EDITAL DO PE-016/GELIC/2014 – CONTR. EMPR. ESPEC. NA LOC. EQUIPAM. VIDEOMONITORAM. - SSP.

Proc.: 004065-12.00/13-9
Fl. Rub.:

SSP – GELIC – Rua Voluntários da Pátria, 1358, 8º andar, sala 807, Bairro Floresta – Porto Alegre/RS CEP: 90.230-010
Fone: 3288-1917 / Fax: 3288-1973 – E-mail: gelic@ssp.rs.gov.br


ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
GRUPO EXECUTIVO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS

EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO 016/GELIC/2014

(EXPEDIENTE N° 004065-12.00/13-9)

O Estado do Ri o Grande do Sul – Secretaria da Segurança Pública, por meio
do GRUPO EXECUTIVO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS – GELIC, e intermédio do
Pregoeiro designado pela Portaria SSP nº 091, de 01 de julho de 2013, alterada pelas
Portarias SSP nº 115, de 28 de agosto de 2013, nº 127, de 23 de setembro de 2013, nº 144,
de 08 de outubro de 2013 e nº 180, de 26 de dezembro de 2013, torna público que, conforme
autorizações contidas no expediente nº 004065-12.00/13-9, realizará licitação por meio da
utilização de recursos de tecnologia da informática – INTERNET na modalidade de PREGÃO
ELETRÔNICO Nº 016/GELIC/2014, TIPO MENOR PREÇO TOTAL POR LOTE. A presente
licitação reger-se-á pela Lei Estadual 13.191, de 30 de junho de 2009, aplica-se
subsidiariamente aos procedimentos os dispositivos da Lei Federal nº 8.666/1993, Lei Federal
nº 10.520, de 17 de julho de 2002, regulamento pelo Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005
e no Decreto nº 5.504, de 05 de agosto de 2005; Lei Estadual 13.706, de 06 de abril de 2011,
regulamentada pelo Decreto Estadual 48.160 de 14 de julho de 2011; Lei Estadual nº 11.389,
de 21 de novembro de 1999, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 42.250, de 19 de maio
de 2003, pelo Decreto Estadual nº 42.020, de 16 de dezembro de 2002, Decreto Estadual nº
42.434, de 09 de setembro de 2003, Decreto Estadual 43.295, de 18 de agosto de 2004,
Decreto Estadual nº 45.744, de 08 de julho de 2008, Decreto Estadual nº 50.425, de 27 de
junho de 2013, e legislação pertinente, com alterações, pelas condições previstas neste Edital
e seus anexos, mediante as seguintes condições:

DATA: 18/03/2014
RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: até às 09h do dia 18

de março de 2014.
ABERTURA DAS PROPOSTAS: às 09h05min do dia 18

de março de 2014.


LOTE 01: Contratação de empresa especializada na locação de equipamentos de
videomonitoramento urbano, conforme as especificações técnicas mínimas e quantidades
do(s) Anexo(s) III.

INÍCIO DA SESSÃO DE DISPUTA DE PREÇOS: das 10h às 10h05min do dia 18

de março
de 2014.


LOCAL DE SESSÃO PÚBLICA DO PREGÃO ELETRÔNICO: GRUPO EXECUTIVO DE
LICITAÇÕES E CONTRATOS, Rua Voluntário da Pátria nº 1358, 8º andar, sala 807, Bairro
Floresta, Porto Alegre, RS.

LOCAL: www.compras.rs.gov.br

FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS:
E-mail : gelic@ssp.rs.gov.br ou saionara@ssp.rs.gov.br
Fone/Fax: (0xx51) 3288-1917 / 3288-1973

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REFERÊNCIA DE TEMPO:
Para todas as referências de tempo será observado o horário de Brasília (DF)

1. DO OBJETO
1.1 A presente licitação visa a contratação de empresa especializada na locação de
equipamentos de videomonitoramento urbano, conforme as especificações técnicas
mínimas e quantidades do(s) Anexo(s) III.

2. DAS CONDIÇÕES GERAIS DE PARTICIPAÇÃO
2.1. Poderão participar deste Pregão pessoas jurídicas cujo objeto social seja
compatível com o objeto da licitação, que estiverem credenciadas j unto a Seção de
Cadastro da CELIC e que atenderem a todas as exigências, inclusive quanto à
documentação, conforme estabelecido neste Edital e seus anexos.
2.2. Não poderão participar desta licitação, empresas enquadradas em qualquer das
seguintes hipóteses:
2.2.1. suspensas de licitar ou impedidas de contratar com a Administração Pública
Estadual;
2.2.2. sob processo de falência ou concordata, concurso de credores, dissolução,
liquidação judicial ou extrajudicial (declaração do órgão competente);
2.2.3. que, direta ou indiretamente, mantenham sociedade ou participação com servidor
ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação,
considerada participação indireta a existência de qualquer vínculo de natureza técnica,
comercial, econômica, financeira ou trabalhista;
2.2.4. cujo administrador, proprietário ou sócio com poder de direção seja familiar
(cônjuge, companheiro(a) ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou
afinidade, até o terceiro grau, inclusive) de agente público, preste serviços ou
desenvolva projeto no Órgão ou Entidade da Administração Pública Estadual em que
este exerça cargo em comissão ou função de confiança por meio de: contrato de serviço
terceirizado; contratos pertinentes a obras, serviços e à aquisição de bens; ou
convênios e os instrumentos equivalentes, conforme Decreto estadual 48.705, de 16 de
dezembro de 2011.
2.2.5. declaradas inidôneas em qualquer esfera do governo.
2.3. Não será permitida a participação sob forma de consórcio.
2.4. É vedada a subcontratação.
2.5. É permitida a participação de empresas estrangeiras desde que apresente Decreto de
Autorização para funcionamento no país, e ato de registro ou autorização para
funcionamento expedida pelo órgão competente, quando a atividade assim o exigir e,
ainda, atenda as exigências de habilitação mediante documentos equivalentes,
autenticados pelos respectivos consulados e traduzidos por tradutor juramentado, devendo
ter representação legal no Brasil com poderes expressos para receber citação e responder
administrativa ou judicialmente.
2.6. O licitante, para participar do certame, deverá declarar em campo eletrônico o pleno
conhecimento e o atendimento às exigências de habilitação previstas no Edital.
2.6.1. O não-atendimento do item acima ensejará a desclassificação da proposta no
sistema, com automático impedimento da participação na disputa.
2.7. A participação dos interessados, no dia e hora fixados no preâmbulo deste Edital, dar-
se-á por meio da digitação da senha privativa da licitante e subseqüente encaminhamento
da proposta de preços com valores unitários e totais, exclusivamente por meio eletrônico.
2.8. A informação de dados para acesso deve ser feita na página i nicial
www.compras.rs.gov.br.



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3. DA PARTICIPAÇÃO DE MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE
3.1. Os licitantes que declararem, eletronicamente, em campo próprio, quando do envio da
proposta inicial, o enquadramento social que trata este item, devidamente comprovado
conforme estabelece este instrumento, terão tratamento diferenciado e favorecido nos
termos da Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
3.2. A ausência dessa declaração, neste momento, significará a desistência da
microempresa e/ou de empresa de pequeno porte de utilizar-se das prerrogativas a elas
concedidas pela Lei Complementar Federal nº 123/2006.
3.3. Consideram-se empatadas as propostas apresentadas pelas microempresas e
empresas de pequeno porte que estiverem no limite de até 5% (cinco por cento) superiores
à proposta melhor classificada, desde que esta não seja microempresa ou empresa de
pequeno porte.
3.4. Ocorrendo o empate, nos termos da Lei Complementar Federal nº 123/2006, a
microempresa e empresa de pequeno porte melhor classificada poderá apresentar
proposta de preços inferior a proposta de menor preço apurada no certame, no prazo
máximo de 05 (cinco) minutos a partir da solicitação do pregoeiro, sob pena de preclusão.
3.5. No caso de equivalência dos valores apresentados pelas microempresas e empresas
de pequeno porte, será realizado sorteio para que se identifique aquela que primeiro
poderá apresentar melhor lance.
3.6. No caso de não adjudicação ou de não contratação da microempresa ou da empresa
de pequeno porte serão convocadas as empresas remanescentes, de mesmo
enquadramento social, na ordem classificatória, para o exercício de mesmo direito, que se
encontrem na situação de empate. Na hipótese de não haver mais empresas de mesmo
enquadramento social, o objeto da licitação será adjudicado para a empresa originalmente
vencedora.
3.7. As microempresas e empresas de pequeno porte deverão apresentar os documentos
de habilitação, mesmo que estes apresentem alguma restrição relativa à regularidade
fiscal, sob pena de descl assifi cação.
3.8. A microempresa ou empresa de pequeno porte que apresentar documentos com
restrições quanto à regularidade fiscal tem assegurado o prazo de 02 (dois) dias úteis, a
partir da declaração de vencedor da licitação, para apresentar ao GELIC/SSP as
respectivas certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa.
3.9. A não regularização da documentação implicará decadência do direito à contratação,
sem prejuízo da aplicação da multa de 2% sobre o valor total da proposta, sendo facultado
à Administração convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação, para
assinatura do contrato.

4. DA IMPUGNAÇÃO
4.1. Concernente ao art. 18 da Lei nº 13.191/09, decairá do direito de impugnação dos
termos do Edital de Pregão, perante a SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA do Rio
Grande do Sul, aquele que não se manifestar em até 02 (dois) dias úteis antes da data de
abertura da sessão pública, apontando as falhas e irregularidade que o viciaram.
4.2. A apresentação de impugnação, após o prazo estipulado no subitem anterior, não se
caracterizará como recurso, recebendo tratamento como mera informação.
4.3. A impugnação deverá ser respondida no prazo máximo de até 24 horas.
4.4. A impugnação feita tempestivamente não impedirá a licitante de participar do processo
licitatório até o trânsito em julgado da decisão a ela pertinente, nos termos dos §2º e §3º,
do art. 41 da Lei Federal nº 8.666/93.
4.5. Acolhida a impugnação da licitante contra o instrumento convocatório, será definida e
publicada nova data para realização do certame.

5. DAS INFORMAÇÕES E ESCLARECIMENTOS
5.1. Quaisquer informações complementares e esclarecimentos relativos ao Edital ou ao
processo licitatório deverão ser dirigidos ao pregoeiro em até 03 (três) dias úteis
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anteriores à data fixada para abertura da sessão pública, exclusivamente por meio
eletrônico via internet, no endereço indicado neste Edital.

6. DO CREDENCIAMENTO
6.1. A empresa interessada em participar como licitante deverá protocolar a documentação
acompanhada do pedido de credenciamento junto à Seção de Cadastro da CELIC/RS,
com antecedência mínima de 03 (três) dias úteis da data aprazada para a abertura da
sessão pública.
6.1.1. O credenciamento do licitante será efetuado através do preenchimento de
formulário eletrônico disponível no si te www.CELIC.rs.gov.br.
6.2. Para a liberação da senha eletrônica serão adotados os seguintes critérios:
6.2.1. Caso o licitante não tenha registro cadastral deverá encaminhar ao órgão
credenciador os seguintes documentos:
6.2.1.1. Cópia do Contrato Social ou Estatuto Social;
6.2.1.2. Cópia dos documentos dos sócios;
6.2.1.3. Cópia do CNPJ da empresa;
6.2.1.4. Cópia dos comprovantes de residência dos sócios e de localização da
empresa;
6.2.1.5. Cópia do CPF, da carteira de identidade e do comprovante de residência do
representante da empresa registrado na sua solicitação de cadastro;
6.2.1.6. Termo de liberação de senha eletrônica assinado;
6.2.1.7. Deverão ser comprovados os poderes para exercer direitos e assumir
obrigações em nome da empresa, caso não seja comprovado no Contrato Social ou
Estatuto Social.
6.3. Para liberação da senha eletrônica ou renovação, a empresa licitante já cadastrada,
deverá apresentar os seguintes documentos:
6.3.1. Cópia do CPF, da carteira de identidade e do comprovante de residência do
representante da empresa registrado na solicitação do credenciamento;
6.3.2. Termo de liberação de senha eletrônica assinado;
6.3.3. Deverão ser comprovados os poderes para exercer direitos e assumir obrigações
em nome da empresa, caso não seja comprovado no Contrato Social ou Estatuto
Social.
6.4. O credenciamento junto ao provedor do sistema implica responsabilidade legal da
licitante ou de seu representante legal e na presunção de sua capacidade técnica para
realização das transações inerentes ao Pregão Eletrônico.
6.5. O uso da senha de acesso pela licitante é de sua responsabilidade exclusiva, incluindo
qualquer transação efetuada diretamente ou por seu representante, não cabendo à
PROCERGS ou a SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA, responsabilidade por
eventuais danos decorrentes do uso indevido da senha, ainda que por terceiros.
6.6. A perda da senha ou quebra do sigilo deverão ser comunicadas imediatamente à
Seção de Cadastro/CELIC, para imediato bloqueio de acesso.
6.7. No caso de renovação de senha ou de troca de usuário, a licitante deverá fazer a
solicitação na Seção de Cadastro/CELIC até 02 (dois) di as úteis anteriores à data de
abertura da sessão do Pregão.

7. DA PROPOSTA ELETRÔNICA
7.1. A licitante será responsável por todas as transações que forem efetuadas em seu
nome no sistema eletrônico, assumindo como firmes e verdadeiras sua proposta e lances.
7.2. Incumbirá à licitante acompanhar as operações no sistema eletrônico durante a
sessão pública do pregão, ficando responsável pelo ônus decorrente da perda de negócios
diante da inobservância de quaisquer mensagens emitidas pelo sistema ou de sua
desconexão.
7.3. A Proponente deverá anexar a PROPOSTA COMERCIAL em formulário eletrônico
específico, sob pena de ser desclassificada.
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7.4. O encaminhamento da proposta pressupõe o pleno conhecimento e atendimento às
exigências de habilitação e das especificações técnicas previstas no Edital.
7.5 A partir das 10 horas do dia da publicação do Aviso de Licitação no Diário Oficial do
Estado do Rio Grande do Sul, poderão ser encaminhadas as propostas de preços com
val or mensal para a prestação dos serviços, sob pena de ser desclassificada,
exclusivamente por meio eletrônico.
7.6. Apenas os licitantes que, previamente, manifestarem eletronicamente, em campo
próprio do sistema eletrônico, o pleno conhecimento e do atendimento às exigências de
habilitação e especificações técnicas previstas no Edital, e, ainda, se estão ou não
enquadrados como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), poderão
participar das fases subseqüentes deste certame.
7.7. O não atendimento do item acima ensejará a desclassificação da proposta no
sistema, com automático impedimento da participação na disputa.
7.8. Até a abertura da sessão, os licitantes poderão retirar ou substituir a proposta
anteriormente apresentada.
7.9. Após a abertura da sessão não cabe desistência da proposta, salvo por motivo justo
decorrente de fato superveniente e aceito pelo pregoeiro.
7.10. As empresas enquadradas no inciso CXX, artigo 9º, Livro I, do Decreto Estadual nº
37.699, de 26 de agosto de 1997, deverão indicar na proposta que são beneficiárias da
isenção e apresentar as propostas com valor líquido, ou seja, sem a carga tributária do
ICMS, para os itens respectivos do Edital.
7.11. A proposta deverá considerar a execução dos serviços na forma, locais e horários
indicados.
7.12. A empresa licitante deve anexar declaração de que visitou o(s) local(is)
designado(s), com pleno conhecimento da área, para a realização dos serviços objeto do
presente certame, através de ATESTADO DE VISITA para a prestação do serviço,
comprovando que visitou o local, devidamente assinado pelo servidor responsável,
conforme observações do Anexo V do Edi tal.
7.13. A proposta deverá estar assinada pel o licitante ou seu representante legal,
redigida em português de forma cl ara, não ser manuscrita e nem conter rasuras ou
entrelinhas e incluirá:
a) orçamento discriminado em preços unitários expresso em moeda corrente
nacional, devendo o preço incluir todas as despesas com encargos fiscais,
comerciais, sociais e trabalhistas, e outros pertinentes ao objeto licitado,
devidamente corrigidos após o encerramento dos lances;
b) prazo de validade da proposta de, no mínimo, 60 (sessenta) dias, a contar da
data da sessão do pregão. Se na proposta não constar prazo de validade,
subentende-se 60 (sessenta) dias;
c) declaração do licitante contendo os preços de forma completa,
computando todos os custos necessári os para o atendi mento dos i tens do
obj eto desta licitação, bem como todos os materiai s, equipamentos,
impostos, encargos trabalhistas, previ denciários, fiscais, comerciais, taxas,
fretes, seguros, desl ocamentos de pessoal, transporte, garanti a e quaisquer
outros que incidam ou venham a incidi r sobre o objeto licitado, constante da
proposta.
7.14. Se, na proposta, não constar o subi tem 7.13, alínea b), subentende-se que a
proponente aceita as condi ções do Edital.
7.15. Informações dos dados para acesso podem ser obtidas na página inicial do site
www.compras.rs.gov.br.
7.16. Para fins de julgamento e classificação, as cooperativas de trabalho deverão
apresentar sua proposta acrescida de 15% (quinze por cento) face ao disposto no artigo
22, inciso IV, da Lei nº 9.876, de 26 de novembro de 1999, que dispõe sobre contribuição
previdenciária. Em sendo vencedora do certame Cooperativa de Trabalho, a contratação
será pelo valor da proposta apresentada subtraído o percentual de 15%, tendo em vista
que esse valor deverá ser recolhido pela contratante a título de contribuição à seguridade
social.
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8. DA SESSÃO DO PREGÃO
8.1. A partir do horário previsto no Edital, terá início a sessão pública do pregão eletrônico,
com a divulgação das propostas de preços recebidas e em perfeita consonância com as
especificações e condições de fornecimento detalhadas pelo Edital.
8.2. Somente poderá participar da rodada de lances a licitante que anteriormente tenha
encaminhado proposta de preços com valores expressos na moeda oficial do Brasil,
exclusivamente por meio eletrônico.
8.3. O pregoeiro verificará as propostas apresentadas, desclassificando aquelas que não
estejam em conformidade com os requisitos estabelecidos no Edital.
8.4. A desclassificação de proposta será sempre fundamentada e registrada no sistema
com acompanhamento em tempo real por todos os participantes.
8.5. As informações das propostas classificadas, contendo a descrição do objeto, valor e
eventuais anexos estarão disponíveis na internet.
8.6. O sistema ordenará, automaticamente, as propostas classificadas pelo pregoeiro,
sendo que somente estas participarão da fase de lance.
8.7. Classificadas as propostas, dar-se-á início a etapa competitiva, onde será considerado
como primeiro lance a proposta inicial de menor valor. Em seguida, os licitantes poderão
encaminhar lances exclusivamente por meio do sistema eletrônico, sendo o licitante
imediatamente informado do seu recebimento e respectivo horário de registro e valor;
8.8. O valor do percentual de oscilação entre os lances ofertados será prerrogativa do
pregoeiro.
8.9. Serão aceitos lances com valores inferiores ao último lance ofertado, devidamente
registrados no sistema, conforme prevê o Decreto Estadual nº 45.744/2008.
8.10. Não serão aceitos dois ou mais lances de mesmo valor, prevalecendo aquele que for
recebido e registrado em primeiro lugar.
8.11. Durante o transcurso da sessão pública, os participantes serão informados, em
tempo real, do valor do menor lance registrado. O sistema não identificará o autor dos
lances aos demais participantes.
8.12. A etapa de lances da sessão pública será encerrada mediante aviso de fechamento
iminente dos lances, emitido pelo sistema eletrônico, depois de transcorrido o período de
tempo de até 30 (trinta) minutos, aleatoriamente, determinado também pelo sistema
eletrônico, findo o qual será automaticamente encerrada a recepção de lances.
8.13. Facultativamente, o pregoeiro poderá encerrar a sessão pública mediante
encaminhamento de aviso de fechamento iminente dos lances e subseqüente transcurso
do prazo de trinta minutos, findo o qual será encerrada a recepção de lances. Neste caso,
antes de anunciar o vencedor, o pregoeiro poderá encaminhar, pelo sistema eletrônico,
contraproposta diretamente ao proponente que tenha apresentado o lance de menor preço
para que seja obtido preço melhor, bem como decidir sobre sua aceitação.
8.14. O sistema informará a proposta de menor preço imediatamente após o encerramento
da etapa de lances, quando for o caso, após negociação e decisão pelo pregoeiro acerca
da aceitação do lance de menor valor, não se admitindo negociar condições diferentes
daquelas previstas no Edital. A negociação poderá ser acompanhada pelos demais
licitantes.
8.15. No caso de desconexão com pregoeiro no decorrer da etapa competitivas do
certame, o sistema eletrônico poderá permanecer acessível aos licitantes para recepção
de lances, retomando o pregoeiro, quando possível, sua atuação no Pregão, sem
prejuízos dos atos reali zados.
8.16. No caso de desconexão por tempo superior a 10 (dez) minutos, a sessão do pregão
será suspensa, sendo reiniciada somente após comunicação expressa aos participantes,
via endereço eletrônico utilizado para divulgação.
8.17. Encerrada a sessão pública virtual, a licitante habili tada deverá encaminhar: a
Proposta comercial Final devidamente readequada, a Planilha de Custos e Formação de
Preços e o Atestado de Visita via sistema www.compras.rs.gov.br, pelos links “Proposta
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Final” ou “Planilha de Custo”, até as 18 horas do dia útil posterior à habili tação, sob
pena de desclassi ficação.

9 - DO CRITÉRIO DE JULGAMENTO
9.1. As propostas dos licitantes, apresentadas de acordo com as especificações e
exigências deste Edital, serão julgadas pelo MENOR PREÇO TOTAL POR LOTE,
respeitados os valores unitários dos itens que compõem o lote, e classificadas pela ordem
crescente dos preços propostos.

10 - DA CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS
10.1. Encerrada a etapa de lances, o pregoeiro examinará a proposta classificada em
primeiro lugar quanto à compatibilidade do preço em relação ao estimado para a
contratação e verificará a habilitação do licitante.
10.2. Se a proposta ou o lance de menor valor não for aceitável, ou se o licitante não
atender às exigências habilitatórias ou recusar-se a assinar o contrato, o pregoeiro
examinará a proposta ou o lance subseqüente, verificando a sua compatibilidade e a
habilitação do participante e, assim sucessivamente, na ordem de classificação, até a
apuração de uma proposta ou lance que atenda ao Edital. Também nesta etapa, o
Pregoeiro poderá negociar com o licitante para que seja obtida melhor proposta.
10.3. As concorrentes remanescentes convocadas ficam obrigadas a atender a
convocação e a assinar o contrato respectivo no prazo fixado pelo GELIC/SSP,
ressalvados os casos de vencimento das respectivas propostas, sujeitando-se às
penalidades cabíveis no caso de recusa ou de não atendimento das condições de
habilitação.
10.4. Será declarado vencedor o licitante que atender as exigências deste Instrumento e
que for detentor do lance de melhor preço, ofertado eletronicamente.
10.5. Constatado o atendimento das exigências fixadas no Edital, o objeto será adjudicado
ao autor da proposta ou lance de menor preço.

