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CURSOS ON-LINE – ESPANHOL

PROFESSOR GERARDO SANMARCO
AULA 09
HOLA AMIGOS!

Recebi muitos e-mails de concursandos angustiados por causa da
interpretação de texto nas provas da ESAF, pedindo que colocasse
algumas dicas que ajudassem a um melhor “condicionamento” para
o dia da prova. Tentando responder a essas inquietações, hoje
destacaremos alguns conceitos e procedimentos que alinhavamos
durante o percurso de estudos, aulas e obrigações profissionais.

O pano de fundo para essa sistematização de técnicas
interpretativas será um tema que considero “favorito” para
reaparecer nas próximas provas de auditor e técnico da RF: a
negociação mundial dos subsídios agrícolas. Esta consideração
de “favorito” não decorre apenas dos antecedentes das provas
anteriores que citaremos a continuação, nem da inclusão no edital
de disciplinas relevantes como Economia, Comercio Internacional e
Direito, mas da coincidência histórica de o concurso acontecer ao
mesmo tempo que uma reunião mundial da OMC (em Honk Kong)
que concentra as atenções do mundo todo sobre as relações
comerciais mundiais. E concentra também as atenções do governo
brasileiro, líder do G 20, grande protagonista causador do sucesso o
insucesso das negociações mundiais.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 18
A INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

A interpretação de texto é, para muitos concursandos, um
verdadeiro calvário. Muitas vezes, o objetivo de quem constrói a
prova não fica claro, parece um território sem regras, onde a ESAF
fica como terrorista, com o fator surpresa completamente a seu
favor.

A seguir, tentaremos dar alguns critérios que permitem diminuir essa
sensação de desorientação, de aparente ausência de critérios, e
sugerir alguns procedimentos “contra-terroristas”. Mas, é necessário
advertir que a construção de habilidades interpretativas não decorre
de conhecer uma “formula mágica” e sim de uma longa experiência
racionalizada. O fator “tempo investido” em leitura de “macro-textos”
será sempre a chave decisiva.

Em primeiro lugar, não há um conceito uniforme sobre os limites da
interpretação de texto. A pesar de que o edital só menciona como
conteúdo do programa “interpretação de texto” algumas questões
envolvem apenas operações gramaticais simples, troca de
sinônimos individuais. No entanto, é consenso que a interpretação
de texto deveria ser basicamente, um conjunto de operações
intelectuais que permitem verificar se a COMPREENSÂO do texto é

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integral. Por compreensão integral se entende a decodificação do
significado de todas as mensagens nele contidas: palavras, frases,
pontuação, espaços, seqüência, intencionalidade (excluídos os
conhecimentos anteriores que possam interferir em ele), e todo tipo
de relações visíveis ou inferíveis entre as informações que o autor
constrói nos enunciados numerados e as alternativas de múltipla
escolha a discernir.

Ao analisar as provas dos últimos anos, podemos extrair alguns dos
procedimentos ou habilidades interpretativas que o autor utiliza com
maior freqüência e os antídotos que sugerimos para detectar
armadilhas e chegar ao gabarito determinado pelo autor:

IDENTIDADE SEMÂNTICA: são as alternativas que aparecem em
maior número. Trata-se de enunciados onde consta “en el texto se
dice que”, e alternativas que retomam informações retiradas do texto
original. Todas as alternativas estão modificadas. As erradas, com
alterações que quebram a igualdade semântica (de significado). A
verdadeira, com uma troca de termos que, no seu conjunto, produz
uma oração com significado análogo ao do texto original.

Antídoto: é necessário retornar ao texto EM CADA alternativa e
quando se visualiza uma alternativa como certa, VOLTAR para
confirmar se TODAS as partes da oração (sujeito, verbo,
complementos circunstanciais) apresentam sinonímia. É necessário
muita concentração para evitar os dois desvios mais usados:
generalizar o que no texto é qualidade específica (generalização
indevida); ou restringir com qualidades que o texto não menciona
(restrição indevida).

RELAÇÃO DE CAUSALIDADE: é detectada quando no final do
enunciado aparece a palavra “porque” ou “devido a” ou “a raíz de”.
È necessário saber diferenciar as circunstâncias causadoras ou
justificadoras (são gerais, impessoais) dos chamados agentes
causadores diretos (são precisos e personificados). Esses
elementos de causalidade (circunstancia ou agente) aparecem antes
dos nexos consecutivos (“de ahí que”, “conque”, “por lo tanto”, “por
lo que”) e que abrem a oração onde se expõem as conseqüências
produzidas pelo “agente causador”.

Antídoto: voltar ao texto, localizar o parágrafo, localizar o conector
(conjunção ou locução conjuncional), sublinhar as informações
“causais”, separar as circunstâncias dos agentes modificadores
(pessoas, resoluções, leis, instituições), resolver.

RELAÇÃO DE FINALIDADE; é detectada quando dentro do
enunciado aparece a expressão “ con el objetivo de”, “con la
finalidad de”, “para”, “busca” ou “pretende”. Normalmente pertence
ao segmento do texto onde se expõe uma determinada resolução do
poder público.

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Antídoto: localizar no texto a resolução adotada ou em estudo,
localizar ao lado a sua finalidade específica, separando esta
finalidade de outros elementos informativos que costumam aparecer
junto (conseqüências automáticas, circunstâncias colaterais).

