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CAPÍTULO1 - DISTRUBUIÇÃO DE VAPOR

1. Introdução...................................................................................................................................................... 7

2. Dimensionamento da Tubulação................................................................................................................... 7

3. Distribuição de Vapor e Drenagem............................................................................................................... 14
3.1 Purgadores.................................................................................................................................... 15

4. Tubulações..................................................................................................................................................... 15
4.1 Dilatação........................................................................................................................................ 15
4.2 Contorno.........................................................................................................................................15
4.3 Lira ou Ferradura............................................................................................................................ 16
4.4 Juntas............................................................................................................................................. 16
4.5 Juntas Sanfonadas.........................................................................................................................16
4.6 Ancoragem..................................................................................................................................... 17
4.7 Tubulações Secundárias................................................................................................................ 17
4.8 Ar.....................................................................................................................................................18
4.9 Vapor Superaquecido.....................................................................................................................19
4.10 Notas Gerais.................................................................................................................................20
4.11 Isolamento Térmico...................................................................................................................... 20
4.12 Redução de Pressão....................................................................................................................21
4.12.1 Válvulas de Ação Direta............................................................................................... 21
4.12.2 Válvulas de duplo diafragma ou de ação por piloto................................................... 22
4.12.3 Válvulas de Controle.................................................................................................. 22
4.13 Redução de Pressão x Tubulações Industriais............................................................................ 22
4.14 Válvulas em paralelo.................................................................................................................... 23
4.15 Erosão.......................................................................................................................................... 23
4.16 Dimensionamento das válvulas para um sistema de válvulas múltiplas.................................... 24

5. Purgadores.................................................................................................................................................... 25
5.1 Mecânicos...................................................................................................................................... 25
5.1.1 Bóia................................................................................................................................ 25
5.1.1.1 Termostáticos de bóia................................................................................... 26
5.1.1.2 Purgador de bóia com eliminador de vapor preso.......................................26
5.1.2 Purgadores de balde invertido...................................................................................... 26
5.2 Purgadores Termostáticos..............................................................................................................27
5.2.1 Termostáticos de pressão balanceada..........................................................................27
5.2.2 Termostáticos de expansão líquida............................................................................... 28
5.2.3 Bimetálicos.....................................................................................................................28
5.3 Purgadores Termodinãmicos......................................................................................................... 29
5.3.1 Simples.......................................................................................................................... 29
5.3.2 Purgadores termodinâmicos com fluxo distribuido...................................................... 29
5.3.3 Simples com filtro incorporado......................................................................................29
5.3.4 Fluxo distribuído com filtro incorporado........................................................................ 29
5.4 Outros............................................................................................................................................. 29

6. Retorno de Condensado............................................................................................................................... 31
6.1 Dimensionamento da Tubulação de Retorno de Condensado..................................................... 32

CAPÍTULO 2 - DRENAGEM DE CONDENSADO

1. Drenagem de Condensado
1.1 Condensado................................................................................................................................. 37
1.2 O que é um purgador................................................................................................................... 37
1.3 Tipos de Purgadores.................................................................................................................... 37
1.3.1 Purgadores do tipo Bóia.............................................................................................. 37
1.3.2 Purgadores do tipo Balde Invertido............................................................................. 37
1.3.3 Purgadores Termostáticos de Pressão Balanceada................................................... 38
1.3.4 Purgadores Bimetálicos............................................................................................... 38
1.3.5 Purgadores Termostáticos de Expansão Líquida........................................................ 38
1.3.6 Purgadores Termodinâmicos....................................................................................... 38

2. Tipos de Descargas de Purgadores............................................................................................................ 39

3. Proteção de Purgadores.............................................................................................................................. 39

4. Dimensionamento de Purgadores............................................................................................................... 40
4.1 Vazões em início de processo..................................................................................................... 41
4.2 Controle de Temperatura Modulante............................................................................................ 41
4.3 Pressão Máxima de Trabalho....................................................................................................... 41

5. Verificação de Falhas em Purgadores......................................................................................................... 44

6. Válvulas de Retenção.................................................................................................................................. 45

7. Manutenção em Purgadores....................................................................................................................... 45
7.1 Purgadores Selados..................................................................................................................... 46

8. Esquemas Típicos de Instalação de Purgadores........................................................................................ 46
8.1 Linhas de Vapor............................................................................................................................ 46
8.1.1 Separadores de Umidade............................................................................................46
8.1.2 Linhas Horizontais........................................................................................................47
8.1.3 Eliminação de Ar.......................................................................................................... 47
8.1.4 Linhas Ramais para Processos................................................................................... 47
8.2 Equipamentos para Aquecimento............................................................................................... 47
8.2.1 Trocadores de Calor..................................................................................................... 47
8.2.2 Radiadores................................................................................................................... 48
8.2.3 Aquecedores por Convecção...................................................................................... 48
8.2.4 Trocadores de Placa.................................................................................................... 49
8.2.5 Serpentinas Múltiplas e Finais de Linha...................................................................... 49
8.2.6 Aquecedores de Ar - Radiadores................................................................................ 49
8.3 Equipamentos de Cozinhas Industriais....................................................................................... 50
8.3.1 Panelões...................................................................................................................... 50
8.3.2 Panelões com Pedestal............................................................................................... 50
8.3.3 Panelões Basculantes.................................................................................................. 50
8.3.4 Fornos a Vapor............................................................................................................. 51
8.3.5 Mesas Quentes............................................................................................................ 51
8.4 Equipamentos Hospitalares......................................................................................................... 51
8.4.1 Esterilizadores (autoclaves)......................................................................................... 51
8.5 Equipamentos de Processo......................................................................................................... 52
8.5.1 Panelões Fixos............................................................................................................. 52
8.5.2 Panelões Basculantes para Produção........................................................................ 52
8.5.3 Retortas....................................................................................................................... 53
8.5.4 Digestores.................................................................................................................... 53
8.5.5 Mesas Quentes............................................................................................................ 53
8.5.6 Vulcanizadoras............................................................................................................ 54
8.5.7 Evaporadores, Calandras e Reboilers........................................................................ 54
8.5.8 Cozinhadores de Cerveja............................................................................................ 55

61 8..............................6...1 Boiler de Processo (drenagem pela parte superior).................4 Linhas de Traceamento..7.....10.................................................................................8 Tanques e Boiler.6.....................................................3 Secadores Multi-Estágios.................................................................. 59 8................11 Drenagem do Condensado em Sistemas a Vácuo............................... 56 8...4 Máquinas de Lavagem a seco........ 61 8............1 Prensas Multi-Pratos (conexões paralelas)..............5 Tubulações Encamisadas.................................... CAPÍTULO 2 ........8............................................................3 Secadoras...........................................2 Aquecedores de Óleo......................................................................................... 61 ....8..................................... 59 8............. 61 8................................................................. 61 8..............10 Armazenamento e Bombeamento...........................4 Injeção Direta de Vapor..................................................................................... 56 8...............................................3 Tanques Pequenos para Aquecimento de Água.......................9............ 55 8...... 60 8....................7.....................................................................9.... 58 8....6 Secadores Multi-Cilindros........................................................... 58 8..............................................2 Boiler de Processo (descarga pela parte inferior)................................ 58 8.......................................... 61 8....8.............................................................................................2 Prensas Multi-Pratos (conexões em série)..............9 Prensas. 59 8.................................................7......6...................... 59 8.................................................................................... 56 8...............11...............................6.........................................................10.... 58 8.......................................... 55 8....6................. 55 8................................................................................10...............................3 Prensas Vulcanizadoras...........6................ 58 8...............................................10...................................9..................... 60 8.......................DRENAGEM DE CONDENSADO 8..................................2 Serpentinas de Secagem.............7 Equipamentos de Lavanderia................................................................................................................... 60 8....................................................................................................................... 56 8...............................................................8........................................................................................................................3 Aquecedores de Linha.......1 Secadores a Ar Quente.........1 Drenagem sob Vácuo.. 59 8...................................... 58 8..............10............ 57 8..7.................2 Prensas Garnment..............................................1 Serpentinas de Tanques de Armazenamento.........................4 Cilindros Secadores.................................................1 Passadeiras de Calandras.....................6 Secadores Industriais...........5 Máquinas Multi-Cilindros...................................... 57 8..................

................. Dimensionamento de linhas de Retorno de Condensado............... 75 5..... 80 7.............................. Retorno do Condensado.....................1 Fornecimento e Demanda de vapor reevaporado............................................. Linhas de Retorno de Condensado Extensas...................................................................................................5 Linhas de Retorno com Aplicação de Bomba de Condensado..................................................... Vapor Reevaporado (Flash).................................................. CAPÍTULO 3 ................................................. 74 5................................1 Por que Recuperar o vapor reevaporado..............2 Quanto de vapor reevaporado pode se recuperar........... 78 7.....................................................RECUPERAÇÃO DE CONDENSADO 1...................3 Purgadores Operando a Pressões Diferentes.. 86 8.. Bombeamento de Condensado....................................................................................................................................................................................................................................................................... 69 2.................................... Tabelas de Vapor................... 83 7...........5 Cuidados para a aplicação satisfatória de vapor reevaporado.................................................. 83 7............................................. 81 7............................................................................................. Aplicações Típicas.......................... 87 8......... 87 9...... 72 3............................ 80 7.................................... 66 2.............................................................................................................................................. Geral................................ 77 6................................... 70 2......................................................................2 Condensado Contaminado...............4 Condensação por pulverização........................................................................................ 90 ...................... 81 7.......4 Dimensionamento de tanques para recuperar vapor reevaporado................................................ 66 2................................................................................................6 Controle da Pressão do vapor reevaporado 8................................................................................................................................................................2 Fornecimento de vapor reevaporado e Demanda não coordenados...................................... 84 8........................4 Contrapressão nos Purgadores.................................................................................... 84 8................................................. 88 10..... 65 2............................................... 75 5.........................2 Linhas de Descarga dos Purgadores........... Linhas de Retorno Inundadas............................................................................................................................1 Elevando o Condensado............................1 Linhas de Drenagem dos Purgadores............................. 72 4..... Informações Adicionais....3 Condensado sub-resfriado e recuperação sob pressão....................................................... 67 2...................................3 Aplicações para a descarga de caldeira...................................

CAPÍTULO 1 DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR .

água. como pode ser visto na se-ão na relação volume específico do vapor / área Tabela 1. o calor é transferido para estimar um dado: um meio de aquecimento. e o consumidor de vapor. 35 m/seg deve ser tomada como temperatura mínima é crítica. não é efetuada. então. saindo de um ramal. para aqueles casos onde a saturado. extração de calor do combustível no ponto de consumo. a velocidade de 15 m/seg é mais temperatura tem que ser mantida entre 150 e 153ºC. suficiente.a tubulações. devido à impraticabilidade da funcionamento da mesma.7 kg/cm². uma elevação considerável no custo inicial da instalação. em alguns casos. principalmente em se tratando de vapor houver um limite máximo de temperatura. Se não considerarmos esses limites conhecidos. A tarefa do engenheiro. particularmente. alimentem um só equipamento. na maioria dos casos. terão que caldeira. Assim. óleo. verificaremos que. sem dúvida. DIMENSIONAMENTO DA TUBULAÇÃO O investimento feito na produção e utilização eficiente do vapor poderá ser desperdiçado se o sistema de Toma-se evidente. que deve ser distribuição não fizer com que o vapor atinja seu objetivo instalada uma tubulação de diâmetro conveniente para a uma dada pressão. em condições normais. abaixo da qual. apresentando um produto poderá ser empregada para o dimensionamento de de qualidade inferior. devido. Em condições perigoso. pequenas tubulações que. a desejada máxima. Essa é uma característica importante. sua produção deverá. normalmente vapor. nossos cálculos basear- característica mais conhecida. e A Tabela 2 nos dá uma idéia rápida do dimensionamento acima de 153ºC iniciar-se-á um processo de de tubulações. usaremos vapor a 4 kg/cm². Se sub dimensionada. livre de ar. acima da qual começaremos a ter problemas de mudança de estado do produto. sendo que. seco. e em quantidade uma dada vazão de vapor. priori. a Se dermos uma olhada na Tabela I. Existem dois métodos básicos de dimensionamento de é que isso é feito em um trocador de calor central . que oferece. ou onde ruído e erosão. O nosso objetivo é o de enfocar os vários teremos erosão provocada por velocidade excessiva. Um exemplo típico disso é o caso de certo normais. Mesmo essas velocidades o produto poderá ser danificado ou talvez se tornar são altas. o mais importante elo de ligação entre o produtor (caldeira). pela velocidade e. acima da qual de baixa qualidade (úmido). em termos de perda de carga. ou. onde a tubulações curtas. e aspectos que tomam um sistema de distribuição de alta perda de carga.Perda de carga. endurecimento da borracha. A prática nos mostra que entre para processos como para sistemas de aquecimento. mas 07 . sem dúvida. cair entre 10 e 15 % . A correlação existente entre pressão e temperatura é a sua Se optarmos pela velocidade. Se super dimensionada.Velocidade. 2. em ambos os casos. O sistema de distribuição de vapor é. teremos vapor eficiente. a velocidade nunca deverá exceder 15 m/seg. de forma alguma. comumente aplicado. pelo que já foi visto. Se uma bateria de aquecimento é projetada para trabalhar a 6 kg/cm² e estiver trabalhando com vapor saturado a 4. pois conveniente se tivermos que evitar perdas de carga. às facilidades 2 . principalmente nos ramais secundários e processo de aquecimento de borracha. o Na maioria dos casos. 20 e 35 m/seg situa-se a velocidade razoável para vapor mas.INTRODUÇÃO fazer com que esse vapor atinja seu objetivo.1. No entanto. uma redução de pressão e conseqüente redução de temperatura poderão ocasionar uma redução da produtividade de determinado equipamento. de produção e utilização. tanto seccional da tubulação. à pressão e temperatura certas. não é somente produzir vapor a uma certa pressão na caldeira. Desses o vapor saturado é o mais 1 . embora isso não prejudique. Nesse caso. abaixo de 150ºC não haverá a necessária vulcanização. dessa maneira.

Existe também o problema de que o dimensionamento. em se tratando de vapor saturado. X nos dá a quantidade de vapor em kg/hr. terá capacidade para (X) 1000 kg/hr ponto da tubulação. em m/seg para a mesma quantidade de vapor.6 pressão/ temperatura. de vapor com um fator velocidade (Y) de 75. 08 . daí indo para a direita. Sabemos que (comprimento real + perdas nas válvulas.6. Y nos dá o fator de velocidade. menor será a pressão Supondo-se ainda que o comprimento equivalente disponível no ponto de consumo. Assim.3 kg/cm². a temperatura do meio de aquecimento seja de 236 m. existe uma relação direta fP1  fP2 9700  8140  F   6. uma carga. da Tabela 3. que é 9. que passa pela tubulação. nesse caso. Sob as várias bitolas de tubulações. nomogramas e A figura apresentada na linha Y. que nos fornece dados de pressão em qualquer tubulação de 2 1/2". teremos: pode ser importante. Assim: A entrada na tabela é feita através da fórmula abaixo: velocidade real  1 Y  Vg Y ou V  ou V  Y  Vg fP  fP2 volume real 1 F 1 L Onde: fP1 = fator pressão inicial em kg/cm² sendo: V = velocidade real em m/seg FP2 = fator pressão final em kg/cm² Y = fator velocidade L = comprimento equivalente da tubulação em Vg = volume real em m³/kg. Sabemos também que. Supondo-se que a pressão desejada no ponto de pela velocidade. no final da mesma. Um método inglês tem sido considerado 1 m³/kg e pode rapidamente ser convertido à velocidade bastante satisfatório através dos anos e pode ser real para outros volumes. se Pela Tabela 3 veremos que. é composta por uma série de fatores (F). descendo pela coluna da dimensionarmos a tubulação pelo método de perda de esquerda até F = 6. para fator de perda de carga. encontramos duas linhas X e Y para cada fator de perda de carga. surpreendentemente grande. A perda de carga (fP1 fP2 na Tabela 3) é dada pela Tabela 4. não prevê o comprimento da tubulação consumo seja de 6. teremos e. encontrado nas Tabelas 3 e 4. Tabela 3 . Supondo-se que a pressão inicial seja 7 kg/cm².140. quanto mais longa for a tubulação. baseados na perda de carga por metro de tubulação.A coluna da esquerda. etc) geralmente. teremos maior oportunidade de atingir nosso objetivo. a perda de carga total poderá ser fP2 = 8. que é baseado no volume específico de perda de carga. conexões. iremos encontrar o fP1 na Tabela 4. no nosso esforço para L 236 maximizar o aproveitamento de vapor. representa o tabelas para o dimensionamento de tubulações pela fator velocidade. Vamos explicar como isso poderá ser feito: Existe um número enorme de gráficos. metros.700.

1541 193.4 634.8 2.995 116.5 353.9 662.30 68.2 68. TABELA 1 Pressão Pressão Temperatura Volume Calor Calor Calor Relativa Absoluta ºC Específico Sensível Total Latente Kg/cm2 Kg/cm2 m3 / Kg Cal / Kg Cal / Kg Cal / Kg 0.0 119.1 0.7 89.0 0.0 8.6 0.6 609.4 403.0 0.0 651.5 94 95 305.4 509.1808 185.2 1.7 5.46 28.0 1.8 631.0 142.0 400.125 92.1 0.01312 363.0 0.8 669.8 0.6 0.9 457.0 99.9 668.2 669.1 6.1 638.9 652.4 0.6 496.6 1.8 0.0 646.0 258.00962 390.5 6.9 447.1 331.5 2.5 79 80 293.4 487.5 665.0 12 13 190.19 35.2 122.53 23.3 0.03033 294.0 668.8 590.05353 254.8 651.4 137.2448 171.7 2.904 96.5 45 46 257.8 606.12 49.069 75.01462 353.2 0.0925 221.1 0.9 636.0 636.0 338.03636 281.73 32.7 641.2 25 26 225.8 1.0 0.3 0.40 75.0 151.3497 155.7 658.95 45.1 491.6 0.7 0.7 4.6 0.8 407.8 46.9 478.0 410.0 09 .02587 307.725 99.4 14.1 511.9 1.5 167.4 541.7 21 22 216.2 0.90 96.05 32.8 69 70 284.6 506.5 452.5 161.9 645.2 1.4 662.1 1.3 37 38 246.2 3.2 556.1 667.1 655.2 0 1.4951 141.5 172.2 657.00394 478.1 593.0 158.06802 239.0 132.9 346.0 174.1 0.7 9 10 179.5 669.3213 159.2 0.02795 300.8 0.7 430.0 668.5 147.7 664.02096 323.50 80.9 0.8 6.2085 179.2 19 20 211.4 629.0729 235.02 17.5 578.2 602.1 12.6 668.3 0.6 368.1 560.5 7.9 0.3 1.0 129 130 329.1 0.1 667.5 0.8 607.4 99 100 309.7 0.2 669.6592 131.4 17 18 206.28 20.2 455.7 475.6 35.8 653.4 0.6 128.7 396.4 650.1 669.8 116.27 17.1016 215.6 139.8 219 220 373.180 110.0 54.8 648.9 524.6 658.8 501.8 141.4 0.04828 261.5 554.5 39 40 249.0 515.7 7.9 2.2987 162.0 0.2 628.4 617.5 49 50 262.1 0.5 530.6 626.45 41.1126 210.5 649.259 108.2 0.01065 381.0 9.7 119 120 323.7 4.2 5.1068 213.1 0.0 468.2 2.6 8.9 0.5 539.4 0.8 602.2 668.2 1.3 438.1 109 110 316.6 550.5 192.5 8.8 1.5 460.5 179 180 355.6 659.01845 334.3 657.5 0.5 582.1 0.5 110.3 150.7 1.8 55.9 228.8 2.0 571.01964 328.0 618.08 41.0 0.1 35 36 243.5 0.7066 128.01181 372.2 663.2 384.3 660.05658 251.10 45.5 418.7 600.6 0.1 563.0 0.8 663.9 14 15 197.1 0.7 0.0 7.06375 243.5 0.04 28.8 581.0 0.8 618.1 1.5 644.7 27 28 229.8 0.1 666.9 643.2 31 32 236.6 273.0 650.5817 135.2 135.1 0.4 3.5 620.4706 143.9 577.1 0.05995 247.4 0.15 12.5 9.0 3.3 227.783 85.6 149 150 340.1 1.3 199 200 364.5 5.8 89 90 301.1981 181.02241 318.64 12.0 47 48 260.2 667.5 0.9 641.2 669.04024 274.111 112.455 104.8 59 60 274.3 640.4 108.60 85.5 0.9 13 14 194.350 106.03310 288.3 11 12 187.3 3.04201 271.1664 189.4 29 30 232.15 53.5208 139.2 0.795 59.9 667.3 0.3 393.9 545.826 123.60 49.6 139 140 335.0 660.8 639.1 654.1190 207.5 567.8 498.6 434.5 0.6 669.902 119.8 531.2 0.8 130.9 0.5 0.6 0.2 159 160 345.2 74 75 289.7 660.6 466.9 243.0 533.20 59.1 463.5 28.7 583.06 35.5 7.1 54 55 26837 0.80 92.6 655.4 585.0 662.8 587.4 471.2 16 17 203.4 1.8 2.6 0.2 4.04393 268.9 642.2 574.0 522.2 604.5 4.5 176.2 18.0 2.0 485.2609 168.3 0.5 569.2 324.3 2.9 656.1 33 34 239.3 414.1 0.5 669.7 0.2 543.6 64 65 279.8 525.4 1.2 518.7 23 24 220.03 23.4 4.4 512.04601 264.4 0.9 0.5 0.8 503.6 10.5 0.4 125.0 661.5 8.5 625.6 653.0 6.7 514.6 7.7 1.7 302.0 481.1262 203.8 24.8 612.0785 230.8 3.3 106.6166 133.0 532.7 6.2 43 44 254.2778 165.2 0.05078 258.0 0.0 15 16 200.6 666.8 489.0 376.1 0.2 0.6 0.6 6.3 84 85 297.1 0.02404 312.614 72.4 666.2 0.0 196.8 0.2 637.0 4.5 2.5 1.2317 174.6 422.3 516.8 3.1 520.2189 176.7 131.6 0.7 651.2 534.01637 334.6 112.00781 410.0 0.8 653.6 623.4 548.4 2.6 2.8 0.00620 431.5495 137.8 41 42 252.0 5.8 0.9 0.2 667.2 0.322 64.328 68.01 6.2 0.1 0.5 611.6 0.5 483.1 0.7 624.2 5.8 668.5 154.1 0.9 642.301 80.6 1.25 65.7616 125.9 2.9 3.2 1.6 3.0849 226.4 631.4 493.3 536.6 0.8 669.2 0.8 18 19 208.1 443.409 89.35 72.578 101.1343 200.9 0.3816 152.7 426.0 646.6 0.4224 143.70 89.4 537.21 53.1 317.0 164.2 104.2 0.8 10 11 183.6 0.8 558.6 663.025 20.2 0.0 0.7 528.4 633.8 1.1 101.1435 197.9 0.1 615.1 361.4 665.

