You are on page 1of 12

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

ECA- ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES
CCA- DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÕES E ARTES
LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO

Educomunicação e os Ecossistemas Comunicativos:
Questões terminológicas

Rodrigo Marinangeli de Vasconcellos

São Paulo
2012

Rodrigo Marinangeli de Vasconcellos

Educomunicação e os Ecossistemas Comunicativos:
Questões terminológicas

Paper apresentado à disciplina de
Epistemologia da Educomunicação, do
curso
de
Licenciatura
em
Educomunicação,
como
requisito
parcial para avaliação.

Professor titular da disciplina
Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares

São Paulo
2012
2

Educomunicação e os Ecossistemas Comunicativos:
Questões terminológicas
Rodrigo Marinangeli de Vasconcellos

Morin, em sua palestra realizada em São Paulo no dia 30 de Outubro de 2012,
disse: “Cada um acredita se conhecer muito bem, mas cada um de nós se conhece muito
mal, pois mascara os defeitos e mostra o que acha bom, como um teatro. Por isso fazer
diários, para se compreender, para entender que temos fraquezas, erros e misérias. E isto
vai te ajudar a compreender o outro.” Por isso o texto trabalhado aqui apresentará
constantes modificações, onde em um momento um argumento será contradito ou
reforçado em sua continuidade. Acredito, assim, quebrar a ideia de absolutismo e
proporcionar ao leitor a reflexão não apenas do texto escrito, mas uma reflexão da
própria maneira de produzir o conhecimento.

O SURGIMENTO DOS ECOSSISTEMAS COMUNICATIVOS
Desde que me deparei com o termo “Ecossistemas Comunicativos” me
questiono sobre seu significado. Uma das definições propostas foi elaborada por
Ademilde Silveira Sartori e Maria Salete Prado Soares em seu trabalho intitulado
Concepção Dialógica E As NTICs: A Educomunicação e os Ecossistemas
Comunicativos:
“Instaura-se, assim, um ecossistema tão vital quanto o ambiental: o
ecossistema comunicativo [...] Para a Biologia, a noção de ecossistema
inclui tanto fatores bióticos (vivos: animais, plantas, bactéria entre outros)
quanto abióticos (ambiente físico) inter-relacionados dinamicamente. Pode
ser considerado como o conjunto dos relacionamentos mútuos entre os seres
vivos e o meio ambiente. No ecossistema, acontecem trocas e ele está em
contínuo dinamismo; não é determinado por seu tamanho, mas por sua
estrutura e seus padrões de organização.” (SARTORI; SOARES, 2005)

Esse trecho trata especificamente sobre o ecossistema como concebido pela
ecologia, e será melhor trabalhado no decorrer desse texto. Nesse momento, nos
interessa a ligação feita entre essa ideia e a ideia da educomunicação

3

Ao falarmos de educomunicação falamos de um sistema complexo que procura
agregar diferentes significados a duas áreas já bem estudadas: educação e comunicação.
Dentro dessa premissa o uso do termo ‘ecossistema comunicativo’ se tornou algo
recorrente quando se fala de educomunicação, muitas vezes, porém, o mesmo aparece
sem um contexto definido ou enfraquecido pela falta de apropriação teórica.
Ainda sobre o texto da Sartori e Soares, encontramos uma definição para
educomunicação, onde ela cita Ismar Soares, principal teórico da educomunicação:
“O conjunto das ações inerentes ao planejamento, implementação e
avaliação de processos, programas e produtos destinados a criar e fortalecer
ecossistemas comunicativos em espaços educativos presenciais ou virtuais,
assim como a melhorar o coeficiente comunicativo das ações educativas,
incluindo as relacionadas ao uso dos recursos da informação no processo de
aprendizagem." (SOARES, 2002a, p. 115).”

