Universidade Católica de Pelotas Escola de Informática Ciência da Computação

C for Linux
por Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi luzzardi@atlas.ucpel.tche.br http://infovis.ucpel.tche.br/luzzardi

Versão 2.02 (Junho/2007)

Referências Bibliográficas KERNIGHAN, Briam W. C a Linguagem de Programação Padrão ANSI, Rio de Janeiro: Campus, 1990.

Pelotas, quinta-feira, 14 de junho de 2007 (15:06)

Sumário 1. Introdução...................................................................................................................................................6 1.1 - Histórico.............................................................................................................................................6 1.2 - Evolução.............................................................................................................................................6 1.3 - Características.....................................................................................................................................6 1.4 - Utilização...........................................................................................................................................6 2. Ambiente de Programação Anjuta..............................................................................................................7 2.1 Compilador gcc.....................................................................................................................................7 2.2 Instalação do Anjuta.............................................................................................................................7 2.3 Interface do Anjuta...............................................................................................................................7 3. Estrutura de um programa em C..................................................................................................................8 3.1 - Identificadores....................................................................................................................................8 3.2 – Comentários do programador.............................................................................................................8 3.3 - Regras gerais para escrever um programa em C.................................................................................8 3.4 - Palavras reservadas.............................................................................................................................9 3.5 - Declaração de variáveis......................................................................................................................9 3.5.1 - Onde as variáveis podem ser declaradas......................................................................................9 3.5.2 - Inicialização de variáveis...........................................................................................................11 3.6 - Constantes........................................................................................................................................11 3.6.1 - Constantes hexadecimais e octais...............................................................................................11 3.6.2 - Constantes strings......................................................................................................................11 3.6.3 - Constantes especiais...................................................................................................................12 3.7 - Comandos do pré-processador do C..................................................................................................12 3.7.1 - O comando #define....................................................................................................................12 3.7.2 - O comando #include..................................................................................................................12 4. Tipos de dados..........................................................................................................................................14 4.1 - Tipos básicos....................................................................................................................................14 4.2 Modificadores de tipo.........................................................................................................................14 5. Operadores................................................................................................................................................15 5.1 - Operadores aritméticos.....................................................................................................................15 5.2 - Operadores relacionais......................................................................................................................15 5.3 - Operadores lógicos...........................................................................................................................15 5.4 - Incremento e decremento..................................................................................................................16 5.5 - Operador de atribuição......................................................................................................................16 5.6 - O operador sizeof..............................................................................................................................17 5.7 - Casts.................................................................................................................................................17 5.8 - Expressões........................................................................................................................................18 5.8.1 - Conversão de tipos em expressões..............................................................................................18 6. Funções padrões........................................................................................................................................20 6.1 – abs....................................................................................................................................................20 6.2 – fabs..................................................................................................................................................20 6.3 – asin..................................................................................................................................................20 6.4 – acos..................................................................................................................................................20 6.5 – atan..................................................................................................................................................20 6.6 – cos....................................................................................................................................................20 6.7 – sin....................................................................................................................................................21 6.8 – exp...................................................................................................................................................21 6.9 – pow..................................................................................................................................................21 6.10 – sqrt.................................................................................................................................................21 6.11 – log..................................................................................................................................................21 6.12 – atof.................................................................................................................................................21 6.13 – atoi.................................................................................................................................................21 6.14 – atol.................................................................................................................................................22 6.15 - log10...............................................................................................................................................22 6.16 – tan..................................................................................................................................................22 6.17 – rand................................................................................................................................................22 6.18 – srand..............................................................................................................................................22 6.19 – system............................................................................................................................................23 7. Comandos.................................................................................................................................................24 7.1 - Tipos de Comandos..........................................................................................................................24 7.1.1 - Seqüência..................................................................................................................................24 7.1.2 - Seleção......................................................................................................................................24

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7.1.3 - Repetição...................................................................................................................................24 7.1.4 Atribuição....................................................................................................................................25 7.2 - Comando if.......................................................................................................................................25 7.2.1 - if encadeados.............................................................................................................................26 7.3 - O comando switch............................................................................................................................27 7.4 - Comando while................................................................................................................................29 7.5 - O comando for..................................................................................................................................31 7.6 - O loop do { } while..........................................................................................................................32 7.7 - Interrupção de loops.........................................................................................................................32 7.7.1 - O comando break.......................................................................................................................33 7.7.2 - O comando continue..................................................................................................................33 7.8 - A função exit ().................................................................................................................................33 8. Entrada e saída..........................................................................................................................................35 8.1 - Entrada e saída do console................................................................................................................35 8.2 - Entrada e saída formatada.................................................................................................................35 8.2.1 - Saída formatada (printf).............................................................................................................35 8.2.2 - Entrada formatada (scanf).........................................................................................................36 8.2.3 – Leitura de strings (fgets)............................................................................................................37 9. Controle do vídeo e teclado.......................................................................................................................38 9.1 Biblioteca “ncurses” - modo texto.......................................................................................................38 10. Lista de exercícios (comandos)...............................................................................................................39 11. Vetores, matrizes e strings.......................................................................................................................43 11.1 - Vetores...........................................................................................................................................43 11.2 – Strings............................................................................................................................................43 11.3 - Matrizes (Multidimensional)..........................................................................................................44 11.4 - Vetor de strings...............................................................................................................................44 11.5 - Inicialização de matrizes e vetores..................................................................................................45 11.6 - Inicialização de um vetor de caracteres...........................................................................................45 11.7 - Inicialização de matrizes multidimensionais...................................................................................45 11.8 - Inicialização de vetores e matrizes sem tamanho............................................................................45 11.9 - Classificação de dados ou ordenação (sort).....................................................................................46 11.10 - Lista de exercícios (vetores)..........................................................................................................48 12. Manipulação de strings...........................................................................................................................51 12.1 - strcpy..............................................................................................................................................51 12.2 - strcmp.............................................................................................................................................52 12.3 - strcat...............................................................................................................................................52 12.4 - strlen...............................................................................................................................................53 12.5 – strchr..............................................................................................................................................53 12.6 – Lista de exercícios (strings)............................................................................................................54 13. Funções definidas pelo programador.......................................................................................................56 13.1 - Valores de retorno..........................................................................................................................57 13.2 - Passagem de parâmetros por valor..................................................................................................59 13.3 - Passagem de parâmetros por referência..........................................................................................60 13.4 - Funções que devolvem valores não-inteiros....................................................................................60 13.5 - Argumentos argc e argv do main....................................................................................................61 13.6 - Recursividade.................................................................................................................................62 13.7 - Lista de exercícios (funções)...........................................................................................................63 14. Ponteiros.................................................................................................................................................69 14.1 - Variáveis ponteiros.........................................................................................................................70 14.2 - Operadores de ponteiros.................................................................................................................70 14.3 - Expressões com ponteiros...............................................................................................................70 14.3.1 - Atribuições com ponteiros.......................................................................................................70 14.3.2 - Aritmética com ponteiros.........................................................................................................70 14.3.2.1 - Incremento (++) ..............................................................................................................70 14.3.2.2 - Decremento (--)................................................................................................................72 14.3.3 - Soma (+) e subtração (-) .........................................................................................................72 14.3.4 - Comparação de ponteiros.........................................................................................................72 14.4 - Ponteiros e vetores..........................................................................................................................72 14.4.1 - Indexando um ponteiro............................................................................................................73 14.4.2 - Ponteiros e strings....................................................................................................................73 14.4.3 - Obtendo o endereço de um elemento de um vetor....................................................................74 14.4.4. Vetores de ponteiros..............................................................................................................74 14.5 - Ponteiros para ponteiros.................................................................................................................74

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................5.....Sistema de arquivo bufferizado ..Union.....2 ...2...1..........................................................4 ......4........3 .................1 ........................................................................O especificador static..........3.......1 .......................................................................................................4 – feof.........................................................................95 16.....................................................................74 14..............................1..............80 15........5 – eof........81 15......................................2 ...............................................................95 16................................................................................................98 17..............................................................80 15.2........Matrizes de estruturas.....................................95 16....2......................97 17...1..................7 – getw e putw........................................................................6 – tell.....................................74 14...............................................................................................................................................................................................................................................................................Sistema de arquivo não bufferizado.Formas abreviadas de C..fopen........2 ...............................typedef................2..............................................................Campos de bit..................................................................3 – unlink..................................................5...................................81 15...................2.....................5 Jogo da Forca.................................77 15...................................................82 15....................................7...............82 15......................Filas binárias...............Especificadores de classe de armazenamento.........104 19....................................................................................................................................................................85 15..................5...................... Tipos de dados definidos pelo programador..................Tipos de dados avançados........10 – fseek.......................78 15.......................................................................................3 ................................................2 – putc......................6 ...............................12 – remove...........................................94 16.......92 16....................1 ................................81 15..................................................2 .............96 16................................................................O modificador const................................77 15.5.....Implementação de uma fila............................................................................................................................Operadores bit a bit...................................................................................................97 16.......1....2 – write e read....................................................................O operador ?............................................................ creat e close......................................................................................Implementação de uma pilha....86 15...................2.........................................3...................14..........................102 17.......3 ....1...............................86 15.............................95 16..................................................................4 ...................................1 ........5.........................................................1 – open..5.c”.......... Entrada e saída em disco............................5............................3....................................................................1 .92 16...............1........5...........................................................92 16......................................................................1..................................2...rewind..............................96 16.............3..............3 Biblioteca “conio........5..............93 16...................2 .........4 .........................................................Alocação dinâmica de memória...............96 16.............h” + “clock....................................................................75 14...................3...................2....5..................................93 16..........................2.....77 15........95 16...............................................................O operador ....99 17..........2 .........................................................................................3..3................................................................................1....................................85 15...........81 15...108 19..............2......Lista de exercícios (arquivos)....................86 15..............................................................................78 15..................................................9 – fread e fwrite...................3 ...............................................................................Estruturas....................................................6 .....................................h” completa......Filas de texto.......O especificador auto..........95 16..................................................................................................................................................................95 16............2 ........................................................................1 ............................................3........................1..........................128 4 .........................................4 ....1 ............117 19.......Operadores avançados....................................Inicialização de ponteiros......................................................................................................................O especificador extern.......2 Relógio em Linux............3.3 ...............................1 – malloc..............................5..........................................................O modificador volatile..................................................................Passando estruturas inteiras..................................................Passando elementos da estrutura.........5 ................................................82 15..1 ...............................1 Jogo de Caça-Palavras.3...................................2................................................................................................1 .....................Modificadores de acesso................81 15...............................2 .......................2.........2...5........................................................................................................120 19.........4 Biblioteca “conio......2.2 – free.......................................................................................................Referência aos elementos da estrutura................................................................5 – fclose................................2....................................................................................7 ...............................3 – getc..........................2 .........................2 ......................................................Fila de bytes (stream)........................................................5.........95 16...................76 15....93 16............................7........................................................Lista duplamente encadeada..........................3....................................Ponteiros para estruturas.................................11 – fprintf e fscanf................................................................................................................................92 16...............................................................108 19....................................94 16..............................................................................................118 19.......... Programas exemplos usando ncurses..........................................................................79 15.............................95 16.......................... Listas lineares...........78 15.....................................................Passando estruturas para funções................................................................3 .....................93 16...........................8 – fgets e fputs..................................................................2...............................................1 .................... O especificador register.......85 15....88 16...........1....................................3 ....94 16....................................................1 ......................

.......................................................137 20.....................................................................................140 20............... Outros Comandos ...................................................................1 Conceitos Básicos...............................................................................................................139 20......................139 20..................................................137 20........................146 5 ....................................................................................143 21........142 21.. relacionais..............................................3 Declaração de constantes tipadas....................144 22..............4 Funções de saída............................................................................142 21.................... Programas escritos em C.....................................................................4 Ponteiro para Ponteiro...144 21...............................141 21................................................................................................................................................ Biblioteca ncurses.......................... lógicos e bit a bit................................................................................................................................................................2 Funções de inicialização..........................................20.......................................................3 Funções de entrada.............5 Função de Formatação de texto.....................................................................1 Comandos do Pré-Processador...........................2 Hierarquia dos operadores aritméticos.......

Programas educacionais. surgiu uma linguagem chamada B.2 .Histórico A linguagem de programação C foi desenvolvida nos anos 70 por Dennis Ritchie em um computador DEC PDP-11 que utilizava Sistema Operacional UNIX. Permite a manipulação de bits.1 . Interpretadores. 6 . bytes e endereços. Não é fortemente tipada.Evolução A partir de uma linguagem mais antiga chamada BCPL. SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). Editores (de texto e gráficos). 1. Compiladores. 1.3 .1. e baixo 1. Bastante portável.Características      Linguagem de nível médio (combina recursos de alto nível).4 . desenvolvida por Martin Richards. inventada por Ken Thompson que influenciou o desenvolvimento da linguagem de programação C. tais como:       Sistemas Operacionais. Introdução 1. Permite escrever programas modulares e estruturados.Utilização Permite o desenvolvimento e implementação de software básico.

.1 Compilador gcc O compilador gcc é o compilador C do projeto GNU...... gratuito e de código aberto.. O projeto teve início em 1984... install gcc <enter> . 2.. Ambiente de Programação Anjuta 2. e a proposta era desenvolver um sistema operacional completo e livre..... Para instalar o pacote execute os seguintes passos: $ $ $ $ apt-get apt-get apt-get apt-get update <enter> ... similar ao Unix...2...2 Instalação do Anjuta Um dos ambientes de programação que podem ser utilizados no Sistema Operacional Linux é o Anjuta....3 Interface do Anjuta Figura 1: Ambiente de Programação Anjuta 7 . install anjuta <enter> ......... O projeto GNU (Gnu’s Not Unix) foi proposto por Richard Stallman em 1983..... Atualiza a lista de pacotes Instala o Compilador C Instala o Compilador C++ Instala o ambiente anjuta 2... install g++ <enter> ..

Observação: a função “inverso” é definida pelo programador (1/n). Regras para a criação de identificadores:     O primeiro caracter deve ser uma letra ou sublinha ( _ ). Em C os comentários podem ser feitos da seguinte maneira: /* Isto é um comentário de várias linhas */ // Isto é um comentário em C++ de uma linha Um comentário. char a. int num_dentes = 32. printf(“Valor: %. números ou sublinhas. 3. onde uma destas funções.3. y Parâmetros de saída: c. servem apenas como anotações para serem lembradas mais tarde (por exemplo. Estrutura de um programa em C 3. utilizar várias linhas do programa. ou seja. Os primeiros 32 (default) caracteres são significativos.Identificadores São os nomes criados pelo programador para fazer referência a variáveis. 27 10 Exemplos em variáveis: Exemplos em constantes: #define ESC #define ENTER Exemplos em funções: x = raiz_quadrada(y). O formato do texto é livre. Os caracteres seguintes devem ser letras. constantes. As principais regras são:   Letras maiúsculas e minúsculas diferentes. Veja o exemplo abaixo: /* ---------------------------------------------------Função: STRING Parâmetros de entrada: x. inverso(n)). t Retorno: Sem Retorno ------------------------------------------------------. funções e rótulos.2f\n”. Não é permitido a utilização de caracteres em branco (caracter espaço). obrigatoriamente é chamada main(). quando forem feitas manutenções no programa).1 .Regras gerais para escrever um programa em C Um programa em C é constituído de uma ou mais funções delimitadas por chaves { }. float inflacao.3 . _a. pode ainda.*/ 3. 8 são tratadas como caracteres .2 – Comentários do programador Os comentários do programador são linhas de código que não são compiladas pelo compilador.

{ função começa a ser executada. dia. b. tipo_dado_base: deve ser um tipo de dado válido (int.5 .1 . ou seja. 3. mes.5. Todas as variáveis devem ser declaradas.Onde as variáveis podem ser declaradas  Definidas fora de todas as funções. // variáveis locais utilizadas somente na função main dia = 12. return(0). constantes ou funções. mes = 6. incluindo a função main() são chamadas de variáveis globais e podem ser acessadas em 9 . } 3. mes. char. não servem como identificadores. Exemplo: int main (void) { int i. 3. Programa exemplo (1): Imprimir a data no seguinte formato: [Data: dd/mm/aaaa]. char ch.Declaração de variáveis Sintaxe: tipo_dado_base lista_de_variáveis. ano).k.4 .h> int main (void) { int dia. float. printf("Data: %02d/%02d/%04d\n". float a.Palavras reservadas Definidas por K&R (Kernighan & Ritchie) auto break case char continue default do double if static else int struct entry long switch extern register typedef float return union for sizeof unsigned goto short while ANSI const enum signed void volatile near _ds asm Observação: As palavras reservadas não podem ser utilizadas pelo programador como nome de variáveis. ano = 2006. Todos os comandos são terminados por ponto e vírgula. #include <stdio. j .     A função main() especifica onde o programa começa e termina de ser executado. } função termina de ser executada. ano. double ou void) lista_de_variáveis: um ou mais identificadores separados por vírgula.

} float POT (float x. y Compilar por linha de comandos: $ gcc prog2.c -o prog2 -lm <enter> Onde: -o gera programa executável “prog2” 10 . expoente. x. expoente).&expoente). resultado = POT(base. scanf("%f". Definidas dentro de uma função são chamadas de variáveis locais e só podem ser acessadas dentro desta função.h é inserido dentro deste programa float POT (float base. resp. expoente. Estas variáveis são alocadas dinamicamente na memória RAM. } função POT // corpo da função POT definida pelo programador // os parâmetros x e y são variáveis locais // definição das variáveis locais // retorno da função Variáveis globais: resultado. Programa exemplo (2): O programa realiza uma operação de potência Xy. Alocação dinâmica de memória: Tipo de alocação de memória em que uma variável é alocada (tem um espaço reservado) na memória RAM temporariamente. Alocação de memória:  (Reserva de espaço de memória (RAM) para alocar uma variável)  Alocação estática de memória: Tipo de alocação de memória em que uma variável é alocada (tem um espaço reservado) na memória RAM durante toda a execução do programa. // função que permite scanf("%f". float expoente). // função que permite printf("Expoente: "). Sendo estas locais e alocadas dinamicamente na memória RAM. POT Variáveis locais: base. // protótipo da função POT // variável global // definição das variáveis locais imprimir dados na tela a entrada de dados via teclado printf("Base: ").  qualquer parte do programa.h> // o arquivo stdio. Na declaração de parâmetros formais de uma função. Este espaço de memória é desalocado quando o espaço não é mais necessário. resp = exp(log(x) * y).&base). Estas variáveis são alocadas estaticamente na memória RAM (Random Access Memory – Memória de acesso randômico).2f\n". Depois que uma função é executada. int main (void) { float base. #include <stdio. float resultado. float y) { float resp. // chamada da printf("Resposta = %7. Memória ROM (Read Only Memory – Memória somente de Observação: leitura).h> #include <math. resultado). Este espaço de memória é desalocado somente quando o programa acaba. estas variáveis são desalocadas. return(0). return(resp).

Inicialização de variáveis Em C.. Tipo char int float char * Exemplos de constantes 'a' 'n' '9' 1 123 2100 -234 123.6 . C. 11 . As constantes podem ser de qualquer tipo básico. A. E. Qualquer número hexadecimal é formado por dezesseis números (0 . D. 'e'. Toda string deve ser finalizada pelo caracter especial ‘\0’ (chamado de NULL).6. colocando um sinal de igual e uma constante após o nome da variável. 'l'. Uma constante octal começa com um 0 (zero). int n = 0. float y = 123. NULL}.23 4. Em C não existe um tipo de dado especifico para definir uma string.h” 3.45.6. // 255 em decimal // 9 em decimal 3.34e-3 "C for Linux" (forma // // // // tipo_dado_base nome_da_variável = constante_caracter tipo_dado_base nome_da_variável = constante_string tipo_dado_base nome_da_variável = constante_inteira tipo_dado_base nome_da_variável = constante_real nome_da_variável = constante.2 . 7 ). F). tipo_dado_base Exemplos: char ch = 'a'.-lm linka a biblioteca “math. 3. char s = “UCPel”.Constantes Valores fixos que o programa não pode alterar..1 . int octal = 011. Exemplos: int main (void) { int hexadecimal = 0xFF. Exemplo: char s[6] = "UCPel".2 . é possível fornecer valores iniciais a maioria das variáveis ao mesmo tempo em que elas são declaradas. 'C'. 'P'.Constantes strings Uma string é um conjunto de caracteres delimitados por aspas duplas.9.Constantes hexadecimais e octais A linguaguem de programação C permite especificar constantes inteiras em hexadecimal ou octal. de definir uma string) 3. Uma string é definida como um vetor (unidimensional) de caracteres. ou char s[6] = {'U'. enquanto que uma hexadecimal começa por 0x. B.5. Observações:   Qualquer número octal é formado por oito números ( 0 .

h (standard input output).1 .6.O comando #define O comando #define é usado para definir uma macro-substitução.3 . 3. #define identificador valor Exemplos: #define TRUE #define FALSE #define ENTER 10 #define ESC 27 3.2 .O comando #include O comando #include faz o compilador incluir um arquivo-fonte dentro de outro arquivo fonte.Constantes especiais As constantes especiais são usadas para representar caracteres que não podem ser inseridos pelo teclado.Comandos do pré-processador do C 3. #define NULL 0 // s[i] == (char) NULL.‘\0’ é igual a NULL 0 ‘U’ 1 ‘C’ 2 ‘P’ 3 ‘e’ 4 ‘l’ 5 NULL Figura 2: Vetor de caracteres Memória ocupada: 6 bytes Observação: 'a' é diferente de "a" 'a' ocupa 1 byte na memória RAM (é do tipo char) "a" ocupa 2 bytes na memória (toda string é terminada com o caracter '\0') A palavra NULL (quer dizer nulo) está definida dentro do arquivo de header (cabeçalho) stdio.7. O compilador substitui o identificador pelo valor cada vez que aquele for encontrado no programa fonte antes da compilação do programa.7. ou s[i] = '\0'.7 . São elas: Tabela 1: Constantes especiais Constante ‘\b’ ‘\f’ ‘\n’ ‘\r’ ‘\t’ ‘\”’ ‘\’’ ‘\o’ ‘\\’ ‘\a’ ‘\o’ ‘\x’ Significado Retrocesso Alimentação de formulário Nova linha Retorno de carro <CR> Tab horizontal Aspas duplas Aspas simples Zero Barra invertida Alerta Constante octal Constante hexadecimal 3.h> ou // arquivo de header padrão do C !0 0 // ou #define TRUE 1 12 . #include <header .

Exemplos: #include <stdio.h" // arquivo de header padrão do C (/usr/include) // arquivo de header definido pelo programador 13 . E os arquivos de header do programador estão localizados em seu diretório corrente “/home/luzzardi/fontes”.h> #include "luzzardi.h" // arquivo de header escrito pelo programador Observações: Normalmente os arquivos de header estão localizados em “/usr/include”. enquanto que as bibliotecas do gcc estão no diretório “/usr/lib”.#include "header .

7E-308 à 1. se adaptando às necessidades do programador. São exibidos os tipos básicos.7E+308 Sem valor Bytes 1 4 4 8 0 4. a quantidade de bits.7E-308 à 1. alterando.7E+308 Bytes 1 1 2 2 2 4 2 2 4 4 8 14 .4.4E-38 à 3. Tabela dos modificadores de tipos Tabela 3: Modificadores de tipos Modificador de tipo signed unsigned long short Modificação c/sinal s/sinal longo curto Descrição Números positivos e negativos Números positivos Aumenta o número de bytes do tipo Diminui o número de bytes do tipo Tabela de tipos básicos modificados Tabela 4: Tipos de dados básicos modificados Tipo unsigned char signed char unsigned int signed int short int long int unsigned short int signed short int unsigned long int signed long int long double Bits 8 8 32 32 32 32 16 16 32 32 64 Faixa de valores 0 à 255 -128 à 127 0 à 4294967295 -2147483648 à 21474483647 -2147483648 à 21474483647 -2147483648 à 21474483647 0 à 65535 -32768 à 32767 0 à 4294967295 -2147483648 à 21474483647 -1. desta forma.Tipos básicos A tabela abaixo exibe os cinco (5) tipos de dados básicos que podem ser utilizados pelo programador para definir suas variáveis.4E+38 -1. ou seja.2 Modificadores de tipo Os modificadores de tipo são utilizados para modificar os tipos de dados base.1 . a faixa de valores destes novos tipos de dados. Tabela 2: Tipos de dados Tipo char int float double void Bits 8 32 32 64 0 Faixa de valores -128 à 127 -2147483648 à 21474483647 -3. a faixa de valores válida e o número de bytes que cada tipo de dados ocupa na memória RAM (memória principal) ou em disco (quando armazenados na memória secundária). Os modificadores modificam a quantidade de bits e bytes dos tiposbase. Tipos de dados 4.

Exemplo: operadores utilizados em comandos que tem mais de uma if (condição1 && condição2 || condição3) Tabela 8: Operadores lógicos 15 .(menos unário) * / % + - Observação: Quando houver duas ou mais operações de mesma hierarquia.Operadores relacionais São operadores que permitem comparar valores. ou seja. Estas operações comparativas ou lógicas.2). o compilador executa-as da esquerda para a direita (veja tabela completa de precedência no item 21. 5.3 .1 . 5.2 . Precedência dos operadores aritméticos (Hierarquia nas Operações) Tabela 6: Precedência dos operadores aritméticos Hierarquia 1 2 3 4 5 6 Operação Parênteses Funções ++ -.Operadores aritméticos São operadores que realizam uma operação matemática.Operadores lógicos São condição. Tabela 5: Operadores aritméticos Operador aritmético + * / % -. Tabela 7: Operadores relacionais Operador > >= < <= == != Ação Maior que Maior ou igual a Menor que Menor ou igual Igual a Diferente de são 5.++ Ação Subtração Adição Multiplicação Divisão Resto inteiro da divisão Decremento/incremento o compilador a executar podem ser aritméticas. Operadores São símbolos especiais que obrigam determinadas operações.5. utilizados principalmemte em comandos que possuem condições.

