Universidade Católica de Pelotas Escola de Informática Ciência da Computação

C for Linux
por Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi luzzardi@atlas.ucpel.tche.br http://infovis.ucpel.tche.br/luzzardi

Versão 2.02 (Junho/2007)

Referências Bibliográficas KERNIGHAN, Briam W. C a Linguagem de Programação Padrão ANSI, Rio de Janeiro: Campus, 1990.

Pelotas, quinta-feira, 14 de junho de 2007 (15:06)

Sumário 1. Introdução...................................................................................................................................................6 1.1 - Histórico.............................................................................................................................................6 1.2 - Evolução.............................................................................................................................................6 1.3 - Características.....................................................................................................................................6 1.4 - Utilização...........................................................................................................................................6 2. Ambiente de Programação Anjuta..............................................................................................................7 2.1 Compilador gcc.....................................................................................................................................7 2.2 Instalação do Anjuta.............................................................................................................................7 2.3 Interface do Anjuta...............................................................................................................................7 3. Estrutura de um programa em C..................................................................................................................8 3.1 - Identificadores....................................................................................................................................8 3.2 – Comentários do programador.............................................................................................................8 3.3 - Regras gerais para escrever um programa em C.................................................................................8 3.4 - Palavras reservadas.............................................................................................................................9 3.5 - Declaração de variáveis......................................................................................................................9 3.5.1 - Onde as variáveis podem ser declaradas......................................................................................9 3.5.2 - Inicialização de variáveis...........................................................................................................11 3.6 - Constantes........................................................................................................................................11 3.6.1 - Constantes hexadecimais e octais...............................................................................................11 3.6.2 - Constantes strings......................................................................................................................11 3.6.3 - Constantes especiais...................................................................................................................12 3.7 - Comandos do pré-processador do C..................................................................................................12 3.7.1 - O comando #define....................................................................................................................12 3.7.2 - O comando #include..................................................................................................................12 4. Tipos de dados..........................................................................................................................................14 4.1 - Tipos básicos....................................................................................................................................14 4.2 Modificadores de tipo.........................................................................................................................14 5. Operadores................................................................................................................................................15 5.1 - Operadores aritméticos.....................................................................................................................15 5.2 - Operadores relacionais......................................................................................................................15 5.3 - Operadores lógicos...........................................................................................................................15 5.4 - Incremento e decremento..................................................................................................................16 5.5 - Operador de atribuição......................................................................................................................16 5.6 - O operador sizeof..............................................................................................................................17 5.7 - Casts.................................................................................................................................................17 5.8 - Expressões........................................................................................................................................18 5.8.1 - Conversão de tipos em expressões..............................................................................................18 6. Funções padrões........................................................................................................................................20 6.1 – abs....................................................................................................................................................20 6.2 – fabs..................................................................................................................................................20 6.3 – asin..................................................................................................................................................20 6.4 – acos..................................................................................................................................................20 6.5 – atan..................................................................................................................................................20 6.6 – cos....................................................................................................................................................20 6.7 – sin....................................................................................................................................................21 6.8 – exp...................................................................................................................................................21 6.9 – pow..................................................................................................................................................21 6.10 – sqrt.................................................................................................................................................21 6.11 – log..................................................................................................................................................21 6.12 – atof.................................................................................................................................................21 6.13 – atoi.................................................................................................................................................21 6.14 – atol.................................................................................................................................................22 6.15 - log10...............................................................................................................................................22 6.16 – tan..................................................................................................................................................22 6.17 – rand................................................................................................................................................22 6.18 – srand..............................................................................................................................................22 6.19 – system............................................................................................................................................23 7. Comandos.................................................................................................................................................24 7.1 - Tipos de Comandos..........................................................................................................................24 7.1.1 - Seqüência..................................................................................................................................24 7.1.2 - Seleção......................................................................................................................................24

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7.1.3 - Repetição...................................................................................................................................24 7.1.4 Atribuição....................................................................................................................................25 7.2 - Comando if.......................................................................................................................................25 7.2.1 - if encadeados.............................................................................................................................26 7.3 - O comando switch............................................................................................................................27 7.4 - Comando while................................................................................................................................29 7.5 - O comando for..................................................................................................................................31 7.6 - O loop do { } while..........................................................................................................................32 7.7 - Interrupção de loops.........................................................................................................................32 7.7.1 - O comando break.......................................................................................................................33 7.7.2 - O comando continue..................................................................................................................33 7.8 - A função exit ().................................................................................................................................33 8. Entrada e saída..........................................................................................................................................35 8.1 - Entrada e saída do console................................................................................................................35 8.2 - Entrada e saída formatada.................................................................................................................35 8.2.1 - Saída formatada (printf).............................................................................................................35 8.2.2 - Entrada formatada (scanf).........................................................................................................36 8.2.3 – Leitura de strings (fgets)............................................................................................................37 9. Controle do vídeo e teclado.......................................................................................................................38 9.1 Biblioteca “ncurses” - modo texto.......................................................................................................38 10. Lista de exercícios (comandos)...............................................................................................................39 11. Vetores, matrizes e strings.......................................................................................................................43 11.1 - Vetores...........................................................................................................................................43 11.2 – Strings............................................................................................................................................43 11.3 - Matrizes (Multidimensional)..........................................................................................................44 11.4 - Vetor de strings...............................................................................................................................44 11.5 - Inicialização de matrizes e vetores..................................................................................................45 11.6 - Inicialização de um vetor de caracteres...........................................................................................45 11.7 - Inicialização de matrizes multidimensionais...................................................................................45 11.8 - Inicialização de vetores e matrizes sem tamanho............................................................................45 11.9 - Classificação de dados ou ordenação (sort).....................................................................................46 11.10 - Lista de exercícios (vetores)..........................................................................................................48 12. Manipulação de strings...........................................................................................................................51 12.1 - strcpy..............................................................................................................................................51 12.2 - strcmp.............................................................................................................................................52 12.3 - strcat...............................................................................................................................................52 12.4 - strlen...............................................................................................................................................53 12.5 – strchr..............................................................................................................................................53 12.6 – Lista de exercícios (strings)............................................................................................................54 13. Funções definidas pelo programador.......................................................................................................56 13.1 - Valores de retorno..........................................................................................................................57 13.2 - Passagem de parâmetros por valor..................................................................................................59 13.3 - Passagem de parâmetros por referência..........................................................................................60 13.4 - Funções que devolvem valores não-inteiros....................................................................................60 13.5 - Argumentos argc e argv do main....................................................................................................61 13.6 - Recursividade.................................................................................................................................62 13.7 - Lista de exercícios (funções)...........................................................................................................63 14. Ponteiros.................................................................................................................................................69 14.1 - Variáveis ponteiros.........................................................................................................................70 14.2 - Operadores de ponteiros.................................................................................................................70 14.3 - Expressões com ponteiros...............................................................................................................70 14.3.1 - Atribuições com ponteiros.......................................................................................................70 14.3.2 - Aritmética com ponteiros.........................................................................................................70 14.3.2.1 - Incremento (++) ..............................................................................................................70 14.3.2.2 - Decremento (--)................................................................................................................72 14.3.3 - Soma (+) e subtração (-) .........................................................................................................72 14.3.4 - Comparação de ponteiros.........................................................................................................72 14.4 - Ponteiros e vetores..........................................................................................................................72 14.4.1 - Indexando um ponteiro............................................................................................................73 14.4.2 - Ponteiros e strings....................................................................................................................73 14.4.3 - Obtendo o endereço de um elemento de um vetor....................................................................74 14.4.4. Vetores de ponteiros..............................................................................................................74 14.5 - Ponteiros para ponteiros.................................................................................................................74

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..................................3 – unlink.................................94 16.Ponteiros para estruturas..................Passando estruturas inteiras.........................3 Biblioteca “conio.................................................1 ...5...................................................117 19........................................2....................................Estruturas..3.......................................................14.....................................................................................2 ...............................................93 16................Tipos de dados avançados..3..................1 ..............................................................5....................5.........................................................................94 16...Implementação de uma fila...12 – remove...............................................................2 ......1 ......................................................92 16..............................5................................2......................................1 ...............................................................................................................................................................2..............78 15....95 16................................................82 15.............h” completa.....................................................................................................................3 – getc......Fila de bytes (stream)..........104 19.................................................8 – fgets e fputs......................................Operadores bit a bit.........................................Inicialização de ponteiros........................................78 15..............7............................fopen............................97 17................................................................80 15.........................................................................................4...............................128 4 ....................95 16.............................................7 ...........92 16....... Listas lineares..................1.............2 – free.........................76 15.............................................................2 ............81 15....3...........3.............................108 19.....O modificador volatile...................................................................2............................................................................................11 – fprintf e fscanf.......................................................................................Lista de exercícios (arquivos)..........................................................................78 15............1 – malloc....3 ...................................................Modificadores de acesso....typedef...........................................................................77 15......................................................6 ................................................................2.................................................................................................................................1..............................................................120 19....................O modificador const................95 16................................... Entrada e saída em disco.... Tipos de dados definidos pelo programador...........................Passando elementos da estrutura...........................................1........................................2........................................................................................................................1......1 ...2............................................................................................h” + “clock...................................95 16.............75 14............................................................88 16............................85 15.....................2 ...........................................................................Filas binárias.......2 – write e read...1..2 .................................................................................................Passando estruturas para funções.............1......................................74 14........................................................Sistema de arquivo não bufferizado..............5 – eof.............................7 – getw e putw....................81 15...5...3........5 – fclose.............................................3 ....................................................................................................................99 17.......................................................96 16................1 .................O operador ?.....................................................................1...................................................................................................................................3 .........rewind...1..................96 16....................................93 16.................96 16.......................................118 19.........Referência aos elementos da estrutura............................................2 – putc...........93 16......85 15....................108 19...............82 15...................................3.........3............1 .............. creat e close.............................................2..............................................1......................4 Biblioteca “conio..............................1 – open...........................................................................................Campos de bit...........................................................86 15.....80 15....5.......Matrizes de estruturas.................................5 ........................98 17....................... Programas exemplos usando ncurses...............................................................2.........3 .........5....................................2....................3.........................6 – tell...........97 16.....4 – feof.........95 16....4 ......................................................................95 16.........O especificador extern..............................c”......2.......................................................2 ..................................................1.............................................................................................2 ...........Filas de texto............................................................................Especificadores de classe de armazenamento.1 Jogo de Caça-Palavras..........................2.4 ..Formas abreviadas de C...............85 15........................................................................Implementação de uma pilha..................................2 .................Sistema de arquivo bufferizado ............................86 15......................................77 15.....................82 15........................5.............................3........................................................................102 17......................81 15...................................10 – fseek.......................Union.....................95 16..................................1 .................................................................3 .......................................................................................................2......................................Alocação dinâmica de memória.............................O especificador static............................................................94 16.........2 ............................................................................5....95 16.....................................3 ...................................................................................................7..............................................................................................5......93 16.........3....................79 15....5 Jogo da Forca............................74 14..81 15........................1 ..5.......................................................................................6 ..........................3...........................................O especificador auto....................92 16.....................4 ...................................O operador ........................................77 15...2....2...................1 ...........................................................92 16.......................................1 .....3 ............................81 15.........................................Lista duplamente encadeada......................................................4 ..................5.............5..9 – fread e fwrite..................95 16.......2 ............... O especificador register....................................2 Relógio em Linux.....................Operadores avançados..............................................................................................................................................2..........................................................86 15.......

............................................................................................................................................................................................................................................139 20...................146 5 ....... Outros Comandos ....................................144 21..........................141 21...................................................137 20..................................................................................... relacionais....................................................... lógicos e bit a bit....139 20...1 Conceitos Básicos........................4 Funções de saída..............................................................................144 22..............................................................3 Declaração de constantes tipadas....................................................................................................................................................................................................................................142 21.....................20..............................................................2 Hierarquia dos operadores aritméticos............................1 Comandos do Pré-Processador..................143 21..........................3 Funções de entrada......142 21..............................137 20............................................................................. Programas escritos em C..................................................2 Funções de inicialização........................................ Biblioteca ncurses....140 20.....................4 Ponteiro para Ponteiro........................................5 Função de Formatação de texto........

