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Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) é, de longe, um dos animes que mais se utiliza de bases e têm

inspirações oriundas das mitologias. Mitologias porque desde a grega, que é a maior fonte de inspiração,
até a babilônica, temos referências à inúmeras figuras, como: divindades, monstros, criaturas e lugares
místicos. Esta seção é dedicada e cita boa parte deles, em verbetes divididos por personagens.

Mitologia (Deuses)

Zeus:
Era a divindade suprema do Olimpo, chamado de "pai dos deuses e dos homens", Zeus simbolizava a
ordem racional da hélade. Zeus é o personagem mitológico que, segundo Hesíodo e outros autores,
nasceu da união de Réia e Cronos. Cronos, o titã, engolia os filhos para evitar que se cumprisse a
profecia de que um deles o destronaria. Após o nascimento de Zeus, Réia ocultou a criança numa
caverna, em Creta, e deu uma pedra envolta em faixas para o marido engolir. Quando chegou à idade
adulta, Zeus obrigou o pai a vomitar todos os seus irmãos, ainda vivos, e o encerrou sob a terra.
Transformou-se então no novo senhor supremo do cosmo, que governava da morada dos deuses, no
cume do Monte Olimpo. Entre os romanos era venerado sob o nome de Júpiter.

Atena:
Segundo a mitologia, também foi profetizado que Zeus seria destronado por um de seus filhos, tal como
ele havia feito com seu pai. Portanto, para evitar o cumprimento da profecia, ele engoliu Métis, que
estava gravida. Depois de concluída a gestação, Zeus ordenou a Hefestos que lhe abrisse a cabeça com
um golpe de machado e da ferida aberta na cabeça do pai dos deuses, nasceu Atena, já adulta e
armada. Ela personificava a sabedoria e amava as artes bélicas e era uma das doze divindades
olímpicas. Entre os romanos era chamada de Minerva.

Artemis:
Ártemis era filha de Zeus e de Leto, era irmã gêmea de Apolo e uma das doze divindades olímpicas.
Decidiu permanecer virgem e era defensora da pureza, protetora das amazonas e dos caçadores, e
deusa da luta e da caça. Era vingativa e excelente arqueira. Cultuada sobretudo nas áreas rurais, na
Ática enfatizou-se seu caráter de "senhora das feras", na ilha de Eubéia foi considerada protetora dos
rebanhos e no Peloponeso reconheceu-se seu domínio sobre o reino vegetal e ela foi associada à água
vivificante. Era cultuada entre os romanos sob o nome de Diana.

Éris:
Na tradição mais corrente, figura como uma das divindades primordiais, filha da Noite. Em outras
versões, é mencionada como filha ou irmã de Ares, o deus da guerra. Acompanhava-o aos campos de
batalha, disseminando ódio entre os combatentes. Ficou ofendida por não ter sido convidada paras as
núpcias de Peleu e Tétis, portanto, decidiu se vingar lançando entre as deusas, que haviam sido
convidadas, um pomo com os dizeres: "para a mais bela". Afrodite, Atena e Hera disputaram o pomo.
Então decidiu-se que Páris deveria julgar entre elas. As deusas lhe prometeram o que lhe dariam caso
fossem escolhidas, e Páris decidiu-se por Afrodite, que lhe havia prometido o amor de Helena, dando
origem á guerra de Tróia.

Apollo:
Era o deus grego da luz e da beleza. Uma das doze divindades olímpicas. Filho de Zeus e Leto, e irmão
gêmeo de Ártemis, nasceu na ilha de Delos, onde, com a ajuda de Poseidon, Leto se refugiara da
perseguição da deusa Hera, enciumada da traição de Zeus. Diariamente, Apolo conduzia o carro do sol
para o alto do céu; depois, guardava-o atrás das montanhas. Assim, era responsável pelos dias e pelas
noites. Entretanto, uma vez por ano, viajava para o país dos Hiperbóreos; nessa ocasião, era inverno na
Terra. Como deus da luz, cabia-lhe proteger os campos, os navegantes, os artistas e médicos. Presidia
as musas e amava as artes. Era também uma das doze divindades olímpicas.

Hades:
Uma das dozes divindades olímpicas. Participou da luta contra Cronos, seu pai, e os Titãs, quando os
ciclopes armaram-no de um capacete mágico que o tornava invisível. Vencidos os adversários, Zeus,
Poseidon e Hades fizeram a partilha do mundo. Zeus ficou com o céu e a terra, Poseidon, o reino dos
mares e Hades tornou-se o senhor das profundezas subterrâneas. Reinava sobre os mortos. Era
assistido em suas funções por múltiplas divindades monstruosas e terríveis. Presidia o tribunal composto
por Minos, Radamanto e Éaco, destinado a julgar as almas dos mortos e destina-las as seus respectivos
mundos. Não saia de seu refúgio e não se metia em assuntos dos demais deuses. Saiu das profundezas
para raptar sua esposa Perséfone. Era chamado de Plutão entre os romanos.

Odin:
O rei dos deuses na mitologia nórdica e líder dos Aesir (os deuses nórdicos). Não tinha um dos olhos.
Tinha grande amor pelas batalhas. Era em Valhalla, o grande salão de um de seus palácios estão
reunidos todos os mortos em batalhas. Ele tinha dois corvos Hugin e Munin, que lhe traziam as notícias
diariamente. Era casado com Frigga e pai de Thor. Tinha um cavalo de oito patas chamado Sleipner.