Vimos que o uso da palavra ecossistema comunicativo aparece com forte
significado para a definição da própria educomunicação, porém, ainda não fica claro o
que seria ou como a definição da ecologia se interliga a este conceito. É necessário
voltar as origens do termo. Segundo Sartori e Soares:
“Jésus Martín-Barbero (2000) quem articulou o conceito de ecossistema
comunicativo, não apenas conformado pelas tecnologias e meios de
comunicação, mas também pela trama de configurações constituída pelo
conjunto de linguagens, representações e narrativas que penetra na vida
cotidiana de modo transversal.”

Podemos encontrar um melhor aprofundamento no texto da Eliany Salvatierra:
Ecossistema Cognitivo e Comunicativo. Nele a autora liga a criação do termo com
Pierre Lévy, que cita em seu livro “As Tecnologias da Inteligência: o futuro do
pensamento na era da informática” uma nova ciência denominada “ecologia cognitiva”.
Posteriormente Jésus Martín-Barbero retoma essa discussão levantada por Lévy e aplica
o valor comunicacional.
A partir disto, podemos inferir que o termo se iniciou dentro de uma visão mais
complexa de interações onde “o pensamento que era apenas característica atribuída ao
ser humano se dá em uma rede na qual neurônios, módulos cognitivos, humanos,
instituições de ensino, línguas, sistemas de escrita, livros e computadores se
interconectam, transformam e traduzem as representações”. (SALVATIERRA, E.)

4

Dentro dessa visão de Lévy o uso do termo ‘ecologia’ passa então a ter um
significado mais próximo do criado por Ernst Haeckel em que o estudo das relações
entre os seres vivos e o ambiente onde vivem seria deslocado de modo a contemplar a
relação cognitiva com o ambiente. As raízes do termo ecologia (de onde deriva o
conceito de ecossistemas) apontam também para um estudo econômico, que, inclusive,
possui o mesmo radical grego “oikos” (que significa casa), sendo assim explicitando a
ligação dessas duas ciências na qual a função chave é a classificação e organização de
componentes dentro de um contexto especifico.

ECOLOGIA x EDUCOMUNICAÇÃO

Então, quando analisamos o ecossistema ecológico percebemos que talvez exista
um distanciamento com o termo que tratamos aqui como ‘ecossistema comunicativo’,
uma vez que, em ecologia, um ecossistema versa sobre diversos assuntos, sendo
massivo o estudo de migração, extinção e apropriação do ambiente das diferentes
espécies que dele fazem parte e que o equilíbrio do ecossistema depende não apenas de
um olhar positivista, mas vai ao encontro da teoria da evolução darwinista, na qual
aquele que melhor se adapta às condições do meio sobrevive.
Se entendermos então que a comunicação gira em torno de um ecossistema,
temos que a apropriação eficiente desse meio (a comunicação) traz ao indivíduo ou
espécie maior coeficiente de sobrevivência dentro desse ecossistema, o que vai contra
os ideais educomunicativos de gerar consciência social, cidadania e inclusão em todos
os níveis.
Explico: em um ecossistema não existe intenções tais como comprar, vender,
contar, etc. Em um ecossistema o que se prevalece é o equilíbrio do que compõe o
ecossistema, equilíbrio esse que visa à sobrevivência do sistema como um todo. Como
citado acima, o mesmo é composto por fatores abióticos e bióticos, os quais estão em
constante relação e troca de energia, o que se busca então é a relação entre seus
componentes de modo que todo o sistema consiga manter-se vivo. Na teoria isso parece
um fundamento colaborativo e nada destrutivo, porém, na prática, esse equilíbrio se dá
com a prevalência do mais forte. O Professor Glauco Machado, especialista em
Ecologia Comportamental do departamento de Ecologia do Instituto de Biologia da
5