5.Operador de atribuição O operador de atribuição é o sinal de igual =.&& || ! AND (e) OR (ou) NOT (não) Precedência (Hierarquia dos operadores relacionais e lógicos) Tabela 9: Precedência dos operadores relacionais e lógicos Hierarquia 1 2 3 4 5 Operação ! > >= < == != && || <= Observação: As expressões que utilizam operadores relacionais e lógicos retornam 0 (zero) para falso e !0 (não zero) para verdadeiro. expressão. Observação: Os operadores (++ ou --) podem ser colocados antes ou depois do operando. ou seja: #define TRUE #define FALSE !0 0 5. // // // // y será 11 x será 11 y será 10 x será 11 x = x + 1. y.5 .Incremento e decremento São operadores aritméticos que permitem realizar operações de soma e subtração de forma simplificada. x = x . x--. 16 . A sintaxe do operador de atribuição pode ser escrito em uma das seguintes formas: variável variável variável variável = = = = constante. Quando precede seu operando. C efetua a operação de incremento ou decremento antes de utilizar o valor do operando. a + b. y = x++. x x x x = = = = 3. y = ++x. variável. x = 10.1. C utiliza o valor do operando antes de incrementá-lo ou decrementá-lo. Quando o operador vier depois do operando.   ++ adiciona (1) ao operando subtrai (1) ao operando As seguintes operações são equivalentes: x++. Exemplo: x = 10.4 . sqrt(y). função(x).

scanf("%d".O operador sizeof O operador sizeof (tamanho de) retorna o tamanho (em bytes) de uma variável ou de um tipo que está em seu operando.7 . if ((produto = x * y) < 0) Funcionamento: Primeiramente C atribui o valor x * y a variável produto. Para tanto deve ser utilizado uma construção chamada de cast. variável = (tipo) expressão. scanf("%d". } 5. e outros (como foi mencionado acima).idade). 5. ou seja. x = sizeof(short int). lógicos. idade = ano_atual .6 . printf("Ano de NASCIMENTO: ").x.h> int main (void) { int idade. ano_atual.&ano_nasceu). // x vale 2 // sizeof(y) é 1 // leitura do ano atual // leitura do ano de nascimento // atribuição – cálculo da idade O programa exibe a quantidade de bytes das 17 . printf("Ano ATUAL: ").ano_nasceu. junto com operadores matemáticos. printf("Sua IDADE eh %d\n". pode ser utilizado para "tipar" uma variável com um tipo diferente do resultado da expressão. ano_nasceu.Programa exemplo (3): O programa calcula a idade de uma pessoa. para depois avaliar a expressão.Casts É possível forçar que o resultado de uma expressão seja de um determinado tipo. #include <stdio. comparar se o produto é menor (<) que zero. #include <stdio. Programa exemplo (4): variáveis e tipos. return(0). } A linguagem de programação C permite utilizar o operador de atribuição em expressões. relacionais.h> int main (void) { int x. Programa exemplo (5): O programa imprime na tela o resultado de uma divisão. char y. printf("x -> %d – y -> %d\n". chamada de funções. ou seja. return(0).sizeof(y)).&ano_atual).

#include <stdio. logo.1 . 18 .&x). Exemplo: c = sqrt (a) + b / 3. deve-se utilizar um cast (float) para que o tipo resultante atribuído a variável resp seja float. relacionais ou lógicos).resp). y. // é necessário um printf("Divisao = %.&y). double d.4. printf("x = ").8. } Observação: Em C.8 .convertido para double Exemplo: char ch. float f. funções e variáveis. resp = (float) x / y. scanf("%d".convertido para int float . os tipos abaixo são convertidos para: char .Expressões Uma expressão em C é qualquer combinação válida de operadores (aritméticos.Conversão de tipos em expressões Quando uma expressão é composta de tipos diferentes. printf("y = "). // return(0). o tipo resultante de um inteiro dividido por outro inteiro é um inteiro.h> int main (void) { int x. float resp. constantes. scanf("%d". float result. 5. C converte todos os operandos para o tipo do maior operando. cast (float) pois a divisão de dois inteiros resulta em um inteiro 5. Antes. int i.2f\n".

Figura 3: Conversão de tipos em expressões 19 .

.h Faixa: 0 à pi 6.h 6. Sintaxe: double acos (double x).2 – fabs A função fabs retorna o valor real positivo – absoluto.h 6. Prototype: math.6 – cos A função cos retorna o valor do cosseno. A variável x deve estar em radianos. 20 ..5 – atan A função atan retorna o valor do arco tangente.1 – abs A função abs retorna o valor inteiro positivo – absoluto. “Adicionar”.4 – acos A função acos retorna o valor do arco cosseno. Sintaxe: int abs(int x).. Sintaxe: double asin (double x). Por linha de comando fica assim: $ gcc calc. Prototype: math.. A variável x deve estar em radianos...h Faixa: -pi / 2 à pi / 2 6.h Faixa: -pi / 2 à pi / 2 6. “Bibliotecas” . A variável x deve estar em radianos. Sintaxe: double atan (double x).6. 6. Sintaxe: float fabs (float x).. Prototype: math..3 – asin A função asin retorna o valor do arco seno.” . “Definições de Compilação e Link... Funções padrões No linux é necessário incluir a biblioteca “math”. Prototype: math. A variável x deve estar em radianos.c -o calc -lm <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” . Prototype: math. “m” (math routines) .

Sintaxe: double atof (const char *s).h 6. Prototype: math. Sintaxe: double sin (double x).10 – sqrt A função sqrt (square root) retorna o valor da raiz quadrada.7 – sin A função sin retorna o valor do seno. Prototype: math.13 – atoi A função atoi converte uma string em inteiro.Sintaxe: double cos (double x).h 6. Prototype: math. Prototype: math.h 6. A variável x deve estar em radianos. Sintaxe: double sqrt (double x).h Faixa: -1 à 1 6.11 – log A função log retorna o valor do logaritmo natural.h 21 .h 6.9 – pow A função pow (power) retorna o valor da potência (xy). Sintaxe: double exp (double x).8 – exp A função exp retorna o valor do expoente (ex).h 6. Prototype: math.12 – atof A função atof converte string em ponto flutuante. Sintaxe: int atoi (const char *s). Prototype: math. Sintaxe: double log (double x). double y). Prototype: math.h Faixa: -1 à 1 6. Sintaxe: double pow (double x. Prototype: math.

h 6. Sintaxe: void srand (unsigned int semente).15 . Sintaxe: double tan (double x).log10 A função log10 retorna o logarítmo na base 10.h Faixa: 0 à 4294967295 int random(int n) { int t. t = rand() % n. Sintaxe: double log10 (double x). Prototype: math. return(t). // retorna um número aleatório entre 0 e n-1 22 . void randomize(void) { srand(time(NULL)).14 – atol A função atol converte uma string em inteiro longo.16 – tan A função tan retorna o valor da tangente. rand retorna um número aleatário entre 0 até Sintaxe: int rand (void). A variável x deve estar em radianos. Prototype: stdlib.h 6.h Forma de usar: srand(time(NULL)).17 – rand A função 4294967295.18 – srand A função srand inicializa o gerador de números aleatórios.h 6. Prototype: stdlib.6. Não deve ser utilizado dentro de laços. } Observação: A função time(NULL) retorna o tempo em segundos desde 1 de janeiro de 1970. Prototype: math. } 6. Sintaxe: long int atol (const char *s). Prototype: math.

23 . // pausa Observação: ls e clear são comandos do sistema operacional Linux.6.19 – system A função system executa sistema operacional linux. ("ls"). Prototype: stdlib. comandos e arquivos executáveis do Sintaxe: int system (const char *comando). ("sleep 3").h Retorna: 0 (ok) e -1 (erro) Exemplos: system system system system ("ls -l"). ("clear").

1.7. scanf(“%f”. todos os comandos de seqüência são executados desde que eles não dependem de um comando de seleção. &x). que no fluxo de controle do programa. Comandos 7.1 .Seqüência São comandos. printf("Digite um valor: ").Tipos de Comandos 7.1 . } 7. este tipo de comando faz com que alguns comandos não sejam executados. ou seja. else printf("Número: ÍMPAR\n"). raiz.&valor). permitem a repetição de uma ou mais instruções. // limpa a tela // imprime na tela // comando de atribuição // entrada de dados via teclado // atribuição é um comando de seqüência Observação: A função getchar() permite a entrada de um caracter via teclado.25. permitem a seleção entre duas ou mais instruções. que no fluxo de controle do programa. return(0).2 . ou #include <stdio.3 . É necessário digitar <enter>. resp = valor * 1.Repetição São comandos.1. printf(“Digite um valor: “). letra = getchar(). // por causa da função fabs testa se o número é par ou ímpar se o valor de x for negativo 24 .Seleção São comandos.1. Exemplo: (todas as instruções abaixo são de seqüência) system(“clear”). // esta instrução só é executada raiz = sqrt(x). ou seja.h> #include <math. são sempre executados passando a execução para a próxima instrução. scanf("%f". Exemplo: if (numero % 2 == 0) // printf("Número: PAR\n").h> int main (void) { float x. printf(“Raiz Quadrada: %.2f\n”. 7. printf("Digite uma letra: "). raiz). que no fluxo de controle do programa. if (x < 0) x = fabs(x).

} 7. tecla.4 Atribuição Veja item 5. } while (tecla != ESC). Isto é feito através da avaliação de uma condição. Se a condição for avaliada como verdadeira (qualquer valor diferente de 0). comando 2 ou comando podem ser simples ou compostos (quando há mais de um comando ligado a outro.2 .Comando if O comando if é um comando de seleção que permite selecionar um comando entre dois outros comandos (comandos simples) ou dois conjuntos de comandos (comandos compostos). Comando 1.h> #define ESC 27 int main (void) { char tecla. valor igual a zero) o comando 2 será executado. Veja exemplos abaixo if (condição) { comando 1. Dependendo deste resultado um dos comandos é executado e o outro não. 7. tecla). o comando 1 será executado. do { printf(“Digite uma tecla: “). comando 2. O resultado desta avaliação (teste da condição) pode ser verdadeiro ou falso. return(0).5 (Operador de atribuição). O programa encerra quando o usuário digitar a tecla <esc> (escape). ou if (condição) comando. } if (condição) { comando 1. } // todos os comando são compostos 25 . // todos os comando são simples Observação: O else é opcional. comando 3. comando 4. deve-se utilizar chaves ({ }). printf("Tecla: %c .1. tecla = getchar(). } else { comando 3. Sintaxe: if (condição) comando 1. comando 2.Código: %d\n".Programa Exemplo (6): O programa exibe na tela a tecla e o código (ASC II) da tecla digitada pelo usuário. #include <stdio. caso contrário (condição falsa. else comando 2.

} 7.h> int main (void) { int num.if encadeados Um if aninhado (ou encadeado) é um comando if dentro de outro comando if ou if . else if (num > 0) printf("Positivo\n"). #include <stdio. else. scanf("%d".. if ((numero % 2) == 0) printf("Número é PAR\n"). Programa exemplo (8): O usuário digita um número e o programa diz se este é zero. &num). if (num == 0) printf("Zero\n"). else printf("2"). Exemplo: if (x) if (y) printf("1").1 . else printf("Número é IMPAR\n"). return(0). positivo ou negativo. else printf("Negativo\n"). // primeiro if // segundo if // comando 1 do primeiro if // comando simples // comando simples // comando 2 do primeiro if Primeira dúvida: O else pertence a qual if? 26 . printf("Digite um número: "). printf("Digite um número: ").2.. &numero).h> int main (void) { int numero. return(0). scanf("%d". #include <stdio. } Observação: Note que no comando 2 (do primeiro if) existe outro if.Programa exemplo (7): O usuário digita um número e o programa diz se este é par ou ímpar.

Programa exemplo (9): O programa recebe um dígito de 0 à 9 e imprime na tela. 7. #include <stdio. Sintaxe: switch (variável) { case constante_1 : seqüência de comandos. ou seja.3 . o programa executa o comando ou bloco de comandos que estejam associados àquela constante. Segunda dúvida: Como fazer para que o else (do exemplo acima) pertença ao primeiro if? Resposta: Deve-se utilizar (veja exemplo abaixo). Neste exemplo a variável dígito é inteira. A opção default é opcional. Isto é feito através da comparação de uma variável a um conjunto de constantes. } else printf("2"). default: seqüência de comandos. O comando break é utilizado para obrigar a saída do comando switch. neste exemplo o else pertence ao segundo if. . Cada um dos comandos está ligado a uma constante.O comando switch O comando switch é um comando de seleção que permite selecionar um comando entre vários outros comandos. break.h> int main (void) { chaves para anular a associação normal 27 . por extenso. case constante_2 : seqüência de comandos. O comando default é executado se não houver nenhuma coincidência. este dígito. Observação: A variável não pode ser uma string (char *) e nem real (float). } O programa testa uma variável sucessivamente contra uma lista de constantes inteiras ou caracteres (int ou char). . . break. Depois de encontrar uma coincidência. Exemplo: if (x) { if (y) printf("1").Funcionamento: Em C o else está ligado ao if mais próximo (mais interno).

break. case ‘3’: printf("Três\n"). #include <stdio.. case 2: printf("Dois\n").int digito. Neste exemplo a variável dígito é caracter. break. case 3: printf("Três\n"). case 1: printf("Um\n"). case '2': printf("Dois\n").h> int main (void) { char digito. 9]: "). break. break. break. por causa disto as constantes estão entre apostrofes. break. &digito). case 8: printf("Oito\n"). break. scanf("%d". break. printf("Dígito [0 . case 4: printf("Quatro\n"). break. por extenso. break.. break. } } Programa exemplo (10): O programa recebe um dígito de 0 à 9 e imprime na tela. case ‘7’: printf("Sete\n"). case 7: printf("Sete\n"). break. scanf("%c". break. case ‘6’: printf("Seis\n"). este dígito. switch (digito) { case '0': printf("Zero\n"). 9]: "). 28 . case 9: printf("Nove\n"). switch (digito) { case 0: printf("Zero\n"). case 5: printf("Cinco\n"). &digito). case 6: printf("Seis\n"). default: printf("ERRO: Não é um digito\n"). break. break. case '1': printf("Um\n"). break. printf("Dígito [0 . case ‘4’: printf("Quatro\n"). break. break. case ‘5’: printf("Cinco\n").

case '9': printf("Nove\n").4 . printf("[I]nclusão\n"). O teste da condição é feita no início do comando.h> int main (void) { char opcao.Comando while O comando while é um comando de repetição que permite executar um comando (simples) ou vários comandos (composto) diversas vezes. switch (opcao) { case 'i': case 'I': inclusao(). printf("[A]lteração\n"). default: printf("ERRO: Opção Inválida\n"). Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos. break. case 'a': case 'A': alteracao(). default: printf("ERRO: Não é um digito\n"). } } Programa exemplo (11): O programa constrói um menu com três funções: inclusão. break. printf("Qual a opção: "). break. #include <stdio. antes que todos os comandos sejam executados. 29 . break. Quando a condição se tornar falsa o comando while é finalizado. alteração e término. case 't': case 'T': termino(). break. opcao = getchar(). ou seja. Isto é feito através da avaliação de uma condição. printf("[T]érmino\n"). } } void inclusao(void) { } void alteracao(void) { } void termino(void) { } 7.case ‘8’: printf("Oito\n").

por causa disto. x). Veja o exemplo abaixo: Exemplo: for (x = 1. } // comando composto Condição: Qualquer expressão válida em C com resultado 0 (false) ou !0 (true). i). i = i + 1. operadores (aritméticos. Comando correto: for (x = 1. printf(“x = %d\n”. não são. x). // while não repete nenhum comando comando for não repete nenhum comando Verifique: Note que no final dos dois comandos (while e for) existe apenas um ponto-e-vírgula. a variável de controle do laço deve ser inicializado. comando 2. Problema freqüente de digitação: Muitas vezes o programador insere um ponto-e-vírgula no final de um comando for ou while por engano. // comando for (i = 0. porque? Explicação: O comando printf não faz parte do comando if devido ao ponto-e-vírgula no comando for. Exemplo: int i = 0. Isto é um grave problema. x <= 10. simples ou composto que serão repetidos. ou seja.Observação: Note que os comandos podem não ser executados nenhuma vez. os comandos while e for que teriam outros comandos não os tem. i++). Quando a condição se tornar falsa o controle do programa passa para a próxima instrução. Comando vazio: while (1). Sintaxe: while (condição) comando. Na condição podem ser utilizados ainda variáveis. basta a condição começar como falsa. pois este ponto-e-vírgula (inserido acidentalmente) faz com que os comandos que seriam repetidos. // comando simples ou while (condição) { comando 1. isto é o sinal de comando vazio. x++). x++) printf(“x = %d\n”. O comando for termina quando a variável de controle x chega ao valor 11. relacionais e lógicos). Funcionamento do comando: O loop (laço) é repetido enquanto a condição for verdadeira. constantes. // note o ponto-e-vírgula no final do comando for // é impresso x = 11 na tela. caracterizando comandos vazios. x <= 10. // inicialização da variável de controle while (i <= 10) // condição i <= 10 { printf(“i = %d\n”. i <= 1000. normalmente. // incremento } Comando: Pode ser um comando vazio. 30 . O laço while verifica a condição no início do laço. funções.

condição. // inicialização da variável de controle while (letra != 'Z') { printf ("Letra: %c\n". letra++. Quando a condição se tornar falsa o comando for é finalizado. incremento) podem ser qualquer expressão válida em C.h> int main (void) { int i. separados por vírgula) que o compilador utiliza para inicializar a(s) variável(is) de controle do laço. Sintaxe: for (inicialização.    O laço (for) é repetido enquanto a condição é verdadeira.i).O comando for O comando for é um comando de repetição que permite executar um comando (comando simples) ou vários comandos (comando composto) diversas vezes. Incremento ou decremento: Define a maneira como a(s) variável(is) de controle do laço serão alteradas após a repetição do laço.Programa exemplo (12): O programa imprime caracteres de ‘A’ até ‘Z’ na tela. condição.h> int main (void) { i = 1 . Condição: É uma expressão qualquer. que testa a variável de controle do laço contra algum valor para determinar quando o laço terminará. Qualquer uma das 3 partes do comando for (inicialização. #include <stdio. A condição é sempre testada no começo do laço. #include <stdio.j = 6 31 . Isto é feito através da avaliação de uma condição. for (i = 1.j = 7 i = 4 . } // inicialização: i = 1 // condição: i <= 10 // incremento: i++ Programa exemplo (14): O programa imprime na tela: #include <stdio.5 . Inicialização: É um comando de atribuição (ou vários.h> int main (void) { char letra = 'A'.j = 9 i = 2 . i++) printf("%d\n". // incremento } } 7. letra). i <= 10. incremento ou decremento) comando. Programa exemplo (13): O programa imprime de 1 até 10 na tela.j = 8 i = 3 . Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos.

Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos. } ou inicialização. } while (condição). Quando a condição se tornar falsa o comando do .. do { comando.6 . while (condição) { comando. for (i = 1. fazendo com que o laço seja executado pelo menos uma vez. while é um comando de repetição que permite executar um comando (comando simples) ou vários comandos (comando composto) diversas vezes. } 7.O loop do { } while O comando do . depois que os comandos são executados (Note que os comandos são executados pelo menos uma vez). do { printf("%d\n"..j). } while (i <= 10). // ou decremento // ou decremento 7. incremento.j--) printf("i = %d .Interrupção de loops 32 .j = %d\n". j. i++. Sintaxe: do { comando. ou seja. i != j. while é finalizado. Testa a condição no final.. Isto é feito através do teste de uma condição.. incremento. i++. i . } O laço for é equivalente ao seguinte comando: inicialização. Programa exemplo (15): Imprime na tela de 1 até 10.. O teste da condição é feita no final do comando. #include <stdio.7 .j = 9..int i. } while (condição).h> int main(void) { int i = 1.i).   Repete o laço enquanto a condição for verdadeira.

h> #define ESC 27 int main(void) { char tecla. e o controle do programa segue para o próximo comando após o laço.O comando continue O comando continue em vez de forçar o encerramento. o programa primeiro executa o incremento (ou decremento) do laço e. printf("Par: %d\n". executa o teste da condição antes de finalmente fazer o laço continuar.A função exit () A função exit aborta o programa em qualquer situação. } } Nos laços while e do {} while um comando continue faz com que o controle do programa execute diretamente o teste da condição e depois continue o processo do laço. for (i = 0.2 .1 . do { tecla = getchar(). força a próxima interação do laço e "pula". 7.7. 1 é impar // imprime somente números pares 33 .h> int main(void) { int i. } while (1). i < 100. quando o usuário teclar ESC // 0 é par. #include <stdio. Programa exemplo (16): O programa imprime na tela a tecla digitada pelo usuário até que ele digite <esc>. No caso do comando for. depois. if (tecla == ESC) // encerra o laço break. não executa o código que estiver depois do comando continue.8 . #include <stdio. // laço eterno } 7. printf("Tecla: %c\n". ele imediatamente encerra o laço.7. i++) { if (i % 2) continue. i). ou seja. tecla).O comando break Quando o programa encontra o comando break dentro de um laço.7. Programa exemplo (17): O programa imprime na tela somente os números pares de 0 até 100.

34 . ou exit(!0).Modo de usar: exit(0).

8. B. e pelos comandos de formatação (%c. b.Saída formatada (printf) Sintaxe: printf ("string de controle".h. mas com E para expoente Um caracter O caracter % é impresso Armazena o número de caracteres escritos até o momento imprime como um ponteiro Flags (Bandeiras):    (-) Alinha o resultado à esquerda. Tabela 11: Comandos de formatação Código %s %d %i %o %u %x %X %f %e %g %E %G %c %% %n %p Tipo char * int int int int int int float float float float float char nada int * ponteiro Formato String (vetor de caracteres) Inteiro decimal com sinal Inteiro decimal com sinal Inteiro octal sem sinal Inteiro decimal sem sinal Inteiro hexadecimal sem sinal (com a.Entrada e saída formatada 8.2 . as entradas e saídas são realizadas através da utilização das funções da biblioteca padrão do C. %f) que definem a maneira como as variáveis serão impressas e caracteres especiais (\n. Tabela 10: Funções de entrada e saída via console Função Efeito (Entrada) getchar() Lê um caracter do teclado. algumas são encontradas no arquivo stdio. f) Inteiro hexadecimal sem sinal (com A. String de controle: Formada pelos caracteres que a função imprime na tela. . lista de variáveis).).. %s.1 .8. Se não é colocado.2. E.h. d. c. e.Entrada e saída do console As seguintes funções estão definidas em stdio. (+) O resultado sempre começa com o sinal + ou (#) Especifica que o argumento será impresso usando uma das formas alternativas Formas alternativas:   0 x ou X É colocado zeros (0) antes do argumento É colocado 0x (ou 0X) antes do argumento 35 .1 . Preenche o restante do campo com brancos. espera por <enter> printf Imprime na tela qualquer tipo de dado fgets() Lê uma string do teclado (aceita espaço) puts() Escreve uma string na tela 8.. C. espera por <enter> putchar() Escreve um caracter na tela scanf() Lê qualquer tipo de dado.dddd e [+/-]ddd Valor com sinal na forma e ou f baseado na precisão do valor dado Mesmo que e. Entrada e saída Em C. D. \t. alinha o resultado à direita e preenche o restante à esquerda com zeros ou brancos.dddd Valor com sinal da forma [-]d. %d. F) Valor com sinal da forma [-]dddd. mas com E para expoente Mesmo que g.

50 8.50e+000 05.str[256] = "". %s. scanf(“%d”. String de controle: Local onde é definido o tipo de dado (%d.&salario).50 0000005..50 +000005. scanf("%s".50e+000 +5.Especificadores de largura do campo a ser impresso (exemplos): Tabela 12: Especificadores de largura do campo Prefixo %-+#0 %-+# %-+0 %-+ %-#0 %-# %-0 %%+#0 %+# %+0 %+ %#0 %# %0 % 6d +00555 +555 +00555 +555 000555 555 000555 555 +00555 +555 +00555 +555 000555 555 000555 555 6o 01053 01053 01053 1053 001053 01053 01053 1053 01053 01053 01053 1053 001053 01053 001053 1053 8x 0x0022b 0x22b 000022b 22b 0x00022b 0x22b 0000022b 22b 0x0022b 0x22b 000022b 22b 0x00022b 0x22b 0000022b 22b 10.2 . %c. } ScanSet: Funciona como uma entrada seletiva de caracteres na função “scanf”. . scanf("%d". Observação: Deve ser passado o endereço do argumento a ser lido. char nome[40].50 0000005.50e+000 05.50 +5. printf("Idade: "). idade e salário de uma pessoa.50 +000005. printf("Qual seu nome: ").50e+000 05. scanf("%d".50 0000005.50 5.) que será lido pelo teclado (não deve conter mais nenhum caracter).50e+000 5. Veja o programa exemplo abaixo: #include <stdio.50e+000 05.50e+000 +5.50 +000005.2e +5.&idade).2.50 5. Programa exemplo (18): O programa permite a entrada (via teclado) do nome.50e+000 5. #include <stdio.50e+000 5. lista de variáveis). Lista de variáveis: Nome da(s) variável(is) que será(ão) lida(s) pelo teclado. nome).50e+000 +5.50 +5.Entrada formatada (scanf) Sintaxe: scanf ("string de controle".50e+000 +5.2f +000005. 36 // ATENÇÃO: nome é igual ao &nome[0] // scanf não aceita espaços // &idade é o endereço da variável idade // &salário é o endereço da variável salário .50e+000 5.h> int main(void) { char s[256] = "".50 +5.50e+000 +5. int x.50e+000 +5. float salario..50 5. printf("Salário: ").50 0000005.50e+000 +5.h> int main(void) { int idade.50 +5. &f.50e+000 10.50 5.&x).

h> int main() { char str[31].Saída na impressora (fprintf) Sintaxe: fprintf (stdprn.) que será lido pelo teclado (não deve conter mais nenhum caracter). 30. s). // Copia apenas 30 caracteres para “s” de A à Z 8. String de controle: Local onde é definido o tipo de dado (%d. printf("Digite seu nome: ").3 . scanf(“%30s”. } Observação: stdin (entrada). puts(str). stdprn: Fila de impressão (standard printer) Programa exemplo (19): O programa imprime “UCPel” na impressora. stdout (saída) e stderr (erro) são arquivos especiais que são abertos para cada programa que é executado. #include <stdio. Lista de variáveis: Nome da(s) variável(is) que será(ão) lida(s) pelo teclado. str). return(0). %c. lista de variáveis). str). FILE *fp). int tam.scanf("%[aeiou]". "string de controle".. 37 . 8.15). #include <stdio.Salta uma página na impressora // -------------------..3 – Leitura de strings (fgets) Sintaxe: fgets (char *string."%c\n". stdin). %s. . // Não lê caracteres maiúsculos printf("String (str): %s\n". &f. fprintf(stdprn. return(0). } Modificadores de formato: char s[31]. } Observação: // -------------------------.2. s)."UCPel – Universidade Católica de Pelotas\n").12).h> int main(void) { fprintf(stdprn. scanf("%[^A-Z]".s). fgets(str."%c\n".Comprime os caracteres na impressora // stdin é a entrada padrão (teclado) // puts imprime na tela uma string fprintf(stdprn. // lê apenas as vogais “aeiou” printf("String (s): %s\n".

1 Biblioteca “ncurses” . Por linha de comando fica assim: $ gcc palavras.modo texto No linux para limpar a tela...ufrj..htm Veja mais detalhes da biblioteca ncurses no capítulo 20. Figura 4: Jogo de Caça-Palavras No linux é necessário incluir a biblioteca “curses”.9. colorir texto.c -o palavras -lcurses <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” . O programa exemplo 78 mostra o uso desta biblioteca através da implementação de um jogo de caça-palavras. “Adicionar”.. dentre outras funções. pode-se ser utilizada a biblioteca “ncurses”.. Tutorial da biblioteca ncurses: http://www.del.br/~pcfilho/ncurses/ncurses.. Controle do vídeo e teclado 9. posicionar o cursor.. 38 . “Definições de Compilação e Link.” .. “curses” (Screen handling and optimization routines) . “Bibliotecas” ...