Abel:
Era o deus mais importante na mitologia babilônica. Possuía poderes de levitação e de hipnotismo, e o
comando do sol.
Poseidon:
Uma das dozes divindades olímpicas. Na partilha do mundo, ficou com o domínio do reino do mar.
Comandava as ondas, provocava as tempestades, os maremotos, abalava os rochedos, golpeando-os
com seu tridente, fazia brotar as fontes. Seu poder estendia-se também às águas correntes e aos lagos,
embora os rios tivessem divindades próprias. Vivia num palácio nas profundezas do mar, com sua
esposa Anfitrite. Percorria seu vasto domínio num carro puxado por cavalos brancos, empunhando seu
tridente. Entre os romanos era chamado de Netuno.

Mitologia (Guerreiros Deuses)

Thor de Phecda:
Filho de Odin e Jörd, é o deus do trovão, o mais popular dos deuses do panteão nórdico. Sua esposa é
Sif,, deusa do trigo. Sempre carrega seu martelo de pedra, chamado Mjöllnir. Cavalga uma carruagem
puxada por dois bodes.

Fenrir de Alioth:
É um lobo negro, filho de Loki e a giganta Angerboda.
Ele não podia ser preso, exceto pela corrente Gleipnir, que havia sido feita pelos anões ferreiros. Porém
para se deixar prender, Fenrir pediu que um dos deuses pusesse a mão em sua boca. Týr aceitou e
acabou por perder a mão. Fenrir está destinado a matar Odin, no Ragnarok, quando ele se soltará da
Gleipnir.

Hagen de Merak:
Meio-irmão de Siegfried, Hagen é filho do anão Alberich e cobiça o anel feito pelo pai. Hagen dá a
Siegfried a poção que faz com que ele se esqueça de Brunehilde e apaixone-se por Gutrune.
Siegfried é morto por Hagen, pelas costas, numa caçada. Siegfried então é posto numa pira fúnebre.
Brünnhilde tira o anel do dedo dele e o coloca no seu próprio dedo. Entretanto, quando as chamas
começam a queimar o corpo do herói, ela se atira no meio da pira e morre queimada com o seu amado.
Então o rio sobe até eles e as Donzelas do Reno tiram o anel do dedo de Brünnhilde. Hagen pula na
água, numa tentativa de recuperar o anel e morre afogado.

Mime de Benetnasch:
Mime é um anão que cria Siegfried desde que sua mãe morreu, quando ele ainda era menino. Mime cria
Siegfried apenas com o intuito de que ele possa vir a matar o dragão Fafner, quando crescer, e assim,
conquistar o anel mágico, que Mime almeja. Quando Siegfried descobre, ele mata o dragão, recupera o
anel e mata Mime, na caverna de Fafner.

Alberich de Megrez:
Alberich é o anão que forja o anel mágico, com o ouro guardado pelas donzelas do Reno, Woglinde,
Wellgunde e Flosshilde, e que é capaz e dar ao seu possuidor imensos poderes, desde que ele renegue o
amor. Esse anel é confiscado de Alberich por Odin e Loki, mas antes de o entregar, Alberich o
amaldiçoa.

Shidro de Mizar:
Nada consta.

Bado de Arkor:
Nada consta.

Siegfried de Dubhe:
É filho de Siegmund e de Sieglinde. É um grande herói que restaura Nottung, a espada de seu pai, mata
o dragão Fafner e conquista a valquíria Brünnhilde.

Loki:
Deus do fogo. Irmão de Odin. Loki é tido como trapaceiro, e por hora é conselheiro dos deuses, é astuto
e trapaceiro. É casado com Sigyn. É desleal e diz-se que o Ragnarok (a queda dos deuses) virá por
causa dele.

Ur:
Deus da caça que maneja o arco e a flecha. Não há mitos a respeito dele e nos últimos tempos
permaneceu como um deus sem importância.

Rung:
Nada consta.

Midgard:
Midgard não é um nome de personagem, e sim de lugar. Midgard é a terra onde habitam os seres
humanos, e o nome significa “terra-média”.

Frey:
Frey é filho de Njord e Skadi, e irmão de Freya. Ele é o maior dos deuses da fertilidade, e controla o
brilho do sol e a chuva, é casado com Gerd, e possui o navio mágico chamado Skidbadnir, o elmo
Gullinbursti e o cavalo Blodighofi. Possuía também uma espada capaz de mover-se sozinha, que foi
perdida na batalha contra os gigantes.

Freya:
Filha de Njord, é irmã de Frey. Seu palácio chama Sessrumir, e fica em Asgard. Freya, como seu irmão,
preside a fertilidade. É a deusa do amor e da morte. Ela viaja numa carruagem puxada por dois gatos e
é lendária por sua beleza e vaidade.

Mitologia (Generais Marinas)

Thetis de Sereia:
A Sereia é uma entidade lendária da Grécia antiga que reaparece em numerosas mitologias posteriores.
Eram filhas do rio Aquelóo e de Melpômene ou de Estérope; uma variante posterior diz que nasceram do
sangue de Aquelóo, ferido por Hércules na disputa por Dejanira. Ao que parece, as sereias eram três:
Partênope, Lígia e Leucósia. Alguns mitógrafos, no entanto, afirmam que eram quatro e lhes atribuem
nomes diversos. Elas eram originalmente, belíssimas jovens, que faziam parte do séquito de Perséfone.
Quando Perséfone foi raptada por Hades, suplicaram aos deuses que lhes dessem asas para procurar
sua senhora na terra, no céu e no mar. Sendo assim, as sereias originais, eram metade mulher, metade
pássaro. Uma variante diz que Afrodite as transformou em seres metade peixe, metade mulher, porque
elas se recusavam a se entregarem aos prazeres do amor.

Bian de Cavalo Marinho:


Nenhuma lenda relacionada.

