NORMA BRASILEIRA

ABNT NBR 15827
Primeira edição 24.09.2007 Válida a partir de 24.10.2007

Válvulas industriais para instalações de exploração, produção, refino e transporte de produtos de petróleo — Requisitos de projeto e ensaio de protótipo
Industrial valves for installations of exploration, production, refining and transport of petrol products – Requirements for design and prototype test

Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

Palavras-chave: Válvula. Projeto. Descriptors: Valve. Design. ICS 23.060.01; 75.200 ISBN 978-85-07-00669-5

Número de referência ABNT NBR 15827:2007 38 páginas ©ABNT 2007
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ABNT NBR 15287:2007

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© ABNT 2007 Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito pela ABNT. Sede da ABNT Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar 20031-901- Rio de Janeiro - RJ Tel.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 55 21 2220-1762 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br Impresso no Brasil

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Sumário

Página

Prefácio........................................................................................................................................................................v 1 2 3 4 5 6 6.1 6.2 6.3 6.3.1 6.3.2 6.3.3 6.3.4 6.4 6.4.1 6.4.2 6.4.3 6.4.4 6.5 7 7.1 7.1.1 7.1.2 7.1.3 7.2 7.2.1 7.2.2 7.2.3 7.2.4 7.2.5 7.2.6 7.2.7 7.2.8 7.2.9 7.2.10 7.2.11 Escopo ............................................................................................................................................................1 Referências normativas ................................................................................................................................1 Termos e definições ......................................................................................................................................3 Siglas e abreviaturas.....................................................................................................................................3 Requisitos gerais...........................................................................................................................................4 Requisitos específicos..................................................................................................................................7 Documentação de projeto ............................................................................................................................7 Memórias de cálculo .....................................................................................................................................7 Ensaio de protótipo .......................................................................................................................................9 Fabricação do protótipo................................................................................................................................9 Seleção de materiais para os protótipos dos ensaios ..............................................................................9 Procedimento dos ensaios de protótipo.....................................................................................................9 Registros dos ensaios funcionais ...............................................................................................................9 Abrangência dos ensaios de protótipo .......................................................................................................9 Quanto às características construtivas ......................................................................................................9 Quanto ao diâmetro nominal......................................................................................................................10 Quanto à classe de pressão .......................................................................................................................10 Quanto ao tipo de extremidade..................................................................................................................10 Ensaios de desempenho das válvulas ......................................................................................................10 Procedimentos e critérios de aceitação de projeto através de ensaios de protótipo..........................12 Procedimentos de verificação da memória de cálculo............................................................................12 Verificação das tensões..............................................................................................................................12 Capacidade de alívio interno de cavidade para válvula-esfera ..............................................................12 Torques de acionamento ............................................................................................................................13 Procedimento de ensaios de protótipo .....................................................................................................13 Análise dos procedimentos de ensaio ......................................................................................................13 Análise dos procedimentos de montagem da válvula.............................................................................13 Análise da documentação do projeto........................................................................................................13 Análise do livro de fabricação do protótipo .............................................................................................13 Análise da integridade física do corpo......................................................................................................13 Ensaios de vedação ....................................................................................................................................14 Avaliação do desempenho de torque de acionamento (Assinatura) .....................................................16 Ensaios cíclicos à temperatura ambiente .................................................................................................16 Ensaio em temperaturas extremas ............................................................................................................16 Capacidade de alívio interno da válvula ...................................................................................................16 Desmontagem e inspeção ..........................................................................................................................16

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Anexo A (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula-gaveta..............................................18 A.1 Corpo, tampa, castelo ou tampa-castelo ..................................................................................................18 A.2 Sistema de engaxetamento ........................................................................................................................19 A.3 Preme-gaxetas ou sobreposta ...................................................................................................................20 A.4 Haste .............................................................................................................................................................20 A.5 Anel de sede.................................................................................................................................................20 A.6 Gaveta ...........................................................................................................................................................20 A.7 Bucha de contravedação ............................................................................................................................21 A.8 Volante ..........................................................................................................................................................21 A.9 Parafusos .....................................................................................................................................................22 A.10 Placa de identificação .................................................................................................................................23 Anexo B (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula de retenção .....................................24

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B.1 B.2 B.3 B.4 B.5 B.6 B.7 B.8 Corpo ............................................................................................................................................................24 Tampa ...........................................................................................................................................................25 Anel da sede.................................................................................................................................................25 Parafusos e porcas......................................................................................................................................26 Portinhola e demais internos .....................................................................................................................26 Braço da portinhola e eixo..........................................................................................................................27 Mola para válvula tipo wafer.......................................................................................................................27 Placa de identificação .................................................................................................................................27

Anexo C (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula esfera...............................................28 C.1 Corpo ............................................................................................................................................................28 C.2 Sedes ............................................................................................................................................................30 C.3 Esfera ............................................................................................................................................................31 C.4 Parafusos e porcas......................................................................................................................................31 C.5 Vedação do corpo ou tampa ......................................................................................................................32 C.6 Vedação da haste - Sistema de engaxetamento ......................................................................................32 C.7 Alavanca .......................................................................................................................................................33 C.8 Dispositivo antiestático ..............................................................................................................................33 C.9 Placa de identificação .................................................................................................................................33 Anexo D (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para obtenção da assinatura de torque de acionamento em válvulas ...........................................................................................................................34 D.1 Procedimento...............................................................................................................................................34 D.1.1 Objetivo ........................................................................................................................................................34 D.1.2 Método de obtenção....................................................................................................................................34 D.1.3 Seqüência de operações ............................................................................................................................34 D.1.4 Ensaios de sobrecarga de torque..............................................................................................................35 D.1.5 Critérios de aceitação .................................................................................................................................35 D.2 Curva típica de assinatura ..........................................................................................................................36 Anexo E (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para a realização de ensaios cíclicos em válvulas em temperatura ambiente............................................................................................................37 E.1 Características do ensaio ...........................................................................................................................37 E.2 Objetivo ........................................................................................................................................................37 E.3 Método de execução ...................................................................................................................................37 E.3.1 Aquisição de dados.....................................................................................................................................37 E.3.2 Ensaios cíclicos...........................................................................................................................................37 E.3.3 Critério de aceitação ...................................................................................................................................37 Anexo F (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para a realização de ensaios cíclicos em válvulas em temperaturas extremas..........................................................................................................38 F.1 Características do ensaio ...........................................................................................................................38 F.2 Objetivo ........................................................................................................................................................38 F.3 Método de execução ...................................................................................................................................38 F.4 Critério de aceitação ...................................................................................................................................38

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A ABNT não deve ser considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.000.07. pela Comissão de Estudo de Válvulas em geral (CE-04:009.Todos os direitos reservados v Impresso por: PETROBRAS . As Normas Brasileiras.17-010. Exemplar autorizado para uso exclusivo . com o número de Projeto 04:009. são elaboradas por Comissões de Estudo (CE).33.17). cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB). laboratórios e outros). delas fazendo parte: produtores.2007 a 20.PETROLEO BRASILEIRO .ABNT NBR 15827:2007 Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.06. de 21. consumidores e neutros (universidades.167/0036-31 ©ABNT 2007 . O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 7. A ABNT NBR 15827 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos (ABNT/CB-04). A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretivas ABNT. formadas por representantes dos setores envolvidos. Parte 2. dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET).2007.

33.000.Exemplar autorizado para uso exclusivo .PETROLEO BRASILEIRO .167/0036-31 Impresso por: PETROBRAS .

com ou sem redutor. Bolted bonnet steel gate valves for petroleum and natural gas industries ISO 17292. ou por atuador. refino e transporte de produtos de petróleo.1 Esta Norma estabelece os requisitos para projetos e ensaios de protótipos de válvulas industriais tipos gaveta.2 Esta Norma aplica-se às válvulas com ou sem acionamento manual. válvulas-borboleta do tipo triexcêntrica (triple offset) ou válvulas em geral do tipo low emission. Metal ball valves for petroleum. Para referências não datadas. Butterfly valves: Double flanged. esfera. produção. Petroleum and natural gas industries – Pipeline transportation systems – Pipeline valves ISO 15761. globe and check valves for sizes DN 100 and smaller for the petroleum and natural gas industries ISO 10434. nas classes de pressão utilizadas nas instalações de exploração. Testing of valves – Fire-test requirements ISO 14313. globo. Steel gate. Exemplar autorizado para uso exclusivo .33.NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15827:2007 Válvulas industriais para instalações de exploração. Check valves: Wafer.Todos os direitos reservados 1 Impresso por: PETROBRAS . incluindo os ensaios cíclicos desta Norma.000. Os redutores e atuadores devem comprovar o pleno atendimento às premissas de projeto das válvulas.3 Esta Norma não se aplica às válvulas com características especiais de funcionamento. 1. and double flanged type API STD 609. Fire test for evaluation of valve stem packing API STD 594. aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). ABNT NBR 10285. petrochemical and allied industry API STD 589. Para referências datadas. 2 Referências normativas Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. produção. wafer-lug. aplicam-se somente as edições citadas.167/0036-31 1. válvulas-esfera com selagem e condições de torque especiais.and wafer – Type ©ABNT 2007 . Válvulas industriais – Ensaio de pressão de válvulas ISO 10497. Válvulas industriais – Terminologia ABNT NBR ISO 5208. lug . refino e transporte de produtos de petróleo — Requisitos de projeto e ensaio de protótipo 1 Escopo 1. tais como válvulas macho de sede retrátil duplo bloqueio e dreno incorporado. retenção e borboleta.PETROLEO BRASILEIRO .

Rules for construction of nuclear power plant components code for concrete reactor vessels and containments ASTM B584. Specification for steel globe and globe stop and check valves (flanged and butt-welding ends) for the petroleum. Division 2. Forged fittings. Pipe threads. Standard guide for post-coating treatments of steel for reducing the risk of hydrogen embrittlement AWWA C504. Part D. threaded and welding end ASME B16.20. Large diameter steel flanges NPS 26 through NPS 60 metric/inch standard ASME B 31.PETROLEO BRASILEIRO .Todos os direitos reservados . Metallic gaskets for pipe flanges ring-joint. Industrial valves – Testing of valves MSS SP-9. Process piping ASME Section II. Materials. general purpose ASME B16. properties ASME Section VIII.25. Specification for steel check valves (flanged and butt-welding ends) for the petroleum. Standard specification for copper alloy sand castings for general applications ASTM B849.1.47. Division 1 Exemplar autorizado para uso exclusivo .ABNT NBR 15827:2007 ASME B1. petrochemical and allied industries BS 5159.33.000. Specification for cast iron and carbon steel ball valves for general purposes BS EN 12266.1.3. Cast iron pipe flanges and flanged fittings ASME B16.34. Standard specification for pre-treatment of iron or steel for reducing risk of hydrogen embrittlement ASTM B850. Rubber-seated butterfly valves BS 1868. petrochemical and allied industries BS 1873.5.20. Face-to-face and end-to-end dimensions of valves ASME B16. Guidelines for manual operation of valves 2 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . Buttwelding ends ASME B16. Bypass and drain connections MSS SP-91. Pipe flanges and flanged fittings ASME B16. socket-welding and threaded ASME B16. Valves – Flanged. spiral-wounds and jacketed ASME B16.167/0036-31 ASME Section VIII. Spot facing for bronze.11.10. iron and steel flanges MSS SP-45.