5 (inclusive) e 9.5 <enter> Preço por Kg (R$): 9.0 entre 7. raio Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘N’ ou ‘n’ na pergunta: Continua [S/N]? 10.00 <enter> Total a pagar: 13.0 Conceito A B C D 10.0 (inclusive) e 7. PI . O programa deve calcular e imprimir na tela o diâmetro e o raio da circunferência (veja exemplo abaixo).0 ou acima de 9. Exemplo: Comprimento da circunferência: 36 <enter> Diâmetro: 11.0 entre 6.5 39 . O programa deve calcular e imprimir na tela o total a pagar.4 Desenvolva um programa em C que recebe via teclado: peso da carne que será vendida (em quilos) e preço por quilo. raio diâmetro = 2 .46 Raio: 5. Calcule a média utilizando a seguinte fórmula: n1 + n2 * 2 + n3 * 3 + n4 Média = --------------------------7 A seguir imprima na tela a média e o conceito do aluno baseado na seguinte tabela: Média 9.15 ICMS (17%): 2.91 Lucro líquido do açougue (R$): 14. n2. Exemplo (Tela): Peso: 3. o valor pago ao ICMS (17%) e o lucro líquido do açougue.73 Continua [S/N]? N <enter> comprimento da circunferência = 2 .24 Sair [S/N]? n <enter> Peso: 1.2 Escreva um programa em C que lê 4 notas via teclado: n1. Lista de exercícios (comandos) 10. n3 e n4 obtidas por um aluno em 4 avaliações.90 <enter> Total a pagar: 17.5 abaixo de 6.5 <enter> Preço por Kg (R$): 4.10.1 Escreva um programa em C que recebe dois valores via teclado: cateto adjacente (b) e cateto oposto (a) e calcula o valor da hipotenusa dado pela seguinte fórmula: Fórmula: h2 = a2 + b2 Exemplo (Tela): Cateto adjacente (b): 3 <enter> Cateto oposto (a): 4 <enter> Hipotenusa: 5 10.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado: comprimento da circunferência.

O programa deve calcular e imprimir na tela: preço total pago e a comissão do escritório de remate (gado 5%.00 Continua [S/N]? N <enter> 10.3%).00 Comissão a pagar (R$): 100.99]: 0 <enter> 40 . mês.8 Escreva um programa em C que recebe via teclado um número inteiro de 0 à 99. O programa deve imprimir na tela este número por extenso (conforme exemplo abaixo).99]: 45 <enter> Quarenta e cinco Número [0. eqüinos .00 Comissão a pagar (R$): 100.00 Continua [S/N]? s <enter> Tipo de animal [1] Gado.7 Escreva um programa em C que recebe via teclado: a data de hoje da seguinte forma: dia. O programa termina quando o usuário digitar 0 (zero). [2] Eqüinos ou [3] Ovinos: 2 <enter> Preço unitário do animal (R$): 1000 <enter> Quantidade de animais: 1 <enter> Preço total pago (R$): 1070.. conforme exemplo abaixo: Exemplo (Tela): Tipo de animal [1] Gado. preço unitário do animal e quantidade de animais comprado. ano e a sua idade. da seguinte forma: anos.6 Reescreva o programa anterior recebendo via teclado uma letra para o tipo de animal [G]ado..21 Sair [S/N]? S <enter> 10.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado: tipo de animal [1] Gado.00 Comissão a pagar (R$): 70. preço unitário do animal e quantidade de animais comprados.29 Lucro líquido do açougue (R$): 11. conforme exemplo abaixo: Exemplo (Tela): Tipo de animal [G]ado.99]: 23 <enter> Vinte e três Número [0. [2] Eqüinos ou [3] Ovinos. O programa deve calcular e imprimir a data de nascimento no seguinte formato: dd/mm/aaaa. eqüinos: 7% e ovinos: 3%)..ICMS (17%): 2.7% e ovinos . [E]qüinos ou [O]vinos. [2] Eqüinos ou [3] Ovinos: 1 <enter> Preço unitário do animal (R$): 200 <enter> Quantidade de animais: 10 <enter> Preço total pago (R$): 2100. meses e dias vividos. Exemplo (Tela): Qual a data de hoje: Dia: 16 <enter> Mês: 6 <enter> Ano: 2003 <enter> Qual a sua idade: Anos: 41 <enter> Meses: 4 <enter> Dias: 6 <enter> Data de Nascimento: 10/02/1962 Continuar [S/N]? s <enter> 10.00 Continua [S/N]? s <enter> 10. Exemplo: Número [0. [E]qüinos ou [O]vinos: g <enter> Preço unitário do animal (R$): 200 <enter> Quantidade de animais: 10 <enter> Preço total pago (R$): 2100. O programa deve calcular e imprimir na tela: preço total pago e a comissão do escritório de remate (gado: 5%.

0 à 5.9 6.11 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma temperatura e o tipo de conversão (converter para: [C]elsius ou [F]ahrenheit). [G]asolina ou [D]iesel ? G <enter> Gasolina Tipo de pagamento [P]razo ou a [V]ista ? V <enter> Total à prazo (R$) : 109. O programa termina quando o usuário digitar 'N' ou 'n' na pergunta "Continua [S/N]?". o conceito do aluno (dado pela tabela abaixo) e a situação (aprovado.9 Escreva um programa em C que recebe via teclado: quantidade de litros vendidos. Calcule e imprima na tela a temperatura correspondente a solicitação do usuário.= 5 F - 32 41 .2.23 .9 0.19 Diesel .10.50 Desconto (R$): 5. O programa deve imprimir na tela a média.0 à 8.02 Continua [S/N]? N <enter> Valores: Álcool .48 Desconto Total à vista (R$): 104.0 à 10. tipo de combustível ([A]lcool. desconto e o total à vista.0 à 6. exame ou reprovado): Conceito A B C D Nota1 + Nota2 Média = ----------------2 Média 9. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Temperatura: 30 <enter> Tipo de conversão (converte para: [C]elsius ou [F]ahrenheit): F <enter> Temperatura em Fahrenheit: 86 Continua [S/N]? S <enter> Temperatura: 86 <enter> Tipo de conversão (converte para: [C]elsius ou [F]ahrenheit): C <enter> Temperatura em Celsius: 30 Continua [S/N]? n <enter> Fórmula: C 9 .0 7.46 à vista: 5% 10.10 Escreva um programa em C que recebe via teclado duas notas: nota1 e nota2. [G]asolina ou [D]iesel) e o tipo de pagamento ([P]razo ou [V]ista).1.5 Conceito: B Situação: Aprovado Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 10.1. Tela de execução: Quantidade de litros? 50 <enter> Tipo de combustível [A]lcool. O programa deve calcular e imprimir na tela: total à prazo.9 Exemplo: Situação Aprovado Aprovado Exame Reprovado Nota1: 7 <enter> Nota2: 8 <enter> Média: 7. --.

10. O programa deve calcular e imprimir na tela: peso ideal. diferença de peso e situação (MAGRO.7 x altura – 58 PIF = 62. minutos ---------60 + segundos ---------3600 10.0 Situação: GORDO Sair [S/N]? s <enter> MAGRO IDEAL GORDO -------------------|-------------------|---------------------5% pi 5% Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? PIM = 72.0 Diferença de Peso: 30. altura e peso da pessoa.12 Escreva um programa em C que recebe via teclado: graus (0 à 360).17 Continua [S]im ou [N]ão? N <enter> Observação: Imprimir mensagens de erro se os valores de entrada estiverem fora da faixa: ERRO: Graus fora da faixa. IDEAL ou GORDO) (conforme exemplo abaixo): Exemplo: Sexo [M]asculino ou [F]eminino: M <enter> Altura: 1. minutos (0 à 59) e segundos (0 à 59).13 Escreva um programa em C que recebe via teclado: sexo ([M]asculino ou [F]eminino).7 42 .76 Continua [S]im ou [N]ão? S <enter> Graus: 45 <enter> Minutos: 10 <enter> Segundos: 15 <enter> Ângulo em Graus: 45.65 <enter> Peso: 92 <enter> Peso Ideal: 62. dado pela seguinte fórmula: ângulos em graus = graus + Exemplo: Graus: 45 <enter> Minutos: 45 <enter> Segundos: 45 <enter> Ângulo em Graus: 45. ERRO: Minutos fora da faixa ou ERRO: Segundos fora da faixa. O programa deve calcular e imprimir na tela o ângulo em graus.1 x altura – 44.

ao mesmo tempo. 11.Vetores Vetor (matriz de uma dimensão . 43 . utilizando-se um índice para diferencia-los. Uma vantagem na utilização de uma vetor é poder armazenar vários valores (elementos). permite armazenar variáveis unidimensionais (permite representar uma tabela). compará-los e classificá-los. e o maior corresponde ao último elemento. // 10 elementos: x[0] à x[9] nome_do_vetor [número_de_elementos]. inclusive um que não existe. tipo_dos_dados Onde: tipo_dos_dados: tipo de dado de cada elemento (char. os elementos encontram-se em seqüência (contigüidade física). ou seja. na memória RAM. Um vetor consiste em locações contíguas de memória.11. por exemplo. ou seja. ou seja. float.1 . permitindo. int. o programador pode referenciar qualquer elemento do vetor. ou seja.1D) é um tipo especial de matriz que possui apenas um índice. Exemplo: Vetor unidimensional de inteiros (idades).2 – Strings Uma string (cadeia de caracteres) é um tipo de dado que consiste de um conjunto de caracteres. x[9] número de bytes: 10 x 2 = 20 bytes (um inteiro ocupa 2 bytes) Observação: O programador deve verificar os limites do vetor. “travar” o programa. Uma string pode armazenar qualquer tipo de caracter válido da tabela ASCII. matrizes e strings Um vetor é uma coleção de variáveis de mesmo tipo (agregados homogêneos) que são referenciadas pelo mesmo nome. nome_do_vetor: nome da variável que irá representar o vetor número_de_elementos: número total de elementos do vetor primeiro elemento: 0 último elemento: número_de_elementos – 1 número de bytes ocupados na memória RAM: número_de_elementos x quantidade_de_bytes_de_um_elemento Exemplo: int x[10]. Vetores. double). O menor endereço corresponde ao primeiro elemento. Isto pode causar um grave erro. Tabela 16: Exemplo de um vetor unidimensional Índice Valor 0 24 1 12 2 36 3 41 11. pois o compilador C não verifica estes limites. primeiro elemento: x[0] último elemento: x[número_de_elementos – 1].

0 ‘U’ ‘U’ ‘U’ Tabela 17: Exemplo de um vetor de strings 1 2 3 4 5 6 ‘C’ ‘P’ ‘e’ ‘l’ NULL lixo ‘C’ ‘S’ NULL lixo lixo lixo ‘F’ ‘P’ ‘e’ ‘l’ NULL lixo 7 lixo lixo lixo 0 1 2 Cria um vetor com 3 strings com 7 caracteres + '\0' (NULL) cada uma. isto é feito utilizando os dois índices. 4 da matriz y. Note que o primeiro elemento é y[0][0] e o último elemento é y[4][4]. seis (6) elementos.. O compilador C interpreta que o tamanho da string é a quantidade de caracteres da inicialização (5) mais um (1) para o NULL. 11. Para acessar uma string particular deve-se especificar apenas o índice esquerdo. deve-se escrever y[3][4]. Isto é um problema se quisermos (mais tarde) acrescentar mais caracteres na variável string. O total de elementos é 25. como por exemplo. Um zero é representado como (char) NULL. Para acessar o elemento 3. não é necessário acrescentar o NULL. char string[] = “teste”. url: http://www. não foi necessário especificar o número_de_elementos da string. ou seja.Vetor de strings Para criar um vetor de strings. nome[0]. deve-se utilizar uma matriz bidimensional de caracteres. Observação: Na inicialização de uma constante string "teste". por exemplo. Exemplo: char nome[3][8]. // matriz 2D Exemplo: float y[5][5]. uma string consiste em um vetor de caracteres finalizado por um zero.com Em C.. nome[1] ou nome[2]. 44 . Observação: Note que no exemplo acima. nome[0] -> “UCPel” nome[1] -> “UCS” nome[2] -> “UFPel” Observação: Pode-se acessar também qualquer caracter de qualquer uma das strings. onde o tamanho do índice esquerdo determina o número de strings e o tamanho do índice direito especifica o comprimento máximo de cada string. nome[2][1] é caracter ‘F’. pois o compilador faz isso automaticamente. pois não foi reservado espaço préviamente para estes novos caracteres. 11.ASCII: Americam Standard Code for Information Interchange.asciitable.4 .[tamanho_n]. totalizandom neste caso.Matrizes (Multidimensional) tipo_dos_dados nome_variável [tamanho_1][tamanho_2].3 .

1.Inicialização de um vetor de caracteres char nome_vetor [tamanho] = "string".6. y[0][0] y[0][1] y[1][0] y[1][1] = = = = 1 1 2 4 y[2][0] y[2][1] y[3][0] y[3][1] = = = = 3 9 4 16 11. char ch.11. por vírgulas que são lista_valores: lista de constantes separadas compatíveis em tipo com o tipo base da matriz.h> #define MAX 10 int main(void) { char nome[MAX][41].5.9}.6 .2. {4. i = 0. se não for especificado seu tamanho.6. ou seja.Inicialização de vetores e matrizes sem tamanho Na inicialização de uma matriz (ou vetor).7. 11.[tam_n] = {lista_valores}. ou int i[] = {0. 45 .16} }.2.5 .Inicialização de matrizes multidimensionais int y[4][2] = { {1. Exemplo: char s[] = "UCPel". então o compilador C cria uma matriz (ou vetor) grande o suficiente para conter todos os inicializadores presentes. Exemplo: int i[10] = {0.8 .8. {2. {3.3.1}.1. int idade[MAX]. #include <stdio.5.7. // vetor i – 1D Observação: Quando um vetor é declarado e inicializado (ao mesmo tempo) o número de elementos (neste caso 10) pode ser suprimido.h> #include <string.9}. int i. 0 ‘s’ 1 ‘i’ 2 ‘m’ 3 NULL ou '\0' 11.7 . n. // s ocupa 6 bytes Programa exemplo (23): O programa permite armazenar n nomes e idades em dois vetores. Exemplo: char str[4] = "sim"..8.4}. neste caso é opcional (veja exemplo anterior).Inicialização de matrizes e vetores tipo_dos_dados nome_matriz [tam_1].4.4..9}.3.

&m).lin <= m.h> #define MAX 10 int main(void) { int a[MAX][MAX].lin.col <= n.&b[lin][col]). n = i .%d] = %d\n". scanf("%d".&a[lin][col]). i++) printf("| %-41s | %d | \n". } while (ch != 'S' && ch != 's' && ch != 'N' && ch != 'n').1.n.col).col++) { c[lin][col] = a[lin][col] + b[lin][col]. // entrada de um nome (somente um nome) fflush(stdin).lin++) for (col = 1.lin++) for (col = 1. } Programa exemplo (24): O programa realiza a soma de duas matrizes (A e B) bidimensionais.lin. &idade[i]). b[MAX][MAX].m.lin.%d] = ". scanf("%d". printf("Continua [S/N]? "). } while (m < 1 || m > MAX).&n). printf("C[%d.lin <= m. idade[i]). #include <stdio.c[lin][col]). } while (n < 1 || n > MAX). do { ch = getchar().lin. // número de elementos for (i = 0.col <= n. nome[i]).col++) { printf("A[%d. } printf("\n"). for (lin = 1. também chamado sort (classificação de dados): 46 . scanf("%s". // entrada de uma idade i++. printf("B[%d. c[MAX][MAX]. // limpa o buffer de entrada printf("Idade: "). } while (ch != 'N' && ch != 'n' && i < MAX).col). // n de 1 à 10 for (lin = 1. i <= n. abaixo são mostrados dois tipos de ordenação. scanf("%d".9 .col. int col. } } 11.do { printf("Nome: "). scanf("%d".Classificação de dados ou ordenação (sort) Para exemplificar melhor as variáveis do tipo vetor. printf("Informe a ORDEM da MATRIZ: (mxn)\n").j. do { printf("Número de linhas (m): "). scanf("%d".%d] = ". gerando uma matriz resultante C. nome[i]. // m de 1 à 10 do { printf("Número de colunas (n): ").

j <= n. i++) printf("Nome: %s\n". } // strcmp – permite comparar strings // strcpy – permite copiar strings Observação: As próxima seção. #include <stdio. j. strcmp e strchr são discutidas na Programa exemplo (26): O programa utiliza um método de sort chamado bubble sort (método da bolha) para classificar nomes. n = -1.&nome[n]). scanf(“%40s”. j++) if ((strcmp(nome[i].h> #include <string. nome[i]). i <= n-1. } printf("\nNomes ORDENADOS\n").h> #include <ctype. char temp[40]. for (i = 0. temp). // strchr: verifica se o caracter pertence string } while (tecla != 'N' && n < QUANT). #include <stdio. funções strcpy. // entrada de um nome !0 0 47 . do { tecla = toupper(getchar()). do { printf("Nome: "). char tecla. int i. tecla)). n. strcpy(nome[j]. int sort. n++. nome[j])) > 0) { strcpy(temp. n = 0. nome[j]).h> #define TRUE #define FALSE #define QUANT 50 int main(void) { char nome[QUANT][40]. for (i = 0. printf("Nome: "). strcpy(nome[i]. // toupper: converte o caracter para maiúsculo } while (!strchr(“SN”.nome[n]). k.Programa exemplo (25): O programa classifica os nomes digitados pelo usuário. do { n++.h> #define QUANT 50 int main(void) { char nome[QUANT][41]. int i. n. scanf(“%s”. nome[i]). i <= n.h> #include <string. i++) for (j = i+1. tecla. // scanf – permite a entrada de um nome printf("Continua [S/N]? "). char temp[41].

Exemplo: Número de idades: 6 <enter> Idade: 30 <enter> Idade: 60 <enter> Idade: 10 <enter> Idade: 50 <enter> Idade: 20 <enter> Idade: 40 <enter> Idade para consulta: 50 <enter> Antes: 3 Depois: 2 Continua [S/N]? n <enter> 48 . Armazene todas as idades em um vetor (idade). } k--. tecla)). o programa deve receber via teclado: idade para consulta.10 . i++) printf("Nome: %s\n". } while (!strchr(“SsNn”. Armazene todas as letras em um vetor (letras) até que o usuário digite um ESC (código 27). } while (sort). strcpy(nome[i+1]. Logo após copie todas as letras (em ordem inversa) para outro vetor (inverso). do { tecla = getchar(). for (i = 0. } 11. sort = TRUE.1. o número de idades antes da idade de consulta e o número de idades depois da idade de consulta. strcpy(nome[i]. nome[i]). tecla) && n < QUANT). for (i = 0.Lista de exercícios (vetores) 11. printf("\nNomes ORDENADOS:\n"). O programa deve imprimir na tela.nome[i+1])) > 0) { strcpy(temp.10. i <= n. n = n . do { sort = FALSE. temp). nome[i+1]). i++) if ((strcmp(nome[i]. // n é o número de elementos k = n. Ao final imprima os dois vetores. nome[i]). Logo após a entrada de todas as idades. i < k.10.printf(" Continua [S/N]? "). letras ‘L’ ‘M’ inverso 0 2 ‘I’ 0 ‘D’5‘A ’7‘B Buble sort 0 Exemplo: Letra: Letra: Letra: Letra: Letra: LIMA AMIL L <enter> I <enter> M <enter> A <enter> <esc> ‘A’ ‘E’ 11.2 Escreva um programa em C que recebe via teclado: número de idades (máximo 50) e as respectivas idades. } while (strchr(“Ss”.1 Escreva um programa em C que recebe via teclado um conjunto de letras (máximo 20).

O programa termina quanto o usuário digitar <esc> na entrada da letra (conforme exemplos abaixo): Exemplo: Nome: Paulo <enter> Nome: Roberto <enter> Nome: Renato <enter> Nome: Pedro <enter> Nome: Fabio <enter> Nome: <enter> Letra: R <enter> Nome: Roberto Nome: Renato Letra: P <enter> Nome: Paulo Nome: Pedro Letra: T <enter> Letra: <esc> 11. Armazene todos os números inteiros em um vetor até que o usuário digite 0 (zero).10.10. reprovados (D) e os infreqüentes (E). O programa deve imprimir na tela a posição do número no vetor ou ERRO: Número não encontrado (veja exemplos abaixo): Exemplo:Número: 50 <enter> Número: 30 <enter> Número: 20 <enter> Número: 10 <enter> Número: 40 <enter> Número: 0 <enter> Valor: 20 <enter> Posição no vetor: 2 Valor: 40 <enter> Posição no vetor: 4 Valor: 60 <enter> ERRO: Número não encontrado Valor: 0 <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar 0 (zero).10.4 Escreva um programa em C que recebe via teclado "n" conceitos (A. Armazene todos os conceitos em um vetor (conceito). Logo após permita ao usuário consultar um número informando o seu valor. A entrada dos dados termina quando o usuário digitar 'N' ou 'n' na pergunta "Continua [S/N]?".11. C. 11. Imprima na tela o número de alunos: aprovados (A.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado “n” (máximo 50) nomes (máximo 80 letras). Logo após a entrada de todos os dados o programa deve imprimir na tela todos os nomes e idades desde o mais velho até o mais novo. D e E) (máximo 25) até que o usuário digite ESC. Logo após a entrada de todos os nomes o programa deve permitir a entrada via teclado de uma letra. 49 .3 Escreva um programa em C que recebe via teclado um conjunto de números inteiros (máximo 50). B.10. Exemplo: Conceito: B <enter> Conceito: A <enter> Conceito: E <enter> Conceito: B <enter> Conceito: D <enter> Conceito: C <enter> Conceito: A <enter> Conceito: E <enter> Conceito: <esc> 4 Aprovado(s) 1 Reprovado(s) 3 Infreqüente (s) 11. A entrada dos nomes termina quando o usuário digitar apenas <enter>.6 Escreva um programa em C que recebe via teclado “n” (máximo 30) nomes (máximo 40 letras) e idades. B e C). O programa deve imprimir na tela todos os nomes que começam com a letra especificada pelo usuário.

Exemplo: Nome: Ana <enter> Idade: 12 <enter> Continua [S/N]? s <enter> Nome: Beatriz <enter> Idade: 13 <enter> Continua [S/N]? s <enter> Nome: Carla <enter> Idade: 14 <enter> Continua [S/N]? N <enter> Carla 14 Beatriz 13 Ana 12 50 .

"Arquivo não existe\n").strcpy A função strcpy (cópia de string) pré-definida do C que permite copiar uma string para outra ou inicializar uma string. const char *origem). não se pode atribuir vários valores (ao mesmo tempo) para os elementos de um vetor. #include <stdio.erro). printf("ERRO FATAL: %s". ou s[0] s[1] s[2] s[3] s[4] s[5] = = = = = = ‘U’.h> #include <string. ‘e’. strcpy(erro.12. printf("ERRO FATAL: %s". } ou #include <stdio.h> int main(void) { char erro[20]. Manipulação de strings As funções strcpy.h> int main(void) { char erro[] = "Arquivo não Existe\n". Exemplo: char s[] = “UCPel”. strcmp. 12. ‘P’.1 . ou seja. } programas abaixo mostram como copiar // incorreto – erro GRAVE em C // correto – elemento por elemento // correto 51 . Programa exemplo (27): Os caracteres para uma string. ‘C’. ‘l’.h Funcionamento: A string de origem é copiada para a string destino. ou s = “UCPel”. Isto só pode ser feito quando o vetor é declarado e inicializado ou um de cada vez. Sintaxe: char *strcpy (char *destino. NULL. strcat são necessárias pois uma string nada mais é do que um vetor de caracteres.erro). Prototype: string.

} 12.h Funcionamento: destino.3 .s1). printf("String 1: ").12.s2). else printf("String 1 é MENOR a String 2"). Sintaxe: char *strcat (char *destino.s1). Prototype: string. const char *origem).s2) == 0) printf("String 1 é IGUAL a String 2"). #include <stdio.strcat A função strcat (concatenação de duas strings) pré-definida do C que permite a concatenação de uma string no final da outra string. scanf(“%s”. s1 s1 s1 s1 é é é é maior que s2 menor que s2 igual a s2 diferente de s2 resultado resultado resultado resultado > 0 < 0 == 0 != 0 Sintaxe: int strcmp (const char *s1.h> #include <string. A string origem é copiado para o final da string Programa exemplo (29): O programa cópia e concatena caracteres a uma string resultando na palavra “Pelotas”. char sr[15] = "". printf("%s\n".s2[41].h> int main(void) { char s1[41].h Programa exemplo (28): O programa compara duas strings. scanf(“%s”.2 .s2).s2[] = "ota". if (strcmp(s1.strcmp A função strcmp (comparação de duas strings) pré-definida do C que permite comparar duas strings. #include <stdio.s2) > 0) printf("String 1 é MAIOR a String 2"). else if (strcmp(s1.h> int main(void) { char s1[] = "Pel". const char *s2). printf("%s\n". 52 .s3). printf("String 2: ").s3[] = "s". Prototype: string.h> #include <string. printf("%s\n".

