de
capitais;

Art. os que devam compor o Tribunal Superior Eleitoral.registros públicos. salvo os mencionados no item IV do § 3º. parágrafo único III .eleger o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal.eleger.matéria penal em geral. 10 .servidores públicos civis e militares. Desembargadores. obs.Compete ao Plenário: I .dji: Art. parágrafo único VIII . obs.falências e concordatas. inclusive os decorrentes de acidentes do trabalho.dar posse aos membros do Tribunal.dji: Art. obs. IV . 104 e Parágrafo único.decidir sobre a disponibilidade e aposentadoria de membro do Tribunal. parágrafo único VI . obs. Superior Tribunal de Justiça . titulares e suplentes. 171.títulos de crédito. dos Juízes dos Tribunais Regionais e dos Juízes Federais. os Ministros membros do Conselho da Justiça Federal.locação predial urbana.dji.votar o Regimento Interno e as suas emendas. bem assim a criação ou extinção de Tribunal Regional Federal e a alteração da organização e divisão judiciárias.Poder Judiciário .Organização dos Poderes . 171.CF .dji: Art. por interesse público. II . 171.propor ao Poder Legislativo a alteração do número de membros do Tribunal e dos Tribunais Regionais Federais. 336 .benefícios previdenciários. na condição de membros efetivos e substitutos. parágrafo único VII . XI . 171.direito privado em geral.dji: Art. a criação e a extinção de cargos. Da Competência do Plenário Art.IX . § 3º À Terceira Seção cabe processar e julgar os feitos relativos a: I . dando-lhes posse. 104 e seu parágrafo único). II .grau.dji: Art. IV . parágrafo único V . XII . mesmo quando o Estado participar da demanda. advogados e membros do Ministério Público que devam compor o Tribunal (Constituição.1: Art. dentre os Ministros do Tribunal.1988 obs.dji: Art. e o Diretor da Revista do Tribunal.Constituição Federal . obs. obs.elaborar as listas tríplices dos Juízes. X . III . 171. e a fixação de vencimentos de seus membros.aprovar o Regimento Interno do Conselho da Justiça Federal.

os dos Tribunais Regionais Federais. VI . em processos da competência das Seções ou Turmas. quando o querelante.os mandados de segurança e os "habeas data". X . obs.a requisição de intervenção federal nos Estados e no Distrito Federal. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. 2ª parte). em caso de divergência na interpretação do direito entre as Seções. XI . os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. ainda. entidade ou autoridade federal.os embargos infringentes de acórdãos proferidos em ações rescisórias de seus próprios julgados.dji. ressalvada a competência do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (Constituição. Compete. da administração direta ou indireta.1: Art. III . 36. Parágrafo único.os incidentes de uniformização de jurisprudência. II e IV).os mandados de injunção. deva ser julgado originariamente pelo Tribunal. IV .a exceção da verdade. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal.as argüições de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo suscitadas nos processos submetidos ao julgamento do Tribunal. VIII . 266. Intervenção . sobre a interpretação e execução de norma regimental ou a ordem dos processos de sua competência. XIV . na forma da lei. os Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. II . 16). em virtude de prerrogativa de função. XV . excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. . ou entre estas. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal.nos crimes comuns.as revisões criminais e as ações rescisórias de seus próprios julgados. III . quando for paciente qualquer das pessoas mencionadas no inciso anterior. bem assim julgar os processos de verificação de invalidez de seus membros. nestes e nos de responsabilidade. V . XII . II e IV.conceder licença ao Presidente e aos Ministros. IV . à Corte Especial: I .1988 IX . Art. as quais lhe tenham sido submetidas (Art. contra ato do próprio Tribunal ou de qualquer de seus órgãos. aprovando a respectiva súmula.Compete à Corte Especial processar e julgar: I .CF .constituir comissões.dirimir as dúvidas que lhe forem submetidas pelo Presidente ou pelos Ministros.os embargos de divergência (Art. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão.os conflitos de competência entre relatores ou Turmas integrantes de Seções diversas. II . 11 .as reclamações para a preservação de sua competência e garantia de suas decisões. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante Tribunais. ou quando a matéria for comum a mais de uma Seção.Constituição Federal .prorrogar o prazo para a posse e o início do exercício dos Ministros.as questões incidentes. da Justiça Eleitoral. XIII .Organização do Estado .os "habeas corpus".as suspeições e impedimentos levantados contra Ministro em processo de sua competência.grau. e. 36. VII .Da Competência da Corte Especial Art.

CF . II . os "habeas corpus" e o "habeas data" contra ato de Ministro de Estado.sumular a jurisprudência uniforme das Turmas da respectiva área de especialização e deliberar sobre a alteração e o cancelamento de súmulas.Organização dos Poderes Constituição Federal . 1ª parte).os mandados de segurança.as reclamações para a preservação de suas competências e garantia da autoridade de suas decisões e das Turmas. IV . bem como do Conselho da Justiça Federal e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. IX . . o). 56.V .as questões incidentes em processos da competência das Turmas da respectiva área de especialização. I. II .julgar feitos de competência de Turma. VII .1988 V .julgar embargos infringentes e de divergência (artigos 260 e 266. VIII . 102. III . VIII . às Seções: I . e por esta remetidos (Art. VI . 14). III . nos termos do Art. "o". Parágrafo único. ou do Distrito Federal. bem assim entre Tribunal e Juízes a ele não vinculados e Juízes vinculados a Tribunais diversos.dji.as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados e das Turmas que compõem a respectiva área da especialização. Da Competência das Seções Art. Compete.elaborar e encaminhar a proposta orçamentária do Superior Tribunal de Justiça.1: Art. Supremo Tribunal Federal . ainda.grau. quando ocorrer divergência na interpretação do direito entre as Turmas que as integram.Compete às Seções processar e julgar: I . Art.as suspeições e os impedimentos levantados contra os Ministros.os conflitos de competência entre quaisquer tribunais.apreciar e encaminhar ao Poder Legislativo propostas de criação ou extinção de cargos do quadro de servidores do Tribunal e a fixação dos respectivos vencimentos. obs.apreciar e encaminhar ao Poder Legislativo projeto de lei sobre o Regimento de Custas da Justiça Federal.deliberar sobre a substituição de Ministro. 102. I. as quais lhes tenham sido submetidas por essas. da Justiça Federal de primeiro grau e do Conselho da Justiça Federal. fazendo editar a respectiva súmula. VI .Poder Judiciário .os conflitos de competência entre relatores e Turmas integrantes da Seção. VII .sumular a jurisprudência uniforme comum às Seções e deliberar sobre a alteração e o cancelamento de suas súmulas.os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. ou entre as deste e da União. bem como aprovar e encaminhar as propostas orçamentárias dos Tribunais Regionais Federais. IX . ressalvadas a competência do Supremo Tribunal Federal (Constituição. salvo em se tratando de processo da competência da Corte Especial. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro. 12 .os incidentes de uniformização de jurisprudência.

15 . salvo no caso do item III (Art. 118).julgar as apelações e os agravos nas causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. quando for coator Governador de Estado e do Distrito Federal. quando denegatória a decisão. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados.nos incidentes de uniformização de jurisprudência (Art. Disposições Comuns Art. quando o coator for Tribunal cujos atos estejam diretamente subordinados à jurisdição do Superior Tribunal de Justiça.julgar. ainda. nos processos de sua competência: I . III .quando algum dos Ministros propuser revisão da jurisprudência assentada em Súmula pela Seção. em recurso especial. b) os "habeas corpus". A remessa do feito à Seção far-se-á independentemente de acórdão. dos Tribunais Regionais Federais. II . Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. e.As Turmas remeterão os feitos de sua competência à Seção de que são integrantes: obs. de um lado. III . membro dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. os embargos de declaração e as medidas cautelares e demais arguições. do Distrito Federal e Territórios. II I .julgar em recurso ordinário: a) os "habeas corpus" decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados. dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e do Ministério Público da União que oficie perante Tribunais. IV . às Seções e às Turmas cabe.Da Competência das Turmas Art. 118. 14 . c) der à lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro Tribunal. do Distrito Federal e Territórios.dji: Art. do Distrito Federal e Territórios. b) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face de lei federal.quando convier pronunciamento da Seção. III . II . 12. o regimental. originariamente: a) os "habeas corpus".processar e julgar.Compete às Turmas: I . do outro. parágrafo único.julgar o agravo de instrumento.julgar os incidentes de execução que lhes forem submetidos. ou negar-lhes vigência.julgar a restauração de autos perdidos. as causas decididas em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados. Desembargador dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. . II . em razão da relevância da questão. quando denegatória a decisão. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. e para prevenir divergência entre as Turmas da mesma Seção. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. Parágrafo único.À Corte Especial. 13 . Art. § 1º).

quando acolherem a arguição de inconstitucionalidade. A remessa do feito à Corte Especial far-se-á independentemente de acórdão. aplicando-se lhe o disposto no parágrafo anterior. salvo o caso previsto no § 2º do artigo anterior. entretanto. pelo menos. § 1º. IV .O Presidente e o Vice-Presidente têm mandato por dois anos. 11. no prazo máximo de trinta dias. § 4º Considera-se eleito.dji: Art. § 2º A eleição. Não se verificando "quórum". por voto secreto do Plenário. II . obs. concorrerão somente os dois Ministros mais votados no primeiro.dji: Art. 19 . § 5º A eleição do Presidente precederá à do Vice-Presidente. quando.quando algum dos Ministros propuser revisão da jurisprudência assentada em súmula pela Corte Especial. obs. XI I . III .dji: Art. . em autos ou documentos de que conhecer. 18 . Parágrafo único. 17. dar-se-á trinta dias antes do término do biênio. quando ambas se realizarem na mesma sessão. o Ministro que obtiver a maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal. na mesma sessão eleger-se-á o seu sucessor. no caso de empate. Em segundo escrutínio. Se as respectivas datas não recaírem em dia útil. Art. será designada sessão extraordinária para a data mais próxima. 132 § 1º O disposto neste artigo aplica-se aos Ministros efetivos e suplentes do Conselho da Justiça Federal e ao Diretor da Revista. 18. salvo nos casos dos itens I e III. § 2º No caso de o Vice-Presidente ser eleito Presidente. será o Plenário convocado a fazer eleição. ou da necessidade de prevenir divergência entre as Seções.Se ocorrer vaga no cargo de Vice-Presidente. a eleição ou a posse serão transferidas para o primeiro dia útil seguinte. inclusive o Presidente. Art. concorrendo. fazer a eleição.IV . Art. a contar da posse. a posse. em primeiro escrutínio. § 3º A eleição far-se-á com a presença de. no último dia desse. O eleito completará o período do seu antecessor. vedada a reeleição.quando suscitarem incidentes de uniformização de jurisprudência. 22 § 1º O eleito tomará posse no prazo de quinze dias. proclamar-se-á eleito o mais votado. exercendo o mandato pelo período fixado no Art. dois terços dos membros do Tribunal. desde que a matéria ainda não tenha sido decidida pela Corte Especial. Art. todos os nomes com igual número de votos na última posição a considerar. 17 .As Seções e as Turmas remeterão os feitos de sua competência à Corte Especial: obs. Do Presidente e do Vice-Presidente Art.representar à autoridade competente. Ministro licenciado não participará da eleição. ou o mais antigo.quando convier pronunciamento da Corte Especial em razão da relevância da questão jurídica. convocados os Ministros ausentes.O Vice-Presidente assumirá a Presidência quando ocorrer vacância e imediatamente convocará o Plenário para. 16 . houver indício de crime de ação pública. Se nenhum reunir a maioria absoluta de sufrágios.

731 do Código de Processo Civil. Ocorrendo vaga em qualquer desses cargos. o voto de desempate. X . o Plenário será convocado a fazer eleição. salvo se. e demais medidas que reclamem urgência. no Plenário e na Corte Especial. os acórdãos da Corte Especial. II .dirigir os trabalhos do Tribunal.proferir. . adotando. com o relator. determinar liberdade provisória ou sustação de ordem de prisão. os pedidos de liminar em mandado de segurança. bem assim sobre os incidentes em processos de indulto. Das Atribuições do presidente Art. VIII . f) sobre a expedição de ordens de pagamento devido pela Fazenda Pública. assegurado ao eleito o mandato de dois anos.relatar o agravo interposto de seu despacho. presidindo as sessões plenárias e da Corte Especial.executar e fazer executar as ordens e decisões do Tribunal. VI . c) durante o recesso do Tribunal ou nas férias coletivas dos seus membros. VII .manter a ordem nas sessões. cumprindo e fazendo cumprir o seu Regimento Interno. III . resolvendo os incidentes que se suscitarem. anistia e graça. g) sobre o seqüestro.convocar as sessões extraordinárias do Plenário e da Corte Especial. as providências necessárias. 21 . IX . podendo. XII . para isso. dos Estados e dos Municípios.assinar.velar pelas prerrogativas do Tribunal. bem assim as cartas de sentença e as rogatórias. i) antes da distribuição.decidir: a) as petições de recursos para o Supremo Tribunal Federal.representar o Tribunal perante os Poderes da República.São atribuições do Presidente: I . Parágrafo único. h) os pedidos de extração de carta de sentença. os pedidos de assistência judiciária. e demais autoridades. d) sobre pedidos de livramento condicional.submeter questões de ordem ao Tribunal.presidir e supervisionar a distribuição dos feitos aos Ministros do Tribunal e assinar a ata respectiva. ainda quando realizada pelo sistema eletrônico de processamento de dados. não houver coincidência do mandato. seus suplentes e do Diretor da Revista far-se-á juntamente com a do Presidente e do Vice-Presidente. 20 . despachando os precatórios. caso em que a eleição se realizará no prazo máximo de trinta dias antes do término do biênio. V . ainda. XIII . e) sobre deserção de recursos não preparados no Tribunal. XI .Art.designar dia para julgamento dos processos da competência do Plenário e da Corte Especial. b) os pedidos de suspensão da execução de medida liminar ou de sentença em mandado de segurança. IV . das Turmas e dos relatores. ressalvadas as atribuições dos presidentes das Seções. por qualquer motivo.A eleição dos membros do Conselho da Justiça Federal. no caso do Art.

18. XVIII . XXX . XX . bem assim praticar os demais atos preparatórios do procedimento. XXIII .criar comissões temporárias e designar os seus membros e ainda os das comissões permanentes.baixar as resoluções e instruções normativas referentes à deliberação do Plenário.Ao Vice-Presidente incumbe substituir o Presidente nas férias.apresentar ao Tribunal. XXXI .rubricar os livros necessários ao expediente ou designar funcionário para fazê-lo.resolver as dúvidas suscitadas na classificação dos feitos e papéis registrados na Secretaria do Tribunal. XXIX . § 1º O Vice-Presidente integra o Plenário e a Corte Especial também nas funções de relator e revisor. bem como as que digam respeito à rotina dos trabalhos de distribuição.impor penas disciplinares aos servidores da Secretaria. dando posse aos servidores. e na publicação de acórdãos. no caso de vaga.determinar. para a prática de atos administrativos. Das Atribuições do Vice-Presidente Art. XIX . XXII . se se tratar de incapacidade mental.nomear curador ao paciente. e sucedê-lo.conceder licença aos Ministros "ad referendum" da Corte Especial. 22 . na hipótese do item anterior.praticar todos os demais atos de gestão necessários ao funcionamento dos serviços administrativos. ainda: . da Corte Especial ou do Conselho de Administração.velar pela regularidade e exatidão das publicações dos dados estatísticos sobre os trabalhos do Tribunal a cada mês.delegar.j) as reclamações. o início do processo de verificação da invalidez de Ministro. em cumprimento de deliberação do Tribunal.assinar os atos de provimento e vacância dos cargos e empregos da Secretaria do Tribunal. XXIV . XXV . § 2º Ao Vice-Presidente incumbe. XXI . nos termos da lei. baixando as instruções necessárias.adotar as providências necessárias à elaboração da proposta orçamentária do Tribunal e encaminhar pedidos de abertura de créditos adicionais e especiais. bem como mapas dos julgados. na forma do Art. com aprovação da Corte Especial. licenças. XVI . XXVII . por erro da ata do Plenário e da Corte Especial. relatório circunstanciado dos trabalhos efetuados no ano decorrido. XXVI .baixar os atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à polícia do Tribunal. competência ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal.dar posse aos Ministros durante o recesso do Tribunal ou nas férias.proferir os despachos do expediente. no mês de fevereiro.assinar os atos relativos à vida funcional dos servidores. e conceder-lhes transferências de Seção ou Turma. ausências e impedimentos eventuais. XIV . XXVIII . XV . XVII .

no Conselho da Justiça Federal. b) auxiliar na supervisão e fiscalização dos serviços da Secretaria do Tribunal.por delegação do Presidente: a) decidir as petições de recursos para o Supremo Tribunal Federal. de acordo com o Regimento Interno.assinar. VI .assinar a correspondência de sua Seção.mandar incluir em pauta os processos de sua Seção e assinar as atas das sessões.assinar os ofícios executórios e quaisquer comunicações referentes aos processos julgados pela respectiva Seção. revisor ou vogal. as funções que lhe competirem. c) presidir a distribuição dos feitos de competência das Seções e Turmas. V .Compete ao Presidente de Seção: I . com o relator.indicar ao Presidente funcionários da Secretaria do Tribunal a serem designados para os cargos de direção de sua Seção. II . assinando a ata respectiva. IV .convocar sessões extraordinárias.convocar as sessões extraordinárias.manter a ordem nas sessões. Das Atribuições do Coordenador-Geral da Justiça Federal Art.mandar incluir em pauta os processos da respectiva Turma e assinar as atas das sessões.assinar.presidir as sessões. V . VIII . VII . onde terá apenas o voto de desempate. Das Atribuições do Presidente de Seção Art. resolvendo os incidentes que se suscitarem. .Compete ao Presidente de Turma: I . III .manter a ordem nas sessões. VI . com o relator.O Coordenador-Geral exercerá. 24 . Das Atribuições do Presidente de Turma Art.exercer. no Conselho da Justiça Federal as atribuições que lhe couberem. II . 23 . na conformidade da lei e do seu Regimento Interno e integrará o Plenário e a Corte Especial também nas funções de relator e revisor. onde terá participação também na condição de relator.presidir as sessões de sua Turma. os acórdãos de sua Seção. IV . § 3º A delegação das atribuições previstas no item I do parágrafo anterior far-se-á mediante ato do Presidente e de comum acordo com o Vice-Presidente.I . II . 25 . III . os acórdãos de sua Turma.assinar os ofícios executórios e quaisquer comunicações referentes aos processos julgados pela respectiva Turma.