Tamanho nominal do tubo . aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 10285 e os seguintes.ABNT NBR 15827:2007 3 Termos e definições Para os efeitos desta Norma. forma.167/0036-31 4 Siglas e abreviaturas Para os efeitos desta Norma.Diâmetro nominal .000. aplicam-se as seguintes siglas e abreviaturas: AP BP DPE DN FJA FR JTO JTC MP NPS PMT RO SVV TMA Alta pressão .Face com ressalto .Extremidade com rosca .válvula completamente aberta (Jam to open torque) .Torque máximo admissível ©ABNT 2007 .3 válvula de uso geral válvulas com anéis resilientes para serviços não críticos ou perigosos.TNO + aperto . também na caixa de redução.33.Baixa pressão .4 sem vazamento visível (SVV) volume de vazamento menor que 1 gota (1/16 cm3) ou 1 bolha (1/16 cm3) Exemplar autorizado para uso exclusivo .Todos os direitos reservados 3 Impresso por: PETROBRAS . como água. 3.1 alteração substancial alteração de projeto que venha a afetar o desempenho do produto na condição de serviço prevista.Média pressão . quando for o caso.PETROLEO BRASILEIRO .Duplo efeito pistão .3.2 assinatura da válvula curva característica do torque requerido na haste da válvula (sempre medido para dimensionamento do acionador) e. ar e demais fluidos enquadrados na categoria “D” do ASME B31. cuja aplicação deve ser limitada à temperatura da Tabela 6 3.TNO Válvula completamente fechada (Jam to close torque) .Sem vazamento visível . medida ao longo do tempo e ao longo do curso de abertura e fechamento da válvula. mantidas as condições controladas de pressão na válvula 3.Aperto .Face junta-anel .Pressão máxima de trabalho . função ou material 3. Isto pode incluir alterações nas tolerâncias.

47 e Anexo A desta Norma a DN = diâmetro nominal. 4 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .34 e Anexo A e Anexo A ISO 10434 e Anexo A desta Norma desta Norma desta Norma ASME B16.ABNT NBR 15827:2007 TMO TNO TRAC TRAS TRAQ TRFQ TRFC TRFS TRO - Torque máximo de operação Torque nominal de operação Torque real de abertura com diferencial de pressão Torque real de abertura sem diferencial de pressão Torque real de abertura na quebra de movimento Torque real de fechamento na quebra de movimento Torque real do fechamento com diferencial de pressão Torque real de fechamento sem diferencial de pressão Torque real de operação 5 5. Tabela 1 — Padrões construtivos das válvulas industriais – Gaveta Material do corpo/Extremidades da válvula Parâmetros Aço forjado Encaixe para solda DNa (NPS) Classe 800 e 1 500 15 a 40 (½ a 1 ½) 2 500 50 a 600 (2 a 24) 150 a 900 Aço fundido ou forjado Flange ou solda de topo 50 a 400 (2 a 16) 1 500 50 a 300 (2 a 12) 2 500 650 a 1 050 (26 a 42) 150 a 600 Exemplar autorizado para uso exclusivo .Todos os direitos reservados . 3.000. expresso em milímetros (mm). 2.1 Requisitos gerais As válvulas devem ser projetadas utilizando os padrões construtivos dados nas Tabelas 1. 4 e 5. ASME B16.PETROLEO BRASILEIRO .34.167/0036-31 Padrão construtivo ISO 15761 ASME B16.33.

ISO 10497 e Anexo C desta Norma - ISO 17292. b ©ABNT 2007 . expresso em milímetros (mm). a dimensão face a face deve ser acordada entre o fabricante e o comprador.34.167/0036-31 Material do corpo/Extremidades da válvula Parâmetros Aço fundido ou forjado Flange ou solda de topoa DNb (NPS) Classe Padrão construtivo 50 a 900 (2 a 36) 150 a 600 50 a 600 (2 a 24) 900 50 a 400 (2 a 16) 1 500 50 a 300 (2 a 12) 2 500 150 BS 5159 Roscada Aço forjado Encaixe para solda 15 a 40 (½ a 1 ½) 800 1 500 e 2 500 - ISO 14313 e Anexo C desta Norma Ensaiada a fogo ISO 14313.PETROLEO BRASILEIRO . expresso em milímetros (mm). DN = diâmetro nominal.ABNT NBR 15827:2007 Tabela 2 — Padrões construtivos das válvulas industriais – Retenção Material do corpo/Extremidades da válvula Parâmetros Aço forjado Encaixe para solda DNa (NPS) Classe Padrão construtivo a Aço fundido ou forjado Flange ou solda de topo 50 a 600 (2 a 24) 150 a 900 50 a 400 (2 a 16) 1 500 50 a 300 (2 a 12) 2 500 Wafer 50 a 1 050 (2 a 42) 150 a 2 500 API STD 594 e Anexo B desta Norma 15 a 40 (½ a 1 ½) 800 e 1 500 ISO 15761 e Anexo B desta Norma BS 1868 e Anexo B desta Norma DN = diâmetro nominal. Tabela 3 — Padrões construtivos das válvulas industriais – Esfera Exemplar autorizado para uso exclusivo .33. O projeto deve ser conforme ASME B16. ISO 10497 e Anexo C desta Norma a Para diâmetros maiores do que os padronizados.34. ISO 10497 e Anexo C desta Norma ASME B16.000.Todos os direitos reservados 5 Impresso por: PETROBRAS .

para as válvulas que utilizem vedação por engaxetamento. a partir do qual é constatado o primeiro vazamento pela vedação da haste. que após o reaperto deve ser sem vazamento visível (SVV). 5. 5.3 A periodicidade de reaperto da vedação da haste.1 A confiabilidade definida para a vida útil projetada.3. a DN = diâmetro nominal.3. com base no número de ciclos esperados em operação real e no número máximo de ciclos que um protótipo pode ser submetido. 5.3.3.2.167/0036-31 Tabela 5 — Padrões construtivos das válvulas industriais – Borboleta Material do corpo/Extremidades da válvula Parâmetros Wafer ou Lug Ferro fundido nodular DN (NPS) 50 a 1 200 (2 a 48) Pressão máxima de trabalho (PMT) API STD 609 Aço fundido 50 a 1 200 (2 a 48) Classe 150 Padrão construtivo a API STD 609 DN = diâmetro nominal.2 O número mínimo de ciclos. nas condições de ensaio.1 a 5. memórias de cálculo e ensaios de protótipo aplicam-se a todos os tipos de válvulas.2 Exceto se indicado em contrário às exigências de documentação de projeto. Exemplar autorizado para uso exclusivo .5.33.Todos os direitos reservados . expresso em milímetros (mm). 6 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . observando as taxas de vazamento (líquido e gás) através da vedação da haste. para os projetos de válvulas que utilizem vedação por engaxetamento. expresso em milímetros (mm).PETROLEO BRASILEIRO .3. 5.3 O fabricante deve definir como premissas de projeto os aspectos descritos em 5.ABNT NBR 15827:2007 Tabela 4 — Padrões construtivos das válvulas industriais – Globo Material do corpo/Extremidades da válvula Parâmetros Aço forjado Encaixe para solda DNa (NPS) Classe Padrão construtivo 15 a 40 (½ a 1 ½) 800 e 1 500 Solda de topo 25 a 40 (1 a 1 ½) 2 500 Aço fundido ou forjado Flange 50 a 300 (2 a 12) 150 a 2 500 Solda de topo 50 a 400 (2 a 16) 1 500 ISO 15761 BS 1873 Desde que não especificado em contrário.000. 5. o uso de redutores deve ser conforme a Tabela A.

5. este pode ser qualificado em separado para garantir sua adequação ao projeto original.ABNT NBR 15827:2007 5. NOTA 1 Considerar como falha.1. 6.1. tampa. comprovando o atendimento à ASME B16. qualquer não-conformidade de desempenho do protótipo em relação aos requisitos estabelecidos nesta Norma. NOTA A fim de preservar a propriedade intelectual do fabricante.3 não são anexados à documentação de projeto. 6.PETROLEO BRASILEIRO . em função dos requisitos normativos. tais como: corpo.3. porém devem estar disponíveis em fábrica para eventuais avaliações por parte do comprador.3. podem ser solicitadas pelo comprador premissas complementares de projeto que atendam a critérios de aceitação para vedação e de desempenho. conforme Tabela 6 e na correspondente pressão máxima de trabalho. regime de fluxo. máxima e mínima. NOTA 2 Em válvulas de acionamento manual que utilizem caixa de redução. A memória de cálculo da válvula deve incluir análise das tensões e deformações resultantes. temperatura etc. para os materiais definidos para o protótipo conforme 6.34 e respectivos padrões construtivos. com lista de todos os componentes e especificações dos materiais.5 Critérios de aceitação para vedação em função dos requisitos normativos.3 Apresentar as memórias de cálculo.33. 6. NOTA 3 Para aplicações específicas.1.1. 6. esta é considerada parte integrante do projeto da válvula e deve ter suas características identificadas e controladas conforme esta Norma.1. definidos nesta Norma. assim como o cálculo das pressões das sedes sobre o obturador.2 Memórias de cálculo 6. incluindo tabela de torques de aperto dos parafusos.2. conforme detalhado nesta Norma. haste. os documentos citados em 6.4 5. em corte.2 desta Norma.1.2 Apresentar lista de desenhos de fabricação de todos os componentes com respectivas revisões e procedimentos de montagem.000.1 Exemplar autorizado para uso exclusivo .1 a 6. devem ser estabelecidos procedimentos de ensaio de protótipo específicos com foco nessas necessidades. parafusos de união. posição de instalação.3. 6 6. sentido de fluxo.Todos os direitos reservados 7 Impresso por: PETROBRAS . na validação do projeto. por modelos de elementos finitos que deve abranger o cálculo dos componentes críticos. pressão. Neste caso. conforme ASME B16.167/0036-31 Requisitos específicos Documentação de projeto 6.4 O fabricante deve registrar explicitamente na documentação de projeto as restrições de projeto ou de operação (por exemplo.1 O fabricante deve apresentar memória de cálculo da válvula ou do conjunto válvula-atuador (quando aplicável).34. efetuando-se ensaios de torque e ciclagem previstos para a válvula. Critérios de aceitação de desempenho. ©ABNT 2007 . Caso exista mudança no redutor.). definidos nesta Norma.1 Apresentar os desenhos dimensionais de conjunto.1 Considerar como parâmetros de entrada: as temperaturas ambientes.2.

6 Para as demais válvulas.1.2.2. indicando a rugosidade µm RA ou µinch RMS. globo.45 °C .1. torque máximo de operação (TMO) e torque máximo admissível (TMA). o fabricante deve apresentar o grau de acabamento das sedes. conforme 7.167/0036-31 Sede resiliente A temperatura mínima para ensaio de protótipo é zero grau Celsius.Todos os direitos reservados . cujas tensões devem ser limitadas a 67 % das tensões de escoamento do código ASME Section II. 6. levando-se em conta as classes de pressão e de temperatura da válvula. 6. torção e compressão não devem exceder ao limite especificado no Código ASME Section VIII.ABNT NBR 15827:2007 Tabela 6 — Limites de temperatura Material do corpo Aço-carbono Aço-liga LCB Aço-liga LC3 (3 ½ %Ni) Aço-liga (5%Cr ½ %Mo) Aço inoxidável austenítico tipo 347 Aço-liga/inox Aço-carbono Aço-carbono Ferro fundido nodular Temperatura mínima . gaveta. Parte AD132.33.PETROLEO BRASILEIRO .000. obturadores e área de vedação das hastes µm RA ou µinch RMS.2. 6. bem como durezas e diferenciais de dureza. apresentar também o diferencial de dureza entre sedes e esfera. onde aplicáveis.7 Apresentar os torques requeridos no eixo da válvula.1.2 O fabricante deve demonstrar a validação do seu modelo de análise por elementos finitos.5 Para válvulas-esfera. apresentando relatório com os critérios que influenciaram na definição da seleção dos materiais.3 Os critérios de análise de tensões e tensões admissíveis devem ser conforme código ASME Section VIII Division 2. Para válvulas-gaveta e válvulas-globo acionadas manualmente.3 O fabricante deve disponibilizar estudo completo de folgas e tolerâncias.2 O cálculo de elementos finitos aplica-se somente à válvula. e para as válvulas-borboleta o TNO deve atender à AWWA C504. Part D e as tensões de cisalhamento.1. não sendo necessária a análise para o atuador.2. em função das classes de pressão e de temperatura da válvula. 6. 6. 6.60 °C 0 °C 0 °C . 6. contendo os seguintes torques: torque nominal de operação (TNO). 8 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .3. o TNO deve atender à ISO 14313. o TNO deve atender à MSS SP-91.45 °C . A memória de cálculo do sistema de acionamento da válvula deve considerar como premissa de projeto o TMO. 6. exceto para o sistema de acionamento.2. abrangendo condições de carregamento interno e externo do atuador e influência da temperatura conforme faixa de aplicação da Tabela 6. No caso de as válvulas-esfera possuírem a vedação entre sede x esfera do tipo metal x metal. o fabricante deve apresentar definição da tolerância de esfericidade e o grau de acabamento superficial da esfera e área de vedação da haste.4 O fabricante deve disponibilizar estudo completo com critério de seleção dos materiais resilientes das sedes. Division 2.2.2.29 °C .29 °C 0 °C 0 °C Temperatura máxima 400 °C 300 °C 180 °C 540 °C 600 °C Tipo de válvula Tipo de vedação Esfera. retenção e borboleta Metal x metal Esfera Sede resiliente 150 °C 80 °C 80 °C Borboleta e retenção NOTA Exemplar autorizado para uso exclusivo .2. para as válvulas-esfera.

