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6. PRIMITIVAS & INTEGRAIS CÁLCULO 2 - 2018.

6.1 Derivação & Integração: regras básicas


REGRAS BÁSICAS DE DERIVAÇÃO

1. Regra da soma: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (u + k v)0 = u0 + k v 0 ; k constante

2. Regra do Produto: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (u v)0 = u0 v + u v 0


u 0 u0 v u v0
3. Regra do Quociente: .................................................... =
v v2
d
4. Regra da Potência: ........................................................... dx [xp ] = pxp 1

d
5. Regra da Cadeia I: ............................................... dx [f (u(x)] = f 0 (u(x) u0 (x)
df df du
6. Regra da Cadeia II: (Notação de Leibniz) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . =
dx du dx

AS FUNÇÕES ELEMENTARES E SUAS DERIVADAS

1. Logaritmo Natural de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ln x ou log x; D(ln x) = 1=x; x > 0

2. Exponencial de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ex ou exp x; D(ex ) = ex

3. Seno de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . sin x ou sen x; D(sen x) = cos x

4. Cosseno de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . cos x; D(cos x) = sen x

5. Tangente de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tan x ou tg x; D(tan x) = sec2 x

6. Secante de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . sec x D(sec x) = sec x tan x

7. Cotangente de x . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . cot x ou cotg x; D(cot x) = cosec2 x

8. Cossecante de x: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . csc x ou cosec x; D(cosec x) = cosec x cotg x

Se f (x) é uma função cuja derivada não se nula no intervalo (a; b), então sua inversa g (y) é derivável
no intervalo (c; d), com derivada
1
g 0 (y) = ; a < x < b: (6.1)
f 0 (x)
Com auxílio da fórmula (6.1) podemos chegar às derivadas das funções trigonométricas inversas, em
um intervalo adequado.
2 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS

1
1. Derivada do Arcoseno: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arcsen x) = p ; =2 < x < =2:
1 x2
1
2. Derivada do Arcocosseno: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arccos x) = p ; 0<x< :
1 x2
1
3. Derivada do Arcotangente: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arctg x) = ; =2 < x < =2:
1 + x2
1
4. Derivada do Arcocotangente: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arccotg x) = ; 0 < x < =2:
1 + x2
1
5. Derivada do Arcosecante: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arcsec x) = p ; jxj > 1:
jxj x2 1
1
6. Derivada do Arcocosecante: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D(arccosec x) = p ; jxj > 1:
jxj x2 1
REGRAS BÁSICAS DE INTEGRAÇÃO

A partir das derivadas das funções básicas, obtemos a seguinte tabela de primitivas:
Z Z
xn+1
01. xn dx = + C, n 6= 1 02. sec2 xdx = tan x + C
n+1
Z Z
1
03. dx = log jxj + C; x 6= 0 04. cosec2 xdx = cotg x + C
x
Z Z
05. ex dx = ex + C 06. sec x tan xdx = sec x + C
Z Z
ax
07. ax dx = + C, a > 0 e a 6= 1 08. cosec x cot xdx = cosec x + C
ln a
Z Z
cos(kx) sen(kx)
09. sen(kx)dx = +C 10. cos(kx)dx = +C
k k
Z Z
dx dx
11. p = arcsen x + C 12. p = arccos x + C
1 x2 1 x2
Z Z
dx dx
13. = arctan x + C 14. p = arccotg x + C
1 + x2 1 + x2
Z Z
dx dx
15. p = arcsec x + C 16. p = arccosec x + C
jxj x2 1 jxj x2 1

ESCREVENDO PARA APRENDER

1. Em cada caso, determine a primitiva F (x) da função f (x), satisfazendo à condição especi…cada.
p 1
(a) f (x) = 4
x; F (1) = 2 (b) f (x) = x2 + 1=x2 ; F (1) = 0 (c) f (x) = (x + 1) ; F (0) = 2:

2. Certa função derivável f (x) é tal que f (x) > 0; 8x; e f (1) = 1. Sabendo que f 0 (x) = xf (x),
encontre a expressão que representa f (x). (sug.: derive a função g(x) = ln[f (x)])
COMPLEMENTOS 6 PRIMITIVAS & INTEGRAIS 3