5 25 34 60 97 163 163 380 540 840 1430 2240 3200 40 54 96 155 270 270 600 860 1310 2250 3560 5200 15 23 41 67 115 115 260 375 570 980 1530 2200 3 25 39 68 110 188 188 430 610 950 1630 2550 3680 40 61 108 176 305 305 680 980 1500 2600 4050 5900 15 26 45 75 127 127 288 415 640 1080 1700 2450 3.5 25 52 94 150 255 255 590 830 1270 2200 3480 5000 40 84 145 240 410 410 920 1320 2020 3500 5500 8000 15 34 59 98 167 167 380 540 840 1425 2250 3250 5 25 56 100 162 275 275 625 900 1380 2400 3720 5380 40 90 158 260 450 450 1000 1430 2200 3800 5950 8600 15 39 69 113 195 195 435 620 960 1650 2600 3750 6 25 66 115 186 320 320 720 1030 1600 2750 4300 6200 40 104 182 300 510 510 1140 1650 2500 4350 6900 10000 15 45 79 128 220 220 495 710 1090 1880 2950 4300 7 25 72 130 215 363 363 820 1160 1820 3150 4900 7100 40 118 210 340 580 580 1300 1870 2880 5000 7850 11300 15 50 88 142 247 247 550 790 1200 2100 2300 4750 8 25 82 145 240 400 400 920 1300 2020 3500 5400 7900 40 130 232 380 650 650 1440 2090 3200 5500 8700 12500 15 55 96 157 270 270 600 870 1340 2300 3620 5200 9 25 92 160 260 445 445 1010 1430 2220 3850 6000 8700 40 145 255 420 710 710 1600 2300 3550 6100 9600 13800 15 60 105 172 298 298 665 960 1470 2520 4000 5800 10 25 100 176 285 485 485 1100 1570 2450 4250 6600 9600 40 159 280 460 790 790 1750 2520 3900 6700 10600 15300 15 66 115 190 328 328 730 1040 1600 2725 4350 6300 13 25 110 193 315 530 530 1200 1720 2690 4650 7250 10400 40 173 307 500 860 860 1920 2750 4250 7350 11500 16600 15 72 125 205 355 355 790 1130 1740 3000 4750 6800 12 25 119 210 340 580 580 1300 1860 2900 5000 7900 11300 40 190 335 542 940 940 2090 3000 4620 8000 10500 18000 15 77 134 220 380 380 850 1215 1860 3220 5050 7400 13 25 126 226 365 615 615 1400 2000 3120 5400 8450 12100 40 200 360 580 1000 1000 2230 3220 4950 8500 13400 19400 15 83 143 240 405 405 910 1300 2000 3500 5450 8000 14 25 136 242 390 660 660 1500 2150 3350 5800 9100 13000 40 220 385 620 1060 1060 2400 3480 5150 9200 14400 21000 10 .5 25 43 76 123 210 210 480 380 1050 1800 2800 4100 40 69 120 195 340 340 760 1080 1660 2850 4550 6600 15 29 50 82 140 140 320 460 700 1200 1900 2730 4 25 48 84 135 233 233 530 1750 1160 2000 3150 4550 40 76 133 220 375 375 840 1200 1840 3200 5000 7300 15 32 55 90 155 155 350 500 770 1320 2100 3000 4. TABELA 2 Pressão Veloc.5 25 15 27 44 76 76 170 245 380 650 1000 1450 40 24 43 70 120 120 270 390 600 1025 1600 2320 15 12 21 35 60 60 134 193 295 510 800 1150 1 25 20 35 58 100 100 225 320 495 850 1320 1900 40 32 56 92 155 155 310 510 780 1340 2100 3050 15 15 26 46 74 74 165 240 370 630 1000 1430 1.25 25 13 22 37 64 64 145 205 320 550 860 1220 40 20 36 59 100 100 230 330 500 860 1350 1950 15 9 16 26 45 45 102 147 228 390 610 890 0. Kg/cm2 m/s ½” ¾” 1” 1¼” 1½” 2” 2½” 3” 4” 5” 6” 15 6 13 22 38 38 86 124 190 330 520 740 0.5 25 25 44 72 123 123 275 395 610 1050 1650 2370 40 40 70 115 195 195 440 630 970 1660 2600 3800 15 18 31 51 89 89 198 295 440 750 1175 1700 2 25 30 52 85 146 146 330 470 730 1240 1950 2800 40 47 84 135 235 235 520 750 1140 1970 3100 4500 15 20 36 59 100 100 230 330 500 860 1350 1950 2.

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25000 0.8 x 5 10.6 19.0 y 175 x 147 525.11 y 3.4 15.7 20.9 13.5 10.0 y 71 117 161 169 202 270 x 57.8 59 127 230 376 850 1500 2525 3670 5200 7250 9700 12550 15900 0.3 7.1 10.33 y 3.5 37 84 150 250 550 945 1630 2425 3470 4750 6350 8200 10200 0.6 y 18.3 19.4 10 13 15.5 20.5 9.8 33.6 11.5 41 55 60 72 90 109 125 139 161 164 181 192 210 x 11.5 6.5 11 13.5 20.3 15.1 17.9 27.4 17.8 11.3 19 41 73.7 7.66 y 5.2 27.8 8.8 33.2 7.8 24.9 26.1 8.8 4.9 7.1 x 10 17 36 66 110 240 433 708 1068 1360 2100 2800 3630 4530 0.1 17.3 23 29.95 y 9.3 36 43 55 64 75 83 93 98 116 116 126 x 7 21 45 80 135 290 520 880 1900 3450 5500 8500 12200 16700 22000 28600 36000 1.033 y 3 4 4.2 y 135 220 x 110 329.4 y 30 49 67 70 85 113 125 147 189 224 255 272 x 24 71.2 24.2 28.3 3.5 12 22 35 75 135 225 500 895 1450 2220 3140 4350 5750 7475 9300 0.25 y 15.7 3.5 11.4 37 39 44 46 52 56 61 x 3.9 13 14.2 32.8 10.2 20.9 6.026 y 3.6 60.2 6.5 28.7 y 50 81 113 118 143 191 206 244 x 41 121 253 480 795 1700 3040 5000 52.5 42 49 56 71 71 73 82 88 96 x 5.6 9. TABELA 3 F 1/2” 3/4” 1” 1 1/4” 1 1/2” 2” 2 1/2” 3” 4” 5” 6” 7” 8” 9” 10” 11” 12” x 28 51 84 188 334 553 822 1180 1825 2180 2790 3520 0.23 y 3 4.4 14 16.2 y 26.2 12.9 y 23.0 y 203 x 160 657.1 26 31.5 y 79 129 178 187 223 x 62 186 405 740 1200 115.5 168 310 510 1090 2000 3260 7100 12700 23.5 154 336 615 1000 2140 82.4 x 4.4 18.7 21.5 x 7 13 22 46 85 137 315 545 890 1350 1930 2640 3540 4530 5700 0.2 8 12 12.1 17.4 10.08 y 3 3.4 48 53 61 80 95 108 122 137 141 156 167 183 x 10.5 4.2 21.4 52 109 200 330 725 1380 2135 3220 4530 6250 8300 10800 13850 0.4 21.4 5.2 29.8 29.3 y 10.2 22 40 66 142 258 425 930 1680 2720 4140 6000 8200 10900 14000 17800 0.5 200 430 795 131.3 13 28 51 83 184 328 535 1180 2140 3460 5300 7600 10450 13900 17800 22600 0.7 y 62 103 144 149 179 239 258 x 51.5 19 31 67 122 200 440 795 1300 1950 2800 3850 5100 6570 8250 0.5 18 29 62 112 185 408 736 1200 1815 2580 3580 4750 6150 7700 0.3 39 45 40 56 59 66 71 77 x 4.2 15.9 27.5 12.5 23.5 25.1 8.

119 2.6 35270 0.2 810 0.7 23690 0.7 35715 0.120 1.100 4.198 13.2 10190 0.174 15.206 13.8 550 0.8 45490 0.192 14.272 10.123 1.153 17.148 550 16 5.133 0.1 42080 0.120 2 1485 0.3 33965 0.113 3.1 46995 0.2 2815 0.132 0.130 0.2 47490 0.9 14655 0.7 6930 0.196 13.6 44510 0.155 16.326 9.8 17330 0.149 Em mm de coluna de mercúrio 600 10 7.7 11425 0.275 10.261 5.761 6.6 3355 0.122 1.1 220 1.5 390 1.9 41140 0.438 8.8 7120 0.0 12175 0.0 7510 0.1 7715 0.7 495 1.3 6130 0.242 11.5 8560 0.142 250 85 2.727 4.582 6.125 Pressão Manométrica em Kg/cm2 1.1 2680 0.170 15.220 12.1 37485 0.3 4400 0.138 50 160 1.9 5400 0.386 8.1 25160 0.8 2325 0.640 6.394 8.4 6325 0.227 12.4 34380 0.8 27820 0.1 18260 0.3 885 0.6 6730 0.118 2.7 1200 0.123 1.5 39325 0.7 9015 0.6 1120 0.549 7.3 47995 0.190 14.8 40710 0.7 40240 0.9 36590 0.141 200 101 2.136 0.1 12460 0.900 3.444 7.7 2210 0.301 10.201 13.7 45005 0.238 12.253 11.161 16.6 440 1.659 6.0 32690 0.7 3500 0.158 16.8 5225 0.500 3.6 23440 0.128 0.114 3.244 11.364 8.700 4.134 0.3 15820 0.279 10.131 0.0 17950 0.151 17.732 6.135 0.187 14.2 29395 0.2 1685 0.6 16725 0.157 16.997 5.113 5.1 9940 0.412 8.865 5.0 41620 0.950 4.472 7.3 18880 0.6 2095 0.140 150 120 2.250 4.168 15.113 12 .4 30210 0.306 10.1 21560 0.495 7.0 21230 0.167 15.903 5.352 5.208 13.9 32265 0.795 6.9 20890 0.152 17.6 4900 0.0 3925 0.2 7935 0.350 9.1 29005 0.850 4.337 9.4 345 1.5 4730 0.457 4.4 3070 0.354 9.184 14.6 27055 0.4 22620 0.8 36150 0.186 14.213 13.5 3210 0.372 8.700 3.182 5.182 14.0 14940 0.4 26285 0.4 16120 0.1 15235 0.230 12.204 13.5 10915 0.119 2.535 7.9 610 0.0 46485 0.126 745 0.165 15.9 17630 0.0 28610 0.169 15.248 11.0 9700 0.1 1.6 31025 0.146 450 32 3.3 13000 0.246 11.8 14365 0.4 13255 0.118 2.5 1040 0.287 10.114 3.826 5.7 5070 0.6 39780 0.202 13.260 11.5 6530 0.2 33540 0.6 8790 0.9 2440 0.6 19890 0.150 17.9 24400 0.3 10445 0.121 1.100 4.294 10.250 11.602 6.1 5760 0.2 25530 0.650 3.422 8.164 16.4 960 0.6 13805 0.1 4085 0.5 30625 0.223 12.116 2.124 1.7 14075 0.154 17.3 43030 0.210 13.4 9345 0.2 37925 0.3 29805 0.143 300 69 2.7 17035 0.0 24775 0.200 13.5 1990 0.580 4.9 3770 0.4 10680 0.257 11.116 2.160 16.218 12.2 12730 0.380 8.4 43535 0.312 9.5 26660 0.685 6.175 15.9 11930 0.2 42560 0.129 0.8 3640 0.172 15.428 8.403 8.232 12.0 5570 0.290 10.8 20555 0.145 400 43 3.4 19215 0.565 7.322 9.139 100 140 1.484 7.5 22985 0.950 5.331 9.7 20220 0.9 7325 0.162 16.455 7.618 6.0 37050 0.315 9.2 4240 0.127 1 680 0.117 2.147 500 24 4.4 4550 0.8 1290 0.700 3.3 38405 0.3 25900 0.8 24040 0.235 12.163 16.360 9.500 4.2 15520 0.6 11175 0.500 3.159 16.1 33110 0.121 1.176 15.8 11680 0.5 19550 0.3 2940 0.521 7.166 15.9 28215 0.115 2.115 3 2550 0.299 10.000 5.268 11.3 300 1.507 7.2 260 1.3 1785 0.216 12.178 14.4 48530 0.4 1890 0.180 14.185 14.117 2.263 11.194 14.2 21905 0.2 18575 0.4 38880 0.137 0 183 1.225 12.7 31435 0.156 16.5 16425 0.8 9240 0.5 34820 0.1 1590 0.2 5940 0.3 8140 0.7 27435 0.281 10.340 9. TABELA 4 P fP Vg P fP Vg P fP Vg P fP Vg 650 5 10.5 13535 0.9 1380 0.707 6.3 22270 0.9 45980 0.144 350 55 3.5 44025 0.8 31840 0.9 9475 0.