Utilização Permite o desenvolvimento e implementação de software básico. Compiladores.1.Evolução A partir de uma linguagem mais antiga chamada BCPL.1 . surgiu uma linguagem chamada B.2 . SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). Editores (de texto e gráficos). Permite escrever programas modulares e estruturados.3 . bytes e endereços. Permite a manipulação de bits. Programas educacionais.4 . tais como:       Sistemas Operacionais. 1.Histórico A linguagem de programação C foi desenvolvida nos anos 70 por Dennis Ritchie em um computador DEC PDP-11 que utilizava Sistema Operacional UNIX. Não é fortemente tipada.Características      Linguagem de nível médio (combina recursos de alto nível). desenvolvida por Martin Richards. Interpretadores. Bastante portável. e baixo 1. Introdução 1. inventada por Ken Thompson que influenciou o desenvolvimento da linguagem de programação C. 1. 6 .

.. Ambiente de Programação Anjuta 2.......2.. install g++ <enter> .... O projeto GNU (Gnu’s Not Unix) foi proposto por Richard Stallman em 1983. Para instalar o pacote execute os seguintes passos: $ $ $ $ apt-get apt-get apt-get apt-get update <enter> ....... O projeto teve início em 1984..1 Compilador gcc O compilador gcc é o compilador C do projeto GNU. similar ao Unix... gratuito e de código aberto..3 Interface do Anjuta Figura 1: Ambiente de Programação Anjuta 7 .... install gcc <enter> . install anjuta <enter> ..2 Instalação do Anjuta Um dos ambientes de programação que podem ser utilizados no Sistema Operacional Linux é o Anjuta.. 2.... Atualiza a lista de pacotes Instala o Compilador C Instala o Compilador C++ Instala o ambiente anjuta 2...... e a proposta era desenvolver um sistema operacional completo e livre....

printf(“Valor: %. onde uma destas funções. obrigatoriamente é chamada main(). 8 são tratadas como caracteres . int num_dentes = 32.2f\n”. 3. char a. Estrutura de um programa em C 3. funções e rótulos.1 . Os primeiros 32 (default) caracteres são significativos.*/ 3. utilizar várias linhas do programa. pode ainda. quando forem feitas manutenções no programa). Não é permitido a utilização de caracteres em branco (caracter espaço). 27 10 Exemplos em variáveis: Exemplos em constantes: #define ESC #define ENTER Exemplos em funções: x = raiz_quadrada(y).Regras gerais para escrever um programa em C Um programa em C é constituído de uma ou mais funções delimitadas por chaves { }. O formato do texto é livre. Veja o exemplo abaixo: /* ---------------------------------------------------Função: STRING Parâmetros de entrada: x. Observação: a função “inverso” é definida pelo programador (1/n). ou seja. float inflacao.3 . Em C os comentários podem ser feitos da seguinte maneira: /* Isto é um comentário de várias linhas */ // Isto é um comentário em C++ de uma linha Um comentário. constantes. _a. y Parâmetros de saída: c. Regras para a criação de identificadores:     O primeiro caracter deve ser uma letra ou sublinha ( _ ). inverso(n)). servem apenas como anotações para serem lembradas mais tarde (por exemplo.2 – Comentários do programador Os comentários do programador são linhas de código que não são compiladas pelo compilador.3. Os caracteres seguintes devem ser letras.Identificadores São os nomes criados pelo programador para fazer referência a variáveis. t Retorno: Sem Retorno ------------------------------------------------------. números ou sublinhas. As principais regras são:   Letras maiúsculas e minúsculas diferentes.

Programa exemplo (1): Imprimir a data no seguinte formato: [Data: dd/mm/aaaa]. ou seja. char. 3. mes = 6.5 . tipo_dado_base: deve ser um tipo de dado válido (int. #include <stdio.k.     A função main() especifica onde o programa começa e termina de ser executado. return(0). } função termina de ser executada. ano. Todos os comandos são terminados por ponto e vírgula.Palavras reservadas Definidas por K&R (Kernighan & Ritchie) auto break case char continue default do double if static else int struct entry long switch extern register typedef float return union for sizeof unsigned goto short while ANSI const enum signed void volatile near _ds asm Observação: As palavras reservadas não podem ser utilizadas pelo programador como nome de variáveis. incluindo a função main() são chamadas de variáveis globais e podem ser acessadas em 9 . char ch. dia.5. float a. ano). { função começa a ser executada. printf("Data: %02d/%02d/%04d\n". Exemplo: int main (void) { int i. Todas as variáveis devem ser declaradas.1 .Declaração de variáveis Sintaxe: tipo_dado_base lista_de_variáveis.h> int main (void) { int dia. não servem como identificadores.4 . float.Onde as variáveis podem ser declaradas  Definidas fora de todas as funções. double ou void) lista_de_variáveis: um ou mais identificadores separados por vírgula. constantes ou funções. b. j . mes. // variáveis locais utilizadas somente na função main dia = 12. } 3. mes. 3. ano = 2006.

Este espaço de memória é desalocado somente quando o programa acaba. Definidas dentro de uma função são chamadas de variáveis locais e só podem ser acessadas dentro desta função. // função que permite scanf("%f". POT Variáveis locais: base. // protótipo da função POT // variável global // definição das variáveis locais imprimir dados na tela a entrada de dados via teclado printf("Base: "). resp = exp(log(x) * y). resultado = POT(base. #include <stdio.h é inserido dentro deste programa float POT (float base. resp.&expoente). Programa exemplo (2): O programa realiza uma operação de potência Xy. Na declaração de parâmetros formais de uma função. expoente). estas variáveis são desalocadas. return(0). Estas variáveis são alocadas dinamicamente na memória RAM. scanf("%f". int main (void) { float base. return(resp). expoente. Alocação de memória:  (Reserva de espaço de memória (RAM) para alocar uma variável)  Alocação estática de memória: Tipo de alocação de memória em que uma variável é alocada (tem um espaço reservado) na memória RAM durante toda a execução do programa. Depois que uma função é executada.&base). x.h> #include <math. } float POT (float x. float resultado. y Compilar por linha de comandos: $ gcc prog2. // chamada da printf("Resposta = %7. } função POT // corpo da função POT definida pelo programador // os parâmetros x e y são variáveis locais // definição das variáveis locais // retorno da função Variáveis globais: resultado. Este espaço de memória é desalocado quando o espaço não é mais necessário.c -o prog2 -lm <enter> Onde: -o gera programa executável “prog2” 10 . // função que permite printf("Expoente: "). expoente.h> // o arquivo stdio. Memória ROM (Read Only Memory – Memória somente de Observação: leitura). resultado). float expoente). float y) { float resp. Alocação dinâmica de memória: Tipo de alocação de memória em que uma variável é alocada (tem um espaço reservado) na memória RAM temporariamente.2f\n". Estas variáveis são alocadas estaticamente na memória RAM (Random Access Memory – Memória de acesso randômico). Sendo estas locais e alocadas dinamicamente na memória RAM.  qualquer parte do programa.

é possível fornecer valores iniciais a maioria das variáveis ao mesmo tempo em que elas são declaradas.2 .Constantes Valores fixos que o programa não pode alterar.6. Exemplo: char s[6] = "UCPel". int octal = 011. C.h” 3. Toda string deve ser finalizada pelo caracter especial ‘\0’ (chamado de NULL).9.-lm linka a biblioteca “math. 7 ). tipo_dado_base Exemplos: char ch = 'a'. 'C'.Constantes hexadecimais e octais A linguaguem de programação C permite especificar constantes inteiras em hexadecimal ou octal. Uma constante octal começa com um 0 (zero). 11 . int n = 0.34e-3 "C for Linux" (forma // // // // tipo_dado_base nome_da_variável = constante_caracter tipo_dado_base nome_da_variável = constante_string tipo_dado_base nome_da_variável = constante_inteira tipo_dado_base nome_da_variável = constante_real nome_da_variável = constante.5. de definir uma string) 3.Constantes strings Uma string é um conjunto de caracteres delimitados por aspas duplas.Inicialização de variáveis Em C.. B. enquanto que uma hexadecimal começa por 0x. colocando um sinal de igual e uma constante após o nome da variável. 'P'. A. float y = 123. Qualquer número hexadecimal é formado por dezesseis números (0 . ou char s[6] = {'U'.6. Tipo char int float char * Exemplos de constantes 'a' 'n' '9' 1 123 2100 -234 123. // 255 em decimal // 9 em decimal 3.23 4.2 .. 'e'. Em C não existe um tipo de dado especifico para definir uma string. char s = “UCPel”. 'l'. Exemplos: int main (void) { int hexadecimal = 0xFF. Uma string é definida como um vetor (unidimensional) de caracteres. F).6 . E. D. As constantes podem ser de qualquer tipo básico.45. NULL}. Observações:   Qualquer número octal é formado por oito números ( 0 . 3.1 .

O compilador substitui o identificador pelo valor cada vez que aquele for encontrado no programa fonte antes da compilação do programa.3 .O comando #include O comando #include faz o compilador incluir um arquivo-fonte dentro de outro arquivo fonte.7. 3.6.2 .7. #define identificador valor Exemplos: #define TRUE #define FALSE #define ENTER 10 #define ESC 27 3.h> ou // arquivo de header padrão do C !0 0 // ou #define TRUE 1 12 . #include <header .‘\0’ é igual a NULL 0 ‘U’ 1 ‘C’ 2 ‘P’ 3 ‘e’ 4 ‘l’ 5 NULL Figura 2: Vetor de caracteres Memória ocupada: 6 bytes Observação: 'a' é diferente de "a" 'a' ocupa 1 byte na memória RAM (é do tipo char) "a" ocupa 2 bytes na memória (toda string é terminada com o caracter '\0') A palavra NULL (quer dizer nulo) está definida dentro do arquivo de header (cabeçalho) stdio.O comando #define O comando #define é usado para definir uma macro-substitução.Comandos do pré-processador do C 3.7 .Constantes especiais As constantes especiais são usadas para representar caracteres que não podem ser inseridos pelo teclado.1 .h (standard input output). ou s[i] = '\0'. #define NULL 0 // s[i] == (char) NULL. São elas: Tabela 1: Constantes especiais Constante ‘\b’ ‘\f’ ‘\n’ ‘\r’ ‘\t’ ‘\”’ ‘\’’ ‘\o’ ‘\\’ ‘\a’ ‘\o’ ‘\x’ Significado Retrocesso Alimentação de formulário Nova linha Retorno de carro <CR> Tab horizontal Aspas duplas Aspas simples Zero Barra invertida Alerta Constante octal Constante hexadecimal 3.

E os arquivos de header do programador estão localizados em seu diretório corrente “/home/luzzardi/fontes”.h" // arquivo de header escrito pelo programador Observações: Normalmente os arquivos de header estão localizados em “/usr/include”.h" // arquivo de header padrão do C (/usr/include) // arquivo de header definido pelo programador 13 . Exemplos: #include <stdio.#include "header .h> #include "luzzardi. enquanto que as bibliotecas do gcc estão no diretório “/usr/lib”.