11. DA HABILITAÇÃO
11.1. Para fins de habilitação, consoante o art. 25 da Lei n.º 13.191/09, após solicitação do
pregoeiro, o autor da melhor proposta deverá encaminhar via sistema
www.compras.rs.gov.br, pelo link “habilitação”, no campo próprio para documentos de
habilitação, no prazo máximo de 01 (uma) hora depois de encerrada a disputa, os
seguintes documentos, válidos no dia da abertura da sessão pública:
11.1.1. Certificado de Fornecedor do Estado – CFE, fornecido pela CELIC/RS, na
família(s) 027 (anexo) e 062 (anexo), comprovando registro na família correspondente
indicada no Edital de licitação e os documentos referidos nos subitens: 11.1.1.3,
11.1.1.5 e 11.1.1.6, ou os documentos abaixo relacionados. Caso as certidões do
CFE estejam vencidas, o licitante deverá juntar a(s) correspondente(s) certidão(ões)
dentro do prazo de validade.
11.1.1.1. Documentos Relati vos à Habilitação Jurídica:
a) registro na junta comercial, para empresa individual e/ou;
b) ato constitutivo, estatuto social publicado de acordo com a Lei
Federal nº. 6.404/76 ou contrato social em vigor, devidamente
registrado, em se tratando de sociedades comerciais e, no caso de
sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de
seus administradores e/ou;
c) prova de inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis,
acompanhada de prova de diretoria em exercício e/ou;
d) decreto de autorização, em que se tratando de empresa ou
sociedade estrangeira em funcionamento no País, e ato de registro
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ou autorização para funcionamento expedido pelo órgão
competente, quando a atividade assim o exigir.
11.1.1.2. Documentos Relati vos à Regularidade Fiscal e Trabal hista:
a) prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no
Cadastro Nacional de Pessoa J urídica, mediante a apresentação do
Cartão (CNPJ );
b) inscrição no Cadastro de Contribuintes Estadual ou Municipal, se
houver, relativo ao domicílio ou sede do licitante, pertinente ao seu
ramo de atividade e compatível com o objeto contratual;
c) prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e
Municipal do domicílio ou sede do licitante, ou outra equivalente, na
forma da Lei;
d) prova de regularidade perante o Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço – FGTS, mediante apresentação do Certificado de
Regularidade de Situação com o FGTS, expedido pela Caixa
Econômico Federal, emitido na jurisdição fiscal da sede do
requerente;
e) prova de regularidade relativa a Seguridade Social – INSS,
mediante apresentação da Certidão Negativa de Débito (CND-
INSS), emitidos na jurisdição fiscal do requerente;
f) prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a J ustiça do
Trabalho, mediante a apresentação de Certidão Negati va de
Débitos Trabalhistas (CNDT), nos termos do Título VII - A da
Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei no
5.452, de 1º de maio de 1943." (NR) regulamentada pela Lei
Federal nº 12.440, de 7 de julho se 2011.
11.1.1.3. Documentos Relati vos à Qualificação Técnica:
a) Prova de qualificação técnica, mediante a apresentação de
comprovação de aptidão para prestação de serviço pertinente e
compatível com o objeto da licitação, através de atestado(s)
emitidos por pessoa jurídica de direito público ou privado,
devidamente certificado pela entidade profissional competente.
b) Prova de a empresa possuir, em seu quadro funcional permanente,
profissional de nível superior, para execução de serviços de
administração, devidamente registrado no Conselho Regional de
Administração – CRA, devendo tal prova ser produzida da seguinte
forma:
b.1) Em se tratando de sócio, administrador ou diretor da
empresa, por intermédio da apresentação do contrato/estatuto
social e no caso de empregado, mediante cópia da Carteira
de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e/ou Contrato de
Prestação Serviços regido pela legislação civil.
c) Prova de a Cooperativa possuir profissional de nível superior para
execução de serviços de administração, devidamente registrado no
Conselho Regional de Administração – CRA devendo tal prova ser
produzida da seguinte forma:
c.1) Em se tratando de membro associado, juntando-se a
devida ata de Assembléia que o indicou como responsável
técnico pela Cooperativa, na especialidade que ora se exige,
devendo a profissão deste membro associado estar
contemplada no objetivo da Cooperativa e, no caso de
empregado, mediante cópia da Carteira de Trabalho e
Previdência Social (CTPS) e/ou Contrato de Prestação
Serviços regido pela legislação civil.
d) Declaração, em papel timbrado do licitante, de que possui
suporte técnico/administrativo, aparelhamento, instalações e
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condições adequadas, bem como pessoal quali ficado e
trei nado, disponíveis para a execução dos serviços objeto desta
licitação.
e) A(s) licitante(s) deverá(ão) apresentar Certidão(ões) e/ou
Certi ficado(s) de Registro de Pessoa Jurídica, referente(s) à
empresa, emitido(s) pelo Conselho Regi onal de Engenharia e
Agronomia – CREA.
f) A(s) licitante(s) deverá(ao) apresentar a Certidão de
Responsabili dade Técnica, fornecida pelo Consel ho relati vo às
ati vidades do objeto lici tado.
f.1) Os responsáveis técnicos acima elencados deverão
pertencer ao quadro permanente do licitante, entendendo-se
como tal, para fins deste Edital, o sócio, administrador ou
diretor que comprove seu vínculo por intermédio de
contrato/estatuto social, e no caso de empregado, mediante
cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
e/ou Contrato de Prestação Serviços regido pela legislação
civil.
11.1.1.4. Documentos Relati vos à Qualificação Econômico-Fi nanceira:
a) Certificado de Capacidade Financeira Relativa de Licitantes, emitido
pela Contadoria e Auditoria-Geral do Estado – CAGE (Instrução
Normativa CAGE nº. 2/96, de 22 de Agosto de 1996) ou Balanço
Patrimonial e Demonstrações Contábeis do último exercício social,
acompanhado do Anexo II – Análise Contábil da Capacidade
Financeira da Licitante – ACF, preenchida nos termos do Decreto
Estadual nº. 36.601 de 10 de abril de 1996, disponível no site
www.sefaz.rs.gov.br.
b) Certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo
distribuidor da sede da pessoa jurídica, com data de emissão não
superior a 90 (noventa) di as anteriores à data prevista para o
recebimento da documentação da habilitação e da proposta
comercial;
11.1.1.5. Declaração firmada pelo responsável da própria empresa licitante de
cumprimento ao disposto nos incisos XXXIII do art. 7° da Constituição Federal
e inciso V do art. 27, da Lei Federal n° 8.666/93, de que não emprega menor
de 18 anos em trabalho noturno, perigoso e insalubre e não emprega menor de
16 anos, ressalvado, quando for o caso, o menor, a partir de 14 anos, na
condição de aprendiz, nos termos do modelo anexo ao Decreto Federal nº
4.358, de 05 de setembro de 2002, que regulamenta a Lei n° 9.584, de 27 de
outubro de 2002.
11.1.1.6. Declaração, sob as penalidades legais, de inexistência de fato
impeditivo de habilitação ocorrido supervenientemente a sua inscrição no
cadastro apresentado, ou à última atualização da sua documentação junto a tal
cadastro, obrigando-se a declarar qualquer ocorrência, conforme dispõe o § 2º
do Art. 32 da Lei Federal nº 8666/93.
11.2. Deverá ser apresentada cópia do enquadramento de Microempresa – ME, Empresa
de Pequeno Porte – EPP ou equiparadas, juntamente com a documentação de habilitação
no sistema conforme está previsto no subitem 11.1, autenticada pela J unta Comercial ou
Cartório de Registros Especiais, comprovando condição de ME ou EPP ou equiparadas,
uma vez que a sua falta culminará na não-aplicação dos benefícios inclusos na Lei
Estadual 13.706, de 06 de abril de 2011, regulamentada pelo Decreto Estadual 48.160 de
14 de julho de 2011.
11.2.1 No julgamento de documentos apresentados por microempresa ou empresa
de pequeno porte, serão seguidos os critérios estabelecidos na Lei Estadual 13.706,
de 06 de abril de 2011, regulamentada pelo Decreto Estadual 48.160 de 14 de julho
de 2011.
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11.3. Encerrada a sessão pública virtual, após a empresa ser habilitada no sistema, o
licitante detentor da melhor oferta deverá encaminhar os originais ou cópias autenticadas:
da Proposta comercial Final devidamente readequada, dos documentos previstos no item
11 - DA HABILITAÇÃO, da Planilha de Custos e Formação de Preços, do Atestado de
Visita, bem como o Anexo II no prazo máximo de 03 (três) dias úteis.
11.4. Na falta de consignação do prazo de validade nos documentos referentes à
habilitação serão eles havidos por válidos pelo prazo de 90 (noventa) dias contados da
data de sua emissão.
11.5. As Sociedades Cooperativas, além de atenderem às exigências supracitadas,
l istadas no subitem 11.1, deverão encaminhar via sistema www.compras.rs.gov.br, link
“ habili tação” , no prazo previsto no subitem 11.1 em originais ou cópias autenticadas, a
documentação abaixo relacionada:
11.5.1 regimento interno (com a ata da assembléia que o aprovou);
11.5.2 regimento dos fundos instituídos pelos cooperados (com ata da assembléia que
o aprovou);
11.5.3 editais de convocação das três últimas assembléias gerais extraordinárias (para
comprovação da representatividade dos dirigentes e conselheiros da cooperativa);
11.5.4 registro de presença dos cooperados em assembléias gerais, com nome e
assinatura dos mesmos;
11.5.5 ata da sessão em que os cooperados autorizam a cooperativa a contratar o
objeto deste certame, se vencedora;
11.5.6 estatuto social com ata de assembléia de aprovação, conforme a Lei nº
5.764/71, que comprove que a cooperativa tem como objetivo a prestação de serviços
exigidos nesta licitação, e, ainda que a mesma dispõe de associados (cooperados) em
quantidade e com qualificação profissional conforme solicitado;
11.5.7 relação de todos os associados com certidão de regularidade previdenciária dos
mesmos ou guia de recolhimento da previdência social (GRPS), sendo que o objeto da
licitação deverá ser prestado, no caso de cooperativa vencedora, por cooperativado
integrante da lista referida, discriminando e comprovando a data de ingresso, destes
na cooperativa.
11.6. Os documentos de habilitação, constantes dos arts. 27 a 33 da Lei Federal n.º
8.666/93, exigidos para o cadastramento de fornecedores e emissão do CFE,
consoante faculta o art. 34 da mesma lei, estão descritos no site
www.celic.rs.gov.br. Mai ores i nformações poderão ser obti das j unto a Seção de
Cadastro telefones: (51) 3288-1165, (51) 3288-1163, (51) 3288-1584 e (51) 3288-1583,
ou pelos e-mails: secad@sarh.rs.gov.br, cadastro@sarh.rs.gov.br.

12. DA ADJUDICAÇÃO
12.1. O objeto será adjudicado pelo pregoeiro, após consulta e verificação de inexistência
de inscrição no CADIN/RS (Lei Estadual nº 10.697/96, regulamentada pelo Decreto
Estadual nº 36.888/96) e CFIL (Lei Estadual nº 11.389/99, regulamentada pelo Decreto nº
42.250/03) quando não houver recurso.
12.2. Decididos os recursos e constatada a regularidade dos atos praticados, após
consulta e verificação de inexistência de inscrição no CADIN/RS (Lei Estadual nº
10.697/96, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 36.888/96) e CFIL (Lei Estadual nº
11.389/99, regulamentada pelo Decreto nº 42.250/03), a autoridade competente adjudicará
o objeto e homologará o procedimento licitatório.

13. DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
13.1. A penalidade de impedimento do direito de licitar e contratar com a Administração
Pública pelo prazo de até 05 (cinco) anos será aplicada ao licitante ou ao contratado, sem
prejuízo das multas previstas em contrato e demais cominações legais, nos seguintes
casos:
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a) não apresentação dos documentos exigidos para o certame, no todo ou em
parte;
b) apresentação de documentos falsos ou falsificados;
c) recusa em manter a proposta, observado o prazo da sua validade;
d) recusa injustificada em assinar o termo de contrato ou em retirar a nota de
empenho no prazo estabelecido;
e) prática de atos ilícitos visando frustrar os objetivos do pregão;
f) cometimento de falhas ou fraudes na execução do contrato;
g) condenação definitiva pela prática dolosa de fraude fiscal no recolhimento de
quaisquer tributos;
h) prática de atos ilícitos, demonstrando não possuir idoneidade para contratar
com a Administração Pública;
13.2. A penalidade de declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a
Administração Pública será proposta ao Secretário da Segurança Pública, na forma do art.
10 do Decreto Estadual n° 42.250, de 19 de maio de 2003.

14. DOS RECURSOS
14.1. Todo o procedimento recursal será real izado exclusivamente no âmbito do
sistema eletrônico, em campo próprio do sistema.
14.2. Declarado o vencedor, qualquer licitante poderá, durante a sessão pública, de forma
imediata e moti vada, em campo próprio do sistema, manifestar sua intenção de recorrer,
quando lhe será concedido o prazo de 03 (três) dias para apresentar as razões de
recurso, ficando os demais licitantes, desde logo, intimados para, querendo, apresentarem
contrarrazões em igual prazo, que começará a contar do término do prazo do recorrente,
sendo-lhes assegurada vista imediata dos elementos indispensáveis à defesa dos seus
interesses.
14.3. O recurso contra decisão do pregoeiro terá efeito suspensivo e o seu acolhimento
importará a invalidação apenas dos atos insuscetíveis de aproveitamento.
14.4. A falta de mani festação motivada e imediata importará a preclusão do di reito de
recurso.
14.5. Não serão aceitos como recursos as alegações e memoriais que não se relacionem
às razões indicadas pelo licitante na sessão pública.
14.6. A petição de recurso, bem como os memoriai s diri gidos à autoridade
competente deverão ser fundamentados e encaminhados somente por meio
eletrônico no sistema www.compras.rs.gov.br.
14.7. Os recursos interpostos com objetivos protelatórios ou outros que não sejam
pertinentes ao direito dos LICITANTES e ao interesse público serão considerados como
ato de perturbação do processo licitatório, sendo, neste caso objeto de representação
por parte do SECRETÁRIO DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA ao Ministério
Público, instrumentalizando-o para oferecimento de denúncia ao Poder J udiciário, por
infração ao artigo 93 da Lei Federal nº 8.666/93.

15. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
15.1. Os proponentes são responsáveis pela fidelidade e legitimidade das informações e
dos documentos apresentados em qualquer fase da licitação, inclusive a preparação e
apresentação das propostas.
15.2. O desatendimento de exigências formais não essenciais não importará no
afastamento do licitante, desde que sejam possíveis a aferição da sua qualificação e a
exata compreensão da sua proposta, durante a realização da sessão pública de pregão.
15.3. As normas que disciplinam este pregão serão sempre interpretadas em favor da
ampliação da disputa entre os interessados, sem comprometimento da segurança do futuro
contrato.
15.4. A homologação do resultado desta licitação não implicará em direito à contratação.
15.5. É facultado ao pregoeiro ou à autoridade superior:
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a) a promoção de diligência destinada a esclarecer ou complementar a instrução do
processo, em qualquer fase do pregão, sendo vedada a inclusão posterior de
documento que deveria constar originariamente da proposta;
b) relevar erros formais ou simples omissões em quaisquer documentos, para fins de
habilitação e classificação do proponente, desde que sejam irrelevantes, não firam o
entendimento da proposta e o ato não acarrete violação aos princípios básicos da
licitação;
c) convocar os licitantes para quaisquer esclarecimentos porventura necessários ao
entendimento de suas propostas;
d) os Proponentes intimados para quaisquer esclarecimentos adicionais deverão
fazê-lo no prazo determinado pelo pregoeiro, sob pena de
desclassificação/i nabili tação.
15.6. Este Edital e seus anexos, bem como a proposta vencedora, farão parte integrante
do instrumento de contrato, como se nele estivessem transcritos, ressalvado o valor
proposto, porquanto prevalecerá o ofertado em lance virtual;
15.7. Caso o licitante vencedor não apresente situação regular no ato da assinatura, ou
venha recusar-se a celebrá-lo, injustificadamente, dentro do prazo estabelecido e na
vigência da sua proposta, sujeitar-se-á às sanções cabíveis, reservando-se a
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA, o direito de, independentemente de qualquer
aviso ou notificação, renovar a licitação ou convocar os remanescentes;
15.8. Na convocação dos remanescentes, será observada a classificação final da sessão
originária do pregão e o disposto nos subitens 10.2 e 10.5, devendo o(s) convocado(s)
apresentar(em) os documentos de habilitação, tal qual previsto nos subitens 11.1 a 11.6,
válidos na data em que forem solicitados pelo pregoeiro, no sistema eletrônico.
15.9. O não-atendimento das especificações técnicas e demais condições previstas no
Edital, ensejará a desclassi ficação da proposta, reservando-se à SECRETARIA DA
SEGURANÇA PÚBLICA, o direito de convocar os licitantes remanescentes na ordem de
classificação.
15.10. Os concorrentes remanescentes convocados na forma do subitem 15.8. se obrigam
a atender a convocação e a assinar o contrato respectivo, no prazo fixado pela
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA, ressalvados os casos de vencimento das
respectivas propostas, sujeitando-se às penalidades cabíveis no caso de recusa ou de não
atendimento das condições de habilitação;
15.11. O licitante vencedor terá o prazo de 05 (cinco) dias úteis, contados a partir da
convocação, para assinatura do termo de contrato ou, sendo o caso, retirar a autorização
de fornecimento;
15.11.1 A CONTRATADA deverá aprestar, para assinatura do contrato, garantia
por uma das modalidades previstas no art. 56, §1°, da Lei Federal n° 8.666/93,
correspondente a 5% (cinco por cento) do valor contratual atualizado;
15.11.2 O licitante vencedor que, chamado a assinar o contrato ou a retirar a Nota de
Empenho, não comparecer no prazo citado no subitem 15.11, ficará sujeito à multa de
10% (dez por cento) sobre o valor total da proposta adjudicada;
15.11.3 No caso de a empresa vencedora do certame não ser sediada no Estado
do Rio Grande do sul, deverá apresentar, para assinatura do contrato, Certi dão do
Regi stro da Pessoa Jurídica do Conselho Regi onal de Engenharia e Agronomi a –
CREA, com vi sta do CREA/RS.
15.12. Quaisquer informações e esclarecimentos relativos a esta licitação poderão ser
solicitados através do Portal de Compras do Estado do Rio Grande do Sul.
15.13. O Foro para dirimir questões relativas ao presente Edital, será o de Porto
Alegre/RS, com exclusão de qualquer outro.
15.14. Os casos não previstos neste Edital serão decididos pelo pregoeiro.





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16. DOS ANEXOS
Fazem parte deste Edital, como anexos:
Anexo I Minuta do Termo de Contrato;
Anexo II Dados para elaboração do contrato;
Anexo III Especificações Técnicas;
Anexo IV Planilha de Custos e Formação de Preços;
Anexo V Atestado de Visita.


Pregoei ra

SAIONARA DE OLIVEIRA Id Func. 2274965

Equipe de Apoi o:

ANA PAULA PEREIRA VIEIRA Id Func. 3077748


Porto Alegre, RS, 05 de março de 2014.


HENRIQUE LYKAWKA,
COORDENADOR SUBSTITUTO DO GELIC/SSP.

































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ANEXO I

TERMO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM GERAL Nº .../2014.

Contrato celebrado entre o Estado do Rio Grande do Sul,
por intermédi o do(a) .... (órgão), ... (ou enti dade), sito no(a)
... (endereço), representado neste ato pelo ..... (nome do
representante), doravante denominado CONTRATANTE, e a
empresa ..... (pessoa jurídica), sito no(a) .... (endereço),
i nscrito no Ministério da Fazenda sob o n° .... (n° do CNPJ),
representada neste ato por ..... (representante do
contratado), inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas sob o
n° .... (n° do CPF), doravante denominada CONTRATADA,
para a prestação dos serviços descritos na Cláusula
Pri meira – Do Objeto.

O presente contrato tem seu respectivo fundamento e finalidade na consecução do
objeto contratado, descrito abaixo, constante do processo administrativo n° 004065-12.00/13-
9, de Pregão Eletrôni co Tipo Menor Preço Total por Lote nº 016/GELIC/2014, que é regido
pela Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e legislação pertinente, e pelas condições
previstas neste contrato, no Edital e nos seus anexos, mediante as seguintes condições:

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO
1.1 Contratação de empresa especializada na locação de equipamentos de
videomonitoramento urbano, conforme especificações mínimas do Anexo III e da proposta
vencedora do certame.

CLÁUSULA SEGUNDA – DA EXECUÇÃO
2.1 À CONTRATADA caberá:
2.1.1 A execução deste contrato compreende a prestação dos serviços, pela
CONTRATADA, na forma especificada nos Anexo(s) III – Especificações Técnicas,
Proposta da empresa vencedora do certame e demais cláusulas deste contrato.

CLÁUSULA TERCEIRA – DO PREÇO
3.1 O preço para o presente ajuste é de R$ ...... (.........) mensais, constante da proposta
vencedora da licitação, aceito pelo CONTRATANTE, entendido este como preço justo e
suficiente para a total execução do presente objeto.

CLÁUSULA QUARTA - DO RECURSO FINANCEIRO
4.1 As despesas decorrentes do presente contrato correrão à conta do seguinte recurso
financeiro:
4.1.1 Unidade Orçamentária: 12.01 / 12.60
4.1.2 Projeto/Atividade: 6376 / 8018
4.1.3 Natureza da Despesa: 3.3.90.39.3931
4.1.4 Recurso: 0001 / 0199 / 8008
4.1.5 Nota de Empenho n°____________ Data _________________

CLÁUSULA QUINTA - DO REAJUSTAMENTO DO PREÇO
5.1 Os preços do presente contrato serão reajustados da seguinte forma:
5.1.1 A repactuação será precedida de demonstração analítica do aumento ou diminuição
dos custos de acordo com Planilha de Custos e Formação de Preços, justificados e
comprovados podendo ser pleiteados somente após 12 meses de interregno.
5.1.2 Caberá à parte interessada a iniciativa e o encargo dos cálculos e da demonstração
analítica do aumento ou da redução dos custos.
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5.1.3 Os valores para a repactuação de preços do Contrato deverão estar ajustados aos
parâmetros referenciais fixados no módulo Contratos de Serviços de Terceiro – CST do
sistema de Finanças Públicas do Estado – FPE (denominação alterada pela IN TE nº
01/2012), de acordo com o Decreto nº 44.365, de 23 de março de 2006.
5.1.4 A proponente poderá apropriar para fins de apuração dos custos a depreciação dos
equipamentos, respeitado o fracionamento da vida útil, considerando-se, ainda, o valor
residual do bem.
5.1.5 É vedada, por ocasião da repactuação, a inclusão de benefícios não previstos
originariamente.

CLÁUSULA SEXTA - DO PAGAMENTO
6.1 O pagamento serão efetuados, em até 30 (tinta) dias da data da protocolização da Nota
Fiscal ou Nota Fiscal Fatura emitida com o CNPJ da contratada, discriminada atestada pelo
contratante, cumpridas as demais exigências constantes no Edital.
6.2 O CONTRATANTE reserva-se o direito de suspender o pagamento se o fornecimento
do(s) bem(s), ou a documentação apresentada estiver em desacordo com o previsto neste
Edital, sem prejuízo das demais sanções estabelecidas neste Edital.
6.3 O documento fiscal deverá ser do estabelecimento que apresentou a proposta vencedora
da licitação e, nos casos em que a emissão for de outro estabelecimento da empresa, o
documento deverá vir acompanhado das certidões negativas relativas á regularidade fiscal
(Decreto nº 43.626, de 17 de fevereiro de 2005).
6.4 A protocolização Nota Fiscal ou Nota Fiscal Fatura, somente poderá ser feita após a
prestação dos serviços por parte da CONTRATADA;
6.5 O pagamento relativo ao período compreendido entre o início dos serviços até o final do
primeiro mês será efetuado proporcionalmente ao número de dias contados da data inicial da
prestação dos serviços em relação ao número de dias do mês, considerando-se o mês
calendário.
6.6 O pagamento será efetuado por serviço, efetivamente prestado e aceito.
6.7 É condição para o pagamento da nota fiscal/fatura, a apresentação de prova de
regularidade com o FGTS e com o INSS devidamente atualizados.
6.8. Somente serão aceitas, para fins de pagamento, contas-correntes vinculadas ao CNPJ
do vencedor do certame.