4 6. ©ABNT 2007 . com exceção da válvula-borboleta de ferro nodular. de desempenho.1 O protótipo da válvula a ser ensaiado deve estar sem pintura.3.Todos os direitos reservados 9 Impresso por: PETROBRAS . obter a assinatura operacional do protótipo.ABNT NBR 15827:2007 6.3. conforme definido nesta Norma.3 O projeto congelado que venha a ser aprovado nos ensaios de protótipo deve ser utilizado para a fabricação dos produtos subseqüentes.1 Ensaio de protótipo Fabricação do protótipo O protótipo deve ser fabricado de acordo com a documentação de projeto definida em 6. 6. onde aplicável. 6. 6. assim como evidências do comportamento estável dentro da faixa de vazão para válvula de retenção.PETROLEO BRASILEIRO .8 não são anexados à documentação de projeto.2. dentro dos valores previstos no padrão construtivo correspondente indicado na Tabela 3.4 Registros dos ensaios funcionais Através dos registros dos ensaios funcionais. que inclua a apresentação da curva de perdas de carga e do coeficiente de vazão.1.1. Um projeto com alteração substancial requer novo estudo de projeto ou ensaio de protótipo.000.3 6.10 No caso de válvulas-esfera. 6.3.1 a 6.167/0036-31 6. de temperatura. 6. o projeto da válvula deve estar totalmente documentado e não pode ser alterado (projeto congelado).3. porém devem estar disponíveis em fábrica para eventuais avaliações por parte do comprador.3.2 Seleção de materiais para os protótipos dos ensaios O corpo deve ser em aço-carbono. onde esta última pode ser realizada durante os ensaios de qualificação com protótipo. Este procedimento deve englobar ensaios de vedação.1. para líquidos e gases.1.8 O projeto de válvulas tipo retenção. 6.3 Procedimento dos ensaios de protótipo O procedimento dos ensaios de protótipo deve confirmar experimentalmente todas as premissas e requisitos de projeto.2. 6. bem como de desgaste. A análise fluido-dinâmica pode ser realizada através de simulação computacional (CFD) ou comprovação experimental. sem apresentar qualquer desvio de fabricação com relação ao projeto.2. 6. os documentos citados em 6.2 Antes de iniciar quaisquer ensaios de protótipo. globo e borboleta deve considerar estudo de mecânica dos fluidos. o fabricante deve verificar a capacidade de aliviar a sobrepressão retida na cavidade do corpo.1 Abrangência dos ensaios de protótipo Quanto às características construtivas Os protótipos usados para qualificar projetos utilizando estes procedimentos de verificação de desempenho são representativos dos modelos do produto em termos de desenho. dimensões e materiais.9 A fim de preservar a propriedade intelectual do fabricante. na forma de fabricação proposta nos respectivos padrões construtivos. Estes registros são utilizados como referência para futuros fornecimentos de válvulas análogas. à temperatura ambiente. Exemplar autorizado para uso exclusivo .3. para avaliar a vida útil projetada.33.2. tanto de pressão como de torque no atuador.3. confirmando a repetibilidade do seu processo de fabricação. 6. com internos em aço com 13 % de cromo.2.4.

8. A monitoração da contravedação deve ser realizada por meio de tomadas de pressão (pórticos) individuais.ABNT NBR 15827:2007 6.5. quando aplicável. o projeto neste diâmetro foi aceito. 26.5 O ensaio de protótipo em válvulas de retenção deve ser feito em bancada fluxo-dinâmica específica.4. 6.2 Os ciclos de abertura e fechamento devem ser monitorados por sensores de torque.5. 18.1 Os valores estabelecidos para a ciclagem são mínimos. 6. 34. qualificam dois diâmetros nominais maiores do que o menor protótipo ensaiado e dois diâmetros nominais menores do que o maior protótipo ensaiado. Outros diâmetros não referenciados são considerados excluídos da abrangência da qualificação. Para válvulas com extremidade de encaixe. uma válvula do primeiro lote em conformidade com o projeto deve ser utilizada para a obtenção das assinaturas de referência. mas não passou diretamente por ensaios de qualificação. previstas exclusivamente nos protótipos. podendo o fabricante efetuar um número maior de ciclos para comprovar uma maior confiabilidade da sua válvula. 1. além dos ensaios de vedação da sede. Os ensaios de qualificação de mais de um diâmetro nominal. sem ciclagem e na temperatura ambiente. 6. com projeto de mesmo aspecto construtivo e mesma classe de pressão.PETROLEO BRASILEIRO . deve ser efetuado. 20. conforme Anexo D.5. 6. 40.3 A cada intervalo de ciclos definidos na Tabela 7. 30. 10 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .Todos os direitos reservados . 24. 4. ou seja. Para os diâmetros cujo projeto foi aceito por extensão. 12.4 Exemplar autorizado para uso exclusivo . 42 e 48.000.4 Para válvulas de retenção. 10. na contravedação.3 Quanto à classe de pressão Os ensaios de protótipo para qualificação do projeto podem ser usados para qualificar projetos de classes de pressão igual ou uma classe abaixo.4. 1 ½ . garantindo que os valores fiquem dentro dos valores estabelecidos nesta Norma. 38. 6. 3. 32. 6. 2.5. devem ser efetuados ensaios de vedação das sedes e. a cada intervalo de ciclos definidos na Tabela 7. 16.2 Quanto ao diâmetro nominal Os ensaios de um determinado diâmetro nominal de um modelo de válvula qualificam projetos de um diâmetro nominal maior e um diâmetro nominal menor do que o diâmetro nominal ensaiado. 28. soldar niple com flange ou tampão nas extremidades.4.5. um ensaio de fechamento brusco (slam test). 6. ¾.5 Ensaios de desempenho das válvulas Devem ser realizados ensaios de desempenho das válvulas através da realização de ciclos de abertura e fechamento no protótipo da válvula na quantidade de ciclos apresentados na Tabela 7.33. que permita a execução do ensaio de fechamento brusco (slam test). 6. 36. respeitando-se as restrições de abrangência quanto às características construtivas e diâmetro nominal. 6. 14. Recomenda-se para referência deste item a utilização dos diâmetros nominais ½.167/0036-31 Quanto ao tipo de extremidade Os ensaios devem ser executados em protótipos com as extremidades flangeadas e tamponadas por flanges cegos e são considerados extensivos para os outros tipos de extremidades.

Todos os direitos reservados 11 Impresso por: PETROBRAS . não é aceitável o reaproveitamento total ou parcial de componentes ou internos. conforme 7. não apresentem riscos e estejam em conformidade com o projeto original. c) componentes que devem necessariamente ser substituídos: vedações estáticas e dinâmicas. mancais e quaisquer outros componentes sujeitos a desgastes. globo. A quantidade de protótipos para o ensaio de qualificação pode ser executado em mais de um protótipo. este dispositivo deve ser instalado através da passagem da válvula. o protótipo deve ser submetido à inspeção. 1 500. b) para os demais diâmetros. ou seja. 2 000. 500. as válvulas-protótipo devem ser integralmente substituídas. de forma a não comprometer sua funcionalidade. 3 000. colher seis “assinaturas” também em média pressão 50 50 30 20 10 Paradas durante ensaios cíclicos: ciclos onde ocorrem os ensaios de vedação e de assinatura são: 0.33. Para válvulas de retenção não se aplica o levantamento de assinaturas de torque. ©ABNT 2007 .ABNT NBR 15827:2007 Tabela 7 — Ciclagem para válvulas-esfera. haste etc. utilizando dispositivo capaz de prover o travamento ao giro da esfera sem danificar as áreas de vedação. 100. tais como: corpo. Ao término da ciclagem de cada protótipo. Devem ser utilizados os seguintes critérios de reaproveitamento de componentes nos protótipos: a) para os protótipos de válvulas de DN 15 a 40 (NPS ½ a 1 ½).PETROLEO BRASILEIRO . gaveta.. atravessando o furo da esfera e proporcionando torque de reação na esfera sem tocar nas sedes. 2 500.2. No início e no final da ciclagem. desde que seus componentes não apresentem deformações permanentes (dimensional e visual) e atendam 100 % às condições originais do projeto (estado = novo).000. 50. os valores desta Tabela e do primeiro parágrafo acima devem ser reduzidos à metade e os valores da Tabela 8 devem permanecer inalterados. buchas/guias. Para válvulas-esfera os ensaios de torque sob TMO devem ser realizados no início e no final da ciclagem. Para válvulas-globo. engaxetamentos. O mesmo protótipo pode ser reutilizado. é aceitável o reaproveitamento parcial de componentes. desde que não tenham sofrido desgaste. 200.10. 4 000 e 5 000.167/0036-31 5 000 5 1 000 10 000 98 % 100 200 2 500 2 000 98 % 50 100 1 250 1 000 98 % 350 a 600 (14 a 24) > 600 (>24) 50 100 1 250 500 95 % 50 100 1 250 500 95 % Realizar em cada parada da ciclagem seis “assinaturas” em baixa pressão e seis “assinaturas” Ver Tabela 8 em alta pressão. 1 000. As assinaturas realizadas em alta pressão podem ser deduzidas do número de ciclos previstos. borboleta e de retenção Estimativa Ciclagem nos ensaios de protótipo de uso para Diâmetro 20 anos nominal Número de Quantidade de protótipos e DN ciclos número de ciclos Total de ciclos Máximo Mínimo (NPS) Ciclo mínimo por protótipo Mínimo de protótipos Confiabilidade (em 10 anos de vida útil) Ensaio de vedação Desempenho (Assinatura) Número de ciclos aplicados com TMO 15 a 40 500 (½ a 1 ½) 50 a 150 (2 a 6) 200 a 300 (8 a 12) Exemplar autorizado para uso exclusivo .