4. Os modificadores modificam a quantidade de bits e bytes dos tiposbase. Tabela dos modificadores de tipos Tabela 3: Modificadores de tipos Modificador de tipo signed unsigned long short Modificação c/sinal s/sinal longo curto Descrição Números positivos e negativos Números positivos Aumenta o número de bytes do tipo Diminui o número de bytes do tipo Tabela de tipos básicos modificados Tabela 4: Tipos de dados básicos modificados Tipo unsigned char signed char unsigned int signed int short int long int unsigned short int signed short int unsigned long int signed long int long double Bits 8 8 32 32 32 32 16 16 32 32 64 Faixa de valores 0 à 255 -128 à 127 0 à 4294967295 -2147483648 à 21474483647 -2147483648 à 21474483647 -2147483648 à 21474483647 0 à 65535 -32768 à 32767 0 à 4294967295 -2147483648 à 21474483647 -1. a faixa de valores válida e o número de bytes que cada tipo de dados ocupa na memória RAM (memória principal) ou em disco (quando armazenados na memória secundária).Tipos básicos A tabela abaixo exibe os cinco (5) tipos de dados básicos que podem ser utilizados pelo programador para definir suas variáveis.4E-38 à 3. São exibidos os tipos básicos.2 Modificadores de tipo Os modificadores de tipo são utilizados para modificar os tipos de dados base. a faixa de valores destes novos tipos de dados. Tabela 2: Tipos de dados Tipo char int float double void Bits 8 32 32 64 0 Faixa de valores -128 à 127 -2147483648 à 21474483647 -3.7E-308 à 1.7E+308 Sem valor Bytes 1 4 4 8 0 4. a quantidade de bits. alterando. ou seja. Tipos de dados 4.1 .7E-308 à 1.7E+308 Bytes 1 1 2 2 2 4 2 2 4 4 8 14 . desta forma. se adaptando às necessidades do programador.4E+38 -1.

Estas operações comparativas ou lógicas. Tabela 7: Operadores relacionais Operador > >= < <= == != Ação Maior que Maior ou igual a Menor que Menor ou igual Igual a Diferente de são 5. ou seja.(menos unário) * / % + - Observação: Quando houver duas ou mais operações de mesma hierarquia. Tabela 5: Operadores aritméticos Operador aritmético + * / % -.2 . Precedência dos operadores aritméticos (Hierarquia nas Operações) Tabela 6: Precedência dos operadores aritméticos Hierarquia 1 2 3 4 5 6 Operação Parênteses Funções ++ -. Exemplo: operadores utilizados em comandos que tem mais de uma if (condição1 && condição2 || condição3) Tabela 8: Operadores lógicos 15 . 5.2).1 . o compilador executa-as da esquerda para a direita (veja tabela completa de precedência no item 21. Operadores São símbolos especiais que obrigam determinadas operações.5. 5.Operadores relacionais São operadores que permitem comparar valores.++ Ação Subtração Adição Multiplicação Divisão Resto inteiro da divisão Decremento/incremento o compilador a executar podem ser aritméticas.Operadores aritméticos São operadores que realizam uma operação matemática. utilizados principalmemte em comandos que possuem condições.Operadores lógicos São condição.3 .

a + b. y = x++. x x x x = = = = 3. expressão. A sintaxe do operador de atribuição pode ser escrito em uma das seguintes formas: variável variável variável variável = = = = constante. função(x). Exemplo: x = 10. C efetua a operação de incremento ou decremento antes de utilizar o valor do operando. 16 . Quando o operador vier depois do operando. ou seja: #define TRUE #define FALSE !0 0 5.Incremento e decremento São operadores aritméticos que permitem realizar operações de soma e subtração de forma simplificada. 5.Operador de atribuição O operador de atribuição é o sinal de igual =. C utiliza o valor do operando antes de incrementá-lo ou decrementá-lo. x = 10.5 .&& || ! AND (e) OR (ou) NOT (não) Precedência (Hierarquia dos operadores relacionais e lógicos) Tabela 9: Precedência dos operadores relacionais e lógicos Hierarquia 1 2 3 4 5 Operação ! > >= < == != && || <= Observação: As expressões que utilizam operadores relacionais e lógicos retornam 0 (zero) para falso e !0 (não zero) para verdadeiro.   ++ adiciona (1) ao operando subtrai (1) ao operando As seguintes operações são equivalentes: x++. Quando precede seu operando. x--. x = x . Observação: Os operadores (++ ou --) podem ser colocados antes ou depois do operando. y. y = ++x. variável.4 .1. sqrt(y). // // // // y será 11 x será 11 y será 10 x será 11 x = x + 1.

&ano_atual). #include <stdio.h> int main (void) { int x.&ano_nasceu).x. e outros (como foi mencionado acima). relacionais. printf("Ano ATUAL: "). junto com operadores matemáticos. pode ser utilizado para "tipar" uma variável com um tipo diferente do resultado da expressão. printf("Ano de NASCIMENTO: ").h> int main (void) { int idade.7 . Programa exemplo (5): O programa imprime na tela o resultado de uma divisão. chamada de funções. } A linguagem de programação C permite utilizar o operador de atribuição em expressões. comparar se o produto é menor (<) que zero. return(0). return(0). 5. para depois avaliar a expressão. ano_atual. printf("Sua IDADE eh %d\n". variável = (tipo) expressão.6 . printf("x -> %d – y -> %d\n". char y. x = sizeof(short int). Programa exemplo (4): variáveis e tipos.idade).ano_nasceu. Para tanto deve ser utilizado uma construção chamada de cast. idade = ano_atual . #include <stdio. ano_nasceu. lógicos. if ((produto = x * y) < 0) Funcionamento: Primeiramente C atribui o valor x * y a variável produto. // x vale 2 // sizeof(y) é 1 // leitura do ano atual // leitura do ano de nascimento // atribuição – cálculo da idade O programa exibe a quantidade de bytes das 17 .sizeof(y)).O operador sizeof O operador sizeof (tamanho de) retorna o tamanho (em bytes) de uma variável ou de um tipo que está em seu operando.Programa exemplo (3): O programa calcula a idade de uma pessoa. scanf("%d". } 5. ou seja.Casts É possível forçar que o resultado de uma expressão seja de um determinado tipo. scanf("%d". ou seja.

5. // é necessário um printf("Divisao = %. int i. float result.4.Expressões Uma expressão em C é qualquer combinação válida de operadores (aritméticos. os tipos abaixo são convertidos para: char . C converte todos os operandos para o tipo do maior operando.&y). printf("x = "). 18 .1 . logo. resp = (float) x / y. y. } Observação: Em C. o tipo resultante de um inteiro dividido por outro inteiro é um inteiro. cast (float) pois a divisão de dois inteiros resulta em um inteiro 5. funções e variáveis. // return(0). float f. constantes.8 . scanf("%d".#include <stdio.8. relacionais ou lógicos). float resp. printf("y = ").convertido para double Exemplo: char ch. Antes.h> int main (void) { int x.&x).resp).2f\n". scanf("%d". Exemplo: c = sqrt (a) + b / 3.convertido para int float . double d. deve-se utilizar um cast (float) para que o tipo resultante atribuído a variável resp seja float.Conversão de tipos em expressões Quando uma expressão é composta de tipos diferentes.

Figura 3: Conversão de tipos em expressões 19 .

Sintaxe: double asin (double x).1 – abs A função abs retorna o valor inteiro positivo – absoluto.h Faixa: 0 à pi 6. “m” (math routines) .. 20 ..6 – cos A função cos retorna o valor do cosseno... Sintaxe: double atan (double x). Sintaxe: float fabs (float x). Prototype: math.h 6.6. Prototype: math. Sintaxe: double acos (double x). “Definições de Compilação e Link.. A variável x deve estar em radianos.4 – acos A função acos retorna o valor do arco cosseno. Funções padrões No linux é necessário incluir a biblioteca “math”. Prototype: math.h Faixa: -pi / 2 à pi / 2 6... Prototype: math. A variável x deve estar em radianos. 6.. A variável x deve estar em radianos. “Bibliotecas” .h 6..c -o calc -lm <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” .h Faixa: -pi / 2 à pi / 2 6.. Por linha de comando fica assim: $ gcc calc. “Adicionar”. Prototype: math.5 – atan A função atan retorna o valor do arco tangente. A variável x deve estar em radianos.” .3 – asin A função asin retorna o valor do arco seno.2 – fabs A função fabs retorna o valor real positivo – absoluto. Sintaxe: int abs(int x).

Sintaxe: double log (double x). A variável x deve estar em radianos.Sintaxe: double cos (double x). Prototype: math. Sintaxe: int atoi (const char *s).9 – pow A função pow (power) retorna o valor da potência (xy).h 6.h 6.7 – sin A função sin retorna o valor do seno. Sintaxe: double atof (const char *s). Sintaxe: double sqrt (double x). Sintaxe: double pow (double x. Prototype: math. double y).h 6. Sintaxe: double sin (double x). Prototype: math. Prototype: math.h 6.h 21 .h 6.8 – exp A função exp retorna o valor do expoente (ex).13 – atoi A função atoi converte uma string em inteiro. Prototype: math. Sintaxe: double exp (double x). Prototype: math.h Faixa: -1 à 1 6. Prototype: math. Prototype: math.h Faixa: -1 à 1 6.10 – sqrt A função sqrt (square root) retorna o valor da raiz quadrada.11 – log A função log retorna o valor do logaritmo natural.12 – atof A função atof converte string em ponto flutuante.

16 – tan A função tan retorna o valor da tangente. t = rand() % n.17 – rand A função 4294967295.h Forma de usar: srand(time(NULL)). Prototype: stdlib.15 .6. Prototype: math. rand retorna um número aleatário entre 0 até Sintaxe: int rand (void). Prototype: math.h 6. A variável x deve estar em radianos.h 6.14 – atol A função atol converte uma string em inteiro longo. Prototype: math. } 6. } Observação: A função time(NULL) retorna o tempo em segundos desde 1 de janeiro de 1970.log10 A função log10 retorna o logarítmo na base 10. Sintaxe: double log10 (double x).h Faixa: 0 à 4294967295 int random(int n) { int t. Sintaxe: long int atol (const char *s). Não deve ser utilizado dentro de laços. // retorna um número aleatório entre 0 e n-1 22 .h 6. void randomize(void) { srand(time(NULL)). Sintaxe: double tan (double x). Sintaxe: void srand (unsigned int semente). Prototype: stdlib.18 – srand A função srand inicializa o gerador de números aleatórios. return(t).

6.h Retorna: 0 (ok) e -1 (erro) Exemplos: system system system system ("ls -l"). comandos e arquivos executáveis do Sintaxe: int system (const char *comando).19 – system A função system executa sistema operacional linux. ("ls"). ("sleep 3"). // pausa Observação: ls e clear são comandos do sistema operacional Linux. ("clear"). 23 . Prototype: stdlib.