o comprimento é conhecido.7 kg/cm² fP2 = 9015 Q = 1000 kg/hr. e razoavelmente reta para somente 205 kg/hr. Nesse curta. em margem para essas perdas.3 kg/cm² P2 = 6. será bem razoável permitimos 1% para cada 30 m de comprimento. no entanto. no entanto.55 L 150 F  4. Como razoável. a tubulação deve transportar isso. pela Tabela 4: P1 = 7. Uma outra margem deve ser considerada para as perdas Assim. assim.25. No nosso caso. se ela for Evidentemente. vamos permitir uma uma reta. leitura poderá ser interpolada com uma aproximação não haveria problema em determinar as perdas. conforme Figura 1: 136m + 10% ± 150m comprim. veremos que: F   4. pela tubulação. deve ser lembrado que a 13 . cálculos reais ainda não podem ser feitos. V = 19.257m³/kg e assim: V = 0. presumindo que a tubulação esteja V= 9. equivalente Bateria de caldeira Aquecimento 7.3 e 5. temos que dar uma margem para as perdas na será melhor trabalharmos com 4. teremos: Assim.25.257 . embora a Tabela 3 não represente graficamente ainda não temos esse dado.3.Assim.55 Vg = 0.04 Kg/cm2 270 Kg/h 6. e a de 2". Assim: mais a quantidade de vapor que será condensado pelas perdas por radiação. para 440 kg/hr. 75 Descendo-se pela coluna esquerda da Tabela 3.25 m/seg.3 para a direita. Para determinação de Vg foi adotada a pressão intermediária de 6. isolada. 1 É desaconselhável dimensionarmos uma tubulação Neste caso. o o fator Y será 37 para a vazão efetiva. dimensionada. Alternativamente. em relação à máxima recomendada. porém. a tubulação. (como o exemplo). Portanto: Procurando-se o volume específico (Vg) do vapor a fP1  fP2 9700  9015 6. Poderíamos pensar que talvez essa velocidade seja baixa. Como a tubulação ainda não está V= 37 x 0.0 kg/cm² fP1 = 9700 P2 = 6. verificaremos que por radiação da tubulação principal.7 Kg/cm2 284 Kg/h Fig.3 m/seg verificaremos que os pontos mais próximos do requerido são 4. que é a pressão média. a tubulação principal será a de 2".0 kg/cm² P1 = 7. no entanto principal no limite absoluto de sua capacidade. no entanto. Partindo-se pela linha de 4.8 kg/cm². 20% de caso. Se a tubulação for acima de X veremos que uma tubulação de 1 1/2" terá capacidade digamos. 10% é razoável.6 kg/cm². Se soubéssemos o diâmetro da tubulação. descendo-se pela coluna de 2". mesmo sendo razoavelmente reta. kg/hr irão passar somente 284 kg/hr. que tem capacidade para 440 margem será mais apropriado. 100 m de comprimento. no caso citado. aquecedor requer 270 kg/hr. Tomemos outro exemplo.

e condensado. a utilização disso para a determinação da pressão de injeção irá provocar invariavelmente altÍssimas velocidades. no entanto. condensado porém. Nessas condições. pelo menos. O ideal é que fosse ambas do mesmo isolada. 3 Sempre que possível. etc. etc. somente poderá ser conseguida se tivermos um coletor haverá sempre a condensação.tubulação principal foi dimensionada para limitar a perda mais comuns encontradas nos pontos de drenagem é a de carga. ou mais. ou uma drenagem a tubulação terá. No entanto. Uma das falhas 14 . como também 16 de 6" em tubulação de 8". uma tubulação. é determinada pela pressão do líquido nesse vapor Fig. nesse purgador caso. o dimensionamento pela perda de carga. uma tubulação de 4". misturando-se com o vapor. Isso é absolutamente inútil. condensar aproximadamente 16 kg/hr de vapor. no ponto de injeção. é muito importante. e. por medida de provavelmente. Isso é digamos até 4".5 %. vapor Fig. Se as tubulações de bolsa de drenagem distribuição de vapor tiverem inclinação ascendente (contra fluxo). drenagem de 4" em tubulação de 6".04 diâmetro. coletor será como está indicado na Figura 3. Por exemplo. as tubulações devem ser inclinadas. a pressão. É muito pequeno diâmetro melhor o dimensionamento por velocidade. Dessa maneira. A maneira como os pontos de drenagem são feitos. 0. o condensado deverá tender a descer. No entanto. menos que 1% da capacidade da economia. poderíamos aplicar. conforme a Figura 2. uma vez que somente uma 3 . bem ser drenada. teremos o escoamento de ambos no mesmo sentido. provocada pelas perdas de diâmetro aproximadamente igual ao da tubulação a por radiação. e. com 30m de comprimento com vapor a 7. devemos kg/cm² e sendo a temperatura ambiente de 10ºC. Em alguns processos industriais a injeção de colocação de coletores de 1/2" ou 3/4" em tubulações vapor vivo é utilizada. não somente vapor. Evitaremos assim. a Tabela 2 pode ser de muita utilidade. Uma drenagem eficiente Em qualquer sistema de distribuição de vapor saturado. daí baixando sua qualidade. todos os pontos baixos devem também ser drenados. a contaminação ou deterioração da qualidade do vapor. Existe uma boa razão para isso. a tubulação tubo de deve ser protegida do desgaste por erosão. após duas horas terá 32 kg. mas nesse caso não se recomenda bem maiores. teremos a formação de golpes de aríete. facilitando a tarefa de eliminação do condensado. sempre que possível. teremos que tomar alguma providência para a retirada daquele condensado da tubulação. o fluxo de vapor que deverá estar entre 60 e 80 purgador Válvula de descarga km/hr. A melhor instalação do kg de condensado. que geralmente poderão variar entre 30 e 50m ao longo da tubulação. irá empurrá-lo. Tais pontos de drenagem devem ser instalados a intervalos. e daí para cima. Fazendo-se a inclinação no sentido do fluxo. torna-se e by pass extremamente difícil separar e retirar o condensado da tubulação. por exemplo. significa que. Dessa forma. ao final de uma hora.DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR E DRENAGEM proporção insignificante de condensado irá encontrar o pequeno orifício de saída. o que é pior. Quando o vapor é injetado no líquido. irá instalar um Tê do mesmo diâmetro da tubulação. 2 ponto. no sentido do fluxo. no entanto.

pois haverá uma separação efetiva do aproximadamente 1. 5 precisam ser tomados. mais extensos. 3. conseqüentemente mais rígidas.1 . será muito precisam enfrentar o problema da expansão. deixaremos os purgadores para um capítulo recomendaríamos um sistema como na Figura 4.Caso não haja dificuldades em inclinar a tubulação. estando fria ou aquecida. alguns cuidados Fig. com algumas instalações onde será impraticável termos a menos curvas. como na Figura 5 perder devido às distorções causadas pela expansão descontrolada da tubulação. Na maioria das instalações. irão evidentemente expandir-se. colocarmos tudo a contrária ao sentido do fluxo. nas inclinação do solo.Purgadores 6) A escolha dos purgadores para esse tipo de aplicação requer atenção especial em vários pontos. inclinação no sentido do fluxo.. é praticamente inexistente a restrição à expansão média de um tubo padrão é de inclinação mínima. Parece-nos que seria loucura. mais adiante. nas instalações.2 .Contorno que a velocidade no trecho. instalarmos os pontos de É simplesmente uma volta completa da tubulação que drenagem com maior freqüência. aumentar curvas. (Fig. Esse diferencial (T1 .1 . mantenha-se abaixo de 15 m/seg e. 15 . de maneira tal que se deve ser instalada. onde daremos as características dos principais tipos.T0).25 mm/ºC x 100 m. o acúmulo de condensado ou a formação de bolsas a montante. etc. drenagem. porém é muito mais tenderá a escapar-se no sentido inverso ao do vapor. de acordo com a direção. Nessas instalações. ao mesmo tempo. Muitas importante observarmos a velocidade de fluxo e a vezes isso é feito provocando-se tensões nas tubulações freqüência de pontos de drenagem. O comum a aplicação de alguns acessórios para absorver que devemos fazer é reduzir a velocidade do vapor. tendo a entrada pela parte superior. A Desta maneira. talvez seja conveniente aumentarmos o diâmetro da tubulação. especial. No entanto. de maneira tal 4. Assim. após processo também é muito aplicado para a solução de projetar toda uma instalação de vapor com inclinações. existirá movimento suficiente. toma-se aconselhável que o purgador para esse tipo de aplicação seja resistente. Encontraremos evidentemente instalações de maior diâmetros. evite o acúmulo de condensado na tubulação. Levando-se em conta que nas melhores instalações temos encontrado golpes de aríete.Dilatação As tubulações sendo instaladas a frio. e a saída pela parte inferior para evitar em ambos os casos. Fig. O condensado quando as mesmas estão frias.TUBULAÇÕES 4. 4 4 . para permitir a expansão. corretos. onde o solo tenha inclinação pontos de drenagem. No entanto. nas mudanças de a freqüência dos pontos de drenagem. sempre que aquecidas. a fim de assegurarmos que a tubulação permaneça dentro do alinhamento desejado. a fim a expansão. como a seguir: de que ele não force o condensado a mudar o sentido de fluxo. Nesses casos. de temperatura condensado em cada ponto de elevação da rede. de preferência no plano horizontal. onde predominam as tubulações curtas de pequeno diâmetro e cheias de Talvez seja necessário em tais circunstâncias.

Fig. 9 4. haverá tendência pequena para a deformação. porém é absolutamente necessário que a tubulação esteja rigidamente ancorada 16 . para evitar o acúmulo para absorver os movimentos axiais. as juntas de recomendável que seja instalado no plano horizontal. pelo menos. como alguns outros tipos. 6 vezes o diâmetro da tubulação para vapor saturado. expandindo-se. (Fig 9) Vista Superior Fig. a ancoragem e os suportes deverão ser projetados para suportar também essa pressão. recomenda-se que o raio da lira seja de. é Propriamente projetadas e aplicadas. 8 4. 7 Nesses caso.5 . espaço muito pequeno.Juntas Devido a esse tipo de problema. produz uma força contrária à expansão da tubulação. porque ocupam um rígidas. como também de condensado à montante. a pressão interna não tende a abri-lo.3 . que não devera causar problemas nos flanges. podem ser usadas. devemos prever pontos de drenagem. e dirigida por suportes. não somente é.Juntas Sanfonadas Sempre que haja espaço suficiente. Sempre que for instalado na vertical. esse tipo é largamente aplicado. isto expansão sanfonadas. ele tenderá a abrir-se causando tensões adicionais às flanges e conexões. Como regra prática. Isso porque a pressão do vapor atuando sobre a área seccional da tubulação interna Vista (deslizante) tenderá a força-lo em oposição à pressão Superior exercida pela tubulação. as juntas sanfonadas são normalmente aplicadas paralelamente às curvas São freqüentemente empregadas. 6 O contorno. (Figura 8) Fig.Lira ou Ferradura 4. no mesmo plano da tubulação. assim.4 . como a existência de pressão dentro do mesmo. como no caso anterior. (Figura 10). Como as juntas anteriores à pressão tenderão a afastar suas dobras. no entanto. 7) alguns movimentos laterais e angulares. (Fig. Fig.