far-se-á em lista tríplice. com antecedência de. respeitado. observando-se o que dispõe o § 3º deste artigo. § 7º A escolha dos nomes que comporão lista tríplice far-se-á em votação secreta. o Presidente designará a Comissão Escrutinadora. ou o tempo de inscrição na Ordem como advogado. relação dos candidatos. em primeiro ou subseqüente escrutínio. no primeiro escrutínio. terá preferência o mais idoso. três ou mais candidatos obtiverem maioria absoluta dos votos do . observados os requisitos constitucionais (Constituição. para os magistrados e membros do Ministério Público.CF .Organização dos Poderes .1988 § 2º Tratando-se de vaga a ser preenchida por Juiz ou Desembargador. se ainda persistir o empate. advogados e membros do Ministério Público. o número de ordem do escrutínio. para cada lista sêxtupla. será elaborada lista tríplice. parágrafo único). relação dos magistrados que contem mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. Art. no mínimo. far-se-á o desempate em favor do candidato mais idoso. adotar-se-á o critério do tempo de serviço público no cargo. 27 . 104. § 4º Para a composição da lista tríplice. em sessão pública. setenta e duas horas da data da sessão. observado o disposto no Art. com indicação das datas de nascimento (Constituição. para os advogados. votará em três nomes. nos cinco dias seguintes. a maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal. também. o Presidente solicitará aos Tribunais Regionais Federais e aos Tribunais de Justiça que enviem. para que o Tribunal aprecie aspectos gerais referentes à escolha dos candidatos.VII . cada Ministro.indicar ao Presidente funcionários da Secretaria do Tribunal a serem designados para os cargos de direção de sua Turma. § 3º Tratando-se de lista tríplice única. Superior Tribunal de Justiça . o Tribunal reunir-se-á. solicitará ao órgão de representação da classe que providencie a lista sêxtupla dos candidatos. obs. 104. pelo Superior Tribunal de Justiça. convocará o Presidente. Art. § 5º Somente constará de lista tríplice o candidato que obtiver. Art. § 1º Ocorrendo vaga destinada a advogado ou a membro do Ministério Público. em primeiro escrutínio. com o "quorum" de dois terços de seus membros. de Juízes. parágrafo único). quando possível. em caso de empate. a serem nomeados pelo Presidente da República. 26 . Desembargadores.Aberta a sessão. § 6º Os candidatos figurarão na lista de acordo com a ordem decrescente dos sufrágios que obtiverem. instruída com cópia dos respectivos currículos.grau. Os membros do Tribunal receberão. além do Presidente. Dos Ministros Art. no prazo de dez dias. para comporem o Tribunal. § 8º Para colocação dos nomes na lista. vida pregressa e se satisfazem os requisitos constitucionais exigidos. será ela transformada em conselho. Em caso de empate.Poder Judiciário . de imediato. seus currículos. § 1º Tornada pública a sessão.1: Art. 27.dji.assinar a correspondência de sua Turma. sessão do Tribunal para elaboração da lista tríplice. § 3º Recebida a lista sêxtupla ou esgotado o prazo indicado no parágrafo anterior. realizando-se tantos escrutínios quantos forem necessários. 104. § 2º Existindo mais de uma vaga a ser preenchida por advogado ou membro do Ministério Público. VIII .Constituição Federal . o Presidente do Tribunal. que será integrada por três membros do Tribunal. § 3º. Parágrafo único. Ter-se-á como constituída se.A indicação.

far-seá referência ao número de votos obtidos pelos indicados e à ordem do escrutínio em que se deu a escolha. acrescidos de mais um nome. mais o nome que tenha obtido a quarta votação. e nos lugares subseqüentes das listas. § 1º No ato da posse. em livro especial. podendo fazê-lo perante o Presidente em período de recesso ou férias. a terceira lista dar-se-á por composta dos dois nomes remanescentes da lista anterior. em sessão plenária e solene do Tribunal. no primeiro escrutínio. pela ordem decrescente de votos. § 5º Em caso contrário. Art. na organização simultânea das listas. em cada um. na constituição das listas. se necessário. nos termos deste parágrafo. mais o nome que haja obtido a quinta votação. com três nomes distintos. Restando. preliminarmente. com preferência ao mais idoso. a primeira será integrada. os nomes que obtiverem em primeiro escrutínio. se necessário. ainda. obs. distribuindo-se. proceder-se-á a segundo e a novos escrutínios. em caso de empate. na organização simultânea das listas. uma vaga a preencher. o Tribunal deliberará. cada Ministro votará em tantos nomes quantos faltarem para serem incluídos nas listas. termo que será assinado pelo Presidente. na forma definida na última parte do parágrafo terceiro deste artigo. Se. lavrar-se-á. votará em tantos nomes quantas forem as vagas a preencher e em mais dois. Nesse caso. na forma definida no parágrafo anterior e na última parte do parágrafo terceiro deste artigo. hipótese em que figurarão na lista. em primeiro lugar. a segunda e subseqüentes deverão ser integradas pelos dois nomes remanescentes da lista anterior. a novos escrutínios. pelo empossado e pelo Diretor-Geral da Secretaria. § 5º Se o Tribunal deliberar que. 27. candidatos em número correspondente ao dobro dos nomes a serem inseridos. votará em tantos nomes quantos necessários à constituição das listas tríplices. todos os nomes com igual número de votos na última posição a ser considerada. obs. da primeira à ultima. efetuar-se-á segundo escrutínio e. constarão três nomes distintos. cada Ministro. não se preencherem todos os lugares das diversas listas. respeitada a ordem dos escrutínios. na ordem decrescente dos sufrágios alcançados. no prazo de trinta dias. 28 . incluídos. proceder-se-á a segundo e. de acordo com sua numeração. composta a primeira com três nomes. no primeiro escrutínio. novos escrutínios. atendido o disposto no § 5º do Art. Se. horizontalmente considerados. da lista tríplice única ou das diversas listas tríplices. cada Ministro. de acordo com a ordem prevista para o primeiro escrutínio. apenas. em primeiro escrutínio. o Ministro prestará compromisso de bem desempenhar os deveres do cargo. de acordo com a ordem da votação alcançada no escrutínio anterior. e de bem cumprir e fazer cumprir a Constituição e as leis do País. será considerado escolhido o candidato mais votado. 26. entretanto. no primeiro escrutínio. § 2º Do compromisso. em cada uma das listas.dji: Art. pela mesma ordem. § 6º § 6º Se o Tribunal deliberar que. § 4º Se existirem duas ou mais vagas a serem providas dentre Juízes ou Desembargadores. e assim sucessivamente. se as listas se constituirão. figurarão. pela ordem decrescente de sufrágios. concorrendo. os nomes dos três mais votados. ou se. cada uma. não se preencherem todos os lugares das diversas listas.dji: Art.Tribunal. maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal. será adotado o critério previsto na segunda hipótese do parágrafo quarto deste artigo. nas listas. por três nomes. § 3º Somente será dada posse ao Ministro que antes haja provado: . em cada lista. Nessa hipótese. na lista. a segunda lista constituir-se-á dos dois nomes remanescentes da primeira. § 7º No ofício de encaminhamento ao Poder Executivo. No segundo e subseqüentes escrutínios. os nomes escolhidos. 27.Os Ministros tomarão posse.

da Seção. II . 31 . III .Os Ministros têm jurisdição em todo o território nacional (Art. Art.dji: Art. em linha reta ou no terceiro grau da linha colateral. Art. obs. Art. ou. nas sessões ordinárias ou extraordinárias. interesses e prerrogativas dos Ministros aposentados. garantias. cônjuges.determinar às autoridades judiciárias e administrativas.a) ser brasileiro.A antigüidade do Ministro no Tribunal. Art. 33 .pela idade. mesmo depois da aposentadoria.ordenar e dirigir o processo. 32 . Havendo mais de um pedido. da Turma ou de seus Presidentes. 254. no Superior Tribunal de Justiça. na forma da lei. Respeitar-se-á. Art. direitos e incompatibilidades inerentes ao exercício da Magistratura. e o primeiro que conhecer da causa impede que o outro participe do julgamento quando da competência da Corte Especial. distribuição de serviços. § 2º A Presidência do Tribunal velará pela preservação dos direitos. dentre os Ministros do Tribunal. exceto se forem da competência da Corte Especial. II . conservarão o título e as honras correspondentes. terá preferência o do mais antigo. antes da posse de novo Ministro. 30 . .Havendo.delegar atribuições a autoridades judiciárias de instância inferior.Os Ministros têm as prerrogativas. 4º Art. Parágrafo único. Do Relator Art. 256 I . integrarão Seções diferentes. 34 . em caso de permuta. b) contar mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. providências relativas ao andamento e à instrução do processo. em relação aos seus Ministros.São atribuições do relator: obs. e capas. substituições e outros quaisquer efeitos legais ou regimentais. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. § 1º Os Ministros receberão o tratamento de Excelência e usarão vestes talares nas sessões solenes. § 4º O prazo para a posse poderá ser prorrogado pela Corte Especial. a antigüidade que vinha sendo observada no Tribunal Federal de Recursos.pela posse. onde haja vaga. 29 . c) satisfazer aos demais requisitos inscritos em lei. é regulada na seguinte ordem: I . III . 1º).Os Ministros têm direito de transferir-se para Seção ou Turma. para qualquer outra.pela nomeação. para sua colocação nas sessões. parentes consangüíneos ou afins. sujeitas à sua jurisdição. revisão dos processos.dji: Art.

conforme o caso. à Seção.julgar prejudicado pedido ou recurso que haja perdido o objeto.determinar. medidas cautelares necessárias à proteção de direito suscetível de grave dano de incerta reparação. X . III .ação penal originária. as medidas do inciso anterior. não haverá revisão. XIII . VI . à Turma. em caso de urgência.apresentar em mesa para julgamento os feitos que independem de pauta. da Seção ou da Turma. questões de ordem para o bom andamento dos processos.sugerir ao relator medidas ordinatórias do processo. ou aos Presidentes. XVI . XVIII .decidir agravo de instrumento interposto de decisão que inadmitir recurso especial. Parágrafo único. ou submeter o requerimento à decisão do órgão competente do Tribunal.Sujeitam-se à revisão os seguintes processos: I . incabível. XI . nos processos da competência respectiva.revisão criminal. improcedente. na conformidade do disposto neste artigo. Do Revisor Art. Art.submeter à Corte Especial. conforme a competência. com o relatório. quando o requerer o Ministério Público.negar seguimento a pedido ou recurso manifestamente intempestivo. 37 .decidir o pedido de carta de sentença e assiná-la. IX . XVII . ainda que o feito se ache em pauta ou em mesa para julgamento.pedir dia para julgamento dos feitos que lhe couberem por distribuição. XII . no órgão julgador.homologar as desistências. .determinar a autuação do agravo como recurso especial. se for o caso. VII . Em caso de substituição definitiva do relator.propor à Seção ou à Turma seja o processo submetido à Corte Especial ou à Seção. VIII .Será revisor o Ministro que se seguir ao relator. Parágrafo único. contrário à súmula do Tribunal. 36 . na ordem decrescente de antigüidade.requisitar os autos originais.IV . 35 . ou passá-los ao revisor.Compete ao revisor: I . ou peças informativas.redigir o acórdão. ou ainda destinadas a garantir a eficácia da ulterior decisão da causa. XIV . à Seção ou à Turma.submeter à Corte Especial. que tenham sido omitidas.determinar o arquivamento de inquérito. Art. será também substituído o revisor. Nos embargos relativos aos processos referidos.ação rescisória. quando necessário. ou quando for evidente a incompetência deste. quando o seu voto for o vencedor no julgamento. "ad referendum" da Corte Especial. V . XV . II .

41 .a Comissão de Regimento Interno. Art. § 3º As Comissões temporárias. IV . 39 . II . respeitada.pedir dia para julgamento. III .O Presidente designará os membros das comissões. a matéria à consideração do relator. Das Comissões Art. submetendo. em todos os casos a paridade de representação de cada uma das Seções do Tribunal. IV .dji: Art. .exercer das atribuições administrativas não previstas na competência do Plenário. salvo a de Jurisprudência. 40 .aprovar os critérios para as progressões e ascensões funcionais dos servidores da Secretaria do Tribunal.a Comissão de Documentação.determinar a juntada de petição.a Comissão de Coordenação. Art. Do Conselho de Administração Art.Dos atos e decisões do Conselho de Administração não cabe recurso administrativo. que podem ser criadas pela Corte Especial ou pelo Presidente do Tribunal e ter qualquer número de membros.a Comissão de Jurisprudência.II . III .As comissões.Ao Conselho de Administração incumbe: I . extinguem-se. colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal. § 1º São comissões permanentes: I . obs. desde logo. enquanto os autos lhe estiverem conclusos.deliberar sobre as demais matérias administrativas e referentes a servidores do Tribunal. preenchido o fim a que se destinem. § 2º O Ministro Diretor da Revista e o Ministro Coordenador-Geral da Justiça Federal integrarão as Comissões de Jurisprudência e Coordenação. respectivamente. III . 38 . § 2º As Comissões permanentes serão integradas de três Ministros efetivos e um suplente. V . § 1º A comissão será presidida pelo Ministro mais antigo dentre os seus integrantes.dispor sobre os cargos de direção e assessoramento superiores. submetendo-os à aprovação da Corte Especial.confirmar. as funções de direção e assistência intermediárias e as funções de representação de gabinete.deliberar sobre a organização dos serviços administrativos da Secretaria do Tribunal. da Corte Especial ou do Presidente ou as que lhe hajam sido delegadas. completar ou retificar o relatório. conforme o caso. permanentes ou temporárias. a forma do respectivo provimento. IV . que lhe sejam submetidas pelo Presidente. dentro dos limites estabelecidos em lei. os níveis de vencimentos e gratificação. que será composta de seis Ministros efetivos. 317 II .

As comissões permanentes ou temporárias poderão: I . 43 . cabe exercer a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. livros e documentos do Tribunal. bem assim propor a aquisição de livros. sugerindo ao Presidente medidas tendentes ao seu aperfeiçoamento. serviço de documentação para recolher elementos que sirvam de subsídio à história do Tribunal.manter. quando consultada pelo Presidente. nos assuntos de sua competência.À Comissão de Coordenação cabe: I . III . sugerindo medidas que facilitem a pesquisa de julgados ou processos. junto à biblioteca. Art.entender-se.supervisionar os serviços de informática. 47 .velar pela expansão. Art. 46 .sugerir medidas destinadas a abreviar a publicação dos acórdãos.O Conselho da Justiça Federal elaborará o seu Regimento Interno e o submeterá à aprovação do Plenário do Tribunal. V . II . II . III . abreviar a publicação dos acórdãos e facilitar a tarefa dos advogados. Art. 44 . com pastas individuais.sugerir aos Presidentes do Tribunal. propondo emendas ao texto em vigor e emitindo parecer sobre as emendas de iniciativa de outra comissão ou de Ministro. por delegação do Presidente do Tribunal. Art.sugerir ao Presidente do Tribunal normas de serviço relativas à matéria de sua competência. II . 42 . III .propor à Corte Especial ou à Seção que seja compendiada em súmula a Jurisprudência do Tribunal. contendo dados biográficos e bibliográficos dos Ministros. 48 . atualização e publicação da Súmula da Jurisprudência Predominante do Tribunal.velar pela atualização do Regimento. das Seções e das Turmas.À Comissão de Regimento Interno cabe: I . II . Art.supervisionar a administração da biblioteca do Tribunal. fiscalizando a sua execução e propondo as providências para a sua atualização e aperfeiçoamento.Ao Conselho da Justiça Federal. por seu Presidente.À Comissão de Documentação cabe: I .À Comissão de Jurisprudência cabe: I . que funciona junto ao Tribunal.supervisionar os serviços de sistematização da jurisprudência do Tribunal. Do Conselho da Justiça Federal Art. quando verificar que as Turmas não divergem na interpretação do direito. . IV .sugerir ao Presidente medidas tendentes à modernização administrativa do Tribunal. medidas destinadas a aumentar o rendimento das sessões.orientar os serviços de guarda e conservação dos processos.Art. com outras autoridades ou instituições.opinar em processo administrativo. 45 .orientar iniciativas de coleta e divulgação dos trabalhos dos Ministros que já se afastaram definitivamente do Tribunal. II .