INFERÊNCIA: é detectada quando aparece no enunciado a
expressão “según el texto” ou “de acuerdo al texto”, mesmo que,
com esses enunciados também encontraremos alternativas de
“identidade semântica”. O procedimento de inferência ou dedução e
aquele que permite afirmar como verdadeira uma afirmação que
nasce como conclusão obrigatória do relacionamento entre outras
duas afirmações (duas do texto original ou uma do texto e outra do
enunciado). A característica marcante é que a alternativa de
inferência certa não aparece explicitamente no texto, ela é apenas
uma deduçào lógica de ouras afirmações presentes no texto e/ou
enunciado.

Antídoto : estas atividades de INFERÊNCIA são as que exigem
uma leitura “mais distanciada”, de foco amplo, porque precisaremos
fazer ou deduzir relações obrigatórias, mas não explícitas, entre os
diferentes parágrafos do texto. Neste caso precisamos nos
concentrar em informações que realmente constam no texto original,
y verificar a relação entre elas, não aceitando inferências com dados
ausentes ou incompletos ou que não se relacionam especificamente
com os do texto original. Em alguma provas já realizadas, as
inferências (corretas do gabarito) são tão pouco fundadas em dados
do texto que resulta mais acessível excluir todas as outras
alternativa falhas do que enxergar com clareza a verdadeira.

Como teoria nem sempre é suficiente para determinar o
conhecimento, utilizaremos a seguir algumas siglas para poder
visualizar o direcionamento dos enunciados e as alternativas em
relação aos conceitos anteriormente citados

ISP (igualdade semântica preservada)
ISQxGI (igualdade semântica quebrada por generalização indevida)
ISQxRI (igualdade semântica quebrada por restrição indevida)
ISQxII (igualdade semântica quebrada por informação intrusa)
ISQxDI (igualdade semântica quebrada por desvio de informação)

RC (relação de causalidade)
RCI (relação de causalidade invertida)
RCD (relação de causalidade desviada)

RF (relação de finalidade)
RFI (relação de finalidade desviada)

RI (relação de inferência)
RIQ (relação de inferência quebrada)

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Como treinamento pessoal, sugiro que retomes todas as provas da
ESAF das aulas anteriores e coloques ao lado dos enunciados e das
alternativas esta codificação interpretativa.

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2002/2
La UE y Japón ante el plan agrícola de EEUU

La UE y Japón dieron un portazo(1) a la propuesta estadounidense
para reducir del 62% al 25% de media los aranceles a los productos
agrícolas en un plazo de cinco años. El plan presentado por EEUU,
con el apoyo de Canadá y Australia, en la reunión de los ministros
de Agricultura de las cinco potencias, celebrada en la ciudad
japonesa de Nara, propone una profunda reforma del sector
agrícola, en un periodo de cinco años.

La propuesta estadounidense supone la utilización de una fórmula
de reducción de aranceles –conocida como fórmula Suiza-, que
recortará más los aranceles más elevados que los bajos y
garantizará que ningún arancel sea superior a un 25% al cabo de los
cinco años. Esas reducciones se efectuarían sobre los aranceles
que realmente se aplican y no sobre los máximos autorizados,
según Washington, que se queja de que, aunque los aranceles se
han reducido en todo el mundo en los últimos años, los niveles
máximos permitidos por la OMC siguen siendo muy altos (arancel
mundial medio de un 62% en agricultura) mientras(2) que en EEUU la
media es de 12%.

En cuanto al apoyo interno, EEUU propone simplificar el actual
sistema de cálculo, utilizando una fórmula que limite el uso de ese
tipo de apoyo siempre y cuando sea distorsionante del comercio a
un 5% del valor total de la producción agrícola. También aboga por
eliminar las empresas de comercio estatales porque abusan de su
condición de monopolio y quiere que se supriman los derechos y
privilegios especiales en sus ventas al extranjero y forzarlas a un
régimen de transparencia, así como prohibir los impuestos a la
exportación de productos agrícolas, aunque se exceptuaría de esa
prohibición a los países en desarrollo a no ser que esos gravámenes
no sirvieran para generar ingresos del fisco.

Representantes de Bruselas dejaron entrever que con su jugada,
Washington trata de distraer la atención sobre las multimillonarias
suvbenciones que EEUU ha estado dando a sus agricultores. El
comisario de Agricultura y Pesca extrañó que estas propuestas
“exijan mas esfuerzo al resto de los países que a EEUU” a la vez
que ese gobierno evita cualquier compromiso para reducir en su
país los apoyos a la exportación, que distorsionan el mercado o para
disminuir el abuso de ayudas internas practicado.
El Pais 27.07.02.

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26.- En el texto se dice que el plan norteamericano para la
agricultura:

a) elimina los subsidios a la exportación y reduce los aranceles y
medidas de apoyo interno.
b) reduce los aranceles en un 25%.
c) disminuye el apoyo interno a la exportación en un 5%.
d) garantiza el apoyo económico y administrativo estatal a las
exportaciones.
e) favorece el comercio agrícola de los países en desarrollo.