ramal válvula de (figura 11). Fig. 10 4. 17 .7 . absorvendo a expansão. o problema. Foi mostrado que alguns tipos de juntas de dilatação devemos efetuar uma drenagem antes da entrada do exercem uma força contrária à movimentação mesmo (figura 13). eficientemente com condensado. Dessa maneira. é quase sempre linha principal essencial soldar as braçadeiras de fixação à tubulação. vapor. estiver em um nível superior ao do equipamento. .Ancoragem uma mistura de vapor úmido e condensado para o equipamento. o uso dessas juntas deve ser controlado para minimizar as forças aplicadas sobre o sistema de ancoragem. uma vez que essencial para força-las a executar sua tarefa. assim. nada haverá para forçar as juntas a se Sempre que. a curva em Z absorverá a expansão e as Haverá sempre. pretendida. a fim de suprir toda a instalação com vapor o mais seco possível. controle braçadeira batente batente purgador válvula de bloqueio Principalmente se estiver (ou for ser) instalada uma Fig. Além do problema do desempenho teremos também sérios problemas de manutenção. sendo levado para o tensões indevidas nas conexões. ela atuará como um ponto de drenagem auxiliar.porém não resolvido.uma válvula projetada para vapor não pode trabalhar ou a aplicação de flanges (figura 12). causando uma forte erosão. a velocidades elevadíssimas. pois teremos partículas de água passando sobre as sedes de válvulas (qualquer que seja ela). assim. Se as estaremos tomando vapor de péssima qualidade. digamos.6 . levando 4.condensado na juntas atuarão praticamente como um flexível para evitar parte inferior de qualquer tubulação. sem sombra de dúvida. A ancoragem das tubulações entre juntas de expansão é será atenuado. o que tubulações estiverem livres para executar quaisquer irá afetar diretamente a produtividade do mesmo. 11 válvula de controle ou de redução de pressão .Tubulações Secundárias Todas as tubulações secundárias devem ser tomadas pela parte superior das tubulações primárias. Quando a ancoragem for na horizontal. se fizermos uma tomada de vapor pela parte inferior da tubulação. movimentos. a tubulação de distribuição de comprimirem. próximo ponto de drenagem. Se a tomada for pela lateral.

do vapor caíra para 65 % seco. 50 operadores ficarem aguardando meia hora até o vapor saturado seco. a pressão sobre a perfeita eliminação de ar. ser conseguido é mediante a aplicação de secadores. Realmente. etc. caldeiras normais é úmido. que será admitido através dos flanges. o vapor irá depender de muitos fatores. foi verificado que uma caldeira operando com água contendo 2. perdidas. 14 5% para 35%. que é essencial para os aquecimento dos equipamentos. não contêm calor latente. iremos comentar somente o efeito do ar nas linhas possuem uma grande capacidade de eliminação de ar. o referimo-nos a vapor saturado seco. um desses fatores ou a combinação deles. e a única maneira como isso pode horas/homem de produção. irá influir na qualidade do eliminador de ar vapor. a quantidade de sólidos totais que o vapor ocupará toda a instalação (figura 14). aumentando-se o conteúdo de sólidos totais descarga de ar dissolvidos da água para 3. Mas. O que também ocorre com razoável freqüência. Para qualquer pressão dada.4. na maioria dos casos. fazendo com que o ar temperatura do vapor saturado. para elevar a pressão e aquecer as linhas. na grande maioria das Se. conexão. de distribuição. vapor A baixa qualidade do tratamento de água de uma caldeira é um fato bastante comum na industria.Ar operador de um equipamento abrir a válvula de admissão de vapor de seu equipamento. teremos 25 valiosas equipamentos a vapor. ou tivermos o operador da caldeira. chegando uma ou duas separadores de umidade do vapor. quanto da capacidade da empurrando o ar existente e os cuidados tomados para a caldeira está sendo utilizada. possivelmente sobrecarregando os purgadores e o quando se reinicia a operação. geralmente. irão determinar a rapidez com superfície da água. é o 18 . O nível da caldeira. não produtivas. efeitos de pico de carga. Como no momento vapor são normalmente dos tipos que têm grande estamos especificamente tratando de distribuição de resistência a golpes de aríete. Embora muito se possa manutenção. Quando desligamos a caldeira ou Normalmente. Se. após a parada para sistema de drenagem em geral.8 . o vapor fornecido pelas de ar. assim uma indicação de pressão não dá eliminação automática e perfeita do ar.. Os purgadores absoluta certeza de que teremos atingido ou estejamos escolhidos para drenagem das linhas de distribuição de atingindo a temperatura desejada. dissolvidos e em suspensão. uma mistura de vapor e ar Assim. tempo de aquecimento seja grandemente aumentado. fechamos o vapor de uma determinada tubulação. quando nos referimos a vapor saturado. a umidade passara de condensado Fig. No entanto. isso somente se aplica uma vez por ano. mais rígidos da caldeira. os entrará pelas linhas de distribuição como um pistão.000 ppm através da superdosagem no tratamento da água. etc. e a necessidade de existente nas tubulações de distribuição se localize nas levar-se o vapor à temperatura correta até as superfícies superfícies de transferência de calor. a qualidade. e raramente tais tipos vapor. particularmente.000 ppm fornecia vapor 95% seco. Em algumas instalações que operam em regime conseqüentemente retardando o processo e contínuo. teremos uma ou duas horas de consumo de combustível. etc. nos casos onde a intermitência estará sempre a uma temperatura inferior a do vapor de trabalho seja acentuada. Quando ligarmos novamente a caldeira. Essas partículas carregadas com o vapor. no entanto. aumentam as películas nas superfícies de transferência de calor. fazendo com que o de aquecimento. isto é. por falta de previsão para a eliminação automática de instalações industriais é impraticável o fornecimento de ar. quando a Já vimos à relação existente entre a pressão e a caldeira entra em funcionamento. através de controles de início de operação ocorrem diária ou semanalmente. Quão úmido será esse vapor. as condições fazer para melhorar essa situação. horas antes. torna-se essencial uma saturado. o que não deixa de vapor residual irá condensar-se e a mesma ficará cheia ser um engano pois.

isso e o condensado será drenado para fora do sistema. etc. partida. força-se através de placas a mudanças de direção do fluxo e assim à separação de seco. nada ainda foi mencionado sobre drenagem como se fossem para vapor saturado. para depois. aumentando a periculosidade empregado em função de energia mecânica. É conveniente nesses casos. uma coisa prática a utilização do vapor superaquecido. aumentando os gastos passando pela tubulação ainda fria. devido às variações de distância dos vários através de um purgador. devemos instalar os pontos de Praticamente. pois. Em algumas instalações maiores secundários de alimentação dos equipamentos e um (refinarias. Se conservarmos o mesmo para geração de energia elétrica. Assim. Porém. Após a superaquecido o suficiente para atingirmos os separação. usinas de açúcar. porque estamos tratando apesar do volume de condensado ser menor. pois sua temperatura dificilmente poderá ser controlada nas instalações e a transferência de calor. vapor superaquecido. Recomenda-se que sejam equipamentos à caldeira. transmitir o calor latente. é utilizado para o separadores de umidade antes de cada uma das sistema de aquecimento.9 . Fig. o chamado vapor de escape. que partículas de água ou o vapor esteja realmente saturado. as principalmente do uso de vapor em sistemas de velocidades nas linhas de vapor superaquecido aquecimento. como meio irá equilibrar a outra. Levando-se em consideração que para sistemas de aquecimento ideal será a aplicação de vapor saturado 19 . Em condições de sólidos passem a altas velocidades pelas sedes. em recomendação que também é feita é a instalação de seguida. Geralmente. O vapor superaquecido é normalmente geralmente são maiores. Outra é utilizado. Provoca-se uma diminuição de velocidade do vapor através do maior diâmetro do separador em relação à tubulação e. para o meio a ser aquecido é muito mais lenta do que a do vapor saturado. primeiramente para gerar energia e. ele transmitirá de manutenção. e então se condensar 4. às variações da temperatura instalados separadores em cada um dos ramais ambiente. é utópico. em seguida. em suspensão no vapor.Vapor Superaquecido normalmente. o correto seria sairmos da caldeira com o vapor partículas de água. como força dos golpes de aríete. muitas vezes o vapor separador logo após a saída das caldeiras. 15 SPH Spirax Sarco SPV Spirax Sarco O processo de separação é relativamente simples. a válvulas controladoras de pressão e/ou temperatura. como saturado. não é espaçamento entre os pontos de drenagem. para assegurar que para evitar como já foi dito. primeiramente a quantidade extra de calor sensível de superaquecimento. o vapor seco passará para os equipamentos equipamentos em estado de saturado seco. etc. embora a quantidade de condensado seja menor. aplicação de dessuperaquecedores. à medida que o vapor superaquecido vai causando desgaste por erosão. de aquecimento.).

(Figura 17).11 . pois ele. provocam. quando instalados em tubulações horizontais de vapor. como podemos ver na Figura 16. de condensado em sua parte inferior. etc. nada mais é aríete. mantenha em condições satisfatórias de eficiência. Por exemplo: as válvulas globo. também. que coletor de condensado. A manutenção. que a concentração de milhares de células Fig. no entanto.) devem ser isoladas. provocam também a formação de transferência de calor extremamente baixo. 18 tela do filtro filtro Fig. 17 Correct Correto Steam Vapor Steam Vapor Incorrect Incorreto Condensado Condensado 20 . para que se horizontal também. mas também no fato de que a falta de isolamento térmico ou o isolamento deficiente irá ocasionar uma perda de calor de tal ordem que as E quem leva a culpa são os fabricantes das mesmas. acarretando normalmente vazamentos pela haste.4. instaladas instalação correta seria com os bujões na horizontal para em tubulações horizontais com a haste na vertical. Isso é posto poços de condensado e conseqüentemente golpes de em prática no isolamento térmico.Isolamento Térmico A nossa intenção não é recomendar o tipo ou dar detalhes sobre isolamentos térmicos. o que ocasiona uma freqüência bastante grande de golpes sobre a válvula. permitir um contínuo escoamento do condensado. quando em redes de decisivo na baixa qualidade do vapor. Mesmo o bom vapor horizontais. As reduções concêntricas. servem como poço Existem pequenos defeitos de instalação.10 . um acúmulo (Figura 18). paredes internas serão recobertas por uma grande película de condensado que irá assumir um papel Todas as válvulas globo ou agulha. é nossa idéia lembrar que todas as superfícies que possam perder calor (flanges. etc. causando golpes de aríete. devem ter suas hastes no plano isolamento térmico necessita de proteção. válvulas.Notas Gerais Os filtros em Y ou em Te. Não estamos interessados somente na queima desnecessária de combustível que isso condensado representa. porém que causam diminuindo tremendamente área de filtragem e uma série de aborrecimentos ao pessoal encarregado da conseqüentemente aumentando a perda de carga. devido a um coeficiente de horizontais de vapor. conexões. 16 4. normalmente são de fácil correção. instaladas nas tubulações Vimos como livrar-nos do ar. Fig.