&valor). que no fluxo de controle do programa.2f\n”. são sempre executados passando a execução para a próxima instrução.Seqüência São comandos. este tipo de comando faz com que alguns comandos não sejam executados. ou #include <stdio.1. else printf("Número: ÍMPAR\n"). 7. return(0). // esta instrução só é executada raiz = sqrt(x). que no fluxo de controle do programa. printf("Digite uma letra: "). &x). raiz.h> int main (void) { float x.h> #include <math. todos os comandos de seqüência são executados desde que eles não dependem de um comando de seleção.2 . printf(“Digite um valor: “).3 .Seleção São comandos. permitem a seleção entre duas ou mais instruções.Repetição São comandos. resp = valor * 1. scanf(“%f”.1 .25. Comandos 7.7.1 . ou seja.Tipos de Comandos 7. letra = getchar(). // limpa a tela // imprime na tela // comando de atribuição // entrada de dados via teclado // atribuição é um comando de seqüência Observação: A função getchar() permite a entrada de um caracter via teclado.1. if (x < 0) x = fabs(x). printf("Digite um valor: ").1. Exemplo: (todas as instruções abaixo são de seqüência) system(“clear”). } 7. scanf("%f". permitem a repetição de uma ou mais instruções. Exemplo: if (numero % 2 == 0) // printf("Número: PAR\n"). É necessário digitar <enter>. // por causa da função fabs testa se o número é par ou ímpar se o valor de x for negativo 24 . raiz). que no fluxo de controle do programa. ou seja. printf(“Raiz Quadrada: %.

else comando 2.2 . 7. printf("Tecla: %c . // todos os comando são simples Observação: O else é opcional.Programa Exemplo (6): O programa exibe na tela a tecla e o código (ASC II) da tecla digitada pelo usuário. do { printf(“Digite uma tecla: “).Código: %d\n". ou if (condição) comando. comando 3. } 7.h> #define ESC 27 int main (void) { char tecla. valor igual a zero) o comando 2 será executado. comando 2. deve-se utilizar chaves ({ }). } while (tecla != ESC). comando 4. Se a condição for avaliada como verdadeira (qualquer valor diferente de 0).5 (Operador de atribuição). tecla = getchar(). comando 2 ou comando podem ser simples ou compostos (quando há mais de um comando ligado a outro. #include <stdio. } if (condição) { comando 1.1. comando 2. return(0). caso contrário (condição falsa. O resultado desta avaliação (teste da condição) pode ser verdadeiro ou falso. Dependendo deste resultado um dos comandos é executado e o outro não. Isto é feito através da avaliação de uma condição. tecla). O programa encerra quando o usuário digitar a tecla <esc> (escape).Comando if O comando if é um comando de seleção que permite selecionar um comando entre dois outros comandos (comandos simples) ou dois conjuntos de comandos (comandos compostos). } // todos os comando são compostos 25 .4 Atribuição Veja item 5. o comando 1 será executado. } else { comando 3. Veja exemplos abaixo if (condição) { comando 1. Comando 1. tecla. Sintaxe: if (condição) comando 1.

h> int main (void) { int num. return(0). positivo ou negativo. else printf("Negativo\n"). scanf("%d". printf("Digite um número: "). return(0).. scanf("%d". } Observação: Note que no comando 2 (do primeiro if) existe outro if.h> int main (void) { int numero.1 .. if ((numero % 2) == 0) printf("Número é PAR\n"). if (num == 0) printf("Zero\n"). else. Programa exemplo (8): O usuário digita um número e o programa diz se este é zero. #include <stdio. printf("Digite um número: "). // primeiro if // segundo if // comando 1 do primeiro if // comando simples // comando simples // comando 2 do primeiro if Primeira dúvida: O else pertence a qual if? 26 . else printf("2").if encadeados Um if aninhado (ou encadeado) é um comando if dentro de outro comando if ou if . Exemplo: if (x) if (y) printf("1").Programa exemplo (7): O usuário digita um número e o programa diz se este é par ou ímpar. else if (num > 0) printf("Positivo\n"). &num). #include <stdio.2. &numero). } 7. else printf("Número é IMPAR\n").

. A opção default é opcional. O comando default é executado se não houver nenhuma coincidência. este dígito. case constante_2 : seqüência de comandos. o programa executa o comando ou bloco de comandos que estejam associados àquela constante. #include <stdio. Isto é feito através da comparação de uma variável a um conjunto de constantes. default: seqüência de comandos. neste exemplo o else pertence ao segundo if. Observação: A variável não pode ser uma string (char *) e nem real (float). break.O comando switch O comando switch é um comando de seleção que permite selecionar um comando entre vários outros comandos. 7. Cada um dos comandos está ligado a uma constante. Depois de encontrar uma coincidência. . Programa exemplo (9): O programa recebe um dígito de 0 à 9 e imprime na tela. Exemplo: if (x) { if (y) printf("1"). por extenso. } O programa testa uma variável sucessivamente contra uma lista de constantes inteiras ou caracteres (int ou char). Sintaxe: switch (variável) { case constante_1 : seqüência de comandos. O comando break é utilizado para obrigar a saída do comando switch. ou seja. Segunda dúvida: Como fazer para que o else (do exemplo acima) pertença ao primeiro if? Resposta: Deve-se utilizar (veja exemplo abaixo).h> int main (void) { chaves para anular a associação normal 27 . break. Neste exemplo a variável dígito é inteira.Funcionamento: Em C o else está ligado ao if mais próximo (mais interno). .3 . } else printf("2").

case 6: printf("Seis\n"). break. este dígito. &digito). break. case '2': printf("Dois\n").. case 1: printf("Um\n").h> int main (void) { char digito. switch (digito) { case 0: printf("Zero\n"). scanf("%c". printf("Dígito [0 . case ‘3’: printf("Três\n"). switch (digito) { case '0': printf("Zero\n"). break. Neste exemplo a variável dígito é caracter.. case ‘7’: printf("Sete\n"). case 8: printf("Oito\n"). break. break. break. 9]: "). break. 9]: "). default: printf("ERRO: Não é um digito\n"). break. case ‘5’: printf("Cinco\n"). break. break. break.int digito. break. case 3: printf("Três\n"). scanf("%d". case ‘6’: printf("Seis\n"). break. break. por extenso. break. case ‘4’: printf("Quatro\n"). case 7: printf("Sete\n"). break. break. case 4: printf("Quatro\n"). case 2: printf("Dois\n"). } } Programa exemplo (10): O programa recebe um dígito de 0 à 9 e imprime na tela. &digito). break. case 9: printf("Nove\n"). case '1': printf("Um\n"). 28 . printf("Dígito [0 . #include <stdio. por causa disto as constantes estão entre apostrofes. case 5: printf("Cinco\n").

4 . opcao = getchar(). break. break. antes que todos os comandos sejam executados. ou seja.Comando while O comando while é um comando de repetição que permite executar um comando (simples) ou vários comandos (composto) diversas vezes. default: printf("ERRO: Não é um digito\n"). alteração e término. break. 29 . break. case '9': printf("Nove\n"). #include <stdio. default: printf("ERRO: Opção Inválida\n"). O teste da condição é feita no início do comando. } } Programa exemplo (11): O programa constrói um menu com três funções: inclusão. } } void inclusao(void) { } void alteracao(void) { } void termino(void) { } 7. printf("Qual a opção: ").h> int main (void) { char opcao. case 't': case 'T': termino(). break. case 'a': case 'A': alteracao(). Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos. printf("[I]nclusão\n"). Isto é feito através da avaliação de uma condição. switch (opcao) { case 'i': case 'I': inclusao().case ‘8’: printf("Oito\n"). printf("[A]lteração\n"). printf("[T]érmino\n"). Quando a condição se tornar falsa o comando while é finalizado.

não são. O comando for termina quando a variável de controle x chega ao valor 11. x). Veja o exemplo abaixo: Exemplo: for (x = 1. Isto é um grave problema. x++) printf(“x = %d\n”. // comando simples ou while (condição) { comando 1. i++). Exemplo: int i = 0. os comandos while e for que teriam outros comandos não os tem. Sintaxe: while (condição) comando. // inicialização da variável de controle while (i <= 10) // condição i <= 10 { printf(“i = %d\n”. Na condição podem ser utilizados ainda variáveis. Funcionamento do comando: O loop (laço) é repetido enquanto a condição for verdadeira. // incremento } Comando: Pode ser um comando vazio. isto é o sinal de comando vazio. a variável de controle do laço deve ser inicializado. x <= 10. constantes. Problema freqüente de digitação: Muitas vezes o programador insere um ponto-e-vírgula no final de um comando for ou while por engano. ou seja. printf(“x = %d\n”. // while não repete nenhum comando comando for não repete nenhum comando Verifique: Note que no final dos dois comandos (while e for) existe apenas um ponto-e-vírgula. relacionais e lógicos). Comando vazio: while (1). porque? Explicação: O comando printf não faz parte do comando if devido ao ponto-e-vírgula no comando for. comando 2. Comando correto: for (x = 1. x <= 10. O laço while verifica a condição no início do laço. basta a condição começar como falsa. i <= 1000. x++).Observação: Note que os comandos podem não ser executados nenhuma vez. caracterizando comandos vazios. // comando for (i = 0. // note o ponto-e-vírgula no final do comando for // é impresso x = 11 na tela. } // comando composto Condição: Qualquer expressão válida em C com resultado 0 (false) ou !0 (true). operadores (aritméticos. simples ou composto que serão repetidos. normalmente. x). pois este ponto-e-vírgula (inserido acidentalmente) faz com que os comandos que seriam repetidos. Quando a condição se tornar falsa o controle do programa passa para a próxima instrução. funções. 30 . i = i + 1. por causa disto. i).

letra). Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos.j = 9 i = 2 .j = 8 i = 3 . for (i = 1.h> int main (void) { int i. Sintaxe: for (inicialização. condição. incremento ou decremento) comando. #include <stdio. Isto é feito através da avaliação de uma condição.j = 7 i = 4 . Incremento ou decremento: Define a maneira como a(s) variável(is) de controle do laço serão alteradas após a repetição do laço. i <= 10.O comando for O comando for é um comando de repetição que permite executar um comando (comando simples) ou vários comandos (comando composto) diversas vezes. separados por vírgula) que o compilador utiliza para inicializar a(s) variável(is) de controle do laço. Condição: É uma expressão qualquer.j = 6 31 . Programa exemplo (13): O programa imprime de 1 até 10 na tela.i). Quando a condição se tornar falsa o comando for é finalizado. que testa a variável de controle do laço contra algum valor para determinar quando o laço terminará.h> int main (void) { char letra = 'A'. Inicialização: É um comando de atribuição (ou vários.    O laço (for) é repetido enquanto a condição é verdadeira. A condição é sempre testada no começo do laço. #include <stdio.Programa exemplo (12): O programa imprime caracteres de ‘A’ até ‘Z’ na tela. } // inicialização: i = 1 // condição: i <= 10 // incremento: i++ Programa exemplo (14): O programa imprime na tela: #include <stdio.h> int main (void) { i = 1 . letra++. // inicialização da variável de controle while (letra != 'Z') { printf ("Letra: %c\n". i++) printf("%d\n". Qualquer uma das 3 partes do comando for (inicialização.5 . // incremento } } 7. incremento) podem ser qualquer expressão válida em C. condição.

i .h> int main(void) { int i = 1.j).   Repete o laço enquanto a condição for verdadeira. Enquanto a condição for verdadeira os comandos são repetidos. incremento.. fazendo com que o laço seja executado pelo menos uma vez.j = 9. O teste da condição é feita no final do comando. while é um comando de repetição que permite executar um comando (comando simples) ou vários comandos (comando composto) diversas vezes.i). } while (i <= 10). incremento... j. i++. } ou inicialização.7 . Programa exemplo (15): Imprime na tela de 1 até 10. i++. for (i = 1. Testa a condição no final. #include <stdio.. } O laço for é equivalente ao seguinte comando: inicialização. } 7. // ou decremento // ou decremento 7.6 . while é finalizado. Isto é feito através do teste de uma condição. Sintaxe: do { comando. do { comando. depois que os comandos são executados (Note que os comandos são executados pelo menos uma vez). } while (condição). while (condição) { comando. ou seja. } while (condição). i != j.O loop do { } while O comando do ..int i.j = %d\n".j--) printf("i = %d ..Interrupção de loops 32 . Quando a condição se tornar falsa o comando do . do { printf("%d\n".

O comando continue O comando continue em vez de forçar o encerramento.h> #define ESC 27 int main(void) { char tecla.h> int main(void) { int i. printf("Par: %d\n". i).8 .1 . #include <stdio. i++) { if (i % 2) continue. e o controle do programa segue para o próximo comando após o laço. } } Nos laços while e do {} while um comando continue faz com que o controle do programa execute diretamente o teste da condição e depois continue o processo do laço. Programa exemplo (16): O programa imprime na tela a tecla digitada pelo usuário até que ele digite <esc>. 7. // laço eterno } 7. } while (1).7. if (tecla == ESC) // encerra o laço break. executa o teste da condição antes de finalmente fazer o laço continuar.A função exit () A função exit aborta o programa em qualquer situação. for (i = 0.7. i < 100. ou seja. quando o usuário teclar ESC // 0 é par. tecla). o programa primeiro executa o incremento (ou decremento) do laço e. ele imediatamente encerra o laço. depois. Programa exemplo (17): O programa imprime na tela somente os números pares de 0 até 100. não executa o código que estiver depois do comando continue. 1 é impar // imprime somente números pares 33 . força a próxima interação do laço e "pula".7. printf("Tecla: %c\n". do { tecla = getchar().O comando break Quando o programa encontra o comando break dentro de um laço. No caso do comando for. #include <stdio.2 .