CLÁUSULA SÉTIMA - DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
7.1 Vencido o prazo de que trata o subitem anterior, sem que tenha ocorrido o pagamento, o
valor devido será atualizado monetariamente, entre a data prevista e a efetiva do pagamento,
de acordo com a variação “pro-rata die” do IGP-M.

CLÁUSULA OITAVA - DOS PRAZOS
8.1 A empresa contratada deverá apresentar, em até 20 (vi nte) dias, após o recebimento
de ordem de serviço, o projeto executivo contendo o posicionamento de todos os
componentes (câmeras, ativos, quadros etc.) em planta, memorial descritivo do projeto de
instalação, com fotografias dos locais visualizados e diagrama de blocos do sistema. Deverá
apresentar ainda, lista de equipamentos necessários para a implementação total da solução.
8.2 O prazo de execução dos serviços de instalação, configuração e testes de
funcionamento é de até 60 (sessenta) dias, contados a partir da aceitação oficial do Projeto
Executivo por parte da Secretaria da Segurança Pública - SSP. A aceitação do projeto
executivo se dará através de termo formal de aceitação emitido pela Secretaria da
Segurança Pública - SSP. Para efeitos de contagem de prazos não será considerado o
período entre a entrega do projeto executivo e o aceite oficial.
8.3 Os serviços terão início nos prazos acima descritos e serão executados de acordo com o
Edital, a proposta vencedora da licitação e as cláusulas deste instrumento.
8.4 A autorização somente poderá ser emitida após a publicação da súmula do contrato no
Diário Oficial do Estado.
8.5 O prazo de duração desta contratação será de 12 (doze) meses, a contar da data da
publicação da súmula do contrato no Diário Oficial do Estado, podendo ter a sua duração
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prorrogada por iguais e sucessivos períodos até o limite de 60 (sessenta) meses, nos termos
do que dispõe o art. 57, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93 e legislação pertinente.

CLÁUSULA NONA - DA GARANTIA DA EXECUÇÃO DO CONTRATO
9.1 A CONTRATADA prestou garantia na modalidade -------------- nº ----------------------, prevista
no art. 56, § 1°, da Lei Federal n° 8.666/93, no valor de R$---------------- (--------------------), do ---
-----------------, correspondente a 5% (cinco por cento) do valor contratual atualizado.

CLÁUSULA DÉCIMA - DO RECEBIMENTO DO OBJETO
10.1 Executados os serviços e estando os mesmos de acordo com o previsto no Edital de
licitação, na proposta, nas cláusulas contratuais e ainda observando a legislação em vigor,
serão recebidos pelo CONTRATANTE, mediante atestado do responsável.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - DOS DIREITOS E DAS OBRIGAÇÕES
11.1 Dos Direitos
11.1.1 do CONTRATANTE: receber o objeto deste contrato nas condições avençadas;
e
11.1.2 da CONTRATADA: perceber o valor ajustado na forma e no prazo
convencionados.
11.2 Das Obrigações
11.2.1 do CONTRATANTE:
a) efetuar o pagamento ajustado;
b) fiscalizar a execução deste contrato, e
c) dar a CONTRATADA as condições necessárias à regular execução do
contrato.
11.2.2 da CONTRATADA:
a) prestar o serviço de acordo com as especificações do Edital de licitação;
b) aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que
se fizerem necessários, até 25% (vinte e cinco por cento) do valor inicial
atualizado do contrato;
c) reparar, corrigir, remover ou substituir, às suas expensas, no total ou em parte,
os serviços em que se verificarem vícios, defeitos ou incorreções resultantes da
execução;
d) manter durante toda a execução do contrato, em compatibilidade com as
obrigações por ele assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação
exigidas na licitação;
e) cumprir e fazer cumprir todas as normas regulamentares sobre Medicina e
Segurança do Trabalho, obrigando seus empregados a trabalhar com
equipamentos individuais adequados;
f) apresentar durante a execução do contrato se solicitado, documentos que
comprovem estar cumprindo a legislação em vigor quanto às obrigações
assumidas na presente licitação em especial encargos sociais, trabalhistas,
tributários, fiscais e comercias;
g) responder, diretamente por quaisquer perdas, danos ou prejuízos que vierem a
causar à CONTRATANTE ou a terceiros, decorrentes de sua ação ou omissão,
dolosa ou culposa, na execução do contrato, independentemente de outras
cominações contratuais ou legais a que estiver sujeita;
h) responsabilizar-se por todos e quaisquer ônus e encargos decorrentes da
legislação fiscal (Federal, Estadual e Municipal) e legislação social, fiscais,
previdenciárias, trabalhistas e comerciais decorrentes da execução do presente
contrato;
i) a inadimplência da CONTRATADA, com referência aos encargos trabalhistas,
fiscais, e comerciais, não transfere à CONTRATANTE a responsabilidade por seu
pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato;
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j) permitir a CONTRATANTE a fiscalização, a vistoria dos serviços, bem como
prestar, quando solicitada, as informações visando o bom andamento dos
serviços;
l) apresentar junto com a fatura (nota Fiscal), para instruir o processo
administrativo de pagamento, cópia do documento comprobatório de seu cadastro
no município correspondente, a identificação do serviço prestado, os itens que
compõem a base de cálculo e a respectiva alíquota incidente, ou, ainda, a
comprovação de que é imune, isento, ou que se reveste de característica especial
de contribuinte em que fica dispensada a retenção de ISSQN, conforme esta
previsto na Lei Complementar Federal nº 116/2003, em Lei Municipal Especial e
na Instrução Normativa da 01/CAGE/RS/2011;
m) Fornecer filtro solar aos funcionários conforme está previsto na Lei Estadual
13.852, de 21 de dezembro de 2011; e
n) cumprir integralmente as exigências constantes no Anexo III do Edital.

CLÁUSULA DÉCIMA – SEGUNDA – DA INEXECUÇÃO DO CONTRATO
12.1 A CONTRATADA reconhece os direitos da Administração, em caso de rescisão
administrativa, previstos no art. 77 da Lei Federal n° 8.666/93.

CLÁUSULA DÉCIMA – TERCEIRA – DA RESCISÃO
13.1 Este contrato poderá ser rescindido de acordo com art. 79, da Lei Federal n° 8.666/93.
Parágrafo único – A rescisão deste contrato implicará retenção de créditos decorrentes
da contratação, até o limite dos prejuízos causados ao CONTRATANTE.

CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
14.1 As seguintes sanções poderão ser aplicadas ao contratado sem prejuízo da reparação
dos danos causados à Administração Pública Estadual:
14.1.1 advertência, por escrito, sempre que ocorrerem pequenas irregularidades, para
as quais haja incorrido, a critério da CONTRATANTE, mediante justificativa;
14.1.2 penalidade de multa, que será aplicada nos seguintes casos e proporções:
14.1.2.1 de 10 % pelo descumprimento de cláusula contratual ou norma de
legislação pertinente;
14.1.2.2 de 10 % nos casos de inexecução total ou parcial, execução imperfeita
ou em desacordo com as especificações e negligência na execução do objeto
contratado; e
14.1.2.3 de 0,5 % por dia de atraso que exceder o prazo fixado para a conclusão
do serviço até o limite máximo de 10% (dez por cento) do valor da obrigação.
14.1.3 impedimento do direito de licitar e de contratar com a Administração Pública
Estadual por período de até 05 (cinco) anos nos seguintes casos:
14.1.3.1 cumprimento irregular de cláusulas contratuais, especificações e prazos;
14.1.3.2 cometimento reiterado de faltas na sua execução;
14.1.3.3 desatendimento das determinações regulares da autoridade designada
para acompanhar e fiscalizar a sua execução, assim como as de seus superiores;
14.1.3.4 apresentação de documentos falsos ou falsificados;
14.1.3.5 cometimento reiterado de falhas ou fraudes na execução do contrato;
14.1.4 Declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração
Pública, nos termos do § 2º do art. 8º do Decreto Estadual nº 42.250 de 19 de maio de
2003.
14.2 Nenhuma penalidade será aplicada sem o devido processo administrativo, garantida a
defesa prévia e o contraditório;
14.3 Das penalidades de que tratam os subitens "14.1.1" a "14.1.4" cabe recurso ou pedido
de representação, conforme o caso;
14.4 A penalidade de multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções,
não terá caráter compensatório e a sua cobrança não isentará a obrigação de indenizar
eventuais perdas e danos;
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14.5 As multas deverão ser recolhidas na conta bancária indicada pela CONTRATANTE,
mediante comprovante de recolhimento, no prazo de 10 (dez) dias a contar da intimação,
podendo a CONTRATANTE descontá-la, na sua totalidade, da fatura ou do saldo
remanescente;
14.6 As multas moratórias previstas nos itens acima são independentes entre si, podendo ser
aplicadas isoladas ou cumulativamente, ficando, porém, o seu total limitado a 20% (vinte por
cento) do valor total atualizado do contrato.

CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DA EFICÁCIA
15.1 O presente contrato somente terá eficácia após publicada a respectiva súmula no Diário
Oficial do Estado.

CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
16.1 Fica eleito o Foro de Porto Alegre/RS para dirimir dúvidas ou questões oriundas do
presente contrato.
16.2 É considerada parte integrante deste contrato o Edital que lhe deu origem e a proposta
da licitante contratada.
16.3 E, por estarem às partes justas e contratadas, assinam o presente Contrato em três vias,
de igual teor, na presença das testemunhas abaixo assinadas.

Porto Alegre,_________________ de 2014.



CONTRATANTE




CONTRATADO


























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ANEXO II
DADOS DO PROPONENTE PARA ELABORAÇÃO DO CONTRATO

RAZÃO SOCIAL:


CNPJ/MF:


INSCRIÇÃO ESTADUAL:


ENDEREÇO:


CEP:


TELEFONE:


CORREIO ELETRÔNICO:


PESSOA PARA CONTATO:


NOME DO REPRESENTANTE LEGAL PARA ASSINATURA DO CONTRATO:


NACIONALIDADE:


ESTADO CIVIL:


RG:


CPF:












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ANEXO III
TERMO DE REFERÊNCIA

Famíli a(s): 027 e 062

LOTE 01: Contratação de empresa especializada na locação de equipamentos de
videomonitoramento urbano, conforme especificações relacinadas abaixo:


1. OBJETO

Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de locação de equipamentos
necessários para captação, transmissão, recepção, gravação, monitoramento e
processamento de imagens de vídeo com sistema informatizado de gerenciamento,
armazenamento e consulta, para obtenção de imagens através de 42 (quarenta e duas)
câmeras urbanas a serem instaladas no Sistema de Vídeo Monitoramento Urbano de Porto
Alegre.


2. MONITORAMENTO IP

IP é uma abreviação para Internet Protocol (Protocolo de Internet), o protocolo mais
comum utilizado hoje para comunicação de computadores via rede e internet. O
Monitoramento IP consiste em criar imagens digitais que são transferidas por uma rede IP,
com ou sem fio, permitindo o monitoramento e gravação de vídeo tão longe quanto à rede
chegar e integrando outros tipos de sistemas como controle de acesso, leitura de placas de
veículos (OCR), controle de fronteiras, etc.

As câmeras de rede são conectadas diretamente a uma rede IP e integradas a aplicativos de
rede, permitindo aos usuários visualizar a imagem de uma câmera remota, armazenar e
analisar vídeo ao vivo de outra localidade ou múltiplas localidades, através da rede local, da
internet ou intranet.


3. ESCOPO DE TRABALHO

O projeto tem como escopo de trabalho aumentar a segurança da população e melhorar o
trabalho de investigação e repressão da criminalidade, através da utilização de moderno
sistema de monitoramento (CFTV-IP), instalado estrategicamente em locais públicos de
maior incidência de eventos criminais e circulação de pessoas.

O sistema de vídeo monitoramento público urbano se integrará aos demais projetos e ações
de segurança pública em implantação através da interveniência da Secretaria de Segurança
Pública, com o objetivo de reduzir os índices de violência e criminalidade no município de
Porto Alegre.

O projeto é composto por plataformas tecnológicas que garantem os seguintes princípios de
funcionamento:

 Alta disponibilidade;
 Fácil expansibilidade;
 Flexibilidade, garantida pelo uso de tecnologias e protocolos abertos.




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4. OBJETIVO

Este projeto básico especifica as diretrizes e ações necessárias para a implantação do
sistema de vídeo monitoramento público urbano e segurança metropolitana, composta por
solução integrada, modular e informatizada de captura e análise de imagens, cujos principais
equipamentos e serviços são:

 Equipamentos de vídeo monitoramento (câmeras);
 Equipamentos de comunicação de dados;
 Servidores de armazenamento e processamento de dados;
 Central de comando e operações;
 Sistema Informatizado de Reprodução e Gravação de Imagens;
 Infraestrutura de suporte à solução.
 Treinamento e manutenção.

O principal objetivo é promover ações preventivas de combate à criminalidade, auxiliar o
efetivo tático no monitoramento/vigilância e subsidiar ações estratégicas aos agentes de
segurança pública, reduzindo os índices de ocorrências registradas, inclusive no trânsito, bem
como garantindo segurança e bem estar à população do município.

A solução composta apresentada é dotada de hardware e software, sendo utilizadas câmeras
de alta tecnologia e resolução. Estas deverão enviar imagens digitais através de rede de
dados que estará interligada a central de monitoramento do Centro Integrado de Comando e
Controle, localizado na Secretaria de Segurança Pública. Pontos estratégicos definidos pela
Secretaria de Segurança Pública, baseado em análise de cobertura e relevância,
considerando o potencial de ocorrências criminais serão contemplados com postes
estruturados, câmeras e infraestrutura de conectividade com total segurança.

A central de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública acomodará as instalações do
datacenter centralizado, garantindo a integridade dos dados.

Cada operador visualizará as imagens em quadrantes de 4 câmeras e contará com o auxilio
do videowall de grandes dimensões existente no Centro Integrado de Comando e Controle,
para reproduzir uma matriz de imagem, permitindo que qualquer operador, desde que esteja
conectado a rede de dados da Secretaria de Segurança Pública, envie uma visualização.
Além disto, é possível utilizar a inteligência do software para minimizar os impactos do
efetivo tático e aumentar a eficiência do monitoramento.

Os dados armazenados, além das imagens geradas em tempo real poderão ser solicitados
pelos órgãos competentes de segurança, além de permitir a integração com outros módulos
de mesma tecnologia em locais distintos integrando as forças policiais ou mesmo garantindo
a segurança da população em locais diversos.
Este projeto contempla a locação, instalação, configuração, treinamento, manutenção e
assistência técnica dos sistemas de monitoração de circuito fechado de CFTV IP, a serem
instalados nas vias públicas do Município de Porto Alegre, sendo gerido pela Secretaria da
Segurança Pública.

O sistema deverá fazer leitura especifica de: imagens de movimentos de objetos; alterações
de imagens por períodos distintos; movimentações automáticas das câmeras configuráveis
por período distintos; e aglomerações em horários distintos. Simultaneamente, o sistema
deverá enviar alertas aos operadores dessas alterações. Além desses recursos, a solução
deverá enviar alertas nos casos de formação de aglomerações instantâneas e evacuação
instantânea de áreas monitoradas (alerta para mudança de padrões em áreas de
monitoramento de aglomerações: show, eventos, manifestações e outros). Estas
funcionalidades serão implementadas por demanda, porém devem ser partes da solução
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ofertada no ato da licitação, o que deverá ser comprovado por meio de documentação técnica
do fabricante.


5. LEGISLAÇÃO E ORIENTAÇÃO APLICADA

Na formulação desse Projeto Básico foi utilizado, principalmente, o Decreto no 7.174, de 12 de
maio de 2.010, expedido pelo Governo Federal.

Para o sistema utiliza-se o conceito de Solução de Tecnologia da Informação, assim definido:

"Solução de Tecnologia da Informação: conjunto de bens e serviços de Tecnologia da
Informação e automação que se integram para o alcance dos resultados pretendidos com a
contratação".

O Projeto Básico tem todas as características de uma Solução de Tecnologia de Informação,
que é um conjunto de bens e de serviços de Tecnologia de Informação e Automação, cuja
integração é necessária para que sejam alcançados os resultados pretendidos com a
contratação e seguem os seguintes parâmetros:

 inicialmente, temos a montagem de uma infraestrutura de funcionamento, que dará suporte a
instalação de equipamentos, que farão o sistema monitorar por meio de câmeras diversas
regiões do município de Porto Alegre;
 todo o Projeto Básico foi dimensionado para alcançar um fim específico, no caso, o
monitoramento de diversas regiões do município de Porto Alegre, com eficiência e simplicidade
técnica;
 os equipamentos especificados têm o seu funcionamento relacionados e dependem do
adequado funcionamento dos programas de gerenciamento e analíticos pré-definidos, tudo
isso dependente de um processo inicial de implantação de infraestrutura; e
 a partição do Projeto Básico em lotes poderá causar enorme prejuízo ao erário público, pois
alguns fatores observados nas licitações - prazo de entrega, suporte de serviços, qualidade,
padronização, compatibilidade, desempenho e garantia técnica - poderão ser desrespeitados,
em virtude da diversidade de vencedores dos processos licitatórios fracionados.

Para o leigo e desconsiderando processos licitatórios, é fácil entender o que a diversidade de
fornecedores pode trazer de insatisfação e de prejuízo. Tomemos como exemplo o projeto de
reforma de uma residência, onde temos um fornecedor/executor de projetos, outro responsável
pelos serviços de reforma de piso, outro pela pintura, outro pela decoração, outro pela
montagem de móveis, outro pela das demais e fará com que o responsável pela reforma tenha
que estar atento a detalhes individuais de cada fase, que poderão também impedir o
andamento das outras fases.

Apesar de ser um exemplo simplório, a mesma situação pode ocorrer com o fracionamento da
Solução de Tecnologia de Informação proposta: se na confecção do projeto uma empresa
atrasar, ocorrerá, fatalmente o atraso na produção da infraestrutura para instalação dos
equipamentos, que trará atrasos na montagem da Central de Monitoramento, que dificultará
todo o funcionamento da solução proposta. Como resultado, obviamente, teremos o
comprometimento no cumprimento de metas e o prejuízo ao erário público resultando,
consequentemente, no prejuízo ao interesse público de toda a população do município de
Porto Alegre, tão carente de produtos e serviços na área de Segurança Pública.

A solução de vídeo monitoramento é de tal complexidade quanto ao volume e aos aspectos
técnicos de fornecimento e instalação dos equipamentos que a possibilidade de execução do
objeto por um consórcio, aproveitando assim a especialidade de cada consorciado, resultaria
em uma garantia no atendimento às exigências editalícias, o que poderia não ocorrer com as
empresas atuando isoladamente.
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6. PREMISSAS E NORMAS

6.1 PREMISSAS

Conforme citado acima, este projeto contempla a locação, instalação, assistência técnica,
manutenção e configuração de solução de monitoramento através do fornecimento de 42
(quarenta e duas) câmeras de segurança a serem instaladas para o monitoramento das vias
públicas do Município de Porto Alegre, nas localidades descritas neste projeto.

Com o objetivo de evitar que as variações das condições ambientais (nebulosidade,
temperatura, chuvas, posição do sol, nível de iluminação, etc.) provoquem alterações e ou
interferências significativas na qualidade das imagens enviadas aos monitores as câmeras
deverão ser dotadas de circuitos e recursos capazes de minimizar essas variações e efetuar,
automaticamente, as correções e equalizações necessárias para recompor a qualidade da
imagem. Dispositivos antisurto deverão ser instalados juntamente com as câmeras para
proteção contra descargas elétricas provenientes de agente externos ou internos.

Todos os equipamentos que serão fornecidos deverão contar com infraestrutura elétrica com
alimentação ininterrupta (nobreak - fornecido pela Secretaria da Segurança Pública), com
captação de energia da rede elétrica diretamente da rede de baixa tensão da concessionária
de energia elétrica local. As imagens serão visualizadas e gravadas no Centro Integrado de
Comando e Controle da Secretaria da Segurança Pública – SSP.

As imagens das câmeras de monitoramento urbano, atendidas através de fibra deverão ser
armazenadas no formato H.264 com 30 (trinta) fotogramas por segundo, com compressão
de, no máximo, trinta por cento (30%), em resolução máxima permitida pela câmera. Sua
visualização deverá ser efetuada no formato H.264 a, pelo menos, 30 (trinta) fotogramas por
segundo e em resolução máxima permitida pela câmera.

As imagens das câmeras de monitoramento urbano, atendidas através de solução de rádio
deverão ser armazenadas no formato H.264 com 30 (trinta) fotogramas por segundo, com
compressão de, no máximo, trinta por cento (30%), em resolução máxima permitida pela
câmera. Sua visualização deverá ser efetuada no formato H.264 a, pelo menos, 30 (trinta)
fotogramas por segundo e em resolução máxima permitida pela câmera.

Em todos os cenários a gravação será efetuada por movimento e deverá estar habilitada
24 (vinte e quatro) horas por dia 7 (sete) dias por semana.

As imagens capturadas pelas câmeras serão armazenadas digitalmente no Storage do
Servidor de Gerência e Gravação pelo período mínimo de 30 dias. Após este período deverão
ser rotacionadas para equipamento de backup adequado, em rotinas predeterminadas.

A licitante deverá apresentar, em sua proposta comercial, documentos técnicos (manuais,
catálogos, etc.), emitidos pelos fabricantes dos equipamentos ofertados, que comprovem o
atendimento dos mesmos às especificações contidas neste Projeto Básico. Os documentos
deverão ser apresentados em língua portuguesa ou inglesa. Documentos em quaisquer outros
idiomas deverão ser acompanhados de tradução juramentada. Na proposta comercial deverão
ser descritos o modelo e fabricante de todos os elementos que compõem cada item.