Io de Scylla:
Scylla era uma belíssima ninfa, que foi transformada em monstro pelo ciúme da feiticeira Circe. Diz-se
que metade seu corpo era uma bela mulher e metade era um monstro horrível, e que habitava o estreito
de Messina, onde se alimentava de navegantes.

Krishna de Chrysaor:
Filho da medusa, nasceu ao mesmo tempo que Pégaso, quando Perseu cortou a cabeça da górgona.
* Krishna" significa "a pessoa toda-atrativa", e é considerado outro nome do deus Hindu Vishnu, é
também a Divindade cultuada e difundida pelo movimento Hare Krishna.

Kasa de Lymnades:
Ryumunades ou lymnades, eram ninfas dos lagos, capazes de seduzir homens, tomando a forma daquilo
que eles mais amavam, para depois devorá-los.

Isaak de Kraken:
Kraken é um monstro do mar, que sempre foi motivo de temor para os navegadores. No entanto, ele foi
aprisionado por Poseidon.

Sorento de Sirene:
Sirene é outro nome dado as Sereias.

Kanon de Dragão Marinho:


Os dragões do mar, são figuras recorrentes nas histórias dos antigos navegantes, quase tão populares
quanto os dragões alados. Nenhuma lenda específica, entretanto, é difundida.
Mitologia (Cavaleiros Celestiais)

Toma de Ikarus:
Dédalo era um habilidoso escultor, que foi banido de sua terra por ter assassinado um jovem. Então,
Dédalo se aventurou pela Ática com seu filho Ícaro e foi acolhido com honras pelo rei Minos, que
conquistou a sua amizade. Foi Dédalo quem construiu o labirinto do Minotauro. Quando Minos tornou-se
um tirano, confinou Dédalo a uma ilha, da qual jamais poderia sair sem autorização. Para escapar do rei,
Dédalo começou a colecionar penas de aves diversas e colando as penas com cera, construiu duas asas
para ele e mais duas para seu filho. Assim, eles fugiram da prisão. Só que, encantado com a experiência
de voar, Ícaro não descia, mesmo advertido pelo pai, de que não voasse muito próximo ao sol. Então, os
raios solares derreteram a cera que prendia as asas, e Ícaro caiu, precipitando-se no mar, que trouxe o
corpo morto do menino até a praia onde estava seu pai.

Odysseus:
Soberano de Ítaca, é chamado de Ulisses. Foi combater em Tróia, e foi ele quem propôs a construção do
cavalo de madeira. Na viagem de volta, seu navio naufragou, e ele vagou por muitas terras, antes de
voltar a sua ilha, na aventura escrita por Homero, que é chamada de Odisséia, e que é a razão pela qual
Ulisses é chamado de Odisseu.

Theseus:
Filho de Egeu e de Etra, foi pedido a sua mãe que só revelasse ao menino, quem era seu pai, quando ele
já fosse grande o suficiente para pegar a espada e as sandálias que ele escondera sob uma enorme
pedra. Depois disso devia ir em segredo até Atenas. Teseu realizou o fato quando completou 16 anos.
Reconhecido pelo pai, lutou contra os Palântides, derrotou o Minotauro, tornou-se rei de Atenas e
participou de diversas aventuras. É considerado o maior herói ateniense.

Mitologia (Cavaleiros de Bronze)

Seiya de Pégasus (Pégaso):


Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser decapitada por Perseu.
Desde que Pégaso viu a luz, voou para a morada dos imortais, o Olimpo, onde foi domado por Atena,
que ofereceu o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego Belerofonte, para que combatesse a Quimera.
Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse,
provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde
então ao serviço de Zeus. Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares
freqüentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com
um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos
poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração. Perseu também o montou
quando salvou Andrômeda do monstro que devastava seu país. A história de Pégaso tornou-se um dos
temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas, e reza a lenda que ele foi posto entre as
constelações no céu.

Shiryu de Dragão:
São muitas as mitologias e culturas que tratam dos dragões.
Na mitologia grega os dragões eram diferentes das imagens atuais. Eram em geral, serpentes gigantes,
sendo que a aparição mais célebre é a constelação boreal de Draco, que baseia-se na serpente
mitológica de centenas de cabeças conhecida como Ladon, filha de Typhon com Echidna, que era a
guardiã da árvore de maçãs douradas de Hera, deusa das mulheres e do casamento, esposa de Zeus.
Em uma das doze tarefas incumbidas à Hércules, filho de Zeus com uma mulher mortal, este matou
Ladon com flechas envenenadas.
Na mitologia nórdica eles são tidos como serpentes gigantes, e possuem participação muito maior do
que dragões gregos. Os três dragões nórdicos principais são: Nidhogg, Fafnir e a Serpente-Mundo
(Yggdrsil).
* Fafnir é o dragão que foi morto por Siegfried. Na mitologia chinesa, os dragões eram primordialmente
divindades das chuvas. Eles não são considerados maus como seus parentes ocidentais sendo que na
maior

Hyoga de Cisne:
Na mitologia grega, o cisne refere-se ao animal em que Zeus se metamorfoseou para seduzir Leda,
rainha de Esparta e mãe de Pollux e de Helena de Tróia. O Cisne também é o animal consagrado á
Afrodite.
Na mitologia oriunda da Islândia, o cisne é a encarnação da coragem do homem e do corpo feminino, e
a ele se atribui a origem do mundo, nele se concilia o bem e o mal, o dia e a noite, a vida e a morte, o
tudo e o nada.
Na mitologia hindu Brhamá é representado sentado geralmente sobre um cisne, que simboliza a
discriminação ou sobre um lótus, que representa o conhecimento.