pelo Vice-Presidente. na ordem decrescente de antigüidade. pelo Ministro mais antigo integrante do Conselho da Justiça Federal. Substituições e Convocações Art. o Ministro somente poderá reassumir o cargo. Das Licenças.no caso de impedimento. o Ministro licenciado poderá proferir decisões em processos de que. exoneração ou morte: a) pelo Ministro que preencher sua vaga na Turma. Art. III . 231. VI . enquanto não preenchida sua vaga. para lavrar ou assinar os acórdãos dos julgamentos anteriores à abertura da vaga. no Plenário. . § 3º Se a licença for para tratamento da própria saúde. condizente com o do relator. b) pelo Ministro que tiver proferido o primeiro voto vencedor.o Coordenador-Geral da Justiça Federal.o Presidente da Seção. haja pedido vista.o Presidente do Tribunal. se houver. obs. a qualquer tempo. antes da licença.o Presidente da Turma. pelo revisor. § 1º Salvo contra-indicação médica. quando de aposentadoria. em sessão de julgamento. conforme a competência. e este. pelos demais Ministros. se não houver contra-indicação médica. a substituição no Tribunal dar-se-á da seguinte maneira: I . pelo Ministro designado para redigir o acórdão. mediante redistribuição. antes do término do prazo. pelo Ministro que o seguir na antigüidade dentre os seus membros. na Corte Especial. 52 .em caso de transferência para outra Seção. Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça III . 49 . em se cogitando da adoção de medidas urgentes. pelo suplente. e.dji: Art.Dos atos e decisões do Conselho da Justiça Federal não cabe recurso administrativo. para assinar carta de sentença e admitir recurso. ausência ou obstáculos eventuais. c) pela mesma forma da letra "b" deste inciso. bem assim. 50 . pelo mais antigo dentre os seus membros.qualquer dos membros das comissões. entendendo-se que desistiu do restante do prazo.Nas ausências ou impedimentos eventuais ou temporários. 101. Art. V .Art. pelo Ministro que o seguir na antigüidade dentre os seus membros. IV . IV . 51 . salvo quanto aos processos em que tiver lançado seu visto. e.em caso de ausência por mais de trinta dias. Art. ou que tenha recebido o seu visto como relator ou revisor. ou pelo Ministro imediato em antigüidade.os Presidentes das Comissões. II .A licença é requerida pelo Ministro com a indicação do prazo e do dia do início. § 2º O Ministro licenciado pode reassumir o cargo. na Seção ou na Turma. II .O relator é substituído: I .quando vencido.

serão convocados Ministros de outra Seção. 56 . obedecida a ordem de antigüidade. em caso de vaga. Art. Seção ou Turma. na Corte Especial. obs. nos casos de impedimento de Ministros dela integrantes. Ministros de outra Turma.Art. o Presidente poderá proceder na forma deste artigo ou requisitar a instauração de inquérito à autoridade competente.Quando o afastamento for por período superior a três dias. mediante oportuna compensação: a) os "habeas corpus" b) os mandados de segurança e as medidas cautelares quando. § 3º Parágrafo único. Parágrafo único. se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição. quando necessário. Art.A polícia das sessões e das audiências compete ao seu Presidente. reclamam solução urgente.Para as sessões da Corte Especial. Art. de modo a que a substituição seja feita por Ministro que ocupe. por prazo superior a trinta dias. 57 . Da Polícia do Tribunal Art. 58 . Da Representação por Desobediência ou Desacato . 55 . impedimento ou licença por mais de trinta dias. em sua Seção ou Turma.Em caso de vaga ou afastamento de Ministro.dji: Art. a ordem de antigüidade.O revisor é substituído. serão convocados outros Ministros. se for o caso. obs. 11. 54 . em uma das Turmas. inclusive diárias e transporte. sempre pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corte Especial. e.O Presidente. Em caso de vaga. 53 .Ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependências do Tribunal. Para completar "quorum" em uma das Seções. VI Parágrafo único. poderá fazer-se a substituição pelo Coordenador-Geral ou ser convocado Juiz de Tribunal Regional Federal ou Desembargador. consoante fundada alegação do interessado. Art. 59 . no exercício da atribuição referente à polícia do Tribunal. Art. poderá requisitar o auxílio de outras autoridades.dji: Art. O magistrado convocado receberá a diferença de vencimento correspondente ao cargo de Ministro. de preferência da mesma Seção. ressalvados esses processos. posição correspondente à do substituído. serão redistribuídos. § 1º Nos demais casos. observada. parágrafo único. § 2º O Ministro incumbido do inquérito designará secretário dentre os servidores do Tribunal. quando possível. os demais serão atribuídos ao nomeado para preenchê-la. o Presidente instaurará inquérito. pelo Ministro que o seguir em antigüidade. ou delegará esta atribuição a outro Ministro. 181.

ou o Subprocurador-Geral.nas ações rescisórias e apelações cíveis.nos mandados de segurança. Decorrido o prazo de trinta dias. sem que tenha sido instaurada a ação penal.nas notícias crime.nos pedidos de intervenção federal. VI .nos outros processos em que a lei impuser a intervenção do Ministério Público. IX . III .Sempre que tiver conhecimento de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus Ministros. 60 . o Presidente dará ciência ao Tribunal. XII . originários ou em grau de recurso. Art. IV . ele a requerer. o Presidente comunicará o fato ao órgão competente do Ministério Público. VIII . . Art. Parágrafo único. para as providências que julgar necessárias.nas ações penais originárias e nas revisões criminais. poderá o relator.nos incidentes de uniformização de jurisprudência. II . mandados de injunção. ressalvadas as disposições expressas em lei ou neste Regimento. tomar o parecer do Ministério Público oralmente. em sessão secreta. Do Ministério Público Art.Art.nos inquéritos de que possa resultar responsabilidade penal.O Ministério Público Federal manifestar-se-á nas oportunidades previstas em lei e neste Regimento. pela relevância da matéria.O Ministério Público terá vista dos autos: I . provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal. VII .Perante o Tribunal. "habeas corpus" e "habeas data".nas argüições de inconstitucionalidade. XI . quando houver urgência. Art.Nos processos em que atuar como titular da ação penal. X . ou de desacato ao Tribunal. Art. mediante delegação do Procurador-Geral. 63 .nos recursos criminais. ou for determinada pelo relator.nos conflitos de competência e de atribuições.nas reclamações que não houver formulado. 61 . 62 . no exercício da função. 65 . 64 . XIII . o Procurador-Geral ou o Subprocurador-Geral têm os mesmos poderes e ônus que as partes.O Procurador-Geral ou Subprocurador-Geral poderão pedir preferência para julgamento de processo em pauta. Parágrafo único. ou quando sobre a matéria versada no processo já houver a Corte Especial firmado jurisprudência. Salvo na ação penal originária ou nos inquéritos. ou a seus Ministros.nos demais feitos quando. funciona o Procurador-Geral da República. V .

Recurso no Superior Tribunal de Justiça .Inquérito (Inq). II . XXII . XVII .STJ Parágrafo único.Interpelação Judicial (IJ). XXI . V . XIV .dji: Art. Art. VIII .Mandado de Segurança (MS).Medida Cautelar (MC).Habeas Corpus (HC). XVI .O registro far-se-á em numeração contínua e seriada em cada uma das classes seguintes: obs. XI . 68 I . VI .Exceção da Verdade (ExVerd).Conflito de Competência (CC). XIX . obs. XII .Mandado de Injunção (MI).Habeas Data (HD). .Precatório (Prc). IX . X .Súmula nº 216 . XIII .Intervenção Federal (IF). XVIII .Ação Penal (APn).5: Tempestividade .Comunicação (Com). mediante instrução normativa.Do Registro e Classificação dos Feitos Art. VII .Exceção de Impedimento (ExImp).Exceção de Suspeição (ExSusp).Notícia Crime (NC).Petição (Pet).Agravo de Instrumento (Ag). 66 .Apelação Cível (AC).grau. XX . 67 . III .Processo Administrativo (PA).As petições e os processos serão registrados no protocolo da Secretaria do Tribunal no mesmo dia do recebimento. disciplinará o registro e protocolo por meio do sistema de computação de dados. XV .dji.Ação Rescisória (AR). O Presidente do Tribunal. IV .Conflito de Atribuições (CAt).

Poder Judiciário .as classes Recurso em Habeas Corpus (RHC) e Recurso em Mandado de Segurança (RMS) compreendem os recursos ordinários interpostos na forma do disposto no Art.Recurso em Mandado de Segurança (RMS).1988 V . XXVI .dji.Recurso em Habeas Corpus (RHC). XXIV .na classe Comunicação (Com).dji.na classe Recurso Especial (REsp).Suspensão de Segurança (SS). serão incluídos na classe Petição (Pet). incluem-se as comunicações de prisão. as dúvidas que se suscitarem na classificação dos feitos e papéis. obs. IX . II.Revisão Criminal (RvCr).na classe Notícia Crime (NC). em qualquer outro caso. são incluídos os policiais e os administrativos que possam resultar em responsabilidade penal. VIII . II.1: Art. XXVIII . criminais. 105.CF . II . e que só passarão à classe Ação Penal (APn) após oferecimento da denúncia ou queixa. XXIX .1: Art. VII . II. II. ou na classe Comunicação (Com). inclui-se sindicância administrativa ou policial. "a" e "b". de um lado. incluem-se os recursos especiais de modo geral: cíveis.XXIII . salvo se os autos principais tiverem sido enviados a outra instância. da Constituição.a classe Intervenção Federal (IF) compreende os pedidos autônomos e os formulados em execução de julgado do Tribunal. III . Embargos Infringentes em Ação Rescisória (EAR) e em Apelação Cível (EAC). Superior Tribunal de Justiça .os expedientes que não tenham classificação específica. 105. XXVII .CF . nem sejam acessórios ou incidentes.na classe Inquérito (Inq). Parágrafo único. do outro. .grau.grau. inclusive pela interposição de exceções de impedimento e de suspeição.Organização dos Poderes Constituição Federal . e. assim como quaisquer informações relativas à prática de delito.1988 IV . VI . Art.Organização dos Poderes Constituição Federal . 105. estes últimos serão autuados em apenso. O Presidente resolverá.Reclamação (Rcl). Embargos de Divergência em Recurso Especial (EREsp) e pela interposição de Agravo Regimental (AgRg). obs. observando-se as seguintes normas: I . "c".não se altera a classe do processo: a) pela interposição de Embargos de Declaração (EDcl). 105. b) pelos pedidos incidentes ou acessórios. "a" e "b". Superior Tribunal de Justiça . se contiverem requerimento.a classe Apelação Cível (AC) compreende o recurso ordinário interposto nas causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. c).Recurso Especial (REsp). em mandado de segurança e em Habeas Corpus.Representação (Rp).Poder Judiciário . mediante instrução normativa. XXV . Município ou pessoa residente ou domiciliada no País (Constituição.

a prevenção referir-se-á ao Ministro designado para lavrar o acórdão. § 2º Não será compensada a distribuição que deixar de ser feita ao Vice-Presidente. por prevenção. § 1º A distribuição poderá ser dispensada pela Corte Especial. observando-se as classes mencionadas no Art. § 1º Se o relator deixar o Tribunal ou transferir-se de Seção. quando substituir o Presidente. 71 . 67. suspendendo-se a distribuição a partir da apresentação do requerimento e pelo prazo máximo de sessenta dias. prevenirá a da ação penal. Art. . Da Distribuição Art. Art. a determinado Ministro. cada uma. 70 . compensando-se a distribuição. § 2º Vencido o relator. que poderá ser a que tomou o feito na instância inferior. em audiência pública e na forma estabelecida em instrução normativa que baixará. X . aplica-se a mesma regra ao que requerer aposentadoria. além da numeração por classe. tanto na ação quanto na execução referentes ao mesmo processo. Fazendo-se a distribuição pelo computador. designação distintiva e numeração segundo a ordem em que houverem sido apresentados os feitos. § 3º Se o recurso tiver subido por decisão do relator no agravo de instrumento. inclusive os licenciados por até trinta dias. salvo a intervenção federal. desde que integrada no sistema de computação eletrônica do Tribunal. Se ocorrer desistência do pedido. tendo. ser-lhe-á distribuído ou ao seu sucessor. proceder-se-á a compensação.c) pela argüição de inconstitucionalidade formulada incidentemente pelas partes.A distribuição do mandado de segurança. será feito novo sorteio. a requerimento seu. 68 . d) pelos pedidos de execução. a prevenção será do órgão julgador. § 4º Haverá também compensação quando o processo tiver de ser distribuído. § 3º Em caso de impedimento do relator. do "habeas corpus" e do recurso torna preventa a competência do relator para todos os recursos posteriores. 69 .Os processos da competência do Tribunal serão distribuídos por classe. procederá à distribuição dos feitos da competência do Tribunal. Parágrafo único. Art.O Presidente. durante os sessenta dias que antecederem o afastamento.Far-se-á a distribuição entre todos os Ministros. adotar-se-á numeração geral. quando este não alterar a classe e o número do processo.far-se-á na autuação nota distintiva do recurso ou incidente. e a distribuição do inquérito e da notícia crime. § 5º O Ministro que se deva aposentar por implemento de idade ficará excluído da distribuição. bem como a realizada para efeito da concessão de fiança ou de decretação de prisão preventiva ou de qualquer diligência anterior à denúncia ou queixa.

ou. Art. Art. 75 . Art. II . 76 . Art. se for caso. e o substituto receberá os processos que lhe forem distribuídos e os do substituído. far-se-á distribuição dos embargos dentre os Ministros da outra. serão excluídos da distribuição o relator e o revisor.Os embargos declaratórios e as questões incidentes terão como relator o do processo principal. Art.se o afastamento for por prazo superior a trinta dias e não for convocado substituto. poderá ser argüida por qualquer das partes ou pelo órgão do Ministério Público. o pedido de data para o julgamento ou o relatório. com oportuna compensação.O Ministro a quem tocar a distribuição é o preparador e relator do processo. será observado o critério estabelecido no artigo anterior. se for o caso. 73 . apenas se fará o sorteio de novo relator. 276. aos demais integrantes da respectiva Seção. até o início do julgamento.§ 4º A prevenção. observar-se-á o disposto no Art. da Corte Especial. Art. 74 . far-se-á de preferência a Ministro que não haja participado da decisão impugnada. Art. renovase. 78 . Parágrafo único. 80 .se o afastamento for por prazo superior a trinta dias e for convocado substituto. não haverá redistribuição. Vice-Presidente ou Coordenador-Geral da Justiça Federal continuará como relator ou revisor do processo em que tiver lançado o relatório ou aposto o seu visto.Na distribuição de ação rescisória e de revisão criminal. proceder-se-á da seguinte forma: I . com direito a voto. Art.No caso de embargos infringentes e de divergência. III .Se a decisão embargada for de uma Turma. A redistribuição será feita entre os integrantes do órgão julgador do respectivo processo. 72 . nesta última hipótese. Art. se não for reconhecida de ofício. 77 . com oportuna compensação. . será suspensa a distribuição ao Ministro afastado e os processos a seu cargo.se o afastamento for por prazo não superior a trinta dias. os processos considerados de natureza urgente. A distribuição do mandado de segurança contra ato do próprio Tribunal. se da Corte Especial.Nos casos de afastamento de Ministro. 79 . serão redistribuídos.Na argüição de suspeição a Ministro.O prolator da decisão impugnada será o relator do agravo regimental.O Ministro eleito Presidente. considerados de natureza urgente. serão redistribuídos.

obs. gozarão trinta dias consecutivos de férias individuais.os dias de segunda e terça-feira de carnaval. II . na correspondência oficial. no fecho das cartas de sentença e nas certidões. no primeiro e no último dia útil de cada período.o Coordenador-Geral da Justiça Federal. 81 .Dos Atos e Formalidades Seção I Disposições Gerais Art. . 83 .O ano judiciário no Tribunal divide-se em dois períodos. para identificação do signatário. por semestre: I .os dias compreendidos entre 20 de dezembro e 1º de janeiro.os dias da Semana Santa. § 1º Nas hipóteses previstas neste artigo. respectivamente. obs. conforme o caso. IV . § 2º Além dos fixados em lei. § 3º As rubricas e assinaturas usuais dos servidores serão registradas em livro próprio. poderá o Presidente ou seu substituto legal decidir pedidos de liminar em mandado de segurança e "habeas corpus".dji: Art. nas férias coletivas e nos dias em que o Tribunal o determinar.dji: Art. 106 II . § 2º Os livros necessários ao expediente serão rubricados pelo Presidente ou por funcionário que designar. serão feriados no Tribunal: I .Suspendem-se as atividades judicantes do Tribunal nos feriados. III . 93 § 2º Os Ministros indicarão seu endereço para eventual convocação durante as férias.Se a necessidade do serviço judiciário lhes exigir a contínua presença no Tribunal. 84 . e demais medidas que reclamem urgência. § 1º É exigida a assinatura usual nos acórdãos.os dias 11 de agosto. Art. compreendidos desde a quarta-feira até o domingo de Páscoa. 1 e 2 de novembro e 8 de dezembro. Art.Os atos processuais serão autenticados. com a realização de sessão da Corte Especial.o Presidente e o Vice-Presidente. Art. 82 . recaindo as férias dos Ministros nos períodos de 2 a 31 de janeiro e de 2 a 31 de julho. mediante a assinatura ou rubrica dos Ministros ou a dos servidores para tal fim qualificados. § 1º O Tribunal iniciará e encerrará seus trabalhos. determinar liberdade provisória ou sustação de ordem de prisão.