USP disse uma vez em suas aulas: “Não há nada de bonitinho na natureza, é um
comendo o outro”. Afirmação essa que explicitou em suas aulas durante todo o curso.
Os sistemas abertos e fechados, os predadores, parasitas, e o trabalho de campo em um
mangue de Bertioga ajudaram a expor sua visão sobre o equilíbrio dentro de um
ecossistema.
Não é, então, um equilíbrio harmonioso, onde todos saem ganhando, mas sim
um equilíbrio que visa à sobrevivência da comunidade, mesmo que, para tal, uma
espécie inteira se prejudique naquele ecossistema. Aplicando isso a comunicação, e
considerando-a como um ecossistema, podemos acreditar que para que a comunicação
se mantenha viva, ela irá destruir os elos fracos ou subjugá-los para continuar a obter a
melhor troca de energia necessária para sua correta manutenção, sendo assim, como
afirmei lá em cima, quem tiver maior poder comunicativo, dominar melhor os meios e a
linguagem, ira se sobressair aos demais. Esse tipo de condição (vertical e dominante) é
o que a educomunicação visa evitar, já que propõe a capacidade de se expressar e de ser
independente comunicacionalmente para todos os seres humanos, e não apenas aos
grandes meios de comunicação, como acontece atualmente.
Ora, então como propor inclusão se já pelo nome se alude à extinção e
sobrevivência do mais adaptado? Dentro dessas considerações, acredito que a visão de
Lévy sobre uma ecologia cognitiva é mais alinhada já que considera um estudo
econômico das relações dentro de ambientes comunicacionais em que precede uma
necessidade de entendimento de todos os componentes com o qual direta ou
indiretamente existe um dialogo. Lévy inclusive questiona a subjetividade da
inteligência enquanto característica separada do meio em que habita.
Em seu texto Salvatierra cita um trecho de Lévy bem oportuno para a discussão:
“As coletividades cognitivas se auto-organizam, se mantém e se
transformam através do envolvimento permanente dos indivíduos que as
compõem. Mas estas coletividades não são constituídas apenas por seres
humanos. Nós vimos que as técnicas de comunicação e de processamento
das representações também desempenham, nelas, um papel igualmente
essencial. É preciso ainda ampliar as coletividades cognitivas às outras
técnicas, e mesmo a todos os elementos do universo físico que as ações
humanas implicam”. (LÉVY, 1995:144 apud SALVATIERRA)”

6

A proposta de ecossistema cognitivo tem então uma ligação bem fundamentada
e alinhada ao ecológico, esse fundamento, porém, se perde na apropriação pela
educomunicação.
Mesmo a extinção não sendo um fator tão comum dentro de um ecossistema a
sobrevivência do mais adaptado é inerente a ele. Como propõe a teoria da evolução de
Darwin, podemos reafirmar que, ao se apropriar de um termo que estuda o andamento
natural de um sistema, estamos dizendo que o mais adaptado é o mais forte. Porém,
como já dito, o homem dispõe de capacidades cognitivas muito além das encontradas
em um ecossistema ambiental (inclusive existe até o termo ecossistema humano,
tamanhas as diferenças existentes) onde sua forma de agir, de pensar, de interagir com o
próximo esta relacionada com outros fatores não encontrados na natureza, como
ganância, interesse, amor, status, etc. É por isso que, mesmo não sendo o mais forte ou
o mais adaptado o ser humano é a espécie predominante do planeta, por ter feito uso de
sua capacidade cognitiva para inviabilizar o andamento natural da evolução, criando
ferramentas que retardam ou anulam processos.
A própria comunicação é um exemplo dessas ferramentas. Já que se pode
transmitir conhecimento e informações de geração para geração sem a necessidade das
crias terem contato com seus genitores. Tal comunicação acumula há séculos
conhecimento científico que nos proporcionam maior longevidade e melhor qualidade
de vida. A evolução da medicina é um exemplo clássico nesse sentido. O que quero
dizer, sobretudo, é que não seguimos a risca um padrão ecossistêmico como concebido
pela ecologia, uma vez que a complexidade em nossas relações com o meio dificulta o
equilíbrio. Em uma escala macro estamos incluídos em um grande ecossistema, mas,
dadas as características dominantes de nossa espécie podemos concluir que estamos
incitando o desequilíbrio constante de nosso sistema e não a harmonia.
Porém, acredito que esse tipo de apropriação é essencial para a criação de novas
teorias, e, quando bem fundamentada pode agregar valores essenciais para o estudo da
comunicação. E não apenas a comunicação, mas já é possível ver o uso da palavra
ecossistema em outras áreas, por exemplo, na tecnologia da informação.