1 Verificação das tensões Verificar se as tensões aplicadas no material do corpo estão abaixo do seu limite admissível e as deformações resultantes dos esforços estão de acordo com as tolerâncias dimensionais previstas em projeto. incluindo uniões do corpo.2.ABNT NBR 15827:2007 7 7.000. fica evidenciado que a válvula não atende ao requisito do alívio de pressão na cavidade.1.3 devem ser executadas antes do início dos ensaios de protótipo.1.PETROLEO BRASILEIRO . se as pressões não se estabilizarem após 10 min. fechar a válvula com esta pressão. dentro dos valores previstos no padrão construtivo e de acordo com a forma construtiva da válvula. b) c) d) e) f) g) h) 12 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . com a válvula semi-aberta. o que for maior.1.34 e padrão construtivo da válvula. 7.2.1 As verificações de tensões se aplicam ao conjunto da válvula.1. sendo que as extremidades devem estar a 100 % da pressão máxima de trabalho (PMT).2 Critério de aceitação para válvulas com esfera flutuante Utilizar um método de ensaio conforme ao descrito a seguir.1.5 MPa (5 bar). 7.1 e 6. de forma que ela fique retida na cavidade.1. 7. em seguida.4 Deve também ser atendido o prescrito em 6.1. além da tolerância previamente especificada. para que a válvula seja aprovada. abrir a válvula e observar se ocorre alteração nos medidores de pressão.Todos os direitos reservados . a) instalar flange com medidor de pressão (manômetro ou transmissor de pressão) no lado jusante e outro medidor de pressão no lado da alimentação (montante). mesmo que as extremidades estejam a 100 % da PMT.1.167/0036-31 Comprovar a capacidade de aliviar sobrepressão na cavidade do corpo.3 Devem ser atendidas as tolerâncias dimensionais de projeto.1 Procedimentos e critérios de aceitação de projeto através de ensaios de protótipo Procedimentos de verificação da memória de cálculo As etapas descritas em 7. caso a elevação da pressão. após as etapas de a) a e).2 Capacidade de alívio interno de cavidade para válvula-esfera Exemplar autorizado para uso exclusivo . 7.1. aliviar a pressão lentamente do lado montante e do lado jusante. 7. aplicar pelo lado montante 133 % da PMT. a montante e jusante. no momento em que a válvula foi aberta – conforme f).33.1 a 7.1. 7.2.3.1 Critério de aceitação para válvulas tipo Trunnion Conforme padrão construtivo aplicável.1.1. no momento da abertura. aliviar novamente a pressão para 100 % da PMT em ambas as extremidades.2. de forma que se comprove que a pressão retida não ultrapasse um diferencial de pressão de 5 % da PMT ou 0.2 Devem ser atendidos os critérios de aceitação constantes na ASME B 16. até que ambas atinjam a pressão de 100 % da PMT.1. monitorar a evolução das pressões. ultrapasse o especificado. 7.1. não deve ser registrada elevação da pressão. 7.

7.167/0036-31 7.2 Análise dos procedimentos de montagem da válvula Certificar-se de que o procedimento utilizado para a montagem do protótipo seja o mesmo utilizado na linha de produção. 7.2 Ensaios de integridade somente devem ser executados após análise dos relatórios de fabricação.2. o TMA deve ser no mínimo 20 % acima do TMO.2. 7.1 a 5.5 Análise da integridade física do corpo 7.2 Procedimento de ensaios de protótipo As condições prescritas em 7.3. conforme indicado em 5.ABNT NBR 15827:2007 7. 7.3.2.2.2 Esta análise utiliza como parâmetros os padrões construtivos.3 Critério de aceitação para válvulas duplo efeito pistão (DPE) Para as válvulas-esfera com duas sedes de duplo efeito pistão (DPE). 7.3 devem ser cumpridas antes do inicio dos ensaios de protótipo. as normas de ensaio e esta Norma.2.33.Todos os direitos reservados 13 Impresso por: PETROBRAS . detectáveis por vazamentos. que necessitem de uma válvula de alívio externa para aliviar a pressão interna da cavidade.PETROLEO BRASILEIRO .4. 7.3.5.1.3.3.1 Critério de aceitação geral a) b) c) o TRO deve ser menor que 90 % do TNO.1 Deve ser verificada a existência de não-conformidades no corpo.3 Análise da documentação do projeto Documentos de engenharia citados em 6.2. 7.2.1.1.1 Verificar a coerência entre o procedimento e os ensaios a serem efetuados. a pressão de abertura dessa válvula de alívio deve ser compatível com seu sistema de interligação para drenagem do fluido (dreno aberto ou para o processo) e com seu aspecto construtivo (por valor absoluto ou por diferencial de pressão).1. 7.2.2.2.3 e 6.2.5.1.2. isto é.000. Exemplar autorizado para uso exclusivo .2.4 Análise do livro de fabricação do protótipo Comprovar que o protótipo da válvula foi fabricado e montado conforme projeto baseado nas premissas constantes em 6. ©ABNT 2007 . tais como trincas e porosidades.4. o TMO deve ser de no mínimo 2 vezes o TNO.3 Torques de acionamento Verificar se os torques de acionamento estão de acordo com os previstos no padrão construtivo correspondente.1 Análise dos procedimentos de ensaio 7.1. 7.1 a 7.

2. manter o corpo pressurizado com a pressão definida na norma de ensaio.2 O procedimento de ensaio deve estar de acordo com os respectivos padrões construtivos e de ensaios.689 MPa (60 psi a 100 psi).2. ⎯ MP: raiz quadrada da (baixa pressão x alta pressão). ⎯ sedes com vedação metal-metal.167/0036-31 detectar possíveis vazamentos. verificar se carregamentos quase estáticos alteram o resultado dos ensaios. para baixa.2. identificar e quantificar as taxas de vazamento. média e alta pressão.5. segundo a sua norma de fabricação.ABNT NBR 15827:2007 7. o tempo de ensaio deve ser no mínimo 15 min ou o tempo indicado pela norma de ensaio correspondente multiplicado por três. de forma diferenciada. acrescido das seguintes recomendações: a) tamponar as extremidades da válvula com flanges cegos fixados com todos os parafusos. diretamente através da remoção do flange/bujão ou remota. gradativa e crescente.5.6. b) 7.33.6.3 O procedimento deve estar de acordo com os respectivos padrões construtivos e de ensaios. não se admitindo o uso de qualquer outro dispositivo de ensaio para a fixação da válvula. 14 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . arredondando para o valor inteiro. a válvula não deve apresentar vazamento em nenhuma das operações citadas em 7. assim como através dos demais elementos de vedação. iniciando a pressurização a partir da pressão zero até atingir a pressão de ensaio. para líquido e para gás.689 MPa (75 psi a 100 psi). e) 7.000. 7. acrescido das seguintes recomendações: a) b) observar o vazamento.2.517MPa a 0. realizar ensaios de vedação a baixa. de passagem. tanto no obturador principal da válvula como no sistema de contravedação. ⎯ MP: 50 % da PMT.PETROLEO BRASILEIRO . ⎯ AP: 110 % da PMT. o que for maior.2. pressurizar a válvula “fechada” com água limpa. ⎯ BP: 0.2.4 Como critério de aceitação. verificar a estabilidade e repetibilidade da estanqueidade ao longo de diferentes carregamentos. MP = BP x AP . injetando fluido de forma controlada. médias e altas pressões.413 MPa a 0. conforme definido a seguir: c) ⎯ sedes com vedação resiliente (100 % resiliente ou com inserto resiliente em porta-sede metálico).1 Estes ensaios são para: a) b) c) d) Exemplar autorizado para uso exclusivo . média e alta pressão. ⎯ AP: 110 % da PMT. ⎯ BP: de 0. detectar vazamentos nas sedes e contravedação (quando aplicável) em baixas. nesta ordem. quando aplicável.5. sem ou com inibidor de corrosão com viscosidade não superior à da água.Todos os direitos reservados .6 Ensaios de vedação 7.

o que for maior. o fabricante tem que demonstrar que o método de identificação de vazamentos é capaz de quantificar o eventual vazamento de acordo com a resolução requerida para o critério de aceitação adotado para cada caso.6. medido na região do engaxetamento principal. os ensaios de média e alta pressão devem ser repetidos com o uso do gás nitrogênio ou ar comprimido. a válvula deve ser despressurizada. onde aplicável.2. isento de óleo e filtrado. a válvula não deve apresentar vazamento acima do estabelecido na Tabela 8. sistema de contravedação: onde aplicável.000. para cada patamar de pressão crescente. e) f) g) em válvulas bidirecionais. para os ensaios de vedação com gás e líquido. tal como o duplo bloqueio e dreno (double block and bleed DBB) em uma válvula-esfera.33.3 Como critério de aceitação.PETROLEO BRASILEIRO . borboleta. h) i) j) k) Exemplar autorizado para uso exclusivo . em válvulas com vedação resiliente na interface sede-obturador. ©ABNT 2007 . é calculada com base no diâmetro nominal da haste. os ensaios de vedação devem ser executados nas duas sedes e na contravedação.ABNT NBR 15827:2007 d) o tempo de ensaio deve ser no mínimo 15 min ou o tempo indicado pela norma de ensaio correspondente multiplicado por três. neste sistema de contravedação. a Onde existir contravedação ou sistema metálico de vedação da haste. retenção 1/2 x Taxa C 2 x Taxa C Taxa D 2 x Taxa D 4 x Taxa D Taxa E Taxa D Esfera. Tabela 8 — Vazamentos permitidos Tipos de sedes e válvulas Número de ciclos (n) Esfera 0 < n ≤ 50 50 < n ≤ 200 200 < n ≤ 500 500 < n ≤ 1 000 1 000 < n ≤ 2 000 2 000 < n ≤ 5 000 Ensaio de temperatura 1/2 x Taxa C 2 x Taxa C Taxa D 2 x Taxa D 4 x Taxa D Taxa E 5 x Taxa D Vedação Taxa B 1/2 x Taxa C Taxa C 2 x Taxa D Taxa D Taxa E Taxa C Metal x metal Gaveta Contravedaçãoa 1/2 x Taxa C Taxa C Taxa C Taxa D Taxa E Taxa F Taxa C Resiliente ou com inserto resiliente Globo. retenção Taxa A Taxa A Taxa A Taxa B 2 x Taxa B Taxa C Taxa A Quando for realizado ensaio simultâneo em duas sedes. os ensaios com gás em baixa pressão podem ser realizados com ar comprimido seco. alta pressão. a taxa de vazamento aceitável. As taxas de vazamento estão definidas na Tabela 9. logo após o ensaio de a válvula deve ser acionada sem pressão e deve ser repetido o ensaio em baixa pressão. a taxa de vazamento aceitável deve ser o dobro da indicada nesta Tabela.Todos os direitos reservados 15 Impresso por: PETROBRAS .167/0036-31 7. as taxas de vazamento do sistema de contravedação devem ser monitoradas sem influência do engaxetamento.

7. para verificar sanidade das superfícies de vedação. conforme a Tabela 7.2. conforme definido na Tabela 7.10 Capacidade de alívio interno da válvula Quando aplicável. com fotos de conjunto e de detalhes. A metodologia a ser seguida está descrita no Anexo E. necessariamente também devem ser realizados ensaios de desempenho do torque de acionamento (assinatura). devem ser realizados ensaios de vedação e de assinatura de torque.9 Ensaio em temperaturas extremas Deve ser executado integralmente no primeiro protótipo. dentro dos valores previstos no padrão construtivo e de acordo com a forma construtiva da válvula. O critério de aceitação deve ser conforme padrão construtivo aplicável. Após o ensaio em temperaturas extremas. o número de ciclos atingir os valores listados na Tabela 7. Exemplar autorizado para uso exclusivo .2.7 Avaliação do desempenho de torque de acionamento (Assinatura) Sempre que forem realizados ensaios de vedação (7. rugosidade etc. ensaios não destrutivos aplicáveis. o ensaio cíclico à temperatura ambiente deve ser retomado.1 x DN Taxa D Rate D Taxa E 300 x DN 0. A metodologia a ser seguida está descrita no Anexo D. incluindo todas as regiões de vedação e/ou sujeitas a desgaste. realizando-se interrupções da ciclagem quando.0 x DN 0. b) c) 16 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .Todos os direitos reservados . A cada paralisação.3 x DN 0.6). sendo que as extremidades devem estar na pressão máxima de trabalho. realizando-se: a) documentação fotográfica completa da desmontagem. após os 200 ciclos do ensaio cíclico na temperatura ambiente. verificação metrológica final (dimensional. em cada protótipo. 7.33.PETROLEO BRASILEIRO . 7.3 x DN Rate E Taxa F 3 000 x DN 1. todas as áreas de vedação e seus elementos de vedação devem ser 100 % fotografados. expresso em milímetros (mm).2.2.2.2.ABNT NBR 15827:2007 Tabela 9 — Definição das taxas de vazamento Classificação das taxas (mm3/s) Em ensaio com N2 Em ensaio com água Equivalência na ABNT NBR ISO 5208 Equivalência na BS EN 12266 Taxa A SVV SVV Taxa A Rate A Taxa B 0.2.000.03 x DN Taxa C Rate C Taxa D 30 x DN 0. A metodologia a ser seguida está descrita no Anexo F.0 x DN Rate F DN = diâmetro nominal.01 x DN Taxa B Rate B Taxa C 3. 7.) dos principais componentes.167/0036-31 7.11. quanto aos defeitos citados em 7. a válvula deve ser totalmente desmontada somente na presença do responsável pela homologação. deve ser verificada a capacidade de alívio de sobrepressão na cavidade do corpo.2.8 Ensaios cíclicos à temperatura ambiente O projeto da válvula deve ser ciclado.11 Desmontagem e inspeção Após a conclusão de todos os ensaios de validação de protótipo.