Para a completa e perfeita execução dos serviços deverão ser previstos:

 Câmeras de captura de imagens, conversores, adaptadores (inclusive de formato), divisores,
combinadores, roteadores, módulos de gerenciamento, gravadores digitais, CPU´s, monitores
de LCD, workstations, servidores, storages, switches, encoders / decoders, fontes, filtros,
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protetores de alimentação, antenas, splitter de vídeo, telas de LCD, no break, postes, racks,
fios, cabos, porcas, parafusos, estruturas metálicas, tubulações e os acessórios como:
suportes para fixação, cabos, caixas de proteção contra eventos atmosféricos (chuvas e raios)
e vandalismo, energia elétrica e outros, ou seja, toda a infraestrutura e os equipamentos que
estabelecem um padrão e primem pela qualidade de imagem;
 Softwares e respectivas licenças que se fizerem necessários para a prestação dos serviços;
 Infraestrutura de comunicação IP (links) dedicada, ponto-a-ponto do para acesso de cada
câmera de vídeo;
 O espelhamento dos fluxos de vídeo de cada câmera e os dados tratados no processamento
deve ser armazenado e estarem disponíveis para buscas e consultas e para disponibilização
em outros pontos de acesso às informações;
 Sistema de gravação de imagens e dados tratados em disco rígido (qualidade digital);
 Gestão operacional do sistema;
 Todo equipamento de rádio frequência utilizado para a solução deverá ser homologado ou
certificado pela ANATEL;
 Deverá ser efetuada a manutenção corretiva e preventiva de todos os equipamentos
instalados em conjunto à solução;
 Utilizar câmeras com certificação ONVIF (Open Network Video Interface Forum) para permitir a
interoperabilidade de diferentes produtos e aplicativos em um único sistema de vídeo-
vigilância;

A Secretaria da Segurança Pública fornecerá para instalação nos pontos de coleta de
imagens 42 (quarenta e dois) nobreaks de dupla conversão e 42 (quarenta e duas) caixas
herméticas. A empresa contratada ficará responsável por sua instalação e, também, pela
manutenção destes equipamentos, durante a vigência do contrato.

O software utilizado para a gestão das imagens (gerenciamento, gravação e monitoramento)
será fornecido pela Secretaria da Segurança Pública. Este software é denominado DIGIFORT
e sua versão atual é a 6.7.1.
Este projeto tem a finalidade de substituir o atual sistema de vídeo monitoramento urbano em
uso por esta Secretaria da Segurança Pública. Para tanto, a empresa vencedora, antes de
iniciar a instalação dos equipamentos nos pontos de monitoramento, deverá proceder à
retirada dos equipamentos existentes que porventura encontrem-se instalados nos pontos
definidos no item 8.1.1 - Localização das câmeras (câmeras de captura de imagens,
conversores, adaptadores, divisores, combinadores, roteadores, módulos de gerenciamento,
CPU´s, switches, encoders / decoders, fontes, filtros, protetores de alimentação, antenas,
splitter de vídeo, no break, fios, cabos, porcas, parafusos, estruturas metálicas, tubulações e
os acessórios como: suportes para fixação, cabos, caixas de proteção contra eventos
atmosféricos e vandalismo, energia elétrica e outros, ou seja, toda a infraestrutura e os
equipamentos que atendiam o ponto de monitoramento em processo de substituição).

Estes materiais, equipamentos e acessórios deverão ser entregues nesta Secretaria da
Segurança Pública, aos cuidados da Divisão de Hardware e Redes – DHR/DTIC/SSP-RS.

Caso a empresa contratada efetue a rescisão contratual de forma unilateral, a qualquer tempo
ou após 60 meses de vigência contratual, ou ainda, caso a empresa venha a entrar em
regime falimentar ou em extinção administrativa, a qualquer tempo durante a vigência
contratual, todos os equipamentos acessórios e softwares (servidores, storages, rádios,
antenas, câmeras de captura de imagens, conversores, adaptadores, divisores,
combinadores, roteadores, módulos de gerenciamento, CPU´s, switches, encoders /
decoders, fontes, filtros, protetores de alimentação, antenas, splitter de vídeo, no break, fios,
cabos, porcas, parafusos, estruturas metálicas, tubulações e acessórios como: suportes para
fixação, cabos, caixas de proteção contra eventos atmosféricos e vandalismo, energia elétrica
e outros, ou seja, toda a infraestrutura e os equipamentos que atendiam a solução
implantada), passarão à propriedade do Estado, sem que haja necessidade de ressarcimento
dos bens por parte desta Secretaria da Segurança Pública - SSP.
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Fone: 3288-1917 / Fax: 3288-1973 – E-mail: gelic@ssp.rs.gov.br


6.2 NORMAS

Exceto quando especificado de outra forma, o projeto de fabricação, instalação e testes de
todos os equipamentos, materiais e acessórios, bem como suas características técnicas,
deverão estar em completo acordo com as mais recentes revisões das Normas e
Recomendações mencionadas a seguir:

 ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
 ANSI - American National Standard Institute.
 IEC - Internacional Eletrotechnical Comission.
 IEEE - Institute of Electrical and Electronic Engineers.

Outras normas não mencionadas especificamente poderão ser adotadas como complemento
daquelas indicadas. Em todos os casos, quando os requisitos específicos estipulados nas
seções subsequentes desta especificação excederem aqueles requeridos pelas normas
aplicáveis, prevalecerão sempre os aqui estipulados.


7. DEFINIÇÕES

 Acesso: possibilita a conexão de usuários à rede.
 Backbone: Concentra o tráfego de dados de toda a rede e o transporta em direção às saídas
de interconexão às outras redes.
 Backhaul : realiza a distribuição da capacidade de trânsito de dados aos pontos vizinhos ao
backbone usando rádios ponto-a-ponto de alta velocidade.
 CICC: Centro Integrado de Comando e Controle, será responsável pelo comando, controle e
gestão de acesso sobre todas as câmeras e imagens capturadas. Este se encontra instalado
nas dependências da Secretaria da Segurança Púbica - SSP. O CICC deverá comportar toda
a infraestrutura direta e indireta necessárias ao monitoramento e armazenamento das imagens
geradas pelas 42 (quarenta e duas) câmeras a serem fornecidas. Caberá a empresa
contratada efetuar as instalações e configurações dos equipamentos fornecidos necessários a
este fim, conforme descrito neste Projeto Básico.
 CPE: Customer Premises Equipment, significa "equipamento dentro das instalações do
cliente". Qualquer equipamento que seja necessário para um cliente receber o serviço de
comunicação é um CPE.
 Enti dades: elementos de informações que referenciam ou identificam alguém ou algo
relacionado(s) a fato(s) ocorrido(s), objeto(s) de análise e registrado(s) no sistema.
 ERB: Estação Rádio Base, o sistema de estação rádio base é responsável por conectar as
unidades remotas com o sistema de comutação de rede (backbone).
 MSTP: Multiple Spanning Tree Protocol. É uma evolução do RSTP, tendo como objetivo
principal permitir múltiplas instâncias RSTP e assim reduzir o tempo de convergência da
spanning tree. O padrão foi lançado visando a utilização do RSTP em ambientes com múltiplas
VLANs. Ao invés de calcular uma instância para cada VLAN, o MSTP reduz o total de
instâncias RSTP. Cada instância MSTP está associada a um conjunto de VLANs que
compartilham a mesma topologia lógica (spanning tree) e que pertencem a uma mesma
região. Uma instância é independente de outras instâncias MSTP, sendo assim, o MSTP
permite distribuir a carga (de serviço) (load balancing) das instâncias, de forma que o tráfego
das VLANs contidas em uma determinada região possa fazer uso de caminhos independentes
de outras regiões.
 PCL: Pontos de Coleta, o ponto de coleta é o conjunto integrado de infraestrutura, hardware e
software, destinado a detectar, capturar e enviar as imagens, juntamente com as informações
do local, data-hora da passagem.
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 Ponto Wi reless: Ponto dentro da infraestrutura de telecomunicações, que tem como
funcionalidade realização de conexão: ponto a ponto (PtP), ponto multiponto (PtM), e rádio
cliente (CPE).
 POP: Ponto de Presença, estação de telecomunicações estabelecida junto ao Backbone,
responsável pela capilarização do tráfego demandado pelos pontos a serem atendidos.
 Rádio com antenas setorizadas: é aquele no qual a onda eletromagnética propaga-se em
um lóbulo de radiação em um setor com determinada abertura em graus.
 Radioenlace: é a conexão de dois pontos geográficos, distintos, com equipamentos rádio
digital de alta capacidade.
 RAT: Relatório de Atendimento Técnico.
 Rede de dados: Rede TCP-IP, definida pela proponente, constituída de enlaces de rádio e/ou
fibra óptica, para suportar a aplicação proposta, a ser instalada com fins exclusivos para o
tráfego de informações do sistema proposto.
 Registro dos fatos: Inclusão em banco de dados de informações relevantes sobre
determinado fato ocorrido que desencadeará uma análise e agrupamento de informações.
 Rota: é o conjunto de radioenlaces necessário para atender um ou mais pontos, podendo
utilizar repetição, a partir de uma estação de telecomunicação do Backbone (PoP).
 RSTP: Rapid Spanning Tree Protocol. O protocolo RSTP funciona com base em um sistema
de convergência de topologia, que elege uma bridge principal (bridge raiz–root bridge),
portadora da melhor configuração dentre as demais do segmento. Após a convergência
(configuração das portas das bridges permanecem inalteradas por certo tempo),é gerado um
caminho lógico único entre os dispositivos através de uma topologia em forma de árvore, para
as rotas dos pacotes que trafegam na rede. O algoritmo RSTP opera de forma distribuída,
sendo executado em cada bridge do sistema.
 STP: Spanning Tree Protocol. É um protocolo para equipamentos de rede que permite resolver
problemas de loop em redes comutadas cuja topologia introduza anéis nas ligações, auxiliando
na melhor performace da rede. O protocolo STP possibilita a inclusão de ligações redundantes
entre os comutadores, provendo caminhos alternativos no caso de falha de uma dessas
ligações. Nesse contexto, ele serve para evitar a formação de loops entre os comutadores e
permitir a ativação e desativação automática dos caminhos alternativos. Para isso, o algoritmo
de Spanning Tree determina qual é o caminho mais eficiente (de menor custo) entre cada
segmento separado por bridges ou switches. Caso ocorra um problema nesse caminho, o
algoritmo irá recalcular, entre os existentes, o novo caminho mais eficiente, habilitando-o
automaticamente. O nome deriva do algoritmo spanning tree - teoria dos grafos.


8. DESCRITIVO

A solução proposta compreende a adequação e especificação de um sistema completo de
circuito fechado de televisão (CFTV), baseado em tecnologia IP. O sistema divide-se em
diversas soluções parciais, a saber:
 Solução de Captura de Imagens;
 Solução de Monitoramento;
 Solução de Gerência e Gravação de Imagens;
 Solução de Transmissão de Dados;
 Solução de Rede;
 Solução de Infraestrutura.

Abaixo segue o descritivo de cada solução:

8.1 SOLUÇÃO DE CAPTURA DE IMAGENS

As 42 (quarenta e duas) câmeras de monitoramento IP, contempladas neste projeto, serão
instaladas em postes e marquises, de acordo com a topologia de cada local de
monitoramento, devendo ser do tipo dome móvel PTZ-IP em Alta Definição 1920p x 1080p a
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30 quadros por segundos, com sensor de imagem de 1/2.8" 2.0MP CMOS, com Zoom ótico
de 30x e com Zoom Digital de 12X, devendo possuir uma interface PoE e função Automap.

As câmeras deverão ser posicionadas para visualizar locais de grande fluxo de pessoas e/ou
áreas críticas de segurança – tais como: vias públicas, cruzamentos, áreas externas de
bancos, grandes lojas, estabelecimentos de ensino, pontos de parada dos sistemas de
transporte público, escolas públicas estaduais, etc. Além de áreas com alta incidência de
crimes, definidas pela Secretaria de Segurança Pública.

As câmeras deverão ser colocadas em modo de ronda contínua, abrangendo 360º de
cobertura, com ênfase em locais de interesse. O modo de ronda deverá ser interrompido
sempre que um operador iniciar o controle através de joystick, retornando ao modo de ronda
em tempo programável após a
intervenção do operador.

As câmeras deverão estar operando com o uso de um sistema de detecção de movimento
que permita o ajuste de sensibilidade, além de gerar alarmes para os consoles de gravação
e controle. O emprego da detecção de movimento deverá permitir que os recursos de
monitoramento sejam empregados no tratamento de casos efetivamente relevantes para a
segurança. Deverá ser possível ativar a detecção de movimento em toda a área da imagem
ou em parte da mesma. Os parâmetros de sensibilidade de movimento e o limiar de alarme
deverão ser configuráveis. A intensidade de movimento deverá ser continuamente medida na
área selecionada e sempre que um determinado limiar é ultrapassado, um alarme deverá ser
gerado pelo Sistema.

Estas câmeras poderão suportar alarmes e sensores externos conectados diretamente na
câmera, que possibilitarão captar imagens de eventos que não se encontravam no campo
visual do operador.
As câmeras deverão possibilitar a configuração de agendamento para tomada de ações em
resposta a eventuais alarmes, bem como, configurar a qualidade das imagens
independentemente para cada visualização ou gravação.

8.1.1 LOCALIZAÇÃO DAS CÂMERAS

Coordenadas
Câme
ra
Ponto Endereço Ti po
Latitude
Longitu
de
1 Bar Opinião
Av. J osé do Patrocínio x Rua
J oaquim Nabuco
Rádio
-
30.04193
7
-
51.2209
76
2
Hotel Master
Express
Av. Lima e Silva x Rua
Sarmento Leite
Rádio
-
30.03677
6
-
51.2235
26
3 Azenha Botafogo Av. Azenha x Rua Botafogo Rádio
-
30.05510
9
-
51.2146
45
4 Azenha Caldwell
Av. Azenha x Rua General
Caldwell
Rádio
-
30.05177
0
-
51.2132
47
5
Shopping Praia
de Belas
Av. Ipiranga x Av. Borges de
Medeiros
Rádio
-
30.04786
7
-
51.2294
71
6
Viaduto Dom
Pedro I
Av. Padre Cacique x Av. J osé
de Alencar
Rádio
-
30.05948
7
-
51.2303
05
7 Morro Santa Belvedere Deputado Ruy Rádio - -
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Tereza Ramos 30.07270
7
51.2325
88
8
Passarela da
rodoviária
Largo Vespasiano J úlio Veppo Rádio
-
30.02422
4
-
51.2198
14
9
Palácio do Vice
Governador
Av. Cristóvão Colombo x Rua
Santo Antônio
Rádio
-
30.02679
8
-
51.2144
71
10 Praça da Matriz Na própria praça Fibra
-
30.03246
1
-
51.2303
40
11
Vila dos
papeleiros
Rua Voluntários da Pátria x
Rua Hoffmann
Fibra
-
30.01812
0
-
51.2136
18
12
Auditório Araújo
Vianna
Av. Osvaldo Aranha Fibra
-
30.03469
9
-
51.2137
09
13
Usina do
Gasômetro
Av. Presidente J oão Goulart,
551
Fibra
-
30.03526
5
-
51.2410
49
14 Restinga Nova
Esplanada da Restinga, Av.
Econ. Nillo wolff x Av. J oão
Antônio da Silveira
Fibra
-
30.15354
4
-
51.1366
89
15
Rótula da Avenida
Beira Rio
Rua Edvaldo Pereira Paiva x
Rua Augusto de Carvalho
Rádio
-
30.04280
9
-
51.2331
70
16 Igreja São J orge
Av. Salvador França x Av.
Bento Gonçalves
Rádio
-
30.06325
9
-
51.1856
25
17 Colégio Assunção
Av. Aparício Borges x Av.
Oscar Pereira
Rádio
-
30.07398
2
-
51.2027
36
18 Estádio Olímpico
Av. Dr. Carlos Barbosa x
Travessa Mato Grosso
(Olímpico)
Rádio
-
30.05935
5
-
51.2125
68
19 Regimento Osório
Av. Ipiranga x Av. Salvador
França
Rádio
-
30.05816
6
-
51.1843
54
20 Zaffari Ipiranga
Rua Santa Cecília x Av.
Ipiranga
Rádio
-
30.04482
4
-
51.1987
66
21 Colégio Parobé
Av. Augusto de Carvalho x Av.
Loureiro da Silva
Rádio
-
30.03744
4
-
51.2327
41
22
Rua da Praia
Shopping
Rua dos Andradas, 1001 Fibra
-
30.03060
6
-
51.2318
26
23 Unibanco
Rua dos Andradas x Av.
Borges de Medeiros
Fibra
-
30.02989
3
-
51.2279
38
24 Lojas Americanas
Rua dos Andradas x Rua
Uruguai
Fibra
-
30.03001
7
-
51.2289
04
25 Bella Modas
Rua dos Andradas x Rua Dr.
Flores
Fibra
-
30.02961
-
51.2247
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1 10
26
Praça Dom
Feliciano, 15
Rua dos Andradas x Rua
Senhor dos Passos
Fibra
-
30.02956
6
-
51.2232
10
27 QGBM
Rua dos Andradas x Rua Gen.
Canabarro
Fibra
-
30.03210
2
-
51.2362
77
28 Praça XV
Rua Sete de Setembro x Av.
Borges de Medeiros
Fibra
-
30.02825
8
-
51.2280
54
29 Scotsman
Rua dos Andradas x Rua
Vigário J osé Inácio
Fibra
-
30.02974
6
-
51.2257
46
30 Santander
Rua dos Andradas x Rua Mal
Floriano Peixoto
Fibra
-
30.02976
6
-
51.2268
08
31 Praça Florida Rua São Carlos Fibra
-
30.02051
3
-
51.2099
10
32 CELIC
Av. Farrapos x Rua Barros
Cassal
Fibra
-
30.02666
7
-
51.2177
28
33 Monteiro Lobato
Rua dos Andradas x Gen.
Câmara
Fibra
-
30.02993
4
-
51.2295
32
34
Praça Dom
Feliciano, 78
Rua dos Andradas x Rua Pinto
Bandeira
Fibra
-
30.02963
3
-
51.2225
84
35 Praça Santander
Rótula da Av. Benjamin
Constant x Av. Cristóvão
Colombo
Fibra
-
30.01784
8
-
51.1976
28
36 Tudo Fácil
Av. Sen. Salgado Filho x Av.
Borges de Medeiros
Fibra
-
30.03086
0
-
51.2278
52
37 IPERGS
Av. Borges de Medeiros x
Aureliano de Figueiredo Pinto
Rádio
-
30.04315
1
-
51.2289
27
38 Banrisul
Praça da Alfândega x Rua
Caldas J únior
Fibra
-
30.02982
8
-
51.2320
07
39 FEPAM
Av. J úlio de Castilhos x Rua
Carlos Chagas
Fibra
-
30.02485
8
-
51.2229
64
40 IGP
Av. Princesa Isabel, 1056,
externo
Fibra
-
30.04481
4
-
51.2024
23
41 IGP
Av. Princesa Isabel, 1056,
interno
Fibra
-
30.04481
4
-
51.2024
23
42 CISP
Rua Voluntários da Pátria x
Rua Ramiro Barcelos
Rádio
-
30.02051
0
-
51.2147
03

Os critérios de posicionamento e ajustes técnicos das câmeras deverão ser estabelecidos
conjuntamente por técnicos da Secretaria da Segurança Pública - SSP e pela empresa
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contratada, dentro da competência de cada uma, tendo por base a segurança da população
na área coberta pelas câmeras.

Sendo assim, os locais de instalação das câmeras, descritos na planilha acima, poderão
sofrer alteração, de acordo com os interesses da Secretaria da Segurança Pública - SSP.
Neste caso, a empresa contratada será comunicada do novo local, no qual deverá ser
instalado o sistema.

O remanejamento da localização das câmeras de coleta de imagens poderá ser efetuado, a
critério da Secretaria da Segurança Pública. Os custos de possíveis remanejamentos correrão
às expensas da empresa contratada.

Os remanejamentos de localização das câmeras de coleta de imagens obedecerão ao
seguinte critério: a Secretaria da Segurança Pública – SSP determinará o novo local,
encarregando-se de apontar em qual poste, parede ou marquise os equipamentos serão
instalados. A empresa contratada ficará responsável pela retirada de todo o equipamento do
local original e sua instalação no novo local, ficando responsável pela interligação deste local
através do meio de comunicação adequado, quer seja por meio de fibra ótica ou por rádios,
conforme constava no ponto de coleta original. A empresa contratada, ficará responsável pela
interligação da estrutura de rádio comunicação (ajustes, alinhamentos, etc) ou, no caso de
local com comunicação por fibra ótica, ficará responsável pelas fusões de fibra que se fizerem
necessárias. A empresa contratada, ainda, encarregar-se-á das adequações do local em
relação ao fornecimento de energia elétrica.

No caso de remanejamento de local onde originalmente a comunicação se fazia por meio de
rádio para um novo local onde a Secretaria da Segurança Pública – SSP decida que deverá
ser instalada fibra ótica, esta instalação de fibra ótica correrá às expensas da empresa
contratada, ficando também a seu encargo a instalação dos equipamentos remanejados bem
como a interligação destes ao meio ótico. Em se fazendo necessária a instalação de poste,
esta instalação correrá às expensas da Secretaria da Segurança Pública – SSP

8.2 SOLUÇÃO DE MONITORAMENTO

As imagens captadas por todas as câmeras contempladas neste projeto deverão ser
armazenadas e monitoradas no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) onde os
sinais provenientes das câmeras chegarão através da solução de transmissão de dados
utilizando o protocolo TCP/IP.

A visualização das imagens capturadas pelas câmeras será efetuada pelos operadores nos
monitores LCD que serão instalados nas estações de monitoramento. Caso o operador
identifique uma ocorrência policial, o mesmo deverá marcar a imagem por meio de apenas
um click do mouse na imagem (bookmark), desse modo à imagem da câmera selecionada
passará automaticamente para a área do videowall designada. Esta ação deverá gerar um
alarme, com visualização da câmera correspondente, para o Chefe da equipe de plantão, o
qual deverá acionar os procedimentos cabíveis.

As estações serão configuradas com o protocolo SNMP, com trap server apontado para o
Servidor de Gerência das Imagens, o qual gerará os relatórios de monitoração do
desempenho e diagnósticos de todo o sistema.

A Secretaria da Segurança Pública - SSP deverá prover a infraestrutura necessária, para a
instalação das estações de monitoramento. Desta forma, todo o mobiliário técnico, incluindo
as cadeiras executivas e os suportes para instalação dos monitores serão fornecido pela
própria Secretaria da Segurança Pública - SSP.


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8.3 SOLUÇÃO DE GERÊNCIA E GRAVAÇÃO

A solução de gerência e gravação deverá ser composta de hardware e software. Será
permitida a utilização de hardware de grandes fabricantes (IBM, DELL, HP, Sun, ou
similares), desde que atendam em sua totalidade os requisitos.
A solução contemplada neste projeto deverá ser composta por 02 (dois) servidores de
gerência e gravação das imagens e os softwares de monitoramento e gravação.

O Servidor de gerência e gravação das imagens será responsável por receber os pacotes de
vídeo provenientes das câmeras IP, armazenando e disponibilizando as informações
quando forem solicitadas pelos usuários do Sistema.

O servidor estará conectado a rede da Secretaria da Segurança Pública - SSP e deverá
possuir o software de gerenciamento e gravação instalado. Visando a otimização do
sistema, o servidor deverá estar dedicado integralmente ao tratamento, gerenciamento e
gravação das imagens captadas pelas câmeras.

O servidor deverá possuir discos rígidos configurados em RAID 5 e todos os discos devem
implementar a tecnologia de substituição hot-swap, possibilitando a troca rápida sem
necessidade de desligamento do servidor. O servidor deve possuir, no mínimo, duas fontes
de alimentação.

Todas as imagens capturadas pelas câmeras contempladas neste projeto serão armazenadas
neste Servidor que deverá ser instalado no Centro Integrado de Comando e Controle. As
imagens deverão ser armazenadas pelo período mínimo de 30 dias corridos.

Desta forma a solução proposta deverá ser capaz de suprir as necessidades das 42 (quarenta
e duas)
câmeras de monitoramento em vias urbanas, contempladas neste projeto. A solução deve
possibilitar ampliações para as futuras expansões do projeto.