Shun de Andrômeda:
Andrômeda era filha de Cefeu e Cassiopéia, princesa da ilha de Joppa. Sua mãe era incrivelmente bela,
porém, muito vaidosa. Também se orgulhava da beleza da sua filha. De fato, ela gabou-se de que sua
família fosse mais bela que as nereidas, filhas de Poseidon. Então, as Nereidas queixaram-se a seu pai,
que achou que devia defender a sua reputação. O deus dos mares mandou um monstro para devastar o
reino de Cefeu. Os oráculos disseram a Cefeu que para salvar seu povo, ele deveria sacrificar sua filha à
esse grande monstro do mar. Então, Andrômeda foi amarrada a uma rocha na costa, esperando que o
monstro a viesse devorar. Naquele momento Perseu aparece. Ele havia acabado de matar a Medusa e
trazia a sua cabeça para Atenas. O herói se oferece para salvar a princesa, em troca de sua mão, e
usando a cabeça da medusa transforma o monstro em pedra e liberta Andrômeda.

Ikki de Fênix:
Segundo a mitologia grega a ave fênix era originária da Etiópia. O mito em geral, muito popular no
Egito, diz que ela era única. Portanto, para assegurar sua descendência, quando sentia a proximidade da
morte, fazia uma espécie de ninho com plantas aromáticas e ervas mágicas e, após atear-lhe fogo,
instalava-se em seu centro. Das cinzas surgia uma nova Fênix, que transportava os restos do ninho para
a cidade de Heliópolis, no Egito. Ali era adorado o deus Sol, Hélios, de quem, segundo uma versão, a
ave era a encarnação.
Diz-se também que a Fênix habitava os desertos da Arábia e vivia muitos séculos. Algumas variantes
dizem que eram seiscentos anos.
Na mitologia oriental, dá-se igualmente o nome de Fênix a uma ave maravilhosa que os chineses
transformaram em símbolo da felicidade, da virtude e da inteligência. Participam da ave o dragão, a
serpente, a tartaruga e o peixe. Na sua plumagem, brilhavam cinco cores sagradas.

Jabú de Unicórnio:
Um dos mitos mais populares, a criatura povoa diferentes mitologias, e há referências á eles incluídas na
Bíblia Cristã. Nas lendas medievais, conta-se que estes animais só se aproximavam das virgens. Só
virgens e pessoas puras de coração podiam ver o chifre do unicórnio, os outros mortais apenas
conseguiam ver uma égua branca. Eles viviam em bosques, onde era sempre primavera. O Unicórnio
trazia a luz do Sol e era o guardião do seu território, do qual não poderia sair, caso contrario morreria.

Geki de Urso:
Calisto era, segundo a lenda, uma ninfa dos bosques ou, segundo outra versão, filha do rei Licáon da
Arcádia. Fizera um voto de virgindade para Ártemis. Vivia nos bosques com a deusa, até que um dia,
quando estava só, Zeus apaixonou-se por ela e, seduziu-a. Mais tarde ao regressarem da caça, Ártemis
e as companheiras decidiram banhar-se no rio. Descobriram o que Calisto havia feito e a baniram,
então. Calisto deu à luz um filho, Arcade. Hera enciumada, transformou Calisto num Urso. Um dia, um
caçador perseguiu-a e quase a apanhou. Reconhecendo o próprio filho no caçador, Calisto tentou
aproximar-se e este já erguia a lança para a ferir quando Zeus enviou um vento forte que a levou para o
céu e transformou Calisto numa constelação. Arcade foi o progenitor de uma grande raça, os Arcádios e
mais tarde foi colocado no céu ao lado de sua mãe, formando assim as constelações de Ursa Maior e
Ursa Menor.

Ichi de Hidra:
Há duas constelações com este nome, sendo a que vamos abordar a Hidra (Hydra) e a Hidra Macho
(Hydrus). Este animal corresponde à Hidra de Lerna, que era uma serpente gigantesca e de muitas
cabeças que aterrorizava a região de Lerna, na Argólida. Era filha de Equidna e Tífon, seus irmãos eram
Cérbero, o cão do Hades; Ortro, o cão de Gérion, e a Quimera. A picada da Hidra era venenosa, e não
existia antídoto contra o veneno.. Quando uma cabeça era cortada, outra nascia em seu lugar, e além
disso uma delas era imortal.

Nachi de Lobo:
A constelação e o mito do Lobo referem-se a um rei de Arcadia, por nome Lycaon (palavra relacionada
com "lobo" e "luz"). O Rei Lycaon governava Arcadia com os seus cinqüenta filhos, dizia-se que ele
sacrificava humanos, quando toda a Grécia havia passado a abominar tais práticas. Diz-se que Lycaon
ofereceu um menino como sacrifício a Zeus, o que o fez com que ele ficasse irado, e mandasse um lobo
atacar Lycaon e um relâmpago destruísse a sua casa, matando todos os seus cinqüenta filhos. Outra
tradição diz que Zeus visitara a Arcadia disfarçado de um simples viajante. Lycaon e os seus filhos
ofereceram-lhe sopa feita de carne de cabras e carneiros, com a carne de Nyctimus. Tendo descoberto,
Zeus atirou a mesa abaixo e matou todos os filhos do rei com relâmpagos e restaurou a vida de
Nyctimus. Lobo então se tornou uma constelação que lembra o animal sendo sacrificado.

Ban de Leão:
A constelação de Leão Menor surgiu para preencher uma área do céu na qual não existiam constelações
conhecidas pelos antigos astrônomos ocidentais. Portanto, não há nenhum mito relacionado á mesma.

June de Camaleão:
Não há lendas associadas a constelação do Camaleão, datada do final do século XVI.