b) c) d) ©ABNT 2007 . desplacamento de revestimentos metálicos (carbureto de tungstênio.3 Exemplos de desgastes ou deteriorações aceitáveis: a) Exemplar autorizado para uso exclusivo . desgaste uniforme das sedes e/ou obturador.PETROLEO BRASILEIRO . nas sedes ou nos alojamentos de vedações.000. níquel químico.Todos os direitos reservados 17 Impresso por: PETROBRAS .167/0036-31 desgaste ou eliminação do revestimento anti-atrito (por exemplo. dano por extrusão de vedações.11.). cromo duro etc. desgaste uniforme nas superfícies de transmissão de potência (roscas).2. a válvula não deve apresentar sinais de comportamento anormal ou indesejado nos seus componentes internos. descompressão explosiva de vedações.ABNT NBR 15827:2007 7. cisalhamentos.11.2.2 São exemplos de falhas de projeto inaceitáveis: a) b) c) d) e) f) marcas de roçadura (galling) entre superfícies metálicas. perda da rugosidade original através da corrosão no obturador. empenamentos.33.11. desgaste uniforme das vedações dinâmicas. torções e outras deformações plásticas não previstas no projeto. sem impedir a funcionalidade. trincas.2. 7. 7. PTFE) em roscas.1 Como critério de aceitação. rupturas.

é necessário acordo entre comprador e fabricante. A.4 mm.2 mm. válvulas de diâmetros de DN 50 a 65 (NPS 2 a 2 1/2) .Todos os direitos reservados .000.47 série A para diâmetros de DN 650 até 900 (NPS 26 até 36).2 a) extremidades flangeadas em aço ASME B16.1 Corpo.47 série B para diâmetros de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores). em qualquer orientação em que a válvula for instalada.167/0036-31 A.20. utilizar a ASME B16.1.1. b) c) d) A. para dimensões face a face acima dos diâmetros padronizados pela Tabela 5.25.11.1 mm. A folga total entre as guias deve ser no máximo de: a) b) c) d) e) válvulas de diâmetros até DN 40 (NPS 1 1/2) .5 para diâmetros até DN 600 (NPS 24). extremidades com encaixe para solda: conforme ASME B16.1 NPT. 18 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . válvulas de diâmetros de DN 250 a 400 (NPS 10 a 16) .4 As guias do corpo e da gaveta devem ser projetadas para minimizar o desgaste da sede de vedação e manter o alinhamento entre a gaveta e a haste.ABNT NBR 15827:2007 Anexo A (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula-gaveta Este Anexo estabelece os requisitos suplementares de projeto para válvulas industriais tipo gaveta. extremidades roscadas: conforme ASME B1. A. as dimensões face a face de válvulas roscadas e encaixe para solda devem estar de acordo com os padrões do fabricante. tampa. para flanges classes 600 e 900 as dimensões dos flanges de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores) devem ser iguais às da ASME B16.1. válvulas de diâmetros acima de DN 400 (NPS 16) . com junta de vedação circular.33. ASME B16.8 mm. válvulas de diâmetros de DN 80 a 200 (NPS 3 a 8) . As extremidades devem atender às seguintes normas: c) Exemplar autorizado para uso exclusivo . extremidades para solda de topo: conforme ASME B16.3 As válvulas forjadas de DN 15 a 40 (NPS ½ a 1 ½) podem ter o flange de ligação corpo/tampa quadrado.6 mm.1.1 a) b) Para dimensão face a face. ASME B16. castelo ou tampa-castelo A.10.PETROLEO BRASILEIRO . utilizar as seguintes normas: válvulas flangeadas e para solda de topo.47 série A.

20. B.1.1 Tabela A. 1) INCONEL® é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão. não sendo preciso o uso de buchas de carbono nas extremidades. G e H. esta deve ser com espirais de aço inoxidável tipo 304 ou 316 (quando o material do corpo da válvula é mais nobre que o aço inoxidável tipo 304) com enchimento de grafite flexível. É possível ser utilizado produto equivalente. estas somente podem ser utilizadas na válvula forjada com solda com penetração total e inspeção por radiografia total (100 %).8 Acabamento da face dos flanges conforme as ASME B16.7 Requer-se o aperto controlado dos flanges do castelo. tensão de ruptura e estabilidade térmica.5 Devem ser previstos ressaltos sem furo no corpo e na tampa (castelo ou tampa-castelo) das válvulas fundidas nas posições A. válvulas flangeadas devem ter os flanges integrais ao corpo.1.1. com reforço de fio de INCONEL®. E.1 — Junta de vedação da ligação corpo com o castelo Classe 150 300 600 800 900 1 500 2 500 a Espiraladaa X X X X X X - FJA X X X X Grafite flexível com inserção metálica para juntas não circulares X - Exemplar autorizado para uso exclusivo . com no mínimo cinco anéis.47. A sede deve manter a junta confinada e a altura do ressalto deve ser equivalente ao anel centralizador da ASME B16.2. A.2. 99 % mínimo de pureza.9 Exceto se especificado em contrário. de grafite flexível expandido.2 a) b) c) Especificação padronizada para as gaxetas: confeccionadas com anéis pré-moldados ou de material trançado. A. A.167/0036-31 Quando utilizada junta espiralada.5 ou ASME B16. de alta resistência. A.ABNT NBR 15827:2007 A. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não constitui um endosso por parte da ABNT ao produto citado. conforme a Figura 3 da ISO 10434:2004.1. ©ABNT 2007 . A. Quando forem admitidas construções soldadas. devendo o fabricante informar os valores dos respectivos torques na documentação do projeto.1 As gaxetas devem ser de grafite flexível reforçadas com fios de INCONEL®1) .6 A junta de vedação da ligação corpo/castelo ou tampa deve ser conforme a Tabela A. F.000.2 Sistema de engaxetamento A. A. desde que conduza a resultado comprovadamente igual.Todos os direitos reservados 19 Impresso por: PETROBRAS .PETROLEO BRASILEIRO . padrão da ASME B16.1. de seção quadrada.33.20.

PETROLEO BRASILEIRO . os anéis da sede devem ser roscados. Para as válvulas forjadas.1 A sobreposta deve ser sempre com parafusos. A. deve-se dar um pré-aperto. quanto à resistência mecânica. A. na superfície de vedação com espessura mínima de 1. 20 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .5. o material da bucha da haste deve ser em bronze ASTM B584 Gr C86400. O diâmetro da parte superior do furo passante deve ser maior.6 Gaveta A.2. A. A. no mínimo. prensados ou soldados no corpo da válvula.3. adicionalmente. de modo a não permitir que um aperto desigual venha prender ou danificar a haste. com certificado de ensaiada a fogo (fire test). é obrigatório o uso de solda de selagem integral.1 Para válvulas forjadas conforme a ISO 15761 e fundidas conforme a ISO 14313 (acima de DN 600/ NPS 24).2. pode ser aceito material da bucha em aço inoxidável 13 % Cr. desde que revestido com depósito de solda no material especificado para os internos. A.4 Haste A. não se aceitando a opção roscada. não sendo permitido o uso de compostos selantes. desde que haja revestimento por depósito de solda no material especificado para os internos.000.3 Os anéis de gaxeta devem ser montados observando-se o material. conforme a ISO 10497.4. A. A.2 A superfície de vedação deve ser retificada (32 RMS).1 A gaveta deve ser do material especificado para os internos (trim). No caso de anel roscado.ABNT NBR 15827:2007 d) e) isenta de qualquer ligante ou aglomerante ou aditivo.4.33. de modo que permita a vedação com desgaste normal da superfície de contato. Para válvulas de diâmetros DN 40 (NPS 1 ½) e menores. dimensões e emendas defasadas de 90 °.Todos os direitos reservados . podendo ser flange e sobreposta unidos por solda ou fabricadas a partir de uma única peça.5.1 Os anéis da sede de vedação devem ser roscados ou soldados no corpo.2 A superfície de vedação deve ser retificada (32 RMS). de modo que permita vedação com desgaste normal das superfícies de contato. A. o comprimento da haste deve atender também aos requisitos da ISO 10434. Exemplar autorizado para uso exclusivo .2 O flange da sobreposta e a sobreposta devem ser uma única peça do mesmo material do corpo.5 Anel de sede A.3 Preme-gaxetas ou sobreposta A.2 Para as válvulas fundidas.6.3. A.3 Para o roscamento dos anéis pode ser utilizado um óleo lubrificante leve.4 A cada dois anéis colocados.6 mm após usinagem. Permitem-se anéis da sede de vedação fabricados do mesmo material do corpo.5.6. na superfície de vedação (depósito com espessura mínima de 1.167/0036-31 A. A. admitindo-se o uso de material de qualidade não inferior ao do corpo.6 mm após usinagem).

2 — Uso de redutores e engrenagens Tipo Classe 150 300 Exemplar autorizado para uso exclusivo .8. atenda aos requisitos estabelecidos da MSS SP-91. A. o sistema de acionamento das válvulas deve seguir a padronização indicada na Tabela A.8.ABNT NBR 15827:2007 A.8 Volante A.8. nas válvulas menores que DN 25 (NPS 1).7 Bucha de contravedação Para válvulas de DN 50 (NPS 2) e maiores.000.1 Os volantes devem ser raiados. e devem permitir a utilização de chave confeccionada a partir de barra redonda de 10 mm 3/8” de diâmetro.33. com ressaltos externos para facilitar o encaixe da chave de válvula. não sendo permitido o uso de compostos selantes.3 Quando a válvula for acionada manualmente por volante. A. ©ABNT 2007 .2. no roscamento da bucha pode ser utilizado um óleo lubrificante leve.2 Desde que não especificado em contrário.167/0036-31 Usar redutores para DN (NPS) das válvulas ≥ 300 (12) 250 (10) 150 (6) 100 (4) 80 (3) 200 (8) 100 (4) 80 (3) 150 (6) 100 (4) 50 (2) Gaveta 600 900 1 500 e 2 500 150 e 300 Globo 600 e 900 1 500 e 2 500 150 e 300 Esfera 600 e 900 1 500 e 2 500 A. este deve ser dimensionado de tal forma que estando a válvula submetida à máxima pressão diferencial da classe. Tabela A.PETROLEO BRASILEIRO .Todos os direitos reservados 21 Impresso por: PETROBRAS .

devem ser do tipo estojo-padrão ASME B18.9. Grau 5 a 8. conforme ASTM B 849 e ASTM B 850.40 mm (1”) e UN-2A a partir de 28.ABNT NBR 15827:2007 A.000. Classe 1.Todos os direitos reservados .60 °C. Tipo B/E.2. é aceitável o ensaio de impacto a . no mínimo quatro.1. 22 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . A.3 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7. e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3. UNC-2A até 25.9.2 Os estojos/parafusos e porcas devem ser revestidos com zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841. conforme ASTM B 849 e ASTM B 850.1 Os parafusos da união corpo/castelo devem ser no mínimo conforme as especificações listadas na Tabela A.3 — Material dos estojos/parafusos e porcas da união corpo-castelo Material do corpo ASTM A 105 ASTM A 193 Gr B7 ASTM A 216 Gr WCB ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3 ASTM A 182 Gr F11 CL 2 Exemplar autorizado para uso exclusivo .2.9 Parafusos A. ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C ASTM A 193 Gr B16 ASTM A 194 Gr 2H ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr B 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 Não aplicável A.167/0036-31 Material dos estojos/parafusos Material das porcas Revestimento ASTM A 194 Gr 2H ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 Zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841.57 mm (1 1/8”). O comprimento dos parafusos deve ter no mínimo um e no máximo três fios de rosca além da porca.33. Grau 5 a 8. Classe 1. Tipo B/E. com alívio de tensões e de hidrogênio.2. com porcas sextavadas padrão ASME B18.4 Os parafusos de união do corpo à tampa.3.45 °C. com alívio de tensões e de hidrogênio. é aceitável o ensaio de impacto a .9. Tabela A. quando o material do corpo da válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB.PETROLEO BRASILEIRO . A.9.

