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Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

DAELN – Departamento Acadêmico de Eletrônica

PRÁTICAS DE ELETRÔNICA APLICADA (EL 74 G)


NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIOS
Os relatórios deverão seguir as Normas Para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos da
UTFPR, devendo conter:
Introdução Teórica, com uma breve apresentação da teoria que será ensaiada na prática,
descrevendo apenas os assuntos relacionados com a prática (2 páginas no máximo).
Procedimentos e Resultados. Descrever todos os procedimentos executados na
realização da experiência, tais como, montagens, ajustes, medidas, observações etc.
Para cada circuito ensaiado:
a) Incluir o diagrama esquemático e a explicação do funcionamento do circuito.
b) Incluir as equações, projetos e os cálculos teóricos.
c) Apresentar os resultados obtidos: tabelas de valores, formas de ondas, gráficos etc.
d) Comparar com os valores teóricos esperados.
e) Comentar sobre os resultados obtidos, comparando com a teoria (item b). Justificar as
diferenças encontradas, e se estas diferenças são aceitáveis.
Conclusões gerais sobre a prática: descrever se ocorreu algum problema no
desenvolvimento da mesma, comentar sobre as contribuições das experiências no aprendizado.

PONTOS PARA A AVALIAÇÃO DOS RELATÓRIOS


Nos relatórios observar os seguintes pontos indicados:
( ) Colocar Introdução Teórica
( ) Na Introdução Teórica focalizar o assunto da prática NOTA:
( ) Colocar lista de materiais
( ) Descrever o procedimento prático executado
( ) Apresentar as equações utilizadas nos cálculos teóricos
( ) Colocar os Cálculos Teóricos dos circuitos
( ) Colocar/melhorar os desenhos dos circuitos ensaiados
( ) Descrever o funcionamento dos circuitos ensaiados
( ) Colocar Tabelas com resultados medidos x teóricos
( ) Colocar formas de ondas observadas/medidas
( ) Colocar gráfico (curva)
( ) Eixos devem estar em escala (no Excel® usar Dispersão XY, não usar gráfico Colunas ou Linha)
( ) No gráfico a curva/reta é teórica
( ) No gráfico os pontos são medidos
( ) Cuidar com as unidades (A , V , Hz ,  , s , F , H , dB, _________ )
( ) Cuidar com os prefixos ( p , n ,  , m , k , M , G , ___________ )
( ) Colocar Conclusão
( ) Melhorar a Conclusão
( ) Comentar as diferenças entre valores teóricos e práticos
( ) Apresentar erros (em %) encontrados
( ) Comentar sobre o que foi (ou não foi) observado na prática
( ) Comentar sobre o que foi aprendido na prática
( ) Cuidado com a ortografia de _________________________________________________________
( ) ________________________________________________________________________________
( )_________________________________________________________________________________

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PRÁTICA I – CIRCUITOS COM DIODO (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

1) Teste de continuidade de Diodos com Multímetro e Medição da Tensão de Junção

Direta Inversa Vj (V)

2) Levantar a curva do Diodo 1N4148. Variar VCC de forma a medir VR e VD.


Trocar/combinar resistores R (*) conforme a faixa.

VR R* ID VD 5 200 25
(V) () (mA) (V) 10 500 20
12 75 160 7,5 500 15
10,5 75 140 6 500 12
9 75 120 5 500 10
7,5 75 100 12 1500 8
6 75 80 9 1500 6
12 200 60 6 1500 4
10 200 50 4,5 1500 3
9 200 45 10 10000 1
8 200 40 10 33330 0,3
6 200 30 10 100000 0,1

(*) → 75 = 5 x 15  (1 W), 200 = 2 x 100  (1 W), 500 = 2 x 1 k, 33330 = 33 k + 330 

3) Funcionamento do Diodo em CA. Circuitos com R=1 k, 1N4148 e Vi=20 Vpp @ 1 kHz.
Atenção ao Osciloscópio! (##, ver página 3)

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4) Ensaiar os circuitos Limitadores de Tensão abaixo. Circuitos com R=10 k, 1N4148 e Vi=20
Vpp @ 1 kHz.