Mitologia (Cavaleiros Fantasmas)

Jaga de Orion:
A mitologia traz variantes da lenda de Órion. Órion era o filho de Poseidon e uma humana, e portanto,
meio mortal. Diz-se que ele, grande caçador, ofendeu Ártemis, e a deusa mandou um escorpião para
matar o caçador. (ver Escorpião)

Orfeu de Harpa:
(Ver Orfeu de Lira em cavaleiros de Prata)

Yan de Escudo:
Nada consta.

Kraisto de Cruzeiro de Sul:


Nada consta. Referência aos cristianismo.

Maiya de Sagita:
(ver Tremy de Sagita em cavaleiros de prata)
* A ninfa Maia é uma das Plêiades, mãe de Hermes, e Filha de Atlas e Plêione.

Mitologia (Cavaleiros de Prata)

Misty de Lagarto:
A constelação do Lagarto não era conhecida, e não está associada a nenhuma lenda antiga.
Mouses de Baleia:
A Baleia é tida em algumas variantes da lenda de Andrômeda como monstro enviado por Poseidon para
devastar a ilha de Joppa.

Asterion de Cães de Caça:


Cães de Caça é outra constelação sem nome mítico.. Representa os dois cães Asterion e Chara, ambos
presos por uma trela por Boieiro e que aparentemente perseguem a Grande Ursa.

Algethi de Hércules:
Filho de Zeus e Alcmena, é considerado o maior herói grego. Realizou inúmeras façanhas e após sua
morte, foi posto entre as constelações.

Albion de Cefeu:
Cefeu era o filho de Belus, rei do Egipto (filho de Poseídon). Cefeu era o rei da Etiópia (ou Joppa). Casou
com Cassiopéia e pai de Andrômeda.

Babel de Centauro:
O mito de centauro está relacionado aos doze trabalhos de Hércules. Em seu quarto Trabalho, a missão
de Hércules era de trazer um violento javali que trazia a morte e a destruição aos habitantes de parte
norte da Península de Peloponeso. No seu caminho, ele parou para visitar seu amigo, um centauro
chamado Pholus. Os centauros eram metade homens, metade cavalos, descendiam de Ixion e Nephele.
Durante este trabalho, Hércules fere seu amigo centauro, por nome Quíron, que por ser imortal, não
vem a falecer, mas e condenado a sofrer a dor de um ferimento mortal para sempre, porém Prometeus
fica com a imortalidade do rei dos Centauros e ele pode morrer, finalmente. Pholus acaba se ferindo ao
derrubar uma flecha de Hércules em seu pé, e morre. Assim sendo, a constelação de Centauro
representa dois seres desta raça: Quíron e Pholus.

Dante de Cérbero:
Cerbero era o cão de múltiplas cabeças e mordida tão venenosa quanto a de uma víbora. Guardião do
reino de Hades, ficava do outro lado do rio Aqueronte. Ele permitia a entrada das almas, porém impedia-
lhes de sair. Há registros de seres que passaram por ele. Enviada aos infernos por Afrodite, Psiquê deu
um bolo para o cão, que lhe deixou passar. Orfeu o adormeceu com sua lira, e Hércules o derrotou em
um de seus trabalhos.

Capella de Auriga:
O jovem Cocheiro (Auriga) segura um chicote numa mão e uma cabra e as suas crias na outra mão.
Essa cabra chamava-se Capella que significa "pequena cabra". Um nome prévio desta estrela era
Amaltéa, que era a cabra que amamentou Zeus, quando ele era ainda um bebê.

Aracne de:
Segundo a mitologia grega, Aracne era uma jovem tecelã que vivia na Lídia, em uma região da Ásia
Menor chamada Meônia. Seu trabalho era tão perfeito que, em todas as cidades da Lídia, Aracne ganhou
fama de ser a melhor na arte de fiar e tecer a lã. Atena que também era conhecida pelas suas
habilidades nesta arte desafiou a moça para uma competição. Atena teceu a cidade de Atenas, os
deuses em seus tronos, a oliveira e a deusa Nike. Aracne teceu as aventuras amorosas de Zeus. Irritada
com o trabalho da rival, Atena rasgou sua obra, e Aracne se enforcou logo após isso. Arrependida, Atena
transformou Aracne em aranha e pois suas teias entre as constelações.

Dio de Mosca:
Não há nenhum mito relacionado á essa figura.

Sírius de Cão-Maior:
Siriús é a mais brilhante estrela da constelação de Cão maior. No antigo Egito, a estrela Siriús era alvo
de uma particular veneração e era representada pela Deusa Sothis, ou Ísis Sotis, e pelo Deus Hermes
Thot. Seu aparecimento no céu coincidia com o momento da cheia do rio Nilo, que trazia fertilidade ás
terras egípcias.

Tremy de Sagita (Flecha):


A Flecha era uma constelação conhecida na Antiga Grécia. Algumas referências indicam que Sagitário,
tenha disparado uma flecha de modo aleatório. Não existe, entretanto, nenhum mito específico.

Ágora de Lótus:
Lótus é uma flor que cresce do Egito à China, ela é venerada em todo o mundo por pessoas, que a
consideram o símbolo máximo da pureza espiritual. Está relacionada especialmente ao budismo.

Shiva de Pavão:
O pavão era o símbolo da deusa Hera, o animal consagrado à senhora do Olimpo.