7

TIC’S E OS ECOSSISTEMAS COMUNICATIVOS

Uma questão levantada por Lévy e por Martín-Barbero e pertinente às reflexões
aqui colocadas é a inclusão da tecnologia como dispositivo cognitivo dentro desses
ecossistemas.
Essa apropriação se dá de modo constante também na área tecnológica. Em sites
especializados de tecnologia é comum a referencia a um sistema operacional como
ecossistema (ecossistema Android, ecossistema Windows, etc). Nesse sentido, acredito
também existe certa distorção no uso da palavra. Entendo que seja possível transferir os
valores complexos de um ecossistema para os atuais sistemas operacionais cada vez
mais orgânicos, porém, supor um equilíbrio em um sistema puramente lógico não
satisfaz as qualidades naturais de um ecossistema. Acredito que o processo de criação
de um sistema operacional seja, de fato, um ecossistema, no melhor sentido do que a
Ecologia Cognitiva cita, já que é trabalhado o conhecimento e a usabilidade em cada
etapa da criação, em contato constante com organismos vivos (programadores) e
participantes do sistema (beta testers). Porém, ao fim do processo, isto é, com o sistema
pronto para uso final, a limitação que o código fechado trás é reducionista em relação a
concepção de um ecossistema, mesmo sabendo que atualmente o uso e os problemas
presentes em um sistema são automaticamente enviados para a empresa que busca
resolve-los, não considero essa uma dinâmica ecossistêmica, já que não se dá
naturalmente e está pensada mais em âmbito prático do que cognitivo.

Sendo assim um ecossistema de interface (ou de software) só é possível
enquanto processo. Carlos Alberto Scolari diz que “a evolução do ecossistema das
interfaces, assim como qualquer outro sistema tecnológico, repousa mais nas táticas de
utilização de seus usuários do que em estratégias de seus projetistas.” (SCOLARI,
2010).
Ainda para reforçar a idéia de processo, Amora Taveira diz em seu TCC:

8

“O recente conceito de Ecossistema de Software foi criado tendo como base
o já consolidado conceito de Ecossistema de Negócios que, por sua vez, é
baseado em estudos sobre Ecossistemas Biológicos. Ecossistemas de
Software (SECO’s) referem-se à forma como as empresas interagem para
criar e entregar os produtos, de forma que cada parceiro, dentro de uma rede
interligada de empresas, tem um papel e desempenho individual que
influencia a saúde do ecossistema como um todo [3]. Embora sejam
recentes, pesquisas sobre SECO’s vêm se mostrando bastante úteis dentro do
contexto de software, visto que projetos de software são considerados
sofisticados e complexos. Para que estes projetos sejam lançados no
mercado, existem diversas atividades envolvidas tanto a nível técnico, como
a nível de negócio. Como parte do ciclo de vida do desenvolvimento de
software, todo software necessita de personalizações, integrações e/ou
suporte.” (TAVEIRA, 2012)

Isso reforça o ecossistema enquanto processo e salienta que estamos diante de
um conceito recente e ainda há poucos que se aprofundam no tema, fato que parece
próximo ao ocorrido com ecossistemas comunicativos. Ou seja, propagado e muito
utilizado, mas ainda amadurecendo em conceitos e epistemologias.
Ainda em âmbito tecnológico, é sabido que as TICs (Tecnologias da Informação
e Comunicação) são frequentemente ligadas a Educomunicação pelo aspecto inovador,
dinâmico e atual que carrega em sua base. Porém, é importante destacar que, como dito
anteriormente, tais dispositivos devem ser pensados como parte de um sistema e não
como um objeto externo, um fim, ou mesmo uma solução autossuficiente de educação e
comunicação.
O uso massivo de tais tecnologias e dos meios remetem à necessidade de
inovação para que ocorra a educomunicação, deixando de lado aspectos primário tanto
da educação como da comunicação, onde a relação interpessoal, por mais que seja
valorizada nos processos, se esconde pelo uso continuo de ferramentas que nem sempre
se justificam como eficazes ou atuais. Existem vários exemplos de uso dessas
tecnologias de maneira equivocada, com a premissa de potencializar a comunicação ou
a didática instrucional que acabam, ao contrário, distanciando o sujeito de seu objeto de
estudo ou de sua relação com o meio, sendo intermediado (e não intermediando) pela
tecnologia.
9