(##) ATENÇÃO AO OSCILÓSCÓPIO

1º VERIFIQUE OU AJUSTE OS CANAIS PARA:


FATOR ATENUAÇÃO → “ 1 X ”,
ACOPLAMENTO → C.C.
2º AS PONTAS PRETAS (TAMBÉM A DO GERADOR!) SEMPRE LIGADAS NO COMUM
3º ESCOLHER COMO SINCRONISMO (ORIGEM DO TRIGGER) O CANAL COM MAIOR SINAL

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PRÁTICA II - RETIFICADORES (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)
Atenção ao Osciloscópio! (##, ver página 3)

1) Nos 3 retificadores abaixo (Meia onda, Derivação central e Ponte) medir:

a) Forma de onda (F.O.) na carga (VRL)


b) Tensão de Pico na carga (Vp)
c) Tensão eficaz no secundário (V2) e tensão média na carga (Vcc)
d) Período (T) e frequência (f)

d) Descrever o que ocorre com a F.O. da saída dos retificadores onda completa, quando
um diodo é retirado.

2) No Meia onda com filtro abaixo, medir:

a) Formas de onda (F.O.) da tensão na carga (=Vc) e da corrente no diodo (VRp),


b) completando a tabela seguinte
Capacitor Vp Vmin Vond (*) Vcc ripple t cond. IDp =
(F) (V) (V) (V) (V) (%) (ms) VRp / R
1
10
100
(*) nesse caso, se Vond for muito pequeno, pode-se usar “Acoplamento CA” no canal.

3) PROJETO: Em um retificador Ponte com Filtro, escolher adequadamente os valores de RL e


C para a obtenção de um ripple que esteja entre 1 e 5%.

RL C Vond Vcc Ripple


Valor teórico
Valor medido

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PRÁTICA III – TRANSISTORES E CHAVEAMENTO (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

1) TRANSISTOR BIPOLAR: Medir o que é pedido e observar as regiões de operação (pontos de


corte, saturação e ativa) do transistor. Usar RL = 1 k

HFE =  = _____________ medido com o multímetro.

REGIÃO
IC =
R1 R2 VBE VCE DE
VRL / RL
OPERAÇÃO
(*) Aberto

33 k Aberto

33 k 1 k

(*) escolher um valor de R entre 1.500 e 3.000 vezes  medido.

2) TRANSISTOR MOSFET: No circuito abaixo, variar a fonte VG conforme indicado na tabela


e, para cada caso, medir as tensões VDS e VR e calcular o valor da corrente ID.

Rx VGS VDS ID =
(k) VR / RD
100
47
10
4,7
1

MOSFET: IRF 740 ou IRF 840

Traçar a curva de ID x VGS.

Comentar sobre o funcionamento do circuito.

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3) CHAVEAMENTO DE LED: As saídas de 1 e 10 Hz da Mesa Digital têm Pulsos Quadrados
com Níveis de 0 a 5 V. Calcular o resistor de base (RB) para o chaveamento do LED (assumir Vj
do LED de 2 V ⸫ Ic = 13 mA).

a) Medir com os dois canais do osciloscópio os sinais na Base (VBE) e no Coletor (VCE) do
transistor bipolar.
b) Descrever o funcionamento de todo o circuito.

4) CHAVEAMENTO DE RELÉ: Calcular o resistor de base (RB) para o chaveamento Relé


abaixo. Para isso, antes determine as características do Relé utilizado.

Usar um relé (pequeno) com qualquer tensão de bobina (Vbob) entre 5 e 12 V.

a) Usar um multímetro para se certificar dos terminais da Bobina (Bob) e dos contatos
Central (C), Normalmente Aberto (NA) e Normalmente Fechado (NF).

b) Medir a Resistência da Bobina (RBob) para determinar a Corrente da Bobina

IBob = V nominal da bobina / RBob

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Obs: +Vcc ajustada para Vbob!

c) Medir a F.O. de 1 Hz no coletor (VCE) do transistor, observando os valores do spike, para


as seguintes situações de Rsn:

Rsn (snubber) 0  (curto) 1 k ∞ (aberto)

Forma de Onda

Valor de Pico

5) EXTRA: Lâmpada acionada pelo toque do dedo via transistor Darlington e relé.

a) A fonte +Vcc deve ser ajustada para a tensão da bobina do relé utilizado.
b) Entrada: o toque do dedo entre os dois pontos metálicos (pequeníssima corrente).
c) Cuidado com a ligação do circuito na rede elétrica!
d) Descrever em detalhes o funcionamento do circuito.
e) Observar seu funcionamento e incluir comentários no relatório.