Shina de Cobra:
A constelação de Ofiúco-Serpente. Ofíuco é composta por um grupo, sendo que Ofiúco refere-se à
Asclepius, filho de Apolo e de uma ninfa chamada Coronis, Asclepius teve como professor de medicina o
centauro Quíron , tornou-se cirurgião dos Argonautas, navegou com eles no navio Argo, e conseguiu
trazer de volta à vida um bom número de pessoas, incluindo o filho do rei Minos de Creta. Foi depois de
Asclepius tentar reavivar Orion, mordido por um escorpião, que Plutão começou a queixar-se.
Argumentou a Zeus que se Asclepius levasse a sua por diante roubaria a população inteira de Hades.
Zeus concordou; não poderiam permitir aos homens serem imortais. Então mandou um trovão para
acabar com a vida de Asclepius. Mais tarde Zeus pôs Asclepius nos céus em conjunto com a Serpente. A
serpente há muito que era um símbolo de vida renovada. A serpente forma a segunda parte do grupo.

Marin de Águia:
Hebe, filha de Zeus e de Hera, era a deusa da juventude. Antes de se casar com Hércules, no Olimpo,
ela saiu a procura de alguém para a substituir. Um dia Ganimedes estava guardando os rebanhos de seu
pai nas montanhas, ao redor de Tebas, quando Zeus raptou-o, enviando para o efeito a sua Águia que o
agarrou com as garras e o elevou nos céus, levando-o para o Olimpo. Ali, Ganimedes substituiu Hebe no
exercício das suas funções de escanção dos deuses. Zeus compensou o pai de Ganimedes com cavalos
divinos e a águia que o transportou foi transformada em constelação e colocada no céu.

Orfeu de Lira:
A Lira é o símbolo da poesia, segundo os mitos ela foi inventada pela musa Polímnia ou, por Mercúrio, ao
colocar sete cordas na cavidade da carcaça de uma tartaruga. A Lira foi adotada por Apolo. Também foi
o instrumento de Orfeu, que conseguiu encantar as Sereias com sua música. Foi esse mesmo Orfeu
quem comoveu Hades e Perséfone com sua música e que convenceu Zeus a transformar o instrumento
em constelação. Lira foi posta entre Hércules e Cisne.
Mitologia (Anjos da Morte)

Belzebu:
A origem do nome é Baal-Zebu, o deus filisteu da cidade de Ecrom, que em hebraico quer dizer "senhor
das moscas".

Ashtaroth:
marido de Astartéia, deusa fenícia da Lua. É representado como um anjo nu, fedorento, montando um
dragão.

Moa de Borboleta:
Nada consta.

Erigor de Mantis:
Nada consta.

Mitologia (Cavaleiros de Ouro)

Mú/Shion de Áries:
O primeiro signo do zodíaco faz uma associação à primavera, e tece a história de uma tragédia, como,
aliás, é tão comum nos mitos greco-romanos.
O carneiro de pêlo dourado (o Velocino de Ouro) nasceu da união de Poseidon com a filha de um rei. E
foi nas costas desse carneiro, que Frixo e sua irmã Hele teriam sido levados desde o reino da Beócia até
um lugar seguro, enviados pela mãe, Nefele, fugindo dos planos de Ino, a segunda esposa do rei
Atamas, que planejava mal contra os dois irmãos, por conta da sucessão ao trono do rei. Diz-se que o
carneiro derrubou Hele no que hoje é chamado de helesponto. Frixo chegou á Cólquida sozinho, e lá
sacrificou o carneiro a Zeus e pendurou a sua pele de penugem dourada no altar do templo. Diz-se que
a mãe dos irmãos Frixo e Hele, colocou o carneiro entre as estrelas.
Foi justamente a pele desse carneiro, o objeto procurado pela expedição de Jasão e os Argonautas.

Aldebaran de Touro:
A lenda mais corrente sobre o touro é a da bela princesa Europa, da Fenícia, que tornou-se o objeto da
paixão de Zeus. Para aproximar-se dela, o deus do Olimpo transformou-se em um touro de rara beleza
cujo hálito recendia a açafrão. Quando Europa sentou-se sobre ele, o touro voou sobre os mares,
levando-a até Creta.
Uma variante conta que Io, jovem sacerdotisa de Hera teria sido uma das aventuras amorosas de Zeus.
Hera, enciumada da paixão que Io provocou em seu marido, transformou-a numa vaca errante, sempre
atormentada por um moscardo que a perseguia, sempre observada pelo monstro Argos, o de muitos
olhos. Para fazer par com o, Zeus transformava-se em touro. O deus dos raios também pediu a Hermes
que matasse Argos, para poder ter alguma privacidade. Outras versões asseguram que um dia, às
margens do Nilo, Io pediu a Zeus que pusesse fim ao seu penar; Zeus transformou-a novamente em
mulher e uniu-se a ela. Mais tarde, desta união nasceu Épafos, que tornou-se rei do Egito e que, em
algumas versões, seria o próprio deus egípcio Ápis.

Saga/Kanon de Gêmeos:
É o mito dos irmãos gregos Dióscuros ( do grego dios kouroi que significa; filhos de Zeus), Pólux
(Polideuces) e Cástor. Na noite em que se casou com Tindaro, Leda concebeu duas vezes. Da união pré
nupcial com Zeus, transmutado em cisne, Cástor, da união com Zeus, e Pólux com seu marido, rei de
Esparta. Por ter se uniu á Zeus transmutado em cisne, Leda concebe dois ovos. Num deles estavam
Castor e Helena, a parte mortal, filhos de Tíndaro. No outro ovo estavam Pólux e Clitemnestra, filhos de
Zeus e imortais. No entanto Cástor e Pólux eram gêmeos.
Muito próximos, eles nunca faziam nada sem o consentimento um do outro. Seu culto era muito popular
entre os gregos e no sul da Itália. Eram irmãos de Helena, nascida de um ovo e causadora da guerra de
Tróia. Apesar de serem gêmeos, Cástor era mortal e Pólux imortal. Durante uma das guerras entre
Esparta e Atenas, Cástor morre. Com grande pesar, Pólux oferece metade de sua vida imortal ao irmão,
então uma metade do ano Cástor submerge sob a terra, quando a constelação se põe e por um dia os
dois irmãos encontram-se juntos no Hades.