27 De acuerdo con el texto, la expresión “dieron un portazo” ,
significa:

a) dieron un espaldarazo
b) echaron una mano (ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 19)
c) rechazaron
d) recibieron con beneplácito
e) aceptaron a regañadientes

28.- Según el texto, la prohibición de impuestos a la exportación de
productos agrícolas

a) tiene la anuencia europea y japonesa.
b) es válida para todos los países miembros de la OMC
c) se orienta hacia las empresas de comercio estatales
d) no se aplica en países en desarrollo donde esos impuestos
sirvan para generar ingresos del erario
e) busca equilibrar el comercio agrícola internacional

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) dar um portazo = fechar a porta, recusar

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA
Questão 26
Alternativa A (ISP): a troca de termos está correta em relação
ao que diz o terceiro parágrafo: eliminar as empresas estatais
monopólicas e seus privilégios à exportação; reduz os apoios
agrícolas a um máximo de 5% do valor da sua produção
agrícola; e, como diz no primeiro parágrafo, reduz os impostos
de importação de 62 a 25%.
As outras alternativas:
b) reduz imposto aduaneiro a 25% e não em 25% (ISQxDI)
c) reduz o apoio interno a 5% e não em 5% (ISQxDI)
d) propõe a eliminação das estatais e não sua garantia (ISQxDI)

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e) o texto não garante essa conseqüência da proposta; e a
permissão para que continuem os impostos à exportação não
favorece o comércio agrícola dos paises em desenvolvimento
(ISQxII).

Questão 27
Alternativa C: a expressão idiomática “dar um portazo” é
recusar. É importante saber que a EU vem brigando contra
Estados Unidos no tribunal de disputas da OMC por causa dos
subsídios disfarçados que este pratica através de estatais que
monopolizam as operações de exportação. E já teve ganho de
causa. Daí a “estranheza” de encontrar na proposta para o
mundo, de uma prática de dumping que E.Unidos vêm
praticando há muito tempo e que já poderia ter retirado sem
necessidade de negociações externas.
As outras alternativas todas têm um grau de aceitação que o
texto não diz:
espaldarazo = (grande apoio);
echar uma mano =(ajudar);
beneplácito (com prazer);
a regañadientes=(a contragosto.

Questão 28
Alternativa D: a proposta reconhece a existência de paises
pobres cuja arrecadação tributária tem como eixo o imposto às
exportações (“detracciones”)de matérias primas. Se esses
paises em desenvolvimento não fossem excetuados da
proibição de tributar as exportações ficariam sem recursos
para subsistir. Brasil não tem essa prática tributária porque
considera que é exportar impostos e perder competitividade
externa.
As outras alternativas:
a) tem a recusa e não ao apoio (anuencia)de Japón e UE
(ISQxDI)
b) não é válida para os paises excetuados (ISQxDI)
c) Não tem nada a ver com as estatais norte-americanas que
praticam subsídios à exportação, não impostos. (ISQxDI)
e) o texto não informa os objetivos explícitos da proposta
(ISQxII)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 19
LOS DIVERSOS USOS DE “ECHAR”

O verbo “echar” é um verbo regular que tendo um sentido
original de “expulsar”, ao longo do tempo foi caindo no gosto

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popular para a formação de locuções , assumindo os mais
diversos significados. Vejamos os mais populares:

Echar a correr = começar a correr
Echar de menos = sentir saudade
Echar uma mano = ajudar
Echar mano = usar
Echar raíces = fixar-se
Echar a perder = estragar
Echar por tierra = aniquilar, destruir
Echar una siesta = dormir
Echarse al suelo = deitar-se no chão
Echar cálculos = fazer contas
Echar a a la cancha = publicar
Echar fuego = estar furioso
Echar un trago = beber alcool
Echar en cara = acusar publicamente

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2003
El fracaso de Cancún y el futuro del ALCA

El bloque opositor conformado por Brasil y el Grupo de los 20 que
provocó el colapso de las negociaciones de la OMC en la reunión de
Cancún, no es visto por Fernando Mateo, jefe de la Secretaría de
Economía de Mexico, como una amenaza para la integración
latinoamericana. Aunque Brasil ha mostrado su rechazo al Acuerdo
de libre Comercio de las Américas (ALCA) y se ha negado a
conformar un tratado de Libre Comercio (TLC) con México dentro del
mercosur, México y el ALCA están en las prioridades de Lula.

El equipo negociador mexicano se propone reactivar el interés
brasileño, primero para elevar de rango a TLC el Acuerdo de
Complementación que hoy se tiene con ese país sudamericano y
posteriormente, integrarlo en un mega tratado con el Mercosur, una
vez que se concluyan las pláticas con Argentina para un TLC, sumar
el tratado con Uruguay y el tratado que ya se tiene con Paraguay.

Mateo subrayó que el hecho de que México ya tenga tratados con la
mayoría de los países y de que representa la mitad de las
exportaciones totales de América latina, lo coloca en una situación
privilegiada con el ALCA. Dicha región tiene alrededor de 792
millones de personas, con un PIB de 11 billones de dólares, un
comercio total entre los 34 países del continente de 2,7 billones de
dólares, equivalente a 22% del comercio total mundial.