3 As válvulas ensaiadas a fogo devem ser identificadas com a sigla ISO . para as válvulas forjadas.33.10.3. deve ser fixada no corpo. o elemento de fixação da placa deve ser em aço inoxidável austenítico.10.000. alavanca ou tampa por meio de suas porcas. número de série.1 As válvulas devem conter placa de identificação conforme indicado no padrão construtivo e atender às marcações e requisitos adicionais de A.PETROLEO BRASILEIRO .FT e a especificação do material dos internos (haste. temperatura máxima de utilização contínua (para válvulas em condições especiais). fixada como segue: identificação desta Norma (ABNT NBR 15827).Todos os direitos reservados 23 Impresso por: PETROBRAS .ABNT NBR 15827:2007 A.10.10.10.167/0036-31 Além do exigido pelo padrão construtivo.10. para as válvulas fundidas. a placa de identificação deve conter as seguintes informações: especificação do material das gaxetas e junta de vedação. A.2 e A.10 Placa de identificação A. c) d) e) A. deve ser fixada ao volante. obturador e sede) e das vedações (gaxetas e juntas). b) c) ©ABNT 2007 . A.4 a) Exemplar autorizado para uso exclusivo . para as válvulas tipo wafer. deve ser fixada à superfície externa da aba do flange de ligação do corpo ou da tampa/castelo.2 a) b) A placa de identificação deve ser fabricada em aço inoxidável.

as válvulas classificam-se em: B.1. válvulas tipo wafer.1. conforme o padrão construtivo. utilizar a ASME B16. ASME B16.1 NPT.25.1.Todos os direitos reservados .47 série B para diâmetros de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores). extremidades flangeadas em ferro fundido conforme ASME B16.1 Corpo B.20.1.6 B. conforme MSS SP-45. estas somente podem ser utilizadas na válvula forjada com solda com penetração total e inspeção por radiografia total (100 %). extremidades com encaixe para solda conforme ASME B16.47 série A para diâmetros de DN 650 até 900 (NPS 26 até 36). que devem atender à API 594.1. válvulas flangeadas devem ter os flanges integrais ao corpo.1 a) b) c) Para dimensão face a face. conforme o padrão construtivo. A região de assentamento das porcas e do bujão deve atender à MSS SP-9. Quando forem admitidas construções soldadas.3 Devem ser previstos ressaltos no corpo das válvulas.1. B.47 série A. extremidades para solda de topo conforme ASME B16. extremidades roscadas conforme ASME B1.ABNT NBR 15827:2007 Anexo B (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula de retenção Este Anexo estabelece os requisitos suplementares de projeto para válvulas industriais tipo retenção. 24 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . Para classe 600 e acima.2 Exemplar autorizado para uso exclusivo . B.PETROLEO BRASILEIRO . B. ASME B16. B.5 para diâmetros até DN 600 (NPS 24). exceto para válvulas tipo wafer. Quanto ao tipo de extremidades. para válvulas acima de DN 600 (NPS 24).1.1. o bujão deve ser selado com solda. para flanges classes 600 e 900 as dimensões dos flanges de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores) devem ser iguais às da ASME B16.7 O bujão deve ser maciço e de mesma composição química do corpo.10.8 Exceto se especificado em contrário.000.11. b) c) d) e) B.1.33. utilizar as seguintes normas: válvulas flangeadas e para solda de topo.5 A rosca do bujão de tamponamento do eixo deve ser paralela e selada com junta metálica até classe 300.167/0036-31 a) extremidades flangeadas em aço ASME B16.4 Deve ser instalado olhal de içamento em válvula tipo wafer com peso superior a 20 kg em um ressalto no corpo da válvula. B.

B.33.000. A sede deve manter a junta confinada e a altura do ressalto deve ser equivalente ao anel centralizador da norma ASME B16. Permitem-se anéis da sede de vedação fabricados do mesmo material do corpo.Todos os direitos reservados 25 Impresso por: PETROBRAS . com enchimento de grafite flexível. é obrigatório o uso de solda de selagem integral.1 O tipo de ligação corpo/tampa deve ser conforme Tabela B. B.3.6 mm após usinagem.3.2.ABNT NBR 15827:2007 B.167/0036-31 Quando utilizada junta espiralada.2 A superfície de vedação deve ser no mínimo retificada (32 RMS). b Quando for utilizada junta de anel. na superfície de vedação com espessura mínima de 1.3 Para o roscamento dos anéis pode ser utilizado um óleo lubrificante leve. o material da junta deve ser de mesma composição química do corpo. Tabela B.2. de modo que permita a vedação com desgaste normal da superfície de contato. B. B.2 Tampa B. esta deve ser com espirais de aço inoxidável tipo 304 ou 316 (quando o material do corpo da válvula é mais nobre que o aço inoxidável tipo 304). padrão da ASME B16. desde que haja revestimento por depósito de solda no material especificado para os internos.4 Os anéis devem ter as bordas chanfradas.2.PETROLEO BRASILEIRO .3. B. para evitar que danifiquem a superfície.3 Anel da sede B.3 O eixo da portinhola não pode ser fixado na tampa.2 O fabricante deve informar os valores dos respectivos torques nos parafusos da ligação corpo/castelo (ou tampa) nos documentos de projeto.20. No caso de anel roscado. ©ABNT 2007 . B.20.1 — Junta da ligação corpo com a tampa Classe 150 300 600 800 900 1500 2500 a Espiraladaa X X X X X X - FJAb X X X X Junta não-metálica plana com fibra de aramida - Exemplar autorizado para uso exclusivo .1.3. não sendo permitido o uso de compostos selantes.1 Os anéis da sede de vedação devem ser roscados ou soldados no corpo.

2 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7. parafusos.3 A superfície de vedação deve ser no mínimo retificada (32 RMS). UNC-2A até 25. arruelas e pinos de travamento. é aceitável o ensaio de impacto a . Grau 5 a 8. B. Classe 1.1 Os parafusos da união corpo/tampa devem ser conforme Tabela B. braço. B. O comprimento dos parafusos deve ter no mínimo um fio de rosca além da porca e no máximo três fios. Tipo B/E.57 mm 1 1/8”.4. porcas.2.33.2.40 mm 1” e UN-2A a partir de 28.2 — Materiais dos estojos/parafusos e porcas Material do corpo ASTM A 105 ASTM A 216 Gr WCB ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3 ASTM A 182 Gr F11 CL 2 ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 217 Gr C5 ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C Material dos estojos/parafusos ASTM A 193 Gr B7 Material das porcas ASTM A 194 Gr 2H Zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841. admitindo-se o uso de material de qualidade não inferior ao do corpo.5.ABNT NBR 15827:2007 B.PETROLEO BRASILEIRO .60 °C.4. 26 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .1 A portinhola deve ser do material especificado para os internos (trim). seus materiais devem possuir resistência à corrosão igual ou superior ao material especificado para os internos.3 Os parafusos de união do corpo à tampa.2 Para os demais componentes internos. com alívio de tensões e de hidrogênio. na superfície de vedação (depósito com espessura mínima de 1. desde que revestido com depósito de solda no material especificado para os internos. conforme ASTM B 849 e ASTM B 850. devem ser do tipo estojo-padrão ASME B18.5.5 Portinhola e demais internos B.2.4 Parafusos e porcas B.6 mm após usinagem).2. B.167/0036-31 ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr B 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 Não aplicável B.000.4.5.1. Tabela B. no mínimo quatro. com porcas sextavadas padrão ASME B18. e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3. é aceitável o ensaio de impacto a – 45 °C. eixo da portinhola.Todos os direitos reservados . quando o material do corpo da válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB. B. Revestimento ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 ASTM A 193 Gr B16 ASTM A 194 Gr 2H Exemplar autorizado para uso exclusivo .

6 Braço da portinhola e eixo B.3 mm até DN 150 (NPS 6) e 0. de modo a permitir o movimento livre da portinhola sem interferências. conforme BS 1868.1 O braço da portinhola e o eixo devem ser projetados e montados no corpo.2 Com a portinhola totalmente aberta.Todos os direitos reservados 27 Impresso por: PETROBRAS .6. a folga dos internos deve ser no máximo 0.PETROLEO BRASILEIRO .000.5 mm para diâmetros superiores.6.1. conforme Figura B.167/0036-31 Figura B. B.10.7 Mola para válvula tipo wafer A mola deve ser de aço inoxidável austenítico ou de material com resistência à corrosão superior.3 Para válvula de retenção tipo portinhola. ©ABNT 2007 .8 Placa de identificação As válvulas devem conter placa de identificação conforme A.6. o batente deve ser o braço.ABNT NBR 15827:2007 B. B. Exemplar autorizado para uso exclusivo .1 — Desenho esquemático do contato braço da portinhola x batente B. B.33.

1.1. devem ter o corpo tipo longo com passagem plena. “E”. devem ser previstos ressaltos nas posições “A”. conforme ISO 14313. conforme Tabela C. ou seja. Tabela C.1. da classe 800. C.PETROLEO BRASILEIRO .ABNT NBR 15827:2007 Anexo C (normativo) Requisitos suplementares de projeto para válvula esfera Este Anexo estabelece os requisitos suplementares de projeto para válvulas industriais tipo esfera.000.7.167/0036-31 Passagem mm 12.5 17 24 37 15 (1/2”) 20 (3/4”) 25 (1”) 40 (1 1/2”) C. Nos casos em que a geometria do corpo impedir as posições E(A) ou B(F).1.1 Corpo C. consultar a ISO 15761. construídas conforme ISO 17292.3 Para curva de pressão x temperatura.1.2 Válvulas de DN 50 (NPS 2) e maiores.1. deve ser previsto ressalto no corpo na posição “G”. Para válvulas de montagem Trunnion. C. C.Todos os direitos reservados .1. 28 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . com DN 50 (NPS 2) e maiores. devem ser de passagem plena. com DN 100 (NPS 4) e maiores.2 Devem ser previstos ressaltos no corpo das válvulas.1. optar por um dos pares.1 Válvulas até DN 40 (NPS 1 1/2).1 a C. C.1).1 O corpo das válvulas deve ser conforme indicado em C.1. a fim de permitir a instalação de conexões auxiliares de drenagem ou contorno. da classe 800.1. de acordo com a MSS SP-45.1.33. E e B ou A e F (ver Figura C.1 — Diâmetro interno de passagem DN Exemplar autorizado para uso exclusivo . Para válvulas de esfera flutuante. “F” e “J”. “B”.