Parágrafo único. requerer que figure também o seu nome.o julgamento de "habeas corpus" e recursos de "habeas corpus". conforme dispuser ato normativo da Presidência do Tribunal. decorrente de incorreções ou omissões. proceder-se-á pelo modo menos oneroso para as partes e para o serviço do Tribunal. pelo menos. o Presidente poderá convocar uma ou mais sessões extraordinárias. Art. com as cautelas necessárias à autenticação da mensagem e do seu recebimento. com aprovação dos respectivos Presidentes. encerrada a sessão. Poder-se-á admitir a resposta pela forma indicada no inciso II deste artigo.As peças que devam integrar ato ordinatório. Art. instrutório ou executório poderão ser a ele anexadas em cópia autenticada. § 1º É suficiente a indicação do nome de um dos advogados. figurarão os nomes dos advogados constantes da autuação anterior. § 2º A retificação de publicação no "Diário da Justiça". com efeito de intimação. Art.Independem de pauta: I . dos Presidentes das Seções.A publicação da pauta de julgamento antecederá quarenta e oito horas. Art.dji: Art. II . constituído perante o Tribunal. agravo regimental e exceção de suspeição e impedimento. quando o advogado.A critério do Presidente do Tribunal.As pautas do Plenário. a Secretaria adotará as medidas necessárias ao atendimento.Da publicação do expediente de cada processo constará. 89 . será afixada a pauta de julgamento. 85 . conforme o caso. 143 I . conflitos de competência e de atribuições.por servidor credenciado da Secretaria. § 1º Em lugar acessível do Tribunal. 91 . 87 . Nos recursos. quando a parte houver constituído mais de um ou o constituído substabelecer a outro com reserva de poderes. destinadas ao julgamento daqueles processos. das Seções e das Turmas serão organizadas pelos Secretários. a notificação de ordens ou decisões será feita: obs. embargos declaratórios. das Turmas ou do relator. 90 . o de seu advogado. . 88 . à sessão em que os processos possam ser chamados e será certificada nos autos. Art. 86 .por via postal ou por qualquer modo eficaz de telecomunicação. além do nome das partes. será providenciada pela Secretaria. ex officio. ou mediante despacho do Presidente ou do relator. § 2º Sempre que. restarem em pauta ou em mesa feitos sem julgamento.Art. da Corte Especial.Se as nulidades ou irregularidades no processamento dos feitos forem sanáveis. Art.

Art. § 4º O prazo para a defesa ou resposta começará a correr do termo do prazo determinado no edital.II . da Seção ou da Turma. Art. apenas. e por este encaminhada ao encarregado da ata. Art. podendo o advogado retirar autos nos casos previstos em lei. 94 . 95 . na oportunidade e pelo prazo que o relator estabelecer. Parágrafo único.A petição será entregue ao protocolo. ter vista dos autos. Das Atas e da Reclamação por Erro Art. contados de sua expedição.Se o pedido for julgado procedente. § 1º Não se admitirá a reclamação quando importar modificação do julgado. em petição dirigida ao Presidente do Tribunal.Os editais destinados à divulgação do ato poderão conter. e correrá da data de sua publicação no "Diário da Justiça". 98. observados os requisitos processuais.Contra erro contido em ata. § 1º A parte que requerer a publicação nos termos deste artigo fornecerá o respectivo resumo. conforme o caso. 93 . a critério do relator. § 1º. respondendo pelas suas deficiências.As atas serão lidas e submetidas à aprovação na sessão seguinte. § 2º O relator indeferirá o pedido. o essencial à defesa ou à resposta. Havendo expressa concordância das partes. 92 . salvo nos casos do Art. 96 . sob pena de extinguir-se o processo. sem julgamento do mérito. quando ocorrida nos feriados ou nas férias do Tribunal. . com observância da lei processual. se a parte. Art. não suprir a falta em dez dias. Art.A vista às partes transcorre na Secretaria. 98 . § 2º A reclamação não suspenderá o prazo para recurso. far-se-á retificação da ata e nova publicação. poderá o interessado reclamar. dentro de quarenta e oito horas.Nenhuma publicação terá efeito de citação ou intimação. § 2º O prazo do edital será determinado entre vinte e sessenta dias. 97 .as questões de ordem sobre o processamento de feitos. § 1º Os advogados constituídos após a remessa do processo ao Tribunal poderão. intimada pelo "Diário da Justiça". Art. se houver justo motivo. mediante recibo. § 3º A publicação do edital deverá ser feita no prazo de vinte dias. a requerimento. 83. e certificada nos autos. poderá ser dispensada a pauta. que a levará a despacho no mesmo dia com sua informação. salvo o disposto no Art.

por suas conclusões e ementa. Art. ou por via de embargos de declaração. para o fim de ser compendiada em Súmula a jurisprudência do Tribunal. Art. III . por ausência ou outro motivo relevante. Se o relator for vencido na questão principal. em suas decisões. § 2º As inexatidões materiais e os erros de escrita ou cálculo contidos na decisão poderão ser corrigidos por despacho do relator. será designado para redigir o acórdão o Ministro que proferiu o primeiro voto vencedor (Art. para efeito de intimação às partes.dji: Art. far-se-á. por ausência ou outro motivo relevante. com o acórdão. se o seu teor não coincidir com o do acórdão.a remessa do feito à Corte Especial. 100 . ou se este também tiver sido vencido. § 1º Se o relator. Parágrafo único. a circunstância. Art. a discussão. lavrará o acórdão o revisor. devidamente revisadas e rubricadas. 96. Parágrafo único. no "Diário da Justiça". 52. pela publicação da ata da sessão de julgamento. mencionando-se. no local da assinatura do Presidente. constarão de acórdão no qual o relator se reportará às notas taquigráficas do julgamento. depois de revistas e rubricadas. Dispensam acórdão: I . quando couberem. ficará designado o revisor para redigir o acórdão. bem como as perguntas feitas aos advogados e suas respostas.a conversão do julgamento em diligência. 102 . § 2º Art. IV . II . . § 3º Encaminhadas as notas taquigráficas ao Gabinete do Ministro. Se não houver revisor. em razão da relevância da questão jurídica. As partes serão intimadas. ou à Seção respectiva.obs.As conclusões da Corte Especial. ou o Ministro que o seguir na ordem de antigüidade. das decisões em que se tiver dispensado o acórdão. este as devolverá no prazo improrrogável de vinte dias. § 1º Prevalecerão as notas taquigráficas. ou da necessidade de prevenir divergência entre as Turmas. da Seção e da Turma. não puder assinar o acórdão. 99 . os votos fundamentados.Em cada julgamento. § 2º Se o Presidente. 101 .se o órgão julgador do Tribunal o determinar.A decisão que julgar a reclamação será irrecorrível. apenas o relator o fará.a remessa do feito à Seção ou à Corte Especial. ou para revisão da Súmula. II). 103 . e serão juntadas aos autos.A publicação do acórdão. que dele farão parte integrante. não o puder fazer. as notas taquigráficas registrarão o relatório. Das Decisões e Notas Taquigráficas Art.Subscrevem o acórdão o Ministro que presidiu o julgamento e o relator que o lavrou.

será o processo ao mesmo concluso. § 1º A contagem dos prazos será feita com obediência ao que dispuser a lei processual. dos demais Ministros que tiverem participado. 107 . pelo Presidente. I. salvo disposição em contrário deste Regimento. Art. ou pelo relator. Art. IV . para que lavre o acórdão. a minuta do julgamento. quando presente.Não correm os prazos no período aludido no Art. .os nomes dos advogados que tiverem feito sustentação oral. para lavratura do acórdão. do que for designado. 104 . 109 .a decisão proclamada pelo Presidente. 106 .Os prazos no Tribunal correrão da publicação do ato ou do aviso no "Diário da Justica". ou por seus Presidentes. mas as decisões ou despachos designativos de prazos poderão determinar que corram da intimação pessoal ou da ciência por outro meio eficaz.os nomes do Presidente do órgão julgador. § 2º Também não corre prazo quando houver obstáculo judicial ou comprovado motivo de força maior.os nomes dos Ministros impedidos e ausentes. do relator. pelas Turmas. o relator poderá admitir prorrogação de prazo por tempo razoável. com cópia da nota taquigráfica não revista.Os prazos para diligências serão fixados nos atos que as ordenarem. Art. ou. Art. § 5º Se a nota taquigráfica não devolvida disser respeito ao relator. pelas Seções. quando vencido. § 1º Nos casos deste artigo. Dos Prazos Art. III . § 2º As citações obedecerão ao disposto na lei processual. os autos serão conclusos ao relator.§ 4º Decorridos vinte dias do recebimento das notas taquigráficas. salvo nas hipóteses previstas em lei.Também se juntará aos autos. e nas férias. como parte integrante do acórdão. contados da data da entrada no Gabinete do Ministro. que conterá: I . § 3º As informações oficiais apresentadas fora do prazo por justo motivo poderão ser admitidas. reconhecido pelo Tribunal. 108 . § 2º. II .Os prazos não especificados em lei ou neste Regimento serão fixados pela Corte Especial. 105 . os prazos começam ou continuam a fluir no dia de reabertura do expediente. Art. do julgamento e do Subprocurador-Geral.Mediante pedido conjunto das partes. conforme o caso. 81. se ainda oportuna a sua apreciação.

vinte dias para o "visto" do revisor.Lei da Justiça Gratuita . são os seguintes: I .dji.060-1950 Art. quando couber.060-50.O preparo de recursos da competência do Supremo Tribunal Federal será feito no prazo e na forma do disposto no seu Regimento Interno e na "Tabela de Custas do Supremo Tribunal Federal". 113 .1: Assistência Judiciária aos Necessitados .5: Recurso . § 1º Não cabe recurso da decisão que se proferir. a requerimento da parte necessitada. 112 . Art. será apresentado ao Presidente ou ao relator.trinta dias para o "visto" do relator. o Presidente ou o relator.O requerimento dos benefícios da assistência judiciária.STJ § 1º Não são custas os preços cobrados pelo fornecimento de cópias autenticadas ou não.510-86.Os prazos para os Ministros. conforme o estado da causa. 116 . 114 .Superior Tribunal de Justiça . Das Despesas Processuais Art. 115 .Despesas de Remessa e Retorno .grau. obs. a Seção ou a Turma. com as alterações introduzidas pela Lei nº 7. consoante tabela aprovada pelo Presidente. Da Assistência Judiciária Art.Salvo disposição em contrário. mas a Corte Especial. Computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e. obs. § 2º Prevalecerá no Tribunal a assistência judiciária já concedida em outra instância. em dobro. 111 . Art. III . quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público.grau. II . ao conhecerem do feito.Parágrafo único.dez dias para atos administrativos e despachos em geral. salvo acúmulo de serviço. § 2º O pagamento dos preços será antecipado ou garantido com depósito. o pedido de assistência judiciária será decidido de acordo com a legislação em vigor. quando em grau de recurso. quando de competência originária do Tribunal. Art.Nos crimes de ação privada.Súmula nº 187 . poderão conceder o benefício negado. Art. . de defensor ou curador dativo. ou para prosseguir no processo. na norma da Lei nº 1. nomeará advogado para promover a ação penal.No Tribunal. os servidores do Tribunal terão o prazo de quarenta e oito horas para os atos do processo. e se de outra forma não dispuser este Regimento.Sem prejuízo da nomeação. para recorrer. ou de certidões e traslados por fotocópia ou processo equivalente de reprodução. no Tribunal.dji.L-001. não serão devidas custas nos processos de sua competência originária ou recursal. 110 .

somente proferirá voto de desempate. 120 . II . proferiu como relator ou revisor. dados estatísticos sobre os trabalhos do Tribunal no mês anterior. entre os quais: o número de votos que cada Ministro. . Art. lavrar se-á o acórdão. excluindo-se o Ministro mais moderno. 14.No processo em que haja sido suscitado o incidente de uniformização de jurisprudência. a ser aprovado pelo Tribunal na mesma sessão ou na primeira sessão ordinária seguinte.No julgamento de uniformização de jurisprudência. obs. o pedido de vista não impede votem os Ministros que se tenham por habilitados a fazê-lo. § 1º O Presidente. mensalmente. em igual prazo. § 3º O relator. com ou sem parecer.Dos Dados Estatísticos Art.seja lançado na cópia o número recebido no seu registro e na ordem dessa numeração. na ordem numérica da apresentação.seja a Súmula lançada em ficha que conterá todas as indicações identificadoras do acórdão e o número do registro exigido no inciso I. no prazo para sua publicação. § 3º Proferido o julgamento. IV . o relator. que ordenará: I .seja o acórdão publicado na Revista do Tribunal. o número de feitos que lhe foram distribuídos no mesmo período e o número de processos que recebeu em consequência de pedido de vista ou como revisor. III § 1º Reconhecida a divergência acerca da interpretação do direito. 118 . Art. em livro especial. devendo o Ministro que o formular apresentar o feito em mesa na primeira sessão seguinte.dji: Art. Da Uniformização de Jurisprudência Art. sob o título "Uniformização de Jurisprudência". o relator deverá dirigir o projeto de Súmula. parágrafo único § 2º Publicado o acórdão. lançará relatório nos autos e os encaminhará ao Presidente da Corte Especial ou Seção para designar a sessão de julgamento. em qualquer caso. III . a Corte Especial e as Seções se reunirão com o "quorum" mínimo de dois terços de seus membros. remetida à Comissão de Jurisprudência.Cópia do acórdão será. em decisão tomada pela maioria absoluta dos membros que integram o órgão julgador. arquivando-a em pasta própria.seja registrada a Súmula e o acórdão. em sua íntegra. arquivando-se em ordem alfabética. § 2º No julgamento. ainda que não integre a Corte Especial. dela participará no julgamento do incidente. Findo este. 14. 117 . o relator tomará o parecer do Ministério Público no prazo de quinze dias.Serão divulgados.dji: Art. o julgamento terá por objeto o reconhecimento da divergência acerca da interpretação do direito. obs. A Secretaria expedirá cópias do relatório e dos acórdãos divergentes e fará a sua distribuição aos Ministros. 119 . com base na palavra ou expressão designativa do tema do julgamento. nominalmente indicado.

a revisão da jurisprudência compendiada na Súmula. 125 . § 3º Se a Seção entender que a matéria a ser sumulada é comum às Seções. em coluna própria. Se o acórdão contiver revisão de Súmula compendiada. na mesma pasta. Art. Art. Da Jurisprudência Seção II Da Súmula Art. na forma exigida neste artigo. Parágrafo único. a sua averbação no registro anterior. Art.Os enunciados da Súmula. esta. ou da Seção. em qualquer processo no Tribunal. As edições ulteriores da Súmula incluirão os adendos e emendas. Também poderão ser inscritos na Súmula os enunciados correspondentes às decisões firmadas por unanimidade dos membros componentes da Corte Especial ou da Seção. 122 . § 1º Qualquer dos Ministros poderá propor. sobrestando-se o julgamento. dispensada a lavratura do acórdão. 121 . cópia do acórdão do Supremo Tribunal Federal. em datas próximas. remeterá o feito à Corte Especial. a interposição será comunicada à Comissão de Jurisprudência. se necessário. remeterá o feito ao julgamento da Corte Especial. § 1º Será objeto da Súmula o julgamento tomado pelo voto da maioria absoluta dos membros que integram a Corte Especial ou cada uma das Seções. em um caso. § 2º Se algum dos Ministros propuser revisão da jurisprudência compendiada na Súmula. Parágrafo único. 123 . juntando-se. por maioria absoluta dos seus membros. que determinará a averbação dessa comunicação em coluna própria do registro no livro especial e a anotará na ficha da Súmula compendiada. seus adendos e emendas. A decisão proferida no recurso extraordinário também será averbada e anotada. a referência a outros julgados no mesmo sentido. se acolher a proposta. § 2º A inclusão da matéria objeto de julgamento na Súmula da Jurisprudência do Tribunal será deliberada pela Corte Especial ou pela Seção. entretanto.Se for interposto recurso extraordinário. 124 . ou por maioria absoluta em pelo menos dois julgamentos concordantes. em julgamento perante a Turma.A citação da Súmula pelo número correspondente dispensará perante o Tribunal. . datados e numerados. serão publicados três vezes no Diário da União.Parágrafo único. Art. proceder-se-á na forma determinada neste artigo. que tenha por objeto tese de direito compendiada em Súmula. em incidente de uniformização de jurisprudência. fazendo-se.A jurisprudência firmada pelo Tribunal será compendiada na Súmula do Superior Tribunal de Justiça. arquivando-se. em novos feitos. as notas taquigráficas e tomando-se o parecer do Ministério Público Federal. bem como referência na ficha do julgamento.Os enunciados da Súmula prevalecem e serão revistos na forma estabelecida neste Regimento Interno.

L-005. a Turma remeterá o feito ao julgamento da Seção ou da Corte Especial. Art. em razão da relevância da questão jurídica. para o fim de ser compendiada em Súmula a jurisprudência do Tribunal.Serão publicadas no Diário da Justiça as ementas de todos os acórdãos do Tribunal e as decisões dos relatores (Art. 119. os autos irão ao Presidente do órgão do Tribunal. os números dos enunciados que o Tribunal cancelar ou alterar. § 2º Proferido o julgamento. § 4º Ficarão vagos. 127 . quando verificar que as Turmas não divergem na interpretação do direito. 128 . 236. tomando os que forem modificados novos números da série.869-1973 . 236 do Código de Processo Civil). remetida à Comissão de Jurisprudência. com a nota correspondente.Qualquer Ministro poderá propor.Quando convier pronunciamento da Corte Especial ou da Seção. II . para elaboração de projeto de Súmula. na forma do Art. ou da Corte Especial. Art. poderá propor a remessa do feito à apreciação da Seção respectiva. obs. § 3º A Comissão de Jurisprudência poderá. III . por maioria absoluta dos seus membros. Com as notas taquigráficas.Revista do Superior Tribunal de Justiça. também. dispensam-se a lavratura de acórdão e a juntada de notas taquigráficas.repositórios autorizados. se for o caso. no que couber. no prazo da sua publicação. quando verificar que as Turmas não divergem na interpretação do direito. dois terços de seus componentes. § 1º Acolhida a proposta.Comunicações dos atos processuais . cópia do acórdão será. com a presença de.dji: Art. 129 . propor à Corte Especial ou à Seção que seja compendiada em Súmula a jurisprudência do Tribunal. ou outro Ministro. § 1º Na hipótese referida neste artigo. IV . no mínimo.Código de processo civil . para designar a sessão de julgamento.Ementário de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e Boletim do Superior Tribunal de Justiça. 126 . ou da necessidade de prevenir divergências entre as Turmas. o relator. dispensada a lavratura do acórdão. no julgamento de qualquer recurso. se a matéria for comum às Seções.A jurisprudência do Tribunal será divulgada pelas seguintes publicações: I .§ 3º A alteração ou o cancelamento do enunciado da Súmula serão deliberados na Corte Especial ou nas Seções. na Turma. A Secretaria expedirá cópias autenticadas do relatório e das notas taquigráficas e fará sua distribuição aos Ministros que compuserem o órgão competente para o julgamento. § 2º No julgamento de que cogita o artigo proceder-se-á. conforme o caso. Art.Diário da Justiça. para efeito de eventual restabelecimento. ou à Seção. certificada nos autos a decisão da Turma. Intimações . Da Divulgação da Jurisprudência Art. a remessa do feito à Corte Especial.