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Diario de Monterrey 22.09.03

23.- Según Mateo, el fracaso de la reunión de OMC no amenaza la
integración latinoamericana porque (RC)

a) el rechazo brasileño al ALCA es cuestión pasada
b) Brasil acepta la participación mexicana en el Mercosur
c) México y el ALCA están entre las prioridades del gobierno
brasileño
d) México ya tiene tratados con todos los países latinoamericanos
e) El PIB mexicano es el mayor de América Latina

24.- De acuerdo con el texto, la estrategia integracionista mexicana
se caracteriza por (IS)

a) incentivos a importaciones oriundas del Mercosur
b) el incremento de las exportaciones hacia América Latina
c) la remoción de barreras arancelarias
d) acuerdos individuales en la región y elevación del nivel de los
nexos económicos con Brasil
e) apoyo a las posiciones brasileñas en el seno de la OMC

25. Según el texto, uno de los aspectos que revelan el peso de la
región del ALCA es el hecho de que (IS):

a) alberga el segundo núcleo consumidor mundial
b) exporta la mitad de toda la producción latinoamericana
c) tiene un PIB de once millones de millones de dólares
d) representa un bloque negociador homogéneo dentro de la OMC
e) incluye a las mayores economías del mundo.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA
Questão 23
Alternativa C ( RCP) a redação é praticamente idêntica a do
final do parágrafo 1, e por tratar-se da oração principal de uma
oração complexa, ela sobrevive como verdadeira
independentemente da oração subordinada que lhe antecede.
As outras alternativas:
a) ISQxGI
b) ISQx DI
d) ISQxDI
e) ISQxDI

Questão 24
Alternativa D (ISP) : a troca por sinônimos é correta: “acordos
individuales”= TLC; elevar el nivel = elevar de rango.
As outras alternativas:

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a) ISQxII
b) ISQxII
d) ISQxGI
e) ISQxII

Questão 25
Alternativa C (ISP) : a expressão “11 billones” realmente
corresponde a 11.000.000.000.000. Se considerarmos que a cada
seis zeros corresponde uma unidade de “millón”, a alternativa
parece correta. No entanto, a expressão da alternativa C não existe
como expressão de linguagem utilizada (conhecida por emissor e
receptor da comunicação), portanto ela é apenas uma construção
imaginária do emissor (o autor da prova) e não poderia ter sido
considerada como uma resposta destinada a medir o conhecimento
dos concursandos. Seria a mesma coisa que propor em português
que aquele número seria sinônimo de 11 bilhões de bilhões, quando
na verdade, só existe na linguagem real 11 trilhões.
(O homem “viajou”)
As outras alternativas eram relativamente fáceis de eliminar:
a) ISQxII
b) ISQ xDI
d) ISQxII
e) ISQxII

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF 2000

La OMC pide acabar con las ayudas agrícolas

Bruselas. Los primeros borradores de la declaración que debatirá la
Organización del Comercio (OMC) en Seatle (EEUU) propugnan la
supresión de las ayudas agrícolas a la exportación, dijeron fuentes
comunitarias. También prevén reducir “sustancialmente” los
subsidios internos que den lugar a distorsiones en el comercio.

El secrertario de la OMC es el encargado de elaborar el proyecto de
declaración, que será debatido por el consejo general los próximos 4
y 5 de noviembre, antes de ser presentado el 30 de noviembre en la
reunión ministerial en EEUU, con al que dará comienzo la llamada
Ronda del Milenio.

El borrador no recoge aspiraciones de la UE, como son que se tenga
en cuenta en la negociación el carácter “multifuncional” de la
agricultura comunitaria y los problemas derivados del desarrollo de
la biotecnología, que han dado lugar a la polémica sobre alimentos
transgénicos. La OMC quiere que la reducción de las ayudas a la
exportación se acompañe de un compromiso para su eliminación,
así como mayores rebajas en los derechos aduaneros de todos los
productos agrícolas.

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20.- En el texto, se dice que los primeros borradores de la
declaración (RF):

a) favorecen la inclusión de ayudas agrícolas a la exportación
b) abogan por la abolición de las ayudas agricolas a la exportación
c) propulsan la supresión de auxilios agrícolas a la exportación
d) propenden a la suspensión de las ayudas agrícolas a la
exportación
e) cuestionan la anulación de ayudas agrícolas a la exportación

21 En el texto, la palabra “borrador” significa (IS)

a) proyecto
b) estudio
c) encuesta
d) minuta
e) presupuesto

22.- En el texto se dice que (IS)

a) La UE pretende incluir en la negociación la polémica sobre
alimentos transgénicos
b) La OMC defiende el estímulo al desarrollo biotecnológico
c) La UE aspira a que se aumente la cantidad de productos
agrícolas que circulen en el mercado común comunitario
d) La OMC rechaza la restricción de subsidios que provoquen
distorsiones en el comercio
e) La OMC quiere que los productos entren en los países pagando
tasas menores.

VOCABULÁRIO DA PROVA
(1) borrador = rascunho, minuta, documento provisório
destinado a debate e/ou reescrita.

COMENTÁRIO DO GABARITO DA PROVA
Questão 20
Alternativa C : as alternativas B e C são praticamente idênticas.
Apequena diferença é que o verbo “propulsan” (de ação) é mais
pröximo de “propugnan”que “abogan”(de argumentação)o
“propenden” (de inclinação).

Questão 21
Alternativa D: as alternativas A e B eram perigosas porque
também supõem algo não definitivo, mas falta a indicação mais
específica de que se trata de um texto (minuta). “Encuesta”
(pesquisa) é apenas uma base de dados e “presupuesto”
(orçamento) é a presunção dos gastos e ingressos de uma entidade.