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PRÁTICA IV - ZENER E REGULADORES (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

1) Ensaiar os circuitos Limitadores de Tensão abaixo, desenhando as formas de onda de Vo.


Onde R=4,7 k, Zener de 4,7 V, D = 1N4148 e Vi=16 Vpp @ 1 kHz.

Para o relatório: Descrever o funcionamento dos circuitos e confrontar com a medição!

2) Ensaiar o Regulador de Tensão abaixo. Onde Rs= 150 , Zener de 4,7 V, carga RL= 470  e
Vcc varia de 2 a 12 volts.

Vcc (V) VRL medido


3
4
6
8
10
12

3) Ensaiar o mesmo Regulador de Tensão acima. Onde Rs= 150 , Zener de 4,7 V, Vcc = 12 V
e RL varia de ∞ a 67,1  ().

RL () VRL medido Io (mA) = VRL / RL


∞ zero
470
156,7 (*)
94
67,1

(*) Obter os valores de RL colocando em paralelo de 3, 5 e 7 resistores de 470 ,


respectivamente.

Para o relatório: Observar quando ocorre a regulação de tensão (nos dois circuitos acima) e
quando eles deixam de ser regulador de tensão. A tensão VRL permanece constante? Comente.

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4) Ensaiar o Regulador de Tensão abaixo. Onde Ci= 330 nF, Co= 100 nF, carga RL= 50  (2 de
100  1W em paralelo) e Vcc varia de 2 a 12 volts.

Vcc (V) VRL medido


3
4
6
8
10
12

Para o relatório: Observar quando o CI regulador de tensão começa a funcionar. A tensão VRL
permanece constante? Comente. Determine qual a Regulação de Linha?

EXTRA) Ensaiar a Fonte de Alimentação completa abaixo.

O transformador pode ser de 6V ou 12V, também. Na ausência de transformador, substituir a


ponte retificadora pela fonte contínua de bancada de 12V!

Onde o transistor é o BC 547 e RL varia de ∞ a 30  ().

RL () VO medido Io (mA) = VO / RL



100
10 (*)

(*) Obter esse valor de RL associando resistores → 10 de 100  (1/4 W) em paralelo.

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PRÁTICA V - CIRCUITOS OPTOELETRÔNICOS (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

Materiais: Fotoacoplador: TIL 111, TIL 113, 4N25, 4N35, 4N33 ou PC817
LEDs (duas cores diferentes)
LED infravermelho: TIL 32 (ou outro qualquer)
Fototransistor IR: TIL 78 (ou outro qualquer) ou Chave Óptica

1) LEDs

Teste rápido de um LED → ligá-lo em série a 1k na fonte de +5 V ou +12 V!

Projetar no circuito os resistores R1 e R2 para acender os LEDs em +12 V. Escolher uma


corrente entre 15 e 20 mA.

LED 1 LED 2
Cor do LED
ILED
escolhida
Valor de R
projetado
VLED
medida
VR
medida
ILED real
(= VR / R)

Discutir sobre as diferenças entre as correntes escolhidas e as correntes reais.

2) FOTOACOPLADOR

Nos circuitos a seguir aplicar em Vi um sinal do gerador de funções, usar a saída TTL/MOS e
uma frequência 100 Hz.

Medir com osciloscópio as saídas Vo.

No relatório → Comentar sobre a inversão (ou não) dos sinais e concluir sobre a operação dos
circuitos.

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3) ACIONAMENTO DE MOSFET VIA FOTO-ACOPLADOR

Projetar o resistor RLED para o correto acendimento do LED. Utilizar um sinal do gerador de
funções, saída TTL/MOS e uma frequência menor que 1 Hz.

Medir com osciloscópio a saída do gerador e a tensão VGS simultaneamente. Observar o estado
do LED para as duas posições: HIGH e LOW do sinal de saída TTL.

No relatório → Comentar sobre a inversão (ou não) dos sinais e concluir sobre a operação do
circuito e LED.