133 . § 3º. Parágrafo único. publicações especializadas. II .dji. No Boletim do Superior Tribunal de Justiça. 255.RISTJ . Recurso Especial . 132 .um exemplar dos três números antecedentes ao mês do pedido de inscrição. Recurso Especial .as Súmulas editadas pela Corte e pelas Seções. sem a obrigação de divulgar a jurisprudência deste Tribunal. o Tribunal escolherá outro Ministro para completar o período. Art. para conhecimento antes da publicação dos acórdãos. 134 .A direção da Revista é exercida por um Ministro.RISTJ Parágrafo único.Na Revista do Superior Tribunal de Justiça serão publicados em seu inteiro teor: I .São repositórios autorizados as publicações de entidades oficiais ou particulares.Art.grau. com os seguintes elementos: I . habilitadas na forma deste Regimento. evitando-se repetições. gratuitamente. § 2º A Comissão de Jurisprudência colaborará na seleção dos acórdãos a publicar. 17 deste Regimento. também. obs. às cópias fornecidas. § 3º. Seções e Corte Especial. na íntegra. do Art. de circulação interna. Art. obs. III .grau.compromisso de os acórdãos selecionados para publicação corresponderem. "b". pelo Tribunal.os acórdãos selecionados pelo Ministro Diretor. sede e endereço da pessoa jurídica que edita a revista. para memória de eventos relevantes do Tribunal. 255. dispensáveis no caso de a Biblioteca do Tribunal já os possuir. IV . Poderão ser credenciadas como repositório da jurisprudência.denominação. Art. o representante ou editor responsável pela publicação solicitará inscrição por escrito ao Ministro Diretor da Revista. § 1º As decisões sobre matéria constitucional e as que ensejarem a edição de Súmulas serão.dji. autorizada a supressão do nome das partes. serão divulgadas as questões de maior interesse decididas pelas Turmas. para os efeitos do § 1º. distintos da publicação normal da Revista. 255 deste Regimento. nos termos do Art.2: Art. III .2: Art.os atos normativos expedidos pelo Tribunal e pelo Conselho da Justiça Federal. 130 . No caso de vacância. dando-se preferência aos que forem indicados pelos respectivos relatores. escolhido pelo Tribunal.Para a habilitação prevista no artigo anterior. Art.No Ementário de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça serão publicadas ementas de acórdãos ordenadas por matéria. e seus advogados. publicadas em volumes seriados. II .nome de seu diretor ou responsável. 131 . § 3º A Revista poderá editar números especiais.

não se admitirá juntada de documentos. ou por determinação do relator. Art. III . Das Provas Art. 140 . 136 .dji: Art.A direção da Revista manterá em dia o registro das inscrições e cancelamentos. 137 . § 2º Após o julgamento. 142 . 135. articulando-se com a Biblioteca para efeito de acompanhar o atendimento da obrigação prevista no Art.Se a parte não poder instruir.As publicações inscritas poderão mencionar seu registro como repositórios autorizados de divulgação dos julgados do Tribunal. suas alegações. desde que estes últimos não se destinem a suprir. de organismo internacional.em cumprimento de despacho fundamentado do relator. 139 .para comprovação de textos legais ou de precedentes judiciais. admissão e produção de provas. de Estados e Municípios. da Seção ou da Turma. por conveniência do Tribunal. inclusive decisão em processo conexo.A inscrição poderá ser cancelada a qualquer tempo. os quais possam influenciar nos direitos postulados. Art.Art. 135 .Em caso de impugnação. obs. Art. poderão ser devolvidos às partes os documentos que tiverem sido juntados "por linha".A proposição. 138 Art. o relator conceder-lhe-á prazo para esse fim ou as requisitará diretamente àqueles estabelecimentos. II . quando emanarem de Estado estrangeiro. salvo: I . 138 .O deferimento da inscrição implicará a obrigação de fornecer. observados os preceitos especiais deste título. obedecerão às leis processuais. as partes deverão provar a fidelidade da transcrição de textos de leis e demais atos do poder público. bem como a vigência e o teor de normas pertinentes à causa. no Brasil. salvo deliberação de serem anexados aos autos. desde logo. gratuitamente. Dos Documentos e Informações Art. pressuposto recursal não observado.para prova de fatos supervenientes. ou. após recebidos os autos no Tribunal. § 1º A regra e as exceções deste artigo aplicam-se. de determinação da Corte Especial. 141 . no Tribunal. aos recursos interpostos perante o Tribunal. por impedimento ou demora em obter certidões ou cópias autenticadas de notas ou registros em estabelecimentos públicos. tardiamente.Nos recursos interpostos na instância inferior. Art. . dois exemplares de cada publicação subseqüente à Biblioteca do Tribunal. também.

buscas e apreensões. a Seção. quando houver matéria em pauta. pelo depoente. mediante convocação do Presidente. a Corte Especial.As sessões ordinárias começarão às quatorze horas. for necessária a apresentação da parte ou de terceiro que não tiver atendido à notificação. Depois de traduzidas. Aplica-se o disposto neste artigo ao interrogatório.Quando.O Plenário reúne-se. sendo as tiras ou notas respectivas rubricadas no ato pelo relator. pelo agente do Ministério Público e advogados. o Presidente tem assento na parte central da mesa de julgamento. Dos Depoimentos Art. arbitramentos. § 2º Havendo juiz convocado. na exibição e conferência de documentos e em quaisquer outras diligências determinadas ou deferidas pela Corte Especial. a Turma ou o relator poderá expedir ordem de condução de recalcitrante. nos lugares laterais.Art. de Seção ou de Turmas nos dias designados e. Art. Os demais Ministros sentar-se-ão. b) pela posse no Tribunal de origem. pela forma indicada no Art. Da Apresentação de Pessoas e outras Diligências Art. para pronunciar-se sobre documento juntado pela parte contrária. Das Sessões Art. § 1º Se o Presidente do Tribunal comparecer à Seção ou à Turma. após sua última intervenção no processo.Nas sessões. pela Seção. sobre peças dos autos e sobre as citações que tiver feito de textos legais. para julgar processo a que estiver vinculado. 145 . pela ordem de antigüidade. de precedentes judiciais e de trabalhos doutrinários. assumirá a sua presidência. Art. sempre que o serviço o exigir. alternadamente. mediante convocação especial.Os depoimentos poderão ser estenotipados ou taquigrafados. durante o julgamento. 146 .Os Ministros poderão solicitar esclarecimentos ao advogado. a começar pela direita. 150 . pela Turma ou pelo relator. este tomará o lugar do Ministro mais moderno. 144 . extraordinariamente. Art. serão os respectivos termos devidamente assinados.Observar-se-ão as formalidades da lei na realização de exames periciais. Parágrafo único. a antigüidade será regulada na seguinte ordem: a) pela data da convocação. se houver mais de um juiz convocado. ficando o representante do Ministério Público à sua direita. em qualquer processo. 143 . Art. 87. 149 . Parágrafo único.A parte será intimada por publicação no "Diário da Justiça" ou. 148 . podendo ser prorrogadas após as dezoito horas. Haverá sessão da Corte Especial. 147 . . A gravação deve ser usada como técnica de apoio à estenotipia ou taquigrafia. se o relator o determinar.

IX. de ações cautelares e de ações relativas a direito de família. § 3º Os advogados deverão usar beca sempre que ocuparem a tribuna. considerando-se intimados os interessados. revisões criminais. pedidos de intervenção federal. 155 . 154 . Art. recursos especiais. podendo prestar esclarecimentos em matéria de fato. 156 . ou para responder às perguntas que lhes forem feitas pelos Ministros.No julgamento das ações penais originárias. Art. 151 .Poder Judiciário . Disposições Gerais . mandados de injunção e ações rescisórias. cópia do relatório aos demais integrantes do órgão julgador. 153 .1988 § 1º Os advogados ocuparão a tribuna para formular requerimento.Constituição Federal CF . embargos infringentes. 93. Os processos que versem sobre a mesma questão jurídica. Parágrafo único. Art. ainda que apresentem aspectos peculiares. A antigüidade apurar-se-á pela ordem de recebimento dos feitos no protocolo do Tribunal. Parágrafo único.Os julgamentos a que este Regimento ou a lei não derem prioridade serão realizados.Organização dos Poderes . recursos ordinários em mandados de segurança. II . Art. o Relator indicará preferência para o julgamento dos feitos criminais. 93. sempre que possível. no que couber: I . fazendo-se a oportuna apensação.As sessões e votações serão públicas. quanto possível. . 183 e 184 deste Regimento. Art.verificação do número de Ministros. obs.Nas sessões do Plenário.Parágrafo único.dji. o relator fará distribuir. produzir sustentação oral.julgamento dos processos. discussão e aprovação da ata da sessão anterior.Os processos conexos poderão ser objeto de um só julgamento.Em caso de urgência. apelações cíveis.1: Art. da Corte Especial. III . Art. da Constituição Federal e as disposições inscritas nos artigos 182. mediante o anúncio em sessão. IX. IV . segundo a ordem de antigüidade dos feitos em cada classe.indicações e propostas. ressalvada a hipótese prevista no Art. embargos de divergência. 152 .leitura. de Seção e de Turma. observar-se-á a seguinte ordem.grau. poderá a Seção ou a Turma marcar o prosseguimento da sessão para o subseqüente dia livre. Em caso de acúmulo de processos pendentes de julgamento. mandados de segurança. poderão ser julgados conjuntamente. § 2º Aos advogados é facultado requerer que conste de ata sua presença na sessão de julgamento.

posterior ao relatório ou à sustentação oral. embargos declaratórios. cada uma das partes falará pelo tempo máximo de quinze minutos. § 6º Se. ou se estiverem presentes os advogados de todos os interessados. recorrido ou impetrado. em posição antagônica. nem interromperá aquele que a estiver usando. ao autor. na ação penal pública.Desejando proferir sustentação oral. Art. o Presidente da Corte Especial. sem prejuízo das preferências legais. o prazo será contado em dobro e dividido igualmente entre os defensores. 161 . houver recurso de co-réus. para processo em que houver medida liminar ou acautelatória. da Seção ou da Turma.Nos casos do § 1º do artigo anterior. ao revisor e aos advogados dos litigantes. 160 . sucessivamente. para explicar a modificação de voto. Art. Art. § 3º O opoente falará após as partes originárias e pelo mesmo prazo. excetuado o julgamento da ação penal originária. § 7º Nos processos criminais. salvo se convencionarem outra divisão do tempo. quando em tal situação processual estiver agindo. fará uso da palavra após o recorrente e o recorrido. se diversamente não o convencionarem. quando presentes. Em qualquer fase do julgamento.Não haverá sustentação oral no julgamento de agravo. se não tiverem o mesmo defensor. cada grupo terá prazo completo para falar. sobre . havendo co-réus que sejam co-autores do delito. a menos que o recurso seja dele. a preferência será concedida para a própria sessão. § 4º O assistente. recorrente ou impetrante. dará a palavra. falará depois do representante do Ministério Público. § 1º O representante do Ministério Público terá prazo igual ao das partes. V). 229. poderão os advogados requerer que na sessão imediata seja o feito julgado prioritariamente.Quando deferida preferência solicitada pelo representante do Ministério Público. se for o caso. Nenhum falará sem que o Presidente lhe conceda a palavra. argüição de suspeição e medida cautelar.Art. 158 . Parágrafo único. 157 . feito o relatório. na qual o prazo será de uma hora (Art. Parágrafo único. o prazo será contado em dobro e dividido igualmente entre os do mesmo grupo. 159 . Art. poderão os julgadores pedir esclarecimentos ao relator. em ação penal. § 2º Se houver litisconsortes não representados pelo mesmo advogado. § 5º O representante do Ministério Público falará depois do autor da ação penal privada. o julgamento far-se-á com prioridade. § 1º Nos demais julgamentos.Cada Ministro poderá falar duas vezes sobre o assunto em discussão e mais uma vez. para sustentação de suas alegações. § 2º Se o representante do Ministério Público estiver agindo como fiscal da lei. e ao réu. Se tiverem subscrito o requerimento.

com dia designado. contados do dia do pedido. Surgindo questão nova. antes de julgada. para os fins de direito. 199. o Presidente proclamará a decisão. o relator fará o relatório. será ela. estiver ausente. Art. se de outra forma não dispuser este Regimento.As questões preliminares serão julgadas antes do mérito. antes ou no curso do relatório. computando-se os votos já proferidos pelos Ministros. . caso em que o julgamento será suspenso. para efeito do "quórum" ou desempate na votação. não vedar a apreciação do mérito. que poderão usar da palavra. § 2º Quando a preliminar versar nulidade suprível. mesmo que não compareçam ou hajam deixado o exercício do cargo. Esgotada a lista.Se for rejeitada a preliminar. o seu voto será dispensado. deste não se conhecendo se incompatível com a decisão daquelas. ou.Concluído o debate oral. Art. prosseguindose no julgamento. obs. 165 . devendo prosseguir o julgamento do feito na primeira sessão subsequente a esse prazo. ainda. § 2º Não participarão do julgamento os Ministros que não tenham assistido ao relatório ou aos debates. algum dos Ministros suscitar preliminar. § 1º Se. o próprio relator poderá pedir a suspensão do julgamento. no máximo.Preferirá aos demais. e sobre ela também proferirão votos os Ministros vencidos na anterior conclusão. Art. § 3º Se. 164 . salvo se o adiamento tiver resultado de vista e se estiver aguardando a devolução dos autos. ou. o pedido de vista não impede votem os Ministros que se tenham por habilitados a fazê-lo. Encerrada a votação. o imediato ao Ministro mais moderno será o mais antigo. desde que obtidos suficientes votos concordantes sobre todas as questões (artigos 174. 178 e 181).fatos e circunstâncias pertinentes à matéria em debate. § 5º Ausente o Presidente que iniciou o julgamento. Se não for acolhida. Na Corte Especial ou na Seção. Art. 166 . 162 . a substituição será feita por quem não houver proferido voto. discutida pelas partes. pedir vista dos autos. converter-se-á o julgamento em diligência e o relator. § 3º § 4º Se o Ministro que houver comparecido ao início do julgamento.Nos julgamentos. computando-se os votos anteriormente proferidos. ordenará a remessa dos autos à instância inferior. e que ainda não tiver votado. se embora acolhida. for necessário o voto de Ministro nas condições do parágrafo anterior. se for necessário. serão renovados o relatório e a sustentação oral. o processo cujo julgamento houver sido suspenso. § 1º O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá. se houver. seguir-se-ão a discussão e o julgamento da matéria principal. este prosseguirá sob a presidência de seu substituto. o Presidente tomará os votos do relator. que os seguirem na ordem decrescente de antiguidade. e o Ministro que o formular restituirá os autos ao Presidente dentro de dez dias. ainda que o Ministro afastado seja o relator. 163 . Art. do revisor. e dos outros Ministros.dji: Art.

mediante convocação do Presidente. ação penal originária. será observado o "quorum" de dois terços dos membros do Tribunal.O julgamento.o mandado de segurança. será exigida a presença de dois terços de seus membros. Neste caso o feito será novamente incluído em pauta. § 4º Art. Art. Art. Art. Das Sessões do Plenário Art. deste Regimento. V . 10. 162.Terão prioridade no julgamento da Corte Especial: I .dji: Art. que se reúne com a presença da maioria absoluta de seus membros.O cerimonial das sessões será regulado por ato do Presidente. Quando o Plenário se reunir para apreciar e deliberar a respeito das matérias inscritas no Art.O Presidente não proferirá voto. uniformização da jurisprudência. as decisões serão tomadas pelo voto da maioria dos Ministros.Excetuados os casos em que se exige o voto de maioria qualificada. 172 . IV .para celebrar acontecimentos de alta relevância. 168 . é dirigida pelo Presidente do Tribunal. intervenção federal. Das Sessões Solenes Art. IV. Das Sessões da Corte Especial Art. Art. 171 .para dar posse aos Ministros e aos titulares de sua direção. II.as causas criminais. 170 . 167 . a Seção ou a Turma poderão converter o julgamento em diligência quando necessária à decisão da causa. 175 . pelo seu Plenário. obs. é dirigido pelo Presidente do Tribunal.os conflitos de competência e de atribuições. salvo: . uma vez iniciado. ultimar-se-á na mesma sessão. sumulação de jurisprudência e alteração ou cancelamento de enunciado da súmula. 174 . reúne-se em sessão solene: I . 169 . No julgamento de matéria constitucional.a requisição de intervenção federal nos Estados.A Corte Especial. VI e VII. II . 173 . o mandado de injunção e o "habeas data" III . II . V.as reclamações.O Tribunal.Art.O Plenário. Parágrafo único. que se reúne com a presença da maioria absoluta dos seus membros. Parágrafo único. havendo réu preso. ainda que excedida a hora regimental.A Corte Especial.

será adiado o julgamento para o fim de ser tomado o voto do Ministro ausente. 178 .As Seções se reúnem com a presença da maioria absoluta de seus integrantes.I .A decisão da Turma será tomada pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. 181 .nos casos em que o julgamento depender de "quórum" qualificado para apuração do resultado. III . 180 . 162.dji: Art.as causas criminais. convocar-se-á Ministro de outra Turma (Art. sumulação de jurisprudência e alteração ou cancelamento de súmula. Art. havendo empate. pelo menos. § 4º No "habeas corpus" e no recurso em "habeas corpus". Das Sessões das Seções Art. havendo réu preso. 177 .nos demais casos. serão reservadas as sessões: . havendo réu preso. No julgamento da uniformização de jurisprudência. três Ministros.em matéria administrativa.as causas criminais.Observado o disposto no Art. Parágrafo único. § 2º Não alcançada a maioria de que trata este artigo.os "habeas corpus" III . Art. 182 . 151. § 4º § 1º O Presidente da Turma participa dos seus julgamentos com as funções de relator.Terão prioridade no julgamento das Turmas: I . obs. por mais de um mês. prevalecerá a decisão mais favorável ao paciente. ou havendo vaga. § 4º Das Sessões das Turmas Art. 55). revisor e vogal. § 3º Persistindo a ausência. II . será exigida a presença de dois terços de seus membros.Terão prioridade no julgamento da Seção: I . 179 .os conflitos de competência e de atribuições. as decisões serão tomadas pelo voto da maioria dos Ministros.o mandado de segurança e o "habeas data" IV . 176 . 162.Excetuados os casos em que se exige o voto da maioria absoluta dos seus membros. impedimento ou licença. Art. Das Sessões Administrativas e de Conselho Art. obs.Os "habeas corpus". II .dji: Art. quando ocorrer empate.As Turmas reúnem-se com a presença de. Art. II .