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Questão 22
Alternativa E: a posição clássica dos funcionários da OMC é a
busca da redução das barreiras aduaneiras ou qualquer outro
procedimento (subsídios) que possam travar o livre comércio.
As outras alternativas:
a) ISQxDI
b) ISQxII
c) ISQxII
d) ISQxDI

SIMULADO 20
Negociaciones sobre subsídios bloqueadas

GINEBRA.- El Grupo de los Veinte (G-20), que reúne a países en
desarrollo, anunció hoy que responderá a las iniciativas de la UE y
EEUU para desbloquear las negociaciones agrícolas de la
Organización Mundial de Comercio (OMC) con una "propuesta
propia y con números concretos" que se referirá de forma concreta
a los tres pilares de la negociación agrícola, como son los subsidios
a la exportación, el apoyo interno y el acceso a los mercados", dijo
el ministro brasileño Celso Amorim.
"En apoyo interno (a los agricultores) buscamos medidas que
supongan un auténtico recorte de esos niveles, y en acceso a
mercados, verdaderas oportunidades para acceder a ellos, con
recortes como los que hubo en la Ronda de Uruguay", precisó
Amorim.
Agregó que para el G-20 es esencial que "en 2010 se eliminen
todas las formas de apoyo a las exportaciones y las que se dan a
nivel nacional" en la agricultura.
Las diferencias en agricultura, uno de los capítulos claves de esta
negociación, bloquean el resto de los acuerdos sobre servicios,
acceso a mercados para productos industrializados o facilitación
comercial, entre otros.
El Representante Especial de Comercio de EEUU, Rob Portman,
presentó este lunes una iniciativa que afecta a los tres pilares
agrícolas y que se ejecutaría en dos etapas, una inicial en la que
aplicarían recortes significativos en los aranceles y en las ayudas
directas en un periodo de cinco años. Cinco años después se
pasaría a otra fase, en la que se procedería a la total eliminación
de las políticas que distorsionan el comercio agrícola.
La UE, por su parte, propuso reducir un 70% las ayudas agrícolas
internas que distorsionan el comercio, las que en el argot de la
OMC se consideran de la "caja azul" o de la "caja amarilla", es
decir que distorsionan el comercio y que están ligadas a la
producción o a los precios. Asimismo, está dispuesta a rebajar el
65% los llamados apoyos que dentro de la OMC están exentos de
rebajas siempre y cuando no superen el 5% del valor total de la

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producción agrícola.

1.- En el texto, el ministro Amorim (RF)

a) dará anuencia a las propuestas de EEUU y UE
b) aboga por un recorte a las ayudas internas y al acceso a los
mercados
c) propulsa la supresión inmediata de los subsidios a la exportación
y la producción
d) plantea desanudar las negociaciones sobre subvenciones
agrícolas para la cita de la OMC
e) propuso números concretos que desbloquearán las
negociaciones sobre subsidios a la importación.

2.- Según el texto, la posición de EEUU sostenida por Portman

a) define dos etapas hacia la eliminación de todas las barreras
arancelarias
b) coloca en primer plano las políticas que distorsionan la
producción agrícola
c) aboga por la merma importante de aranceles y subsidios
agrícolas en el primer lustro
d) aplaza para el segundo lustro el recorte de las ayudas y
subvenciones agrícolas
e) bloquea los acuerdos sobre servicios y productos
manufacturados.

3.- De acuerdo al texto, la propuesta de la UE

a) rebajará a 70% el apoyo agrícola
b) recortará 70% del comercio que distorsiona la relación entre los
países
c) reducirá el 65% en las subvenciones internas de la OMC
d) recortará sus ayudas internas manteniendo proteccionismo hasta
5% del valor de su producción agrícola
e) limita los cortes de subsidios a 5% del Producto Bruto Agrícola

4.- La expresión “en el argot de la OMC” equivale a
a) en la jerga de la OMC
b) en la cita de la OMC
c) en el entorno de la OMC
d) en el seno de la OMC
e) en el reglamento de la OMC

5.- De acuerdo al texto, las posiciones

a) de los tres bloques convergen hacia un acuerdo global
b) del G20 y los países desarrollados muestran un entredicho sobre
comercio agrícola
c) de UE y EEUU han mostrado anuencia con la desgravación total
d) auguran un acuerdo sobre la supresión de barreras agrícolas

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e) de UE y EEUU demuestran el abandono de posturas
proteccionistas

VOCABULÁRIO DO SIMULADO
(1) argot = jargão
(2) desanudar = desbloquear
(3) lustro = 5 anos

Questão 1
Alternativa D: ele fará uma proposta concreta como objetivo de
desbloquear a negociação

Questão 2
Alternativa C:a posição norte-americana privilegia no primeiro
lustro (5 anos) a redução de subsídios e impostos de
importação

Questão 3
Alternativa D: no texto, a proposta da UE defende uma área
de reserva protecionista de até 5% de sua produção agrícola
se não houver distorção do comércio.

Questão 4
Alternativa A: argot = jerga = dialecto = lengua restricta (gíria,
jargão)

Questão 5
Alternativa B; o início do texto revela que as negociações estão
bloqueadas porque não há acordo entre o G20 e os paises ricos,
sobre os subsídios agrícolas.