} 12. strlen(nome)). char ch. printf("%s seu nome tem %d caracteres\n".5 – strchr A função strchr (Verifica se um caracter pertence a uma string) pré-definida do C que verifica se um caracter (chr) pertence a uma string (str).h> int main(void) { char nome[41]. printf("Qual o seu nome: "). Observação: O NULL não é contado. neste caso. Sintaxe: int strlen (const char *s). #include <stdio.h> #include <string. scanf(“%s”.strcpy(sr.h Programa exemplo (30): O programa imprime na tela a quantidade de caracteres de uma variável string. a variável nome.s3). Sintaxe: int strchr (const char *s. Prototype: string. strcat(sr.4 .h Programa exemplo (31): caracteres de um nome. } 12. Prototype: string. O programa imprime na tela o número de 53 . strcat(sr.40.strlen // sr = "Pel" // sr = "Pelot" // sr = "Pelotas" A função strlen (comprimento de uma string) pré-definida do C que retorna o comprimento de uma string. printf("Seu nome tem %d caracteres\n". do { printf("Qual o seu nome: "). char ch).nome). a quantidade de caracteres que a string possui no momento.h> int main(void) { char nome[41].s2). ou seja.h> #include <string. #include <stdio.sr). strlen(nome)).stdin). do { ch = getchar(). nome. fgets(nome. printf("%s\n".s1). printf("Continua [S]im ou [N]ão ?").

a letra antecessora. } while (strchr("Ss". as palavras do nome em ordem inversa.2 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 40 caracteres) e uma letra.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 20 letras) e uma posição. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Nome: Universidade Católica de Pelotas <enter> (3) Letras maiúsculas (26) Letras minúsculas (14) Vogais (15) Consoantes 12. conforme exemplo abaixo: Exemplo:Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Luzzardi Gomes Roberto Paulo 12.1 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 256 caracteres). Logo após a entrada do nome imprima: número de letras maiúsculas. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Palavra: Universidade <enter> Posição: 7 <enter> Antecessora: s Letra: i Sucessora: d Observação: O programa deve imprimir na tela as seguintes mensagens de erro. 12. Letra sucessora não existe ou Posição inválida.} while (!strchr("SsNn".4 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 80 letras). uma por linha.6. Logo após a entrada do nome o programa deve imprimir (EM LETRA MAIÚSCULA) o sobrenome da pessoa.ch)). a letra (da referida posição) e a letra sucessora. O programa deve imprimir. Logo após a entrada do nome e da letra imprima o número de letras que existe no nome ou ERRO: Não existe a letra (?) na palavra (?). conforme exemplos abaixo: Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Sobrenome: LUZZARDI Sair [S/N]? N <enter> Nome: Renato Souza <enter> 54 .6. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Palavra: Luzzardi <enter> Letra: z <enter> 2 letra(s) Continua [S]im ou [N]ão? S <enter> Palavra: Luzzardi <enter> Letra: w <enter> ERRO: Não existe a letra (w) na palavra (Luzzardi) Continua [S]im ou [N]ão? N <enter> Observação: O programa deve ser encerrado quando o usuário digitar “N” ou “n” na pergunta: Continua [S]im ou [N]ão?. 12.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 60 caracteres). número de letras minúsculas. número de vogais e o número de consoantes. na tela.ch)). O programa deve imprimir na tela.6.6. } 12. se for o caso: Letra antecessora não existe.6.6 – Lista de exercícios (strings) 12.

conforme exem-plos abaixo: Exemplo: Palavra: universidade <enter> Início: 7 <enter> Fim: 11 <enter> String resultante: idade Continua [S/N]? s <enter> Palavra: eletricidade <enter> Início: 7 <enter> Fim: 15 <enter> ERRO: Fim Inválido Continua [S/N]? N <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘N’ ou ‘n’ na pergunta: Continua [S/N]?. 55 .6 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 80 caracteres). primeiro nome e demais nomes abreviados.8 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 20 caracteres). Sair [S/N]? N <enter> Nome: Renato Lima Souza <enter> Autor: Souza. Logo após a entrada do nome do estado imprima: a sigla do estado (2 letras maiúsculas). Logo após a entrada do nome o programa deve imprimir na tela: sobrenome. Logo após a entrada de todos os dados imprima a string resultante ou ERRO: Fim inválido ou Início inválido. Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 12.6. Paulo R. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Autor: Luzzardi. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Estado: Rio Grande do Sul <enter> Sigla: RS Estado: são paulo <enter> Sigla: SP Estado: rio de janeiro <enter> Sigla: RJ Estado: <enter> Observação: O programa encerra quando o usuário digitar apenas <enter> na entrada do nome do estado.6. início e fim.6. 12.Sobrenome: SOUZA Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 12.7 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um estado (máximo 80 caracteres). G. Renato L.

13. Funções definidas pelo programador
A linguagem de programação C permite que o programador crie e utilize suas próprias funções. Forma Geral: tipo_do_retorno nome_da_função (parâmetros) tipo_dado_base parâmetros; { tipo_dado_base variáveis; // definição corpo da função; return(); } ou tipo_do_retorno nome (tipo_dado_base parâmetros) { tipo_dado_base variáveis; corpo da função; return(); } tipo_do_retorno: Especifica o tipo de dado do retorno da função. O retorno da função é feita pelo comando return (valor). parâmetros: É uma lista, separada por vírgulas, com os nomes das variáveis (e seus tipos) que receberão os argumentos quando a função for chamada. Observação: O tipo default de uma função é int, ou seja, se não for especificado o tipo da função o compilador assume int. Função procedural: É um tipo especial de função que não possui retorno, ou seja, é simplesmente um procedimento. Uma função deste tipo é void. Exemplo: int random (int n) { int t; t = rand() % n; return(x); } Chamada da função: n = random(256);
// retorna um número aleatório entre 0 e 255

das variáveis locais

Programa exemplo (32): O programa possui uma função que calcula o inverso 1/x. #include <stdio.h>

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float inverso (float x); int main(void) { float inv, resp;

// protótipo da função

printf("x: "); scanf("%f",&x); inv = inverso (x); // chamada printf("Inverso = %.2f\n", inv); }

da função inverso

// ----------------------------- Função definida pelo programador

float inverso (float x) { float i; i = (float) 1 / x; return(i); } ou float inverso (x) float x; { return( (float) 1 / x ); } 13.1 - Valores de retorno Todas as funções, exceto aquelas que são declaradas como sendo do tipo void, devolvem um valor. O valor é devolvido (retornado) pela função através do comando return. Normalmente são escritas três tipos de funções: a) Funções que efetuam operações com os parâmetros e retornam um valor com base nas operações. Programa exemplo (33): O programa calcula e imprime na tela o valor da potência xy. #include <stdio.h> #include <math.h> float potencia (float x, int y); int main(void) { float base,resp; int expoente; printf("Base: "); scanf("%f",&base); printf("Expoente: "); scanf("%d",&expoente); resp = potencia(base,expoente); printf("Potencia = %7.2f\n",resp); }

// chamada da função potencia

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// ----------------------------- Função definida pelo programador float potencia (float x, int y) { float valor; valor = exp ( log (x ) * y ); return(valor); } b) Funções que manipulam informações e retornam um valor simplesmente indica o sucesso ou o fracasso da manipulação. que

Programa exemplo (34): O programa calcula e verifica o determinante de uma equação de segundo grau. #include <stdio.h> int verifica_determinante (float a, float b, float c); int main(void) { float a, b, c; int retorno; printf("a = "); scanf("%f",&a); printf("b = "); scanf("%f",&b); printf("c = "); scanf("%f",&c); retorno = verifica_determinante(a,b,c); if (retorno == 0) printf("Determinante ZERO\n"); else if (retorno > 0) printf("Determinante POSITIVO\n"); else printf("Determinante NEGATIVO\n"); } // ---------------------------- função definida pelo programador int verifica_determinante (float a, float b, float c) { float det; det = b * b - 4 * a * c; if (det == 0) return(0); else if (det > 0) return(1); else return(-1); } c) Funções que procedimentos. não retornam nenhum valor, ou seja, são puramente

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#include <stdio. 20. Portanto. printf("\n").32).h> void desenha_retangulo (int ci. Programa exemplo (36): O programa possui uma função que desenha um retângulo na tela. l++) { for (c = ci. int lf) { int c. printf(“\n”). c++) printf("#"). int li. c++) printf("%c". l. int main(void) { limpa_tela().função definida pelo programador void limpa_tela (void) { int c. } Onde: ci li cf lf -> -> -> -> coluna inicial linha inicial coluna final linha final // 32 é o código do caracter espaço 59 . alterações feitas nos parâmetros não terão efeito nas variáveis utilizadas para chamá-la. for (l = 1. } } 13. } // ---------------------------. l++) { for (c = 1. c <= cf. } } int main(void) { desenha_retangulo(1.h> void limpa_tela (void).Passagem de parâmetros por valor Forma de chamada de uma função onde o valor do argumento é apenas copiado para o parâmetro formal da função. #include <stdio. c <= 80.2 . 1. int cf. l <= 25. for (l = li. l <= lf. 10). l.Programa exemplo (35): O programa possui uma função que limpa toda a tela em modo texto.

li = 1. y). scanf("%d".&a). printf("a = "). scanf("%d". b).Passagem de parâmetros por referência Forma de chamada de uma função onde o endereço do argumento é passado como parâmetro.4 . b. #include <stdio. tipo_do_retorno nome_da_função (tipo_dado_base parâmetros). temp = *x. cf = 20 e lf = 10. b). printf("x = "). printf("a = %d | b = %d\n". scanf("%d". y. 13.&x). a. } int main(void) { int a. Programa exemplo (38): O programa calcula e imprime na tela a divisão de dois valores. // foi impresso na } digitou 3 digitou 4 tela a = 3 | b = 4 tela a = 4 | b = 3 /* x e y são ponteiros */ Atenção: Os parâmetros da função recebem.3 .h> void troca (int *x. respectivamente: ci = 1.h> float divisao (int x.&b). Significa que as alterações feitas nos parâmetros afetarão a variável utilizada para chamar a função. int main(void) { int x. float resposta. // imagine que o usuário scanf("%d". resposta = divisao ( x. printf("b = "). printf("y = "). respectivamente: x -> &a e y -> &b. 13. Programa exemplo (37): O programa tem uma função que troca o valor de duas variáveis. // imagine que o usuário printf("a = %d | b = %d\n". *x = *y. #include <stdio. *y = temp. a. int *y) { int temp.Atenção: Os parâmetros da função recebem. int y).&y).&b). 60 . // foi impresso na troca (&a.Funções que devolvem valores não-inteiros Todas as funções que devolvem valores não-inteiros devem ter seu tipo de retorno declarado.

c // depois de compilado será gerado o executável inverte 61 .ponteiro para uma matriz (2D) de caracteres (vetor de strings).h> #include <string.Argumentos argc e argv do main A função main possui dois argumentos argc e argv intrínsecos utilizados para receber parâmetros da linha de comando do DOS (Sistema Operacional em Disco). int y) { return( (float) x / y ).2f\n". Execução pela linha de comandos: $ ordena dbeacgf <enter> Resultado na tela: abcdefg // este programa deve obrigatoriamente se chamar inverte. } // ----------------------------.c #include <stdio. char *argv[]) { int i. printf(“\n”).printf("Divisão = %7. } 13.Função definida pelo programador float divisao (int x. argv[1][i]). n.contém o número de argumentos na linha de comando. imprimindo-os a seguir. argc . } } Programa exemplo (40): O programa deve receber parâmetros pelo Sistema Operacional (conjunto de caracteres) e deve ordenar (coloca em ordem alfabética). O programa é compilado e executado em um terminal do Sistema Operacional Linux da seguinte forma: Execução pela linha de comandos (terminal): $ inverte pelotas <enter> Resultado na tela: satolep Programa recebe: argc = 2 argv[0] = “inverte” agv[1] = “pelotas” // inverte. for (i = n-1. else { n = strlen(argv[1]). Programa exemplo (39): O programa recebe parâmetros do Sistema Operacional (uma palavra qualquer) e imprime a palavra em sentido inverso. argv . i >= 0.h> int main (int argc.5 . i--) printf("%c". if (argc != 2) printf("Sintaxe: INVERTE <palavra>\n").resposta).

i < n_car-1.c #include <stdio. argv[1][i] = argv[1][j]. j < n_car.argv[1][i]).Recursividade Uma função é recursiva. 62 . i++) for (j = i+1. // fatorial. } for (i = 0 . } } 13. i++) printf("%c". char temp. } int main (void) { int n. argv[1][j] = temp.h> int main (int argc. if (argc != 2) printf("Sintaxe: ORDENA <palavra>\n").6 . char *argv[]) { int i. for (i = 0. se esta. printf(“\n”). j. fizer uma chamada a si própria. if (n <= 1) return(1).h> long int Fatorial(int n) { long int fat.c #include <stdio. int n_car.h> #include <string. else { n_car = strlen(argv[1]). return(fat). Programa exemplo (41): Os próximos dois programas calculam o fatorial e a soma de um número recursivamente.Programa recebe: argc = 2 argv[0] = “ordena” agv[1] = “dbeacgf” // ordena. j++) if (argv[1][i] > argv[1][j]) { temp = argv[1][i]. fat = n * Fatorial(n-1). i < n_car .

} int main (void) { int n.long int fat.1 Escreva em C a função PALAVRAS. fat = Fatorial(n). s).h> long int Soma(int n) { long int s. } 13. if (n == 1) return(1). long int s. } while (n < 0 || n > 19). Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Seu nome tem 4 palavra(s) 63 . scanf("%d". printf(“Nome: “). fat). A função recebe uma string (nome) e retorna o número de palavras do nome (veja exemplo abaixo): #include <stdio.40.stdin).7 .h> ______________ PALAVRAS( ____________________ ). &n).c #include <stdio. } while (n != 0). do { do { printf("n = "). s = n + Soma(n-1). &n). } } while (n != 0). int n. if (n > 0) { s = Soma(n). scanf("%d". printf("Soma: %d\n". fgets(nome.7. return(s). } // soma.Lista de exercícios (funções) 13. } while (n < 0 || n > 19). int main(void) { char nome[41]. do { do { printf("n = "). printf("Fatorial: %d\n".

A função recebe uma string (data.4 Escreva em C a função GERA_STRING.n = PALAVRAS(nome). if (erro == 1) printf(“ERRO: Dia inválido\n”).2 Escreva em C a função VERIFICA_DATA.h> #include <stdlib. (4) formato inválido e (5) se a data estiver correta. ano). &mes. A função devolve na variável s. A função deve imprimir na tela. Exemplo: Data Dia: Mês: Ano: [dd/mm/aaaa]: 11/07/2002 <enter> 11 07 2002 printf(“Data [dd/mm/aaaa]: “). else if (erro == 4) printf("ERRO: Ano Inválido\n").7. mes). int main (void) { PREENCHE(5.h> #include <string.7.3 Escreva em C a função PREENCHE. erro.h> ______________ VERIFICA_DATA ( ____________________ ). (2) se o mês for inválido. &ano).. } } Valores Válidos: Dia [1. (3) se o ano for inválido. A função recebe via parâmetros número de caracteres (n) e caracter (ch). A função retorna: (1) se o dia for inválido. erro = VERIFICA_DATA(data. 2999] 13. #include <stdio. n caracteres ch. A função recebe: número de caracteres (n) e caracter (ch). int dia. else { printf(“Dia: %d\n”. int main (void) { char data[11].h> _____________________ PREENCHE ( ____________________ ). mês e ano. else if (erro == 2) printf(“ERRO: Mês inválido\n”). mes. printf(“Seu nome tem %d palavra(s)\n”.31] Mês [1. #include <stdio. } // ##### 13. ano. 13. &dia. dia). printf(“Mês: %d\n”. data). printf(“Ano: %d\n”.7. } Observação: Não utilizar a função strlen do Turbo C.12] Ano [2000. no formato: dd/mm/aaaa) e devolve via parâmetros: dia. scanf(“%10s”.. else if (erro == 3) printf(“ERRO: Formato inválido\n”). n).’#’).h> 64 . n caracteres ch. #include <stdio..

printf(“%s”.7 Escreva a função: VOGAIS. Quadrantes | | 2o | 1o | ----------------------| 3o | 4o | | // s ficará com “#####” 65 .7.6 Escreva a função: final_da_placa. #include <stdio. scanf(“%d”. int main (void) { char s[10]. scanf(“%d”. printf(“y = “). A função recebe uma string (nome) e retorna a quantidade de vogais da string.s). scanf(“%7s”.’#’.7. n. } 13. printf(“Quadrante: %d\n“. GERA_STRING(5. final).h> int main (void) { char placa[8]. #include <stdio. } 13.h> #include <string.h> ___________________ VERIFICA_QUADRANTE ( _______________ ).5 Escreva em C a função VERIFICA_QUADRANTE. n = VERIFICA_QUADRANTE(x.2. printf(“x = “). y). A função recebe uma placa de automóvel (placa) no formato: xxx9999 e retorna o último dígito da placa.h> #include <string. int main (void) { int x.h> int main (void) { char nome[41]. printf(“Nome: “). #include <stdio. A função recebe um valor para x e um valor para y e retorna o número do quadrante (1.7. placa). y. &y). final = final_da_placa(placa). } 13. s). &x). int final. printf(“Final da Placa é: %d\n”.3 ou 4). int vogais. printf(“Qual a placa de seu carro [xxx9999]: “). n).___________________ GERA_STRING ( _______________ ).

printf(“Cateto Oposto: “).fgets(nome. &maiusculas. n). n = CONTA(nome. } 13. A função recebe o valor do salário e o índice de reajuste e retorna o salário atualizado. h. &b). getch(). b. #include <stdio. A função recebe uma string (nome) e devolve via parâmetros: número letras maiúsculas e o número letras minúsculas. int main (void) { char nome[41].h> ___________________ REAJUSTE ( _______________ ). printf(“Total de letras: %d\n”. sal.8 Escreva a função: HIPOTENUSA. printf(“Vogais: %d\n”.40. minusculas). indice. &a).h> #include <string. vogais = VOGAIS(nome). Exemplo: Salário (R$): 1000 <enter> Índice de Reajuste: 10 <enter> 66 . } 13.7. int n. A função retorna o total de letras do nome (veja exemplo abaixo).stdin).9 Escreva em C a função CONTA.stdin). printf(“Nome: “). printf(“Hipotenusa: %.h> ______________ CONTA ( ____________________ ). b).7. printf(“Cateto Adjacente: “).40. h). printf(“Maiúsculas: %d\n”. scanf(“%f”. minusculas.2f\n”. int main (void) { float salario.h> int main (void) { float a. printf(“Minúsculas: %d\n”. fgets(nome. #include <stdio.7. A função recebe o cateto adjacente (b) e o cateto oposto (a) e retorna o valor da hipotenusa dado pela seguinte fórmula: Fórmula: #include <stdio. &minusculas). maiusculas). maiusculas. } 13.h> #include <string. Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Maiúsculas: 4 Minúsculas: 21 Total de letras: 25 h2 = a2 + b2 clrscr(). vogais). scanf(“%f”.10 Escreva em C a função REAJUSTE. h = HIPOTENUSA(a.

} base .printf(“Salário (R$): “). A função deve devolver na variável resto o resto inteiro da divisão. &altura). indice). altura área = ---------------------2 hipotenusa2 = base2 + altura2 13. printf(“Altura: %. A função deve imprimir na tela a mensagem centralizada na tela. sal = REAJUSTE(salario. h). Salário scanf(“%f”.h> _____________________ CENTRALIZA ( ____________________ ).12 Escreva em C a função HIPOTENUSA. &n).1f\n”. #include <stdio.13 Escreva em C a função VERIFICA. resto. &salario).2f\n”. scanf(“%f”. printf(“Área do Círculo: “).7.h> #include <string.h> ____________________ VERIFICA ( ____________________ ).7. altura). &resto)) printf(“Par\n”). if (VERIFICA(n. area. altura printf(“Base: “). int main (void) { CENTRALIZA(”Jogo de Damas”). h = HIPOTENUSA(base.1f\n”. #include <stdio. else printf(“Ímpar\n”). area. int main (void) { float base. printf(“Índice de Reajuste: “). A função recebe uma mensagem. A função deve retornar também o valor da hipotenusa. printf(“Número: “). A função recebe o valor da base e da área de um triângulo. &base). int main (void) { int n.11 Escreva em C a função CENTRALIZA. &area). scanf(“%d”. printf(“Salário Atualizado (R$): %. scanf(“%f”. A função deve retornar se o número (n) é par (1) ou ímpar (0). printf(“Hipotenusa: %. scanf(“%f”. } 13. 67 . h. sal). } Atualizado (R$): 1100 13.h> ___________________ HIPOTENUSA ( _______________ ). #include <stdio. A função recebe um número inteiro (n).7. &indice). A função deve devolver na variável altura a altura do triângulo.

printf(“Resto Inteiro da Divisão: %d\n”. resto). STRCAT(t. STRCPY(t.h> ____________________ STRCPY (_______________________________) ____________________ STRCAT (_______________________________) int main (void) { char s[] = “Liber”.14 Escreva as seguintes funções: STRCPY (copia strings) e STRCAT (concatena strings) #include <stdio. r). r[] = “dade”. s).7. } 13.t[10]. } // função copia s para t -> “Liber” // insere r no final de t -> “Liberdade” // t -> “liberdade” 68 . t). printf(“%s\n”.

Ponteiros Um ponteiro é uma variável que contém um endereço de memória.h> int main(void) { char x = 65. printf("Endereço de x: %p\n". } // // // // // // p recebe *p valor caracter endereço endereço ponteiro o endereço de x (&x) é 65 'A' de x do ponteiro p ocupa 4 bytes Figura 6: Endereçamento de um ponteiro Resumo: x -> 65 &x -> 100 p -> &x -> 100 *p -> 65 &p -> 200 Observação: Um ponteiro no Linux ocupa 4 bytes na memória RAM.: %c\n". p = &x.&p).: %d\n"... Figura 5: Representação de um ponteiro na memória Exemplo: #include <stdio. 69 . *p). char *p. printf("Caracter .sizeof(p)). como por exemplo. printf("Endereço de p: %p\n"..14. a memória da tela. printf("Valor de x. p)... *p). printf(“Sizeof de p: %d\n”. O endereço pode ser a localização de uma ou mais variáveis na memória RAM ou qualquer outro endereço da memória RAM.

1 .conteúdo de p1) &x). printf("%p\n". int *p1. Observação: Como C sabe quantos bytes copiar para a variável apontada pelo ponteiro? Resposta: O tipo_dado_base do ponteiro determina o tipo de dado que o ponteiro está apontando. p1 = &x. Exemplo: ponteiro = &variável.1 .2 .endereço de memória do operando. } 14. p2).3.3 .Atribuições com ponteiros Pode-se atribuir o valor (endereço) de um ponteiro para outro ponteiro.3. #include <stdio.Variáveis ponteiros Definição: tipo_dado_base *nome_do_ponteiro. 14.Operadores de ponteiros & . nome_da_ponteiro: nome da variável que representa o ponteiro. Programa exemplo (42): O programa mostra atribuições utilizando dois ponteiros. tipo_dado_base: qualquer tipo básico válido em C.h> int main (void) { int x = 7.conteúdo do endereço apontado pelo ponteiro.2. * . printf("%c\n". 14. printf("%p\n". printf("%p\n". *p2.Aritmética com ponteiros 14.1 . O tipo de dados do ponteiro define para que tipos de variáveis o ponteiro pode apontar e qual o tamanho ocupado na memória por estas variáveis. *p1). p2 = p1.2 .Expressões com ponteiros 14. p1). Logo: variável = *ponteiro. 70 . printf("%d\n".14. *p1).Incremento (++) // // // // // // // p1 recebe o endereço de x p2 recebe o endereço de x impresso endereço de x impresso endereço de x impresso endereço de x impresso valor de x (conteúdo de p1) impresso caracter 7 (Bell .3.

p = &x[0]. /* ponteiro aponta para o próximo elemento */ /* conteúdo do ponteiro é incrementado */ Programa exemplo (43): O programa mostra um ponteiro apontando para os elementos de um vetor. Isto é feito através da aritmética de ponteiros. } } Resultado na Tela: Endereço: 0xbfc258c0 | Valor: x[0] = 0 Endereço: 0xbfc258c4 | Valor: x[1] = 1 71 . i <= 9. int i. 72.Faz com que o ponteiro aponte para a localização de memória do próximo elemento de seu tipo_dado_base. 71. p++. 67. i++) { printf("Endereço: %p | Valor: x [%d] = %d\n". i. #include <stdio. p. 69.*p. 8. 1. #include <stdio. 9 }. (*p)++. 5. 74 }. 3. i <= 9. p++. char *p. p = &x [0]. 66. i++) { printf("Endereço: %p | Valor: x [%d] = %c\n". 73.h> int main(void) { int x [10] = { 0. 70. 68. 2. p. *p). Isto é feito através da aritmética de ponteiros. *p). i. } } Resultado na tela: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: 0xbfb70886 0xbfb70887 0xbfb70888 0xbfb70889 0xbfb7088a 0xbfb7088b 0xbfb7088c 0xbfb7088d 0xbfb7088e 0xbfb7088f | | | | | | | | | | Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: x[0] x[1] x[2] x[3] x[4] x[5] x[6] x[7] x[8] x[9] = = = = = = = = = = A B C D E F G H I J Programa exemplo (44): O programa mostra um ponteiro apontando para os elementos de um vetor. int i. 4. 7. Exemplo: p++. for (i = 0. for (i = 0. 6.h> int main (void) { char x [10] = { 65.

3 . Faz com que o ponteiro p aponte para o nono (90) elemento do tipo_dado_base. Exemplo: p--. 9 }. 1.3. 3. 2.Decremento (--) Faz com que o ponteiro aponte para a localização do elemento anterior. int *p.Comparação de ponteiros É possível comparar operadores relacionais.Soma (+) e subtração (-) Exemplo: p = p + 9. : } Para acessar o quinto (50) elemento podemos escrever: x[4].3. 8.2 .Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: 0xbfc258c8 0xbfc258cc 0xbfc258c0 0xbfc258d0 0xbfc258d4 0xbfc258d8 0xbfc258dc 0xbfc258e4 | | | | | | | | Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: x[2] x[3] x[4] x[5] x[6] x[7] x[8] x[9] = = = = = = = = 2 3 4 5 6 7 8 9 14.h> int main (void) { int x[10] = { 0. // ponteiro aponta para o elemento anterior // conteúdo do ponteiro é incrementado 14. 6. ou *(p+4).3. (*p)++.4 . 14. 72 // é igual a p = x dois ponteiros através utilizando os . 4.Ponteiros e vetores Em C. 5. após aquele que o ponteiro estava apontando no momento.2. p = &x[0].4 . Somente pode-se somar e subtrair números inteiros a 14. Observação: ponteiros. Exemplo: if (p < q) printf("Endereço de p é menor do que q\n"). o nome de um vetor sem índice é o endereço do primeiro elementos da matriz. Exemplo: #include <stdio. 7.