Máscara da Morte de Câncer:


O mito relacionado à constelação e ao signo fala do caranguejo-gigante que guardava a toca onde a
Hidra de Lerna morava. Um dos 12 trabalhos de Hércules consistiu em matar a Hidra. Quando ele lutava
contra a serpente de muitas cabeças - chamada também de 'cadela de Lerna', irmã de Cérbero, que
guarda o portão de Hades, ou de 'cobra d'água', cujo hálito matava animais e homens, teve o pé picado
pelo caranguejo. Este foi então esmigalhado, depois, pelo mesmo pé. Como sinal de reconhecimento
pelo devotado animal, que tinha sido enviado por Hera, esta deusa transformou o caranguejo em
constelação, no ponto onde as almas dos seres humanos descem para as regiões infernais, na metade
subterrânea do céu.

Aiolra de Leão:
O mito do leão do vale de Neméia, -do primeiro trabalho de Hércules.. Algumas versões afirmam que o
leão era filho da deusa-serpente Equidna, aparentado, portanto, com a esfinge de Tebas. Outras, que
vinha da estirpe de Tífon. Há versões, ainda, que ligam o leão de Neméia à deusa personificação da lua,
Selene, a qual, cansada de sua companhia, atirou-o sobre o monte Apesa. O fato é que o leão
aterrorizava a todos no lugar, e a tarefa imposta à Hércules era a de matá-lo; coisa que o herói só
conseguiu depois de um sono de 30 dias após o qual, desperto, enfeitou-se com uma grinalda de aipos -
um vegetal associado aos infernos- e atacou o leão com uma maçã. O herói matou o leão, retirou sua
pele com as garras do próprio e a usava como um troféu, colocando a pele, ele ficava invulnerável.
Usando-a, matou a rainha Hipólita. Zeus pôs o leão entre as constelações.

Shaka de Virgem:
O mito de virgem pode ser relacionado à deusa Diké, filha de Zeus e Têmis, que vivia entre os homens
até o momento em que a humanidade se tornou injusta, tendo ido para os céus depois de desapontada
com o rumo da vida na terra.
Outras fontes ligam o signo a Deméter, mãe de Perséfone e deusa da colheita e da agricultura. Que se
tornara estéril depois do rapto da filha.

Dohko de Libra:
Diz-se que libra está relacionada á decisão de Páris. Conhecido como um homem justo e imparcial, Páris
era admirado pelos súditos e pelos deuses, que reconheciam nele um homem de bem. Por isso, ele foi
escolhido para julgar a causa das três deusas que debatiam sobre qual delas era a mais bela de todas,
incitadas pelo pomo da discórdia de Éris. Temendo ofender as deusas e mais ainda, temendo ser
perseguido por elas, que apesar de serem deusas, eram terríveis e vingativas, Páris recusa o convite.
Zeus, irado, força Páris a aceitar e escolher entre as deusas a que receberia o título de a mais bela do
Olimpo. Realizado o torneio, onde elas mostraram suas habilidades, dons e beleza, Páris é recolhido a
uma cela, de onde sairia somente com a resposta final. Nos dias em que ficou enclausurado, Páris
recebe a visita de cada uma das deusas que tentavam suborná-lo. Hera oferece-lhe o império do Mundo
e todas as suas riquezas. Atena faria dele um guerreiro valente e invencível. Afrodite oferece-lhe sua
cooperação e proteção e garante-lhe o amor da mulher que ele quisesse na Terra. Ele escolhe Afrodite e
pede o amor de Helena.