SIMULADO 21
01 GINEBRA.- Las potencias comerciales del mundo hicieron
02 avances menudos (pequenos)en las últimas décadas en las
03 iniciativas para reducir los subsidios agrícolas que distorsionan
04 el comercio, de acuerdo con un estudio publicado el martes por
05 la OCDE. El informe de la OCDE -que agrupa a las naciones
06 más desarrolladas y tiene su sede en París- mostró también que
07 Islandia, Suiza y Noruega mantenían los niveles más altos de
08 apoyo a los agricultores entre los 30 miembros de la OCDE.
09 Además, Estados Unidos incrementó sus niveles de protección
10 en el 2004.
11 "Las reformas de las políticas se han centrado en cambiar la
12 forma en la que se ofrece la ayuda a los productores, con un
13 alejamiento (afastamento)notable de las medidas relacionadas con

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14 el volumen de producción", dijo el reporte en referencia a los
15 pagos que reciben los granjeros y que están atados a su
16 producción.
17 Pero aunque estas reformas podrían continuar en los próximos
18 años, dijo la OCDE, la participación de esas formas de respaldo
19 que tanto distorsionan la producción y el comercio igualmente
20 representó el 74% de todos los subsidios en el período 2002-
21 2004. Esto reflejó una reducción desde el 91% del lapso 1986-
22 1988.
23 El apoyo agrícola de la UE surgió como un tema importante el
24 fin de semana pasado cuando fracasó un encuentro de los
25 líderes del bloque para ponerse de acuerdo sobre el
26 presupuesto de la Unión Europeia para el período 2007-2013.
27 La falta de entendimiento en gran medida se debió a que
28 Francia rechazó el pedido de Gran Bretaña para que se recorten
29 los subsidios al agro.Esta cuestión también es uno de los
30 ejes(eixos) de la Ronda de Doha de negociaciones para la
31 liberalización comercial, un proceso en el seno de la
32 Organización Mundial del Comercio (OMC) que
33 ha avanzado despacio(devagar). (emol-22/6/05)

1.- En el texto se dice que

a) los países en desarrollo tuvieron pocos avances para reducir sus
subsidios agrícolas
b) las potencias desarrolladas no hicieron mejoras significativas en
la merma de subsidios al agro
c) las potencias desarrolladas tuvieron un retroceso en relación a
los subsidios a la importación
d) los países más ricos efectuaron frecuentes reducciones de sus
importaciones agrícolas
e) los países más desarrollados realizaron frecuentes mejoras en la
reducción de subsidios agrícolas

2.- Según el informe de la OCDE

a) EEUU aumentó el ritmo de reducción de sus subsidios en 2004
b) aumentó el nivel de subsidios vinculados a la cantidad producida
c) hay políticas públicas para disminuir las ayudas atadas al
volumen producido
d) las nuevas formas de subsidios representan casi 2/3 del total
e) Los subsidios agrícolas se redujeron casi10% desde 1986

3.-En el texto se dice que

a) el tema de subsidios agrícolas hizo fracasar la reunión de la
OCDE
b) los dirigentes de la OCDE no se ponen de acuerdo sobre su
presupuesto
c) hay un entredicho entre los líderes de la UE sobre su prespuesto

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d) los líderes de la UE se pelean sobre la organización
administrativa de la Eurozona
e) Francia exige medidas más draconianas en la rebaja de subsidios
agrícolas

4.- Según el texto,

a) el presupuesto de la UE es asunto principal para la Ronda de
Doha
b) el presupuesto de la OCDE tendrá impacto significativo en las
negociaciones liberalizadoras
c) la cohesión de las potencias agrícolas europeas se refleja en
elseno de la OMC
d) los subsidios agrícolas es tema decisivo del proceso
antiproteccionismos en la OMC
e) la OMC es la principal responsable por lapermanencia de los
subsidios agrícolas

5.- En el texto , se dice que el proceso en la OMC avanza

a) en balde
b) deprisa
c) en zig zag
d) raudamente
e) lento

6.- La expresión “de acuerdo con” (li.4) equivale a

a) según
b) ante
c) tras
d) con arreglo de
e) hacia

7.- Considera las afirmaciones y determina si son falsas o
verdaderas. Es posible cambiar

I.- “además” (li.9) por “sin embargo” ( )
II- “se ofrece ayuda a los productores”(li.12) por “se les ofrece
ayuda”( )
III.- “alejamiento” (li.13) por “apartamiento” ( )
IV – “Pero aunque”(li.17) por “Sin embargo, mismo que” ( )
V- “se debió a que”(li. 27) por “se tuvo a que” ( )

La secuencia correcta es
a) F V V F V
b) F V V V F
c) F V V V V
d) F V F V F
e) V F V F V

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8.- La expresión “igualmente” de la línea 19 podría ser sustituído
con similar significado por

a) equitativamente
b) todavía
c) ductilmente
d) apenas
e) quizás

Questão 1
Alternativa B: o informe denuncia que os membros da OCDE não
estão reduzindo os subsídios a PRODUÇÃO agrícola.

Questão 2
Alternativa C : a OCDE informa que houve progressos de algumas
políticas para reduzir os subsídios amarrados ao volume produzido.

Questão 3
Alternativa C: há uma polêmica (entredicho) dentro da UE (França
contra Inglaterra) sobre seu orçamento porque ai é que se briga por
quanto e quem e como se pagam essas ajudas aos agricultores não-
competitivos.

Questão 4
Alternativa D: é a grande briga das relações comerciais pós-
guerra fria, o grande conflito norte/sul que pareceu encaminhar-se
positivamente na reunião de DOHA(2001), mas fracassou na
seqüência em Cancún (2003), e ameaça fracassar mais uma vez em
Honk Kong (dezembro 2005).

Questão 5
Alternativa E

Questão 6
Alternativa A ; “según” e uma preposição que expressa
conformidade com algo.

Questão 7
Alternativa B: são sinônimos.