Observação: Aritmética de ponteiros indexação de vetores e matrizes. 14.4.1 - Indexando um ponteiro Exemplo: #include <stdio.h> int main (void) { int x[5] = { 0, 1, 2, 3, 4} int *p,t; p = x; for (t = 0; t <= 4; t++) printf("%d\n", p[t]); } 14.4.2 - Ponteiros e strings

pode

ser

mais

rápida

que

a

// igual a p = &x[0]

Como o nome de um vetor sem índice é um ponteiro que aponta para o primeiro elemento do vetor, quando utiliza-se funções que recebem strings como parâmetros, estas recebem apenas um ponteiro para a string e não o valor real da string em si, ou seja, sempre a passagem de parâmetro de uma string é por referência. Programa exemplo (45): O programa compara duas strings. #include <stdio.h> int compare (char *s1, char *s2); int main (void) { char s1[41], s2[41]; printf("String 1: "); fgets(s1,40,stdin); printf("String 2: "); fgets(s2,40,stdin); if (compare (s1,s2) == 0) printf("s1 é igual a s2\n"); else printf("s1 é diferente de s2\n"); } int compare (char *s1, char *s2) { while (*s1) // quando if (*s1-*s2) return (*s1-*s2); else { s1++; s2++; } return ('\0'); }

// s1 igual s2 == 0

o *s1 for igual '\0' termina o laço

73

14.4.3 - Obtendo o endereço de um elemento de um vetor p = &x[2]; 14.4.4. Vetores de ponteiros Declaração de um vetor de ponteiros de inteiros de tamanho 10. int *x[10]; Atribuição do endereço de uma variável ao terceiro elemento da matriz de ponteiros:
x[2] = &variável; Logo: Para obter o valor da variável, utiliza-se: *x[2];

14.5 - Ponteiros para ponteiros Uma matriz de ponteiros é igual a ponteiros. Um ponteiro para um ponteiro é múltipla. apontar ponteiros para uma forma de indireção

Programa exemplo (46): O programa utiliza uma variável ponteiro para ponteiro. #include <stdio.h> int main (void) { int x; int *p; int **t; x = 10; p = &x; t = &p; printf("%d\n", **t); } 14.6 - Inicialização de ponteiros Após declarar um ponteiro, e antes de haver uma atribuição de um valor inicial, o ponteiro terá um endereço desconhecido (lixo), ou seja, nunca se deve utilizar um ponteiro antes de atribuir-lhe um valor (endereço). Pode-se inicializar seguinte forma: Exemplo: int main (void) { char *p = "Paola"; char *erro = "Falta de memória\n"; 14.7 - Alocação dinâmica de memória Permite alocar e liberar uma área de memória para variáveis durante a execução de um programa. Qualquer outro tipo de variável, um ponteiro para caracteres (string) da

// imprime o valor de x

74

que não seja um ponteiro, deve ser alocada estaticamente, ou seja, a variável não pode ocupar mais espaço do que foi declarado. Exemplo: int x [10];
// um inteiro ocupa 2 bytes // logo 10 inteiros ocupam 20 bytes na memória RAM durante toda a execução do programa

14.7.1 – malloc A função malloc (memory allocation) permite alocar uma porção de memória dinamicamente. Sintaxe: void *malloc (int número_de_bytes); Prototype: stdlib.h A função malloc reserva espaço na memória RAM (aloca) a quantidade de bytes especificada pelo parâmetro da função (número_de_bytes), devolvendo um ponteiro do tipo void* apontando para o primeiro byte alocado. O tipo void* representa um ponteiro sem tipo que deve ser “tipado” de acordo com o tipo de dado base do ponteiro. Isto pode ser feito utilizando-se um cast. Quando não houver memória suficiente para alocar o ponteiro, a função malloc devolve um ponteiro nulo (NULL). Exemplo: #include <stdio.h> #include <stdlib.h> int main (void) { int *p, n; printf(“Quantidade de elementos: “); scanf(“%d”,&n); p = (int *) malloc( n * sizeof (int) ); if (p == NULL) // ou if (!p) printf("ERRO FATAL: Falta de memória\n"); else { printf("Ok, memória alocada\n"); printf("Endereço reservado: %p\n”, p); printf("Quantidade de elementos alocados: %d\n”, n); printf("Quantidade de bytes alocados: %d\n”, n * sizeof(int)); free(p); // veja item 14.7.2 } }
Resultado do Programa: Quantidade de elementos: 5 Ok, memória alocada Endereço reservado: 0x804a008 Quantidade de elementos alocados: 5 Quantidade de bytes alocados: 20

75

Prototype: stdlib.++t) *(p+t) = t. if (!p) printf("Erro Fatal: Falta de memória\n"). p = (int *) malloc( 40 * sizeof (int) ). função free libera a área de memória alocada pela função permite liberar a porção de memória Programa exemplo (47): O ponteiro p aponta para uma região da memória com 80 bytes reservados (alocados).h A malloc. ++t) printf("%d\n".2 – free A função free (livre) alocada pela função malloc. else { for (t = 0. #include <stdio. ou seja. 40 inteiros.7. t <= 39. *(p+t)). for (t = 0. t <= 39.14.h> int main(void) { int *p.h> #include <stdlib. free(p). t. Sintaxe: void free (void *p). } } 76 .

pode não haver correspondência de 1 para 1 entre os caracteres que o computador escreve (lê) e aqueles no dispositivo externo. Um arquivo (dispositivo externo) deve ser associado a uma fila de bytes. 15. tal como: '\n' ser convertida em CR (13) + LF (10).1. Entrada e saída em disco Existem dois sistemas de arquivo definidos em C. Dessa forma.cursor) LF – Line Feed (avanço de linha) CR + LF = <enter> Exemplo de um arquivo texto: ABC\n ABCDEF\n \n ABCDEFGH\n EOF Observações: EOF – End Of File (fim do arquivo). 77 .1 .15. Todo arquivo texto possui um nome. Pode ocorrer certas traduções de caracteres. O primeiro.Fila de bytes (stream) A fila de bytes é um dispositivo lógico de entrada ou saída de dados. definido pelo padrão ANSI e UNIX chamado sistema de arquivo bufferizado (formatado ou de alto nível) e o segundo. são elas: Tabela 18: Filas de texto Fila stdin stdout stderr stdprn stdaux Função da fila Entrada padrão (standard input) Saída padrão (standard output) Erro padrão (standard error) Saída para impressora (standard printer) Saída auxiliar (standard auxiliary) 15.1 . é definido apenas pelo UNIX chamado sistema de arquivos não-bufferizado (nãoformatado ou de baixo nível). Cada linha é finalizada por um caracter '\n'. CR – Carriage Return (retorno do carro . C utiliza 5 filas de texto pré-definidas.Filas de texto Uma fila de texto é uma seqüência de caracteres organizada em linhas. independente do dispositivo real.

2 . strings. vetores. Figura 7: Representação de um arquivo 15. Um ponteiro de arquivo é uma variável de ponteiro do tipo FILE *.1 .1. etc. char *modo). ponteiros.Filas binárias Uma fila binária possui correspondência unívoca (1 para 1) com os bytes do dispositivo externo. float.h> int main(void) { FILE *fp.h nome_arquivo: Deve ser uma string que contenha: "drive:\path\nome_do_arquivo". Sintaxe: FILE *fopen (char *nome_arquivo. como por exemplo: char. int.. Um arquivo binário pode conter tipos de dados diferentes. Portanto nenhuma tradução de caracteres ocorrerá. Prototype: stdio.fopen A função fopen (file open) permite abrir um arquivo ligando-o a uma fila de bytes. 15.h”.2. O tipo FILE é prédefinido em “stdio.. O ponteiro do arquivo identifica um determinado arquivo em disco e é usado pela fila associada a ele para direcionar cada uma das funções de entrada e saída bufferizada para o lugar em que elas operam..15. modo: É uma abaixo).2 . string que contém as características desejadas (veja tabela Observação: t (text: arquivo texto) e b (binary: arquivo binário) 78 .Sistema de arquivo bufferizado A ligação comum que mantém unido o sistema de entrada e saída bufferizado é um ponteiro que aponta para o arquivo. Exemplo: #include <stdio.

Exemplos: #include <stdio. FILE *fp). . Prototype: stdio. fp = fopen("teste. ou seja. ou #include <stdio.. fopen devolverá um ponteiro nulo.2.Tabela 19: Modo de abertura de arquivos Modo “r” “w” “a” “rb” “”wb” “ab” “r+” “w+” “a+” “r+b” “w+b” “a+b” “rt” “wt” “at” “r+t” “w+t” “a+t” Significado Abre um arquivo-texto para leitura Cria um arquivo-texto para gravação Anexa a um arquivo-texto Abre um arquivo binário para leitura Cria um arquivo binário para gravação Anexa a um arquivo binário Abre um arquivo-texto para leitura/gravação Cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre ou cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre um arquivo binário para leitura/gravação Cria um arquivo binário para leitura/gravação Abre um arquivo binário para leitura/gravação Abre um arquivo texto para leitura Cria um arquivo texto para gravação Anexa a um arquivo texto Abre um arquivo-texto para leitura/gravação Cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre ou cria um arquivo-texto para leitura/gravação Observação: Se ocorrer ERRO na abertura de um arquivo. se (fp == NULL) erro."r")) == NULL) printf("Erro Fatal: Impossível abrir o arquivo\n").dat".h> int main (void) { FILE *fp.dat". else { printf("Ok. if ((fp = fopen("teste.. .. arquivo aberto\n"). else { printf("Ok.. if (fp == NULL) printf("Erro Fatal: Impossível criar o arquivo\n”)."w"). Sintaxe: int putc (int ch.h> int main (void) { FILE *fp.h ch é o caracter a ser gravado fp é o ponteiro do arquivo aberto pela função fopen() 79 . arquivo criado com sucesso\n").2 – putc A função putc é utilizada para gravar caracteres em um arquivo. 15.

i). Prototype: stdio. char *argv[]) { FILE *fp. 80 . Devolve 0 se não chegou ao fim do arquivo. if (ch == '\n') { i++. v++.h fp é o ponteiro do arquivo aberto por fopen() 15.2. Ao preencher toda a tela ocorre uma pausa. else if ((fp = fopen(argv[1]. unsigned int i. Sintaxe: int feof (FILE *fp). Sintaxe: int getc (FILE *fp).2. #include <stdio. v.4 – feof A função feof (file end of file) determina se o fim de arquivo foi encontrado.Observação: Se uma gravação for bem sucedida putc() caracter gravado. A cada parada é informado o nome do arquivo texto que está sendo listado e o número de bytes listados.c" são exibidos na tela com as linhas numeradas. printf("%d: ".h> int main (int argc.h Programa exemplo (48): O programa lista na tela todas as linhas de um arquivo texto. char ch.c <enter> em um Funcionamento: Todas as linhas do programa fonte "lista.End of File (Fim de Arquivo) 15. if (argc != 2) printf("Sintaxe: LISTA <nome do arquivo>"). caso contrário devolverá um EOF. EOF . i). Observação: Este programa deve ser compilado e executado terminal de texto do sistema operacional da seguinte forma: $ lista lista.3 – getc devolverá o A função getc é utilizada para ler caracteres de um arquivo. Prototype: stdio. else { i = v = 1. printf("\n%d: "."r")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo [%s] não EXISTE\n"). numerando-as. do { ch = getc(fp).

81 .h 15. Função: Leitura de inteiros (getw) Sintaxe: int getw (FILE *fp). FILE *fp). 15. argv[1].h Função: Gravação de strings (fputs) Sintaxe: char *fputs (char *str. FILE *fp). Prototype: stdio. Prototype: stdio. 15. ch).h Observação: Retorna 0 se a operação foi bem sucedida.5 – fclose A função fclose (file close) é utilizada para fechar um arquivo aberto. Prototype: stdio.6 .2.} else printf("%c". printf("[%s] Byte(s): %d\n". Função: Leitura de strings (fgets) Sintaxe: char *fgets (char *str.1) caracteres. fclose(fp).8 – fgets e fputs As funções fgets e fputs são utilizadas para ler e gravar strings.v).7 – getw e putw As funções getw e putw são utilizadas respectivamente. Sintaxe: void rewind (FILE *fp). Antes de fechar o arquivo os dados (que ainda estavam no buffer) são gravados. Prototype: stdio.rewind A função rewind estabelece o localizador de posição do arquivo para o início do arquivo especificado.h Função: Gravação de inteiros (putw) Sintaxe: int putw (int x.h Observação: A função fgets lê uma string do arquivo especificado até que leia ou um '\n' ou (comprimento . Prototype: stdio.h 15. FILE *fp). } } 15.2.2. } while (!feof(fp)). Prototype: stdio.9 – fread e fwrite para ler e gravar.2.2. inteiros em um arquivo. Sintaxe: int fclose (FILE *fp). int comprimento.

Prototype: stdio.h num_bytes: É o número de bytes desde origem até chegar a posição desejada.2.11 – fprintf e fscanf As funções fprintf e fscanf se comportam exatamente como printf e scanf.h Função: Gravação de blocos (fwrite) Sintaxe: int fwrite (void *buffer. FILE *fp). uma palavra com no máximo 40 caracteres. são listados três programas: cria. Função: Gravação de dados formatados (fprintf) Sintaxe: int fprintf (FILE *fp. FILE *fp).h 15. char *formato. Sintaxe: int fseek (FILE *fp. os quais possuem como registro. Prototype: stdio.12 – remove A função remove apaga do disco o arquivo especificado. Tabela 20: Origem em arquivos Origem Identificador Início do arquivo SEEK_SET Posição corrente SEEK_CUR Fim do arquivo SEEK_END 15. long int num_bytes. num_bytes: Especifica a quantidade de bytes a serem lidos ou gravados. permite selecionar a posição para efetuar operações de leitura e gravação aleatórias.2. 82 . cont: Determina quantos blocos (cada um com comprimento de num_bytes) serão lidos ou gravados. Sintaxe: int remove (char *nome_arquivo). 15. ou seja. int cont. para ler e gravar Função: Leitura de blocos (fread) Sintaxe: int fread (void *buffer. lista.c.2.c. fp: É o ponteiro para o arquivo. Prototype: stdio. int origem). Prototype: stdio. char *formato. consulta. Prototype: stdio.h buffer: É um ponteiro para a região da memória ou o endereço de uma variável que receberá os dados lidos do arquivo pela função fread ou que será gravada no arquivo pela função fwrite. lista argumentos). Prototype: stdio. lista argumentos).h Exemplos: A seguir.As funções fread e fwrite são utilizadas blocos de dados.h Função: Leitura de dados formatados (fscanf) Sintaxe: int fscanf (FILE *fp. normalmente uma struct. exceto pelo fato de que elas operam com arquivos em disco.10 – fseek A função fseek é utilizada para ajustar o localizador de posição do arquivo. int num_bytes. int cont.c. int num_bytes.

char nome_do_arquivo[14]. unsigned int n. ch)). ch)). scanf(“%13s”. printf("Nome do arquivo: "). if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. fclose(fp). char reg[40]."r+b")) != NULL) { printf("ERRO: Arquivo já existe\n").h> #include <string. } while (!strchr("SsNn". } else if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. printf("Continua [S]im ou [N]ão ?").c #include <stdio. nome_do_arquivo).h> int main (void) { FILE *fp. printf("Nome do arquivo: "). fp). do { ch = getchar().h> int main (void) { FILE *fp. scanf(“%13s”. } while (strchr("Ss". sizeof(reg). // grava o registro n++. reg). // scanf não aceita espaços fwrite(reg.c #include <stdio. } } Programa exemplo (50): O programa permite abrir o arquivo de palavras e exibe-os na tela. char nome_do_arquivo[14]. 1. char reg[40]. char ch. 83 . n). unsigned int n."w+b")) == NULL) printf("Erro Fatal: Problema no disco\n").Programa exemplo (49): O programa permite criar um arquivo de palavras permitindo a gravação destas palavras. else { n = 0. // lista. fclose(fp). nome_do_arquivo). do { printf("%d: Palavra: ". // cria. scanf("%s".

if (ok) printf("%d: Palavra: %s\n".ch)). n. Para tanto é solicitado. printf("Continua [S/N] ? "). scanf(“%13s”. } } Programa exemplo (51): O programa permite consultar o arquivo de palavras. n++. SEEK_SET). do { ch = getchar(). n. fseek(fp. nome_do_arquivo). 1. else printf("ERRO: Registro NÃO existe\n"). fclose(fp). } while (strchr("Ss". // consulta. fp). Logo após o registro é exibido na tela. } while (!strchr("SsNn". 1. fread(reg.if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. char nome_do_arquivo[14]. char ch. while (!feof(fp)) { printf("%d: Palavra: %s\n". fread(reg."rb")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo não EXISTE\n"). printf("Nome do arquivo: "). sizeof(reg). o número do registro para ser calculado a posição deste registro no arquivo. sizeof(reg). &n). ok = fread(reg. unsigned int n. } } 84 . ao usuário.h> #include <string. scanf("%d". } fclose(fp). fp).ch)). else { n = 0."r+b")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo não EXISTE\n"). sizeof(reg). reg). else { do { printf("Número do registro: "). fp). if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. long int posicao.h> int main (void) { FILE *fp. posicao. reg).c #include <stdio.ok. posicao = n * sizeof(reg). 1. char reg[40].

int acesso).2 – write e read A função write grava tantos caracteres quantos forem o tamanho do buffer apontado pelo ponteiro buf para o arquivo em disco especificado por fd. 85 . Função: Abre um arquivo (open) Sintaxe: int open (char *nomearquivo.h e fcntl. creat e close A função open permite abrir/criar um arquivo em disco. uma variável inteira. 15. Função: Cria um arquivo (creat) Sintaxe: int creat (const char *nomearquivo.3 . int modo). Prototype: stdio. Um valor de retorno -1 (EOF) significa que open não pode abrir o arquivo. Função: Fecha um arquivo (close) Sintaxe: int close (int fd).3. (O acesso se relaciona ao Ambiente UNIX) A função creat cria um arquivo para operações de leitura e gravação.h Tabela 21: Tipos de acessos em arquivos Acesso O_RDONLY O_WRONLY O_RDWR O_CREAT O_TRUNC O_EXCL O_APPEND O_TEXT O_BINARY Efeito Apenas leitura Apenas gravação Leitura e gravação Cria e abre Abre com "truncation" Abre exclusiva Abre para incluir no fim Translação CR para LF Sem translação Observação: Se a função open obtiver sucesso (na abertura do arquivo).15. Prototype: stdio. Força a criação se o arquivo existe Acesso somente para leitura Acesso somente para escrita Acesso para leitura e escrita A função close fecha um arquivo.1 – open.Sistema de arquivo não bufferizado Ao contrário do sistema de entrada e saída de alto nível (sistema bufferizado). mas sim descritores de arquivos chamados handles do tipo int. ou seja. se não for capaz de fechar o arquivo. Devolve -1 (EOF).h e fcntl.h 15.3. Prototype: stdio. o sistema de baixo nível (sistema nãobufferizado) não utiliza ponteiros de arquivo do tipo FILE.h Tabela 22: Modos de acessos em arquivos Modo O_CREAT O_TRUNC O_APPEND O_EXCL O_RDONLY O_WRONLY O_RDWR Efeito Criar um arquivo se ele não existe Truncar o arquivo se ele existe Anexar no fim antes de cada gravação Excluir. será devolvido um inteiro positivo.

86 .3. Prototype: stdio. SEEK_END (fim) 15.6 – tell A função tell devolve a posição corrente do descritor. int tamanho). Prototype: stdio.h 15. char reg[40]. Prototype: stdio. long int num_bytes.5 – eof A função eof (end of file) devolve: (1) fim de arquivo. Prototype: stdio.h> #include <fcntl.3. Prototype: stdio. void *buf.c #include <stdio.4 – lseek A função lseek devolve o número de bytes (num_bytes) se obtiver sucesso. Prototype: stdio.3 – unlink A função unlink elimina um arquivo do disco (retorno: 0 sucesso ou 1 erro).h> int main (void) { int fd.h A função ponteiro buf. Sintaxe: int int eof (int fd). void *buf.h 15. read copia os dados lidos no buffer apontado pelo Função: Lê caracteres do arquivo (read) Sintaxe: int read (int fd. Sintaxe: long int tell (int fd). // criar. (0) não é fim de arquivo ou (-1) erro.3. Sintaxe: int unlink (const char *nomearquivo). int tamanho).h> #include <string.h fd: descritor do arquivo num_bytes: número de bytes desde a origem até a nova posição origem: SEEK_SET (início). int origem). SEEK_CUR (corrente). Sintaxe: long int lseek (int fd.h Programa exemplo (52): O programa permite criar um arquivo de palavras permitindo a gravação destas palavras.h 15.Função: Grava caracteres no arquivo (write) Sintaxe: int write (int fd.3.

close(fd). if ((fd = open(nome_do_arquivo.O_RDONLY. } while (strchr("Ss". reg). reg. char reg[40]. if ((fd = open(nome_do_arquivo.char nome_do_arquivo[14]. sizeof(reg)). do { ch = getchar()..\n").ch)).h> #include <fcntl. unsigned int n. } while (!strchr("SsNn".O_RDONLY. } while (error)."r")) == EOF) printf("ERRO: Arquivo NÃO existe . else { n = 0. 87 . unsigned int n. close(fd). n++. printf("Nome do arquivo: "). reg. n++. printf("Continua [S]im ou [N]ão ?"). char ch. char nome_do_arquivo[14]. do { error = read(fd. nome_do_arquivo). scanf("%s". int error.. do { printf("%d: Palavra: ".O_RDWR)) == EOF) printf("Erro Fatal: Problema no disco\n"). n). nome_do_arquivo). // error = 0 – fim do arquivo close(fd). write(fd.h> int main (void) { int fd. sizeof(reg)). printf("Nome do Arquivo: ").ch)). printf("%d: Palavra: %s\n". scanf(“%13s”. scanf(“%13s”. n. } } Programa exemplo (53): O programa permite abrir o arquivo de palavras e exibe-os na tela."r")) == EOF) if ((fd = creat(nome_do_arquivo. reg).c #include <stdio. } else { printf("ERRO: Arquivo já EXISTE\n"). else { n = 0. // listar.

} else printf("ERRO: Registro não existe\n"). nome_do_arquivo). n. Para tanto é solicitado. reg). reg). reg.printf(“%d palavra(s)\n”. lseek(fd.4 . ao usuário.. lseek(fd. scanf(“%s”. } while (strchr("Ss". scanf("%d". &n). unsigned int n. posicao. write(fd. scanf(“%s”. else { do { printf("Registro: "). printf("Nome do arquivo: "). Logo após o registro é exibido na tela e é solicitada a nova palavra. char ch. } while (!strchr("SsNn". sizeof(reg)).n). posicao.O_RDWR. } } Programa exemplo (54): O programa permite alterar o arquivo de palavras.h> int main (void) { int fd. close(fd). sizeof(reg))) { printf("%d: Palavra: %s\n".1 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.h> #include <string. printf("NOVA PALAVRA: ").. if (read(fd. char nome_do_arquivo[14]. SEEK_SET). // alterar.\n"). do { ch = getchar().h> #include <fcntl. if ((fd = open(nome_do_arquivo. char reg[40].Lista de exercícios (arquivos) 15. SEEK_SET).c #include <stdio."w")) == EOF) printf("ERRO: Arquivo NÃO existe . posicao = n * sizeof(reg).ch)).4. } } 15. O programa deve imprimir na tela o número de bytes (caracteres) e o número de linhas do arquivo ou ERRO: Arquivo não existe. 88 . printf("Continua [S]im ou [N]ão ? "). reg. long int posicao. o número do registro para ser calculado a posição deste registro no arquivo.ch)).

Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto e uma palavra.4. Número de linha: 70 <enter> ERRO: Linha não existe Número de linha: 0 <enter> ou ERRO: Arquivo não existe 15. k.C <enter> Arquivo destino: LISTA. j. O programa deve permitir ao usuário consultar o arquivo através da entrada via teclado do número da linha.TMP <enter> [+] Maiúsculo ou [-] Minúsculo: + <enter> (1234) Bytes convertidos 15. Exemplo: Nome do arquivo texto: PALAVRA.C <enter> Número de linha: 7 <enter> 7: int i.2 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.4 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome do arquivo texto fonte e o nome do arquivo texto destino. Exemplo: Arquivo fonte: LISTA.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de dois arquivos texto (origem e destino).4.4. O programa deve imprimir todas as linhas que possuem esta palavra.tmp <enter> (20345) Bytes copiados 15. O programa deve copiar o conteúdo do arquivo origem para o arquivo destino.4.C <enter> Palavra: if <enter> 23: if (fp == NULL) 33: if (ch == '\n') 89 .C <enter> (12345) Bytes (44) Linhas ou ERRO: Arquivo não existe 15.C <enter> Arquivo destino: LISTA. O programa deve imprimir a linha especificada ou ERRO: Linha não existe. Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA. Exemplo: Arquivo origem: LISTA. O programa deve converter o arquivo fonte para maiúsculo ou minúsculo (conforme escolha do usuário) gerando o arquivo texto destino.

DAT <enter> Nome: Beatriz Nome: Eva Nome: Debora Nome: Carla Nome: Fatima Nome: Ana 15.7 Escreva um programa em C (grava. k. Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.palavra)) (ch != '\n') (linha[i] == palavra[0]) (linha[k] != palavra[j]) (achei) 15. ou Número inicial: 70 <enter> Número final: 90 <enter> ERRO: Linhas não existem 15.c". O programa deve ler.8 Escreva um programa em C (ler. O programa deve permitir ao usuário inserir nomes (máximo 30 caracteres) neste arquivo via teclado.4. 9: long int bytes = 0.4.4.DAT <enter> Nome: Beatriz <enter> Nome: Eva <enter> Nome: Debora <enter> Nome: Carla <enter> Nome: Fatima <enter> Nome: Ana <enter> Nome: <enter> 15.4. Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES. 90 . Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário. j.6 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário. ordenar e gravar novamente os nomes no mesmo arquivo. O programa deve permitir ao usuário consultar o arquivo através da entrada via teclado do número inicial e número final.C <enter> Número inicial: 7 <enter> Número final: 9 <enter> 7: int i.37: 41: 59: 65: 69: if if if if if (compara(linha. 8: char tecla. O programa termina quando o usuário digitar <enter> na entrada do nome. O programa deve ler e imprimir na tela todos os nomes armazenados no arquivo pelo programa "grava. O programa deve imprimir desde a linha inicial até a linha final ou ERRO: Linhas não existem.9 Escreva um programa em C (sort.

O programa deve permitir ao usuário inserir nome (máximo 30 caracteres).c" (veja exemplo abaixo). Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS.4.DAT <enter> Nome: Paulo Roberto <enter> Idade: 41 <enter> Sexo [M/F]: m <enter> Nome: Renato Luis <enter> Idade: 38 <enter> Sexo [M/F]: m <enter> Nome: Ana Maria <enter> Idade: 44 <enter> Sexo [M/F]: f <enter> Nome: <enter> 15.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.DAT <enter> Ok. 15.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.DAT <enter> Nome: Paulo Roberto Idade: 41 Sexo: MASCULINO Nome: Renato Luis Idade: 38 Sexo: MASCULINO Nome: Ana Maria Idade: 44 Sexo: FEMININO 15. O programa deve verificar a quantidade de homens e a quantidade de mulheres no aquivo criado pelo programa "salva.c) para ver os nomes ordenados. idade e sexo) armazenados no arquivo pelo programa "salva. O programa deve ler e imprimir na tela todos os dados (nome.4.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário. arquivo ordenado Observação: Utilize o programa anterior (ler. O programa termina quando o usuário digitar <enter> na entrada do nome.12 Escreva um programa em C (conta.c".10 Escreva um programa em C (salva.4. Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS.11 Escreva um programa em C (list. Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS.DAT <enter> (2) Homens (1) Mulheres 91 . idade e sexo ([M]asculino ou [F]eminino) neste arquivo via teclado.Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES.

mas não ambos. . struct reg_cliente { // nome_da_estrutura char nome[30].salario = 1500.1. uma estrutura (struct) é uma coleção de campos que fazem referência a uma variável.1 . Exemplo: struct reg_cliente cliente[100]. ou seja.Matrizes de estruturas É possível criar matrizes de estruturas. struct nome_da_estrutura { tipo nome_variável. fornecedor. cliente[0]. . Tipos de dados definidos pelo programador 16.idade = 41. Cria-se um array (vetor) para guardar 100 ocorrências de cliente. nome_variável_estrutura. Uma estrutura propicia uma maneira conveniente de manter-se juntas informações relacionadas.Estruturas Em C.nome. cliente[99].00. cliente[0].salario = 500. float salario. } cliente.“Paulo”).16. Na definição de uma estrutura pode-se omitir o nome_da_estrutura ou a lista_de_variáveis deste tipo.Referência aos elementos da estrutura // lista_de_variáveis Para fazer referência aos elementos individuais de uma estrutura deve-se utilizar o operador “. } lista_de_variáveis.00. uma variável possui um conjunto de valores (que podem ser de tipos iguais ou diferentes – agregados heterogêneos). 92 .idade = 37.1 . Acesso ao primeiro elemento da estrutura: strcpy(cliente[0]. int idade.2 . 16. tipo nome_variável. .1. cliente[99]. Acesso ao último elemento da estrutura: strcpy(cliente[99]. 16.nome_campo Exemplo: cliente.” (ponto).nome.“Renato”). que as vezes é chamado de operador de seleção.idade = 18.

arg.h> struct TIPO { int a. struct reg_cliente *p.Passando estruturas para funções 16.3.1 . é passado apenas uma cópia do valor para a função. arg.a = 1000. 16.b = 500. Exemplo: #include <stdio.1. } (struct TIPO parm) parm.2 . Exemplo: struct reg_cliente { char nome[30]. Observação: parâmetro. Neste caso p é um ponteiro para a estrutura reg_cliente. printf("%d".1.16. p = &cliente.Ponteiros para estruturas C permite que ponteiros apontem para estruturas da mesma maneira como permite ponteiros para qualquer outro tipo de variável.3.1. int idade. void function (struct TIPO parm). }. printf("%c".3 .Passando estruturas inteiras É possível passar uma estrutura(struct) inteira para uma função. } cliente.idade). // parm é o parâmetro tipo estrutura O tipo do argumento deve coincidir com o tipo do // arg é o argumento 16.4 .b. function (arg). char ch. parm.a).Passando elementos da estrutura Desta forma. arg.ch).b).ch = ‘A’. } void function { printf("%d". int main (void) { struct TIPO arg. // o ponteiro p aponta para a variável cliente 93 . float salario. parm.1. Chamada da função: função (cliente.

struct nome_tipo_estrutura { tipo nome_1: comprimento. ou seja.2 . Um campo de bit deve ser do tipo int.Union Em C.Campos de bit C possui um método inerente de acesso a um único bit em um byte. pois codigo_disp ocupa 8 bits. Esta estrutura define três variáveis de um bit cada. Neste caso a variável i e ch ocupam a mesma localização da memória. mas sim. unsigned erro: 1. } codigo_disp. uma union (união) é uma localização de memória que é utilizada por várias variáveis diferentes. ou p->idade = 21. char ch. Exemplo: union u_type { int i. Este é baseado na estrutura.. 16. typedef unsigned char byte.idade = 21. tipo nome_2: comprimento. typedef tipo_base novo_nome_de_tipo. Observação: Exemplo: struct dispositivo { unsigned ativo: 1. 1 byte. }. Um campo de bit é apenas um tipo especial de estrutura que define o comprimento em bits que cada elemento terá.Para acessar um elemento de cliente através do ponteiro p devese escrever das seguintes formas: (*p). 16. Exemplo: typedef float real. unsigned pronto: 1.3 . 16. . um novo nome para um tipo existente. }. tipo nome_3: comprimento. os outros 5 bits ficam desocupados. unsigned int ou signed int. Realmente não se cria uma nova classe de dados. 94 .typedef C permite que o programador defina explicitamente novos nomes de tipos de dados utilizando a palavra reservada typedef. que podem ser de tipos diferentes (int ou char)..4 .