185 .quando convocadas pelo Presidente para assunto administrativo ou da economia interna do Tribunal. II . 186 .quando o Presidente ou algum dos Ministros pedir que a Corte Especial. caberá reclamação da parte interessada ou do Ministério Público.Ao despachar a reclamação. ressalvada a competência da Corte Especial.As sessões do Conselho de Administração serão reservadas. a não ser de pé e com a sua licença. sempre que possível. o relator: I . além dos Ministros. salvo exceção legal. Art. para instrução do processo.requisitará informações da autoridade a quem for imputada a prática do ato impugnado. para evitar dano irreparável. Parágrafo único. A reclamação.do relator. obs. Art.ordenará.Qualquer interessado poderá impugnar o pedido do reclamante.Serão públicas as audiências: I .dji: Art.dji: Art. 184 . a suspensão do processo ou do ato impugnado. será autuada e distribuída ao relator da causa principal. será admitida às sessões reservadas do Conselho de Administração e nos casos do inciso II do artigo anterior. a Seção ou Turma se reúna em Conselho. da Turma e dos demais Ministros.O Ministro que presidir a audiência deliberará sobre o que lhe for requerido.Para preservar a competência do Tribunal ou garantir a autoridade das suas decisões. obs. 189 . § 2º O Secretário da audiência fará constar em ata o que nela ocorrer.I . 151 Das Audiências Art. 151 Parágrafo único. § 1º Respeitada a prerrogativa dos advogados e dos membros do Ministério Público. 188 . 183 . II . Dos Processos sobre Competência Capítulo I Da Reclamação Art.do Presidente. a qual as prestará no prazo de dez dias. Art. da Seção. nenhum dos presentes se dirigirá ao Presidente da audiência. Art. II . Nenhuma pessoa. . sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta dos membros do órgão julgador.As decisões tomadas em sessão administrativa serão motivadas. dirigida ao Presidente do Tribunal e instruída com prova documental. Art. para distribuição dos feitos. se necessário. 187 .

Art. aos órgãos envolvidos no conflito. a fim de ser tomado o parecer do Ministério Público. após. se num ou noutro sentido se tiver manifestado a maioria absoluta dos membros da Corte Especial. serão eles encaminhados ao Presidente da Corte Especial para designar a sessão de julgamento. feita a distribuição. no que couber. lavrando-se o acórdão posteriormente. quando o conflito for positivo.O conflito poderá ser suscitado pela parte interessada. bem assim no de conflito negativo. Art. Art. 190 . neste caso. for argüida a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público. terá vista do processo. ou por qualquer das autoridades conflitantes.Sempre que necessário. Art. seja sobrestado o processo. pelo prazo de quinze dias. 191 . na forma estabelecida no presente capítulo. o relator dará vista do processo ao Ministério Público. ou entre estas. 199 . pelo Ministério Público. entre autoridades judiciárias e administrativas.Dar-se-á o conflito nos casos previstos nas leis processuais. por via telegráfica. determinar. por ocasião do julgamento perante a Corte Especial. 192 .Prestadas ou não as informações. e.O Presidente determinará o imediato cumprimento da decisão. § 2º No caso de conflito entre relatores ou Turmas integrantes de Seções diversas.O conflito de competência poderá ocorrer entre autoridades judiciárias. 197 . o Tribunal cassará a decisão exorbitante de seu julgado ou determinará medida adequada à preservação de sua competência. § 2º Proclamar-se-á a inconstitucionalidade ou a constitucionalidade do preceito ou ato impugnado. designar um dos órgãos para resolver.Julgando procedente a reclamação.Se. 195 . Do Conflito de Competência e de Atribuições Art. nas reclamações que não houver formulado.Art. Art. 193 .Poderá o relator. proceder-se-á. no prazo de quinze dias. suspender-se-á o julgamento. § 1º Devolvidos os autos e lançado o relatório. antes mesmo da lavratura do acórdão. e. por cinco dias. o relator mandará ouvir as autoridades em conflito no prazo de dez dias. Art. ou a requerimento de qualquer das partes. 194 .O Ministério Público. § 1º Da decisão será dada ciência. Da Declaração de Inconstitucionalidade de Lei ou de Ato Normativo do Poder Público Art. apresentá-lo-á em mesa para julgamento. as medidas urgentes. de ofício. 196 . em caráter provisório. A Secretaria distribuirá cópias autenticadas do relatório aos Ministros. Art. o de atribuições. após o decurso do prazo para informações. . 198 .

no prazo para sua publicação. . em quinze dias. Art.no "habeas corpus" preventivo.Instruído o processo e ouvido o Ministério Público. II . na primeira sessão da Turma. estando ausentes Ministros em número que possa influir no julgamento. o relator o colocará em mesa para julgamento. 246 I . 162. Art.§ 3º Se não for alcançada a maioria absoluta necessária à declaração de inconstitucionalidade.se convier ouvir o paciente. este será suspenso. o "quórum". 202 . § 3º).dji: Art. excluindo-se o Ministro mais moderno. § 1º Opondo-se o paciente. até decisão do feito.O Tribunal poderá. remetida à Comissão de Jurisprudência que. Art. a fim de aguardar-se o comparecimento dos Ministros ausentes.ordenar diligências necessárias a instrução do pedido. § 2º Devolvidos os autos. no que couber.se convier ouvir o paciente. podendo.nomear advogado para acompanhar e defender oralmente o pedido. determinar sua apresentação à sessão de julgamento. de ofício: I . 203 . até que se atinja o "quórum" não atingido. II . será convocado Ministro não integrante da Corte. em dois dias. Das Garantias Constitucionais Capítulo I Do Habeas Corpus Art. 200 . se o impetrante não for bacharel em Direito. no prazo que fixar. será publicado o acórdão. determinar sua apresentação à sessão do julgamento.expedir ordem de "habeas corpus". § 4º Cópia do acórdão será.A Seção ou a Turma remeterá o feito ao julgamento da Corte Especial quando a maioria acolher arguição de inconstitucionalidade por ela ainda não decidida. § 2º Às comunicações de prisão aplicam-se o procedimento previsto neste artigo e. § 3º O relator. III . verificar que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal. dela participará no julgamento do incidente. ouvido. ainda: obs. no curso de qualquer processo. quando. ainda que não integre a Corte Especial. se houver grave risco de consumar-se a violência. ordenará a sua publicação na Revista do Tribunal. após registrá-lo. o representante do Ministério Público. as disposições do presente capítulo. IV . observar-se-á o disposto nos parágrafos 1º e 3º do artigo anterior. § 1º Acolhida a arguição. expedir salvo-conduto em favor do paciente. observada a ordem de antiguidade (Art. 201 .O relator requisitará informações do apontado coator. desta forma. em seguida. da Seção ou da Corte Especial. não se conhecerá do pedido.

a Seção. pendente o processo de "habeas corpus". Art. Art.Ordenada a soltura do paciente. tiver determinado a coação. Parágrafo único.dji: Art. Art. que embaraçarem ou procrastinarem o encaminhamento do pedido de "habeas corpus". sem prejuízo de outras sanções penais ou administrativas. ou for reiteração de outro com os mesmos fundamentos. podendo. 208 . § 1º A comunicação. 209 . o Presidente do Tribunal. se necessário. coação ou ameaça. 210 .O carcereiro ou o diretor da prisão. mediante ofício ou telegrama. o Tribunal declarar a ilegalidade do ato e tomar as providências cabíveis para punição do responsável. Art. a Turma ou respectivo Presidente tomará as providências necessárias ao cumprimento da decisão. 206 . remetendo-se ao Ministério Público traslado das peças necessárias à propositura da ação penal. 207 . policial ou militar. ou as informações sobre a causa da violência.Havendo desobediência ou retardamento abusivo no cumprimento da ordem de "habeas corpus". será condenada nas custas. serão firmados pelo Presidente do órgão julgador que tiver concedido a ordem. § 2º Na hipótese de anulação do processo. o relator o indeferirá liminarmente. 205 . 204 . cessar a violência ou coação.As fianças que tiverem de ser prestadas perante o Tribunal serão processadas e julgadas pelo relator.A decisão concessiva de "habeas corpus" será imediatamente comunicada às autoridades a quem couber cumpri-la.Se.Quando o pedido for manifestamente incabível. o oficial de justiça ou a autoridade judiciária. a menos que este delegue essa atribuição a outro magistrado. julgar-se-á prejudicado o pedido. serão multados na forma da legislação processual vigente. de parte do detentor ou carcereiro. bem como o salvo-conduto. em virtude de "habeas corpus". Art. por má-fé ou evidente abuso de poder. e determinará. ou for manifesta a incompetência do Tribunal para dele tomar conhecimento originariamente. com emprego dos meios legais cabíveis. poderá o Tribunal ou o Juíz aguardar o recebimento da cópia do acórdão para o efeito de renovação dos atos processuais. obs. sem prejuízo da remessa de cópia do acórdão. a apresentação do paciente ao relator ou ao Juiz por ele designado. Na hipótese deste artigo. o escrivão. porém. em caso de ameaça de violência ou coação. Art. a autoridade que. a fim de que promova a ação penal. Seção ou da Turma expedirá mandado contra o desobediente e oficiará ao Ministério Público.Art. 246 Das Garantias Constitucionais Capítulo II Do Mandado de Segurança .

o relator requisitará.L-012.Os processos de mandado de segurança terão prioridade sobre todos os feitos. ou excedido o prazo estabelecido no Art.Transcorrido o prazo de dez dias do pedido de informações.Se for manifesta a incompetência do Tribunal. mediante ofício. o Código de Processo Civil e a Lei nº 1. em original ou cópia autenticada. da Lei nº 1. a citação far-se-á. serão os autos encaminhados ao Ministério Público que emitirá parecer no prazo de cinco dias. Parágrafo único. obs. observar-se-ão.533. 211 . Se a autoridade indicada pelo requerente for a coatora. ou manifestamente incabível a segurança. a exibição do documento. poderá o relator indeferir. 18.533-1951 . Enquanto estas não forem promulgadas. para o que serão apresentadas tantas cópias quantos forem os citados.No mandado de injunção e no "habeas data". também.dji. e do ato impugnado puder resultar a ineficácia da medida.1: Mandado de segurança . a fim de ser juntado aos autos. o relator. acompanhado da segunda via da petição. a requisição se fará no próprio instrumento da notificação. a fim de que preste informações. ou se a petição inicial não atender aos requisitos legais. Do Mandado de Injunção e do Habeas Data Art. pedirá dia para julgamento. Devolvidos os autos. ou em poder de autoridade que lhe recuse certidão. 215 . O ofício será remetido pelo correio. de competência originária do Tribunal. § 3º A Secretaria juntará aos autos cópia autenticada do ofício e prova de sua remessa ao destinatário. com aviso de recepção. autenticadas pelo requerente e conferidas pela Secretaria do Tribunal. 213 .Art.grau. Art. a Secretaria do Tribunal mandará extrair tantas cópias do documento quantas se tornarem necessárias à instrução do processo. o relator mandará ouvir a autoridade apontada coatora. com ou sem estas. por ofício. no prazo de dez dias. § 2º Havendo litisconsortes. caso deferida. Art.Ao despachar a inicial. de 1951. no que couber. § 3º Nos casos do parágrafo anterior. preliminarmente. instruída com as cópias dos documentos. Art. de 1951. terá seu processo iniciado por petição em duplicata que preencherá os requisitos legais e conterá a indicação precisa da autoridade a quem se atribua o ato impugnado.533.016-2009 Art. § 1º A segunda via da inicial será instruída com cópias de todos os documentos.3: Mandado de Segurança Individual e Coletivo . o pedido. 214 . § 1º Se o relator entender relevante o fundamento do pedido. no prazo de dez dias. através de carta registrada. § 2º Se o requerente afirmar que o documento necessário à prova de suas alegações se acha em repartição ou estabelecimento público. em cinco dias. 216 . serão observadas as normas da legislação de regência. ordenará a respectiva suspensão liminar até o julgamento. salvo "habeas corpus".grau.dji. desde logo.L-001. mediante ofício. 212 .O mandado de segurança. obs.

Art. 220 . ou sobre a improcedência da acusação. com a resposta. far-se-á a notificação do acusado para oferecer resposta no prazo de quinze dias. com interrupção do prazo deste artigo. proceder-se-á a sua notificação por edital. depois à defesa.A seguir. contendo o teor resumido da acusação. II . 219 . que se realizará segundo o disposto neste capítulo. Art. e neste Regimento Interno. para que compareça ao Tribunal. 218 . o Ministério Público terá o prazo de quinze dias para oferecer denúncia ou pedir arquivamento do inquérito ou das peças informativas. em igual prazo. 217 . Na ação penal de iniciativa privada. O relator terá as atribuições que a legislação penal confere aos juízes singulares. § 2º Se desconhecido o paradeiro do acusado. no Código de Processo Penal. em cinco dias. b) as diligências complementares não interromperão o prazo. 222 . primeiro à acusação. o Ministério Público. ou se este criar dificuldades para que o oficial cumpra a diligência. será ouvido. será facultada sustentação oral pelo prazo de quinze minutos. quando o requerer o Ministério Público. no que for aplicável. determinar o relaxamento da prisão. ao deferi-las. . o relator pedirá dia para que a Corte Especial delibere sobre o recebimento ou a rejeição da denúncia ou da queixa. Art. podendo submeter diretamente à decisão do órgão colegiado competente as questões surgidas durante a instrução. ou submeter o requerimento à decisão da Corte Especial. será intimada a parte contrária para sobre eles se manifestar no prazo de cinco dias. do despacho do relator e dos documentos por este indicados. § 1º Com a notificação. a fim de apresentar a resposta prevista neste artigo.O relator será o juiz da instrução. § 2º Se o indiciado estiver preso: a) o prazo para oferecimento da denúncia será de cinco dias. § 1º Diligências complementares poderão ser deferidas pelo relator. 221 .Das Ações Originárias Capítulo I Da Ação Penal Originária Art. forem apresentados novos documentos. onde terá vista dos autos pelo prazo de quinze dias. Art. § 1º No julgamento de que trata este artigo. Parágrafo único.determinar o arquivamento do inquérito ou das peças informativas.Nos crimes de ação penal pública. se a decisão não depender de outras provas. serão entregues ao acusado cópia da denúncia ou da queixa.decretar a extinção da punibilidade nos casos previstos em lei.Competirá ao relator: I .Apresentada a denúncia ou a queixa ao Tribunal. Parágrafo único. Art.Se. salvo se o relator.

§ 2º Encerrados os debates, a Corte Especial passará a deliberar, determinando o Presidente as pessoas que
poderão permanecer no recinto, observado o disposto no Art. 229, VI.

Art. 223 - Recebida a denúncia ou a queixa, o relator designará dia e hora para o interrogatório, mandando citar o
acusado ou querelado, e intimar o órgão do Ministério Público, bem como o querelante ou o assistente, se for o
caso.

Art. 224 - O prazo para defesa prévia será de cinco dias, contado do interrogatório ou da intimação do defensor
dativo.

Art. 225 - A instrução obedecerá, no que couber, ao procedimento comum do Código de Processo Penal.
§ 1º O relator poderá delegar a realização do interrogatório ou de outro ato da instrução a Juiz ou membro de
Tribunal do local de cumprimento da carta de ordem.
§ 2º Por expressa determinação do relator, as intimações poderão ser feitas por carta registrada com aviso de
recebimento.

Art. 226 - Concluída a inquirição de testemunhas, serão intimadas a acusação e a defesa, para requerimento de
diligências no prazo de cinco dias.

Art. 227 - Realizadas as diligências ou não sendo estas requeridas nem determinadas pelo relator, serão intimadas
a acusação e a defesa para, sucessivamente, apresentarem, no prazo de quinze dias, alegações escritas.
§ 1º Será comum o prazo do acusador e do assistente, bem como o dos co-réus.
§ 2º Na ação penal de iniciativa privada, o Ministério Público terá vista, por igual prazo, após as alegações das
partes.
§ 3º O relator poderá, após as alegações escritas, determinar, de ofício, a realização de provas reputadas
imprescindíveis para o julgamento da causa.