8.4 SOLUÇÃO DE TRANSMISSÃO DE DADOS

A conectividade entre as câmeras e o Centro Integrado de Comando e Controle será
garantida através da utilização de solução de rádio e fibra ótica.

A solução de transmissão de dados proposta deve permitir a perfeita utilização das imagens
das câmeras para gerenciamento e gravação.
A solução deverá ser capaz de suprir as necessidades do sistema de monitoramento
contemplado neste projeto, com segurança, disponibilidade e integridade das informações
geradas.

8.4.1 SOLUÇÃO DE CONECTIVIDADE SEM FIO

Os equipamentos para transmissão de dados a serem fornecidos utilizarão solução de rádio
para interligação das câmeras e a Estação Rádio Base. Estes devem utilizar a frequência de
4,9 GHz, de acordo com legislação em vigor na ANATEL, frequência destinada aos órgãos de
Segurança Pública. O backbone a ser formado deverá operar na frequência de 5,8 GHz.

Caberá a empresa contratada todos os procedimentos necessários para a retirada de licença
junto a ANATEL para utilização destes equipamentos, bem como para liberação de
importação de equipamentos, se for o caso, cabendo a Secretaria da Segurança Pública -
SSP disponibilizar toda a documentação especifica para este fim.

É de responsabilidade da empresa contratada, efetuar o levantamento técnico para
definição/validação da solução de transmissão de dados. Neste projeto está definido que,
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das 42 (quarenta e duas) câmeras de monitoramento, 18 (dezoito) serão atendidas através da
solução de rádio e 24 (vinte e quatro) serão atendidas através da solução de conexão por
meio de fibra ótica existente.

A Estação Rádio Base é um conjunto de insumos dedicados à conexão de todos os links
provenientes das unidades remotas. O projeto prevê a instalação de um total de 02 (dois)
rádios ponto a ponto, na frequência de 5,8 GHz, interligando a torre existente no Morro da
Polícia localizada nas coordenadas geográficas 30° 4’46.51” S e 51°11’14.75” O e o prédio
da Secretaria da Segurança Pública – SSP. No prédio da Secretaria da Segurança Pública –
SSP será instalada a estação rádio base, composta por 03 (três) unidades de acesso ponto
multiponto e 17 (dezessete) assinantes, na frequência de 4.9 GHz, com transmissão de uma
taxa liquida de 300Mbps.

A Estação Rádio Base deverá contar com infraestrutura elétrica e lógica completa fornecida
pela Secretaria da Segurança Pública – SSP. Toda a infraestrutura necessária à instalação e
ao perfeito funcionamento da estação rádio base, incluindo fornecimento de unidade UPS
com capacidade para 30 minutos de funcionamento à plena carga, em caso de falta de
fornecimento de energia elétrica, deverão ser fornecidas pela empresa contratada, restando
também o fornecimento e instalação de 02 (duas) unidades ponto a ponto e das 03 (três)
unidades de acesso, descritas anteriormente.

A localização da Estação Rádio Base e das Unidades Remotas poderá sofrer alteração, de
acordo com as necessidades do projeto, podendo em determinadas localidades ser instalado
com cabeamento CAT5 blindado e o rádio assinante remanejado para repetição de sinal
ponto a ponto desde que aprovado pela Secretaria da Segurança Pública - SSP, visando
assim, o melhor funcionamento da solução de transmissão de dados sem fio.

Deverá estar instalada, próxima a cada câmera, uma Unidade Remota na frequência de 4,9
GHz, de acordo com legislação em vigor na ANATEL, com banda mínima efetiva de no
mínimo 8 Mbps para uplink e 2 Mbps para downlink, de acordo com as especificações,
descritas.

Deverá ser fornecido um enlace de fibra ótica monomodo com disponibilidade e alta
confiabilidade para transportar o tráfego das imagens, da Estação Rádio Base ao Centro
Integrado de Comando e Controle. A conectividade entre o enlace de fibra ótica e a Estação
Rádio Base, será garantida através do switch de conexão, utilizando conversores de mídia.

A participação neste certame implica a licitante conhecer e aplicar todas as normas e
recomendações
da ANATEL, relativas aos enlaces de rádio.

8.4.2 SOLUÇÃO DE ACESSO ÓPTICO

A solução de enlaces ópticos compreende a utilização de enlaces de fibra existentes, sob
responsabilidade da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação da Prefeitura
Municipal de Porto Alegre – PROCEMPA. A Secretaria da Segurança Pública – SSP ficará
encarregada de obter as licenças de uso do meio ótico junto àquela empresa municipal,
para a correta execução do presente projeto.
Em cada ponto de monitoramento deverá ser instalada uma caixa metálica para acomodar
equipamentos, denominada painel outdoor, a ser fornecida pela Secretaria da Segurança
Pública – SSP. A partir destes painéis deverá ser utilizado cabo blindado FTP Ethernet para
atendimentos as câmeras do monitoramento.




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8.5 SOLUÇÃO DE REDE

A solução de rede proposta deverá ser capaz de suprir as necessidades do sistema de
monitora-
mento, com segurança, disponibilidades e integridade das informações geradas. Será utilizada
a topologia estrela hierárquica, onde o core principal será localizado no Centro Integrado de
Comando e Controle. Neste local será instalado o switch central que fará o papel
concentrador.
No Centro Integrado de Comando e Controle, o switch central será responsável por
colapsar todas as ligações ópticas que atenderão o sistema de monitoramento, contemplado
neste projeto, como também fornecer conectividade para estações e servidores. Para todos
os links ópticos serão utilizados conversores de mídia. O acesso às câmeras de
monitoramento será garantido através da utilização de switches de conexão através de links
ópticos.
As câmeras de monitoramento atendidas através da solução de rádio possuirão uma unidade
remota, as quais deverão se conectar a Estação Rádio Base utilizando a frequência de
4.9GHz. A conectividade entre a Estação Rádio Base e o Centro Integrado de Comando e
Controle será garantida atra-
vés de enlace de rádio ponto a ponto utilizando a frequência de 5.8GHz ou link óptico.
A conectividade entre as câmeras de monitoramento atendidas através de fibra óptica e o
Centro Integrado de Comando e Controle será garantida através de links ópticos.
Por motivos de segurança, operacionalização e manutenção, o Sistema de CFTV deve ser
projetado para operar logicamente separado da Rede de T.I. da Secretaria da Segurança
Pública – SSP, em casos de compartilhamento de meios de transmissão de dados.
Será criada uma rede de dados independente para atender ao sistema de monitoramento,
e esta rede será integrada a Rede da Secretaria da Segurança Pública – SSP, onde será
criada uma VLAN independente para atender o referido projeto.
A topologia prevista para a rede de dados cabeada e sem fio, apresentada abaixo deverá
prover conectividade para os serviços gerados pelos sistemas de monitoramento:



























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8.6 SOLUÇÃO DE INFRAESTRUTURA

A solução de fixação apresentada abaixo está baseada neste projeto básico e, para uma
melhor avaliação técnica da empresa contratada será exigido à apresentação detalhada da
solução ofertada.

Abaixo segue conceito da solução de infraestrutura:























8.6.1 Figura - Sistema de fixação
01 - Câmera móvel com fixação em poste e conjunto de acessórios para articulação vertical e
horizontal;
02 - Braço para poste em aço galvanizado até 4m de comprimento;
03 – Suporte para instalação da Unidade Remota;
04 - Braço apoio em aço galvanizado para fixação da antena;
05 – Painel Outdoor com IP 66 para equipamentos;
06 – Poste existente;
07 – Base de fixação do poste.

Os cabos de rede responsáveis pela ligação da caixa de conexões à câmera e unidade
remota deverão ser do tipo FTP de quatro pares, blindado e para uso externo, certificado
para, no mínimo, Categoria 5e. (EIA/TIA-568-A). Deverão ser utilizados conectores blindados.
A malha metálica deverá ser devidamente aterrada, de acordo com os padrões elétricos
existentes.

Os cabos deverão ser montados da caixa de conexões aos equipamentos pelo interior do
poste, através de furos no mesmo. Os cabos deverão ser protegidos por eletrodutos
flexíveis de alumínio em seu trajeto entre a caixa de proteção e o poste e entre este e os
equipamentos (câmera, estação remota). Não serão aceitos cabos de rede expostos ao
tempo.

Os cabos deverão ser terminados em conectores RJ -45 fêmeas industriais, com graus de
proteção IP 67, certificados para categoria, mínima, 5e. As ligações dos equipamentos a
essas fêmeas deverão ser efetuadas por meio de patch cords industriais IP 67 categoria
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5e, pré-montados em fábrica. Os patch cords deverão ser fornecidos em embalagens
originais do fabricante. Não serão aceitas conexões tipo macho efetuadas em campo.

8.6.2 SOLUÇÃO DE ENTRADA DE INFRAESTRUTURA

A entrada de funcionalidades (rede elétrica e rede de telecomunicações) nos postes onde
serão instaladas as câmeras deverá ser feita por uma armação do tipo REX com dois
isoladores cerâmicos, fixados ao poste. Os cabos deverão estar fixados neste conjunto
através de uma alça preformada em cada isolador. A partir deste isolador, os cabos deverão
estar encapsulados com fita espiral.

8.6.3 SOLUÇÃO DE INFRAESTRUTURA ELÉTRICA

As câmeras serão alimentadas através de fontes de alimentação ou através do padrão PoE
(IEEE 802.3af ou IEEE 802.3 at) utilizando midspam ou conjunto midspam/splitter
compatíveis com o padrão PoE IEEE 802.3af ou IEEE 802.3at.

A alimentação elétrica das câmeras deverá ser assegurada através de um nobreak
monofásico, fornecido pela Secretaria da Segurança Pública - SSP.



















8.6.3.1 Figura – Painel outdoor
01 – Nobreak;
02 – Proteção elétrica –Protetor de surtos;
03 – Switch de Campo;
04 – Ponto de Terminação Óptica;
05 – Painel Outdoor;
06 – Calha de alimentação com disjuntor;
07 – Conversor de mídia.

8.7 ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO

Deverá ser fornecido o projeto executivo para implantação do sistema de monitoramento
de acordo com as seguintes especificações:

 Plantas de Rede Elétrica e de Rede Lógica para implantação de Sistemas de CFTV, contendo
todos os encaminhamentos dos dutos, caixas de passagem, cabeamento elétrico, fibra óptica
e cabos UTP, localização de equipamentos, detalhamento de fixação de equipamentos,
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fixação dos suportes, com desenhos das peças e informação do material utilizado, diagrama
unifilar da rede elétrica e quadro de cargas e vista frontal dos Rack´s.
 Diagrama Topológico da solução de CFTV;
 Os projetos deverão incluir o “Relatório de inspeção do local” (“Site Survey”) de cada um dos
locais de instalação, mencionando, entre outros: a existência de linha de visada livre e direta;
eventuais necessidades de construção ou adaptação da infraestrutura existente; o “Croqui de
Instalação”, o qual deverá descrever, de forma gráfica e sucinta, onde e de que forma serão
instaladas;
 Memorial Descritivo, contendo: descrição dos materiais a serem utilizados, e suas
características e quantitativos, e formas de execução.
 Caderno de Encargos, contendo planilha orçamentária, elaborada com base nos preços
contratados e nas quantidades efetivamente necessárias para instalação dos sistemas
solicitados para cada site, de acordo com levantamento a ser efetuado a partir da aprovação
do projeto executivo, pela Secretaria da Segurança Pública - SSP.
 Composição preços unitários, para os itens de serviço, contendo todos os insumos
necessários à formação de cada preço (materiais, mão-de-obra, encargos sociais e LDI);

Os projetos deverão ser apresentados para analise e aprovação da Secretaria da Segurança
Pública - SSP, no seguinte formato:

 Plantas - As plantas deverão ser apresentadas em 02 (duas) cópias impressas em formato A0
ou A1, e 01 (uma) cópia em meio digital (CD), em extensão dwg. Os detalhes, vistas e
diagramas deverão ser apresentados em 02 (duas) cópias impressas em formato A4 ou A3, e
01 (uma) cópia em meio digital (CD), em extensão .vsd, .dwg ou cdr.
 Memorial Descritivo - Os memoriais descritivos deverão ser apresentados em 02 (duas) cópias
impressas em formato A4, e 01 (uma) cópia em meio digital (CD), em extensão .doc.
 Caderno de Encargos – O caderno de encargos deverá ser apresentado em 02 (duas) cópias
impressas em formato A4, encadernadas com espiral, capa e contra capa de PVC, e 01 (uma)
cópia em meio digital (CD), em extensão .xls e .doc.
 Após a aprovação do projeto executivo, pela Secretaria da Segurança Pública - SSP, a
empresa contratada deverá registrar o mesmo junto ao CREA-RS e apresentar a Anotação de
Responsabilidade Técnica - ART, de projeto e execução de obra, devidamente quitada à
Secretaria da Segurança Pública - SSP.
 A empresa contratada deverá ainda fornecer ao final da instalação de cada localidade, o
Projeto As Built (como-construído), que representará todos os detalhes e possíveis
modificações feitas no processo da implantação. A apresentação deste deverá ser feita da
mesma forma que o projeto executivo.


9. SERVIÇOS TECNICOS ESPECIALIZADOS

9.1 ESCOPO
O escopo dos serviços abrange:

 A vistoria para levantamento dos equipamentos que compõem as soluções de monitoramento
por imagens e transmissão de dados através de rádio e fibra ótica;
 A elaboração de projeto executivo para o monitoramento eletrônico por câmaras, em vias
públicas, para a cidade de Porto Alegre;
 A instalação da solução de rádio, enlace de fibra ótica, câmeras, servidor, softwares, unidades
de monitoramento e demais materiais e equipamentos descritos neste projeto;
 O fornecimento, instalação e configuração dos equipamentos necessários para complementar
a solução de monitoramento por imagens. Todos os equipamentos fornecidos devem ser
 compatíveis e integráveis com as soluções existentes;
 O fornecimento de todos os insumos tecnológicos de hardware e software necessários, bem
como equipe técnica necessária ao perfeito funcionamento da solução proposta.
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9.2 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

Os serviços de engenharia consistem em fornecer, instalar, configurar, prestar assistência
técnica e manutenção, complementando as soluções de monitoramento por câmeras e
solução de transmissão de dados por rádio e fibra ótica e realizar o levantamento dos
equipamentos e das localização das câmeras, além de elaborar projeto executivo para
atender as necessidades da Secretaria da Segurança Pública - SSP.

Para subsidiar a elaboração do projeto executivo faz-se necessário a execução de “site
survey” com o objetivo de definir e adequar à transmissão de dados via rádio, visando
atender de forma eficaz, garantindo confiabilidade e estabilidade à solução de monitoramento
contemplada neste projeto.

O projeto executivo deve contemplar o fornecimento dos equipamentos necessários, bem
como a solução de rádio, enlaces de fibra óptica, instalação e configuração das soluções.

Faz parte, do escopo dos serviços de instalação, a execução de todas as interligações,
necessárias em nível de vídeo e de alimentação de energia entre os equipamentos a serem
instalados e com os sistemas existentes, bem como aterramento de todos os equipamentos.

Finalizados os serviços de instalação, tem-se que executar os testes de aceitação em campo
dos equipamentos ofertados, na presença de representantes do corpo técnico da Secretaria
da Segurança Pública - SSP. Os testes de aceitação em campo têm por finalidade aferir a
montagem, características operacionais de desempenho e qualidade da solução
implementada e se constituirão dos seguintes itens:

 Testes mecânicos;
 Testes Elétricos;
 Testes Operacionais e do Sistema.

Estes testes serão executados por equipe técnica da empresa contratada, com a supervisão
da Secretaria da Segurança Pública - SSP, após a instalação da solução.

9.2.1 TESTES MECÂNICOS

 Inspeção visual;
 Fixação e rigidez dos equipamentos, materiais e acessórios (câmeras, rádios consoles de
comando, monitores, switches, estações de trabalho);
 Disposição dos equipamentos, materiais e acessórios no console;
 Disposição das câmeras;
 Verificação do encaminhamento e identificação do cabeamento elétrico, coaxial e óptica e
amarração etc.;
 Verificações das terminações dos conectores coaxiais e ópticos;
 Identificação dos equipamentos, acessórios e materiais;
 Verificação do acabamento interno da cablagem do console de comando.

9.2.2 TESTES ELÉTRICOS

 Continuidade dos cabos e fios de interligação;
 Verificação da tensão de alimentação e aterramento dos equipamentos.

9.2.3 TESTES OPERACIONAIS E DE SISTEMA

 Verificação das indicações luminosas do console e teclas de testes;
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 Medição do nível de vídeo das saídas das câmeras, com imagens de operação normal,
focalizadas pelas câmeras;
 Medição da qualidade das imagens dos receptores (IP/Vídeo), com imagens de operação
normal, focalizadas pelas câmeras;
 Verificação da nitidez das imagens;
 Verificação se o posicionamento das câmeras móveis atende a cobertura nas áreas de
interesse;
 Verificação da funcionalidade da programação do Sistema;
 Verificação da resolução e qualidade das imagens digitais para as redes LAN;
 Verificação do nível de sinal de saída da câmera e entrada nos monitores;
 Sincronização das imagens e ação dos controles horizontal / vertical;
 Ajuste de cor, brilho, contraste e foco, para que seja visualizada uma imagem ótima;
 Qualidade de imagem visualizada nos monitores (interferência e estabilidade);
 Verificação da atuação da seleção das câmeras e comandos de pan-tilt e zoom através do
teclado e da estação de trabalho;
 Seleção de imagens a serem gravadas e monitoramento da gravação;
 Verificação do avanço quadro a quadro de imagens gravadas, além dos sistemas de busca por
alarme, detecção de movimento e data/horários;
 Reprodução da gravação e monitoramento;
 Verificação do sistema de transmissão (Rede Ethernet): velocidades, comandos, atenuações;
 Atuação de preset: velocidade, precisão.

9.3 PRAZO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO

A empresa contratada deverá apresentar em até 15 (quinze) dias após o recebimento da
ordem de serviço o projeto executivo contendo o posicionamento de todos os componentes
(câmeras, ativos, quadros etc.) em planta, memorial descritivo do projeto de instalação com
fotografias dos locais visualizados e diagrama de blocos do sistema. Deverá apresentar
ainda, lista de equipamentos necessários para a implementação total da solução.

O prazo de execução dos serviços de instalação, configuração e testes de funcionamento é
de até 30 (trinta) dias, contados a partir da aceitação oficial do Projeto Executivo por parte da
Secretaria da Segurança Pública - SSP. A aceitação do projeto executivo se dará através de
termo formal de aceitação emitido pela Secretaria da Segurança Pública - SSP. Para
efeitos de contagem de prazos não será considerado o período entre a entrega do
projeto executivo e o aceite oficial.

9.4 EQUIPE TÉCNICA

A empresa contratada deve disponibilizar para a execução dos serviços de engenharia,
profissionais, pertencente ao seu quadro permanente, com treinamento em:

 Sistema de monitoramento por imagens (CFTV);
 Sistema de gerenciamento e gravação de imagens;
 Sistema de transmissão de dados via rádio;
 Sistema de transmissão de dados via fibra óptica metropolitana;
 Sistema informatizado de vídeo monitoramento público urbano (hardware e software).
Os técnicos encarregados dos serviços de engenharia serão previamente relacionados,
tendo livre acesso aos equipamentos, a fim de executar os serviços de instalação,
respeitadas as normas de segurança vigentes na Secretaria da Segurança Pública - SSP.

Deverá ser apresentada na proposta técnica comprovação que o licitante possui em seu
quadro permanente, para disponibilização de serviços, Engenheiros e/ou Técnicos com
treinamento/certificação ministrado por fabricante nas seguintes soluções:

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 Software de gerenciamento, monitoramento e gravação de imagens;
 Solução de fibra óptica;
 Solução de rádio;
 Solução de câmeras IP;
 Solução de equipamentos ativos de rede.

A comprovação do treinamento se dará pela apresentação de certificado emitido pelo
fabricante das soluções.

A empresa contratada deve manter seus funcionários identificados por crachá quando em
cumprimento do objeto desta licitação nas dependências da Secretaria da Segurança Pública
– SSP. Deve ainda manter sua equipe técnica sempre provida de EPI’s, ferramental,
instrumentos e equipamentos, devidamente aferidos e calibrados, adequados ao trabalho e
em perfeitas condições de uso.

9.5 SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

9.5.1 ESCOPO DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

O escopo dos serviços de manutenção (preventiva e corretiva) e assistência técnica abrange:

 Manutenção preventiva e corretiva de toda a solução de transmissão de dados via rádio e fibra
óptica, câmeras, em conformidade com o acordo de nível de serviço;
 Suporte on-line e on-site de todos os equipamentos e componentes do sistema instalados, de
conformidade com acordo de nível de serviço acordado;
 Prestação de assistência técnica em todas as soluções realocadas e fornecidas.

9.5.2 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Os serviços de manutenção preventiva e corretiva consistem em suporte, help on line e
serviços de correção de eventuais defeitos de fabricação e instalação para todos os
equipamentos e sistemas instalados.

O serviço de manutenção preventiva e corretiva deve atender as especificações e padrões
apresentados a seguir:

 Entende-se por Manutenção Corretiva aquela destinada a remover os eventuais defeitos de
funcionamento apresentados nos equipamentos, mediante chamada à empresa contratada,
compreendendo serviços de conserto e/ou substituição/reposição de peças desgastadas e/ou
danificadas por originais do fabricante, e ainda quando for considerado necessário serviço de
lubrificação, limpeza, regulagem, ajuste e pequenos reparos colocando-os em perfeitas
condições de uso. Esta fora do escopo, o conserto e/ou substituição de equipamentos,
danificados por atos de vandalismo, acidentes ou causas naturais.
 Entende-se por Serviços de Manutenção o conjunto de atividades técnico-administrativas de
natureza preventiva e corretiva com vistas à preservação da vida útil dos equipamentos ou
partes das instalações sem perda das características, integridade física, rendimento e ponto
ótimo de operação.
 Entende-se por Manutenção Preventi va as vistorias periódicas com intervalos
predeterminados destinados a reduzir a probabilidade de falhas ou a degradação do
funcionamento de um item.
 Entende-se por Manutenção Corretiva a série de procedimentos necessários para recolocar
os sistemas em seu perfeito estado de funcionamento após falha, incluindo a mão-de-obra de
substituição dos componentes danificados.
 Entende-se por Manutenção Programada os serviços não emergenciais comunicados com
antecedência pela contratante à contratada.
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 Entende-se por Plano de Manutenção Preventiva uma planilha contendo o cronograma anual
detalhando as intervenções a serem executadas em cada equipamento.
 Entende-se por Fiscalização a vistoria dos serviços executados e a verificação periódica do
pleno funcionamento de todo o Sistema.
 Define-se como Tempo de Atendimento o período compreendido entre o horário de
comunicação do chamado feito pela contratante e o horário da chegada do técnico ao local do
atendimento.
 Define-se como Tempo de Solução o período compreendido entre o horário de comunicação
do chamado feito pela contratante e o horário do término do serviço deixando o equipamento
em condições normais de operação.
 Entende-se por Apoio Técnico o auxílio técnico específico prestado pela contratada em
alguma atividade correlata aos objetos do contrato.
 Entende-se por Fiscalização a vistoria dos serviços executados e a verificação periódica do
pleno funcionamento de todo o Sistema.