quanto mais baixa for a pressão. Mas. em detrimento do isolante. As opiniões variam. Os custos de variações de fluxo.Redução de Pressão Válvula Redutora de Ação Direta - A maioria das pessoas faz com que a pressão de BRV geração de vapor seja de acordo com a mais alta necessária às instalações. etc.microscópicas de ar. Com variações de pressão a montante da mesma. Não são recomendadas para instalação seriam muito maiores e as perdas por condições de escoamento crítico onde P2 é igual ou irradiação poderiam ser aumentadas. elas perdem suas com a precisão e a sofisticação necessárias. pois menor será a pressão sobre a massa de água. de acordo encharcadas ou amassadas. convém lembrar das perdas de calor através das 4. seria Duplo diafragma (piloto).12 . ia sendo amassado. do processo. Assim. por alguma razão é necessária a redução de pressão através de uma válvula redutora. pois poderá provocar uma flutuação calor por irradiação e completamente inútil. e em aplicações onde não haja caldeira para trabalhar a pressão muito mais alta que a variações de pressão a montante da mesma. a pressão mínima é estipulada pelo fato de que. no entanto. perdendo menor que P1/2. (Figura 19). menor tubulação. determinam a pressão de acordo com o fabricante da caldeira. redução de pressão do vapor para atender a determinadas exigências de temperatura. onde os operários.12. características isolantes e o isolamento térmico torna-se Evidentemente. simplesmente colocarmos só equipamento. 4. Porém. ou grandes o passar dos meses ou anos. O lógico. esses tampões vão se variações de fluxo. outras.1 . razoável de P2. nesse caso. ou grandes necessária. como Controle proteção.Válvulas de ação direta tubulações desnecessárias ou fora de uso. existem três tipos de válvulas automáticas: para o refeitório. (Figura 19). quanto mais sofisticada for a válvula. Quando o vapor gerado estiver à pressão mais alta do que necessário é sempre Fig. um transmissor de calor.se Existem vários tipos de válvulas disponíveis. do isolamento térmico o que nos lembra de um caso conhecido. ou mesmo de pressão. Assim. 19 interessante considerar a distribuição de vapor a alta pressão (pela melhor qualidade. Não seria recomendável a instalação de uma só equipamento. Não são recomendadas para somando e passado algum tempo teremos uma condições de escoamento crítico onde P2 é igual ou quantidade enorme de tubulação instalada. É muito comum quando eliminamos ou tornamos obsoleto São recomendadas para a redução de pressão para um determinado equipamento. que Ação direta. maior serão as possibilidades de fornecimento de vapor de baixa qualidade. para encurtar caminho Basicamente. e em aplicações onde não haja um tampão na tubulação de alimentação de vapor. Enquanto estamos tratando das perdas de calor por inexistência ou deficiência de isolamento. se essas células tornam. passavam sobre as grandes tubulações isoladas de vapor e óleo. é essencial a proteção tanto mais cara ela será.) e reduzi-Ia próximo aos pontos de São recomendadas para a redução de pressão para um consumo. pois poderá provocar uma flutuação muito mais importante é que muitas vezes é necessária a razoável de P2. 21 . simplesmente por isso. o que é menor que P1/2. providenciar um pontilhão de passagem. mais alta temperatura.

482 + 181 Q = 638 kcal/kg Como já vimos a 3 kg/cm² de pressão absoluta. se o vapor saturado a montante da pressão a jusante. (Figura 20). quando discutimos a qualidade do vapor.2 . um acréscimo de volume anteriormente.95. Fig. e.95. e nesse caso. Como já vimos haverá. mais 517 kcal/kg de calor latente.Redução de Pressão x Tubulações Industriais uma é manual e a outra é auto-operada. então teremos a direta. Se a quantidade de calor total disponível era de 638 kcal/kg.3 . se continuarmos com a mesma 22 . é superaquecido. pela tabela de propriedades do vapor sem que se provoque variações na pressão a jusante. mesma quantidade de calor na saída da válvula. ou não ter posicionador.12. fosse 95% seco. específico e. redução servirá para melhorar a qualidade do mesmo. com a redução. fará com São válvulas de grande precisão de controle.650 = 13 kcal/kg de superaquecimento. pois o fluxo poderá variar de zero à Sabemos que praticamente. o que raramente ocorre. através permanece a mesma na entrada e na saída da válvula. e. a piloto. o vapor contém 650 kcal/kg de calor total.133 = 505 kcal/kg de calor latente.13 .12. inevitavelmente. saberemos que o vapor terá 663 kcal/kg de Não há problemas de escoamento crítico.Válvulas de controle do vapor foi melhorada em 3 %. 10 kg/cm² de pressão poderá variar até mais ou menos em 30% da diferencial. A instalação do separador de umidade na entrada da válvula. Supondo-se que estejamos reduzindo a pressão para 3 kg/cm² absoluta (escoamento crítico) pela mesma tabela veremos que o calor total será de 650 kcal/kg. desde que o vapor a montante da válvula seja a jusante. Notamos que. supondo-se que o vapor a montante da válvula. No entanto. É um fato bastante comum. saturado. O custo calor total. digamos. encontrado na maioria das Diz-se que o vapor. após uma válvula redutora de instalações industriais a redução de pressão sem a pressão. a quantidade total de calor sua capacidade máxima. como não haverá perda de calor no normalmente é ligeiramente superior ao das de ação processo de redução de pressão. podendo que nos aproximemos ainda mais dos 100%. teremos 663 . então teremos 638 . 100% seco. do sistema piloto. A maioria esquece-se de que. Das duas anteriores. a qualidade 4. uma vez que a válvula. A pressão a montante. absoluta. por exemplo. 20 Teremos: . normalmente válvula estiver a. 4. isto é vapor 98% seco na saída da válvula. assim a quantidade real de calor na entrada e nas saídas da válvula seria: Válvula Redutora 25P Q = 0. Vamos ver em maiores detalhes como isso ocorre. CL1 + CS1 Q = 0. portanto.Válvulas de duplo diafragma ou de ação por este em condições normais é úmido. São recomendadas para fornecimento de vapor para vários equipamentos. São válvulas feitas sob medida para uma determinada aplicação e necessita de sistema de comando energético auxiliar. composto por 133 kcal/kg de calor sensível. com a redução de pressão. não permitirá uma grande variação da Assim.4. Isso teoricamente é respectiva alteração no dimensionamento da tubulação verdadeiro.

. serão atingidas velocidades máxima necessária.14 -Válvulas em Paralelo velocidade do vapor na superfície será praticamente igual àquela do centro da abertura e. cuja somatória das capacidades seja igual à igual ou menor que P1/2. e. em funcionamento e no momento em que houvesse uma teremos. erosão e vazamento nos flanges. em regime de 24 horas. isto é. jusante. os Nos sistemas de vapor onde haja uma variação muito efeitos erosivos serão aumentados. se passaria a funcionar. com diminuições nos tempos de parada. para P1. for crítica. os efeitos serão manutenção. 23 . em através da qual o vapor deverá passar. no momento em que praticamente triplicamos a velocidade. desejando normalmente exigem. manter a mesma velocidade. uma grande abertura. um velocidade de 25 m/seg. etc. pode ser ajustada VEsp. estariam ambas Baseando-nos em uma vazão nominal de 1000 kg/hr. automaticamente uma só válvula tubulação de diâmetro nominal de 2". usa-se condutor fino. 4. P1 = 10 Kgf/cm² VEsp . Ora. exemplo válvula de 4". tais como óxidos. estação deve ser equipada com filtros e separadores adequados para a remoção dessas partículas (Figura 22). a problema.bitola. teremos de utilizar uma manutenção a cada 3 meses. podem anterior. condutor grosso. formos reduzir para P2 (3 kg/cm² absoluta).Erosão simplesmente pela instalação deficiente de uma válvula redutora de pressão. no entanto. Se a passagem de grande de consumo. Se o vapor contiver grande capacidade. a instalação de válvulas em vapor. conexões.000 m/min. passamos a sofrer golpes de aríete. que afastado dela. Se a válvula tiver baixas tensões.15 . a velocidade do vapor será menor na superfície da sede. se quisermos manter a mesma tubulação. e onde haja uma variação razoável. Porém.197 m³/Kg Se a pressão inicial for de 14 kg/cm². que preciso do que naquelas em que haja uma só válvula de produzirão uma formidável erosão. menor custo inicial tudo isso diminuindo válvulas redutoras de pressão ou reguladoras de fluxo. Caso a velocidade não seja fator menor diâmetro. e deve ser reduzida P2 = 3 Kgf/cm² para 10 kg/cm².05 kg/cm² e a outra para 9. = 0. Se. baseando-nos no. evidentemente. através de um orifício. a abertura entre a válvula e a sede for pequena. devastadores. Além da maior precisão. teremos um controle muito mais sônicas de. maior vida útil e enorme redução nos custos de areia ou mesmo água em suspensão. As válvulas de grande diâmetro.95 kg/cm². Dessa maneira. teremos um aumento de velocidade. normalmente poderiam resolver esse limitante. = 0. de 25 m/seg. mais detalhes. a grandemente os custos operacionais. depende da área eletricidade: em altas tensões. para uma diminuição na carga. se P2 for paralelo. 27. ser instaladas 2 válvulas de 2 1/2". aproximadamente. O problema é análogo ao da Provocada pela passagem do vapor. para 76 m/seg a preventiva. Para se evitar a erosão excessiva das algumas vezes. ainda terá ainda partículas de material estranho. Vamos ver Por exemplo. pelo maior espaçamento da manutenção velocidade passará. em uma instalação onde se necessite uma isso com. em condições de carga total. como uma capacidade total de vazão ligeiramente superior. Uma válvula de 2 1/2".62 para 10. a 4. Duas ou três válvulas de tubulação de 3 1/2".

atenuados pelo correto capacidade. tendo menor relação de área. o funcionamento instável provoca uma tendência de abrir e Vejamos um caso prático. Além do fato de que após pouco tempo as será duas válvulas em paralelo. Suponhamos as condições fechar. dimensionamento das tubulações adjacentes. 22 Filtro Purgador Camara Spiratec A velocidade do vapor na válvula não pode ser às dificuldades de ajustagem da válvula-sede. no entanto. A diretamente relacionado com a variação de carga Se erosão não é a única desvantagem da operação de houver uma variação de. o mais indicado períodos. no entanto. seriam funcionamento próximo do ponto de fechamento não válvulas de tamanhos diferentes. Além disso. recomenda-se a instalação de três válvulas 24 . Se. as válvulas operam parcialmente fechadas. nesses Q1 = 8500 kg/hr (20% do tempo) períodos. tendo como conseqüência uma resultante abaixo: vibratória na pressão e um grande desgaste dos elementos acionadores.16 . P1 = 14 kg/cm² O sistema de válvulas múltiplas faz com que se evitem as paradas para manutenção. pois. necessitando de manutenção. elas sempre apresentam pequenos vazamentos devido Nesse caso. o que não ocorre com as de menor erosão podem ser. praticamente. nesse caso. tais como guias. digamos.Dimensionamento das válvulas para um e muitas vezes a carga normal chega a representar 5 % sistema de válvulas múltiplas da máxima. o mais indicado. Através de. como já vimos antes. Manômetro Manômetro Pressão de entrada Pressão de saída Válvula de Bloqueio Válvula de Bloqueio 25 P Separador Filtro Válvula de Bloqueio Válvula de segurança Válvula redutora 25P Fig. Q2 = 2700 kg/hr (30% do tempo) Uma terceira vantagem do sistema indicado é a vedação hermética. aproximadamente grandes válvulas a baixa capacidade por longos 50% durante a maior parte da operação. Os efeitos da relação de área. os picos de carga. diafragmas etc. e provavelmente mais será tão estável como o das válvulas operando com 25 % de duas. as demais estarão operando. Durante esse período de baixa carga. ou mais de sua capacidade.Quantas válvulas devem ser empregadas distância entre a cabeça da sede é muito pequena e a e com que capacidade? Evidentemente. E. . O torno de 15 % a 20% da total. Por melhor que sejam a ajustagem e o Q3 = 1000 kg/hr (50% do tempo) tratamento térmico de válvulas de grande capacidade. nesse caso a A pergunta é: . a carga variar em mais vedando. cada uma com metade vedações (cabeça e sede) da válvula não estarão da capacidade total. enquanto uma delas P2 = 10 kg/cm² estiver sendo consertada ou revisada. isso estará tendência é de aumentarem os efeitos da erosão. se o escoamento for crítico. todas as válvulas redutoras de pressão os picos de carga são esporádicos 4. desde que não se alcancem. por sua controlada. recomenda- se a manutenção planejada e preventiva.