Art. 228 - Finda a instrução, o relator dará vista do processo às partes, pelo prazo de cinco dias, para requererem
o que considerarem conveniente apresentar na sessão de julgamento.
§ 1º O relator apreciará e decidirá esses requerimentos para, em seguida, lançando relatório nos autos,
encaminhá-los ao revisor, que pedirá dia para o julgamento.
§ 2º Ao designar a sessão de julgamento, o Presidente determinará a intimação das partes e das testemunhas
cujos depoimentos o relator tenha deferido.
§ 3º A Secretaria expedirá cópias do relatório e fará sua distribuição aos Ministros.

Art. 229 - Na sessão de julgamento, observar-se-á o seguinte:

I - a Corte Especial reunir-se-á com a presença de pelo menos dois terços de seus membros, excluído o
Presidente;
II - aberta a sessão, apregoadas as partes e as testemunhas arroladas e admitidas, lançado o querelante que
deixar de comparecer (Código de Processo Penal, Art. 29) e, salvo o caso do Art. 60, III, do Código de Processo
Penal, proceder-se-á às demais diligências preliminares;
III - a seguir, o relator apresentará relatório do feito, resumindo as principais peças dos autos e a prova produzida.
Se algum dos Ministros solicitar a leitura integral dos autos ou de partes deles, o relator poderá ordenar seja ela
efetuada pelo Secretário;
IV - o relator passará a inquirir as testemunhas cujos depoimentos tenha deferido, podendo reperguntá-las os
outros Ministros, o órgão do Ministério Público e as partes;
V - findas as inquirições e efetuadas as diligências que o relator ou Tribunal houver determinado, o Presidente
dará a palavra, sucessivamente, ao querelante, se houver, ao órgão do Ministério Público e ao acusado, ou ao seu
defensor, para sustentação oral, podendo cada um ocupar a tribuna durante uma hora, assegurado ao assistente
um quarto do tempo da acusação;
obs.dji: Art. 160
VI - encerrados os debates, a Corte Especial passará a proferir o julgamento, podendo o Presidente limitar a
presença no recinto às partes e aos seus advogados, ou somente a estes, se o interesse público o exigir.
obs.dji: Art. 222, § 2º
Art. 230 - O julgamento efetuar-se-á em uma ou mais sessões, a critério do Tribunal, observado, no que for
aplicável, o disposto no Título XII do Livro I, do Código de Processo Penal (artigos 381 a 393 do Código de Processo
Penal).
obs.dji.grau.1: Arts. 381 a 393, Sentença - Processo em Geral - Código de Processo Penal - L-003.689-1941

Art. 231 - O acórdão será lavrado pelo relator e, se vencido este, pelo Ministro que for designado (Art. 52, II).

Art. 232 - Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal
quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato a que deva estar presente, ou
deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais, tudo na forma da lei processual.
Da Ação rescisória
Art. 233 - A ação rescisória terá início por petição escrita, acompanhada de tantas cópias quantos forem os réus.
Art. 234 - Distribuída a inicial, preenchendo esta os requisitos legais (Código de Processo Civil, artigos 282, 283,
295, 487, 488 e 490), o relator mandará citar o réu, assinando-lhe prazo nunca inferior a quinze dias, nem
superior a trinta, para responder aos termos da ação.
Art. 235 - Contestada a ação, ou transcorrido o prazo, o relator fará o saneamento do processo, deliberando
sobre as provas requeridas.
Art. 236 - O relator poderá delegar competência a Juiz ou a membro de outro Tribunal do local onde deva ser
produzida a prova, fixando prazo para a devolução dos autos.

Art. 237 - Concluída a instrução, o relator abrirá vista, sucessivamente, ao autor e ao réu, pelo prazo de dez dias,
para razões finais. O representante do Ministério Público emitirá parecer após o prazo para as razões finais do
autor e do réu. Em seguida, o relator lançará relatório nos autos, passando-se ao revisor, que pedirá dia para
julgamento.
Parágrafo único. A Secretaria, ao ser incluído o feito em pauta, expedirá cópias autenticadas do relatório e as
distribuirá entre os Ministros que compuserem o órgão do Tribunal competente para o julgamento.
Art. 238 - À distribuição da ação rescisória não concorrerá o Ministro que houver servido como relator do
acórdão rescindendo.
Das Ações Originárias
Capítulo III
Da Revisão Criminal
Art. 239 - À Corte Especial caberá a revisão de decisões criminais que tiver proferido, e à Seção, das decisões suas
e das Turmas.

Art. 240 - No caso do inciso I, primeira parte, do Art. 621 do Código de Processo Penal, caberá a revisão, pelo
Tribunal, do processo em que a condenação tiver sido por ele proferida ou mantida no julgamento de recurso
especial, se seu fundamento coincidir com a questão federal apreciada.
obs.dji.grau.1: Art. 621, RevisãoRecursos em Geral - Nulidades e dos Recursos em Geral - Código de Processo
Penal - L-003.689-1941

Art. 241 - A revisão terá início por uma petição instruída com a certidão de haver passado em julgado a decisão
condenatória e com as peças necessárias à comprovação dos fatos argüidos, e será processada e julgada na forma
da lei processual.

Art. 242 - Dirigida ao Presidente, será a petição distribuída, quando possível, a um relator que não haja
participado do julgamento objeto da revisão.
§ 1º O relator poderá determinar que se apensem os autos originais, se daí não advier dificuldade à execução
normal da sentença.
§ 2º Não estando a petição suficientemente instruída, e julgando o relator inconveniente ao interesse da Justiça
que se apensem os autos originais, este a indeferirá liminarmente.

Art. 243 - Se a petição for recebida, será ouvido o Ministério Público, que dará parecer no prazo de dez dias. Em
seguida, o relator, lançando relatório, passará os autos ao revisor, que pedirá dia para julgamento.
Parágrafo único. A Secretaria expedirá cópias do relatório e fará a sua distribuição aos Ministros.
Dos Recursos Ordinários
Seção I

A apelação não será incluída em pauta antes do agravo de instrumento interposto no mesmo processo. Parágrafo único. 249 .Distribuída a apelação. Do Agravo de instrumento Art. 246 . serão obrigatoriamente trasladados o acórdão recorrido. no Juízo ou Tribunal de origem. 245 .Distribuído o recurso.Aplicam-se à apelação.Distribuído o recurso.CPC .dji. este submeterá o feito a julgamento na primeira sessão que se seguir à data da conclusão. a petição de interposição do recurso especial e as contra-razões.Mandado de Segurança . Conclusos os autos ao relator.Será aplicado.O agravo de instrumento obedecerá. Conclusos os autos ao relator. . a Secretaria fará os autos com vista ao Ministério Público pelo prazo de dois dias.grau. a Secretaria fará os autos com vista ao Ministério Público pelo prazo de cinco dias. obs. Parágrafo único. este pedirá dia para julgamento. Apelação .dji.Recursos . 523 do Código de Processo Civil.STJ Art.869-1973 Art.Processo de conhecimento . 253 . 247 . o disposto com relação ao pedido originário de "habeas corpus" (artigos 201 e seguintes). às normas da legislação processual vigente. ao processo e julgamento do recurso.L-005. 252 .Aplicam-se ao recurso ordinário em mandado de segurança. Se interposto de decisão que inadmitiu o recurso especial. Do Recurso Ordinário em Mandado de Segurança Art. Parágrafo único. Art. 248 . Art. além das peças mencionadas no parágrafo único do Art.O agravo retido será julgado preliminarmente. no que couber.L-005.dji: Art.Súmula nº 169 . 251 . será aberta vista ao Ministério Público pelo prazo de vinte dias. quanto aos requisitos de admissibilidade e ao procedimento no Juízo de origem. as normas do Código de Processo Civil. 244 . este pedirá dia para julgamento.Processo de Conhecimento . quanto aos requisitos de admissibilidade e ao procedimento no Tribunal recorrido. Conclusos os autos ao relator. Parágrafo único.5: Embargos Infringentes . Art.Recursos .Código de Processo Civil .grau.1: Apelação .Código de processo civil .869-1973 obs. na forma estabelecida na lei processual. Da Apelação Cível Art. as regras do Código de Processo Civil relativas à apelação. obs.Do Recurso Ordinário em Habeas Corpus Art. se houver.O recurso ordinário em "habeas corpus" será interposto na forma e no prazo estabelecidos na legislação processual vigente. Art. 250 . 513.

parágrafo único.pedirá dia para o julgamento nos demais casos. 34. se necessário. 266. salvo se houver recurso adesivo.dji. Embargos de Divergência . e. deste artigo. Agravo . em que os mesmos se achem publicados. mencionando as circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados. § 1º. dando-lhe ou negando-lhe provimento. no prazo de cinco dias. será feita: a) por certidões ou cópias autenticadas dos acórdãos apontados divergentes. (Alterado pela ER nº 6) b) pela citação de repositório oficial. § 1º O provimento do agravo pelo relator não prejudica o exame e o julgamento pela Turma.dji. Divulgação da Jurisprudência . e recebido no efeito devolutivo. Superior Tribunal de Justiça . o relator.Súmula nº 13 . obs. 266. § 1º. Parágrafo único. 134 e seu parágrafo único deste Regimento. Do Recurso Especial Art.dji: Art.RISTJ obs. 254 . autorizado ou credenciado.5: Divergências do Mesmo Tribunal . para o fim do § 1º.RISTJ § 3º São repositórios oficiais de jurisprudência.Poder Judiciário . pedirá dia para julgamento. 256 .1: Art.grau.proferirá decisão. "b". .2: Art. do cabimento do recurso especial. 34 I . sob sua responsabilidade pessoal. parágrafo único: obs. 523. sem prejuízo da atribuição que lhe confere o Art.RISTJ.Distribuído o agravo e ouvido.Processo de Conhecimento .2: Art.Recursos .CPC . 34.grau.grau.grau. o relator. § 1º A comprovação de divergência. os habilitados na forma do Art. II . autorizados ou credenciados.dji. após vista ao Ministério Público. ao dar provimento ao agravo.869-1973 Art.grau. pelo prazo de vinte dias.obs. a Revista do Superior Tribunal de Justiça e a Revista do Tribunal Federal de Recursos. Art.Organização dos Poderes Constituição Federal . 255 . "c". 105 da Constituição. quando interposto de decisão que inadmitiu o recurso especial.STJ § 2º Em qualquer caso.dji. Embargos de Divergência . o Ministério Público.dji. no momento processual oportuno. 134. sem prejuízo das atribuições que lhe confere o Art. permitida a declaração de autenticidade do próprio advogado. determinará seja ele autuado como recurso especial e incluído em pauta.Recurso Especial . a Revista Trimestral de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.Código de Processo Civil . nos casos de recursos fundados na alínea "c" do inciso III do Art.L005. Art.Distribuído o recurso. o relator.CF . § 2º Se o instrumento contiver os elementos necessários ao julgamento do mérito do recurso especial. 105.1988 obs. se necessário.O recurso especial será interposto na forma e no prazo estabelecidos na legislação processual vigente. o recorrente deverá transcrever os trechos dos acórdãos que configurem o dissídio. III.1: Art. obs.

confirmando-a ou reformando-a.STJ § 1º O órgão do Tribunal competente para conhecer do agravo é o que seria competente para o julgamento do pedido ou recurso. conforme o caso.Recurso Especial . far-se-á o sorteio do relator.Cabem embargos infringentes.Mandado de Segurança . . que recairá.Agravo Regimental . quando possível. 12. parágrafo único.O agravo regimental será submetido ao prolator da decisão. aplicando o direito à espécie. se pela afirmativa.Agravo Regimental . preliminarmente. 261 . obs. para que a Corte Especial. quando não for unânime o julgado proferido em apelação e em ação rescisória.5: Fazenda Pública . julgará a causa.dji.grau. Dos Embargos Infringentes Art. a Seção ou a Turma sobre ela se pronuncie. no prazo de quinze dias.Ministério Público .Súmula nº 169 .dji.A parte que se considerar agravada por decisão do Presidente da Corte Especial.No julgamento do recurso especial. os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência. poderá requerer. a Turma não conhecerá do recurso. obs.2: Art.grau. em Ministro que não haja participado do julgamento da apelação ou da ação rescisória. Se o desacordo for parcial.dji.grau. Art.dji. que poderá reconsiderá-la ou submeter o agravo ao julgamento da Corte Especial. § 2º Admitido o recurso.STJ Dos Recursos de Decisões Proferidas no Tribunal Seção I Do Agravo Regimental Art. verificar-se-á.Os embargos serão fundamentados e entregues no protocolo do Tribunal.5: Interpretação de Cláusula .Súmula nº 116 .STJ Parágrafo único. para determinar a subida de recurso não admitido. § 2º Não cabe agravo regimental da decisão do relator que der provimento a agravo de instrumento.Súmula nº 116 . obs. 257 . Se a decisão agravada for do Presidente da Corte Especial ou da Seção. de Seção. § 1º A Secretaria fará os autos conclusos ao relator do acórdão embargado. Decidida a preliminar pela negativa.Súmula nº 5 . 260 . de Turma ou de relator.grau. computando-se também o seu voto.STJ Art.Prazo . 34 Art. se o recurso é cabível. da Seção ou da Turma. a fim de que aprecie o cabimento do recurso.5: Embargos Infringentes . o julgamento será presidido por seu substituto. 258 .dji: Art.grau. 259 . que votará no caso de empate.5: Fazenda Pública . obs. a apresentação do feito em mesa. I obs.Prazo .Ministério Público .dji. dentro de cinco dias.obs.

deste Regimento. 262 . ser interpostos embargos de divergência. que.Das decisões da Turma. condenará o embargante a pagar ao embargado multa que não poderá exceder a 1% (um por cento) sobre o valor da causa. parágrafos 1º e 2º. § 2º Os embargos serão juntados aos autos independentemente de despacho e não terão efeito suspensivo. em quinze dias. serão os autos conclusos ao relator. em se tratando de matéria penal. Art.Os embargos de declaração suspendem o prazo para a interposição de recursos por qualquer das partes. e independentemente de despacho. 263 . em recurso especial. I obs. o processo será encaminhado ao seu substituto. 266 .§ 3º Sorteado o relator. cuja declaração se imponha. na primeira sessão seguinte. a Secretaria abrirá vista ao embargado para a impugnação. Embargos de Divergência em Agravo Regimental de Recurso Especial .Súmula nº 315 . Quando forem manifestamente protelatórios. quando as Turmas divergirem entre si ou de decisão da mesma Seção. contraditório ou omisso. Parágrafo único. Impugnados ou não os embargos. que serão julgados pela Seção competente. Se a divergência for entre Turmas de Seções diversas.STJ. competirá a esta o julgamento dos embargos. 264 . o prazo que sobejar correrá a partir do primeiro dia útil.dji: Art. § 2º Se os embargos forem manifestamente incabíveis. na qual será indicado o ponto obscuro. ao serem incluídos em pauta os embargos.Pressupostos § 1º Ausente o relator do acórdão embargado.dji. .dji: Embargos de declaração . obs.grau. Art. duvidoso. 11.Aos acórdãos proferidos pela Corte Especial. em petição dirigida ao relator. contados de sua publicação. XIII. ou entre Turma e outra Seção ou com a Corte Especial. declarando expressamente que o são. o relator a eles negará seguimento. Publicada decisão dos embargos de declaração em véspera de feriado. poderão. obs. Dos Embargos de Declaração Art. 255.A Secretaria do Tribunal.5: Embargos de Divergência em Agravo de Instrumento que Não Admite Recurso Especial .STJ § 1º A divergência indicada deverá ser comprovada na forma do disposto no Art. Dos Embargos de Divergência Art. Art. proferindo o seu voto. parágrafo único.O relator porá os embargos em mesa para julgamento. lançando relatório nos autos. ou.dji: Embargos de declaração . pelas Seções ou pelas Turmas. 265 . o relator ou o Tribunal.Súmula nº 316 . poderão ser opostos embargos de declaração no prazo de cinco dias. expedirá cópias autenticadas do relatório e fará a sua distribuição aos Ministros que compuserem a Seção competente para o julgamento. em se tratando de matéria cível. pedirá dia para julgamento.Pressupostos Parágrafo único. Art. 12. obs. no prazo de dois dias.

