O JULGAMENTO DE NUREMBERG E OS DIREITOS HUMANOS

O presente trabalho tem como objetivo apresentar um resumo do filme
“Julgamento em Nuremberg” (Título original: Nuremberg, 2001), exibido em
aula, juntamente com comentários sobre a relação deste filme relacionados
com o tema de Direitos Humanos, tendo sido feita, como forma de apoio,
pesquisa na internet sobre os eventos abordados no filme.

I – Resumo do Filme

Em 1945, ao final da II Guerra Mundial, o líder nazista e braço direito de
Hitler, Hermann Göring, rende-se aos americanos e o presidente dos
Estados Unidos convoca o promotor Robert Jackson (interpretado pelo ator
Alec Baldwin) a preparar um tribunal de crimes de guerra contra Göring e
outras 23 pessoas ligadas à liderança nazista. Essas pessoas são então
presas em uma base militar americana em Mondorf e, posteriormente,
levadas à Alemanha, onde será realizado o julgamento, que foi denominado
Tribunal Militar Internacional.
O promotor Jackson negocia com os representantes dos outros países
aliados (Rússia, Reino Unido e França) para que a acusação seja conjunta.
Embora os Russos quisessem que o julgamento fosse em Berlim, o Palácio
da Justiça de Nuremberg foi escolhido como local do julgamento e um amplo
trabalho
de reconstrução é iniciado.
Os réus são então transferidos para a prisão de Nuremberg e lhes são
entregues cópias dos acusações. O juiz Francis Biddle chega à cidade para
assumir a presidência da Corte, mas Jackson o convence a deixar o cargo
para o britânico Geoffrey Lawrence.
Depois do suicídio de um dos detentos, vigias são colocados próximos às
celas e o psicólogo Gilbert é orientado a prestar assistência aos prisioneiros.
Lawrence dá início ao julgamento e, inicialmente, todos os réus se declaram
inocentes. Os réus foram acusados de quatro crimes: (1) conspiração e atos
deliberados de agressão; (2) crimes de guerra; (3) crimes contra a paz e (4)
crimes contra a humanidade.
No primeiro dia, Göring aparentemente tem um desempenho melhor que
Jackson no tribunal, o que faz com que o promotor se sinta inapto a
continuar com o caso, mas sua assistente o convence a prosseguir.
Um filme mostrando os horrores dos campos de concentração nazista, onde
milhares de Judeus foram mortos, é então exibido, emocionando os
presentes. Várias testemunhas são ouvidas.

Adiante no julgamento, o promotor Jackson consegue refutar as negações
de Göring sobre os crimes por ele cometidos e passa a se sentir mais
confiante na condenação. Jackson
instrui o psicólogo a tentar convencer os réus de que a confissão dos crimes
poderia ser uma alternativa mais dignificante.
Seguindo o “espírito Natalino”, as regras na carceragem são relaxadas e
Göring começa uma amizade com o guarda de sua cela.
A defesa chama em depoimento o comandante do campo de concentração
de Auschwitz, que acaba expondo a crueldade que lá acontecia. Outros réus
também acabam revelando fatos que incriminaram ainda mais seus
colegas. Há, inclusive, depoimentos de médicos que confessaram ter
coordenado ou participado de experiências usando os Judeus como cobaias
(como exemplo foi relatada uma experiência de reanimação de Judeus que
eram congelados vivos, para descobrir se o corpo humano reagia melhor à
um reaquecimento rápido ou lento – experiência na qual quase todos
acabavam morrendo). Também um novo tipo de gás foi desenvolvido para
que fosse aumentada a “produtividade” do extermínio dos Judeus em
câmaras de gás.
Albert Speer, implicado também de manter como escravos trabalhadores
estrangeiros, acaba confirmando a responsabilidade do regime nazista.
O psicólogo Gilbert, tendo entrevistado os réus e também a esposa de
Göring – quando descobriu que Hitler havia ordenado a execução deles, o
que os levou à
rendição – chega à conclusão de que a fonte de toda a maldade
manifestada pelos nazistas era uma total falta de empatia.
No final, 8 réus foram sentenciados à reclusão, 3 foram absolvidos e os
demais foram condenados à pena de morte pela forca. Göring comete
suicídio um dia antes do enforcamento dos demais, que acontece em 16 de
outubro de 1946.