Saída TTL HIGH LOW


VGS
LED

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4) SENSOR ÓPTICO DE MOVIMENTO MECÂNICO

Construir o circuito eletromecânico abaixo para detectar a passagem de um objeto


(opaco/escuro) pela trajetória indicada (em tracejado).

Usar o par LED e fotodiodo de IR ou utilizar alguma Chave Ótica de fenda ou reflexão.

Desenho elétrico

Desenho mecânico 1 ou

Desenho mecânico 2 ou

Desenho mecânico 3

Observar no osciloscópio o sinal obtido na saída Vo e colocar comentários no relatório.

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PRÁTICAS VI & VII – AMPLIFICADOR OPERACIONAL (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

OBS: A alimentação é sempre +15 V e –15 V, em todos os circuitos!

1. Verificação do Curto Virtual.


Aplicar em Vi um sinal senoidal de 1 kHz com 2 Vpp e observar e desenhar os sinais nos
pontos Vni e Vin (utilizar os dois canais do Osciloscópio).

Vni Vin

a) Existe Curto Virtual? Por que?


b) Mudar no Gerador para onda Quadrada e Vi Vni
Triangular, observando as formas de ondas nos
10 k
pontos Vni e Vin. Vin
c) Modificar também a amplitude e a freqüência
do sinal de entrada. 10 k

d) Retirar (abrir) o resistor de realimentação do


operacional e observar os pontos Vni e Vin. O
que ocorre com o circuito?

2. Aplicando o Conceito do Curto-Virtual em um circuito com Amp. Op.


No circuito a baixo, determinar e medir a tensão de saída (Vo).
OBS: sempre as tensões são todas referenciadas ao COMUM!

Vo teórico +5V
Vo
Vni medido 1 k

Vin medido
10k
Vo medido
–15V

3. Ganho e defasagem de Amplificador Inversor.


Usar 2 canais para observar a defasagem entre os sinais Vo e Vi.
100 k
Vi
Vo Vi 10 k

Av prático Senóide
1kHz Vo
Av teórico
Defasagem?

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4. Ganho e defasagem de Amplificador Não-inversor.
Usar 2 canais para observar a defasagem entre os sinais Vo e Vi.
10 k
Vi
3,3 k
Vo
Av prático
Vi Vo
Av teórico
Defasagem? Senóide 1kHz

5. Projeto de Amplificadores.
Amplificador Não-inversor com ganho de 20 e um amplificador Inversor com ganho –50.

Desenho dos circuitos com os valores dos resistores comerciais:

Registrar as Tensões Medidas (Vo e Vi), determinar os Ganhos práticos obtidos e comparar com
os valores teóricos (corrigidos pelos valores comerciais!)

6. Montar e Testar um Seguidor de Tensão.

Desenho do Circuito:

Medir o Ganho prático sem carga:

Medir o Ganho com as cargas de 1 e 10 k:

7. Máxima Excursão do Sinal de Saída.

Vo pico 10 k
positivo
1 k
Vo pico Senoide
negativo 5 Vpp
1 kHz Vo
Desenhar a onda Vo e descrever o
que ocorreu no circuito!

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8. Somador de Tensão.

Aplicar às entradas, conforme tabela abaixo, as tensões de +5 V, 0 V (comum), –15 V e


+15 V disponíveis na Mesa Digital. Medir as tensões na saída com Multímetro.

VA VB VC Vo medido Vo teórico
0V 0V 0V VA
0 V +15V 0 V
10k 10k
-15 V 0 V 0 V VB
5V 5V 0V 10k
5V 5 V -15 V VC

0V 5 V -15 V 10k Vo
5V 5 V +15V
0 V 15 V -15 V
5 V 15 V -15 V
Em algumas situações acima o valor medido não concorda com a teoria. Por que?

9. Subtrator.

Projetar e construir um subtrator (Vo = Va – Vb) e compor uma tabela semelhante a do


item anterior aplicando nas entradas várias combinações de 0V, +5 V, +15 V e/ou –15 V.