conforme a MSS SP-45.3 Os corpos podem ser inteiriços com tampa aparafusada.2 O bujão deve ser maciço e no mesmo grupo de material do corpo. ou em duas ou três partes aparafusadas. para classes 1500 e 2500.ABNT NBR 15827:2007 NOTA ( ) indica lado oposto.1. Não é permitida montagem do bujão utilizando fita ou pasta de TEFLON®2).34. C. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não constitui um endosso por parte da ABNT ao produto citado.47 série B para diâmetros de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores).1.1. extremidades para solda de topo ASME B16. sendo um exemplo adequado de um produto comercialmente disponível.47 série A.2.1 (NPT). o corpo deve conter obrigatoriamente um furo roscado com bujão para dreno na posição “J”. b) c) d) 2) TEFLON® é marca registrada da DuPont para resinas. ASME B16. É possível ser utilizado produto comprovadamente equivalente.167/0036-31 C. conforme a ASME B16. extremidades de encaixe para solda para classes 800 conforme a ISO 17292.2. extremidades roscadas ASME B1. ASME B16. Não é aceitável que os flanges de junção do corpo possuam o plano das faces coincidentes com a linha de centro da haste.PETROLEO BRASILEIRO .33. desde que conduza a resultado comprovadamente igual.1. C.5 para diâmetros até DN 600 (NPS 24). C. ©ABNT 2007 .47 série A para diâmetros de DN 650 até 900 (NPS 26 até 36).000. exceto para válvulas de uso geral.Todos os direitos reservados 29 Impresso por: PETROBRAS .1 — Localização de drenos e conexões auxiliares Exemplar autorizado para uso exclusivo .20.25.1 No caso de montagem Trunnion. Figura C.. para flanges classes 600 e 900 as dimensões dos flanges de DN 950 até 1500 (NPS 38 e maiores) devem ser iguais às da ASME B16. fitas e fibras de politetrafluoretileno (PTFE).4 a) As extremidades devem atender às seguintes normas: extremidades flangeadas em aço ASME B16. filmes.

o qual deve estar indicado em seu corpo. 30 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . bem como as do tipo Trunnion. SCH 160 para os aços-carbono e liga e SCH 80S para os aços inoxidáveis.5 A dimensão face a face deve ser conforme a ISO 14313 ou ISO 17292.7.7.Todos os direitos reservados . a não ser que especificado em contrário na requisição de compra. devem ser projetadas de forma a aliviar a pressão contida na cavidade do corpo em até 1. os anéis de vedação devem ser em material resiliente e dispor de vedação secundária metálica.5 ou ASME B16.7 Exemplar autorizado para uso exclusivo . O procedimento de soldagem das soldas de encaixe deve ser com processo TIG.1 O material da sede resiliente deve ser adequado para serviço com hidrocarbonetos líquidos ou gasosos. do tipo FR e FJA.000. NOTA 2 O sistema deve ser fornecido com válvulas de bloqueio a montante e a jusante do dispositivo de alívio. C. O acabamento para extremidades flangeadas. C.33 vez a pressão máxima da classe da válvula.6 O tipo de montagem das válvulas de uso geral e ensaiadas a fogo (fire tested type) deve ser conforme Tabela C. deve ser conforme ASME B16.2. C.2.1.1 As válvulas com montagem Trunnion devem ser do tipo efeito de pistão simples (single piston effect) exceto quando especificado em contrário. ela passa a ter sentido único.1.2 — Diâmetro interno de passagem Diâmetro 15 (1/2”) a 40 (1 1/2”) 50 (2”) a 100 (4”) 150 (6”) e acima C. NOTA 1 Se o sistema de alívio vier incorporado ao corpo da válvula. C. Tabela C.7. deve ser prevista a instalação de dispositivo de alívio de pressão automático.4. O material do niple deve ser de qualidade compatível com o material do corpo da válvula.1.1.1.1 As válvulas com sede resiliente e extremidades de encaixe para solda devem ser fornecidas com niples de extremidades planas.4 As válvulas não devem ter sentido preferencial de vedação.1.3 As válvulas flutuantes de DN 50 (NPS 2) e superiores. álcool e água produzida com seguintes contaminantes: CO2. sem perder suas características de vedação. podendo ser integral ao corpo ou tampa (na válvula tripartida) ou soldadas nas duas extremidades. para permitir acesso para manutenção. C. com extensão de 100 mm.2 Nas válvulas com montagem Trunnion do tipo efeito de pistão duplo (double piston effect). C. H2S e cloretos. deve ser conforme C.7.2 Sedes C.2 Não são aceitas válvulas com anéis de regulagem para as sedes.4.1 a C.7. NOTA 3 O comprador deve indicar o sistema de alívio a ser adotado para a válvula.1.2.ABNT NBR 15827:2007 C. C. com perfil côncavo suave.1.167/0036-31 150 - 300 600 800 Flutuante 900 Trunnion 1 500 2 500 Trunnion Flutuante Trunnion A retenção de pressão. C. C.4.47.1. com temperatura de trabalho determinada conforme Tabela 6 e permitir limpeza com vapor até 180 °C.1.2 Para válvulas ensaiadas a fogo não são aceitas as extremidades roscadas. conforme padrões construtivos correspondentes.3 Para válvulas ensaiadas a fogo. C.33.7. para cada tipo de válvula.2.PETROLEO BRASILEIRO . para diâmetros padronizados.1. com o mínimo de duas camadas.

Todos os direitos reservados 31 Impresso por: PETROBRAS .1 Os parafusos da união corpo/tampa ou do corpo bipartido ou tripartido devem ser conforme Tabela C. com alívio de tensões e de hidrogênio. ASTM A 193 Gr B16 ASTM A 194 Gr 2H ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr B 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 Não aplicável ©ABNT 2007 . Classe 1. Tipo B/E. devem possuir passagem plena e cilíndrica. conforme ASTM B 849 e ASTM B 850. Figura C. Podem ser dos tipos sólida com cavidade selada ou com cavidade vazada. Tabela C.2 — Tipo de construção de válvula esfera C.33. conforme Figura C. desde que não especificado em contrário.000. Grau 5 a 8.2.3.167/0036-31 Material do corpo ASTM A 105 ASTM A 216 Gr WCB ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ASTM A 352 Gr LCB ASTM A 350 Gr LF3 CL 1 ASTM A 352 Gr LC3 ASTM A 182 Gr F11 CL 2 ASTM A 217 Gr WC6 ASTM A 182 Gr F5 ASTM A 217 Gr C5 ASTM A 182 Gr F304 ASTM A 351 Gr CF8 ASTM A 182 Gr F316 ASTM A 351 Gr CF8M ASTM A 182 Gr F317 ASTM A 351 Gr CG8M ASTM A 182 Gr F347 ASTM A 351 Gr CF8C Material dos estojos/parafusos ASTM A 193 Gr B7 Material das porcas Revestimento ASTM A 194 Gr 2H ASTM A 320 Gr L7 ou ASTM A 193 Gr B8M ou ASTM A 193 Gr B8M CL2 ASTM A 194 Gr 4L ou ASTM A 194 Gr 8M ou ASTM A 194 Gr B8M CL2 Zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841.ABNT NBR 15827:2007 C.3 Esfera As esferas.PETROLEO BRASILEIRO .3 — Materiais dos estojos/parafusos e porcas Exemplar autorizado para uso exclusivo .4 Parafusos e porcas C.4.

isentas de qualquer ligante ou aglomerante ou aditivo. com enchimento de grafite flexível.4. deve ser provida de uma vedação complementar em um anel de grafite.6. é aceitável o ensaio de impacto a . o fabricante pode especificar o material dos parafusos.2 Para válvulas ensaiadas a fogo e para uso geral.2 As válvulas ensaiadas a fogo (fire tested type) devem ser certificadas com os parafusos listados na Tabela C. com porcas sextavadas.60 °C.5. Este tipo de vedação pode ser aceito para válvulas ensaiadas a fogo. ASME B18. atendendo ao padrão construtivo correspondente e.4. C.5. C.45 °C. 99 % mínimo de pureza.3 a) b) c) d) e) Especificação padronizada para as gaxetas: confeccionadas com anéis pré-moldados ou de material trançado. 32 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . conforme ASTM B 849 e ASTM B 850.167/0036-31 C. devendo possuir preme-gaxetas e gaxetas em grafite flexível com fios de INCONEL®.5 Vedação do corpo ou tampa C.5. Para os casos não cobertos na Tabela C. C.3.PETROLEO BRASILEIRO . de seção quadrada. mantendo o revestimento indicado na Tabela C. Exemplar autorizado para uso exclusivo .000. desde que atendidas as condições do ensaio da ISO 10497. Como alternativa ao material ASTM A 193 GR B7 podem ser usados estojos e parafusos em ASTM A 193 GR B16. para evitar o vazamento pelo corpo em caso de falha dos anéis resilientes.3 O material dos componentes citados em C. reforçadas com fios de INCONEL® com no mínimo. com certificado de ensaio de incêndio (fire safe) conforme a API STD 589.5. C. C. de alta resistência. devendo ser com juntas de vedação do tipo espiralada.3 Os estojos/parafusos e porcas em aço-carbono/aço-liga devem ser revestidos com zinco níquel (Zn-Ni) ASTM B 841. Neste caso. ASME B18.6.1 e C.6.2 deve ser adequado para serviço com hidrocarbonetos líquidos ou gasosos e álcool com temperatura de trabalho conforme Tabela 6 e permitir limpeza com vapor até 180 °C. adicionalmente.57 mm (1 1/8”).3. e para o material da válvula em ASTM A 350 Gr LF3 ou ASTM A 352 Gr LC3.5 Os parafusos de união do corpo à tampa ou das partes que compõem o corpo bipartido ou tripartido devem ser do tipo estojo. C.6 Vedação da haste . com reforço de fio de INCONEL®. Classe 1.4. quando o material do corpo da válvula for ASTM A 350 Gr LF2 CL 1 ou ASTM A 352 Gr LCB.ABNT NBR 15827:2007 C.2.3.Todos os direitos reservados . três anéis.Sistema de engaxetamento C. as gaxetas devem ser de grafite flexível. Tipo B/E. em aço inoxidável austenítico.33.2. Grau 5 a 8.40 mm (1”) e UN-2A a partir de 28. de grafite flexível expandido. este conjunto deve ser certificado com ensaio a fogo.4.1 A vedação do corpo ou da tampa para as válvulas ensaiadas a fogo (fire tested type) deve atender às condições do ensaio da ISO 10497.1 ou através de anéis resilientes (O-ring).5.1 A vedação da haste das válvulas ensaiadas a fogo (fire tested type) deve atender às condições de ensaio da ISO 10497. C.4 Para materiais de estojos em ASTM A 320 Gr L7. com alívio de tensões e de hidrogênio. é aceitável o ensaio de impacto a . UNC-2A até 25. C.5.2 A vedação do corpo ou da tampa para as válvulas de uso geral pode ser conforme C.1. O comprimento dos parafusos deve ter no mínimo um fio e no máximo três fios de rosca além da porca.2.

2.9 Placa de identificação As válvulas devem conter placa de identificação conforme A. Exemplar autorizado para uso exclusivo . o uso de redutores deve ser conforme a Tabela A.7.6.167/0036-31 C.2 Quando a válvula for acionada manualmente por alavanca.6.8 Dispositivo antiestático As válvulas-esfera de uso geral e ensaiadas a fogo devem ser providas de dispositivo antiestático em toda a faixa de diâmetro. deve-se dar um pré-aperto. as dimensões e as emendas defasadas de 90 °. ©ABNT 2007 .000. C.6 O projeto deve prever possibilidade de ajuste de aperto das gaxetas sem necessidade de remoção do acionamento.1 Desde que não especificado em contrário.PETROLEO BRASILEIRO . C.33.6. C. o esforço dispendido pelo homem seja de no máximo 360 N.10.ABNT NBR 15827:2007 C.Todos os direitos reservados 33 Impresso por: PETROBRAS . inclusive em válvulas com engrenagens de redução.7. esta deve ser dimensionada de tal forma que.4 Os anéis de gaxeta devem ser montados observando-se o material.7 Alavanca C. estando a válvula submetida à máxima pressão diferencial da classe. C. bem como deve atender aos requisitos da MSS SP-91. C.5 No mínimo a cada dois anéis colocados. Esses dispositivos devem possuir certificado de ensaio conforme requerido pelos respectivos padrões construtivos.