Exemplos comuns seriam o uso de filmes em sala de aula, projeções de slides e
mesmo a apropriação e criação de conteúdos relacionados aos meios de comunicação
como forma de ensino de suas linguagens e processos de criação. O que falta nesses
casos não são as TICs que tornam ou não tais tarefas executáveis, mas sim finalidades
mais claras e delineadas sobre como tratar cada etapa da exposição dessas informações.
Em considerações ao enorme fluxo de informações da pós-modernidade fica evidente
que o centro dos esforços deveria ser crítico e não prático, ou melhor, a prática deveria
apenas ter fundamento a partir do momento em que a análise verdadeiramente crítica se
firma.

10

CONCLUSÃO
Acredito que a complexidade atribuída ao termo ecossistema deve ser repensada
e adaptada de modo a caracterizar melhor a intenção da educomunicação diante das
novas demandas da sociedade, até porque, ao analisarmos um ambiente de ensinoaprendizagem, observamos que já existe nele um ecossistema comunicativo, que segue
padrões arcaicos ou insuficientes. O estudo desses ecossistemas aliado ao uso (ou não
uso) das TICs promoveria uma nova abordagem mais embasada e consolidada do que
poderíamos chamar de ecossistema educomunicativo, onde a existência de uma
interação com o meio se daria de modo orgânico e voltado ao cognitivo, como propôs
Levy.
Sendo assim, espero que tais reflexões sejam de alguma valia para o processo
que tenho ainda como estudante de educomunicação e que posteriormente tais aflições
possam ser sanadas com explanações mais aprofundadas de certas terminologias na área
da educomunicação e, com isso, possamos agregar juntos conhecimentos e
discordâncias sobre esse novo olhar teórico de educação e comunicação.

11

REFERÊNCIAS

CITELLI, Adilson. Palavras, meio de comunicação e educação. São Paulo: Cortez,
2006.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da
informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
MACHADO, G. Ecologia da Floresta Amazônica. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
SALVATIERRA, Eliany. Ecossistema cognitivo e comunicativo. Disponível em:
<http://www.usp.br/nce/wcp/arq/textos/201.pdf >. Acesso em 12 set. 2012.
SARTORI, Ademilde Silveira; SOARES, Maria Salete Prado. Concepção dialógica e
as NTICs: a educomunicação e os ecossistemas comunicativos. In: V Colóquio
Internacional Paulo Freire – Recife, 19 a 22 – set. 2005.
SCOLARI, Carlos A.. As interfaces não desaparecem, transformam-se. Rev. USP,
São Paulo, n. 86, ago. 2010. Disponível em <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.
php?script=sci_arttext&pid=S0103-99892010000300012&lng=pt&nrm=iso>. Acesso
em 22 nov. 2012.
SOARES, Ismar. Educomunicação – O conceito, o profissional, a aplicação. São
Paulo: Paulinas, 2011.
TAVEIRA, Amora Cristina Albuquerque. Entendendo Aspectos sociais em
ecossistemas de software. Universidade Federal de Pernambuco. Trabalho
desenvolvido para o curso de graduação em Ciência da Computação. 2012. Disponível
em: <www.cin.ufpe.br/~tg/2012-1/acat-proposta.docx >. Acesso em 18 nov. 2012
VALENTE, J.A. A espiral da aprendizagem e as tecnologias da informação e
comunicação: repensando conceitos. In: JOLY, Maria Cristina. A Tecnologia no
Ensino: implicações para a aprendizagem. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002, p. 1537.
ZIMMER, C. O livro de ouro da Evolução. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

12