34 .Modo de usar: exit(0). ou exit(!0).

mas com E para expoente Um caracter O caracter % é impresso Armazena o número de caracteres escritos até o momento imprime como um ponteiro Flags (Bandeiras):    (-) Alinha o resultado à esquerda.h. lista de variáveis).Entrada e saída formatada 8. String de controle: Formada pelos caracteres que a função imprime na tela.2 . (+) O resultado sempre começa com o sinal + ou (#) Especifica que o argumento será impresso usando uma das formas alternativas Formas alternativas:   0 x ou X É colocado zeros (0) antes do argumento É colocado 0x (ou 0X) antes do argumento 35 .dddd Valor com sinal da forma [-]d.8. C. algumas são encontradas no arquivo stdio. E.2. espera por <enter> putchar() Escreve um caracter na tela scanf() Lê qualquer tipo de dado.Saída formatada (printf) Sintaxe: printf ("string de controle". Preenche o restante do campo com brancos.h. B. %f) que definem a maneira como as variáveis serão impressas e caracteres especiais (\n.dddd e [+/-]ddd Valor com sinal na forma e ou f baseado na precisão do valor dado Mesmo que e. e pelos comandos de formatação (%c.. mas com E para expoente Mesmo que g. %d. d.1 . c. alinha o resultado à direita e preenche o restante à esquerda com zeros ou brancos.1 .). D. b. Entrada e saída Em C. %s. f) Inteiro hexadecimal sem sinal (com A. F) Valor com sinal da forma [-]dddd. 8.Entrada e saída do console As seguintes funções estão definidas em stdio. as entradas e saídas são realizadas através da utilização das funções da biblioteca padrão do C.. Tabela 11: Comandos de formatação Código %s %d %i %o %u %x %X %f %e %g %E %G %c %% %n %p Tipo char * int int int int int int float float float float float char nada int * ponteiro Formato String (vetor de caracteres) Inteiro decimal com sinal Inteiro decimal com sinal Inteiro octal sem sinal Inteiro decimal sem sinal Inteiro hexadecimal sem sinal (com a. Tabela 10: Funções de entrada e saída via console Função Efeito (Entrada) getchar() Lê um caracter do teclado. Se não é colocado. \t. e. . espera por <enter> printf Imprime na tela qualquer tipo de dado fgets() Lê uma string do teclado (aceita espaço) puts() Escreve uma string na tela 8.

50 +000005.50e+000 5. nome). float salario.50 +5.Entrada formatada (scanf) Sintaxe: scanf ("string de controle". } ScanSet: Funciona como uma entrada seletiva de caracteres na função “scanf”. int x.50e+000 +5.50e+000 10. scanf("%s".50 8. .) que será lido pelo teclado (não deve conter mais nenhum caracter).50e+000 05. scanf("%d".. Veja o programa exemplo abaixo: #include <stdio. Lista de variáveis: Nome da(s) variável(is) que será(ão) lida(s) pelo teclado.50 +5.2.50e+000 +5. char nome[40].50e+000 5. #include <stdio. Programa exemplo (18): O programa permite a entrada (via teclado) do nome. printf("Salário: ").50 0000005.50e+000 +5.50 +000005.h> int main(void) { char s[256] = "". 36 // ATENÇÃO: nome é igual ao &nome[0] // scanf não aceita espaços // &idade é o endereço da variável idade // &salário é o endereço da variável salário .&x). scanf("%d".str[256] = "".2f +000005.50 5. %c.2 .Especificadores de largura do campo a ser impresso (exemplos): Tabela 12: Especificadores de largura do campo Prefixo %-+#0 %-+# %-+0 %-+ %-#0 %-# %-0 %%+#0 %+# %+0 %+ %#0 %# %0 % 6d +00555 +555 +00555 +555 000555 555 000555 555 +00555 +555 +00555 +555 000555 555 000555 555 6o 01053 01053 01053 1053 001053 01053 01053 1053 01053 01053 01053 1053 001053 01053 001053 1053 8x 0x0022b 0x22b 000022b 22b 0x00022b 0x22b 0000022b 22b 0x0022b 0x22b 000022b 22b 0x00022b 0x22b 0000022b 22b 10. String de controle: Local onde é definido o tipo de dado (%d.50e+000 +5.50 0000005..50e+000 5.50e+000 +5.50e+000 05.50 5. printf("Qual seu nome: ").50e+000 05.50e+000 5.50 5. printf("Idade: ").2e +5.50 0000005. idade e salário de uma pessoa.50e+000 +5. lista de variáveis).50e+000 05.50e+000 +5.50 +000005.50 +5.50 5.50 0000005.&idade).50 +5.h> int main(void) { int idade. &f. scanf(“%d”. %s. Observação: Deve ser passado o endereço do argumento a ser lido.&salario).

fprintf(stdprn.s)..3 – Leitura de strings (fgets) Sintaxe: fgets (char *string. 37 . &f. stdin). FILE *fp). // Não lê caracteres maiúsculos printf("String (str): %s\n". stdprn: Fila de impressão (standard printer) Programa exemplo (19): O programa imprime “UCPel” na impressora..3 . fgets(str. %c."UCPel – Universidade Católica de Pelotas\n").h> int main(void) { fprintf(stdprn.15). String de controle: Local onde é definido o tipo de dado (%d. } Modificadores de formato: char s[31]. str). } Observação: stdin (entrada).h> int main() { char str[31]. %s. "string de controle".Comprime os caracteres na impressora // stdin é a entrada padrão (teclado) // puts imprime na tela uma string fprintf(stdprn. scanf("%[^A-Z]".2. lista de variáveis). // lê apenas as vogais “aeiou” printf("String (s): %s\n". printf("Digite seu nome: ")."%c\n".Salta uma página na impressora // -------------------. Lista de variáveis: Nome da(s) variável(is) que será(ão) lida(s) pelo teclado. int tam. #include <stdio. #include <stdio. // Copia apenas 30 caracteres para “s” de A à Z 8. return(0). } Observação: // -------------------------. 30. s). s).Saída na impressora (fprintf) Sintaxe: fprintf (stdprn. . scanf(“%30s”. str).12).) que será lido pelo teclado (não deve conter mais nenhum caracter). return(0)."%c\n". 8. puts(str).scanf("%[aeiou]". stdout (saída) e stderr (erro) são arquivos especiais que são abertos para cada programa que é executado.

.. “curses” (Screen handling and optimization routines) .. dentre outras funções. “Adicionar”. “Bibliotecas” ...” . O programa exemplo 78 mostra o uso desta biblioteca através da implementação de um jogo de caça-palavras.ufrj.9..1 Biblioteca “ncurses” ..modo texto No linux para limpar a tela.. “Definições de Compilação e Link.. Tutorial da biblioteca ncurses: http://www. 38 . Figura 4: Jogo de Caça-Palavras No linux é necessário incluir a biblioteca “curses”..del.htm Veja mais detalhes da biblioteca ncurses no capítulo 20. Controle do vídeo e teclado 9. colorir texto. posicionar o cursor.c -o palavras -lcurses <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” . pode-se ser utilizada a biblioteca “ncurses”.br/~pcfilho/ncurses/ncurses. Por linha de comando fica assim: $ gcc palavras.

1 Escreva um programa em C que recebe dois valores via teclado: cateto adjacente (b) e cateto oposto (a) e calcula o valor da hipotenusa dado pela seguinte fórmula: Fórmula: h2 = a2 + b2 Exemplo (Tela): Cateto adjacente (b): 3 <enter> Cateto oposto (a): 4 <enter> Hipotenusa: 5 10.5 (inclusive) e 9.0 entre 7.0 Conceito A B C D 10.0 (inclusive) e 7.0 entre 6. Lista de exercícios (comandos) 10.4 Desenvolva um programa em C que recebe via teclado: peso da carne que será vendida (em quilos) e preço por quilo. n2. o valor pago ao ICMS (17%) e o lucro líquido do açougue. Exemplo (Tela): Peso: 3. O programa deve calcular e imprimir na tela o diâmetro e o raio da circunferência (veja exemplo abaixo). O programa deve calcular e imprimir na tela o total a pagar.91 Lucro líquido do açougue (R$): 14.5 <enter> Preço por Kg (R$): 9.0 ou acima de 9.24 Sair [S/N]? n <enter> Peso: 1.15 ICMS (17%): 2.2 Escreva um programa em C que lê 4 notas via teclado: n1. raio Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘N’ ou ‘n’ na pergunta: Continua [S/N]? 10.90 <enter> Total a pagar: 17.00 <enter> Total a pagar: 13.46 Raio: 5.5 abaixo de 6.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado: comprimento da circunferência. raio diâmetro = 2 . PI .5 39 . n3 e n4 obtidas por um aluno em 4 avaliações. Exemplo: Comprimento da circunferência: 36 <enter> Diâmetro: 11. Calcule a média utilizando a seguinte fórmula: n1 + n2 * 2 + n3 * 3 + n4 Média = --------------------------7 A seguir imprima na tela a média e o conceito do aluno baseado na seguinte tabela: Média 9.73 Continua [S/N]? N <enter> comprimento da circunferência = 2 .5 <enter> Preço por Kg (R$): 4.10.

O programa deve calcular e imprimir na tela: preço total pago e a comissão do escritório de remate (gado: 5%.99]: 0 <enter> 40 .7 Escreva um programa em C que recebe via teclado: a data de hoje da seguinte forma: dia.3%). preço unitário do animal e quantidade de animais comprado..7% e ovinos .ICMS (17%): 2. conforme exemplo abaixo: Exemplo (Tela): Tipo de animal [1] Gado. eqüinos: 7% e ovinos: 3%).29 Lucro líquido do açougue (R$): 11..00 Comissão a pagar (R$): 100. [2] Eqüinos ou [3] Ovinos: 1 <enter> Preço unitário do animal (R$): 200 <enter> Quantidade de animais: 10 <enter> Preço total pago (R$): 2100.21 Sair [S/N]? S <enter> 10.00 Comissão a pagar (R$): 100. [2] Eqüinos ou [3] Ovinos: 2 <enter> Preço unitário do animal (R$): 1000 <enter> Quantidade de animais: 1 <enter> Preço total pago (R$): 1070. Exemplo (Tela): Qual a data de hoje: Dia: 16 <enter> Mês: 6 <enter> Ano: 2003 <enter> Qual a sua idade: Anos: 41 <enter> Meses: 4 <enter> Dias: 6 <enter> Data de Nascimento: 10/02/1962 Continuar [S/N]? s <enter> 10. O programa deve imprimir na tela este número por extenso (conforme exemplo abaixo).00 Comissão a pagar (R$): 70.99]: 23 <enter> Vinte e três Número [0.8 Escreva um programa em C que recebe via teclado um número inteiro de 0 à 99.6 Reescreva o programa anterior recebendo via teclado uma letra para o tipo de animal [G]ado. meses e dias vividos.00 Continua [S/N]? s <enter> Tipo de animal [1] Gado. preço unitário do animal e quantidade de animais comprados. [E]qüinos ou [O]vinos: g <enter> Preço unitário do animal (R$): 200 <enter> Quantidade de animais: 10 <enter> Preço total pago (R$): 2100. ano e a sua idade. mês. [2] Eqüinos ou [3] Ovinos.00 Continua [S/N]? s <enter> 10.. O programa deve calcular e imprimir na tela: preço total pago e a comissão do escritório de remate (gado 5%. [E]qüinos ou [O]vinos. eqüinos .5 Escreva um programa em C que recebe via teclado: tipo de animal [1] Gado. Exemplo: Número [0. O programa termina quando o usuário digitar 0 (zero). O programa deve calcular e imprimir a data de nascimento no seguinte formato: dd/mm/aaaa.00 Continua [S/N]? N <enter> 10. conforme exemplo abaixo: Exemplo (Tela): Tipo de animal [G]ado. da seguinte forma: anos.99]: 45 <enter> Quarenta e cinco Número [0.