5.5. (Por default as variáveis locais são auto).5.real salario.5 . É próprio para variáveis de loop's (laços). o programa não poderá alterar uma variável declarada com o modificador const. 16.3 . O especificador register Se aplica apenas as variáveis int ou char. pois torna o laço mais rápido. 16. São diferentes das variáveis globais. mas mantém seus valores entre as chamadas. porque não são conhecidas fora de suas funções.30.5.O especificador auto O especificador auto é utilizado para declarar variáveis locais.5.2 . e não na memória.1 .2. exceto dar a variável um valor inicial. 16.5.O especificador extern O especificador extern diz ao compilador que os tipos de dados e nomes de variáveis que se seguem já foram declarados em um outro lugar (por exemplo.O modificador const Durante a execução. 16. O especificador register faz com que o compilador mantenha o valor das variáveis declaradas dentro dos registradores da CPU. outro programa fonte).2. Observação: Só pode ser utilizado em variáveis locais. onde as variáveis normais são armazenadas normalmente.Especificadores de classe de armazenamento 16. 16.Modificadores de acesso 16.O modificador volatile Utiliza-se o modificador volatile para dizer ao C que o valor de uma variável pode ser alterado sem uma especificação explícita do programa.4.Tipos de dados avançados byte n_dentes.2 . Exemplo: volatile int clock. 16.O especificador static As variáveis static são variáveis permanentes dentro de suas próprias funções.2.5. Exemplo: const float versao = 3.1.1 . 16. modificador_tipo tipo_básico lista_variáveis. 95 .5. C permite que seja aplicado vários modificadores de tipo aos tipos de dados básicos.1 .2 .2.1.

h> int main (void) { int a = 128. Exemplo: #include <stdio.5. else que tenham a seguinte forma geral: if (condição) comando_1. Tabela 23: Operadores bit a bit Operador & | ^ ~ >> << Ação And Or Or exclusivo (XOr) Complemento de um (Not) Deslocar para a direita (shift) Deslocar para a esquerda (shift) Deslocamento (shift): variável >> número de deslocamentos.a) : printf("Maior (b) -> %d\n". printf("b = %d\n". printf("a = "). Exemplo: #include <stdio.c).&b).5. scanf("%d".h> int main (void) { int a.5.2 . scanf("%d". b.&a). Forma geral: condição ? comando_1: comando_2. else devem ser comando simples não podendo serem comandos compostos..O operador ? Pode-se utilizar o operador ? para substituir comandos if . c. a > b ? printf("Maior (a) -> %d\n". } // a = 128 // b = 64 // c = 128 binário -> 10000000 binário -> 0100000 binário -> 1000000 96 .Operadores avançados 16. else comando_2.. b.b). b = a >> 1. } 16.3.. printf("c = %d\n". c = b << 1.3 .. printf("a = %d\n".b). printf("b = ").Operadores bit a bit Se referem ao teste.a).3. A principal restrição do operador ? é que os comandos do if . ajuste ou troca de bits reais por um byte ou palavra (podem ser de tipos char ou int).16.1 .

16.Formas abreviadas de C C tem abreviações especiais que simplificam a codificação de um certo tipo de comando de atribuição.3 . Exemplo: x = (y = 3. O compilador sempre avalia o lado esquerdo da vírgula como void.3. Forma normal: Forma abreviada: abreviada funcionará com todos os operadores variável = variável operador constante.O operador .4 . -> pode ser escrito como -> x += 10. y + 1). Esta forma aritméticos de C.3. x += 7. Pode-se utilizar a vírgula para juntar várias expressões. porque a vírgula tem precedência mais baixa que o operador de atribuição. x = x + 7. Exemplo: x = x + 10. variável operador= constante. Os parênteses são necessários. a expressão do lado direito ficará sendo o valor de toda expressão separada por vírgula.5.5. Primeiramente é atribuído o valor 3 a y e depois atribuído o valor 4 a x.16. 97 . Assim.

As listas lineares encadeadas possuem um header (cabeça) que armazena o primeiro elemento da lista. o último na pilha é o primeiro a sair dela. Listas lineares As listas lineares encadeadas (filas e pilhas alocadas dinamicamente) permitem alocação indeterminada de elementos em uma estrutura de dados. b) Segundo: É que a informação do número de elementos da lista é obtido somente por uma varredura completa na lista. ou seja. tendo como característica básica. Os elementos são alocados na memória RAM dinamicamente. Uma lista encadeada tem por característica um elo de ligação entre um elemento e outro. apenas numa direção. uma lista encadeada é alocada dinamicamente. que os elementos são alocados em posições diferentes (aleatórias) na memória.17. Para resolver estes dois problemas pode-se utilizar um descritor da seguinte maneira: As vantagens de um descritor são:   Conhecer o número de elementos da lista linear sem ter que percorrê-la. do primeiro ao último elemento. ou seja. Figura 18: Representação de uma lista encadeada Dois problemas existem em uma lista encadeada: a) Primeiro: É que as listas são percorridas seqüencialmente. Acessar o último elemento facilitando a inserção ou remoção no final da lista. Pilha: Estrutura dos dados é feita Forma de acesso: elemento a entrar linear organizada de forma que a entrada e a saída na mesma extremidade. onde os elementos são alocados estaticamente e em posições contíguas na memória RAM. LIFO (Last Input First Output). As listas podem ser organizadas como: pilhas ou filas. 98 . Ao contrário de um vetor.

int pop (struct PILHA *p. struct PILHA { struct NODO *topo. 2 e 3 17. o primeiro elemento a entrar na fila é o primeiro a sair da fila. }.Fila: Estrutura linear organizada em forma que a entrada dos dados é feita por uma extremidade da lista linear e. int *info). 2 e 3 Saída: 3.Implementação de uma pilha Programa exemplo (55): O programa permite inserir números inteiros em uma pilha. a saída. 2 e 1 Funcionamento desta fila: Entrada: 1. int valor).Entrada de Dados S .h> #include <string. int *info). 2 e 3 Saída: 1.Saída de Dados Figura 19: Representação de uma fila e uma pilha Funcionamento desta pilha: Entrada: 1. E . 1 2 3 // informação // elo para o próximo elemento 99 . Forma de acesso: FIFO (First Input First Output). }. é feita na outra extremidade.c #include <stdio. // pilha. struct NODO *elo. ou seja.h> #include <stdlib. void cria_pilha (struct PILHA *p).1 . void destroi_pilha (struct PILHA *p). todos os números da pilha são listados. int push (struct PILHA *p. void imprime_erro (int erro). Quando o número digitado for igual à zero (0). int consulta_pilha (struct PILHA p.h> #define SUCESSO #define FALTA_DE_MEMORIA #define PILHA_VAZIA struct NODO { int info.

// ------------------------------------ cria_pilha void cria_pilha (struct PILHA *p) { p->topo = NULL; } // ------------------------------------ push int push (struct PILHA *p, int valor) { struct NODO *t; t = (struct NODO *) malloc(sizeof(struct NODO)); if (t == NULL) return(FALTA_DE_MEMORIA); else { t->info = valor; t->elo = p->topo; if (p->topo == NULL) t->elo = NULL; p->topo = t; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ pop int pop (struct PILHA *p, int *info) { struct NODO *t; if (p->topo == NULL) return(PILHA_VAZIA); else { t = p->topo; *info = t->info; p->topo = t->elo; free(t); return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ consulta_pilha int consulta_pilha (struct PILHA p, int *info) { struct NODO *t; if (p.topo == NULL) return(PILHA_VAZIA); else { t = p.topo; *info = t->info; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ imprime_erro void imprime_erro (int erro) { switch (erro) { case FALTA_DE_MEMORIA: printf("ERRO: Falta de memória, tecle algo\n"); break; case PILHA_VAZIA: printf("ERRO: Pilha vazia, tecle algo\n"); break; } } // ------------------------------------ destroi_pilha void destroi_pilha (struct PILHA *p)

100

{ struct NODO *t; t = p->topo; if (p->topo != NULL) while (p->topo != NULL) { t = p->topo->elo; printf("Info: %d\n", p->topo->info); free(p->topo); p->topo = t; } printf("Ok, Dados Destruidos\n"); p->topo = NULL; } // ------------------------------------ main int main (void) { struct PILHA p; int valor, erro; char ch; cria_pilha(&p); do { printf("[P]ush, P[O]p, [C]onsultar ou [F]im ?"); do { ch = toupper(getchar()); } while (!strchr("POCF", ch)); if (ch == 'P') { printf("Valor: "); scanf("%d", &valor); } switch (ch) { case 'P': erro = push(&p, valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); break; case 'O': erro = pop(&p,&valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); else printf("Informação Excluída: %d\n",valor); break; case 'C': erro = consulta_pilha(p, &valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); else printf("Valor: %d\n", valor); break; } } while (ch != 'F'); destroi_pilha(&p); }

17.2 - Implementação de uma fila Programa exemplo (56): O programa permite inserir números inteiros em uma fila. Quando o número digitado for igual à zero (0), todos os números da fila são listados.
// fila.c #include <stdio.h> #include <stdlib.h> #include <string.h> #define SUCESSO #define FALTA_DE_MEMORIA #define FILA_VAZIA struct NODO { int info; 1 2 3 // informação

101

struct NODO *elo; // elo para o próximo elemento }; struct FILA { struct NODO *primeiro; int tamanho; struct NODO *ultimo; }; void cria_fila (struct FILA *f); int incluir_fila (struct FILA *f, int valor); int excluir_fila (struct FILA *f); int consultar_fila (struct FILA f, int *j); void imprime_erro (int erro); // ------------------------------------ cria_fila void cria_fila (struct FILA *f) { f->primeiro = NULL; f->tamanho = 0; f->ultimo = NULL; } // ------------------------------------ incluir_fila int incluir_fila (struct FILA *f, int valor) { struct NODO *t; t = (struct NODO *) malloc(sizeof(struct NODO)); if (t == NULL) return(FALTA_DE_MEMORIA); else { t->info = valor; t->elo = NULL; if (f->ultimo != NULL) f->ultimo->elo = t; f->ultimo = t; if (f->primeiro == NULL) f->primeiro = t; f->tamanho = f->tamanho + 1; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ excluir_fila int excluir_fila (struct FILA *f) { struct NODO *t; if (f->primeiro == NULL) return(FILA_VAZIA); else { t = f->primeiro; printf("Elemento Excluido: %d\n",t->info); f->primeiro = t->elo; f->tamanho = f->tamanho - 1; free(t); if (f->primeiro == NULL) f->ultimo = NULL; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ consultar_fila int consultar_fila (struct FILA f, int *j) { struct NODO *t; if (f.primeiro == NULL) return(FILA_VAZIA); else {

102

case 'E': erro = excluir_fila(&f). int valor. } } while (ch != 'F'). } } // -----------------------------------. break. if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). &valor). } // -----------------------------------. if (ch == 'I') { printf("Valor: ").imprime_erro void imprime_erro (int erro) { switch (erro) { case FALTA_DE_MEMORIA: printf("\nERRO: Falta de memória. break.primeiro. } switch (ch) { case 'I': erro = incluir_fila(&f. destroi_fila(&f). valor). } printf("Ok. scanf("%d". f->primeiro = t->elo. t->info). &valor). } 103 . ch)).main int main (void) { struct FILA f. else printf("Valor: %d\n". if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). return(SUCESSO). [C]onsultar ou [F]im ?"). [E]xcluir. case 'C': erro = consultar_fila(f. Dados Destruidos\n"). tecle algo\n"). if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). cria_fila(f). case FILA_VAZIA: printf("\nERRO: Fila vazia. char ch. valor). tecle algo\n").destroi_fila void destroi_fila (struct FILA *f) { struct NODO *t. } // -----------------------------------. erro. if (f->tamanho > 0) while (f->primeiro != NULL) { t = f->primeiro. printf("Info: %d\n". } while (!strchr("IECF".} t = f. do { printf("[I]ncluir. cria_fila(&f). break. break. *j = t->info. do { ch = toupper(getchar()). free(f->primeiro). break.

3 . }.17. case 'D': insere_direita(&d.n). // dupla. } while (!strchr("ED". exibir_lista_esquerda (struct DESCRITOR d). int n).c #include #include #include #include <stdio. int n. struct ELEMENTO *posterior. scanf("%d". pois este tipo de lista pode ser percorrida em duas direções (para a direita e para a esquerda). A exibição dos elementos da lista pode ser feita pela esquerda ou direita. insere_direita (struct DESCRITOR *d.h> <ctype. Programa exemplo (57): O programa permite inserir números inteiros em uma lista duplamente encadeada. break. int n. do { op = toupper(getchar()).Lista duplamente encadeada Uma lista duplamente encadeada possui um elo para o elemento anterior e um elo para o elemento posterior. switch (op) { case 'E': insere_esquerda(&d. struct ELEMENTO *ultimo. Possui uma vantagem sobre a lista encadeada. }. inicializa_descritor(&d). int dado.n).h> <string. insere_esquerda (struct DESCRITOR *d.main int main (void) { struct DESCRITOR d. &n). A inserção pode ser pela esquerda ou a direita. do { printf("Número [0-Sair]: "). char op. if (n != 0) { printf("Inserir a [E]squerda ou [D]ireita ?").h> <stdlib. int n).h> struct ELEMENTO *anterior. struct DESCRITOR { struct ELEMENTO *primeiro. op)). 104 . struct ELEMENTO { // -----------------------------------. exibir_lista_direita (struct DESCRITOR d). void void void void void inicializa_descritor (struct DESCRITOR *d).

q->anterior = p. [D]ireita ou [F]im?"). } // -----------------------------------. case 'D': exibir_lista_direita(d). d->primeiro = p.break. } else { q = d->primeiro. p->posterior = NULL. } // -----------------------------------. } } } while (n != 0). break. p = (struct ELEMENTO *) malloc(sizeof(struct ELEMENTO)). p->anterior = NULL. d->ultimo = p. switch (op) { case 'E': exibir_lista_esquerda(d). d->n = 1. } } } 105 . d->n = d->n + 1. do { printf("Listar: [E]squerda. } while (!strchr("EDF". op)). d->n = 0. int n) { struct ELEMENTO *p. } } while (op != 'F'). if (p == NULL) printf("ERRO: Falta de Memória\n"). break. p->posterior = q. d->primeiro = p. d->ultimo = NULL. else { if (d->n == 0) { p->anterior = NULL. p->dado = n. p->dado = n. do { op = toupper(getchar()).inicializa_descritor void inicializa_descritor (struct DESCRITOR *d) { d->primeiro = NULL.*q.insere_esquerda void insere_esquerda (struct DESCRITOR *d.

p->dado). } else { q = d->ultimo.*q. p->dado = n. p = p->posterior. p->dado). while (p->anterior != NULL) { printf("Valor: %d\n". p->dado). q->posterior = p. p = d. d->n = 1. 106 . p = d. } } } // -----------------------------------. d->ultimo = p.ultimo.primeiro.insere_direita void insere_direita (struct DESCRITOR *d.// -----------------------------------. p = p->anterior. p->anterior = q. } // -----------------------------------. int n) { struct ELEMENTO *p. d->n = d->n + 1. d->ultimo = p. else { if (d->n == 0) { p->anterior = NULL. if (p == NULL) printf("ERRO: Falta de memória\n"). d->primeiro = p. p = (struct ELEMENTO *) malloc(sizeof(struct ELEMENTO)). while (p->posterior != NULL) { printf("Valor: %d\n". p->posterior = NULL. } printf("Valor: %d\n".exibir_lista_direita void exibir_lista_direita (struct DESCRITOR d) { struct ELEMENTO *p. p->posterior = NULL. p->dado = n.exibir_lista_esquerda void exibir_lista_esquerda (struct DESCRITOR d) { struct ELEMENTO *p.

O formato do relógio deve ser hh:mm:ss.} printf("Valor: %d\n". p->dado).2 Escreva um programa em C que exibe a data na tela. O formato da data deve ser dd:mm:aaaa.1 Escreva um programa em C que exibe um relógio na tela. 107 . Lista de exercícios gerais 18. } 18. 18.

char *s).h> <signal. 108 . void troca(int *x. void final(int min.c (Kubuntu .Anjuta) // Autor: Paulo Roberto Gomes Luzzardi // Data: 15/06/2006 // --------------------------------------------------------. int seg). void relogio(int *h. int posicao_palavra(int pos).h> // biblioteca ncurses // --------------------------------------------------------. int l. Programas exemplos usando ncurses 19. void exibe_palavras_sorteadas(void). int *y). void sorteia_palavras(int n).1 Jogo de Caça-Palavras O jogo de caça-palavras abaixo demonstra a utilização biblioteca “ncurses” específica para terminal em modo texto. void exibe_palavras(void). int n. int *m. int l.definicoes #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define ESC ENTER UP DOWN LEFT RIGHT 27 13 259 258 260 261 COLOR_GREEN COLOR_GREEN COLOR_BLUE COLOR_YELLOW COLOR_RED COLOR_BLUE COLOR_RED COLOR_WHITE COLOR_RED COLOR_YELLOW COLOR_YELLOW COLOR_CYAN COR_TEXTO COR_PALAVRA COR_PALAVRAS COR_TELA COR_XIS COR_ACERTO COR_FINAL COR_RECORDE COR_TEMPO COR_NOME COR_RELOGIO COR_PARABENS // --------------------------------------------------------. void STRING(int c. int min. int l).h> <ctype.19.h> <time.prototypes void tela(void). void novo_recorde(char *s. int n).h> <stdlib. de // palavras. void apaga_linha(int c.includes #include #include #include #include #include #include <string. int *s). int seg). void tempo(int c.h> <curses. int procura_palavra(char *s).

int RANDOM(int inic. void textcolor(int cor). float faixa). void textcolorlight(int cor).// --------------------------------------------------------.COLOR_BLACK). j = inic + (int) ((faixa+1. // não converte NL em CR/NL (void) cbreak().randomize 109 . void randomize(void). int l) { move(l-1. // saída em cores if (has_colors()) { start_color(). } // --------------------------------------------------------. void gotoxy(int c.COLOR_RED.COLOR_BLACK).0)). init_pair(6. refresh(). init_pair(1. float faixa) { int j. attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)). system("clear").COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------.RANDOM int RANDOM(int inic. // inicializa a biblioteca curses keypad(stdscr. } // --------------------------------------------------------. init_pair(3.COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------.COLOR_BLACK). init_pair(7. void clrscr(void).COLOR_MAGENTA. refresh().COLOR_BLUE. } // --------------------------------------------------------. } } // --------------------------------------------------------.gotoxy void gotoxy(int c.COLOR_GREEN. // mapeamento do teclado (void) nonl().COLOR_BLACK). void flushall(void). // não espera por \n (void) echo().finaliza_janelas void finaliza_janelas(void) { endwin(). void finaliza_janelas(void).inicializa_janelas void inicializa_janelas(void) { initscr().c-1).COLOR_CYAN.flushall void flushall(void) { getchar(). TRUE). init_pair(5. init_pair(4. return(j). int l). init_pair(2.COLOR_WHITE.clrscr void clrscr(void) { clear().prototypes void inicializa_janelas(void).0) * rand() / (RAND_MAX + 1.COLOR_BLACK).COLOR_YELLOW. // --------------------------------------------------------.

j."carambola". } dados."ameixa".void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)).mi = 0."acerola".i. exibe_palavras_sorteadas(). relogio(&hi.si. randomize()."pera". int ma. int minutos. } // --------------------------------------------------------."figo".c = 40. if (sa < 0) sa = sa + 60. inicializa_janelas().linha[21]. do { relogio(&ht.mt. tela(). int click = TRUE. #define NPAL 24 #define PSORT 8 char frutas[NPAL][10] = {"abacaxi". unsigned short letras[21][61]."caqui".x."marmelo"}."cereja"."banana". clrscr(). } textcolor(COR_TEMPO).si = 0. struct { char nome[31]. sorteia_palavras(PSORT).&st). } // --------------------------------------------------------."lima".&si).st."nectarina". if (sa == 58) incrementa = TRUE."pitanga".incrementa = FALSE.troquei. char *nome_arquivo = "recorde."kiwi". char sit[NPAL]. char s[10]. textcolor(COR_TEXTO).t. int segundos.variaveis FILE *fp. int temp[NPAL]."caju".sa.y. ma = 0. int ht. incrementa = FALSE. "morango".textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD).k.22). exibe_palavras(). "pessego".&mi.acertos = 0."bergamota"."abacate". gotoxy(30."pomelo"."goiaba".palavra[10].l2.&mt.recorde. // --------------------------------------------------------."amora". int hi = 0.acertou[NPAL].c2. if (sa == 0 && incrementa) { ma++. 110 .w.main int main(void) { int tecla. int l = 12. sa = st .pal"."tangerina".c1. } // --------------------------------------------------------."laranja".textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)). int l1.

gotoxy(c. textcolor(COR_TELA). printw("x").ma. c2 = c. printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". tecla = getch(). j = strlen(frutas[y]).s). tempo(56. k++. } else { l2 = l. printw("%s".1). for (i = 0. for (t = c1.l).c-19). x++. gotoxy(1. gotoxy(1. gotoxy(5.5). textcolor(COR_ACERTO). textcolor(COR_RELOGIO). textcolor(COR_TEXTO).printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n".ma. if (c2 < c1) { troca(&c1. printw("%c".l).l).4). if (y != -1) { k = 0. gotoxy(c1. gotoxy(1. c1 = c.3).8+w).acertos). gotoxy(2. if (l1 == l2) { troquei = FALSE. textcolorlight(COR_PALAVRA).t++) { palavra[x] = letras[l][t]. gotoxy(c.22). click = TRUE. printw("(%2d) Acertos". textcolor(COR_XIS).sa). textcolor(COR_TEXTO). } s[k] = (char) NULL. printw("%c".frutas[y]). textcolor(COR_TEXTO).letras[l][c]). textcolorlight(COR_PALAVRA). y = procura_palavra(palavra). w = posicao_palavra(y). printw("%s". if (tecla != UP && tecla != DOWN && tecla != LEFT && tecla != RIGHT) { textcolor(COR_TEXTO). printw("(%2d) Coluna".l).sa). } if (tecla == ENTER) { if (click) { l1 = l. printw("(%2d) Linha". click = FALSE. } palavra[x] = (char) NULL.i++) { s[k] = frutas[y][i].t <= c2. } x = 0. gotoxy(c.i < j.&c2). troquei = TRUE. textcolor(COR_TEMPO).l-4). gotoxy(30.letras[l][c]).8+w). 111 . acertos++. letras[l][c1+i] = s[k].

finaliza_janelas(). } } // --------------------------------------------------------.letras[l2][c2]). textcolor(COR_NOME). } else { letras[l2][c2] = tolower(letras[l2][c2]). } gotoxy(2.5). gotoxy(32.sizeof(recorde). } } while (tecla != 27).1). if (c > 60) c = 20.l++) for (c = 20. if (c < 20) c = 60. printw("[ESC] Abandona").l. gotoxy(33. tempo(56.} } switch (tecla) { case UP: l--. gotoxy(20. printw("CA%cA PALAVRAS". break.3). gotoxy(2. gotoxy(20.sa).nome).letras[l1][c1]).4). printw("Tempo: ").3).tela void tela(void) { int c. printw("%c".4). if (l > 20) l = 5.199). if (l < 5) l = 20.l1). return(1). case DOWN: l++."r+b").25). 112 .22). if (fp != NULL) { fread(&recorde. textcolor(COR_TELA).l < NPAL. printw("Recordista: "). printw("-> Use as setas para procurar palavras <-". break. case LEFT: c--. refresh(). if (acertos == PSORT) final(ma. textcolor(COR_RECORDE). gotoxy(27. for (l = 0.l <= 20. break.24).l2). gotoxy(c1. case RIGHT: c++.c <= 60.231).1). gotoxy(c2.acertos).recorde. printw("%s". gotoxy(20. for (l = 5. } else if (!troquei) { letras[l1][c1] = tolower(letras[l1][c1]).c++) letras[l][c] = RANDOM(97.1. printw("%2d". break. printw("%c".l++) temp[l] = -1.fp). fp = fopen(nome_arquivo.

i++) linha[i] = -1.15). } sit[j] = 'S'. } for (i = 0. l = RANDOM(5.recorde. x++. fclose(fp).i <= 20.letras[l][c]). y = c + t. linha[l] = l.t.c++) { gotoxy(c. } // -------------------------------------------------------.i < NPAL.c <= 60. x = 0.l).t < NPAL.exibe_palavras_sorteadas void exibe_palavras_sorteadas(void) { int t. i++.l = 8. textcolor(COR_TEXTO).exibe_palavras void exibe_palavras(void) { int c.NPAL-1). for (i = 0. while (linha[l] != -1) { l++.z++) { letras[l][z] = frutas[j][x].l++) for (c = 20.x.j. acertou[i] = TRUE. } // --------------------------------------------------------. } linha[l] = l. if (sit[j] == 'N') { t = strlen(frutas[j]). if (l >= 20) l = 5. h++. c = RANDOM(20.t. for (t = 0.l. } } while (i <= n).y. printw("%c". for (z = c. if (y > 60) c = c .t++) if (temp[t] != -1) { 113 .sorteia_palavras void sorteia_palavras(int n) { int i.minutos. l = RANDOM(5.segundos).h = 0.l <= 20. for (l = 5. temp[h] = j.30).15). } } // --------------------------------------------------------. do { j = RANDOM(0. textcolorlight(COR_PALAVRAS). i = 1.z < c+t.l.z.recorde.i++) { sit[i] = 'N'.} printw("%02d:%02d". int c.

