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DESCRIO DAS ARMAS E DA BANDEIRA

DA VILA DE BIDOS

PORTARIA N 8356 DE 4 DE FEVEREIRO DE 1936

BANDEIRA: Esquartelada de amarelo (ouro) e de azul com as armas no centro,


cordes e borlas de ouro azul, haste e lana douradas.
ARMAS: De vermelho com um castelo de ouro, aberto e iluminado de azul, sainte de
penhascos de negro realados a verde. A torre central carregada com uma quina antiga
de Portugal e as torres laterais encimadas por dois crescentes de prata. Coroa mural de
quatro torres de prata, listel branco com dizeres VILA DE BIDOS a negro.

SIGNIFICAO:

ARMAS
A) - A COROA MORAL de quatro torres em virtude de se tratar de uma vila.
B) - O ESMALTE OU COR VERMELHA tem a sua origem no rubi e em
Marte, simbolizando valor, deciso e guerra. Obriga especialmente a defender
os oprimidos. No caso particular de bidos esta cor refere-se concerteza ao
sangue derramado na conquista de bidos aos mouros.
C) - O CASTELO DE OURO encontra-se nestas armas em virtude de uma
fortificao que esta vila possui.
D) - OS PENHASCOS referem-se ao monte e rochedos onde este castelo se
encontra.
E) - OS DOIS CRESCENTES que encimam as torres laterais significam que
esta vila foi tomada aos mouros.
F) - O ESMALTE OU COR AZUL que ilumina o castelo tem a sua origem na
safira e em Jpiter e simboliza realeza, majestade, formusura e serenidade.
Obriga a defender os servidores do Rei que se acham sem recompensa.
G) - QUINTA ANTIGA DE PORTUGAL encontra-se na torre central do
castelo e significa o senhorio de Portugal nesta terra tomada aos mouros.
H) - OS METAIS

I)

- OURO presente no castelo tem a sua origem no topsio e no Sol,


simboliza riqueza, fora, f, pureza, e conscincia. Obriga a defender o Rei e
dar por ele o seu sangue.

J)

- PRATA presente nos dois crescentes e na coroa moral, tem a sua origem
na prola e na Lua. Simboliza inocncia, candura e lizura. Obriga a defender
as donzelas e os orfos.

BANDEIRA
Esquartelada de ouro e azul conforme as armas. A sua significao a mesma dada a
estes mesmos elementos presentes nas armas.

In Manual de Herldica Portuguesa de Armando de Mattos, Edio de 1941 e Elucidrio


Mobilirquico de H. de Dornellas, Edio de 1938.