5 Conceito: B Situação: Aprovado Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 10.1.0 à 10.10.11 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma temperatura e o tipo de conversão (converter para: [C]elsius ou [F]ahrenheit).46 à vista: 5% 10. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Temperatura: 30 <enter> Tipo de conversão (converte para: [C]elsius ou [F]ahrenheit): F <enter> Temperatura em Fahrenheit: 86 Continua [S/N]? S <enter> Temperatura: 86 <enter> Tipo de conversão (converte para: [C]elsius ou [F]ahrenheit): C <enter> Temperatura em Celsius: 30 Continua [S/N]? n <enter> Fórmula: C 9 . --.9 0.48 Desconto Total à vista (R$): 104.0 à 8.1.10 Escreva um programa em C que recebe via teclado duas notas: nota1 e nota2.0 à 5.= 5 F - 32 41 . Calcule e imprima na tela a temperatura correspondente a solicitação do usuário. Tela de execução: Quantidade de litros? 50 <enter> Tipo de combustível [A]lcool. O programa deve calcular e imprimir na tela: total à prazo. [G]asolina ou [D]iesel) e o tipo de pagamento ([P]razo ou [V]ista). O programa deve imprimir na tela a média.9 Exemplo: Situação Aprovado Aprovado Exame Reprovado Nota1: 7 <enter> Nota2: 8 <enter> Média: 7. O programa termina quando o usuário digitar 'N' ou 'n' na pergunta "Continua [S/N]?". o conceito do aluno (dado pela tabela abaixo) e a situação (aprovado. desconto e o total à vista.02 Continua [S/N]? N <enter> Valores: Álcool .0 à 6.0 7. [G]asolina ou [D]iesel ? G <enter> Gasolina Tipo de pagamento [P]razo ou a [V]ista ? V <enter> Total à prazo (R$) : 109.9 6.2. exame ou reprovado): Conceito A B C D Nota1 + Nota2 Média = ----------------2 Média 9.23 . tipo de combustível ([A]lcool.19 Diesel .50 Desconto (R$): 5.9 Escreva um programa em C que recebe via teclado: quantidade de litros vendidos.

1 x altura – 44.17 Continua [S]im ou [N]ão? N <enter> Observação: Imprimir mensagens de erro se os valores de entrada estiverem fora da faixa: ERRO: Graus fora da faixa.0 Situação: GORDO Sair [S/N]? s <enter> MAGRO IDEAL GORDO -------------------|-------------------|---------------------5% pi 5% Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? PIM = 72. ERRO: Minutos fora da faixa ou ERRO: Segundos fora da faixa. altura e peso da pessoa.7 42 .12 Escreva um programa em C que recebe via teclado: graus (0 à 360).65 <enter> Peso: 92 <enter> Peso Ideal: 62.7 x altura – 58 PIF = 62. minutos (0 à 59) e segundos (0 à 59).0 Diferença de Peso: 30. dado pela seguinte fórmula: ângulos em graus = graus + Exemplo: Graus: 45 <enter> Minutos: 45 <enter> Segundos: 45 <enter> Ângulo em Graus: 45. minutos ---------60 + segundos ---------3600 10.10.76 Continua [S]im ou [N]ão? S <enter> Graus: 45 <enter> Minutos: 10 <enter> Segundos: 15 <enter> Ângulo em Graus: 45. IDEAL ou GORDO) (conforme exemplo abaixo): Exemplo: Sexo [M]asculino ou [F]eminino: M <enter> Altura: 1. O programa deve calcular e imprimir na tela: peso ideal. O programa deve calcular e imprimir na tela o ângulo em graus.13 Escreva um programa em C que recebe via teclado: sexo ([M]asculino ou [F]eminino). diferença de peso e situação (MAGRO.

e o maior corresponde ao último elemento. O menor endereço corresponde ao primeiro elemento. Tabela 16: Exemplo de um vetor unidimensional Índice Valor 0 24 1 12 2 36 3 41 11. pois o compilador C não verifica estes limites. Isto pode causar um grave erro. Uma string pode armazenar qualquer tipo de caracter válido da tabela ASCII. ou seja. o programador pode referenciar qualquer elemento do vetor. x[9] número de bytes: 10 x 2 = 20 bytes (um inteiro ocupa 2 bytes) Observação: O programador deve verificar os limites do vetor. os elementos encontram-se em seqüência (contigüidade física). “travar” o programa. Uma vantagem na utilização de uma vetor é poder armazenar vários valores (elementos). ao mesmo tempo.2 – Strings Uma string (cadeia de caracteres) é um tipo de dado que consiste de um conjunto de caracteres. ou seja.1D) é um tipo especial de matriz que possui apenas um índice. utilizando-se um índice para diferencia-los.1 . na memória RAM. nome_do_vetor: nome da variável que irá representar o vetor número_de_elementos: número total de elementos do vetor primeiro elemento: 0 último elemento: número_de_elementos – 1 número de bytes ocupados na memória RAM: número_de_elementos x quantidade_de_bytes_de_um_elemento Exemplo: int x[10]. // 10 elementos: x[0] à x[9] nome_do_vetor [número_de_elementos]. permitindo.11. float. ou seja. int.Vetores Vetor (matriz de uma dimensão . por exemplo. compará-los e classificá-los. 43 . inclusive um que não existe. ou seja. Vetores. double). 11. permite armazenar variáveis unidimensionais (permite representar uma tabela). Um vetor consiste em locações contíguas de memória. tipo_dos_dados Onde: tipo_dos_dados: tipo de dado de cada elemento (char. primeiro elemento: x[0] último elemento: x[número_de_elementos – 1]. Exemplo: Vetor unidimensional de inteiros (idades). matrizes e strings Um vetor é uma coleção de variáveis de mesmo tipo (agregados homogêneos) que são referenciadas pelo mesmo nome.

Observação: Note que no exemplo acima. 4 da matriz y. onde o tamanho do índice esquerdo determina o número de strings e o tamanho do índice direito especifica o comprimento máximo de cada string.Vetor de strings Para criar um vetor de strings. // matriz 2D Exemplo: float y[5][5]. 0 ‘U’ ‘U’ ‘U’ Tabela 17: Exemplo de um vetor de strings 1 2 3 4 5 6 ‘C’ ‘P’ ‘e’ ‘l’ NULL lixo ‘C’ ‘S’ NULL lixo lixo lixo ‘F’ ‘P’ ‘e’ ‘l’ NULL lixo 7 lixo lixo lixo 0 1 2 Cria um vetor com 3 strings com 7 caracteres + '\0' (NULL) cada uma. isto é feito utilizando os dois índices. não é necessário acrescentar o NULL.. url: http://www. char string[] = “teste”. ou seja. O compilador C interpreta que o tamanho da string é a quantidade de caracteres da inicialização (5) mais um (1) para o NULL. nome[2][1] é caracter ‘F’. pois o compilador faz isso automaticamente. 44 . Para acessar o elemento 3. por exemplo.[tamanho_n]. deve-se utilizar uma matriz bidimensional de caracteres. nome[0].3 . Isto é um problema se quisermos (mais tarde) acrescentar mais caracteres na variável string.Matrizes (Multidimensional) tipo_dos_dados nome_variável [tamanho_1][tamanho_2]. Observação: Na inicialização de uma constante string "teste".ASCII: Americam Standard Code for Information Interchange. não foi necessário especificar o número_de_elementos da string. Note que o primeiro elemento é y[0][0] e o último elemento é y[4][4].4 . 11. Exemplo: char nome[3][8]. deve-se escrever y[3][4]. O total de elementos é 25. totalizandom neste caso. 11.com Em C.. Para acessar uma string particular deve-se especificar apenas o índice esquerdo. nome[1] ou nome[2].asciitable. como por exemplo. pois não foi reservado espaço préviamente para estes novos caracteres. Um zero é representado como (char) NULL. uma string consiste em um vetor de caracteres finalizado por um zero. nome[0] -> “UCPel” nome[1] -> “UCS” nome[2] -> “UFPel” Observação: Pode-se acessar também qualquer caracter de qualquer uma das strings. seis (6) elementos.

11.6.6. por vírgulas que são lista_valores: lista de constantes separadas compatíveis em tipo com o tipo base da matriz.1.3.5.7 . Exemplo: char s[] = "UCPel". ou int i[] = {0. char ch. então o compilador C cria uma matriz (ou vetor) grande o suficiente para conter todos os inicializadores presentes. Exemplo: char str[4] = "sim".h> #define MAX 10 int main(void) { char nome[MAX][41].1. int i. {2.7. y[0][0] y[0][1] y[1][0] y[1][1] = = = = 1 1 2 4 y[2][0] y[2][1] y[3][0] y[3][1] = = = = 3 9 4 16 11. 11.5 .5. Exemplo: int i[10] = {0.9}. {4.7.. int idade[MAX]..[tam_n] = {lista_valores}. neste caso é opcional (veja exemplo anterior). // s ocupa 6 bytes Programa exemplo (23): O programa permite armazenar n nomes e idades em dois vetores.4. #include <stdio.Inicialização de matrizes multidimensionais int y[4][2] = { {1.8.Inicialização de vetores e matrizes sem tamanho Na inicialização de uma matriz (ou vetor).9}.16} }. {3.1}. 45 .8.4}.Inicialização de matrizes e vetores tipo_dos_dados nome_matriz [tam_1]. n. se não for especificado seu tamanho. i = 0.8 .Inicialização de um vetor de caracteres char nome_vetor [tamanho] = "string".h> #include <string.4.6 . // vetor i – 1D Observação: Quando um vetor é declarado e inicializado (ao mesmo tempo) o número de elementos (neste caso 10) pode ser suprimido.3.9}.2.2. ou seja. 0 ‘s’ 1 ‘i’ 2 ‘m’ 3 NULL ou '\0' 11.

} while (m < 1 || m > MAX). scanf("%d". } while (ch != 'N' && ch != 'n' && i < MAX).lin++) for (col = 1.m. printf("Informe a ORDEM da MATRIZ: (mxn)\n"). i <= n. // entrada de um nome (somente um nome) fflush(stdin).&m). } printf("\n"). do { ch = getchar(). #include <stdio. idade[i]). for (lin = 1.&a[lin][col]). int col.col <= n. // m de 1 à 10 do { printf("Número de colunas (n): "). scanf("%d".col.%d] = ". scanf("%s".col). } } 11. i++) printf("| %-41s | %d | \n". do { printf("Número de linhas (m): "). // limpa o buffer de entrada printf("Idade: ").9 .lin.&b[lin][col]). nome[i].lin. &idade[i]). n = i .%d] = ".col).do { printf("Nome: "). // n de 1 à 10 for (lin = 1.%d] = %d\n". printf("C[%d.&n). printf("Continua [S/N]? "). também chamado sort (classificação de dados): 46 .lin. // número de elementos for (i = 0. } while (ch != 'S' && ch != 's' && ch != 'N' && ch != 'n'). scanf("%d".h> #define MAX 10 int main(void) { int a[MAX][MAX]. } Programa exemplo (24): O programa realiza a soma de duas matrizes (A e B) bidimensionais.col <= n. abaixo são mostrados dois tipos de ordenação. scanf("%d".lin. gerando uma matriz resultante C.col++) { printf("A[%d.n.col++) { c[lin][col] = a[lin][col] + b[lin][col]. nome[i]). b[MAX][MAX]. printf("B[%d.1.j.lin++) for (col = 1.lin <= m.Classificação de dados ou ordenação (sort) Para exemplificar melhor as variáveis do tipo vetor. c[MAX][MAX].lin <= m. scanf("%d". // entrada de uma idade i++.c[lin][col]). } while (n < 1 || n > MAX).