2 D. deve ser preparado um sistema de registro contínuo das seguintes variáveis ao longo dos acionamentos: Exemplar autorizado para uso exclusivo .3. D.3.3.1. conforme descrito em D.6 % do fundo de escala.3.1 Para aquisição de dados. verificando se os torques de acionamento estão de acordo com os previstos em normas e nas especificações de projeto.1 Fechar a válvula aplicando 100 % do TNO.1.1. sem golpes ou trancos.1.1. Anotar separadamente este valor.3.1. Se a precisão for melhor que 0. torque de acionamento. Garantir que a válvula se mantenha pressurizada. girando sua haste de forma lenta e gradual. D. D. ± 2 % com água. potenciômetro ou outro sensor eletrônico D. 34 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .3 Seqüência de operações D.2.1.3 similar.1.2 Método de obtenção D. D.2.000. A monitoração de torque deve ser.1.1.1 Objetivo Avaliar o desempenho de acionamento.3. D.5 Registrar o valor máximo do torque real de abertura sem diferencial de pressão (TRAS).3 %. deslocamento angular.1. realizada por célula de carga de torque.167/0036-31 a) b) c) pressões da válvula: montante.4 Registrar o valor máximo do torque real de abertura com diferencial de pressão (TRAC).2. jusante.3 Iniciar a abertura da válvula. preferencialmente.1. registrando o torque real de abertura na quebra de movimento (TRAQ) (break torque) de movimento. o qual deve atingir 150 % da PMT da válvula. média e alta pressões. corpo e demais pórticos de monitoração de pressão.1.3. realizando ensaios funcionais em baixa. D.1 Procedimento D. toda a faixa de pressões de ensaio (alta e baixa pressões) pode ser monitorada com o mesmo transmissor.Todos os direitos reservados . Anotar separadamente este valor.2 Pressurizar e manter o montante da válvula com 100 % PMT.1. D.2.ABNT NBR 15827:2007 Anexo D (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para obtenção da assinatura de torque de acionamento em válvulas D. Anotar separadamente este valor.33. D.2. A monitoração da posição angular pode utilizar um encode.4 A monitoração de pressão das linhas de ensaio deve utilizar transmissores de pressão com precisão melhor que 0.PETROLEO BRASILEIRO .6 Aplicar no fim de curso de abertura o torque de 100 % TNO por pelo menos 5 s.

Exemplar autorizado para uso exclusivo .1. Esta verificação pode ser constatada através da realização de ensaios de assinatura imediatamente antes e após os ensaios de sobrecarga.167/0036-31 D.13. TRFS e TRFC) ao longo dos ensaios de protótipo e/ou quando forem executados os ensaios de sobrecarga de torque (TMO e TMA).3. D.3.1. D. TRFC da válvula devem ser estatisticamente iguais. Os valores de curso e torque obtidos correspondem às “assinaturas” da válvula sob AP diferencial.2 a D. D. ©ABNT 2007 .13. D. TRAS. D.1.2 a D. pneumático etc.1.2 Para válvulas que só se destinam a aplicações não críticas e com atuação direta pela haste da válvula ou por caixa de redução com volante.).ABNT NBR 15827:2007 D.1 Para válvulas que podem receber atuadores remotamente operados (hidráulico.3.1. o maior valor de TRO deve ser menor que 100 % do TNO.1. Garantir que a válvula se mantenha pressurizada. Os valores de curso e torque obtidos correspondem às “assinaturas” da válvula sob BP diferencial.3.3.PETROLEO BRASILEIRO .5 Critérios de aceitação D.2.8 Iniciar o fechamento da válvula. tanto em AP como em BP. até totalizar seis ensaios com 100 % da PMT.1. A válvula também deve ser submetida a ensaios intermediários de vedação e ensaios de sobrecarga de torque.33.Todos os direitos reservados 35 Impresso por: PETROBRAS .1. conforme descrito em D. registrar o valor máximo do TRFC.1. D. D. até totalizar seis ensaios com 5 % da PMT. registrando o torque real de fechamento na quebra de movimento (TRFQ) (break torque) de movimento.5.5. D.9 Registrar o valor máximo do torque real de fechamento sem diferencial de pressão (TRFS). Anotar separadamente este valor. girando sua haste de forma lenta e gradual. sem danos à válvula.1.12 Repetir o ensaio de acionamento (abertura e fechamento).3.11 Aplicar no fim de curso de fechamento o torque de 100 % do TNO por no mínimo 5 s.7 Gerar e manter um pequeno vazamento na linha de jusante da válvula. TRFQ. com duração de pelo menos 10 s cada. de modo que se possa detectar o fechamento da válvula pela observação da queda de pressão na linha de jusante.17 O TRO para cada acionamento é o maior dos valores de torque encontrados durante a assinatura.3. elétrico. Os torques TRAQ. a válvula também deve demonstrar que é capaz de suportar o TMA.3.14 Repetir o ensaio de acionamento (abertura e fechamento).3.1.15 Apresentar as assinaturas da válvula. a jusante deve ser total e rapidamente despressurizado.3 As válvulas submetidas aos ensaios de sobrecarga de torque não podem apresentar indícios de danos ou queda de desempenho. D. O número de ciclos sob TMO deve ser no mínimo de 50 acionamentos. D. a válvula deve ser submetida ao TNO a cada fim de curso. D.1.3. Anotar separadamente este valor. A pressurização do montante deve ser capaz de compensar este pequeno vazamento.13 Alterar a pressão de ensaio da válvula para 5 % da PMT.4 Ensaios de sobrecarga de torque Durante o ensaio de ciclagem.1.3. Ao fim dos ensaios.3.1. TRAC.000.1.1.3. em meio digital ou na forma gráfica. TRFQ.3. através de válvula agulha específica. o maior valor de TRO deve ser menor que 90 % do TNO. Esta desigualdade é devida ao fechamento da válvula com sua jusante sob vazamento (gerado pela válvula-agulha). sob TMO.1.1. D.16 Avaliar a evolução dos valores de torque (TRAQ. TRFS. Quando a pressão na jusante for menor que 5 % da PMT (monitoração contínua).10 O fim da comunicação é observado quando a pressão a jusante e a montante não são mais iguais.1. conforme descrito no em D.1. Neste instante. TRAC.3. conforme descrito em D. D.5.3. sem golpes ou trancos. Anotar separadamente este valor. podendo ser de até cinco ciclos de sobrecarga consecutivos. TRAS.1.

ABNT NBR 15827:2007 D. crack-open e pinch-off).167/0036-31 C U R SO F EC H AM EN T O Figura D.1 — Curva típica de assinatura de válvulas 36 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 . TRFS. TNO. ABER T U R A jam @ + T N O ( JT O ) "PIN C H O F F " T R AC T R AS TO RQ UE "C R AC K O PEN " TRFS TRFC T R AQ TRFQ jam @ . TRAS. TRFQ.33.000.Todos os direitos reservados .1 apresenta uma curva típica de assinatura de abertura e fechamento de válvulas. TRFC.PETROLEO BRASILEIRO . TRAC.T N O ( J T C ) Exemplar autorizado para uso exclusivo .2 Curva típica de assinatura A Figura D. indicando os pontos notáveis (TRAQ.

registro dos ciclos por sistema digital de aquisição de dados (ou por registrador gráfico durante a transição). aplicar 100 % do TNO a cada fim de curso.1 Características do ensaio Ensaio similar ao ensaio de “assinatura” descrito no Anexo D. de desempenho (assinatura) e de sobrecarga (TMO).1 Aquisição de dados Deve ser adotado o procedimento descrito nesta subseção.Todos os direitos reservados 37 Impresso por: PETROBRAS .000.1 Realizar o ensaio cíclico. executar ensaios intermediários de vedação. conforme este Anexo. em função do diâmetro nominal e tipo da válvula.3 Critério de aceitação Aplicar os valores indicados nas Tabelas 7 e 8 para determinação do critério de aceitação em função do diâmetro nominal. pequeno vazamento na jusante da válvula. e) E. por no mínimo 5 s.33. E.3 Método de execução Os ensaios cíclicos devem ser executados com a válvula submetida a uma pressão diferencial de 100 % da PMT.167/0036-31 pressão de montante controlada e mantida em 100 % ± 2 % da PMT. mas permitindo uma maior velocidade de acionamento/ciclagem.PETROLEO BRASILEIRO . aplicando o número de ciclos constante na Tabela 7.2 Objetivo Verificar se a premissa de projeto apresentada pelo fabricante é compatível com a vida útil projetada. iniciar novo ciclo somente se a pressão na jusante da válvula for menor que 5 % da PMT. exceto para válvula-esfera e válvula-borboleta.1 alínea e). com base no número de ciclos esperados em operação real e no número máximo de ciclos que um protótipo pode ser ciclado. do tipo de válvula e da ciclagem.2 Nos ciclos destacados na Tabela 7. ©ABNT 2007 . com taxa de pelo menos 2 Hz.3.2.2 Ensaios cíclicos E. conforme descrito neste Anexo. desde que preservadas as principais características do ensaio: a) b) c) d) Exemplar autorizado para uso exclusivo . E.2. E. E.3.3. E.3.ABNT NBR 15827:2007 Anexo E (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para a realização de ensaios cíclicos em válvulas em temperatura ambiente E. exceto onde alterado por E.3.

33.3 Método de execução F. F.4 Realizar a ciclagem correspondente a 1 % do número total de ciclos para o projeto. registro dos ciclos por sistema digital de aquisição de dados (ou por registrador gráfico durante a transição).3.1 Características do ensaio Ensaio similar ao ensaio cíclico na temperatura ambiente. como definido na Tabela 2. com taxa de pelo menos 2 Hz. F.2 Objetivo Verificar a funcionalidade da válvula nos extremos de temperatura para a classe especificada. pequeno vazamento na jusante da válvula. F. aplicar 100 % do TNO a cada fim de curso por no mínimo 5 s.000. F.3. ou 20 ciclos. ou 20 ciclos.3.1 Realizar a ciclagem correspondente a 1 % do número total de ciclos para o projeto. F.3.ABNT NBR 15827:2007 Anexo F (normativo) Procedimento e critérios de aceitação para a realização de ensaios cíclicos em válvulas em temperaturas extremas F.3. 38 Impresso por: PETROBRAS ©ABNT 2007 .4 Critério de aceitação Aplicar os valores indicados nas Tabelas 7 e 8 para determinação do critério de aceitação.167/0036-31 pressão de montante controlada e mantida em 100 % ± 2 % da PMT. e) f) F.5 Realizar todos os ensaios de vedação e de desempenho na Tmin. desde que preservadas as principais características do ensaio: a) b) c) d) Exemplar autorizado para uso exclusivo . na temperatura mínima (Tmin) da classe do projeto. em função do diâmetro nominal. o que for maior.6 Executar pelo menos cinco acionamentos sob TMO com a válvula na Tmin.3 Executar pelo menos cinco acionamentos sob TMO com a válvula na Tmax. o que for maior.PETROLEO BRASILEIRO . Repetir os ensaios de assinatura para atestar que não houve variação de desempenho. fluido de ensaio pode ser nitrogênio ou água com etileno-glicol.2 Realizar todos os ensaios de vedação e de desempenho na Tmax. como definido na Tabela 7.Todos os direitos reservados . na temperatura máxima (Tmax) da classe do projeto. F.3. F. repetir os ensaios de assinatura para atestar que não houve variação de desempenho. do tipo de válvula e da ciclagem. iniciar novo ciclo somente se a pressão na jusante da válvula for menor que 5 % da PMT.

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