Os serviços de manutenção preventiva poderão ser realizados juntos e concomitantemente
com a manutenção corretiva, desde que já tenham decorrido 2/3 do período a contar da
última preventiva realizada.

Quando da execução da manutenção preventiva ficar constatada a necessidade de uma
intervenção corretiva, a empresa contratada deverá abrir um chamado técnico para correção
do defeito e executá-la.

Deverá ser emitido e entregue à Secretaria da Segurança Pública - SSP em qualquer
manutenção de caráter preventivo ou corretivo, relatório técnico detalhado com os serviços
executados.

9.5.3 MANUTENÇÃO CORRETIVA

A manutenção corretiva do sistema deverá ser realizada sob demanda da Secretaria da
Segurança Pública - SSP, em regime de atendimento 24 x 7, 24 horas por dia.

A empresa contratada deverá possuir uma equipe técnica de manutenção e suporte, capaz
de prestar assistência técnica à equipe da Secretaria da Segurança Pública - SSP,
encarregada da manutenção dos equipamentos, materiais e acessórios, software de
gerenciamento e gravação objeto deste Projeto Básico.

A empresa contratada deverá informar as formas e horários de assistências, tendo que
atender no mínimo as seguintes condições:

 Através de contato telefônico em dias úteis, em horário comercial;
 Através de contato eletrônico, com atendimento em até 24 horas;
 Através de visita “on site” com pessoal técnico, em até 24 horas após formalizado a
necessidade da visita.

9.5.4 MANUTENÇÃO PREVENTIVA

A manutenção preventiva do sistema deverá ser realizada de forma periódica, com a
realização de,
no mínimo, uma visita mensal, em quantidade de horas suficientes para cumprir o escopo
básico de manutenção.
A empresa contratada deverá apresentar um cronograma de Manutenção Preventiva Mensal,
para análise e aprovação da Secretaria da Segurança Pública - SSP, no prazo de 15 (quinze)
dias após a assinatura do contrato, envolvendo as soluções de câmera, transmissão de
dados, infraestrutura elétrica e infraestrutura de servidor e estação de trabalho.

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A primeira manutenção mensal deverá ocorrer antes de completados os primeiros 30 (trinta)
dias após a conclusão das instalações.

A manutenção preventiva deverá ser realizada nas datas previstas pelo cronograma
apresentado pela empresa contratada, sendo admitido, em cada evento, um único adiamento,
por período não superior a 02 (dois) dias úteis.

No relatório de visita, a empresa contratada deverá indicar o número da Ordem de Serviço
correspondente a cada intervenção programada para cada equipamento.

A empresa contratada deverá realizar os serviços específicos de Manutenção Preventiva
para cada tipo de equipamento, conforme descrito a seguir e de acordo com as
recomendações do fabricante.

Conjunto de Câmera Móvel, fontes, caixas de proteção e acessórios:

 Limpeza geral das caixas de proteção;
 Limpeza do visor das câmeras;
 Verificação dos conectores;
 Verificação das tensões de alimentação;
 Verificação das instalações física (suporte e fiação).

Estações de trabalho, Servidor, Teclado J oystick e Acessórios:

 Limpeza geral;
 Checagem de conexões, fontes e no-breaks, régua de tomadas;
 Verificação de periféricos;
 Testes de resposta a comando;
 Medição da tensão de alimentação.

Sistema de Transmissão via Rádio:

 Limpeza externa;
 Checagem dos conectores;
 Checagem dos conectores dos periféricos;
 Limpeza de antenas, rádios, radome shield;
 Revisão geral das configurações e ajustes necessários.

Monitores LCD de 22” e 42”:

 Limpeza externa;
 Verificação dos ajustes de tela;
 Checagem das conexões.

Fibra Óptica e acessórios:

 Teste de continuidade e atenuação.

9.6 LOCAL DE REALIZAÇÃO DE SERVIÇOS

Os equipamentos defeituosos deverão ser reparados, preferencialmente, no local (on-site)
onde estão instalados, ou seja, a empresa contratada deverá atender e efetuar os serviços de
manutenção preventiva e corretiva onde os sistemas estão funcionando, em conformidade
com o Projeto.

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Fone: 3288-1917 / Fax: 3288-1973 – E-mail: gelic@ssp.rs.gov.br

Caso se mostre necessário, em função da complexidade dos serviços, e com a autorização
prévia da Secretaria da Segurança Pública - SSP, a empresa contratada poderá transportar
o(s) sistema(s) ou partes do(s) sistema para laboratório(s) ou oficina(s) especializada(s),
onde serão efetuados os serviços necessários para solução dos defeitos apresentados e de
imediato, deverá ser providenciado um equipamento para substituir o que foi retirado, o qual
deverá ser imediatamente instalado, para que não ocorra solução de continuidade do serviço
prestado no ponto em manutenção.

A empresa contratada assumirá integralmente os custos relativos ao transporte dos
equipamentos, bem como aqueles referentes à utilização das instalações e ferramental
existentes no (s) laboratório (s) ou oficina (s) especializada (s).

Após a manutenção necessária o equipamento deverá ser devolvido ao seu lugar de origem
não sendo possível sua instalação em qualquer outro lugar sem a autorização prévia da
Secretaria da Segurança Pública - SSP.

A empresa contratada assumirá toda a responsabilidade e custos de ressarcimento por
quaisquer danos, avarias, roubo ou furto que possam ocorrer aos equipamentos por esta
retirada para manutenção em seu laboratório e durante o seu transporte (ida e volta).

9.7 ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO

O prazo de manutenção de toda estrutura componente da solução a ser implantada será de
12 meses, contados a partir da assinatura do contrato, renováveis de acordo com a Lei n
o 8.666, de 21 de junho de 1993.

A empresa contratada deverá manter técnico/engenheiro em regime de plantão de 24 horas
por dia,
incluindo finais de semana e feriados, atendendo por telefone, e-mail e outros meios visando
a atendimentos corretivos de manutenção.

A empresa contratada deverá fornecer um número ou um código de protocolo contendo data,
horário para identificação e individualização de cada chamado técnico efetuado pela
Secretaria da Segurança Pública - SSP, bem como para acompanhamento e controle dos
serviços.

A empresa contratada deverá fornecer cópia eletrônica dos Relatórios de Atendimento
Técnico (RAT) já emitidos e um resumo dos problemas encontrados, solucionados e em
solução, em até 2 (dois) dias úteis, sempre que solicitado pela Secretaria da Segurança
Pública - SSP.

A empresa contratada, quando de um chamado técnico, deverá prestar serviços nas
dependências da Secretaria da Segurança Pública - SSP de forma ininterrupta até a solução
do problema, incluindo sábados, domingos e feriados, sem ônus adicional.

O atendimento deverá ser prestado pela empresa contratada durante as 24 horas do dia, em
qualquer dia da semana, inclusive sábados, domingos e feriados. Os chamados serão
efetuados por telefone, mensagem eletrônica ou outro meio de comunicação, a critério da
Secretaria da Segurança Pública - SSP.

Em caso de manutenção corretiva e/ou manutenção corretiva emergencial a solução do
problema que causou diminuição da funcionalidade ou paralização do funcionamento de
equipamento ou sistema, serão admitidos os seguintes prazos, contados a partir da
notificação da Empresa contratada:

EDITAL DO PE-016/GELIC/2014 – CONTR. EMPR. ESPEC. NA LOC. EQUIPAM. VIDEOMONITORAM. - SSP.
Proc.: 004065-12.00/13-9
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 Atendimento em até 2 (duas) horas e solução em até 4 (quatro) horas, independente de dia e
horário, para equipamentos ou sistemas localizados em dependências da Secretaria da
Segurança Pública - SSP;
 Atendimento em até 4 (quatro) horas e solução em até 8 (oito) horas, independente de dia e
horário, para equipamentos ou sistemas localizados fora de dependências da Secretaria da
Segurança Pública - SSP.

A manutenção inclui o serviço e todas as peças necessárias ao reparo para correto
funcionamento do equipamento, incluindo, se necessário, a substituição total do mesmo.

Os insumos utilizados na manutenção e/ou correção deverão ser novos, sem uso, estando
em fase normal de fabricação e funcionamento à época de sua instalação, atendendo os
requisitos de qualidade, utilidade, resistência e segurança recomendada pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) bem como às especificações técnicas contidas neste
projeto básico.

Os equipamentos defeituosos e os equipamentos reparados deverão ser retirados e
entregues pela empresa contratada, nos locais onde estes se encontravam instalados,
durante o horário normal de expediente, de 8:00 às 17:00 horas, sem qualquer ônus para a
Secretaria da Segurança Pública.

Caso o tempo de reparo do equipamento exceda a 3 (três) dias úteis, a empresa contratada
deverá efetuar a sua imediata substituição por um equipamento novo, sem uso anterior, com
a mesma configuração ou superior, sem qualquer ônus para a Secretaria da Segurança
Pública.

Caso um equipamento apresente o mesmo defeito por 3 (três) vezes consecutivas, no
período de 30 (trinta) dias corridos, a empresa contratada deverá substituí-lo, sem qualquer
ônus para a Secretaria da Segurança Pública, por um equipamento novo, sem uso anterior,
com a mesma configuração ou superior. Esta substituição deverá ser feita no prazo máximo
de 3 (três) dias úteis, após manifestação formal da Secretaria da Segurança Pública.

Será exigida a utilização em campo dos equipamentos de proteção individual e coletiva
(EPI/EPC) conforme legislação pertinente, adequados a cada atividade a ser desenvolvida,
bem como a obrigatoriedade de que todos os seus trabalhadores estejam devidamente
uniformizados e portando a respectiva carteira de identidade funcional (crachá).

Os deslocamentos para passagem do serviço, vistorias e outros, referentes aos serviços
contratados, deverão ser feitos obrigatoriamente com veículos da Empresa contratada,
devidamente identificados e, a critério da Secretaria da Segurança Pública - SSP, poderá um
técnico por esta designado acompanhar as atividades a serem desenvolvidas.

A substituição de qualquer item do presente projeto deverá ser informada, por escrito, em
formulário próprio, à área técnica da Secretaria da Segurança Pública num prazo máximo de
96 (noventa e
seis) horas.

Os equipamentos substituídos e de propriedade da Secretaria da Segurança Pública, deverão
ser entregues à área técnica da Secretaria da Segurança Pública, num prazo máximo de 96
(noventa e seis) horas após sua substituição, acompanhados de formulário de entrega e de
laudo técnico descritivo, que consubstancie a necessidade de substituição do item.

A notificação da empresa contratada será feita por correspondência eletrônica ou por
intermédio de site de aberturas de chamado disponibilizado pela (s) empresa (s) empresa
contratada (s), todos os dias da semana, inclusive nos sábados, domingos e feriados, em
horário integral.
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Considera-se, também, notificada a (s) empresa (s) empresa contratada (s) pelo alerta de não
funcionamento gerado pelo sistema.

Em caso de mais de uma notificação por correspondência, site de abertura de chamadas ou
alerta de não funcionamento gerado pelo sistema, considera-se válida para fins de contagem
do prazo a primeira notificação feita, independente do meio.

A solução será considerada satisfatória, encerrando-se a contagem do prazo, quando do seu
aceite pela Secretaria da Segurança Pública com a verificação de correto funcionamento do
sistema ou equipamento, por correspondência eletrônica ou por intermédio de site de
aberturas de chamado disponibilizado pela (s) empresa (s) empresa contratada (s).

Também será considerada satisfatória a solução quando detectado o correto funcionamento
do equipamento ou sistema, registrado pelo próprio sistema, através de relatório emitido.
Em caso de não solução do problema nos prazos aqui definidos, a empresa contratada ficará
sujeita a multa, por hora ou fração de hora, calculada da seguinte forma:

 (350 x (Valor de locação do ponto)) / (365x24)

Considera-se equipamento indisponível aquele que teve diminuição da funcionalidade ou
paralisação de funcionamento.

Fica autorizada a Secretaria da Segurança Pública a descontar a multa imposta do valor a ser
pago à empresa contratada nos meses subsequentes, a seu critério, independente da
abertura de processo administrativo.

A cada atendimento preventivo ou corretivo, a empresa contratada deverá apresentar à
Secretaria da Segurança Pública - SSP, uma ordem de serviço.

Após encerrar os serviços relativos ao atendimento dos equipamentos, o técnico da empresa
contratada deverá solicitar que o funcionário responsável da Secretaria da Segurança Pública
- SSP preencha os campos da pesquisa de satisfação, que integram o formulário da Ordem
de Serviço.

A empresa contratada deverá manter um banco de dados contendo todas as informações
das ordens de serviço.

A empresa contratada deverá apresentar mensalmente a Secretaria da Segurança Pública -
SSP, até o 3º dia útil do mês seguinte, Relatório de Desempenho da Manutenção no Período,
contendo:

 Total de chamados corretivos;
 Números das ordens de serviço;
 Protocolos da empresa contratada;
 Descrição sucinta do serviço;
 Data do atendimento corretivo;
 Data de conclusão do serviço de corretiva;
 Data do atendimento das preventivas;
 Pesquisa de Satisfação.

O relatório mencionado deverá ser entregue em planilha eletrônica, em mídia gravada com
o arquivo magnético ou via correio eletrônico, com endereço a ser fornecido pela Secretaria da
Segurança Pública - SSP. Toda documentação entregue a Secretaria da Segurança Pública -
SSP deverá identificar claramente o responsável técnico pelo seu conteúdo bem como sua
habilitação legal, para tal e assinatura.
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Todas as rotinas de manutenção deverão estar de acordo com os manuais e recomendações
específicas dos fabricantes e da Secretaria da Segurança Pública - SSP, inclusive de normas
técnicas relacionadas aos equipamentos. Deverão ser observadas as recomendações dos
fabricantes, as quais devem ser tidas como orientativas e estabelecem as necessidades
mínimas a serem consideradas.

Caberá à empresa contratada a responsabilidade pela sua avaliação, bem como de outros
fatores aderentes ao processo de manutenção, de forma que possa proceder a otimização do
plano de manutenção, visando garantir a segurança operacional dos equipamentos.

Caberá à empresa contratada, caso seja necessária, a contratação dos serviços dos
fabricantes dos equipamentos, para a rápida solução dos problemas mais complexos, sem
que isto acarrete em ônus adicional para a Secretaria da Segurança Pública - SSP.

Os técnicos encarregados dos serviços de manutenção e assistência técnica serão
previamente relacionados, tendo livre acesso aos equipamentos, a fim de executar os
serviços de manutenção, respeitadas as normas de segurança vigentes na Secretaria da
Segurança Pública - SSP.

A empresa contratada deve manter seus funcionários identificados por crachá quando em
cumprimento do objeto desta licitação nas dependências da Secretaria da Segurança Pública
- SSP. Deve ainda manter sua equipe técnica sempre provida de EPI’s, ferramental,
instrumentos e equipamentos, devidamente aferidos e calibrados, adequados ao trabalho e
em perfeitas condições de uso.


10. VISITA AOS LOCAIS DA EXECUÇÃO DAS OBRAS E DOS SERVIÇOS

A empresa licitante deverá firmar declaração de que visitou os locai onde se realizará a
execução
das obras e serviços objeto deste projeto básico, demonstrando ter tomado conhecimento de
todas as
condições e eventuais dificuldades para a boa execução das Obras e dos Serviços, como
mão de obra, materiais de construção, equipamentos, localização, condições do terreno e
acessos, condições geológicas, morfológicas, edafológicas, climatológicas, etc.


11. DOCUMENTOS RELATIVOS À QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

A licitante deverá apresentar na habilitação, no mínimo, os seguintes documentos:

 Um (01) Atestado de Capacidade Técnica, comprovando ter prestado, de modo satisfatório, a
venda, instalação e manutenção de solução de sistema integrado de monitoramento, para
órgãos públicos com fornecimento de serviços de segurança pública e/ou de fiscalização de
trânsito, para o seguinte item:

 Sistema de vídeo monitoramento e comunicação de dados, incluindo câmeras e transmissão
de dados por rádio e/ou fibra ótica, instalação e manutenção de storages e servidores;

 Certidão do registro da pessoa jurídica no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia
(CREA);
 Declaração, em papel timbrado do licitante, de que possui suporte técnico/administrativo,
aparelhamento, instalações e condições adequadas, bem como pessoal qualificado e treinado,
disponíveis para a execução dos serviços objeto desta licitação;
 A licitante deverá apresentar na assinatura do contrato, no mínimo, os seguintes documentos:
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 Declaração do Responsável Técnico pelo Objeto, responsabilizando-se pela correta execução
dos serviços e fiel observância das especificações técnicas, o qual deverá apresentar o
registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA);
 Prova de a empresa possuir, no quadro funcional permanente, profissional de nível superior
detentor de Atestado(s) de Responsabilidade Técnica ou Registro de Responsabilidade
Técnica por execução de obras e/ou serviços de complexidade tecnológica operacional
equivalente ou superior ao objeto desta licitação, devidamente atestado pelo CREA, da
seguinte forma:
 Em se tratando de sócio da empresa, por intermédio da apresentação do contrato social e no
caso de empregado, mediante cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
e/ou Contrato de Prestação Serviços regido pela legislação civil;
 Prova de que o profissional é detentor de responsabilidade técnica, será feita mediante
apresentação de atestado(s)/registro(s) fornecido por pessoa jurídica de direito público ou
privado, devidamente registrado no CREA, e cópia(s) autenticada(s) das respectivas
ART(s)/RRT(s) ou certidão(ões) de Acervo Técnico (CAT);
 A complexidade tecnológica equivalente ou superior será comprovada através dos seguintes
quantitativos:
 Disponibilidade (fornecimento ou locação) de sistema de vídeo monitoramento em vias
públicas;
 Disponibilidade (fornecimento ou locação) de central de monitoramento com computadores,
servidores, storages, switchs e software de gerenciamento de câmeras IP;
 Disponibilidade (fornecimento ou locação) de link de dados (fibra óptica e/ ou rádio frequência);
 A licitante deverá firmar declaração de ciência no que tange à localização e condições locais
dos pontos de instalação.
 A empresa licitante deverá fornecer carta expedida por fabricante de câmera de
monitoramento e software, declarando que a empresa está apta a fornecer, instalar e prestar
manutenção para seus respectivos sistemas.
 Em função da complexidade do serviço a ser executado, a proponente deverá apresentar
declaração de que possui em seu quadro, equipe técnica, conforme exigências abaixo:
 Um (01) técnico com formação em eletrotécnica, com registro no CREA;
 Um (01) técnico de segurança no trabalho, com e certificado de formação;
 Um (01) técnico em Informática, com diploma reconhecido pelo MEC;
 A comprovação de a licitante possuir tal equipe se dará, em se tratando de sócio da empresa,
por intermédio da apresentação do contrato social e, no caso de empregado, mediante cópia
da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e/ou Contrato de Prestação Serviços
regido pela legislação civil e, ainda, com a apresentação de cópia autenticada dos devidos
certificados;
 Declaração emitida pelos fabricantes dos equipamentos e softwares de que os mesmos são
compatíveis. Este documento também deve conter garantia de atualizações de firmware pelo
período contratual.
 A empresa licitante deverá apresentar certificado válido dos responsáveis, atendendo à
Portaria nº 589 de 07 de dezembro de 2004, do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata
de Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, e Norma Regulamentadora que trata
e estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura
(NR35).
 A empresa licitante deverá apresentar catálogos expedidos pelos fabricantes (software
câmeras, servidores, rádio transmissores, câmera de monitoramento), comprovando que os
sistemas e equipamentos ofertados terão compatibilidade entre si, garantindo seu pleno e
perfeito funcionamento.
 A empresa licitante deverá comprovar possuir profissional com certificado de treinamento
expedido pelos fabricantes de: Câmera de monitoramento, e software de monitoramento.
 A empresa licitante deverá apresentar carta de garantia, fornecida por fabricante de câmeras
de monitoramento, rádios de transmissão, declarando esta que está apta a ofertar garantia
para seus equipamentos de no mínimo 12 meses.

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12. DO PAGAMENTO

O pagamento mensal deverá ser diferenciado por tipo de comunicação de dados de cada
ponto. Ou seja, a empresa deverá apresentar valor de locação para pontos cuja comunicação
seja efetuada por fibra ótica e valor de locação para pontos cuja comunicação seja efetuada
por meio de rádios. O valor de locação dos rádios que formam o backbone e o backhaul
deverá compor os custos de locação dos pontos de câmeras interligados por rádios.

O pagamento mensal será efetuado pelo valor global contratado, descontando-se as horas ou
fração de hora em que cada equipamento esteja indisponível. O cálculo de indisponibilidade
iniciará após o período de atendimento descrito neste Projeto Básico.
Para o cálculo do valor a ser pago, deverá ser considerado o funcionamento de cada
equipamento responsável pela captação, transmissão, recepção, gravação, monitoramento e
processamento das imagens de vídeo, bem como quanto ao gerenciamento, armazenamento
e consulta dos dados.

Para efeitos de geração de fatura de cobrança, por parte da empresa, deverão ser
consideradas as aberturas de chamado, através do site disponibilizado pela empresa. Os
dados relativos à abertura e encerramento de chamado técnico para correção de
funcionamento ou indisponibilidade do sistema deverão ser calculados em horas ou fração de
hora para cada equipamento indisponível ou que teve perda de funcionalidade. Estas horas
de indisponibilidade ou de perda de funcionalidades deverão ser somadas e apresentadas
através de planilha eletrônica à esta Secretaria de Segurança Pública – SSP, para
conferência. Somente após o aceite total da planilha a empresa contratada poderá emitir
fatura para cobrança contratual. O valor da fatura de cobrança refletirá o valor total do
contrato, descontadas as horas de não funcionamento ou indisponibilidade funcional do
sistema conforme planilha mencionada.

Caberá à empresa contratada apresentar justificativa para o não atendimento integral em
relação à captação, transmissão, recepção, gravação, monitoramento e processamento das
imagens de vídeo, bem como quanto ao gerenciamento, armazenamento e consulta dos
dados. Esta justificativa deverá ser encaminhada a esta Secretaria da Segurança Pública –
SSP, onde será analisada e aceita ou não. A não aceitação da justificativa mencionada
implicará em redução proporcional do pagamento mensal, em relação às horas ou fração de
horas que cada ponto do sistema este indisponível.

Caso haja interesse desta Secretaria da Segurança Pública, em interligar os pontos que
atualmente estão providos por rádios através de fibra ótica, o pagamento destes pontos será
alterado e efetuado de acordo com o tipo de comunicação de dados. Tal situação determina
que o pagamento mensal poderá vir a ser variável, em razão de alterações nos meios de
comunicação de cada ponto de coleta de imagens.


13. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS EQUIPAMENTOS

13.1 CÂMERA MÓVEL
Quantidade: 42 equipamentos

Câmera tipo Dome TCP/IP para aplicações externas, com o acondicionamento próprio do
fabricante do conjunto dome/câmera sem qualquer tipo de adaptação/ alteração ou utilização
de módulos de acondicionamento fabricados por terceiros, devendo ser este
acondicionamento comprovado pelo catálogo do fabricante, com as seguintes características
técnicas mínimas obrigatórias:

 Deve possuir proteção antivandalismo;
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 A bolha de proteção deverá ser fabricada em policarbonato transparente na cor tipo cristal, ou
material superior, sem adição de qualquer pigmento de cor;
 Deverá ser de uso externo, sendo capaz de suportar todas as condições atmosféricas do local
de instalação;
 Suporte Day/Night;
 Deve transmitir vídeo sobre IP (Internet Protocol) e ser compatível com os protocolos: TCP/IP,
UDP/IP (Unicast, Multicast IGMP), UPnP, DNS, DHCP, RTP, RTSP, NTP, IPv4, SNMP, HTTP,
HTTPS, SMTP, FTP;
 Deve possuir Zoom ótico de no mínimo 30X e digital de no mínimo 12x;
 Deve operar com formato de sinal NTSC;
 Deve possuir sensor de imagem 1/2.8" 2.0M CMOS;
 Deve possuir resolução HD 1920p x1080p
 Operar a 30 quadros por segundo em 1920p x 1080p
 Lente com distância f=4.6 ~138.0 mm
 Deve possuir velocidade de zoom variável e configurável em, pelo menos, três valores
distintos;
 Ângulo Horizontal de no mínimo 55° a 3.4 mm wide zoom;
 Deverá ter movimento PAN de 360o e TILT de no mínimo de 0 à-90°ou de 0 a +90°;
 Velocidade de Preset de no mínimo 400° por segundo para Pan e 200° por segundo para Tilt;
 Deve possuir foco automático;
 Sensibilidade máxima 1.7 lux em 1/60 sec (colorido) e 0.3 lux (preto e branco) ou superior;
 Balanceamento de branco automático com cancelamento manual;
 Deve possuir velocidade do obturador automático (íris eletrônico/manual) de no mínimo
1/4~1/10,000;
 Controle de íris automático com controle manual;
 Controle de ganho Automático/desligado;
 Saída de vídeo: 1 Vp-p, 75 ohms disponível através de conector tipo BNC;
 Deve possuir sinal-ruído (SNR) >50 dB;
 “Wide Dynamic Range” de 128X;
 Deve ser construído com material de policarbonato moldado para a dome;
 Deve permitir ser alimentada a partir de 24VAC e PoE. As fontes de alimentação, protetores
elétricos e infraestruturas de alimentação e lógica deverão ser fornecidos nesta contratação;
 Deve ser compatível com as normas CE, Classe B e FCC, Classe B;
 Deve ser fabricado respeitando os padrões IP66 ou superior;
 Deve suportar os protocolos H.264;
 Deve suportar a função Automap;
 Deve permitir no mínimo 2 fluxos de stream;
 Deve permitir gravar e realizar, pelo menos, 250 presets de posicionamento;
 Deve possuir proteção de acesso por usuário e senha;
 Deve possuir o protocolo de áudio menor ou igual a 64kbit/s;
 Deve possuir no mínimo 2 alarmes de entrada e no mínimo 2 saídas auxiliares;
 Deve possuir 1(um) conexão de rede do tipo RJ 45 auto negociável;
 Deve possuir detecção de movimento;
 Deve ser fornecida com fonte de alimentação;
 Devem ser fornecidos os acessórios para a fixação externa;
 Deve armazenar localmente pelo menos 100.000 imagens, quando ocorrer ausência de
comunicação, com reinicio automático quando restabelecer o link de comunicação. Caso o
número de imagens exceda o valor estipulado, a solução deverá manter as imagens mais
recentes;
 Deve possuir capacidade de restabelecimento automático da operação após energização;
 Deve ser fornecido com garantia mínima de 24 (vinte e quatro) meses, incluindo reposição
avançada de hardware no próximo dia útil, disponibilizando canal de comunicação para
suporte técnico, telefone ou e-mail com retorno em até no máximo 24 horas após acionamento
e ou solicitação.
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 Deve possuir Vídeo Analítico Inteligente: suporte de ao menos seis funções básicas:
movimentação geral, perda de sinal, objeto perdido, objeto estranho, perda de foco de câmera
e oclusão de câmera). Cada função de vídeo analítico deverá gerar respostas instantâneas:
enviar e-mail, enviar SMS, chamada telefônica, enviar alarme à cliente remoto, pop-up de E-
map, acionamento automático de saída digital, alarme sonoro, acionamento de preset de PTZ
e de patrulhamento PTZ, apresentação de mensagem de alarme em tela, envio de foto de
evento para site FTP;
 Deverá permitir detecção de placas de veículos, alertas de movimento, mudança de padrões
da imagem, alerta de fluxo contrário de objeto (carro ou pessoa), quebra de janelas de controle
de áreas restritas, entrada de objeto ou pessoa em perímetro pré-determinado.
 Deve suportar a aplicação de programas de análise inteligente de vídeo, devidamente
licenciados, nas imagens recebidas das câmeras. Os programas atuarão sobre essas imagens
capturadas, que passaram pelo processo de análise automatizada, devendo apresentar, pelo
menos, as seguintes funcionalidades:
 Criação de cerca virtual;
 Detecção de sentido de tráfego;
 Detecção de objeto deixado/esquecido;
 Detecção de objeto removido;
 Contagem de pessoas;
 Contagem de veículos
 Detecção de permanência de pessoa ou veículo por tempo acima do configurado como padrão
para determinado local (Loitering);
 Comandar o PTZ da câmera configurada para realizar movimentação acompanhando o
movimento da cena.
 Deverá suportar vídeos em rede codificados, pelo menos, nos seguintes padrões: MJ PEG;
MPEG4; H.264.
 Detecção de movimento;
 Detecção de câmera obstruída;
 Detecção de cenário alterado.

13.2 SERVIDOR TIPO 1 – GERENCIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS
Quantidade: 02 equipamentos

Servidor de rede tipo rack, com as seguintes especificações mínimas obrigatórias:

Processadores
 Dois (2) processadores instalados de no máximo de oito (8) núcleos por processador num total
máximo de 16 núcleos
 Arquitetura CISC no padrão NUMA (Non Uniform Memory Access), Compatível com instruções
de 32 bits no padrão x86, 64 bits no padrão AMD64 ou Intel 64 e virtualização no padrão VT-x
ou AMD-V;
 Índice mínimo de performance para a configuração exigida de 500 (quinhentos) pontos
medidos no critério SPECint_rate_base2006 do sistema de avaliação SPEC CPU2006 da
Standard Performance Evaluation Corporation, comprovado por publicação no site ou relatório
de execução do software indicado acima;

Memória RAM
 8 módulos instalados de 32 GB (GigaBytes) cada totalizando 256 GB;
 Tecnologia DDR3, Tipo ECC (Error-Correcting Code);
 Expansível a 1024 GB mediante substituição e acréscimo dos módulos instalados;

Placa-Mãe:
 Mínimo de 2 slots PCIe x16 sendo um livre;
 Mínimo de 3 slots PCIe x8 sendo dois livres;
 Controladora SAS integrada suportando RAID 1;
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 BIOS em Flash ROM, desenvolvido pelo fabricante do servidor, não sendo aceito em regime
de OEM;
Discos Rígidos:
 Duas (2) unidades;
 Interface SAS 6Gbps;
 Velocidade de rotação de 10K RPM;
 Capacidade mínima individual de 600 GB;

Interfaces de Rede:
 Quatro interfaces instaladas, admitindo-se controladoras “dual port”;
 Atender especificações topológicas IEEE 1000Base-T ou 1000Base-TX, operando em modo
full-duplex;
 Possuir suporte a especificação plug and play;
 Atender os padrões IEEE 802.3, 802.3u e 802.3ab, IEEE 802.1Q (VLANS);
 Possuir software de diagnostico e verificação da configuração;
 Suporte a gerenciamento DMI 2.0, WMI ou SNMP;

Módul o de gerenciamento:
 Módulo de gerenciamento remoto, través de protocolo TCP/IP;
 Funções de Power ON, Power OFF, RESET e Acesso remoto ao Vídeo, Teclado e Mouse da
console do equipamento;
 Capacidade de mapeamento remoto a partir da estação cliente de imagens no formato ISO e
de dispositivos CD/DVD-ROM, através de PLUG-IN do Web Browser e/ou cliente J ava com
função equivalente;

Gabi nete:
 Três interfaces USB 2.0 externas sendo uma delas frontal;
 Unidade leitora de DVD-ROM, com velocidade de 8x podendo ser interna ou externa;
 Altura máxima de 2 U;
 Para montagem em rack padrão de 19 polegadas, devendo acompanhar com o ferramental
(kit) para a sua instalação;
 Ventiladores redundantes e "hot-swap";
 Fontes de alimentação redundantes e "hot-swap" para operação em rede elétrica com fase,
neutro e terra, 110 VAC, 60Hz, aceitando uma variação mínima de 10%;

Característi cas Gerais:
 Todos os dispositivos devem ser totalmente compatíveis com o sistema operacional utilizado e
compatível com o software de monitoramento de câmeras e demais componentes da solução
do presente projeto básico;
 Fornecer todos drivers para os sistemas operacionais utilizados e compatíveis com o software
de monitoramento de câmeras e demais componentes da solução do presente projeto básico;
 Fornecer Sistema Operacional licenciado compatível com o software de monitoramento de
câmeras e demais componentes da solução do presente projeto básico;
 Equipamento deve vir acompanhado de todos os cabos e manuais (escritos em Inglês ou
Português do Brasil) necessários para instalação, configuração e utilização do equipamento e
de seus componentes e periféricos;

13.3 SERVIDOR TIPO 2
Quantidade: 02 equipamentos

Servidor de rede tipo rack, com as seguintes especificações mínimas obrigatórias:

Processadores
 Quatro (4) processadores instalados de no máximo de oito (8) núcleos por processador num
total máximo de 32 núcleos
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Fone: 3288-1917 / Fax: 3288-1973 – E-mail: gelic@ssp.rs.gov.br

 Arquitetura CISC no padrão NUMA (Non Uniform Memory Access), cCompatível com
instruções de 32 bits no padrão x86, 64 bits no padrão AMD64 ou Intel 64 e virtualização no
padrão VT-x ou AMD-V;
 Índice mínimo de performance para a configuração exigida de 1150 (hum mil cento e
cinquenta) pontos medidos no critério SPECint_rate_base2006 do sistema de avaliação SPEC
CPU2006 da Standard Performance Evaluation Corporation, comprovado por publicação no
site ou relatório de execução do software indicado acima;

Memória RAM
 16 módulos instalados de 32 GB (GigaBytes) cada totalizando 512 GB;
 Tecnologia DDR3, Tipo ECC (Error-Correcting Code);
 Expansível a 1024 GB mediante substituição e acréscimo dos módulos instalados;

Placa-Mãe:
 Mínimo de 2 slots PCIe x16 sendo um livre;
 Mínimo de 3 slots PCIe x8 sendo dois livres;
 Controladora SAS integrada suportando RAID 1;
 BIOS em Flash ROM, desenvolvido pelo fabricante do servidor, não sendo aceito em regime
de OEM;

Discos Rígidos:
 Duas (2) unidades;
 Interface SAS 6Gbps;
 Velocidade de rotação de 10K RPM;
 Capacidade mínima individual de 600 GB;

Interfaces de Rede:
 Quatro interfaces instaladas, admitindo-se controladoras “dual port”;
 Atender especificações topológicas IEEE 1000Base-T ou 1000Base-TX, operando em modo
full-duplex;
 Possuir suporte a especificação plug and play;
 Atender os padrões IEEE 802.3, 802.3u e 802.3ab, IEEE 802.1Q (VLANS);
 Possuir software de diagnostico e verificação da configuração;
 Suporte a gerenciamento DMI 2.0, WMI ou SNMP;

Módul o de gerenciamento:
 Módulo de gerenciamento remoto, través de protocolo TCP/IP;
 Funções de Power ON, Power OFF, RESET e Acesso remoto ao Vídeo, Teclado e Mouse da
console do equipamento;
 Capacidade de mapeamento remoto a partir da estação cliente de imagens no formato ISO e
de dispositivos CD/DVD-ROM, através de PLUG-IN do Web Browser e/ou cliente J ava com
função equivalente;

Gabi nete:
 Três interfaces USB 2.0 externas sendo uma delas frontal;
 Unidade leitora de DVD-ROM, com velocidade de 8x podendo ser interna ou externa;
 Altura máxima de 4U;
 Para montagem em rack padrão de 19 polegadas, devendo acompanhar com o ferramental
(kit) para a sua instalação;
 Ventiladores redundantes e hot-swap;
 Fontes de alimentação redundantes e hot-swap para operação em rede elétrica com fase,
neutro e terra, 110 VAC, 60Hz, aceitando uma variação mínima de 10%;



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Característi cas Gerais:
 Todos os dispositivos devem ser totalmente compatíveis com o sistema operacional utilizado e
compatível com o software de monitoramento de câmeras e demais componentes da solução
do presente projeto básico;
 Fornecer todos drivers para os sistemas operacionais utilizados e compatíveis com o software
de monitoramento de câmeras e demais componentes da solução do presente projeto básico;
 Fornecer Sistema Operacional licenciado compatível com o software de monitoramento de
câmeras e demais componentes da solução do presente projeto básico;
 Equipamento deve vir acompanhado de todos os cabos e manuais (escritos em Inglês ou
Português do Brasil) necessários para instalação, configuração e utilização do equipamento e
de seus componentes e periféricos;

13.4 UNIDADE PARA ARMAZENAMENTO DE IMAGENS
Quantidade: 02 equipamentos

Sistema seguro de Data Storage com as seguintes especificações mínimas obrigatórias:
Controladoras:
 O Storage ofertado deverá possuir Duas controladoras redundantes, ativas e hot-pluggable,
no Front-End, cada uma com:
 4 (quatro) portas SAS de velocidade de 6Gbps por controladora, totalizando 8 (oito) portas de
comunicação.
 Deverá ser capaz de fornecer o acesso aos volumes lógicos de disco de modo ininterrupto,
mesmo em caso de falha de uma de suas unidades de processamento (controladoras).
 Deverá possuir memória cache total bruta com capacidade de 4GB (quatro gigabytes), sendo
2GB (dois gigabytes) por controladora.
 Deverá comportar quantidade total de volume lógico de até 512 (quinhentos e doze) LUNs.
 Deverá ter ventiladores e fontes de alimentação, redundantes e Hot-Pluggable;
 Deve possuir recurso que garante a integridade dos dados de escrita (write cache)
armazenados na memória cache, em caso de falta de alimentação elétrica do subsistema
primário.
 O Storage deverá implementar segurança de acesso às LUNs via WWN para capacidade
máxima de hosts e volume de dados do storage; (LUN “masking”);
 Deverá permitir total e plena disponibilidade das informações armazenadas, mesmo em face
de atividades de manutenção técnica, tais como substituição de componentes, acréscimo de
discos, ou atualização de micro-códigos (firmware);
 Deverá implementar RAID nível 0, 1, 3, 5, 6, 10 e 50, em qualquer combinação, processados
pelo subsistema de discos do storage.
 Deverá permitir conexão com os Sistemas Operacionais Windows 2003 IA32/X64, Windows
2008 IA32/X64, Linux Red Hat Enterprise 4.7, 4.8, 5.3, 5.4 e 5.5 com IA32/X64, Suse Linux
Enterprise 10 SP3 e 11 SP1 com IA32/X64, e VMware 3.5, 4.0 e 4.1, Citrix Xen 5.6 HyperV,
utilizando o protocolo ISCSI.
 Deverá permitir a criação de volumes lógicos/LUNs de até 16TB.
Gavetas de discos:
 O Storage deverá suportar no mesmo par de controladoras, 96 discos rígidos LFF(Large Form
Factor) ou 149 discos rígidos SFF (Small Form Factor), sendo discos SAS, Midline SAS ou
SATA.
 Deverá possuir a quantidade de gavetas necessárias para suportar a quantidade de discos
solicitada.
 As gavetas de discos deverão possuir conexão dual channel SAS e 2 canais de back-end com
velocidade de 6Gb/s cada.

Discos:
 Deverá suportar a implementação da tecnologia SPARE Global.
 O storage ofertado deverá vir com discos de capacidade bruta de 2TBGB mínimo e
velocidade de 10.000 rotações por minuto (RPM) em tecnologia SAS em um total de 48TB.
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Software de gerenci amento:
 Deverá Permitir a administração centralizada, por meio de um console de gerência, que opera
via Web;
 Deverá ter a capacidade de definir os volumes lógicos de armazenamento (LUNs) e especificar
quais servidores são autorizados a acessar esses volumes e quais as rotas de acesso (LUN
masking e zoning);
 Deverá permitir análise de performance do desempenho e utilização do subsistema.
 Deverá gerar alarmes/eventos em caso de falhas ou pré-falhas no subsistema e encaminha e-
mail ao administrador de rede designado, comunicando essas ocorrências.
 Deverá possuir software para acesso as LUNs através de caminhos redundantes (multipath),
possibilitando operar em caso de falha de uma controladora/HBA.
 Deverá permitir aumentar o tamanho de LUNs através de ferramentas operadas pelo cliente,
sem necessidade de intervenção do fornecedor ou fabricante e sem causar interrupção no
atendimento aos servidores conectados;
 O software deve estar incluso junto com a solução do hardware.

Garantia, suporte e servi ços de assistência técnica:
 Deve possuir garantia de 36 (trina e seis) meses Onsite 24x7 com tempo de solução de 6
horas, contados apartir do registro de chamado de Hardware. A garantia deve incluir as
atualizações de software do servidor;
 Deve haver disponibilidade de site na WEB (indicar endereço) para registro e notificações de
eventos dos equipamentos ofertados;
 Deve haver disponibilidade de site na WEB (indicar endereço) para Suporte;
 Deve haver disponibilidade de Serviço de Atendimento 24x7 através de telefone da licitante
(indicar na proposta) para abertura e gerenciamento de chamados técnicos e suporte de
Software;
 Caso o licitante não seja o próprio fabricante dos equipamentos: câmeras e rádios, deverá
anexar os seguintes documentos:
 Declaração do fabricante de que o licitante é revendedor autorizado, que todos os produtos
ofertados pelo licitante são de sua fabricação (própria ou OEM), que a configuração ofertada
pelo licitante é totalmente funcional, que todas as condições de garantia exigidas neste edital
serão de responsabilidade do fabricante;
 Serviços de Instalação e Startup do Storage
 Desenvolver e apresentar planejamento da instalação, indicando as atividades que serão
realizadas, incluindo:
 Informação da configuração com a especificação dos componentes;
 Montagem física dos equipamentos, instalação básica dos equipamentos de acordo com as
recomendações do fabricante, conectorização lógica e elétrica (com implementação de padrão
de identificação dos cabos) e testes de funcionamento;
 Instalação física de todos os hardwares ofertados, incluindo conexão lógica, atualizações de
software, patches, drivers e firmwares para suas mais recentes versões;
 Configuração e operacionalização de todos os equipamentos envolvidos;
 Apresentar testes de verificação da instalação (IVT);

13.5 RÁDIO BASE – MULTIPONTO – ANTENA SETORIAL 90º – FREQUÊNCIA DE 4,9
GHz
Quantidade: 06 equipamentos
Rádio base – multiponto – antena setorial 90º com frequência de 4,9 GHz deve possuir as
seguintes características técnicas mínimas obrigatórias:

 Característica física: Unidade de rádio para ambientes externos alimentado via PoE, sem
utilização de adaptadores externos;
 Frequência de operação: 4,94 – 4,99 GHz;
 Tamanho de canal configurável por software: 20, 10 e 5 MHz;
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 Canais de frequências sem sobreposição: 20 MHz: 2 / 10 MHz: 5 / 5 MHz: 10;
 Sensibilidade de recepção (BER=10-6): 20MHz: -88 dBm, 10MHz: -91 dBm e 5MHz: -94dBm;
 Deve possuir potência de saída mínima de 25 dBm;
 Deve possuir controle de potência de transmissão manual com sensibilidade de 1 dB em pelo
menos 15 níveis e automático de acordo com a modulação de operação;
 A rádio base deve suportar diferentes tipos de antenas externas ou integradas e abrangência;
 Deverá ser fornecido antena de 90º com no mínimo 13 dBi;
 Deve ser fornecido cabeamento com protetor de surto para conexão entre o radio base e
antena;
 Deve possuir todos os modos de modulação padrão OFDM;
 Deve permitir autenticação entre unidades base e unidades remotas baseada em MD5;
 Deve possuir criptografia da interface aérea do tipo WEP ou AES 128bits;
 Deve possuir assistente para alinhamento através de sinal visual ou audível;
 Deve possuir modulação de até 64QAM;
 Adicionalmente os equipamentos devem ser capazes de modificar sua velocidade de conexão
segundo as condições do enlace dinâmica e automaticamente;
 Deve possuir Throughput de no mínimo 100 Mbps;
 Deve possuir interface de dados: 10/100BaseT RJ -45;
 Deverá possuir protocolo de comunicação de rádio frequência, não sendo aceitos
equipamentos com protocolo CSMA/CA;
 Deve suportar VLAN 802.1Q em modo transparente, Trunk, acesso e misto com Q-in-Q;
 Deve possuir QoS com capacidade de identificação de pacotes segundo ToS;
 Suportar configuração via SNMP V1 e V3, HTTP e Telnet;
 Deve possuir MTBF (Medium Time Before Failure) de no mínimo 70.000 horas;
 Deve operar com temperatura ambiente de -10ºC a +50ºC;
 Deve operar com umidade de ambiente entre 5% a 100% condensada;
 Deve suportar carga eólica de 180km/h;
 Deve ser fornecido cabo UTP CAT5 para ambiente externo com proteção UV (STP);
 Deve possuir proteção contra descargas de até 2.000 A para conexão PoE (802.3af). Em caso
de ausência da proteção integrada no rádio, deverá ser fornecido um modulo separado para
proteção com interface 100/1000BaseT com proteção IP66 ou superior;
 Deve operar consumir de no máximo 20 Watts;
 Deve ser fornecido kit para montagem;
 Deverá ser compatível e permitir total gerenciamento através do software de monitoramento;
 Deve vir acompanhado de todos elementos necessários à sua fixação no local de instalação.

13.6 RÁDIO CPE ASSINANTE – FREQUÊNCIA DE 4,9 GHz
Quantidade: 18 equipamentos

Rádio CPE assinante – frequência de 4,9 GHz com as seguintes características técnicas
mínimas obrigatórias:

 Característica física: Unidade de rádio para ambientes externos alimentado via PoE sem
utilização de adaptadores externos;
 Deve possuir topologia Ponto Multiponto ou Ponto a Ponto;
 Deve possuir frequência de operação de 4,94 GHz a 4,99 GHz;
 Deve possuir tamanho de canal configurável por software de 20, 10 e 5 MHz;
 Deve possuir canais de frequências sem sobreposição: 20 MHz: 2 / 10 MHz: 5 / 5MHz: 10;
 Deve possuir sensibilidade de recepção (BER=10-6) em 20MHz: -88 dBm, 10MHz: -91 dBm e
5MHz: -94dBm;
 Deve possuir potência de saída mínima de 25 dBm ;
 Deve possuir capacidade de controlar a potencia de saída do radio;
 Deve possuir antena integrada de 15dBi ou externa tipo N fêmea compatível com o máxi-mo
EIRP permitido pela Anatel;
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 Deve possuir modulação padrão OFDM;
 Deve possuir latência típica de 10 ms;
 Deve possuir criptografia da interface aérea do tipo WEP ou AES 128bit;
 Deve possuir elementos auxiliares de alinhamento visual ou audível;
 Deve possuir modulação de até 64QAM:
 Adicionalmente os equipamentos devem ser capazes de modificar sua velocidade de con-exão
segundo as condições do enlace dinâmica e automaticamente;
 Deve possuir throughput de no mínimo 25 Mbps garantido;
 Deve possuir interface de dados 10/100BaseT RJ -45;
 Deverá possuir protocolo de comunicação de rádio frequência, não sendo aceitos equi-
pamentos com protocolo CSMA/CA;
 Deve possuir VLAN 802.1Q em modo transparente, Trunk, acesso e misto;
 Deve possuir QoS com capacidade de identificação de pacotes segundo ToS;
 Deve possuir configuração via SNMP V1 e V3, HTTP, Telnet;
 Deve possuir MTBF (Medium Time Before Failure) de no mínimo 70.000 horas;
 Deve operar com temperatura ambiente entre -10ºC a +50ºC ;
 Deve operar com umidade ambiente entre 5% a 100% condensada;
 Deve suportar carga eólica de 180km/h;
 Deverá ser fornecido cabo UTP CAT5 para ambiente externo com proteção UV (STP);
 Deve possuir proteção contra descargas de até 2.000 A para conexão PoE. Em caso de
ausência da proteção integrada no radio, deverá ser fornecido um modulo separado para
proteção com interface 100/1000BaseT com proteção IP66 ou superior;
 Deve operar com consumo de no máximo 20 Watts;
 Deverá ser compatível e permitir total gerenciamento através do software de monitoramento;
 Deve vir acompanhado de todos elementos necessários à sua fixação no local de instalação.