II – Comentários

Antes da II Guerra Mundial pode-se citar a existência de alguns importantes
eventos relacionados aos Direitos Humanos no mundo: o primeiro deles é o
Bill of Rights, em 1689, seguido pela declaração de independência dos EUA
e da Virgínia em 1776 e também a Declaração dos Direitos do Homem e do
Cidadão de 1789. Esses documentos, de um modo ou outro, procuravam
evidenciar alguns direitos fundamentais que deveriam ser inerentes a
qualquer ser humano no mundo, independente de qualquer discriminação
que pudesse ser feita.
No decorrer da II Guerra, no entanto, tais direitos pareciam ter sido
esquecidos, especialmente pelo regime Nazista, que cometeu atrocidades
que, quando lembradas, chocam o mundo até hoje. O mais simples e

fundamental dos direitos, que é o direito à vida, parece ter sido tacitamente
revogado pelas ações conduzidas pelo Grande Reich Alemão, que dizimou
milhões de europeus (especialmente os Judeus, dos quais contabilizou-se
mais de 6 milhões de mortes), de forma absolutamente desumana.
Urgiu daí a necessidade da (re)afirmação, em âmbito internacional, dos
Direitos Humanos. E isso aconteceu ao final da II Guerra, em 26 de junho de
1945, quando foi assinada a Carta das Nações Unidas (também chamada de
Carta de São Francisco), que criou a ONU em substituição à Liga das Nações
como órgão supremo no que tange aos direitos internacionais. Essa Carta,
diferentemente das outras até então, tinha um fundamento constitutivo e,
assim sendo, sujeitava incondicionalmente todos os signatários às suas
determinações.
O Tribunal de Nuremberg, instalado 5 meses após a assinatura da Carta,
corrobora com esse espírito, essa vontade nunca antes vista, de afirmação
desses direitos, principalmente no sentido em que procurou fundamentar as
acusações que levaram os réus à condenação, não em normas positivadas,
mas em princípios fundamentais internacionalmente aceitos. Isso tanto é
verdade que a alegação de Göring, em sua defesa, de que o tribunal
representava uma ofensa ao princípio da legalidade, não se mostrou
próspera nesse tribunal.
Embora no filme em questão não tenha sido dada muita relevância ao
fato, cabe colocar que muitos dos réus que foram julgados pelo tribunal de
Nuremberg eram médicos, acusados de crimes atrozes contra seres
humanos. Isso fez com que, ao final do julgamento, fosse criado o Código de
Nuremberg, que é um conjunto de princípios éticos que regem a pesquisa
com seres humanos.
Os referidos acontecimentos, ocorridos a partir do final da Guerra, criaram
as condições para que, em 10 de dezembro de 1948, fosse adotada pela
Assembleia Geral da ONU a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que
constitui o marco de maior importância no estudo dos Direitos Humanos,
vindo a servir de base para outras convenções futuras.
Vele lembrar que Hitler jamais violou qualquer lei, tendo liderado a imensa
barbárie sob total anuência do Estado alemão. O ponto a ser observado é
justamente que, até então, não havia lei que o proibisse de fazer o que fez.
Pode-se concluir, portanto, que a Declaração Universal dos Direitos
Humanos, como diria Hans Kelsen, constitui o principal instrumento de
jurisdicização desses direitos, ou seja, essa Declaração marca a transição do
juízo de valor atribuído ao ser humano (espaço do ser) para um conjunto de
normas jurídicas que protegem e dignificam a vida dos homens (espaço do
dever-ser).
FILME: FILADELFIA -resenha
O filme “Filadélfia” conta a história de Andrew Beckett, um jovem advogado,
homossexual, promissor que trabalha em uma firma de advocacia bem
conceituada em Filadélfia, Andrew era portador do vírus HIV, e sua