Miro de Escorpião:
O gigante Órion, filho de Poseidon, era um exímio caçador, dotado de beleza e vigor extraordinários. Por
mérito de sua bravura, era constantemente convocado para combater feras e monstros que atacavam as
cidades e os campos. Alguns mitógrafos afirmam ser ele filho de Gáia com quase todos os gigantes.
Órion tinha o poder de andar sobre as águas, contemplando mares e terras, dom concedido por
Poseidon. Era também o caçador preferido de Ártemis. Alguns mitos dizem que por ter tentado molestar
a deusa ela enviou o escorpião para matar Órion. Os dois lutam e Zeus, para transformar o ocorrido em
lição, transforma-os em constelações, como lembrete para os seres humanos controlarem a tendência a
irem além de sua possibilidade e ao mesmo tempo para mostrar seu poder e sua força. Quando Órion
surge no céu, o escorpião está abaixo do horizonte. Quando este ascende Órion, morre, pondo-se sob a
terra. Outra versão explica que Ártemis quis matar Órion, por meio do escorpião, porque aquele
perseguia as virgens Plêiades, que ela quis proteger.
Outra variante diz que Ártemis gostava de Orion, filho de Poseidon, porque ele também era um grande
caçador como ela. Mas Apolo estava enciumado e muito lhe desagradava a afeição da irmã pelo jovem.
Assim, uma vez que Orion estava mergulhado na água e somente sua cabeça aparecia, ou estava tão
distante que parecia um ponto, Apolo, mostrando aquele objeto escuro para a sua irmã, desafiou-a em
acertá-lo. Á vida por desafios e a melhor arqueira de todos os arqueiros, Ártemis atirou, sem saber que
se tratava da cabeça de Orion, e acertou-a com sua flecha. As ondas trouxeram o corpo de Orion até a
praia e Ártemis, em sua dor, não querendo que o amado desaparecesse para sempre, colocou-o entre as
estrelas do céu, onde ele aparece como um gigante com cinto e espada, vestindo pele de leão e
segurando uma clava, acompanhado pelo seu cão, Sirius.
Dizem uns que o escorpião fora enviado pela própria deusa Ártemis, pois uma noite Orion, não resistindo
ao desejo, tinha querido violentá-la. Dizem outros que a besta fora enviada pela própria Gaia, a Mãe
Terra, pois Orion tinha-se vangloriado de não haver animal que a Terra criasse que ele não pudesse
vencer. O certo é que se seguiu uma luta furiosa e que o gigantesco escorpião, impenetrável à espada
do caçador e indiferente aos seus golpes, conseguiu aplicar-lhe um golpe mortal, com o ferrão venenoso
da sua cauda.
Orion jazia já morto e ainda o escorpião continuava a ferrá-lo quando Zeus apareceu. Impressionado
com o poder do animal, o chefe dos deuses levou-o para o céu. Comovido com o heroísmo do gigante
vencido, transportou-o também para o firmamento, mas colocou-o em posição oposta à do seu
vencedor, de forma que os dois inimigos pudessem estar nos céus sem nunca se verem. Assim estão até
hoje: quando a Primavera começa, Orion desaparece no brilho do Sol; quando o Outono aparece, o
perigoso escorpião é engolido pelo horizonte do ocaso
A estrela vermelha Antares - anti Ares, contra Ares, deus grego da guerra - está associada com esta
constelação. Desde tempos imemoriais, Ares, Marte, é o regente do signo do escorpião.
Aioros de Sagitário:
Uma das versões associa a imagem do centauro Quíron, mestre de muitos heróis, ao signo e à
constelação de Sagitário..
Quíron era um curandeiro sábio e instruído nas artes das ervas medicinais, além de ser músico e
filósofo. Ele treinou Aquiles, Jasão, entre outros heróis. Era imortal, andava nos bandos de sua raça, os
centauros; metade homens, metade cavalos, que gostavam de festas, bebida e farras. Um dia, durante
uma visita de Hércules, após tomarem muito vinho, os centauros vizinhos resolveram lutar e o filho de
Zeus acabou acertando sem querer a perna de Quíron, com uma flecha envenenada com o veneno da
Hidra de Lerna, que impedia a cicatrização.
Quíron, que era imortal, procurou por muito tempo curar-se, sem sucesso. Cansado, pediu a Zeus que o
deixasse morrer, trocando sua vida pela liberdade de Prometeus, o qual, naquele momento, padecia o
castigo de ter seu fígado comido durante o dia por uma águia pelo fato de ter o fogo, que era
consagrado aos deuses e presenteado à humanidade. Zeus, compadecido do amigo centauro,
transformou-o em parte da constelação do Sagitário, libertando também Prometeu. Há uma outra
versão que associa à constelação a figura do caçador Crotus, que também era músico e exímio
cavaleiro.

Shura de Capricórnio:
Há dois mitos relacionados com a constelação e o signo.
O primeiro se refere a Pan, que teria sido um dos filhos de Zeus com sua ama de leite, a cabra Amaltéia.
Nascido com os pés e o chifre de uma cabra, Pan inventou a flauta de pastor a partir de uma de suas
histórias de amor, que não foram poucas. Seu grande amor, no entanto, foi Selene, a Lua.
Pan era escuro, aterrorizante e fálico, e se tornava maligno quando acordado de seu sono nas tardes.
Dirigia a dança das ninfas e era o arauto da manhã, de pé, nos cumes das montanhas.
Outra versão atribuída ao signo remonta a relatos mais antigos. Certa feita, em uma versão egípcia, Pan
estava com outros deuses nas margens do Nilo e surgiu Tífon, inimigo dos deuses. O medo transformou
cada um dos deuses em animais e Pan, assustado, mergulhou num rio e disfarçou assim metade de seu
corpo, sobrando apenas a cabeça e a parte superior do corpo, que se assemelhava a uma cabra; a parte
submersa adotou uma aparência aquática. Zeus considerou este estratagema de Pan muito esperto e,
como homenagem, transformou-o em constelação.

Camus de Aquário:
Ganimedes, filho do rei Tros, era muito belo. Zeus, transformado em águia, levou-o até o Olimpo, onde
passou a servir aos deuses o néctar que lhes dava a eterna juventude, a ambrosia. O que faz com que o
Aguadeiro esteja sempre jovem e, ao mesmo tempo, pleno da sabedoria imortal, espalhando entre todos
o conhecimento atemporal. É associado à constelação, vasos e ânforas, e também à estrela Pégaso, que
representa o cavalo alado (cavalos representam a união da terra com o céu, da matéria com os planos
superiores).

Afrodite de Peixes:

Mitologia (Cavaleiros da Coroa do Sol)

Berengue de Coma Berenices:


Berenice era rainha do Egito e mulher do rei Ptolomeu III. Quando o Egipto entrou em guerra com os
Assírios, Ptolomeu teve de ir combater. Desesperada, Berenice prometeu a Afrodite, deusa do amor, que
lhe entregava a sua cabeleira caso o rei voltasse a salvo da guerra. No seu regresso, é com alguma
tristeza que Berenice cumpre o prometido e corta os cabelos para a oferenda. Comovida, Afrodite
colocou o cabelo nos céus para aliviar a mágoa de Berenice.

Jáu de Lince:
Jau é na mitologia babilônica o deus da lua.
Atlas de Karina:
O titã Atlas era filho de Iápeto e Climene; irmão de Prometeu e Epimeteu. Foi punido, por se rebelar
contra Zeus, com a condenação de sustentar o céu em seus ombros.