Questão 8
Alternativa B: a informação do texto assinala que mesmo tendo
reduzido um pouco os subsídios atrelados ao volume produzido, ele
é “TODAVÍA” (ainda ) de 74 % (muito alto).

Lecturas complementares

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Texto 1

BRUSELAS.- El comisario europeo de Comercio, Peter Mandelson,
ha censurado el borrador de negociación para la cumbre de Hong
Kong presentado por el director general de la Organización Mundial
de Comercio (OMC), Pascal Lamy, al considerar que no plantea
avances suficientes en la apertura al comercio de bienes
industriales y servicios.
"Agradezco el trabajo que Pascal Lamy ha hecho en esta
declaración, pero temo que no hará avanzar las negociaciones
sobre la reforma comercial", advirtió Mandelson, en una
declaración escrita."Hay progresos en Agricultura. pero no están
correspondidos en los capítulos de bienes industriales y servicios.
Esta falta de equilibrio constituye un problema real que es
necesario resolver en Hong Kong", añadió el comisario, en
referencia a la conferencia ministerial de la OMC que se celebrará
a la ciudad asiática del 13 al 18 de diciembre.
Lamy presentó a los 148 países miembros de la OMC el borrador
del programa de trabajo para la cita de Hong Kong, clave para
determinar el futuro de la ronda de negociaciones multilaterales
iniciada en Doha (Qatar) en noviembre de 2001. Ante esta reunión,
los países emergentes y en vías de desarrollo reclaman a los
industrializados que mejoren sus ofertas en materia de reducción
de subsidios agrícolas y acceso al mercado de productos agrícolas,
posibilidad que la UE rechaza si no obtiene contrapartidas en las
áreas de bienes industriales y servicios.
Lamy señala en ese informe preliminar la resolución de todos los
países a completar la agenda de la Ronda del Desarrollo de Doha
"en su totalidad y a concluir con éxito en 2006" las negociaciones
iniciadas hace cuatro años en la capital qatarí.
Allí los países decidieron profundizar en la liberalización mundial
del comercio agrícola, de servicios, de productos industriales, así
como en el desarrollo y la eliminación o reducción de tarifas
arancelarias, entre otros, y que los beneficios de ello revirtieran
sobre las economías emergentes.
Sin embargo, las enormes diferencias surgidas en agricultura y
servicios, por ejemplo, entre los países en desarrollo y los
desarrollados, y entre éstos mismos, ha hecho que la negociación
tras los avances logrados hasta fines de julio de 2004 se haya
estancado y se encuentre en una calle sin salida.
Lamy señaló hoy a las delegaciones que el documento que les
presentaba "no pretende representar un acuerdo de conjunto" y
tampoco desestima las diferentes posiciones de las delegaciones.
(12.10.05)

Texto 2
Según un estudio de la OCDE, el valor total del apoyo a los
productores entre sus 30 miembros fue de US$ 280.000 millones
en el 2004, un aumento desde los US$ 256.000 millones del
2003, pero la ayuda quedó en el 30% de los ingresos brutos de
la agricultura.

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Estados Unidos, países de la Unión Europea y otras naciones
ricas aumentaron los subsidios a sus agricultores a $112,000
millones, el año pasado, porque los precios de los granos
cayeron . El subsidio agrícola en la Unión Europea que es por
lejos el mayor en valores absolutos, se redujo a una suma
equivalente al 33% de los ingresos brutos del sector agrícola
desde el 36%, dijo la OCDE. Los aranceles comerciales
proporcionaron asistencia agrícola adicional valuada en
$168.000 millones, dijo la OCDE en el informe que salió hoy. El
total combinado de $280.000 millones representó 30 por ciento
del ingreso de los agricultores en los 30 países de la OCDE.
Los programas de ayuda están ''fomentando la producción,
distorsionando el comercio y contribuyendo a desequilibrar los
precios de los productos agrícolas'', según el informe de
77 páginas. El maíz (milho)fue el producto más subsidiado,
seguido por el azúcar, la leche, el cerdo (porco)y la carne vacuna.
Los ministros de comercio de 148 países intentan diseñar un
marco para estandarizar(homogeneizar)y reducir la cantidad de
ayuda agrícola que los gobiernos proporcionan, a tiempo para
una cumbre de la OMC en Hong Kong en diciembre.
''Los subsidios agrícolas son un obstáculo para lograr un
acuerdo en la OMC'', dijo Daniel Griswold, economista de
Washington, que se opone a los pagos agrícolas y apoya una
disminución de las barreras comerciales. ``Como resultado,
están costándoles a las compañías estadounidenses
oportunidades perdidas''. Los países más pobres como Brasil y
Filipinas están pidiendo la eliminación de subsidios en un
momento en que los agricultores de los países ricos están
lidiando(batalhando)con una creciente competencia que, según ellos
aducen (argumentam), justifica la asistencia, dijo la OCDE en un
informe que estudia el panorama del comercio agrícola de aquí a
2 lustros.