aparência não era mais a mesma, por causa dos sintomas da doença, com
todos já desconfiando de sua doença, e conhecedores da lei, intentam para
sua demissão por falta de competência, há de ser dizer que o preconceito
na época era um agravante para a conduta das pessoas.
Andrew procura vários advogados para ajudá-lo a esclarecer esta injustiça
que foi feita a ele, já que a lei local lhe assegurava esse direito.Todos
recusaram pegar seu caso, pois tinham preconceito, Joe Miller advogado
famoso, após ter rejeitado o caso, resolve ajudar Andrew, após vários dias
de julgamento e muito preconceito, e a saúde de Andrew ter pio0rado, o Júri
vota a favor do caso.
Em relação a Ética no corrente fato acontecido no filme, diante da
sociedade, a situação de Andrew era antiética, pois era considerada imoral a
conduta de Andrew.Mas a lei contraria esta ética que previa contra o
preconceito entre raças e doenças.Após este julgamento, as pessoas
começaram a mudar a visão sobre ética em relação a portadores de HIV,
principalmente quem teve conhecimento deste caso em Filadélfia.
O
filme trata-se da discriminação do soropositivo e o preconceito aos
homossexuais, ferindo o p principio constitucional da isonomia, sabemos
que a lei não veda a realização de distinções, proibindo-lhe a adoção de
medidas de estabeleçam distinções discriminativas, desde logo,
diferenciações de tratamento fundadas em categorias meramente
subjetivas, ou seja, desigualdade de tratamento materialmente infundadas,
sem qualquer fundamento razoável ou sem justificação objetiva e raiona.
O principio da igualdade , enquanto principio vinculativo da lei, traduz na
idéia geral da proibição do arbítrio, conforme o art.5º da Constituição
Federal:
“Art.5º- Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade,
os seguintes termos(...)”
O filme comovente que nos mostra como o preconceito ainda existe nos
dias de hoje, retratando com perfeição a questão da discriminação do
soropositivo além do preconceito aos homossexuais, nos levando a refletir
muito sobre a questão,onde um homem bem sucedido foi posto a parte da
sociedade por ser portador do vírus HIV, que luta para se fazer justiça,
juntamente co alguém que pretende vencer os seus preconceitos.
DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA – 12 ANGRY MEN.

Sinopse:

A história gira em torno de um julgamento, no qual um jovem portoriquenho é acusado de ter matado o próprio pai. Os 12 jurados se reúnem
para decidir a sentença, com a orientação de que o réu deve ser
considerado inocente até que se prove o contrário. Onze deles, cada um
com sua razão votam na condenação. Hery Fonda faz o papel de Mr. Davis,
o único que acredita na inocência do garoto. enquanto ele tenta convencer
os outros a repensarem a sentença, o filme vai revelando traços de
personalidade de cada um dos jurados, mostrando as convicções pessoais
que os levaram a considerar o garoto culpado e fazendo com que examinem
seus próprios preconceitos.o garoto culpado e fazendo com que examinem
seus próprios preconceitos.
O filme “Doze homens e uma sentença” (12 angry men – 1957) retrata doze
homens queforam convocados para serem júris de um julgamento de um
menino acusado de assassinar o pai a facadas. O filme começa com o juiz
informando à corte que o julgamento estava encerrado e que o júri
sereuniria para chegar a uma sentença baseado em tudo que foi dito e
apresentando durante o julgamento.
Quando o júri se retira e se reúne na sala para discussão e conclusão do
caso, os homens se apresentame determinam como sentariam e como
fariam o julgamento e a votação. Todos se sentam em volta de uma mesa e
apresentam seus votos. Dentre os 12 presentes, 11 eram a favor da
condenação do garoto (e,consequentemente, sua pena de morte) e apenas
um apresentou-se contrário, julgando o garoto inocente. No primeiro
momento, os presentes que eram a favor da condenação, ficam bravos com
o colega que seapresentou contra.
Todos ficam, a princípio, revoltados e indignados com a opinião do colega e
não entendem porque ele considera que o rapaz era inocente. Todos
começam a argumentar a favor dacondenação não deixando o rapaz
apresentar suas razões, todos os interrompiam argumentando com suas
opiniões e motivos pessoais para a decisão que haviam tomado. Quando,
finalmente, consegue falar, o colegademonstra sua opinião dizendo que
apenas não tinha certeza de que o menino
pO filme “Doze homens e uma sentença” (12 angry men – 1957) retrata
doze homens queforam convocados para serem júris de um julgamento de
um menino acusado de assassinar o pai a facadas. O filme começa com o
juiz informando à corte que o julgamento estava encerrado e que o júri
sereuniria para chegar a uma sentença baseado em tudo que foi dito e
apresentando durante o julgamento.
Quando o júri se retira e se reúne na sala para discussão e conclusão do
caso, os homens se apresentame determinam como sentariam e como
fariam o julgamento e a votação. Todos se sentam em volta de uma mesa e
apresentam seus votos. Dentre os 12 presentes, 11 eram a favor da
condenação do garoto (e,consequentemente, sua pena de morte) e apenas
um apresentou-se contrário, julgando o garoto inocente. No primeiro
momento, os presentes que eram a favor da condenação, ficam bravos com
o colega que seapresentou contra.