} // --------------------------------------------------------.fp).dados. if (fp == NULL) { fp = fopen(nome_arquivo. fwrite(&dados. int c. } textcolor(COR_TEXTO). for (t = 0."w+b"). dados. for (i = 0. fwrite(&dados. gotoxy(20. segundos_atual = seg + min * 60. } r[j] = (char) NULL. j = 0.22.segundos_atual.22.fp). int segundos_recorde. n = strlen(s). // --------------------------------------------------------.t < NPAL. char r[10].t++) { n = strlen(frutas[t]). fp = fopen(nome_arquivo.22).nome.minutos * 60.dados.nome. if (fp != NULL) { textcolor(COR_RECORDE). dados.sizeof(dados). for (i = 0.} gotoxy(1.i < n."r+b"). STRING(37.segundos).minutos. fclose(fp).segundos = seg. printw("Qual o seu Nome: ______________________________").i. i = (int) strcmp(r.dados.1. if (i == 0 && acertou[t]) { acertou[t] = FALSE. fclose(fp).l. } } else { segundos_recorde = recorde.segundos). } } return(-1). } 114 . gotoxy(20. int seg) { char tecla. novo_recorde(dados.nome). novo_recorde(dados.final void final(int min.nome).minutos = min.30.i++) { r[j] = toupper(frutas[t][i]). if (segundos_atual < segundos_recorde) { textcolor(COR_RECORDE).j. l++.segundos = seg.procura_palavra int procura_palavra(char *s) { int t.minutos = min.frutas[temp[t]]).1. dados.dados.segundos + recorde.i. STRING(37.sizeof(dados).22).minutos. printw("Qual o seu Nome: ______________________________").s).30.i++) s[i] = toupper(s[i]). printw("[ ] %s". dados.dados.i < n. j++.n. return(t).dados.l).

} // --------------------------------------------------------.50).novo_recorde void novo_recorde(char *s. time(&now).i++).3. gotoxy(20. int *s) { time_t now.l). time(&now).l <= 20. for (l = 5. int i.22). int min.seg).l++) for (c = 20. *x = *y. } // --------------------------------------------------------.50). apaga_linha(32. printw("NOVO RECORDE. } // --------------------------------------------------------. printw("Tecle [ENTER] para finalizar"). } // --------------------------------------------------------. gotoxy(c. system("clear"). int l) { time_t now.min.i <= 900000. strcpy(s.x.41). textcolor(COR_NOME).4). apaga_linha(20. for (i = 0. apaga_linha(20. endwin(). apaga_linha(20. printw(" -> Winner"). do { tecla = getch(). // pausa } textcolor(COR_TEXTO). printw("Recordista: ").30).24.} textcolorlight(COR_FINAL). gotoxy(32. exit(1).min.ctime(&now)). gotoxy(27.c++) { gotoxy(c. } while (tecla != ENTER && tecla != ESC).seg).c <= 60. printw("Tempo: ").s). char st[30].22. printw("%02d:%02d". PARAB%cNS".24). printw("%s". int seg) { textcolor(COR_RECORDE). printw("%s". t = *x.troca void troca(int *x.temp[5].s). gotoxy(24. *y = t. int *m.3). int *y) { int t. textcolorlight(COR_PARABENS). gotoxy(20. char s[30].relogio void relogio(int *h.tempo void tempo(int c.4). gotoxy(27.l). printf("TEMPO GASTO [%02d:%02d]".22. gotoxy(30.22).201). 115 .3).

} temp[x] = (char) NULL. *s = atoi(temp).i++) if (temp[i] == pos) return(i).tecla). return(-1). for (i = 17. *h = atoi(temp).i <= 15. int n) { int i.l). s[i] = (char) NULL. x = 0.i < PSORT. printw("%c". for (i = 14. printw(" ").i++) { temp[x] = st[i]. } temp[x] = (char) NULL. int n. gotoxy(c.ctime(&now)).STRING void STRING(int c.l). for (i = 0. x++. } temp[x] = (char) NULL. c--. do { gotoxy(c. gotoxy(c. x = 0.posicao_palavra int posicao_palavra(int pos) { int i. } // --------------------------------------------------------.l).l). x++.l). tecla = getch(). gotoxy(c.i++) { temp[x] = st[i].i <= 12. x = 0. int l. if ((tecla >= 'A' && tecla <= 'Z') || (tecla >= 'a' && tecla <= 'z') || tecla == 32) { gotoxy(c. char *s) { char tecla. i++. // --------------------------------------------------------. int l. int i = 0. c++. } // --------------------------------------------------------. 116 . printw(" "). *m = atoi(temp). s[i] = tecla.} strcpy(st. for (i = 11. s[i] = (char) NULL. x++.i++) { temp[x] = st[i]. } if (tecla == 127 && i >= 1) { i--.i <= 18.apaga_linha void apaga_linha(int c. } } while (tecla != ENTER && i < n).

do { time(&tempo).365] informação sobre mudança da hora A função time() obtém a informação do operacional Linux e retorna no formato time_t.i++) printw(" "). (long) tempo).gotoxy(c. struct tm *data. hora. tm_year..23] dia do mês [1. tm_min. tm_sec... for (i = 1. tm_isdst. } 19.. 117 . mês. etc).2 Relógio em Linux O seguinte programa demonstra “time.c #include <stdio. // // // // // // // // // segundos [0. tm_hour..h” possui dois tipos de dados que suportam informação temporal: time_t: possui a informação de calendário (data + hora) num único número que representa um instante de tempo. relógio do sistema A função localtime() obtém a informação do relógio do sistema operacional Linux no formato struct tm.6] dia do ano (desde 1 Janeiro) [0. tm_yday..l). ano.h> #define ESC 27 int main(void) { time_t tempo. Sintaxe da função: struct tm localtime(time_t *t).s. printf("Data em segundos: %ld\n".11] ano (desde 1900) [0. char tecla.m. struct tm { int int int int int int int int int }..h> #include <stdlib.] dia da semana (desde Domingo) [0. tm_mon.59] hours [0. Este número representa o total de segundos que passaram desde as zero horas de 1 de Janeiro de 1970 (a data zero para os sistemas UNIX). struct tm: é usado para representar um instante de tempo no formato dividido por classes (dia. Protótipo da função: time_t time(time_t *t). int h. tm_wday. a utilização da biblioteca A biblioteca “time. // relogio.i <= n.59] minutos [0.h> #include <time..31] mês (meses desde Janeiro) [0.h” exibindo um relógio na tela. tm_mday. data.

int random(int n).h> <sys/select. void clrscr(void).s). data->tm_mday). data->tm_mon+1). void textcolorlight(int cor). void gotoxy(int c. 118 . m = data->tm_min. s = data->tm_sec. } while (tecla != ESC). int l). printf("Horario Atual:\n"). void delay(int espera).data = localtime(&tempo).c” Abaixo é mostrado uma biblioteca que simula as principais funções da biblioteca “conio. void endconio(void). int l).m). tais como: clrscr. data->tm_year+1900).Abandona . h = data->tm_hour. } 19. random. printf("[ESC] .h // -----------------------------. void delay(int espera). void flushall(void). delay.3 Biblioteca “conio. void textcolor(int cor). int kbhit(void). // conio. flushall. tecla = getchar(). void randomize(void). printf("Data de Hoje\n").h> <signal.h”. randomize.h” + “clock.h> <time.Atualiza: ").prototypes void initconio(void). void randomize(void). printf(" Ano: %d\n". void textcolorlight(int cor). textcolor.cores #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN YELLOW BLUE MAGENTA CYAN WHITE COLOR_BLACK COLOR_RED COLOR_GREEN COLOR_YELLOW COLOR_BLUE COLOR_MAGENTA COLOR_CYAN COLOR_WRITE // --------------------------------------------------------. void flushall(void). gotoxy.h). printf(" Minutos: %d\n". printf(" Horas: %d\n". Protótipos da Funções desta biblioteca: void clrscr(void).h> // --------------------------------------------------------.includes #include #include #include #include <curses. printf(" Dia: %d\n". printf(" Segundos: %d\n". int random(int n). void gotoxy(int c. void textcolor(int cor). textcolorlight e kbhit. printf(" Mes: %d\n".[ENTER] .

COLOR_WHITE. init_pair(6. } // --------------------------------------------------------. // --------------------------------------------------------. } // --------------------------------------------------------. } // ---------------------------------------------------------. refresh(). } // --------------------------------------------------------. system("clear"). init_pair(1. int l) { move(l-1. } // --------------------------------------------------------.c-1).clrscr void clrscr(void) { clear().gotoxy void gotoxy(int c. init_pair(7.COLOR_BLACK).int kbhit(void). init_pair(5. attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)). if (has_colors()) { start_color(). return(t).delay void delay(int espera) { clock_t t.initconio void initconio(void) { initscr(). keypad(stdscr.randomize void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)). TRUE).COLOR_BLACK).COLOR_BLUE.COLOR_MAGENTA. t = rand() % n. init_pair(4.COLOR_BLACK).flushall void flushall(void) { getchar().COLOR_BLACK).COLOR_BLACK). (void) cbreak(). (void) echo(). init_pair(2.COLOR_BLACK). refresh().COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------. } } // --------------------------------------------------------.COLOR_GREEN.endconio void endconio(void) { endwin().COLOR_RED. init_pair(3.COLOR_YELLOW. (void) nonl(). 119 .random int random(int n) { int t.COLOR_CYAN.

while (clock() <= t). printw("Hora: %02d:%02d:%02d". data = localtime(&tempo).m.tv_sec=0.m. gotoxy(1.includes #include <stdio. } // --------------------------------------------------------.h" #include <time. return(0).textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)). } Programa Principal: clock.c // clock.h> #include "conio. h = data->tm_hour.&read_fd)) return(1). int h.1).textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD).h> // --------------------------------------------------------.s).4 Biblioteca “conio.&read_fd).tv_usec=0. endconio(). if (FD_ISSET(0.main int main(void) { time_t tempo.&tv) == -1) return(0).c // --------------------------------------------------------. tv.t = clock() + espera.h”. // função obrigatória clrscr(). // função obrigatória } 19. } // --------------------------------------------------------.h” completa Abaixo é mostrado uma biblioteca funções da biblioteca “conio. do { time(&tempo). initconio().NULL. que simula as principais 120 .h. m = data->tm_min. &read_fd. textcolor(BLUE). } while (!kbhit()). fd_set read_fd. } // --------------------------------------------------------. char tecla.s. FD_SET(0. s = data->tm_sec. if (select(1.NULL. FD_ZERO(&read_fd). tv. struct tm *data.kbhit int kbhit(void) { struct timeval tv.

void cursor(void). GREEN. BROWN. void clreol(void). int kbhit(void). int wherey(void).). void textmode(int unused_mode). BW40=0.). cury. void clrscr(void). C80. void window(int left. normattr.. #define BLINK 128 121 . struct text_info { unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned }. MAGENTA. YELLOW. void cputs(char *str). int cprintf(char *format. winright. screenheight. void textattr(int attribute). screenwidth. void normvideo(void). int cscanf(const char *format.h // conio. int bottom). Biblioteca: conio. void insline(void).h> <string. int right. LIGHTGRAY. WINDOW *conio_scr. BLUE. C40.h> <unistd. curx. LIGHTMAGENTA. CYAN.h> <stdio. void textcolor(int color).. . BW80. void highvideo(void).. int top. void textbackground(int color).Protótipos das Funções desta biblioteca: void initconio(void).h #include #include #include #include #include #include <stdarg. int putch(int c). LIGHTGREEN. C4350=64}. attribute.h> int directvideo. RED. int y).h> <pwd. void gettextinfo(struct text_info *r). wintop. WHITE}.. void delline(void). enum text_modes {LASTMODE=-1. int key(void). MONO=7. int getche(void).h> <curses. LIGHTRED. char char char char char char char char char char char winleft. winbottom. enum COLORS {BLACK. LIGHTCYAN. char *cgets(char *str). int wherex(void). char color_warning. LIGHTBLUE. void lowvideo(void). void nocursor(void). currmode. void gotoxy(int x. DARKGRAY. void doneconio(void). .

int colortab(int a) { switch(a) { case 0 : return COLOR_BLACK. int int int int int int int int wherex(void). cputs(char *str). static int txtattr.).void initconio(void). putch(int c). cscanf(const char *format. int directvideo. void nocursor(void). gotoxy(int x. wherey(void). textcolor(int color). int bottom). gettextinfo(struct text_info *r). key(void). inpw(unsigned port).. else txtattr|=A_NORMAL. unsigned value). int right.0).. txtattr|=COLOR_PAIR((1+(color&7)+(color&112)) >> 1). case 5 : return COLOR_MAGENTA. if (((color&127)==127) | ((color&127)==119)) 122 . cprintf(char *format.bgc. void cursor(void). unsigned value). outp(unsigned port. textmode(int unused_mode). clrscr(void). highvideo(void). outpw(unsigned port. case 2 : return COLOR_GREEN. delline(void). static int fgc. WINDOW *conio_scr. void doneconio(void).. if (((color&127)==15) | ((color&127)==7)) txtattr=COLOR_PAIR(0). insline(void). case 7 : return COLOR_WHITE. . else txtattr=A_NORMAL. } } void docolor (int color) { wattrset(conio_scr.). if ((color&128)==128) txtattr=A_BLINK. inpd(unsigned port). if ((color&15)>7) txtattr|=A_STANDOUT. static int initialized=0. case 6 : return COLOR_YELLOW. case 4 : return COLOR_RED. char *cgets(char *str). int top. char color_warning=1.. inp(unsigned port). outpd(unsigned port. case 1 : return COLOR_BLUE. window(int left. lowvideo(void). normvideo(void). int y). getche(void). textattr(int attribute). case 3 : return COLOR_CYAN. .unsigned value). textbackground(int color). kbhit(void). unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned void void void void void void void void void void void void void void void clreol(void).oldattr.

nonl(). __asm__ volatile ("inw %1.%1\n" : : "a" (val). initialized=1. } static inline int inport (int port) { unsigned char value. } static inline void outportw (unsigned short int port.&dummy1. 123 . conio_scr=newwin(0.TRUE). raw(). return value.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short)port)). __asm__ volatile ("inl %1.0).y."Atenção: Problema com a cor\n"). return value. } static inline void outportd (unsigned short int port.txtattr). short dummy2.0. unsigned int val) { __asm__ volatile ( "outl %0.TRUE). wattron(conio_scr. meta(conio_scr. } static inline int inportd (int port) { unsigned int value.%1\n" : : "a" (val). start_color().NULL).0.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short) port)). } static inline void outport (unsigned short int port. keypad(conio_scr. return value. } static inline int inportw (int port) { unsigned short value.%1\n" : : "a" (val).TRUE).txtattr=COLOR_PAIR(8). unsigned char val) { __asm__ volatile ( "outb %0. idlok(conio_scr. } void initconio (void) { int x.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short)port)). if (!has_colors() & (color_warning>-1)) fprintf(stderr.&dummy2. initscr(). attr_t dummy1. __asm__ volatile ("inb %1. unsigned int val) { __asm__ volatile ( "outw %0. "d" (port) ). wattron(conio_scr. oldattr=wattr_get(stdscr. noecho(). "d" (port) ). "d" (port) ).COLOR_PAIR(1+(color&7)+((color&112)>>1))).

colortab(y)). wclear(conio_scr).y<=7. unsigned char i = 2. va_end(argp). strng[1] = i.scrollok(conio_scr.y++) for (x=0. echo(). bgc=0. return(&str[2]). } int cscanf (const char *format.format..&strng[2]. for (y=0. if (initialized == 0) initconio(). } void cputs (char *str) { if (initialized == 0) initconio(). } int cprintf (char *format. textbackground(0). } void doneconio (void) { endwin().) { int i. wgetnstr(conio_scr. i = waddstr(conio_scr.x++) init_pair((8*y)+x+1. noecho().TRUE). wrefresh(conio_scr).buffer).0). colortab(x).argp).. if (initialized==0) initconio().NULL).. waddstr(conio_scr. textcolor(7). strcpy(str.1). } char *cgets (char *str) { char strng[257].0. wrefresh(conio_scr). i = i .x<=7. ) { int i.str). char buffer[BUFSIZ].2. txtattr=wattr_get(conio_scr. va_list argp.strng). strncpy(strng. vsprintf(buffer. wrefresh(conio_scr). return(i). .str.(int) strng[0]).format). wmove(conio_scr. wrefresh(conio_scr).. va_start(argp. } void clreol (void) { if (initialized == 0) initconio(). 124 . while (strng[i] != 0) i++.&dummy2. wclrtoeol(conio_scr).&dummy1. . } void clrscr (void) { if (initialized == 0) initconio().

char buffer[BUFSIZ]; va_list argp; if (initialized == 0) initconio(); echo(); if (wgetstr(conio_scr,buffer) == ERR) return(-1); va_start(argp,format); i = vsscanf(buffer,format,argp); va_end(argp); noecho(); return(i); } void delline (void) { if (initialized == 0) initconio(); wdeleteln(conio_scr); wrefresh(conio_scr); } void cursor(void) { curs_set(1); } void nocursor(void) { curs_set(0); } int key(void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); i=wgetch(conio_scr); if (i == -1) i = 0; return i; } int getche (void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); echo(); i = wgetch(conio_scr); if (i == -1) i=0; noecho(); return(i); } void gettextinfo(struct text_info *inforec) { attr_t dummy1; short dummy2; unsigned char xp,yp; unsigned char x1,x2,y1,y2; unsigned char cols,lines; unsigned char dattr,dnattr,a; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,yp,xp); getbegyx(conio_scr,y1,x1); getmaxyx(conio_scr,y2,x2); dattr = (bgc*16)+fgc; a = wattr_get(conio_scr,&dummy1,&dummy2,NULL); if (a == (a & A_BLINK)) dattr=dattr+128; dnattr = oldattr;

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inforec->winleft = x1 + 1; inforec->wintop = y1 + 1; if (x1==0) x2--; if (y1==0) y2--; inforec->winright = x1 + x2 + 1; inforec->winbottom = y1 + y2 + 1; inforec->curx = xp + 1; inforec->cury = yp + 1; inforec->screenheight = y2 + 1; inforec->screenwidth = x2 + 1; inforec->currmode = 3; inforec->normattr = dnattr; inforec->attribute=dattr; } void gotoxy (int x, int y) { if (initialized == 0) initconio(); y--; x--; wmove(conio_scr,y,x); wrefresh(conio_scr); } void highvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); textcolor(15); textbackground(0); } void insline (void) { if (initialized == 0) initconio(); winsertln(conio_scr); wrefresh(conio_scr); } int kbhit (void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); nodelay(conio_scr,TRUE); i = wgetch(conio_scr); nodelay(conio_scr,FALSE); if (i == -1) i = 0; return(i); } void lowvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); textbackground(0); textcolor(8); } void normvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); wattrset(conio_scr,oldattr); } int putch (int c) { if (initialized == 0) initconio(); if (waddch(conio_scr,c) != ERR) {

126

wrefresh(conio_scr); return(c); } return(0); } void textattr (int attr) { if (initialized == 0) initconio(); docolor(attr); } void textbackground (int color) { if (initialized == 0) initconio(); bgc = color; color = (bgc * 16) + fgc; docolor(color); } void textcolor (int color) { if (initialized == 0) initconio(); fgc = color; color = (bgc * 16) + fgc; docolor(color); } void textmode (int mode) { if (initialized == 0) initconio(); } int wherex (void) { int y; int x; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,y,x); x++; return(x); } int wherey (void) { int y; int x; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,y,x); y++; return(y); } void window (int left,int top,int right,int bottom) { int nlines,ncols; if (initialized == 0) initconio(); delwin(conio_scr); top--; left--; right--; bottom--; nlines = bottom - top; ncols = right - left; if (top == 0) nlines++; if (left == 0) ncols++;

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cprintf("Universidade Católica de Pelotas"). } Programa: cores.cor <= 15.TRUE).c // cores. doneconio().5 Jogo da Forca O jogo da forca demonstra também a utilização de biblioteca “ncurses” específica para terminal em modo texto. // função obrigatória clrscr().ncols.TRUE).10).top.h" int main(void) { int cor. initconio().c #include <stdio.h> #include "conio.TRUE). scrollok(conio_scr.cor++) { textcolor(cor). // função obrigatória } 19. 128 . wrefresh(conio_scr). conio_scr = newwin(nlines.if ((nlines<1) | (ncols<1)) return.TRUE). meta(conio_scr. } cursor(). gotoxy(10. keypad(conio_scr. nocursor().left). idlok(conio_scr. for (cor = 1. getche().

includes #include #include #include #include <string. final(int min.c (Kubuntu .h> <stdlib.Anjuta) // Autor: Paulo Roberto Gomes Luzzardi // Data: 17/06/2006 // --------------------------------------------------------.h> // --------------------------------------------------------. int n). int l. char *s). boneco(int erro). int n. int *s). relogio(int *h. int l).h> <curses. int *m.h> <time. tempo(int c.// forca.prototypes void void void void void void void void tela(void). int l. 129 . apaga_linha(int c. troca(int *x. int seg). int *y). STRING(int c.definicoes #define ESC #define ENTER #define SPACE 27 13 32 #define LEFT 260 #define RIGHT 261 #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN BROWN BLUE MAGENTA CYAN WHITE COR_TEXTO COR_TELA COR_TEMPO COR_RELOGIO COR_WINNER COR_LETRAS COR_SELECAO COR_TITULO COR_STATUS COLOR_BLACK COLOR_BLUE COLOR_GREEN COLOR_YELLOW COLOR_BLUE COLOR_MAGENTA COLOR_CYAN COLOR_WHITE GREEN BROWN RED BROWN CYAN BLUE RED MAGENTA WHITE // --------------------------------------------------------.

int Random(int n). (void) nonl(). init_pair(6. void clrscr(void).COLOR_BLUE. refresh(). } // --------------------------------------------------------. } } // --------------------------------------------------------. init_pair(4.COLOR_BLACK).inicializa_janelas void inicializa_janelas(void) { initscr(). TRUE).COLOR_CYAN.prototypes void inicializa_janelas(void). void randomize(void). attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)). void finaliza_janelas(void).randomize 130 . init_pair(7. } // --------------------------------------------------------.clrscr void clrscr(void) { clear(). (void) cbreak().c-1). t = rand() % n. void textcolor(int cor). init_pair(2.COLOR_YELLOW.COLOR_GREEN.flushall void flushall(void) { getchar(). // --------------------------------------------------------. refresh(). init_pair(1. int l) { move(l-1. keypad(stdscr.COLOR_RED. void gotoxy(int c. init_pair(3. return(t). } // --------------------------------------------------------.COLOR_BLACK).COLOR_BLACK). init_pair(5.COLOR_BLACK).gotoxy void gotoxy(int c. system("clear"). } // --------------------------------------------------------. void textcolorlight(int cor). int l). (void) echo().COLOR_WHITE.COLOR_BLACK). void flushall(void).finaliza_janelas void finaliza_janelas(void) { endwin(). } // --------------------------------------------------------.Random int Random(int n) { int t. if (has_colors()) { start_color().COLOR_MAGENTA.// --------------------------------------------------------.COLOR_BLACK).COLOR_BLACK).

textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)). printw("%s". int l) { time_t now. *m = atoi(temp). char s[30].ctime(&now)). } // --------------------------------------------------------. for (i = 11. strcpy(s. } temp[x] = (char) NULL. char st[30]. x++. *s = atoi(temp). *h = atoi(temp). x++. } temp[x] = (char) NULL. for (i = 17.void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)). x = 0. textcolor(COR_RELOGIO).relogio void relogio(int *h.i <= 15. int i.l).s). } // --------------------------------------------------------. time(&now).i <= 12. gotoxy(c.temp[5]. #define NPAL 30 #define PSORT 8 #define NTIPOS 4 131 .x. } // --------------------------------------------------------. x++.i++) { temp[x] = st[i].variaveis unsigned short letras[21][61]. for (i = 14. strcpy(st.i <= 18.i++) { temp[x] = st[i]. } temp[x] = (char) NULL. } // --------------------------------------------------------. x = 0. x = 0.ctime(&now)). int *s) { time_t now.tempo void tempo(int c. time(&now). } // --------------------------------------------------------. int *m.textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD).i++) { temp[x] = st[i].