§ 3º Sorteado o relator. à segurança e à economia públicas.grau.dji. serão os autos conclusos ao relator.dji. caberá agravo de instrumento para o Supremo Tribunal Federal. Parágrafo único. "b" e "c". II. Da decisão que não admitir o recurso. liminarmente. § 1º O Presidente poderá ouvir o impetrante. da Constituição. na conformidade da legislação processual vigente e do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. Impugnados ou não os embargos. à saúde. Parágrafo único. Da Suspensão de Segurança Art. "a" e III. obs. e. o Procurador-Geral. caberá agravo regimental.O Presidente do Tribunal decidirá a respeito da admissibilidade do recurso.CF . ou quando contrariarem Súmula do Tribunal. obs. III.1988 Art. 269 .recurso ordinário.Poder Judiciário . ficando sem efeito se a decisão concessiva for mantida pelo Superior Tribunal de Justiça ou transitar em julgado.Os recursos serão processados. no âmbito do Tribunal. em despacho fundamentado.Poderá o Presidente do Tribunal. 102.grau. a execução de liminar ou de decisão concessiva de mandado de segurança. para a Corte Especial. nos casos previstos no Art.Súmula nº 217 . do termo de "vista" ao embargado para apresentar impugnação nos quinze dias subsequentes. a. no "Diário da Justiça". pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados e do Distrito Federal. 270 . em cinco dias. no prazo de cinco dias. "a". "a". este terá vista dos autos por vinte dias.Constituição Federal . que pedirá a inclusão do feito na pauta de julgamento. nos casos previstos no Art. 267 . em igual prazo. quando este não for o requerente. § 2º Da decisão a que se refere este artigo. "b" e "c". 102. este poderá indeferi-los. 268 .STJ § 3º A suspensão vigorará enquanto pender o recurso.Das decisões do Tribunal são cabíveis os seguintes recursos para o Supremo Tribunal Federal: I . Art. Art. proferida.5: Agravo em Pedido de Suspensão de Liminar ou Sentença em Mandado de Segurança . Dos Impedimentos e da Suspeição .Admitidos os embargos em despacho fundamentado.1: Art. 271 . II.Organização dos Poderes . ou não se comprovar ou não se configurar a divergência jurisprudencial.recurso extraordinário. em única ou última instância. 102. suspender. II . quando intempestivos. § 4º Se for caso de ouvir o Ministério Público. e para evitar grave lesão à ordem. promover-se-á a publicação. Dos Recursos para o Supremo Tribunal Federal Art. a requerimento da pessoa jurídica de direito público interessada ou do Procurador-Geral da República. da Constituição. se concessiva da suspensão. Supremo Tribunal Federal .

dar-se por suspeito se afirmar a existência de motivo de ordem íntima que. irá o processo ao Presidente. se houver. em consciência. ainda. na primeira sessão. com ou sem resposta. com designação do relator. o Ministro continuará vinculado ao feito. no caso de motivo superveniente. Art. Nos demais casos. Se for do relator.Art. 276 . o relator a rejeitará liminarmente. Art. Art. 76 § 1º Não aceitando a suspeição. tal fato será declarado por despacho nos autos. Art. 274 . § 2º A afirmação de suspeição pelo argüido. para nova distribuição. obs.A suspeição deverá ser deduzida em petição assinada pela própria parte. se for o revisor. Poderá o Ministro. e. Parágrafo único. que será autuado em apartado. até o início do julgamento. preliminarmente. sem a presença do Ministro recusado. em igual prazo. 277 . o prazo de quinze dias será contado do fato que a ocasionou.Preenchidas as formalidades do artigo anterior. quando fundada em motivo preexistente.Se o Ministro averbado de suspeito for o relator e reconhecer a suspeição. quando se procederá ao julgamento. passará ao Ministro que o seguir na ordem de antigüidade. . 272 . será suspenso o julgamento até a solução do incidente. se do revisor. o iniba de julgar. ordenará a remessa deles ao Presidente. Parágrafo único. ou procurador com poderes especiais. 275 . Art. o relator mandará ouvir o Ministro recusado.dji: Art. o Ministro declarará o seu impedimento verbalmente. e se reconhecida. será relator o Presidente do Tribunal ou o Vice-Presidente se aquele for o recusado. colhendo as provas. Neste caso. § 1º Se a suspeição for de manifesta improcedência.Os Ministros se declararão impedidos ou suspeitos nos casos previstos em lei.Autuada e distribuída a petição. o relator levará o incidente à mesa. ordenará o processo. indicando os fatos que a motivaram e acompanhada de prova documental e rol de testemunhas. registrando-se na ata a declaração. por despacho nos autos. o processo passará ao Ministro que o seguir na ordem de antigüidade.Se a suspeição ou impedimento for do relator ou revisor. ainda que por outro fundamento. A do revisor. 273 . no prazo de dez dias. Art. após a conclusão. põe fim ao incidente.A argüição de suspeição do relator poderá ser suscitada até quinze dias após a distribuição. a relevância da argüição. 278 . § 2º Em matéria penal. para nova distribuição. a dos demais Ministros.

Parágrafo único. 287 . depois de manifestada a causa. salvo ao arguente e ao arguido. III . não ficando os demais Ministros impedidos de apreciá-la.A habilitação incidente será processada na forma da lei processual.Não dependerá de decisão do relator o pedido de habilitação: I . Da Habilitação Incidente Art. 283 . Art. ter-se-ão por nulos os atos por ele praticados. e julgará. 282 . caso em que a esta competirá o julgamento. se contestado o pedido. Art. poderá fazê-lo na instância inferior.Afirmados o impedimento ou a suspeição pelo argüido.do cônjuge e herdeiros necessários que provem por documento sua qualidade e o óbito do de cujus.Já havendo pedido de dia para julgamento. Parágrafo único. certidão de qualquer peça do processo de suspeição. praticar qualquer ato que importe a aceitação do Ministro recusado.A parte que não se habilitar perante o Tribunal.Reconhecida a procedência da suspeição. obrigatoriamente. Da certidão constará. após o fato que ocasionou a suspeição. que atribua ao requerente a qualidade de herdeiro necessário ou sucessor. ainda que também recusados. 281 . 284 . em seguida. Caso contrário. a menos que este haja sido suscitado em processo da competência da Corte Especial. Competirá à Seção da qual participe o Ministro recusado o julgamento do incidente.quando confessado ou não impugnado pela outra parte o parentesco. a habilitação. não se decidirá o requerimento de habilitação. o nome do requerente e a decisão que houver sido proferida. Será ilegítima a suspeição quando o argüente a tiver provocado ou. Art.A arguição será sempre individual. II . cabendo agravo regimental da decisão.Não se fornecerá. com trânsito em julgado. 279 . 280 . Art. 285 .O relator.fundado em sentença. Art. em cinco dias. facultará às partes sumária produção de provas. Art. 286 . Art. Art. se haverá por nulo o que tiver sido processado perante o Ministro recusado. o argüente será condenado ao pagamento das custas. Das Medidas Cautelares . e se não houver oposição de terceiro.Parágrafo único. e promovam a citação dos interessados para a renovação da instância.

A recusa do paciente em submeter-se à perícia médica permitirá o julgamento baseado em quaisquer outras provas. depois delas. Da Disponibilidade e da Aposentadoria por Interesse Público Art. com a resposta. em dez dias. em escrutínio secreto e pelo voto de dois terços de seus membros. o Presidente nomeará curador ao paciente.Decorrido o prazo do artigo antecedente. funcionará o Presidente do Tribunal. ou sem ela. § 2º Tratando-se de incapacidade mental. feita pelo Presidente do Tribunal Superior Eleitoral. podendo juntar documentos. ou em cumprimento de deliberação do Tribunal.Art. até as razões finais. será remetida cópia da ordem inicial.Como preparador do processo.Concluídas as diligências. 292 .A eleição. a sua distribuição. o paciente será afastado. Os autos. para alegar. do exercício do cargo. poderá o paciente. o Vice-Presidente e o Coordenador-Geral da Justiça Federal. . em escrutínio secreto. terá início a seu requerimento. é feita na primeira sessão do Plenário a que se seguir a comunicação de extinção de mandato.O processo de verificação da invalidez do magistrado. devendo ficar concluído o processo no prazo de sessenta dias. de ofício. ou o seu curador. § 1º O pedido será autuado em apenso e processado sem interrupção do processo principal. ou por procurador que constituir.O paciente será notificado. Da Verificação de Invalidez Art. Com o ofício. assegurada ampla defesa. serão informados pela Secretaria e distribuídos.O Tribunal poderá determinar por motivo de interesse público. por ofício do Presidente. Art. Não podem ser eleitos o Presidente. Parágrafo único. apresentar alegações no prazo de dez dias. ou por ordem do Presidente do Tribunal. 291 . a seguir. 295 . 293 . Art. 294 . sem prejuízo da defesa que este queira oferecer pessoalmente.Admitir-se-ão medidas cautelares nas hipóteses e na forma da lei processual. Parágrafo único. inclusive. § 2º O relator poderá deferir liminarmente a medida "ad referendum" do órgão julgador competente Da Eleição de Membros do Tribunal Superior Eleitoral Art. prorrogáveis por mais dez. desde logo. § 1º Instaurado o processo de verificação da invalidez. o que entender a bem de seus direitos. o Presidente nomeará uma junta de três médicos para proceder ao exame do paciente e ordenará as demais diligências necessárias à averiguação do caso. efetuando-se. para o fim de aposentadoria. 290 . Art. Art. até final decisão. 288 . 289 . a disponibilidade ou a aposentadoria de Ministro do Tribunal. de Ministro para integrar o Tribunal Superior Eleitoral.

da Corte Especial.dji: Art. quanto às decisões desta e às suas decisões individuais.quanto às decisões do Plenário. dentro de dois anos.A decisão que concluir pela incapacidade do magistrado será imediatamente comunicada ao Poder Executivo.O magistrado que. por seu Presidente ou pelo relator.ao Presidente de Turma. será tomada pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. 298 . 302 .quanto às suas decisões e ordens. serão requisitados. os incidentes de execução poderão ser levados à apreciação: I . para os devidos fins. .A execução competirá ao Presidente: I . pela incapacidade do magistrado. que não dependerem de carta de sentença. notificados ou delegados a quem os deva praticar. participando o Presidente da votação. após parecer da junta médica designada pelo Presidente do Tribunal. quanto às decisões desta e às suas decisões individuais. 304 .Art. II . por dois anos consecutivos. por seis meses ou mais. 299 . III . a exame para verificação de invalidez.ao Presidente de Seção. 300 Art. II . Art. 301 .O julgamento será feito pela Corte Especial. Art. ao todo. quanto às suas decisões acautelatórias ou de instrução e direção do processo.Os atos de execução. Art.da Seção.ao relator.Compete ainda a execução: I . ao requerer nova licença para igual fim. da Corte Especial e às tomadas em sessão administrativa. II . pela Seção ou pela Turma ou por seus Presidentes. observando-se as normas inscritas nos artigos 296 e seguintes. deverá submeter-se. para tratamento de saúde. 296 . 297 . 303 .Se necessário. afastar-se. Art. 300 . pelo Presidente. será informado pela Secretaria e distribuído a um Ministro. determinados. pelo relator. obs. Art. Art.Na hipótese de a verificação da invalidez houver sido requerida pelo magistrado. Da Execução Capítulo I Disposições Gerais Art. o processo.A decisão do Tribunal.

Art.O pedido será dirigido ao Presidente do Tribunal. 305 . ao Governador ou ao Prefeito. e Art. 309 . e 36. Da Carta de Sentença Art. VI. II). II .da Turma.mediante representação do Procurador-Geral da República. com ressalva.Será extraída carta de sentença. no que couber. ou ao relator. VI. quando se tratar de prover a execução de ordem ou decisão judicial. II . 306 .quando o interessado não a houver providenciado na instância de origem e pender de julgamento do Tribunal recurso sem efeito suspensivo.Na execução por quantia certa.III . Art. 311 . Art. Art. VI. para execução de decisões: I . III . Da Execução contra a Fazenda Pública Art. preclusa. depois de ouvido o Procurador-Geral. devendo o instrumento conter o parecer do Procurador da Fazenda e vir devidamente autenticado. 36. à legislação processual. houver matéria não abrangida por este e.quando.de ofício. assim. 34. será autenticada pelo funcionário encarregado e pelo Diretor-Geral da Secretaria e assinada pelo Presidente. a requerimento do interessado. fundada em decisão proferida contra a Fazenda Pública em ação da competência originária do Tribunal. 36. Art. II .A execução atenderá.Os precatórios de requisição de pagamento das somas a que a Fazenda Pública for condenada serão dirigidos pelo juiz da execução ao Presidente do Tribunal. 310 . quando se tratar de prover a execução de lei federal (Constituição. conforme a matéria.Se o credor for preterido no seu direito de preferência.o Presidente do Tribunal requisitará o pagamento ao Presidente da República. quando se tratar de prover a execução de ordem ou decisão do Superior Tribunal de Justiça (Constituição. no caso do item I do artigo antecedente. será promovida: I . em cinco dias ordenar o sequestro da quantia necessária para satisfazer o débito. Art.A requisição de intervenção federal. II). 307 . o Presidente do Tribunal poderá.A carta de sentença conterá as peças indicadas na lei processual e outras que o requerente mencionar. da competência do Supremo Tribunal Federal ou do Tribunal Superior Eleitoral (Constituição. II). 34. observar-se-ão as seguintes regras: I . interposto recurso. prevista nos artigos 34. ou relator. Art. ou mediante pedido da parte interessada. II e IV. e Art. . 34. Art. 36. da Constituição. VI. 312 . 308 .de ofício. e Art. ou mediante pedido do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. se esta não os opuser.far-se-á o pagamento na ordem de apresentação do respectivo pedido e à conta do crédito próprio. conforme o caso. Da Intervenção Federal nos Estados Art. ou do Presidente de Tribunal Federal. no prazo regimental. citar-se-á a devedora para opor embargos em dez dias. por seu Presidente ou pelo relator.

o pedido será distribuído a um relator. bem assim de seus diretores.1988 Art. que as deverá prestar. 313 . e designado pelo Presidente.Constituição Federal . administrativamente. incumbe ao DiretorGeral da Secretaria: I . solicitadas informações à autoridade estadual.dji: Art. em suas férias. 316 . Art. Parágrafo único. Tendo em vista o interesse público. em igual prazo. com os requisitos exigidos para o cargo.apresentar ao Presidente as petições e papéis dirigidos ao Tribunal. 34.CF . o Presidente do Tribunal comunicará imediatamente a decisão aos órgãos interessados do Poder Público e requisitará a intervenção ao Presidente da República. poderá a Corte Especial limitar a presença no recinto às partes e seus advogados. a causa do pedido. coordenar e dirigir todas as atividades administrativas da Secretaria.O Diretor-Geral da Secretaria. ou somente a estes.Julgado procedente o pedido. chefes e servidores. 319 Art. cabendo da sua decisão agravo regimental. cabendo ao Presidente. 314 . . será substituído por Diretor de Secretaria. Art. Ao Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal. 36.dji.O Presidente. Art. 317. nomeado em comissão pelo Presidente. e ouvido o Procurador-Geral. II . II e IV.despachar com o Presidente o expediente da Secretaria.A organização da Secretaria do Tribunal será fixada em resolução do Conselho de Administração (Art. 318 . bacharel em Direito. compete supervisionar. em ato próprio.mandará arquivá-lo. Intervenção . no prazo de trinta dias. I). faltas e impedimentos.grau. ao receber o pedido: I . 315 .obs.1: Art. obs. 319 . VI e Art. 317 . 38.Realizada a gestão prevista no inciso I do artigo anterior. especificar as atribuições das diversas unidades. Administração ou Economia.tomará as providências oficiais que lhe parecerem adequadas para remover. II . se for manifestamente infundado.Organização do Estado .Além das atribuições estabelecidas no ato do Presidente a que se refere o Art.À Secretaria do Tribunal incumbe a execução dos serviços administrativos do Tribunal. de acordo com a orientação estabelecida pelo Presidente e as deliberações do Tribunal. Parágrafo único. Art. Dos Serviços Administrativos Título I Da Secretaria do Tribunal Art.

Ao Secretário-Geral da Presidência. que tiverem de servir nas sessões do Plenário.secretariar. bem assim. 321 . esse exercício prolongar-se por mais de sessenta dias.O Secretário do Plenário e da Corte Especial. inclusive no que concerne às funções de auditoria e de representação oficial e social do Tribunal. qualquer diretor. Art. ou não. nomeado em comissão. planejamento e auditoria do Gabinete será estabelecida por ato do Presidente. ou a elas comparecer a serviço. Art. o Assessor permanecerá no exercício das respectivas funções até o encerramento dos trabalhos do Gabinete. salvo dispensa do Presidente. com os Ministros no encaminhamento dos assuntos administrativos referentes a seus gabinetes. 325 . serão por este indicados ao Presidente. . em se tratando das Seções e Turmas. de acordo com a orientação estabelecida pelo Presidente. enquanto bem servir. as sessões administrativas do Plenário e do Conselho de Administração.Ao Assessor cabe executar trabalhos e tarefas que lhe forem atribuídos pelo Ministro. chefe ou servidor da Secretaria.O horário do pessoal do Gabinete. Art. de estrita confiança do Ministro.A organização administrativa e dos órgãos de assessoramento. de qualquer modo. não podendo.Os secretários dos órgãos julgadores.Ao Gabinete da Presidência do Tribunal incumbe o exercício das atividades de apoio administrativo à execução das funções do Presidente e a assessoria no planejamento e fixação das diretrizes para a administração do Tribunal. da Corte Especial. e de assessoramento e planejamento do Gabinete. Art.relacionar-se.exercer outras atribuições que lhe sejam delegadas pelo Presidente. IV . Parágrafo único. devendo. § 2º O Assessor de Ministro. e permanecerá em exercício.III .Cada Ministro disporá de um gabinete para executar os serviços administrativos e de assessoramento jurídico. Art. observada a duração legal e as peculiaridades do serviço. usarão capa e vestuário condigno. Do Gabinete dos Ministros Art. o assentamento funcional dos Ministros. porém. compete supervisionar e coordenar as atividades administrativas. Administração ou Economia. Art. será o estabelecido pelo Ministro. e permanentemente atualizado. § 3º No caso de afastamento definitivo do Ministro. 320 . 324 . Seção ou Turma. dentre funcionários do Quadro de Pessoal da Secretaria. cessar à data da nomeação do novo titular. nomeado em comissão pelo Presidente. o Diretor-Geral. 327 . poderá ser recrutado do Quadro de Pessoal da Secretaria. mediante indicação do Ministro. o Gabinete poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico do Tribunal. bacharel em Direito. § 1º Os servidores do Gabinete.manter sob sua direta fiscalização. 323 . VI . no desempenho de suas demais atribuições previstas em lei e neste Regimento. e mediante indicação do respectivo Presidente. V . ressalvada a competência do Presidente. 326 . a critério do Ministro. pessoalmente. Do Gabinete do Presidente Art. bacharel em Direito. 322 . lavrando as respectivas atas e assinando-as com o Presidente. que os designará para nele terem exercício. das Seções e das Turmas serão designados pelo Presidente do Tribunal.Para a realização de trabalhos urgentes.

. Para trabalhos urgentes.Parágrafo único. o Ministro poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico do Tribunal.