nome[j])) > 0) { strcpy(temp. } // strcmp – permite comparar strings // strcpy – permite copiar strings Observação: As próxima seção. // toupper: converte o caracter para maiúsculo } while (!strchr(“SN”. do { tecla = toupper(getchar()). strcmp e strchr são discutidas na Programa exemplo (26): O programa utiliza um método de sort chamado bubble sort (método da bolha) para classificar nomes. i++) for (j = i+1. for (i = 0. strcpy(nome[j]. scanf(“%40s”. nome[j]). char tecla. char temp[40]. i <= n-1. int i. j++) if ((strcmp(nome[i]. do { n++. for (i = 0. // scanf – permite a entrada de um nome printf("Continua [S/N]? "). n. i++) printf("Nome: %s\n". n++. nome[i]). j <= n. n = -1. #include <stdio. i <= n. do { printf("Nome: "). // entrada de um nome !0 0 47 . j. printf("Nome: "). n.h> #define QUANT 50 int main(void) { char nome[QUANT][41]. int i.&nome[n]).nome[n]). // strchr: verifica se o caracter pertence string } while (tecla != 'N' && n < QUANT).Programa exemplo (25): O programa classifica os nomes digitados pelo usuário. int sort.h> #include <string.h> #include <ctype.h> #include <string. tecla. tecla)). funções strcpy. n = 0. k. temp). scanf(“%s”. #include <stdio. nome[i]). } printf("\nNomes ORDENADOS\n").h> #define TRUE #define FALSE #define QUANT 50 int main(void) { char nome[QUANT][40]. char temp[41]. strcpy(nome[i].

do { tecla = getchar(). for (i = 0. } 11. Exemplo: Número de idades: 6 <enter> Idade: 30 <enter> Idade: 60 <enter> Idade: 10 <enter> Idade: 50 <enter> Idade: 20 <enter> Idade: 40 <enter> Idade para consulta: 50 <enter> Antes: 3 Depois: 2 Continua [S/N]? n <enter> 48 .10 .printf(" Continua [S/N]? "). Ao final imprima os dois vetores. // n é o número de elementos k = n. } while (strchr(“Ss”.1.10. printf("\nNomes ORDENADOS:\n"). sort = TRUE.nome[i+1])) > 0) { strcpy(temp. for (i = 0. i <= n. Logo após a entrada de todas as idades. } k--. i++) if ((strcmp(nome[i]. } while (!strchr(“SsNn”. strcpy(nome[i]. nome[i]). i < k.10. o número de idades antes da idade de consulta e o número de idades depois da idade de consulta. tecla) && n < QUANT). letras ‘L’ ‘M’ inverso 0 2 ‘I’ 0 ‘D’5‘A ’7‘B Buble sort 0 Exemplo: Letra: Letra: Letra: Letra: Letra: LIMA AMIL L <enter> I <enter> M <enter> A <enter> <esc> ‘A’ ‘E’ 11. o programa deve receber via teclado: idade para consulta. temp). do { sort = FALSE. Armazene todas as idades em um vetor (idade). } while (sort). nome[i]). Armazene todas as letras em um vetor (letras) até que o usuário digite um ESC (código 27). i++) printf("Nome: %s\n".1 Escreva um programa em C que recebe via teclado um conjunto de letras (máximo 20). O programa deve imprimir na tela. strcpy(nome[i+1].Lista de exercícios (vetores) 11. n = n .2 Escreva um programa em C que recebe via teclado: número de idades (máximo 50) e as respectivas idades. tecla)). Logo após copie todas as letras (em ordem inversa) para outro vetor (inverso). nome[i+1]).

4 Escreva um programa em C que recebe via teclado "n" conceitos (A. Imprima na tela o número de alunos: aprovados (A.10.6 Escreva um programa em C que recebe via teclado “n” (máximo 30) nomes (máximo 40 letras) e idades. B e C).11. A entrada dos dados termina quando o usuário digitar 'N' ou 'n' na pergunta "Continua [S/N]?". Exemplo: Conceito: B <enter> Conceito: A <enter> Conceito: E <enter> Conceito: B <enter> Conceito: D <enter> Conceito: C <enter> Conceito: A <enter> Conceito: E <enter> Conceito: <esc> 4 Aprovado(s) 1 Reprovado(s) 3 Infreqüente (s) 11. O programa deve imprimir na tela todos os nomes que começam com a letra especificada pelo usuário.10.10. D e E) (máximo 25) até que o usuário digite ESC. B. Armazene todos os conceitos em um vetor (conceito).3 Escreva um programa em C que recebe via teclado um conjunto de números inteiros (máximo 50). Armazene todos os números inteiros em um vetor até que o usuário digite 0 (zero). O programa deve imprimir na tela a posição do número no vetor ou ERRO: Número não encontrado (veja exemplos abaixo): Exemplo:Número: 50 <enter> Número: 30 <enter> Número: 20 <enter> Número: 10 <enter> Número: 40 <enter> Número: 0 <enter> Valor: 20 <enter> Posição no vetor: 2 Valor: 40 <enter> Posição no vetor: 4 Valor: 60 <enter> ERRO: Número não encontrado Valor: 0 <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar 0 (zero). 11. Logo após a entrada de todos os dados o programa deve imprimir na tela todos os nomes e idades desde o mais velho até o mais novo. reprovados (D) e os infreqüentes (E). A entrada dos nomes termina quando o usuário digitar apenas <enter>.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado “n” (máximo 50) nomes (máximo 80 letras). O programa termina quanto o usuário digitar <esc> na entrada da letra (conforme exemplos abaixo): Exemplo: Nome: Paulo <enter> Nome: Roberto <enter> Nome: Renato <enter> Nome: Pedro <enter> Nome: Fabio <enter> Nome: <enter> Letra: R <enter> Nome: Roberto Nome: Renato Letra: P <enter> Nome: Paulo Nome: Pedro Letra: T <enter> Letra: <esc> 11. Logo após permita ao usuário consultar um número informando o seu valor. Logo após a entrada de todos os nomes o programa deve permitir a entrada via teclado de uma letra. 49 .10. C.

Exemplo: Nome: Ana <enter> Idade: 12 <enter> Continua [S/N]? s <enter> Nome: Beatriz <enter> Idade: 13 <enter> Continua [S/N]? s <enter> Nome: Carla <enter> Idade: 14 <enter> Continua [S/N]? N <enter> Carla 14 Beatriz 13 Ana 12 50 .

printf("ERRO FATAL: %s". Exemplo: char s[] = “UCPel”. strcat são necessárias pois uma string nada mais é do que um vetor de caracteres.h> int main(void) { char erro[20].h> int main(void) { char erro[] = "Arquivo não Existe\n".h> #include <string."Arquivo não existe\n").erro). Manipulação de strings As funções strcpy. strcmp.erro). } programas abaixo mostram como copiar // incorreto – erro GRAVE em C // correto – elemento por elemento // correto 51 . ou seja. printf("ERRO FATAL: %s". ‘C’. Programa exemplo (27): Os caracteres para uma string. ‘l’. ou s = “UCPel”. strcpy(erro. #include <stdio. const char *origem). Prototype: string. ‘e’. 12. } ou #include <stdio.strcpy A função strcpy (cópia de string) pré-definida do C que permite copiar uma string para outra ou inicializar uma string. ou s[0] s[1] s[2] s[3] s[4] s[5] = = = = = = ‘U’.12.1 . Isto só pode ser feito quando o vetor é declarado e inicializado ou um de cada vez. não se pode atribuir vários valores (ao mesmo tempo) para os elementos de um vetor. Sintaxe: char *strcpy (char *destino. NULL. ‘P’.h Funcionamento: A string de origem é copiada para a string destino.

const char *origem).strcmp A função strcmp (comparação de duas strings) pré-definida do C que permite comparar duas strings.h Programa exemplo (28): O programa compara duas strings. printf("%s\n".2 . A string origem é copiado para o final da string Programa exemplo (29): O programa cópia e concatena caracteres a uma string resultando na palavra “Pelotas”. else printf("String 1 é MENOR a String 2").s2[41]. char sr[15] = "".s1).h> #include <string.s2).s3). scanf(“%s”.s2[] = "ota".s2).s1). #include <stdio.strcat A função strcat (concatenação de duas strings) pré-definida do C que permite a concatenação de uma string no final da outra string. s1 s1 s1 s1 é é é é maior que s2 menor que s2 igual a s2 diferente de s2 resultado resultado resultado resultado > 0 < 0 == 0 != 0 Sintaxe: int strcmp (const char *s1. Prototype: string. 52 .s3[] = "s". #include <stdio.12.3 . Sintaxe: char *strcat (char *destino.h Funcionamento: destino.s2) > 0) printf("String 1 é MAIOR a String 2"). printf("%s\n". else if (strcmp(s1. const char *s2). printf("String 2: "). scanf(“%s”.s2) == 0) printf("String 1 é IGUAL a String 2"). } 12. printf("String 1: "). printf("%s\n".h> int main(void) { char s1[41]. Prototype: string. if (strcmp(s1.h> int main(void) { char s1[] = "Pel".h> #include <string.

printf("%s\n". Sintaxe: int strlen (const char *s). strlen(nome)).5 – strchr A função strchr (Verifica se um caracter pertence a uma string) pré-definida do C que verifica se um caracter (chr) pertence a uma string (str). Prototype: string.s2). O programa imprime na tela o número de 53 . char ch. ou seja.stdin). #include <stdio.h> #include <string. Observação: O NULL não é contado.strlen // sr = "Pel" // sr = "Pelot" // sr = "Pelotas" A função strlen (comprimento de uma string) pré-definida do C que retorna o comprimento de uma string. char ch). strcat(sr. strcat(sr.h> int main(void) { char nome[41].s3).strcpy(sr.h> #include <string.h Programa exemplo (30): O programa imprime na tela a quantidade de caracteres de uma variável string. #include <stdio. printf("%s seu nome tem %d caracteres\n". Prototype: string. nome.sr). scanf(“%s”. fgets(nome. printf("Qual o seu nome: "). a quantidade de caracteres que a string possui no momento. } 12. printf("Continua [S]im ou [N]ão ?").s1). do { printf("Qual o seu nome: ").h Programa exemplo (31): caracteres de um nome.40. do { ch = getchar().4 .h> int main(void) { char nome[41]. a variável nome. Sintaxe: int strchr (const char *s. } 12.nome). printf("Seu nome tem %d caracteres\n". neste caso. strlen(nome)).

6 – Lista de exercícios (strings) 12. as palavras do nome em ordem inversa. número de letras minúsculas.6. O programa deve imprimir.ch)).ch)).6.6. Logo após a entrada do nome imprima: número de letras maiúsculas. Logo após a entrada do nome e da letra imprima o número de letras que existe no nome ou ERRO: Não existe a letra (?) na palavra (?).1 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 256 caracteres). 12. a letra antecessora.} while (!strchr("SsNn". conforme exemplo abaixo: Exemplo:Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Luzzardi Gomes Roberto Paulo 12. 12. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Palavra: Luzzardi <enter> Letra: z <enter> 2 letra(s) Continua [S]im ou [N]ão? S <enter> Palavra: Luzzardi <enter> Letra: w <enter> ERRO: Não existe a letra (w) na palavra (Luzzardi) Continua [S]im ou [N]ão? N <enter> Observação: O programa deve ser encerrado quando o usuário digitar “N” ou “n” na pergunta: Continua [S]im ou [N]ão?. } while (strchr("Ss".5 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 60 caracteres). a letra (da referida posição) e a letra sucessora. O programa deve imprimir na tela.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 20 letras) e uma posição. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Sobrenome: LUZZARDI Sair [S/N]? N <enter> Nome: Renato Souza <enter> 54 .4 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 80 letras). Letra sucessora não existe ou Posição inválida. se for o caso: Letra antecessora não existe.6. na tela. Logo após a entrada do nome o programa deve imprimir (EM LETRA MAIÚSCULA) o sobrenome da pessoa.2 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 40 caracteres) e uma letra.6. uma por linha. } 12. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Palavra: Universidade <enter> Posição: 7 <enter> Antecessora: s Letra: i Sucessora: d Observação: O programa deve imprimir na tela as seguintes mensagens de erro. conforme exemplo abaixo: Exemplo: Nome: Universidade Católica de Pelotas <enter> (3) Letras maiúsculas (26) Letras minúsculas (14) Vogais (15) Consoantes 12. número de vogais e o número de consoantes.