"acerola". // --------------------------------------------------------. sai = FALSE. "idea". total. "nissan". "bolivia".i++) vetor[i] = '*'. "peuget". "rivera". paises[j]). inicializa_janelas(). "subaru". "itaqui". acertos. erros. "mostarda". "civic"}. "dakota". "renaut". "bmw". "suecia". break. "pitanga". "argentina". "cachoerinha". "mongolia". "gramado". case 2: strcpy(palavra. sa. cidades[j]). "ford". "citroen". int ht. "candiota". "frontier"."jabuticaba"}. randomize(). carros[j]). "peru"."Países". "tibet". ma = 0. clrscr(). "fiat". mt. "framboesa". "marmelo".1)."congo"}. "sportage". "portugal". "omega". "gol". incrementa. "saveiro". "chui". frutas[j]). "laranja". "figo". m. "israel"."egito". "palestina". "palio". "abacate"."australia"."jamaica". printw(“| row: %d | col: %d |”. vetor[26]. "dodge". gotoxy(7. break."cristal". n. mi. case 1: strcpy(palavra.col). "tangerina". for (i = 0. case 3: strcpy(palavra. "iraqui". char palavra[10]. "russia". "nepal". int c. "caju". textcolorlight(GREEN). "amora". getmaxyx(stdscr. hi = mi = si = 0. "livramento". "torres".row. "chile". "pomelo"."candiota". k. int ma. "bergamota". "piratini". lin. "alemanha". st. m = Random(NTIPOS). j. char frutas[NPAL][11] = {"abacaxi". "buzios". "cuba". "grecia".1). click = TRUE. gotoxy(1. int tecla. tela(). char paises[NPAL][11] = {"brasil". "chuy". "caxias". j = Random(NPAL). relogio(&hi. "montenegro". "uruguaiana". incrementa = FALSE."jaca"."Carros". break. textcolor(WHITE). "banana". "goiaba"."damasco". ch. "caqui". erros = 0. c = 16. "pera". si.main int main(void) { int click. "alegrete". } textcolor(GREEN)."chiapeta". "tapes". "kiwi". "erechin". "espanha"."nectarina". i. "uruguai". "corcel". char cidades[NPAL][11] = {"pelotas". char s[10]. col). total = 0. "guatemala". "noruega".&si).i <= 25. col. char carros[NPAL][11] = {"mercedes". acertou. "agudo".&mi. "uva". printw("Tipo: ").24). "formigueiro"."casca". "elba".char nomes[NTIPOS][10] = {"Cidades". "inglaterra". "parati". row. "parati". "canela". "toyota"."Frutas"}. "ameixa". "vectra". "cereja". sai. "marau". switch (m) { case 0: strcpy(palavra. l. gotoxy(60. acertos = 0. int hi. int row. "honda". "ka". textcolor(COR_TEXTO). "fusca". "corrola". // tamanho do terminal do { ch = 'A'."cassino". break. "china". "escocia"."manga". "servia". "golf". "cacequi". "carambola"."cidreira"}. l = 20. "morango". "nectarina". 132 . "kombi". "lima".

if (sa < 0) sa = sa + 60.ch). gotoxy(10. case RIGHT: c+=2. } break.&st). textcolor(COR_SELECAO). printw("Acertos: "). printw(" Erros: ").erros). if (tecla == ESC) sai = TRUE.i++) printw("_ "). textcolorlight(BROWN).ch).i < n.ma.si. for (i = 0. printw("%d". sa = st . printf("PALAVRA: "). textcolorlight(COR_STATUS). } break. n = strlen(palavra). printw("%c". } textcolor(COR_TEMPO).5). lin = 10. do { relogio(&ht.sa). ch++. textcolor(COR_TEMPO). textcolorlight(GREEN). col = 29. gotoxy(c. printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n".lin). tempo(56. gotoxy(c.i++) { if (toupper(palavra[i]) == ch) { gotoxy(col. if (c < 16) { c = 66.65. if (sa == 58) incrementa = TRUE. gotoxy(20. gotoxy(30. 133 . if (!acertou && vetor[k] == '*') acertos++.1).5).sa). printw("%d".nomes[m]).10).4).printw("%s".i < n. ch = 'Z'.l). switch (tecla) { case LEFT: c-=2.4).18). gotoxy(10.ma. ch--. textcolor(COR_RELOGIO). printw("%c". k = ch .&mt.22). if (sa == 0 && incrementa) { ma++. gotoxy(1. for (i = 0. acertou = FALSE. tecla = getch(). gotoxy(1.acertos). printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". gotoxy(34. case ENTER: case SPACE: textcolor(COR_LETRAS). incrementa = FALSE. ch = 'A'.22).l). if (c > 66) { c = 16.ch). printw("Caracter: [%c]". gotoxy(30.

tempo(56. gotoxy(30. } // --------------------------------------------------------.14). } boneco(erros).24).20). printw("(Winner)"). } if (!acertou && vetor[k] == '*') { erros++.} if (erros == 5) { textcolorlight(RED). total++.10). gotoxy(16. lin = 10. sai = TRUE. vetor[k] = '#'. if (total == n) { textcolor(COR_WINNER). printw(" O"). printw("Jogar Novamente [S/n]? "). printw("[ESC] Abandona"). refresh().lin+1). switch (erro) { case 1: gotoxy(col.tecla) && tecla != ESC).lin+1).lin). textcolorlight(COR_LETRAS).1). vetor[k] = '#'. gotoxy(30.palavra).10). printw("(Looser)"). } col = col + 2.22). break. break. finaliza_janelas().1). 134 .tela void tela(void) { textcolor(COR_TITULO). sai = TRUE. } while(!strchr("SsNn".24). } } while (!sai). gotoxy(50. gotoxy(2. printw("/|"). } break. printw("Jogar Novamente [S/n]? "). do { tecla = getch(). do { tecla = getch().tecla) && tecla != ESC). acertou = TRUE. printw("%s". gotoxy(50. printw("A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z"). } // --------------------------------------------------------.199). case 3: gotoxy(col. } while(!strchr("SsNn". printw("Jogo da Forca". gotoxy(34. gotoxy(33. textcolor(COR_WINNER). } while (strchr("Ss".boneco void boneco(int erro) { int col = 60. case 2: gotoxy(col. return(1).tecla) && tecla != ESC).

break.lin+2).printw("/|\\"). break. } } 135 .lin+2). break. case 4: gotoxy(col. case 5: gotoxy(col. printw("/"). printw("/ \\").

// inicializa a biblioteca ncurses 136 . Função: initscr() Uso: inicializa a biblioteca ncurses Sintaxe: WINDOW *initscr(void). É uma biblioteca que permite construir uma interface textual em terminais Linux em modo texto.. Janelas são definidas como ponteiros para o tipo WINDOW.c -o palavras -lcurses <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” .20. “Adicionar”. Retorno: OK (sucesso) Função: refresh() Uso: atualiza a janela Sintaxe: int refresh(void). Para atualizar a janela stdscr utiliza-se a função refresh.. A janela padrão é chamada stdscr.). A biblioteca disponibiliza o número de linhas da janela stdscr em LINES e o número de colunas em COLS.. obrigatoriamente é a função initscr(). . A primeira função a ser utilizada..        A biblioteca ncurses permite a manipulação de janelas em um terminal em modo texto... “curses” (Screen handling and optimization routines) . Por linha de comando fica assim: $ gcc palavras.” . Declaração de uma janela: WINDOW *win.. “Bibliotecas” . Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) #include <curses...1 Conceitos Básicos No linux é necessário incluir a biblioteca “curses” para criar programas que executem em terminais em modo texto.. Biblioteca ncurses 20. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: printw() Uso: imprime no terminal Sintaxe: int printw(char *format..h> int main(void) { initscr(). Retorno: nada Função: endwin() Uso: finaliza a biblioteca ncurses Sintaxe: int endwin(void). A última função deve ser endwin(). “Definições de Compilação e Link.. para programa escritos em linguagem de programação C.

endwin().). COLS). int row. .7). Retorno: nada Função: mvprintw() Uso: imprime no terminal Sintaxe: int mvprintw(int lin.LINES. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) move(10. printw(“Jogo da Forca”). endwin(). "| row: %d | col: %d | ". int col).row.col). refresh(). refresh(). col). col) Sintaxe: int move(int lin. char *format. initscr(). clear(). Sintaxe: int cbreak(void). Retorno: OK (sucesso) #include <curses. col.2006). getchar(). int col). int col. mvprintw(2. printw("Data: %02d/%02d/%02d\n". fazendo com que toques das teclas fiquem disponíveis para o programa curses assim que realizados.6. bool buffer). // finaliza a biblioteca ncurses 137 . refresh(). getchar(). Retorno: OK (sucesso) Função: cbreak Uso: Desabilita o cache de teclado. mvprintw(1. } Função: move() Uso: move o cursor para a posição (lin.row. 1. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Observação: buffer = TRUE -> habilita as teclas especiais buffer = FALSE -> desabilita as teclas especiais Função: clear() Uso: limpa a janela no terminal Sintaxe: int clear(void). "| LINES: %d | COLS: %d | ". Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: keypad() Uso: Habilita ou desabilita a leitura de teclas especiais do teclado Sintaxe: int keypad(WINDOW *win.18.printw("Biblioteca ncurses\n")... 1. getmaxyx(stdscr.h> int main(void) { int row. } Função: getmaxyx() Uso: verificar o número de linhas e colunas do terminal Sintaxe: void getmaxyx(WINDOW *win.

Função: getch() Uso: Lê um caractere no teclado Sintaxe: int getch(void). retorna ERR). echo() ou noecho(): com echo() as teclas digitadas aparecem no terminal. F1. 20. bool buffer). caso contrário.3 Funções de entrada Existem três tipos de funções de entrada na biblioteca ncurses:    getch(): Lê um caracter scanw(): Lê uma string formatada getstr(): Lê strings getch(): lê um caracter do teclado 138 .2 Funções de inicialização initscr(): primeira função obrigatória é a função. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: noecho() Uso: Desabilita o eco de teclas pressionadas para a tela (na aparece na tela as teclas digitadas) Sintaxe: int noecho(void).TRUE). em que qualquer toque de tecla é enviado ao programa imediatamente (em vez de esperar um enter) Sintaxe: int nodelay(WINDOW *win. esc. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Observação: buffer = TRUE -> habilita o modo nodelay buffer = FALSE -> desabilita o modo nodelay 20. Desabilitar: keypad(stdscr. keypad(): Habilita a leitura das teclas enter. No modo delay espera até que uma tecla seja pressionada Função: nonl() Uso: Desabilita a conversão da tecla enter em '\n' ao ler o teclado Sintaxe: int nonl(void). cbreak(): desabilita a propriedade do terminal em ficar esperando o usuário digitar enter. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: nodelay() Uso: Habilita ou desabilita o modo nodelay. retorna o caracter imediatamente (se nenhuma tecla foi pressionada.FALSE). curs_set(): utilizado para definir o tipo de cursor: (0)cursor invisível (1)cursor visível (2)cursor muito visível. em noecho() as teclas digitadas não aparecem na tela. Habilitar: keypad(stdscr. setas. Retorno: caracter ou ERR (erro) Observação: Em modo nodelay.

mvwgetnstr(WINDOW *. chtype ch). arg] . mvwaddch(WINDOW *win. wgetnstr(WINDOW *win. int n).).. wgetstr(WINDOW *win. getnstr(char *str. int y. int x. Estas funções permitem ler um único caractere do terminal.. chtype ch). int x. int x.. wprintw(WINDOW *win. chtype ch). int n). int n). os caracteres digitados não aparecerão na tela scanw(): Lê uma string formatada int int int int scanw(char *fmt [. arg] . arg] . char *fmt [. char *fmt [..). int x)..)... char *str). int n). int y.).. int y.. char *fmt [..).. mvwprintw(WINDOW *win. int x. mvwgetstr(WINDOW *win. arg] . waddch(WINDOW *win. mvaddch(int y. int y. char *fmt [. int x. int x). char *str). mvscanw(int y. a leitura dos caracteres só começa quando a tecla enter ser pressionada noecho(). cbreak(). mvwscanw(WINDOW *win. int x. 20. wgetch(WINDOW *win). int x. mvgetstr(int y. int n). char *str). int x.). int x. char *fmt [. int y. int addnstr(const char *str. int x. arg] .. se esta função estiver ativa... echochar(chtype ch). Elas dependem das funções: cbreak e noecho.. char *str.). char *str. printw(): Imprime uma string na tela int int int int printw(char *fmt [. char *str. arg] .int int int int getch(void). int y. mvwgetch(WINDOW *win. addstr(): Imprime uma string na tela int addstr(const char *str).4 Funções de saída Existem três tipos de funções de saída na biblioteca ncurses:    addch(): imprime caracteres com atributos printw(): imprime strings formatadas addstr(): imprime strings addch(): Imprime um caracter na tela int int int int int int addch(chtype ch). 139 .). wscanw(WINDOW *win. char *fmt [. mvgetch(int y. mvgetnstr(int y. getstr(): Lê string via teclado int int int int int int int int getstr(char *str).. arg] . mvprintw(int y. wechochar(WINDOW *win. arg] . chtype ch).

negrito ou sublinhado. Forma de usar: attron(A_BOLD).5 Função de Formatação de texto A função attron permite formatar um texto através de algumas características como: itálico. int y. mvaddnstr(int y. waddnstr(WINDOW *win. int x. int n). mvwaddnstr(WINDOW *win. const char *str. Formatação A_NORMAL A_STANDOUT A_UNDERLINE A_REVERSE A_BLINK A_DIM A_BOLD A_PROTECT A_INVIS A_ALTCHARSET A_CHARTEXT Efeito Nenhuma formatação Melhor modo de iluminação Sublinhado Fundo preto. const char *str). 20. const char *str). const char *str). by Luzzardi. mvwaddstr(WINDOW *win. int x. mvaddstr(int y. int x. attron(A_BLINK). printw(“C for Linux. texto branco (inverso do normal) Piscante Brilho parcial Negrito Modo protegido Modo invisível Alterna os caracteres Máscara de bit para extrair um caracter 140 . int n).int int int int int int waddstr(WINDOW *win. attroff(A_BOLD). const char *str. int n). int y. Outra forma de formatação: addch('A' | A_BOLD | A_UNDERLINE). const char *str. int x. attron(A_BLINK). 2006”).

h> #define EXISTE_DEFINE 100 // existe ou não #define SELECT 1 // selecione antes de compilar #if (SELECT == 1) #define c 10 #define l 10 #else #define c 20 #define l 20 #endif #ifdef EXISTE_DEFINE #define x 100 #else #define x 200 #endif 141 .h” Definição de Macro-Substituição: #define <identificador> <valor> #define #define ou #define #define true !0 false 0 TRUE !0 FALSE 0 Condições para Compilação: #if <condição> #else #endif ou #ifdef <macro> #else #endif Exemplo: #include <stdio.1 Comandos do Pré-Processador Comandos compilado.h> ou #include “header_usuário.21. que são executados antes do programa fonte ser Inclusão de Arquivos de Header (cabeçalhos de funções): #include <header. Outros Comandos 21.

relacionais.int main(void) { printf("c = %d\n".x).l).2 Hierarquia dos operadores aritméticos. lógicos e bit a bit Operador () [] ++ -(tipo) * & ~ ! * / % + >> << > >= <= < `== != & Operação parênteses conchetes incremento decremento cast conteúdo do ponteiro endereço de memória unário (-7) complemento de um não multiplicação divisão resto inteiro da divisão adição subtração deslocamento para direita deslocamento para esquerda maior que maior ou igual menor ou igual menor igual diferente and bit a bit Forma de Avaliação esquerda para direita esquerda para direita direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita // não existe esta linha 142 . printf("x = %d\n". printf("l = %d\n". } Resultado do Programa quando: #define EXISTE_DEFINE 100 // existe ou não #define SELECT 1 // selecione antes de compilar c = 10 l = 10 x = 100 Resultado do Programa quando: // #define EXISTE_DEFINE 100 #define SELECT 2 c = 20 l = 20 x = 200 21.c).

float x[max]. printf("Conteudo do Ponteiro (*p) = %d\n". 143 .**q. Um ponteiro comum (int *p) tem em seu valor é o endereço de uma variável. printf("Ponteiro (p) = %p\n".Operador ^ | && || `= += -= *= /= %= >>= <<= &= ^= |= Operação ou exclusivo bit a bit ou inclusive bit a bit e (and) ou (or) atribuição atribuição (adição) atribuição (subtração) atribuição (multiplicação) atribuição (divisão) atribuição (resto inteiro divisão) atribuição (deslocamento direita) atribuição (deslocamento esquerda) atribuição (and) atribuição (ou exclusivo) atribuição (ou inclusive) Forma de Avaliação esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda 21. permite criar constantes tipadas.&n). Quando é definido um ponteiro para ponteiro. padrão ANSI. q = &p.p). const int max = 7. // pointer.3 Declaração de constantes tipadas A linguagem C. o primeiro ponteiro contém o endereço do segundo. int main(void) { const double pi = 3.n). printf("Endereço de (&n) = %p\n\n".h> int main(void) { int n = 7. 21.c # include <stdio.*p). que também aponta para a variável do primeiro ponteiro. int *p. printf("Endereco do Ponteiro (&p) = %p\n\n". printf("Valor de (n) = %d\n".&p). p = &n.1416.4 Ponteiro para Ponteiro Um ponteiro para um ponteiro é uma forma de dupla indireçao.

do Ponteiro (*q) = %p\n". do Ponteiro (&q) = %p\n\n".*q).printf("Ponteiro printf("Conteudo printf("Conteudo printf("Endereco } (q) = %p\n". do Ponteiro (**q) = %d\n".**q).q). Resultado do Programa: Valor de (n) = 7 Endereço de (&n) = 0xbfef6384 Ponteiro (p) = 0xbfef6384 Conteudo do Ponteiro (*p) = 7 Endereco do Ponteiro (&p) = 0xbfef6380 Ponteiro Conteudo Conteudo Endereco (q) = 0xbfef6380 do Ponteiro (*q) = 0xbfef6384 do Ponteiro (**q) = 7 do Ponteiro (&q) = 0xbfef637c 144 .&q).

145 .

} printf("Resposta: %.resp. printf("Operador [+-*/]: ").c.22. return(2). op = getchar().&x). char op. else { printf("ERRO: Divisão por Zero\n").h> #include <stdlib.c #include <stdio. simula uma calculadora com 10 operações: [+] Adição [-] Subtração [*] Multiplicação 146 Adição Subtração Multiplicação Divisão . printf("Digite um valor: ").resp). else if (op == '/') if (y != 0) resp = x / y. scanf("%f". printf("Digite outro valor: "). else if (op == '*') resp = x * y.2f\n". } else { printf("ERRO: Operador Inválido\n"). scanf("%f".&y). Programas escritos em C O programa abaixo. else if (op == '-') resp = x .h> int main(void) { float x.c. calc. return(1). return(0). if (op == '+') resp = x + y.y. int erro = 0.y. simula uma calculadora com quatro operações: [+] [-] [*] [/] // calc. calculadora. } O programa exemplo abaixo. getchar().

y. else if (op == '*') resp = x * y. } if (op == '+') resp = x + y. // apaga enter do buffer de teclado printf("Operadores:\n"). printf("[S] Seno\n"). if (strchr("+-*/Pp". int erro = 0. scanf("%f".c #include #include #include #include <stdio. printf("[P] Potência\n"). getchar(). scanf("%f".h> #define PI 4*atan(1) int main(void) { float x.h> <math.y. op = getchar(). printf("[+] Adição\n"). printf("[I] Inverso\n"). printf("Digite um valor: "). printf("[*] Multiplicação\n"). else if (op == 'R' || op == 'r') 147 . rads.h> <string.&y).&x). else erro = 1. else if (op == '/') if (y != 0) resp = x / y. char op.h> <stdlib. printf("[R] Raiz Quadrada\n"). printf("[C] Cosseno\n"). printf("[/] Divisão\n"). else if (op == '-') resp = x .[/] [R] [P] [I] [S] [C] [T] Divisão Raiz Quadrada Potência Inverso Seno Cosseno Tangente // calculadora. printf("Qual a sua Opção? "). printf("[-] Subtração\n"). printf("[T] Tangente\n"). resp.op)) { printf("Digite outro valor: ").

y). return(0).4f\n". } else if (op == 'C' || op == 'c') { rads = x * PI / 180. else { rads = x * PI / 180. exibe o dia da semana (segunda.0) erro = 3. else if (op == 'P' || op == 'p') resp = pow(x. else if (erro == 1) printf("ERRO: Divisão por Zero\n"). else if (erro == 3) printf("ERRO: Tangente Infinita\n"). return(1). sábado ou domingo) de uma determinada data.resp). } else { printf("ERRO: Operador Inválido\n"). } else if (op == 'T' || op == 't') if (x == 90. else erro = 2. sexta.rj. quarta. juliano. resp = tan(rads). Para tanto. resp = sin(rads). else if (op == 'S' || op == 's') { rads = x * PI / 180. else if (erro == 2) printf("ERRO: Raiz Negativa\n"). é utilizado o Cálculo do Dia Juliano. quinta.0.0 || x == 270. } if (erro == 0) printf("Resposta: %. } O programa abaixo. else if (op == 'I' || op == 'i') if (x != 0) resp = 1 / x.gov.br/planetario/cent_pesq_calc. Como calcular: http://www. else erro = 1.if (x >= 0) resp = sqrt(x). terça.rio.htm 148 .0.c. resp = cos(rads).0.

25 * (ano + 4716). long int D.// juliano. resto = dj % 7. B = A / 4. break. mes. mes = mes + 12.&mes).A + B. break. D = (long int) resp.. B. dj. else { printf("Mes [1.c // --------------------------. ano.Programa Principal int main(void) { int dia. case 2: printf("Quarta-Feira\n"). case 1: printf("Terça-Feira\n"). resto.. E = (long int) resp.&dia).12]: "). break. case 4: printf("Sexta-Feira\n"). if (dia < 1 || dia > 31) printf("ERRO FATAL: Dia Inválido\n").h> #include <stdlib. if (ano < 1583) printf("ERRO FATAL: Ano Inválido\n"). case 3: printf("Quinta-Feira\n"). E.h> // --------------------------. break. resp = 365. C = 2 . int A. break.31]: "). } A = ano / 100. else { if (mes < 3) { ano = ano . 149 .1524. float resp.&ano). else { printf("Ano [1583]: ").1. switch (resto) { case 0: printf("Segunda-Feira\n"). scanf("%d". scanf("%d". dj = D + E + dia + C .6001 * (mes + 1). scanf("%d".Prototypes #include <stdio. printf("Dia [1. if (mes < 1 || mes > 31) printf("ERRO FATAL: Mês Inválido\n"). C. resp = 30.

fator = fator * 11. valor = valor .i).i < 9.Programa Principal int main(void) { char cpf[15]. valor = valor .i). Como calcular: http://www. break.c. cpf. fator = fator * 11. digit2.i++) valor = valor + (cpf[i] . fator = valor / 11.fator.fator. fator = valor / 11. return.h> #include <string. 150 .com/CapeCanaveral/4274/cgcancpf. int valor = 0.c #include <stdio. printf("Cpf [99999999999]: "). scanf("%s".48) * (11 . n. case 6: printf("Domingo\n").htm // cpf. final. calculando e exibindo os dígitos verificadores do CPF digitado.case 5: printf("Sábado\n").1. fator. break.i < 9. } } } } } O programa abaixo.48) * (10 . } for (i = 0. valor = 0. if (valor < 2) digit1 = 0. else digit1 = 11 – valor. for (i = 0. n = strlen(cpf). if (n != 11 && n != 9) { printf("Formato: 9 ou 11 d¡gitos numéricos\n").h> // -------------------------------.i++) valor = valor + (cpf[i] . valor = valor + digit1 * 2. t. permite verificar se um determinado CPF é válido ou inválido.h> #include <stdlib.cpf). int digit1. int i.geocities. } if (n == 10) { n = n . cpf[n] = (char) NULL.

gotoxy. else printf("Status: CPF Inválido\n"). dekay. if (t == 3) { t = 0. textcolor: altera a cor do texto. clrscr().h> #include "conio.h" #define ESC 27 int main(void) { int tecla. getche.final). } if (digit1 == cpf[9] .48) printf("Status: CPF Válido\n"). final = digit1 * 10 + digit2. getch.cpf[i]). 151 .i <= 10.i++) printf("%c". getch: lê e não mostra um caracter na tela sem enter. kbhit: verifique se a tecla enter é presionada ou não. // conio. if (final >= 10) printf("%d\n"."). textcolor e textbackcolor. kbhit.cpf[8]). else printf("%02d\n". printf(". conio.48 && digit2 == cpf[10] . for (i = 0.h: clrscr.c #include <stdio.h. } } printf("%c-".cpf[i]).c e conio. mostram uma forma alternativa de utilizar algumas funções do arquivo de header conio. linha.final).i <= 7. delay: permite fazer uma pausa em milisegundos. printf("\n"). if (n == 11) { printf("Cpf Digitado: "). clrscr: limpa a tela em modo texto. else digit2 = 11 – valor.i++) { printf("%c". t = t + 1. for (i = 9. getche: lê e mostra um caracter na tela sem enter. textbackcolor: altera a cor de fundo. printf("Dígito Verificador: "). gotoxy: posiciona o cursor na coluna.if (valor < 2) digit2 = 0. } Os programas abaixo.

printf("Código: %d -> Caracter: %c\n". tecla). newt. } // --------------------------. } while (tecla != ESC). c).h> #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN BROWN BLUE MAGENTA CYAN DARKGRAY SUBLINHA black red green brown blue magenta cyan darkgray sublinha 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 5 6 7 8 // ---------------------------.5). } // ---------------------------. tcgetattr(STDIN_FILENO.h> #include <unistd.função: clrscr void clrscr(void) { printf("\x1B[2J").%df". int ch. tecla = getche(). printf("Tecla: ").do { textcolor(BLUE). gotoxy(10.7). 152 .l. newt. // troque por tecla = getch(). &oldt).função: gotoxy void gotoxy(int c.função: getch int getch(void) { struct termios oldt.h> #include <sys/time.c_lflag &= ~(ICANON | ECHO). } // conio. tecla. gotoxy(10. textbackcolor(GREEN). newt = oldt. int l) { printf("\033[%d.h #include <termios.

tcsetattr(STDIN_FILENO. tv. newt.função: kbhit int kbhit(void) { struct timeval tv. } // --------------------------. } // ---------------------------. } // --------------------------. ch = getchar().tcsetattr(STDIN_FILENO. } // --------------------------. tcgetattr(STDIN_FILENO.&read_fd)) return(1).função: delay void delay(int espera) { clock_t t. newt. TCSANOW. TCSANOW. t = clock() + espera. &read_fd. tv. return(0). TCSANOW. tcsetattr(STDIN_FILENO.função: getche int getche(void) { struct termios oldt. NULL. fd_set read_fd. ch = getchar(). &newt).tv_usec=0. if (FD_ISSET(0. return(ch). &oldt).tv_sec=0. while (clock() <= t). &oldt). &newt). tcsetattr(STDIN_FILENO. &tv) == -1) return(0). &oldt). putchar(ch).c_lflag &= ~(ICANON | ECHO). FD_ZERO(&read_fd). return(ch). FD_SET(0.função: textcolor void textcolor(int cor) { switch (cor) { case BLACK: printf("\033[30m"). int ch. NULL. if (select(1. case RED: printf("\033[31m"). TCSANOW.&read_fd). break. 153 . newt = oldt.

break. break.break. break. break. break. case BLUE: printf("\033[34m"). case MAGENTA: printf("\033[45m").c #include <stdio. break. textcolor(RED).h> #include "conio. case MAGENTA: printf("\033[35m"). break. case DARKGRAY: printf("\033[37m"). break. nas 154 . cores. case RED: printf("\033[41m"). break. case DARKGRAY: printf("\033[47m").h" int main(void) { textcolor(BLACK). case CYAN: printf("\033[46m"). } } // --------------------------. break.c exibe as cores disponíveis funções textcolor e textbackcolor da biblioteca de texto: conio. break. case BROWN: printf("\033[33m"). // cores. case BLUE: printf("\033[44m"). case CYAN: printf("\033[36m"). case GREEN: printf("\033[32m").h. printf("Black\n"). break. textcolor(BROWN). textcolor(GREEN). case SUBLINHA: printf("\033[38m"). printf("Red\n"). case BROWN: printf("\033[43m"). case GREEN: printf("\033[42m"). break. break. printf("Green\n"). } } O programa abaixo.função: textbackcolor void textbackcolor(int cor) { switch (cor) { case BLACK: printf("\033[40m"). break.

textcolor(DARKGRAY). printf("Magenta\n"). printf("\nRed"). printf("Blue\n"). textcolor(CYAN). printf("DarkGray\n"). printf("Sunlinha\n"). textbackcolor(RED). textcolor(MAGENTA). textbackcolor(CYAN). textbackcolor(MAGENTA). printf("\nDarkGray"). printf("\nBlack"). printf("\nGreen"). } 155 . textbackcolor(BLACK). getchar(). printf("\nBrown").printf("Brown\n"). textbackcolor(BROWN). printf("Cyan\n"). printf("\nBlue"). textcolor(BLUE). textbackcolor(GREEN). printf("\nMagenta"). textbackcolor(DARKGRAY). textcolor(SUBLINHA). textbackcolor(BLUE). printf("\nCyan").

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