Circuito: Tabela:

10. Projeto.
Projetar um circuito que execute a seguinte operação matemática.

Vo = 2 × Va + Vb
2

Circuito projetado:

Utilizando os clocks TTL da Mesa Digital, aplicar em Va um sinal de 100 Hz e em Vb


um sinal de 1 kHz. Registrar a forma de onda na saída (Vo).

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11. Diferenciador.
Aplicar uma onda triangular de 10 Vpp nas frequências de 50, 100, 250 e 500 Hz.
Desenhar as ondas de entrada e saída, medindo os valores de Vo.
10 k

Vi 100 nF(*)
(*) Usar Poliéster. Evitar o Cerâmico.
Gerador
Vo

Aplicar em Vi uma onda senoidal de 10 Vpp e 100 Hz.


Que tipo de onda tem a saída: senoide ou cossenoide?
Comparar todos os casos com valores teóricos.

12. Fonte de Corrente.


Projetar uma Fonte de Corrente (sink ou driver) com saída de 5 mA.
Circuito:

Medir a corrente de saída (Io) para as cargas (RL) abaixo.


Qual a máxima carga RL para que a fonte de corrente ainda funcione?

RL 0 47  100  470  1 k 2,2 k 4,7 k 10 k


Vo (V)
Io =
Vo/RL

13. Projeto Extra.

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PRÁTICA VIII - COMPARADORES DE TENSÃO (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

OBS: A alimentação é sempre +15 V e –15 V, em todos os circuitos!

1. Ensaiar os circuitos abaixo. Utilizar CI Amp. Op. 741.

Aplicar em Vi um sinal senoidal (ou triangular) de 100 Hz com 16 Vpp.


Observar e desenhar os sinais nas saídas Vo (utilizar os dois canais do Osciloscópio).
Medir os valores de Vi quando a saída Vo comuta de estado, isto é, Vt e Vt.
Desenhar a Curva de Transferência (Vo x Vi)

No último circuito, utilizar a função Display XY do osciloscópio e registrar a imagem.

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PRÁTICA IX - OSCILADORES E CI 555 (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

1. Ensaiar os circuitos Osciladores abaixo. Utilizar como Amp. Op. o CI 741 com
alimentação de +15 V e –15 V.

Observar e desenhar os sinais Vo e Vc (utilizar os dois canais do Osciloscópio).


Medir os valores de tensões pico, intervalos de tempo (tH e tL) e frequência (f).
Comparar com valores calculados.

• Neste último circuito ajustar o valor de R4 para satisfazer o critério de B.A = 1.


• Observar o que acontece quando R4 é aumentado e quando é diminuído.

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2. Oscilador (Astável) com 555

Projetar o circuito astável abaixo para que a frequência de operação seja próxima a 1 Hz
com duty-cycle próximo a 75%.

R1 = __________ R2 = _____________ C1 = ____________

Observar e desenhar os sinais Vo e Vc (utilizar os dois canais do Osciloscópio).


Medir os valores de tensões pico, intervalos de tempo (tH e tL) e frequência (f).
Comparar com valores calculados.

3. Temporizador (Monoestável) com 555

Projetar o circuito monoestável abaixo (completar as ligações e determinar R e C) para


que o tempo de acionamento do LED seja algo próximo a 5 segundos.

R = _____________ C = ____________

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PRÁTICA X - MODULADOR PWM (PROCEDIMENTOS E RESULTADOS)

1. Relé Básico de Estado Sólido

Descrever o seu funcionamento e observar a sua operação, através da medição da tensão


eficaz sobre a carga (lâmpada) com multímetro, para a chave de controle S nas suas duas
posições.

Rede 127 V

2. PWM (ajuste manual) com CI 555

Pode-se ligar o pino 4


diretamente no +Vcc.

P na ordem de
dezenas de k.

Descrever o seu funcionamento e calcular C para 100 Hz < f < 500 Hz.
Observar a sua operação ao varia o potenciômetro P de 0% a 100% de sua excursão.
Anotar as frequências e as formas de onda em Vo(t), para P em 25%, 50% e 75%.

Aplicar o sinal de saída Vo(t), no gate do MOSFET do circuito anterior (desligando S),
variar a posição de P e observar o controle da potência (brilho) da carga.

Medir a tensão eficaz (via multímetro) na lâmpada para P em 20%, 40%, 60% e 80%.

Comentar e concluir.

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