não estando portanto com funcionamento São purgadores que têm sua operação baseada na crítico. 168 kg/hr Assim: B .1-25P 1 1/4" . com outra pergunta: .Por que tantos tipos de descarga contínua. que é abaixo de 25 % diferença de densidade da água para o vapor. 5 .Termostático •pressão balanceada pressão a válvula C entraria em funcionamento com 93% •expansão líquida de sua capacidade e a pressão seria de 9. a vazão estaria ainda acima de 1 . sendo que a pressão seria de 10 kg/ cm². Seria ótimo para os fabricantes e consumidores. a pressão cairia. B para Termodinâmico 10. portanto Uma pergunta normalmente é feita: . a vazão seria de 2700 kg/hr.0 kg/cm² e C para 9. Tem a grande vantagem de de purgadores. sendo. sem perda de vapor?. modulam a descarga de condensado. a vazão necessária seria de 8500 kg/hr e balde •simples a pressão cairia pela falta de capacidade das válvulas A e aberto •termostático B. que mesmo assim estaria 5.tem suas caracterÍsticas. Se quiséssemos fazer manutenção nas válvulas A e B (que são as mais solicitadas) poderíamos pará-las e funcionar somente com a C. Assim.1 . cada purgador. e as aplicações onde ele é o mais indicado. A .227 kg/hr Mecânico Termostático Sendo que.9 kg/cm². que sirva para todas as aplicações.para 1. e B entraria em preso (SLR) funcionamento com 98% de sua capacidade.Mecânico bóia •termostático • libertador vapor sua capacidade. não interferem no processo de troca de calor. Responderíamos contínuos.9 kg/cm².Por que tantos tipos de veículos.566 kg/hr C . como cada veículo.1 kg/cm².Termodinâmico •simples •fluxo distribuído •simples com filtro incorporado De acordo com esse arranjo.1-25P 1" .para 6. porém infelizmente não existe um tipo 25 . que estariam totalmente abertas.a eliminação do trabalhar com pressões diferenciais mínimas e por serem condensado. A estaria regulada para 10. isto é. se a finalidade é uma só . a válvula B •labirinto funcionará 80% do tempo e a C somente 20%.Outros •impulso capacidade total.Mecânicos funcionando com mais ou menos 43% de sua capacidade. e a válvula C continuaria balde invertido •simples •com retenção fechada pelo excesso de pressão à jusante. a válvula A estaria totalmente aberta. Com a queda de 2 . com abertura total.em paralelo: universal. porém praticamente em sua 4 . Dentro da classe dos mecânicos.para 1.1 .A verdade é que.Bóia Existem dezenas de tipos de purgadores no mercado. Quando •com filtro tivéssemos Q1. sua faixa de trabalho. quando Outros tivéssemos Q2. Tão •bimetálicos logo houvesse uma redução nos fluxos.PURGADORES 5. se a finalidade é uma só? .1-25P 2 1/2" . 3 . na ordem inversa da entrada. somente a válvula A •fluxo distribuído c/ filtro incorporado funcionará todo o tempo. são purgadores que que podem ser basicamente divididos em três classes. as válvulas deixariam de operar.1.

principalmente em cilindros secadores. até o purgador. É o que chamamos de vapor perdido (não confundir com perda de vapor). que é utilizado para a (praticamente) instantânea eliminação do ar e outros gases não condensáveis.1. e onde haja válvulas automáticas de controle de temperatura que provocam uma variação na pressão diferencial. 5. É necessária a atmosfera também de vapor. Por sua construção é um purgador determinado processo. é esse um dos mais antigos no Antes de falarmos nesse assunto. algumas vezes de maneira drástica. Por estar geralmente envolto por uma aríete e a condensado corrosivo. a formação de películas isolantes.1. colocação de um selo de água. bem como em todas as aplicações onde não se possa instalar purgador no ponto mais baixo da instalação. além do dispositivo mecânico.1. É muito aplicado onde as superfícies de troca e o espaço do vapor sejam relativamente grandes.2 .2 . talvez seja mercado. não existe praticamente.5. evitando que ele prejudique o processo. provocando o acúmulo de condensado operação.1 .1.Termostáticos de Bóia se condensa. São purgadores que. nas superfícies de transferência de calor. Fig. de papel. É muito utilizado em cilindros secadores da indústria têxtil. Possui uma característica que o distingue de conveniente esclarecermos o que seja "vapor preso". dentro do espaço de vapor. por razões próprias de de 42 kgf/cm². pois não pode mais retomar à superfície de troca e. isso o torna mais sensível a golpes de aríete e vapor superaquecido (que não é recomendado para sistemas de aquecimento).Purgador de bóia com eliminador de vapor 5. porém com alta resistência a golpes de condensado. 24 O eliminador de vapor preso nada mais é do que uma pequena válvula de agulha que permite o escoamento daquele vapor perdido. todos os demais: é o mais indicado para pressões acima Vapor preso é aquele que. fica retido entre o purgador e o intermitente. fica retendo o condensado prejudicando o processo. antes de ser colocado em troca de calor. Nota: Em alguns casos. aplicam-se purgadores que contenham os Fig. Porém ao mesmo tempo. enquanto não 26 . Diminuindo. e de fumo.Purgadores de Balde Invertido preso Se não o mais antigo. e onde se tenha que elevar o condensado por meio de um sifão.1. 23 dois dispositivos: o termostático e o eliminador de vapor preso. possuem um dispositivo termostático.

que ele não se evapore na tubulação de superaquecido irá provocar a reevaporação do selo de retorno.2.2 drenagem (para que ele se resfrie no coletor e não no Os modelos com válvulas de retenção na entrada. Por exemplo. tão logo ele se forme. podemos utilizar essa Fig. e assim duas causas provocarão o golpe de aríete: a) o súbito aumento de volume do condensado reevaporado fará com que haja um aumento muito grande da velocidade da água. 5. Conseqüentemente.1. à temperatura do vapor saturado.Purgadores Termostáticos de Pressão Balanceada 5. nos tipos anteriores saturado. por também obedecerem é essencial para evitar o entupimento do orifício superior a uma relação pressão-temperatura. Ora. parte daquele condensado irá reevaporar. Fig.2 Os modelos com filtro incorporado evitam a instalação de São purgadores que acompanham a curva do vapor filtro a montante do purgador. tubulação sobrecarregada de água fria. alguns graus abaixo. 25 b) a injeção de vapor de reevaporação em uma linha de condensado. no momento da condensação.2. espaço de vapor). do balde.1 indicação mais prática seria instalar-se um purgador Os modelos simples são recomendados apenas para o termostático.2 . São purgadores empregados sempre que exista uma possibilidade de aproveitamento de calor sensível e onde o purgador possa ser instalado longe do ponto de 5. água. sempre que conveniente. provocará o colapso instantâneo das bolhas de vapor.2. e que exista uma grande quantidade podem ser aplicados tanto em vapor saturado. pois a retenção evita que haja refluxo. o que. como em de ar e gases não condensáveis a serem eliminados. a uma temperatura mais baixa.1 . são purgadores que retém o condensado até que ele perca calor sensível. Se tivermos um purgador que descarregue o condensado. 5. fazendo com que o purgador fique totalmente aberto. estando a tubulação de retorno a uma pressão mais baixa. pois a existência de vapor temperatura tal. por descompressão.1. pois sabemos que vapor e o condensado. quando tivermos que fazer a descarga de condensado em uma 27 . isto é. tem exatamente a mesma temperatura.2. 26 característica em proveito próprio. que descarregue o condensado. dando passagem de vapor.1. vapor superaquecido. a uma vapor saturado. Nesse caso. a 5.Purgadores Termostáticos São aqueles que têm o seu princípio de funcionamento baseado na diferença de temperatura.

dependendo do fabricante.3 . 28-A passagem do condensado abaixo de determinadas temperaturas. São os eliminadores de ar mais recomendados para pressões acima de 7 kgf/cm².SMC 32Y São purgadores que fazem a descarga do condensado a temperaturas reguláveis e constantes. Onde se requer uma temperatura mínima de aproximadamente 60ºC. tanque de armazenagem de óleo APF. Como os outros Fig. São compostos de simples elementos termostáticos. não se queiram aplicar uma válvula automática de controle de temperatura. podendo e sendo recomendados como tal.Thermoton 28 . por razões econômicas ou técnicas. principalmente por sua alta resistência a golpes de aríete e corrosão.Como todos os purgadores termostáticos. Vapor 5. e podem ter suas placas Distância para resfriamento bimetálicas com movimentação linear ou não. 28 independente das variações de pressão. Fig. a montante do mesmo. que permitem a Fig. 5. são ótimos eliminadores automáticos de ar.2.Purgadores Termostáticos de Expansão Líquida Spirax Sarco . podemos ter um controle aproximado de temperatura do processo. 29 purgadores da classe.2 .2. É muito aplicado em esterilizações hospitalares e industriais. Por exemplo.Purgadores Bimetálicos São purgadores que diferem dos demais tipos de Purgador purgadores termostáticos. Fig. se a temperatura atingir 65ºC ou 67ºC. O que se deseja simplesmente é que ela não se eleve demasiado. porém não afetando o processo. 27 Spirax Sarco . Através do condensado. devem ser instalados distante do ponto de drenagem. Muito aplicados para controle onde não haja necessidade de grande precisão de temperatura e onde. e mantendo uma coluna constante de condensado.

quando o filtro estiver relação à sede.Simples Como todos os purgadores possuem a vedação em aço recomenda-se que antes do purgador. Têm a vantagem. com a vantagem de possuir o filtro já incorporado.TD 52 bastante ampla. motivo pelo qual não entraremos em detalhes. Spirax Sarco TD 50 Spirax Sarco . Note-se que os dois tipos não são similares.3 . trabalha sempre inclinado em relação à sede. sobre os mecânicos. 5. São normalmente aplicados em sistemas de distribuição de vapor e drenagens de serpentinas. seja sempre São purgadores que trabalham com o disco inclinado em instalado um filtro. o disco mesma.4 . simetricamente dispostos mais. Geralmente. Possui as mesmas características do tipo 5. Possuem um orifício de entrada. apresentamos um contrapressão de até 80% nos tamanhos grandes e 90% quadro comparativo (Tabela 5) para facilitar a seleção do nos tamanhos pequenos. Spirax Sarco . provocando. além do princípio de Bernoulli. dentro de sua faixa.Outros dessa maneira um desgaste por igual.Fluxo distribuido com filtro incorporado pressão mínima de trabalho de 1 kgf/cm². é necessário que se verifiquem desgaste localizado. Têm uma pressão mínima de tipo recomendado.Purgadores Termodinâmicos trabalho de 0. praticamente. e quanto às condições de contra pressão. porém. tendo 5.3.2 kgf/cm². e a perfuração da um ou dois somente de saída. São de maneira geral. 29 . não se fabricam três ou mais orifícios de saída. em relação à entrada.Purgadores Termodinâmicos com fluxo distribuído Trabalham sempre com o disco paralelo à sede. por sua alta resistência a condensado contaminado ou corrosivo. 31 tomados quanto ao seu dimensionamento. Geralmente trabalham com Finalizando esta parte de purgadores.3. completamente diferentes. em relação ao orifício de descarga. esse tipo de purgador pode trabalhar com um máximo de 50% de contra pressão e tem uma 5. dessa maneira. em função Além de o primeiro apresentar maior problema de da velocidade. e possuem uma faixa de pressões. Dois cuidados devem ser Fig. totalmente em aço dimensionamento que o segundo.4 .3. e as facilidades de limpeza da tela. 32 5. também a reevaporação do condensado para sua vedação. 30 Fig. tanto na sede como no disco.2 . de pressão estática e dinâmica de Bernoulli. Possuem um orifício central de entrada e São purgadores que.Simples com filtro incorporado 5.3. Dessa maneira.5.2.1 .3 . pois eles têm características de São aqueles que trabalham sob o princípio de variação vida útil e manutenção. de a mesma peça poder trabalhar em todas as pressões.3. um incorporado ao purgador. inoxidável e aproveitam.TDS 52 Fig.