Texto 3
Nicaragua, junto a otros ocho países de Latinoamérica, obtuvo un
fallo favorable por parte de la Organización Mundial del Comercio
(OMC) en su demanda contra la Unión Europea (UE), que pretendía
aumentar sus aranceles sobre las importaciones de banano a partir
del 2006.
La agencia noticiosa EFE reportó ayer que en su decisión los
árbitros de la OMC dijeron que el aumento arancelario previsto por la
UE “no llevaría al mantenimiento del acceso al mercado
(comunitario) de los actuales abastecedores de banana”.
La Comisión Europea había anunciado que a partir del primero de
enero del 2006 aumentaría a 230 euros (unos 278 dólares) por
tonelada el arancel que impone a los países latinoamericanos
productores de banano para entrar en el mercado europeo y que
actualmente es de 75 euros (unos 90 dólares).
Ecuador, Colombia, Costa Rica, Honduras, Guatemala, Panamá,
Brasil, Venezuela y Nicaragua son los países que reclamaron por la
medida.

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Los latinoamericanos consideraron, en su demanda, que el nuevo
arancel era excesivo y que disminuiría su participación en el
mercado europeo ante la competencia de los países ACP (África,
Caribe y Pacífico) que gozan de un acceso preferencial con arancel
cero para el banano.
La embajadora de Nicaragua ante la OMC, Alicia Martin, dijo que
hoy partía hacia la sede de esta organización, en Ginebra, Suiza,
para definir las acciones a continuar.
Informó que posteriormente se reunirán en Bruselas con la UE para
negociar, antes de decidir otro arbitraje al que tienen derecho.
Aunque Nicaragua no exporta banano a la Unión Europea, Alicia
Martin, embajadora ante la OMC, dijo que el país se ha involucrado
en esta querella por el potencial que tiene este rubro y por los 30 mil
nicas que trabajan en las bananeras de Costa Rica.

TEXTO 4

TOKIO.- Japón decidió el lunes imponer aranceles a 15 bienes de
Estados Unidos, entre ellos las importaciones de acero, en
represalia por una ley antimonopolio estadounidense, contra la cual
ya han adoptado medidas similares Canadá y la Unión Europea.
Esta es, sin embargo, la primera vez que Japón lleva a cabo tal
medida de represalia comercial —que se empezará a aplicar a partir
del próximo 1 de septiembre— contra uno de sus socios
comerciales.
Los aranceles, del 15 por ciento, afectarán, entre otros bienes, a las
importaciones de acero y estarán en vigor durante el tiempo en que
Estados Unidos mantenga esa ley, indicaron representantes del
Gobierno nipón.
La Unión Europea, México, Brasil, Chile, India y Canadá ya
denunciaron en enero del 2003 ante la Organización Mundial del
Comercio (OMC) la ilegalidad de la normativa estadounidense
“antidumping” (contra la competencia desleal) conocida como
“Enmienda Byrd”.
Esta ley —conocida por el apellido de su promotor, el senador
Robert Byrd— permite a EE.UU. multar a las firmas extranjeras que
venden productos por debajo de su costo (dumping), y distribuir el
dinero recaudado entre las firmas nacionales que denuncian esas
prácticas.
Los países afectados por esta práctica (entre ellos Japón y Corea
del Sur, además de los ya citados) han denunciado que se trata de
una subvención disfrazada, que anima a las empresas de EE.UU. a
seguir denunciando supuestos casos de “dumping”.
La OMC dio la razón a los países denunciantes de la “Enmienda
Byrd” y demandó a Washington que cambiara la normativa antes del
27 de diciembre del 2003.
Esa fue la primera vez que un número tan grande de países fue
autorizado a aplicar sanciones por una misma disputa.
Todos ellos representan, en conjunto, un 71 por ciento del total de
las exportaciones estadounidenses y un 64 por ciento de las
importaciones.

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EE.UU. se negó a dar marcha atrás, por lo que en enero del 2004
los denunciantes solicitaron a la OMC la autorización para imponer
sanciones comerciales a aquel país, lo que fue autorizado el 31 de
agosto pasado.
En noviembre del 2004 la OMC dio su visto bueno a una lista de
bienes contra los que tanto Japón como el resto de países críticos
con la “Enmienda Byrd” pueden imponer sanciones económicas por
medio del establecimiento de esos aranceles suplementarios.
El Ministro de Comercio japonés, Shichi Nakagawa, señaló que
Japón “ha apremiado a EE.UU. repetidas veces para que aboliera
esa enmienda con el fin de evitar la imposición de contramedidas”.
Sin embargo dijo el ministro, “hemos constatado que es muy poco
probable que (la ley) sea anulada en el actual año fiscal”, que
termina en septiembre del 2005 en EE.UU.
Pese a todo, Nakagawa expresó su confianza en que EE.UU.
recapacite presionada por las represalias comerciales anunciadas
este lunes.
“Esperamos que EE.UU. tome con seriedad la decisión adoptada por
Japón e inmediatamente retire la ‘Enmienda Byrd’”, dijo el titular de
Comercio nipón.
Aunque los economistas señalan que estas medidas de represalia
no afectarán en una medida significativa al boyante comercio entre
Japón y EE.UU., debido a la cuantía relativamente pequeña del
castigo arancelario, sin embargo sí ayudarán a aumentar la presión
internacional sobre Washington para que retire la ley.
La Unión Europea y Canadá ya introdujeron medidas comerciales de
represalia por la misma razón en mayo pasado.
El pasado 1 de abril México anunció que también establecerá una
“imposición de cuotas e impuestos adicionales” a los productos que
importe desde EE.UU., “hasta por 20 millones de dólares”, en el
próximo año.
La aplicación de las represalias arancelarias supondrá una caída de
las importaciones japonesas de EE.UU. en más de 52 millones de
dólares anuales sólo en productos de acero.

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