Todos ficam, a princípio, revoltados e indignados com a opinião do colega e
não entendem porque ele considera que o rapaz era inocente. Todos
começam a argumentar a favor dacondenação não deixando o rapaz
apresentar suas razões, todos os interrompiam argumentando com suas
opiniões e motivos pessoais para a decisão que haviam tomado. Quando,
finalmente, consegue falar, o colegademonstra sua opinião dizendo que
apenas não tinha certeza de que o menino
pO filme “Doze homens e uma sentença” (12 angry men – 1957) retrata
doze homens queforam convocados para serem júris de um julgamento de
um menino acusado de assassinar o pai a facadas. O filme começa com o
juiz informando à corte que o julgamento estava encerrado e que o júri
sereuniria para chegar a uma sentença baseado em tudo que foi dito e
apresentando durante o julgamento.
Quando o júri se retira e se reúne na sala para discussão e conclusão do
caso, os homens se apresentame determinam como sentariam e como
fariam o julgamento e a votação. Todos se sentam em volta de uma mesa e
apresentam seus votos. Dentre os 12 presentes, 11 eram a favor da
condenação do garoto (e,consequentemente, sua pena de morte) e apenas
um apresentou-se contrário, julgando o garoto inocente. No primeiro
momento, os presentes que eram a favor da condenação, ficam bravos com
o colega que seapresentou contra.
Todos ficam, a princípio, revoltados e indignados com a opinião do colega e
não entendem porque ele considera que o rapaz era inocente. Todos
começam a argumentar a favor dacondenação não deixando o rapaz
apresentar suas razões, todos os interrompiam argumentando com suas
opiniões e motivos pessoais para a decisão que haviam tomado. QuandO
filme “Doze homens e uma sentença” (12 angry men – 1957) retrata doze
homens queforam convocados para serem
júris de um julgamento de um menino acusado de assassinar o pai a
facadas. O filme começa com o juiz informando à corte que o julgamento
estava encerrado e que o júri sereuniria para chegar a uma sentença
baseado em tudo que foi dito e apresentando durante o julgamento.
Quando o júri se retira e se reúne na sala para discussão e conclusão do
caso, os homens se apresentame determinam como sentariam e como
fariam o julgamento e a votação. Todos se sentam em volta de uma mesa e
apresentam seus votos. Dentre os 12 presentes, 11 eram a favor da
condenação do garoto (e,consequentemente, sua pena de morte) e apenas
um apresentou-se contrário, julgando o garoto inocente. No primeiro
momento, os presentes que eram a favor da condenação, ficam bravos com
o colega que seapresentou contra.
Todos ficam, a princípio, revoltados e indignados com a opinião do colega e
não entendem porque ele considera que o rapaz era inocente. Todos
começam a argumentar a favor dacondenação não deixando o rapaz
apresentar suas razões, todos os interrompiam argumentando com suas
opiniões e motivos pessoais para a decisão que haviam tomado. Quando,
finalmente, consegue falar, o colegademonstra sua opinião dizendo que
apenas não tinha certeza de que o menino po, finalmente, consegue falar, o

colegademonstra sua opinião dizendo que apenas não tinha certeza de que
o menino p