3. Sejam f e g funções deriváveis em R e suponha que f (0) = 0 e g (0) = 1. Se f 0 (x) = g (x) e


g 0 (x) = f (x) ; 8x, mostre que função h (x) = [f (x) sen x]2 + [g (x) cos x]2 tem derivada nula
e, portanto, é constante. A partir daí deduza que f (x) = sen x e g (x) = cos x:
Z
4. Em cada caso, calcule a integral inde…nida f (x) dx:

1 1 1 1 2
(a) f = x3 5x (b) f = 3
+ 2+ (c) f = 2 sen x (d) f = 1 + x2
x x x x5
1 p p p
(e) f = 1 + x2 (f) f = tg2 x 1+x (g) f = x + sec2 x (h) f = x3 x

(i) f = 2x + ex+1 (j) f = 2 + x2 + cos (2x) (k) f = sec2 (4x + 2) (l) f = cos2 x
1
(m) f = 2 + sen2 x (n) f = sec (2x) tg (2x) (o) f = (x + 1) x 1 (p) f = x (x + 1)

1
5. Mostre que F (x) = p exp ( xp ) ; p 6= 0; é a primitiva de f (x) = xp 1 exp ( xp ) tal que
F (0) = 1=p: Agora, calcule as integrais inde…nidas:
Z Z p Z
exp ( x) dx
(a) x exp x2 dx (b) p (c) x exp x2 dx:
x

6. Determine a função f que satisfaz a: f 00 (x) = x2 + ex ; f (0) = 2 e f 0 (0) = 1:

7. Se k é um número inteiro não negativo, calcule o valor de:


Z 2 Z Z =4
(a) sen (kt) dt (b) cos (kt) sen (kt) dt (c) [cos2 (kt) sen2 (kt)]dt:
0 0

8. Encontre a equação da curva que passa no ponto A ( 3; 0) e cuja inclinação da reta tangente, em
cada um de seus pontos (x; y), é m (x) = 2x + 1:

9. DERIVAÇÃO SOB O SINAL DE INTEGRAL Deixe f ser uma função contínua em [a; b] e suponha
que (x) e (x) sejam funções deriváveis em (a; b). Se
Z (x)
' (x) = f (t) dt;
(x)

mostre que ' é derivável em (a; b) e deduza a Regra de Leibniz:

'0 (x) = f ( (x)) 0


(x) f ( (x)) 0
(x) : (6.2)

10. Usando a Regra de Leibniz (6.2), calcule '0 (x) em cada caso abaixo:
Z xp Z sen x Z exp x
5
(a) ' (x) = 3
1+ t4 dt (b) ' (x) = (ln t) dt (c) ' (x) = cos t2 dt:
1 cos x x2 1
4 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS

11. Em cada caso abaixo, calcule a integral de…nida de f , no intervalo I indicado.


(
x, se x < 0
(a) I = [ 1; 1]; f (x) = (b) I = [ 2; 2]; f (x) = jx 1j
x2 x + 1, se x 0
(c) I = [ ; ]; f (x) = jsen xj (d) I = [ ; ]; f (x) = x + jcos xj
(e) I = [ 3; 5]; f (x) = x2 3x + 2 (f) I = [ ; ]; f (x) = x jxj

6.2 Cálculo de Áreas Planas


1. Em cada caso, calcule a área da região R:

(a) R é delimitada pelas curvas y = x4 e y = x2 , para 0 x 1:


p
(b) R é delimitada pelas curvas y = 3 x e y = x3 , para 0 x 1:
(c) R é delimitada pelas curvas y = jxj e y = x2 , para 1 x 1:
(d) R é delimitada pelas curvas y = x2 + 4 e y = x2 :
(e) R é delimitada pelo eixo y e pelas curvas y = sen x e y = cos x, para 0 x =4:
(f) R é delimitada pelas retas x = 0; x = 1; y = 2 e pela parábola y = x2 :
p
(g) R é delimitada pelas curvas y = x2 e y = x:
p
(h) R é delimitada pela curva y = x e pelas retas y = x 2 e y = 0:
(i) R é delimitada pela curva y = x3 6x2 + 8x e o eixo x:
(j) R é delimitada pelas parábolas y = x2 + 6x e y = x2 2x:

2. Em cada caso, esboce o grá…co da região R e calcule sua área.

(a) R = f(x; y) 2 R2 , tal que 0 x 2 e x2 y 4g:


(b) R = f(x; y) 2 R2 , tal que x 0 e x2 x y x2 + 5xg:
(c) R = f(x; y) 2 R2 , tal que 0 x 1=y e 1 y 2g:
p
(d) R = f(x; y) 2 R2 , tal que 0 x 1 e x2 y xg:
(e) R = f(x; y) 2 R2 , tal que 1 x 1e0 y jxj3 g:

3. Considere a função f : R ! R, de…nida por:


8
>
> 2 + x3 =4, para x < 0
<
f (x) = x2 x 2, para 0 x<3
>
>
: 16 4x, para x 3:
COMPLEMENTOS 6 PRIMITIVAS & INTEGRAIS 5

Z 5
Calcule f (x) dx e, também, a área entre o grá…co de f e o eixo x, de x = 2 até x = 5: Por
2
que o valor da integral e o valor da área são distintos?

4. Em cada caso, identi…que a região do plano xy cuja área é representada pela integral e calcule o
valor da área.
Z 1 Z 1 Z 0 Z 3 Z 0 Z 4 p
(a) dx (b) 2xdx (4 + 3x) dx (d) (x + 5) dx + 2dx + (2 x) dx:
0 0 1 5 3 0

5. Suponha que f : [ a; a] ! R seja uma função par e que g : [ a; a] ! R seja uma função ímpar.
Mostre que: Z Z a Z
a a
f (x) dx = 2 f (x) dx e g (x) dx = 0:
a 0 a

6. Considere a função y = f (x), cujo grá…co está ilustrado na


Figura 6.1 ao lado, e de…na a função g por
Z x
g(x) = f (t)dt:
0

(a) Calcule g(0); g(1); g(2); g(3) e g(6).

(b) Em que intervalo a função g está crescendo?

(c) Quando g atinge seu valor máximo?

6.3 Integrais Impróprias


1. Investigue a convergência ou divergência das seguintes integrais impróprias.
Z 1 Z 5 Z 1 Z 1
dx dx 1=2 p dx
(a) p (b) 2 (c) x exp ( x) dx (d) 2
1 jxj 1 (5 x) 1 0 1+x

Z 2 Z 0 Z 0 Z 1
dx dx
(e) p (f) (g) x exp x2 dx (h) x3 exp x4 dx:
0 x x 11 + x 1 0

RESPOSTAS & SUGESTÕES

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
6.1

1. Recorde-se que F (x) é primitiva de f (x) quando F for derivável e F 0 (x) = f (x), em cada x:
1
(a) F (x) = 45 x5=4 + 6
5 (b) F (x) = 13 x3 + 2
3 (c) F (x) = ln (x + 1) + 2:
x
6 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS

1 2
2. f (x) = e 2 (x 1)
= exp 1
2 x2 1 :

3. Usando as regras de derivação e considerando que f 0 = g e g 0 = f , encontramos:

h0 (x) = 2 [f sen x] f 0 cos x + 2 [g cos x] g 0 + sen x


= 2 [f sen x] [g cos x] + 2 [g cos x] [ f + sen x] = 0

e, portanto, h (x) é constante. Como h (0) = 0, segue que h (x) = 0 e temos o resultado.

4. Veja as regras básicas de integração.

1 4 5 2
(a) 4x 2x + C:
1 1
(b) + ln x + C:
2x2x
1
(c) 2 cos x + 4 + C:
4x
x5 2x3
(d) + + x + C:
5 3
(e) arctg x + C:
(f) tg x x 2
3 (1 + x)3=2 + C:
2 3=2
(g) 3x + tg x + C:
2 9=2
(h) 9x + C:
2x
(i) + ex+1 +C:
ln 2
(j) 2x + 13 x3 + 12 sen (2x) + C:
1
(k) 4 tg (4x + 2) + C:
1
(l) 2 x + 12 sen 2x + C
1 1
(m) 2 5x 2 sen 2x + C
1
(n) 2 sec 2x + C
(o) x + ln jxj + C
(p) x + 1 ln jx + 1j + C:

1
5. Com a primitiva F (x) = p exp (xp ), encontramos:
p
1 x2 x 1 x2
(a) 2e +C (b) 2e +C 2e + C:

6. Integrando duas vezes a função f (x), encontramos


x4
f (x) = + ex + kx + C
12
x4
e, substituindo os dados f (0) = 2 e f 0 (0) = 1, obtemos k = 0 e C = 1. Assim, f (x) = +ex +1:
12
COMPLEMENTOS 6 PRIMITIVAS & INTEGRAIS 7

7. Recorde-se das regras básicas de integração e de algumas identidades trigonométricas.

( 1)n 1
(a) 0 (b) 0 (c) =4, se k = 0; e , se k = 2n 1:
4n 2
8. Sendo a declividade no ponto (x; y) igual a 2x + 1, então:

y 0 = 2x + 1 ) y = x2 + x + k

e, considerando que y ( 3) = 0, encontramos y = x2 + x 6, que é a equação da curva.


Z x
9. Se F (x) = f (t) dt, então ' (x) = F ( (x)) F ( (x)) e, usando a Regra da Cadeia e o Teorema
a
Fundamental do Cálculo, obtemos o resultado.
p
10. (a) 3 1 + x4 (b) [ln (sen x)]5 cos x + [ln (cos x)]5 sen x (c) ex cos(e2x ) 2x cos(x2 1)2 :

11. (a) 1=3 (b) 5 (c) 4 (d) 4 (e) 43 (f) 2:

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
6.2

2 1 5
p p 5 1 10 64
1. (a) 15 (b) 2 (c) 3 (d) 16 2=3 (e) 2 1 (f) 3 (g) 3 (h) 3 (i) 8 (j) 3 :

2. (a) 16=3 (b) 9 (c) ln 2 (d) 1=3 (e) 1=2:


Z 5
3. f (x) dx = 32 ; A = 73=6. A integral de uma função contínua por partes y = f (x) ; no intervalo
2
[a; b] ; coincide com a área entre o grá…co de f e o eixo x, no caso em que a função é não negativa
no intervalo.

4. (a) 1 (b) 1 (c) 5=2 (d) 32=3:

5. Com a mudança x = t e observando que f é uma função par, encontramos:


Z 0 Z 0 Z a Z 0 Z a Z a
f (x) dx = f (t) dt ) f (x) dx = f (x) dx + f (x) dx = 2 f (x) dx:
a a a a 0 0

Na …gura abaixo ilustramos a situação geométrica em que A representa o valor da integral no


intervalo [0; a] A Figura 6.2a mostra uma função ímpar e a Figura 6.2b uma função par.
8 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL MARIVALDO P. MATOS

6. (a) g (0) = 0; g (1) = 2; g (2) = 5; g (3) = 7 e g (6) = 3 (b) em (0; 3) (c) em x = 3:

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
6.3

1. Recorde-se que a integral imprópria convergir signi…ca que ela tem um valor numérico. Do con-
trário, ela denomina-se divergente.

(a) Temos
Z 1 Z 1 Z b
dx dx dx
p = lim p + lim p
1 jxj a!0 +
a x b!0 1 x
p 1 p b
= lim 2 x a + lim 2 x 1 2 + 2 = 4:
a!0+ b!0

Logo, a integral é convergente e tem valor 4.


(b) Neste caso, temos:
Z 5 Z b b
dx dx 1
= lim 2 = b!5
lim
1 (5 x)2 b!5 1 (5 x) 5 x 1
1 1
= lim = +1:
b!5 5 b 4
Assim, a integral é divergente (não tem valor numérico).
(c) Divergente.
(d) A integral é convergente, porque
Z 1
dx
= lim (arctan b arctan 0) = =2:
0 1 + x2 b!1
(e) Divergente.
(f) Divergente.
(g) De acordo com o Exercício 5, da seção 6.1, temos:
Z 0 Z 0 0
2 1
x exp x dx = lim x exp x2 dx = lim exp x2
1 a! 1 a a! 1 2 a
1 2 1
= lim 1 exp a = :
2 a! 1 2
Logo, a integral imprópria converge e tem valor 1=2:
1
(h) Considerando a primitiva F (x) = 4 exp x4 , determinada no Exercício 5 da seção 6.1,
com p = 4; obtemos:
Z 1 Z b b
1
x3 exp x4 dx = lim x3 exp x4 dx = lim exp x4
0 b!1 0 b!1 4 0
1 4
= lim exp b 1 = 1=4:
4 b!1