13.7 RÁDIO DIGITAL PARA BACKBONE
Quantidade: 04 equipamentos

Rádio digital para backbone com antena, com as seguintes características técnicas mínimas
obrigatórias:
 Frequências de operação na faixa de 5,4 a 5,8 Ghz conforme norma ANATEL, resolução nº
506;
 Possuir interface wireless compatível com mimo (multiple in, multiple out) tendo 2
transmissores e 2 receptores, no mínimo;
 Possuir controle de potência automática de transmissão (atpc) e seleção dinâmica de
frequência (DFS) conforme norma ANATEL, resolução nº 506;
 Possuir seleção automática de canal e de modulação;
 Operar unicamente para topologia ponto-a-ponto; potência de transmissão igual ou superior a
27dbm.
 Suportar seleção de largura de banda de 20 MHz e 40 MHz;
 Possuir mecanismo de correção de erro, tais como FEC, arquivo seletivo e STBC;
 Possuir taxa de erro de bit (ber) menor ou igual a 10-6;
 Possuir esquema de duplexação tdd (time division duplex) dinâmico;
 Possuir protocolo de comunicação rf proprietário, sem possibilidade de desabilitação;
 Possuir antena integrada direcional de dupla polarização com ganho de no mínimo 23 dbi;
 Possuir interface de rede gigabit ethernet 10/100/1000;
 Possuir terminal de aterramento;
 Deverá ter taxa nominal de transmissão de no mínimo 300 Mbps;
 Possuir visor externo oled com informação de throughput, pacotes por segundo e auxílio para
alinhamento, ou equivalente. deverá ter throughput efetivo de no mínimo 180 Mbps, utilizando
o protocolo TCP;
 Deverá ter taxa de processamento de no mínimo 70.000 pacotes por segundo;
 A segurança na interface wireless deverá ser baseada em aes definido por hardware;
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 O equipamento deve possuir analisador de espectro gráfico integrado, como recurso para
identificar potenciais fontes de interferência;
 Possuir vlan de gerenciamento, serviços de servidor dhcp, cliente ntp, alertas, log remoto,
estatísticas wireless e ethernet e controle de banda;
 Possuir gerenciamento via http, https e linha de comando via ssh;
 Possuir servidor snmp v1/2c/3, snmp trap, arquivo de análise de sistema, syslogs, alertas de
sistema por e-mail, ferramentas de site survey, teste de enlace e alinhamento de antena;
 Deverá possuir reset para o padrão de fábrica via icmp;
 Alimentação poe passivo 12-48 Vdc;
 Fonte de alimentação de 100 a 240 Vac;
 Consumo de potência de no máximo 15 W; temperatura de operação de -20°c a +60° C;
 Umidade 0~90% (sem condensação);
 Possuir índice de proteção ip67;
 Possuir MTBF de no mínimo 220.000 horas;
 Homologação Anatel.

13.8 REDE ELÉTRICA, PARA-RÁIOS E ATERRAMENTO NOS PONTOS
Todos os pontos deverão ser fornecidos com a infraestrutura, descrita abaixo, para recebimento
do ramal de energia elétrica, fazendo parte do escopo de fornecimento:

 Deverão ser personalizadas/detalhadas em plantas ou esquemas elétricos específicos,
incluindo aterramento.
 Todas as conexões do aterramento deverão possuir acabamento com conectores apropriados
e fixação adequada;
 O cabeamento elétrico deverá interligar a caixa de equipamentos com o ponto/circuito de
energia compatível mais próximo, após comprovada a compatibilidade do circuito;
 O cabeamento deverá ser ligado dentro da caixa de equipamento ao disjuntor (em série com a
fase) e ao varistor (em paralelo);
 O dimensionamento do cabeamento deverá ser feito em função da distância e da carga, não
podendo ser usada bitola de condutores com diâmetro menor que 4 mm²; o cabeamento usado
deverá ser do tipo PP, SINTENAX ou equivalente, com dois condutores encapados, envolvidos
por grossa camada de borracha, de modo que seja imune a água, umidade e intempéries;
 A rede elétrica de alimentação dos equipamentos será monofásica, para alimentação em 127V
(cento e vinte e sete Volts). Excepcionalmente, quando a infraestrutura existente na unidade o
exigir, a alimentação poderá ser em 220V (duzentos e vinte Volts);
 A rede elétrica e lógica deverá seguir o padrão TELEBRÁS, normas da ABNT, regras e
recomendações das concessionárias;
 Os pontos deverão ter conectores do tipo RJ 45 fêmea, para categoria 5e, com espelhos e
identificação. A rede deverá ser instalada e certificada conforme práticas e normas vigentes;
 Todos os nobreaks deverão ser alimentados pela rede elétrica local e as câmeras, rádios e
switches, deverão ser alimentados a partir do sistema de energia centralizado (Nobreak);
 A empresa contratada deverá fornecer para todos os pontos de instalação, caixa monofásica
no padrão da Concessionária de Energia Elétrica local. A caixa deverá possuir no mínimo as
seguintes características: Caixa de medição para medidor monofásico homologado pela
Concessionária, tipo ANPH com lente para leitura, instalação a 3,40 m de altura. Medição
direta, limitação até 50A, medidor monofásico, disjuntor horizontal, dimensões 330 x 180 x 140
mm;
 Fornecimento de Padrões (caixas de medição), cabos elétricos, hastes, conectores,
miscelâneas, demais componentes e a execução de serviços para os circuitos de alimentação
elétrica de todos os equipamentos contemplados dentro deste Termo de Referência deverão
ser feitos nos padrões de qualidade da Concessionária de Energia Elétrica local. Os custos e
execução são de inteira responsabilidade da empresa contratada;
 A empresa contratada deixará uma espera do ponto de Energia Elétrica (para ligação do ramal
da concessionária), no poste, seguindo os padrões de referência, preservando as distâncias
máximas dos ramais definidas pela Concessionária de Energia Elétrica local;
EDITAL DO PE-016/GELIC/2014 – CONTR. EMPR. ESPEC. NA LOC. EQUIPAM. VIDEOMONITORAM. - SSP.
Proc.: 004065-12.00/13-9
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 A solicitação da ativação do ramal de alimentação elétrica da rede para a Concessionária de
Energia Elétrica local ficará por conta do Contratante, com a assessoria técnica da empresa
contratada,
 O pagamento do consumo de energia elétrica de cada ponto ficará a cargo da Secretaria da
Segurança Pública - SSP;
 A empresa Contratada deverá gerar planilhas e anexar documentos técnicos que comprovem
o consumo de energia elétrica de cada equipamento instalado no ponto;
 A instalação do para-raios e da cordoalha do aterramento deverá utilizar eletrodutos do topo
até o solo, na chegada da caixa de inspeção;
 A distância do para-raios (mastro e cabos), até a borda da antena (em sua elevação), deverá
ser de no mínimo de 1,5 metros;
 O sistema de aterramento deverá ser único para todos os equipamentos que se interligam
direta ou indiretamente ao rádio, com resistência máxima de 5 Ohms e baixa impedância e
composto por 03 (três) hastes de Ø 3/8" de 2,40 m.

13.9 PROTETOR CONTRA SURTOS EM LINHA DE ENERGIA
Quantidade: 42 equipamentos

Protetor contra surtos em linha de energia com as seguintes características técnicas mínimas
obrigatórias:

 Deverá possuir dimensões pequenas, para uso interno, dentro de caixa metálica;
 Deverá possuir construção tipo disjuntor, com proteção por varistor ou elemento semelhante;
 Deverá possuir ligação em paralelo com a linha de energia, instalado antes do nobreak para
todas as tensões de entrada;
 Deverá possuir máxima tensão de operação contínua: 275 VAC e 350VDC;
 Deverá ser Classe I e II;
 Deverá possuir tensão residual a 5KA: 0,8KV;
 Deverá possuir bornes para condutores de 4 a 16 mm²;
 Deverá possuir grau de proteção IP 20;
 Deverá possuir nível de proteção 1,3KV para 5 KA.


13.10 SOFTWARE DE MONITORAMENTO DA REDE WIRELESS
Software de monitoramento da rede wireless com as seguintes características técnicas mínimas
obrigatórias:

 Trabalhar sobre a plataforma do sistema operacional que suporte o software de monitoramento
de câmeras e demais componentes da solução do presente projeto básico;
 Possibilitar a descoberta automática e manual dos equipamentos sem fio que estiverem co-
nectados ao mesmo barramento de rede, permitindo o agrupamento dos mesmos;
 Permitir a configuração dos equipamentos de rede em grupo ou individualmente, com até 3
níveis de cada grupo;
 Possibilitar a Importação/Exportação de configuração para arquivos de backup;
 Permitir Atualização de software (firmware) em grupos ou individualmente;
 Possuir relatórios de inventário dos equipamentos de rede sem fio na rede com as seguintes
informações : Endereço IP do access point, status, descrição, localidade, numero serial, versão
de software (firmware), versão de hardware, endereço MAC;
 Possibilitar que os relatórios de monitoramento sejam exportados para outros aplicativos;
 Permitir o monitoramento de diagnósticos dos access points, visualizador de traps, visuali-
zador de Logs de sistema, relação sinal/ruído SNR;
 Possuir integração com o Google Maps para a visualização da posição do access point;
 Possuir interface gráfica WEB que permita visualização dos equipamentos de rede sem fio
instalados na rede, bem como sua configuração;
 Deve possuir relatórios de diagnóstico por equipamento;
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Fone: 3288-1917 / Fax: 3288-1973 – E-mail: gelic@ssp.rs.gov.br

 Deve possuir visualização de Trap Log;
 Deve possuir visualização de Syslog;
 Deve possuir registro e impressão de Tráfego ou SNR;
 Deve suportar SNMPv1, SNMPv2 e SNMPv3;
 Deve suportar no mínimo 999 dispositivos;
 Deve permitir usar ícones com código de cores para mostrar equipamentos e ligações no
mapa;
 Deve permitir usar mapa estático do próprio cliente para criar vistas geográficas da rede;

13.11 SWITCH CENTRAL
Quantidade: 02 equipamentos

O Switch Central deve possuir as seguintes características técnicas obrigatórias:

 Deve possuir no mínimo 24 portas gigabit ethernet 10/100/1000 base-t com conectores rj-45;
 Deve possuir no mínimo 4 portas combo mini-gbic (sfp) para instalação de módulos ópticos
(sfp ), 1000basesx e 1000baselx com conectores lc;
 Deve vir acompanhado do kit de suporte específico para montagem em rack de 19" ocupando
uma unidade de rack (1u);
 Deve possuir fonte de alimentação com capacidade de operar em tensões de 100 a 240 v e
em frequências de 50/60 hz;
 Deve possuir capacidade de vazão (throughput) de no mínimo 35,7 mpps.;deve possuir
capacidade de comutação de no mínimo 48 gbps;
 Deve suportar auto negociação de velocidade, modo duplex e auto mdi/mdix;deve implementar
o protocolo 802.3x;
 Deve possuir tabela de endereços mac com capacidade para no mínimo 8000 endereços
mac;deve suportar jumbo frames;
 Deve possibilitar a adição de entradas estáticas à tabela de endereços mac do switch;
 Deve possibilitar a adição de filtros de endereços mac; deve implementar espelhamento de
porta de forma que o tráfego de um grupo de portas possa ser espelhado em outra para fins de
monitoramento;deve implementar 4k vlans ativas segundo o protocolo ieee 802.1q ;
 Deve implementar vlans baseadas em portas e protocolo; deve implementar voice vlan, mac
vlan; deve implementar gvrp ;
 Deve permitir a criação de grupo de portas isoladas, no qual as estações conectadas a
diferentes portas configuradas como isoladas somente podem se comunicar com portas de
fora do grupo;
 Deve implementar controle de banda (rate limiting) para todas as portas. a granularidade deve
ser configurável em intervalos de 64kbps tanto para o tráfego de entrada quanto o de saída ;
 Possuir no mínimo 4 filas para priorização de tráfego por porta;implementar o protocolo 802.1p
e dscp para priorização de pacotes;implementar os seguintes métodos de processamento de
filas: sp, wrr e sp+wrr;deve implementar o protocolo spanning tree;deve implementar o
protocolo rapid spanning tree (802.1w);
 Deve implementar o protocolo multiple spanning tree (802.1s);deve implementar bpdu
protection;
 Deve implementar acls, baseadas em critérios das camadas 2/3/4; implementar funcionalidade
que permita a execução de acls em um determinado horário do dia (time-based acls);
 Deve suportar agregação de links segundo o padrão ieee 802.3ad (lacp); deve suportar
agregação de links estáticos;
 Deve implementar network login através do padrão ieee 802.1x; deve implementar
autenticação usando os padrões eap-md5 e pap;
 Deve permitir autenticação dos dispositivos de rede utilizando servidor radius ; deve
implementar guest vlan;
 Deve possuir proteção contra ataques dos; deve implementar proteção arp;
 Deve implementar igmp snooping (v1, v2 e v3);
 Deve implementar multicast vlan; deve permitir a criação de filtros de endereços multicast;
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 Implementar storm control para controle de pacotes broadcast, multicast e unicast
desconhecido;
 Deve suportar gerenciamento snmp, v1, v2c e v3;
 Deve suportar envio de notificações através de mensagens do tipo trap e inform;
 Deve suportar gerenciamento rmon implementando no mínimo 4 grupos; deve suportar o envio
de logs a um servidor remoto (syslog);
 Implementar protocolo ntp ou sntp; deve implementar dhcp snooping;
 Deve implementar dhcp option 82;
 Deve suportar configuração através de telnet;
 Deve suportar configuração através de sshv2;
 Deve suportar configuração através de https/ssl;
 Deve permitir a configuração através de porta console.

13.12 SWITCH INDUSTRIAL – 8 PORTAS 10/100/1000 BaseT
Quantidade: 42 equipamentos
Switch industrial – 8 portas 10/100 BaseTX com as seguintes características técnicas
mínimas obrigatórias:

 A ser instalado na caixa de equipamentos, para permitir a conexão da câmera para
transmissão das imagens via enlaces de rádio, e com o conversor de mídia, para transmissão
das imagens via fibra óptica. Também podem ser instalados nas repetidoras para interconexão
com os pontos de concentração (onde se localizam os switches de concentração).

Interfaces:
 Deve possuir no mínimo 8 portas fast ethernet 10/100 Base-TX com conectores RJ -45;
 Deve vir acompanhado do kit de suporte específico para montagem em rack de 19 polegadas
ocupando uma unidade de rack (1u);
 Deve possuir fonte de alimentação com capacidade de operar em tensões de 100 a 240 V e
em frequências de 50/60 Hz;
 Deve possuir capacidade de vazão (throughput) de no mínimo 1,19 MPPS;
 Deve possuir capacidade de comutação de no mínimo 1,6 Gbps ;
 Deve suportar autonegociação de velocidade, modo duplex e auto MDI/MDIX;
 Deve implementar o protocolo 802.3X;
 Deve possuir tabela de endereços mac com capacidade para no mínimo 4000 endereços mac;
 Deve suportar o padrão IEEE 802.3AF;
 Deve suportar até 15,4 W por porta de acordo com o padrão IEEE 802.3AF;
 Deve suportar até 124 W para todas as portas de acordo com o padrão IEEE 802.3AF;
 Deve possuir leds indicativos da utilização do POE;
 Deve possuir certificado Anatel.

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ANEXO IV

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 016/GELIC/2014

Planilha de Custos e Formação de Preços

Ref. DESCRIÇÃO Mês - RS Total – R$ %
a Equipamentos e implantação da estrutura física


b Pessoal e encargos diretos – operação


c
Manutenção do sistema – materiais e
equipamentos


d Subtotal


e
Administração, Tributos, Lucro e Outros =25%
de d


f Total



Os agregados de custos constantes na planilha retro indicada são
conceituados e definidos, a seguir:
a) Equi pamentos e implantação da estrutura física
Este, talvez seja o principal agregado de custos dos serviços, assim como
compreende um elevado quantitativo de tipos de serviços e emprego de materiais, mas todos
com a mesma característica financeira, porque serão suportados pelo licitante vencedor,
anteriormente ao faturamento dos serviços. A partir das informações do projeto básico e
termo de referência, tem-se que o vencedor do certame, antes de iniciar a prestação dos
serviçosterá relevante custo inicial, que requer aporte de recursos financeiros iniciais, sem
contra partida da Secretaria de Segurança; será necessário adquirir 42 câmeras, executar as
respectivas obras civis e instalar soluções de captura de imagens, de monitoramento, de
gerência e gravação de imagens, de transmissão de dados, de rede, de comunicação, entre
outros itens indispensáveis para que as câmeras possam operar e coletar as imagens.
Para a execução desta etapa, o fornecedor terá que aplicar recursos
financeiros próprios, de investidor parceiro, ou de agente financeiro, mas independente da
origem de tais recursos, os mesmos terão que retornar em seu principal acrescido da
respectiva remuneração e encargos e é neste quesito que podem ocorrer diferenças de
preços relevantes, dependendo da situação específica do fornecedor quanto a sua fonte de
financiamento.
Tendo em vista que o modelo proposto define que ao final do prazo de 48
meses, os bens devem ser revertidos integralmente ao Estado, na proposta comercial, todos
estes custos terão que ser amortizados integralmente neste período, sem qualquer valor
residual ao fornecedor. Portanto, trata-se de uma equação financeira em que o fornecedor, de
posse dos custos de implantação da referida estrutura, define a taxa de remuneração e
encargos e a partir das grandezas - valor aplicado, tempo e percentual de encargos, calcula o
quanto mensal terá que faturar para a realização do retorno dos investimentos, que para o
Estado são custos.
Para o financiamento destes investimentos/custos há soluções alternativas no
mercado, cuja análise não compete à Administração. A esta cabe definir o modelo mais
conveniente aos interesses da Secretaria de Segurança e do Estado, que a nosso juízo é
sinalizar ao fornecedor que estes custos serão amortizados/pagos pelo Estado, ao longo do
período de execução do contrato em valores fixos, sem qualquer reajustamento. É como se
fosse um empréstimo convencional, com taxas pré-fixadas.
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Na hipótese de após este prazo de 48 meses ocorrer prorrogação de prazo,
este custo deixaria de existir, a não ser que ocorra investimentos adicionais, o que somente
pode ser analisado em momento oportuno.
b) Pessoal e encargos di retos – operação
Uma vez implantada a estrutura física do sistema de vídeo monitoramento, o
fornecedor terá que operar o sistema no sentido de supervisionar, corrigir, substituir,
consertar, enfim, terá que ter uma ou mais equipes para assistência técnica e suporte
operacional de 24 horas por dia e sete dias por semana – 24/7, equipe esta que pode variar
entre os fornecedores, dependendo de sua estrutura operacional e carteira de clientes,
portanto, também podem ocorrer variações de preços entre possíveis fornecedores.
Integraeste agregado de custos as despesas com pessoal e respectivos encargos sociais e
trabalhistas, dos empregados que diretamente atenderão a operação do sistema.
A separação deste agregado é necessária e importante a fim de reajustar o
contrato de acordo com as variações de custos a serem suportadas pelo fornecedor em
decorrência de dissídio coletivo da categoria a que integram os seus empregados, entre
outros custos decorrentes da relação de trabalho.
c) Manutenção do sistema – materiais e equipamentos
O edital prevê que o fornecedor deverá manter o sistema em operação e arcar
com todos os custos de assistência técnica e de manutenção, inclusive substituição dos
equipamentos eventualmente danificados,seja por questões de acidentes climáticos,
depredações, desgaste natural, etc, cujo valor, em tese, é bastante imprevisível.
Integraeste item de custos um extenso e variável conjunto de materiais,
equipamentos, serviços, peças de reposição, ferramentas, uso de veículos, etc e, por esta
razão, há dificuldades de composição do mesmo, razão pela qual sugerimos que o mesmo
seja reajustado anualmente por um índice previamente definido em contrato, como por
exemplo o IGP-M.
d) Subtotal
Consiste no somatório de todos os itens de custos diretos dos serviços e base
para cálculo dos custos indiretos. O subtotal deve representar a soma de todos os principais
agregados de custos, que ora constam no modelo sugerido por esta Seccional.
e) Administração, Tributos, Lucro e Outros = 25% de d
Consiste no conjunto de custos que podem ser considerados como indiretos,
mas que podem refletir significativamente nos custos para os fornecedores.
Na administração estão todos os custos da administração central da empresa,
decorrente do contrato, tendo em vista a maior intensidade das atividades da empresa, em
todas as áreas, como suporte técnico, logística, contabilidade, financeiro, almoxarifado, etc,
sugere-se percentual na ordem de 5% a 10%. Os tributos, de forma geral, são os incidentes
sobre o faturamento, como PIS, Cofins, ISS, etc, na ordem de 4% a 8%. O lucro é inerente ao
modelo econômico do País, sendo que sugerimos um percentual na ordem de 6% a 10%.
Também há um conjunto de outros custos, como risco do negócio, seguros, acidentes, etc, na
ordem de 3% a 6%. Estima-se para este conjunto de custos indiretos e benefícios, o
percentual de 25%, incidente sobre o total dos custos classificados como diretos, valor sobre
o qual não há reajustamento porque os mesmos refletem automaticamente as alterações
ocorridas nos demais itens de custos.
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ANEXO V

ATESTADO DE VISITA


Atestamos que a empresa ________________________________, por intermédio do
seu representante Sr.(a)__________________________________,
CPF_____________________, visitou o(s) local(is) onde será(ão) realizado(s) o(s) serviço(s),
a ser(em) executado(s) no(s) _____________, conforme especificado no PREGÃO
ELETRÔNICO 016/GELIC/2014 e todos os seus Anexos.


(localidade), RS de de 2014.




OBSERVAÇÃO:

CONTATO: Di visão de Hardwares e Redes – DHR/DTIC/SSP-RS, com o Sr. Luís Carlos
Chomieniuk, no horári o das 09h às 11h e das 13h30min às 17h30min, de Segunda a
Sexta feira, Telefone: (051) 3288-5124 ou 3288-5127.

VISITA: O prazo l imi te para agendar a visita solicitada no subitem 7.12 do Edital, será
de até 02 (dois) di as úteis antes da data fixada para a abertura das propostas.