O R 3 B P B B B TERMOSTÁTICOS Simples 50% O O < Vs Int. B O 2 B B O R O Simples C/ Filtro Incorporado 50% O O < Vs Int. = Descarga Modulada R = Razoável Int. B B 4 O O B O R Simples < 100% B R Vs Int. TABELA 5 Resistência Capacidade Contra Resistência c/ vapor Regime Necessidade Eliminação Resistência Resistência Temperatura de Resistência Fator de Resistência Pressão a golpes de de de vapor à variação à variação super de descarga eliminação à corrosão Segurança Manutenção à vibração Vazão preso de carga de pressão Máxima de ariete aquecido de ar TIPOS ACESSÓRIOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Termostático (TH) < 100% P P Vs Mod. R O 2 O B O R O Fluxo Distribuido TERMODINÂMICO TERMODINÂMICO C/ Filtro Incorporado 80% O O < Vs Int. O P 3 R P B R B 30 EXPANSÃO LÍQUIDA < 100% R P < Vs Mod. = Descarga Intermitente P = Péssimo Na coluna Fator de Segurança = F Valores máximos 100% = Tendendo a 100% que podem ser utilizados Vs = Vapor Saturado . O P 4 R P R B R ACIONAMENTO MECÂNICO BALDE INVERTIDO < 100% B P Vs Int. R O 4 R P R B R BALDE ABERTO Termostático < 100% R P Vs Int. O P 3 B P B R BIMETÁLICO < 100% B B < Vs Mod. B O 2 O B O R O O = Ótimo < Vs = Abaixo do Vapor Saturado B = Bom Mod. R O 2 B R O R O Fluxo Distribuido 80% O O < Vs Int. R O 4 B B R R R PRESSÃO BALANCEADA < 100% R P < Vs Int. O P 4 B P R O R BÓIA SLR (Libertador de Vapor Preso) < 100% R B Vs Mod.

Uma caldeira recebe água fria a. exista o golpe de aríete.Retorno de Condensado Isso implica em saber se o purgador retém ou não o condensado nos equipamentos. a 98ºC.Refere-se à necessidade de manutenção preventiva e água se transforme em vapor.: panelões para a cozinha 2 .Eficiência do purgador na drenagem de vapor variadas. por mínimo de segurança para qualquer tipo de purgador. Deve notar-se que em todos os tipos a capacidade de descarga varia na razão direta da 12 . e a bomba trabalhe em periódica. contra-pressão. secadores rápidos. É de importância possui. etc. 4 . dependendo da pressão). Se Intermitente. etc. onde o tempo de aquecimento inicial seja importante. transformamos essa água quente em modulada. Em muitos casos. o mais recomendável será ouvir as tratamento de superfície. Para as bombas comuns normalmente uma ponto de drenagem. digamos. haja a coluna de 5. 7 . e jogar essa água fora. banhos ácidos de dúvida. superaquecido.: cilindros secadores. digamos. 8 . pressão. e a vital nos casos onde o processo seja outra parte da água estará.Fator de segurança.Capacidade dos purgadores em aplicações sujeitas diretamente para o tanque elevado.É importante nos casos onde haja perigo de Existe uma regra prática que nos dá mais ou menos1% contaminação do condensado. quando o equipamento seja ligado pudermos retomar para a caldeira essa água a 98ºC. de economia de combustível para cada 5ºC de aumento da temperatura da água de alimentação das caldeiras. instalados em vagões.É a capacidade de eliminação de ar. De qualquer maneira. Esse problema pode ser facilmente contornado com a colocação de uma coluna de água 10 . se varia a abertura de passagem vapor pelo acréscimo de calor latente da vaporização. por problemas de a vibração. Em trabalha em regime intermitente.2. nossos equipamentos iremos utilizar esse calor latente. recomendações do fabricante da bomba. falso (cavitação). excesso de temperatura. isto é. Nota: há situações em que isso é interessante. o aproveitamento Evidentemente irá influir o funcionamento intermitente ou total do condensado pode trazer problemas de cavitação não do equipamento. Caso tenhamos dificuldades em trazer o condensado 11 . Ex. 6 . e desligado algumas vezes por dia ou iremos. aplicações navais. e de acordo com a vazão e/ou temperatura. ou onde existam vários picos diários. ou onde por qualquer razão. No entanto. irá reevaporar em parte pela decomposição.: tanques de transporte de combustível.Resistência dos purgadores em aplicações onde industrial.Refere-se à capacidade do purgador a pressões 3 . elevar a temperatura em apenas 22ºC. Elevamos a temperatura dessa água até o ponto de ebulição (que vai variar. etc. Ex.Temperatura em que o condensado é descarregado. isto é.1 . O excesso de calor que essa água 6 .Capacidade de trabalho em condições de contra. problema com água a 98ºC.5m de altura é suficiente para contornar o possibilidade de vapor preso. Ex. Ora. este fator assume grande importância. 13 .Em aplicações onde exista grande variação de carga pressão diferencial. químico dessa água. etc. ou se distribuímos esse vapor pelos nossos equipamentos. É o fator máximo que pode ser sem contar a economia que teremos no tratamento adotado para enfrentar-se o risco de carga inicial. Essa sucção aplicada sob água à alta temperatura faz com que essa 9 . o fator na bomba de alimentação de água da caldeira.. podemos aplicar uma bomba a 31 . 20ºC. ao invés de elevar 100ºC a água de alimentação. em caso de panelas de cozinha industrial.Refere-se principalmente àquelas aplicações onde o que compense a relação sucção da bomba/temperatura purgador não possa ser aplicado imediatamente junto ao da água. 5 . as bombas normalmente será de 1.É o que nos diz se o purgador tem descarga digamos a 120ºC. são centrífugas e produzem sucção.

6. Basicamente. diminuição da quantidade de condensado. Praticamente.Com o aquecimento da instalação haverá uma fazer essa elevação. vai surgindo a Economizadores. 32 . não forem conhecidas.Dimensionamento da tubulação de retorno de condensado Se formos retornar o condensado para a caldeira ou se formos aproveitá-lo no local. O último ponto é importante. Nesse caso. mas à medida que o condensado vai se aproximando da Em alguns casos.vapor. a recuperação do condensado pode reevaporação na descarga do purgador. ou de carga inicial. tipo mecânico de deslocamento positivo. trazer água a uma temperatura mais alta do que a desejada.No início da operação. ela irá condensar rapidamente o vapor. consumindo. sempre é importante o dimensionamento da tubulação de retorno. 2 . temos que chegar a alguma conclusão: o que deve passar pela tubulação de retorno? Basicamente existem três estágios: 1 . pois nos mostra como poderá ser imprudente o excesso de contra-pressão na tubulação de retorno.1 . pouco ou quase nenhum vapor de reevaporação. de que diâmetro? Temos visto muitas recomendações. Assim. na maioria dos casos poderemos projeta-la para o dobro da capacidade normal. é uma questão de juntarmos as saídas de todos os purgadores e jogarmos em uma tubulação. duas ou três vezes mais vapor do que em condições de operação. Por estar fria a instalação. durante esse período haverá uma grande quantidade de condensado. para 3 . no começo da operação. uma certa quantidade de ar será descarregada pelos purgadores. a perda de carga através da instalação poderá ser considerável. Se as condições de pico reevaporação. às vezes.Em seguida. umas completamente diferentes das outras. Porém. e uma pequena pressão diferencial através dos purgadores. Sempre compensa estudar as de carga". o que é explicável. ela suportará muito bem as possibilidades de aproveitamento do vapor de condições normais de trabalho. Devido ainda ao grande consumo de vapor. quando a caldeira possui temperatura do vapor saturado. através de tanques de dimensionarmos a tubulação para as condições de "pico reevaporação. se calor antes do seu retorno. teremos uma grande quantidade de condensado frio. devido ao grande número de variáveis. devemos aproveitar o máximo de A experiência nos tem demonstrado que.

5 148 430 850 1780 2900 5700 11600 18750 38550 61000 98500 20 2 175 500 1000 2100 3400 6690 13550 21950 45000 70000 115000 25 2. por metro de tubulação.8 112 310 610 1300 2080 4050 8250 13400 27500 46000 75000 9 0.5 95 240 470 1000 1600 3150 6400 10400 21300 35500 58000 6 0.7 108 290 570 1245 2000 3800 7750 12500 25800 44000 70000 33 8 0. ** suficiente para compensar o atrito em cm.6 101 260 520 1140 1750 3500 7100 11450 23500 41000 64000 7 0.3 75 180 360 780 1220 2400 4900 7900 16250 27000 45000 4 0.5 256 680 1300 2900 4600 9000 18400 29800 61000 98000 154000 40 4 300 720 1400 3020 4900 9700 19500 31000 65000 105000 164000 * por atrito em mm de coluna de água por metro de tubulação.4 85 210 420 910 1430 2800 5700 9200 18950 31500 51000 5 0.05 22 60 130 300 450 910 1800 3000 6000 11000 15500 1 0. TABELA 6 DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO DE CONDENSADO PERDA INCLI- DE 1/2” 3/4” 1” 1¼” 1½” 2” 2½” 3” 4” 5” 6” NAÇÃO** CARGA* Kg/h de condensado 0.2 55 145 290 640 980 1940 3900 6380 13000 16000 25500 3 0. .5 200 570 1130 2400 3800 7500 15300 24500 50800 79000 130000 30 3 228 630 1250 2670 4200 8300 16950 27300 56000 90000 135000 35 3.1 38 100 200 450 680 1330 2700 4380 9000 12600 19000 2 0.5 0.9 118 330 650 1450 2210 4350 8800 14250 29300 49000 80000 10 1 122 350 690 1550 2300 4600 9350 15100 31000 52000 84000 15 1.

se a necessidade Uma pergunta que nos tem sido feita constantemente. devido à necessidade de baixas velocidades e ao compensar as perdas por radiação. O efeito dessa grande volume específico do vapor de reevaporação. conseqüentemente. a capacidade de outras em que ele pode ser elevado. pressão diferencial nos purgadores. se puder ser evitada a elevação direta do importante. não somente produz uma espaço de vapor. Mesmo nas condições existam válvulas automáticas de controle de mais favoráveis. De qualquer descarga do purgador será suficiente? Isso é muito maneira. redução na passagem de vapor é a baixa pressão que muitas vezes chega a zero. aquecimento inicial. na entrada diferencial através do purgador. principalmente para aqueles casos onde condensado. no acúmulo de condensado no espaço de vapor e o desde que o purgador seja pressurizado. mas Sempre que haja possibilidade de formação de vácuo no devemos lembrar que isso. Durante o resto do dia a válvula condensado chega a ser maior que a de distribuição de simplesmente deixará passar o vapor necessário para vapor. pudemos notar que existem sempre pressão suficiente no purgador para vencer a condições onde o condensado não pode ser elevado. e contra-pressão e nessas condições. Qualquer tentativa nesse sentido.Devemos lembrar que em alguns casos extremos de consumo de água quente e. a linha de retorno de admissão de água fria. para evitar a possibilidade de deformação do considerarmos a contra-pressão. Basicamente temos danificar o equipamento quando da necessidade do considerado normal a elevação de 10 metros por 1 vapor. como também reduz a pressão vácuo" ou uma válvula de retenção invertida. o que acontece golpe violento de aríete. Assim. que a válvula deverá estar totalmente aberta. sempre que de vapor. principalmente as válvulas moduladoras. Assim. Somente durante o banho do pessoal é qualquer manutenção. recomenda-se instalar um "quebra- contra-pressão. devemos fazê-lo. é: instantânea de vapor for muito elevada. com que tenhamos que drenar a coluna de água para para chuveiros. a elevação irá retardar o processo de temperatura. devido ao 34 . resultará é que eleva o condensado. ou abaixo. Nesse caso. devemos saber que há equipamento. podendo possivelmente com todos os nossos purgadores. será . e fazer Tomemos como exemplo um aquecedor de água a vapor. e não o purgador em si.Qual é a altura a que seu purgador eleva o condensado? praticamente impossível fazer a elevação do A resposta que temos dado é que a pressão no purgador condensado. kgf/cm² de pressão diferencial no purgador. dificultar a eliminação de ar.