8 Escreva um programa em C que recebe via teclado uma palavra (máximo 20 caracteres). Logo após a entrada do nome o programa deve imprimir na tela: sobrenome.6. 12. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Autor: Luzzardi. conforme exemplos abaixo: Exemplo: Estado: Rio Grande do Sul <enter> Sigla: RS Estado: são paulo <enter> Sigla: SP Estado: rio de janeiro <enter> Sigla: RJ Estado: <enter> Observação: O programa encerra quando o usuário digitar apenas <enter> na entrada do nome do estado.6.6. Renato L. Logo após a entrada do nome do estado imprima: a sigla do estado (2 letras maiúsculas). Paulo R.7 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um estado (máximo 80 caracteres).Sobrenome: SOUZA Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 12. 55 . G. Sair [S/N]? N <enter> Nome: Renato Lima Souza <enter> Autor: Souza. conforme exem-plos abaixo: Exemplo: Palavra: universidade <enter> Início: 7 <enter> Fim: 11 <enter> String resultante: idade Continua [S/N]? s <enter> Palavra: eletricidade <enter> Início: 7 <enter> Fim: 15 <enter> ERRO: Fim Inválido Continua [S/N]? N <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘N’ ou ‘n’ na pergunta: Continua [S/N]?. primeiro nome e demais nomes abreviados. Sair [S/N]? s <enter> Observação: O programa termina quando o usuário digitar ‘S’ ou ‘s’ na pergunta: Sair [S/N]? 12.6 Escreva um programa em C que recebe via teclado um nome (máximo 80 caracteres). Logo após a entrada de todos os dados imprima a string resultante ou ERRO: Fim inválido ou Início inválido. início e fim.

13. Funções definidas pelo programador
A linguagem de programação C permite que o programador crie e utilize suas próprias funções. Forma Geral: tipo_do_retorno nome_da_função (parâmetros) tipo_dado_base parâmetros; { tipo_dado_base variáveis; // definição corpo da função; return(); } ou tipo_do_retorno nome (tipo_dado_base parâmetros) { tipo_dado_base variáveis; corpo da função; return(); } tipo_do_retorno: Especifica o tipo de dado do retorno da função. O retorno da função é feita pelo comando return (valor). parâmetros: É uma lista, separada por vírgulas, com os nomes das variáveis (e seus tipos) que receberão os argumentos quando a função for chamada. Observação: O tipo default de uma função é int, ou seja, se não for especificado o tipo da função o compilador assume int. Função procedural: É um tipo especial de função que não possui retorno, ou seja, é simplesmente um procedimento. Uma função deste tipo é void. Exemplo: int random (int n) { int t; t = rand() % n; return(x); } Chamada da função: n = random(256);
// retorna um número aleatório entre 0 e 255

das variáveis locais

Programa exemplo (32): O programa possui uma função que calcula o inverso 1/x. #include <stdio.h>

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float inverso (float x); int main(void) { float inv, resp;

// protótipo da função

printf("x: "); scanf("%f",&x); inv = inverso (x); // chamada printf("Inverso = %.2f\n", inv); }

da função inverso

// ----------------------------- Função definida pelo programador

float inverso (float x) { float i; i = (float) 1 / x; return(i); } ou float inverso (x) float x; { return( (float) 1 / x ); } 13.1 - Valores de retorno Todas as funções, exceto aquelas que são declaradas como sendo do tipo void, devolvem um valor. O valor é devolvido (retornado) pela função através do comando return. Normalmente são escritas três tipos de funções: a) Funções que efetuam operações com os parâmetros e retornam um valor com base nas operações. Programa exemplo (33): O programa calcula e imprime na tela o valor da potência xy. #include <stdio.h> #include <math.h> float potencia (float x, int y); int main(void) { float base,resp; int expoente; printf("Base: "); scanf("%f",&base); printf("Expoente: "); scanf("%d",&expoente); resp = potencia(base,expoente); printf("Potencia = %7.2f\n",resp); }

// chamada da função potencia

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// ----------------------------- Função definida pelo programador float potencia (float x, int y) { float valor; valor = exp ( log (x ) * y ); return(valor); } b) Funções que manipulam informações e retornam um valor simplesmente indica o sucesso ou o fracasso da manipulação. que

Programa exemplo (34): O programa calcula e verifica o determinante de uma equação de segundo grau. #include <stdio.h> int verifica_determinante (float a, float b, float c); int main(void) { float a, b, c; int retorno; printf("a = "); scanf("%f",&a); printf("b = "); scanf("%f",&b); printf("c = "); scanf("%f",&c); retorno = verifica_determinante(a,b,c); if (retorno == 0) printf("Determinante ZERO\n"); else if (retorno > 0) printf("Determinante POSITIVO\n"); else printf("Determinante NEGATIVO\n"); } // ---------------------------- função definida pelo programador int verifica_determinante (float a, float b, float c) { float det; det = b * b - 4 * a * c; if (det == 0) return(0); else if (det > 0) return(1); else return(-1); } c) Funções que procedimentos. não retornam nenhum valor, ou seja, são puramente

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c++) printf("#"). 10). } } 13. for (l = li.h> void limpa_tela (void). l.h> void desenha_retangulo (int ci.32). int main(void) { limpa_tela(). l <= lf. } } int main(void) { desenha_retangulo(1. c++) printf("%c". l++) { for (c = 1. alterações feitas nos parâmetros não terão efeito nas variáveis utilizadas para chamá-la. c <= 80. printf(“\n”). Programa exemplo (36): O programa possui uma função que desenha um retângulo na tela. c <= cf. } Onde: ci li cf lf -> -> -> -> coluna inicial linha inicial coluna final linha final // 32 é o código do caracter espaço 59 . Portanto.Programa exemplo (35): O programa possui uma função que limpa toda a tela em modo texto. #include <stdio. l++) { for (c = ci.função definida pelo programador void limpa_tela (void) { int c. l <= 25. 1. printf("\n"). int cf.2 . #include <stdio. l. int li. } // ---------------------------. for (l = 1. int lf) { int c. 20.Passagem de parâmetros por valor Forma de chamada de uma função onde o valor do argumento é apenas copiado para o parâmetro formal da função.

#include <stdio. y. Significa que as alterações feitas nos parâmetros afetarão a variável utilizada para chamar a função. } int main(void) { int a. b). scanf("%d". int *y) { int temp. scanf("%d". respectivamente: x -> &a e y -> &b. printf("a = %d | b = %d\n". a. y).&b). *x = *y. cf = 20 e lf = 10. printf("a = "). *y = temp.&x). printf("x = ").h> void troca (int *x. resposta = divisao ( x. // foi impresso na troca (&a. li = 1. // foi impresso na } digitou 3 digitou 4 tela a = 3 | b = 4 tela a = 4 | b = 3 /* x e y são ponteiros */ Atenção: Os parâmetros da função recebem. a.h> float divisao (int x. int y).Passagem de parâmetros por referência Forma de chamada de uma função onde o endereço do argumento é passado como parâmetro.3 .&y). printf("b = "). temp = *x. #include <stdio.Atenção: Os parâmetros da função recebem.&a). 60 . b.Funções que devolvem valores não-inteiros Todas as funções que devolvem valores não-inteiros devem ter seu tipo de retorno declarado.&b). 13. printf("y = "). int main(void) { int x. float resposta. scanf("%d". // imagine que o usuário scanf("%d". // imagine que o usuário printf("a = %d | b = %d\n". Programa exemplo (37): O programa tem uma função que troca o valor de duas variáveis.4 . tipo_do_retorno nome_da_função (tipo_dado_base parâmetros). Programa exemplo (38): O programa calcula e imprime na tela a divisão de dois valores. 13. respectivamente: ci = 1. b).

Execução pela linha de comandos: $ ordena dbeacgf <enter> Resultado na tela: abcdefg // este programa deve obrigatoriamente se chamar inverte. char *argv[]) { int i.c #include <stdio. O programa é compilado e executado em um terminal do Sistema Operacional Linux da seguinte forma: Execução pela linha de comandos (terminal): $ inverte pelotas <enter> Resultado na tela: satolep Programa recebe: argc = 2 argv[0] = “inverte” agv[1] = “pelotas” // inverte.ponteiro para uma matriz (2D) de caracteres (vetor de strings).2f\n".5 . argv[1][i]). imprimindo-os a seguir. if (argc != 2) printf("Sintaxe: INVERTE <palavra>\n").h> #include <string.contém o número de argumentos na linha de comando. } 13.Argumentos argc e argv do main A função main possui dois argumentos argc e argv intrínsecos utilizados para receber parâmetros da linha de comando do DOS (Sistema Operacional em Disco). for (i = n-1.c // depois de compilado será gerado o executável inverte 61 . printf(“\n”). } // ----------------------------. else { n = strlen(argv[1]).Função definida pelo programador float divisao (int x. argv . int y) { return( (float) x / y ). n.h> int main (int argc. Programa exemplo (39): O programa recebe parâmetros do Sistema Operacional (uma palavra qualquer) e imprime a palavra em sentido inverso. } } Programa exemplo (40): O programa deve receber parâmetros pelo Sistema Operacional (conjunto de caracteres) e deve ordenar (coloca em ordem alfabética). i--) printf("%c".printf("Divisão = %7. argc .resposta). i >= 0.

i++) printf("%c". for (i = 0. 62 . i < n_car . se esta. i < n_car-1.6 .h> #include <string. char *argv[]) { int i. j < n_car.h> int main (int argc. return(fat). j. else { n_car = strlen(argv[1]). char temp.Recursividade Uma função é recursiva. } for (i = 0 . i++) for (j = i+1. fat = n * Fatorial(n-1). j++) if (argv[1][i] > argv[1][j]) { temp = argv[1][i]. printf(“\n”).argv[1][i]). if (n <= 1) return(1). } } 13.h> long int Fatorial(int n) { long int fat. int n_car. } int main (void) { int n.c #include <stdio.c #include <stdio. argv[1][i] = argv[1][j]. fizer uma chamada a si própria. argv[1][j] = temp. // fatorial. if (argc != 2) printf("Sintaxe: ORDENA <palavra>\n").Programa recebe: argc = 2 argv[0] = “ordena” agv[1] = “dbeacgf” // ordena. Programa exemplo (41): Os próximos dois programas calculam o fatorial e a soma de um número recursivamente.

} while (n < 0 || n > 19). s = n + Soma(n-1).c #include <stdio. int n. } // soma.7. &n). if (n == 1) return(1). do { do { printf("n = ").stdin).40. } while (n < 0 || n > 19). scanf("%d".Lista de exercícios (funções) 13. printf(“Nome: “). } } while (n != 0). Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Seu nome tem 4 palavra(s) 63 . } while (n != 0).1 Escreva em C a função PALAVRAS.h> ______________ PALAVRAS( ____________________ ). fat = Fatorial(n). printf("Soma: %d\n". int main(void) { char nome[41].long int fat. do { do { printf("n = "). A função recebe uma string (nome) e retorna o número de palavras do nome (veja exemplo abaixo): #include <stdio. } int main (void) { int n.h> long int Soma(int n) { long int s. fgets(nome. return(s). printf("Fatorial: %d\n". &n). long int s. scanf("%d". if (n > 0) { s = Soma(n). fat).7 . s). } 13.

data). A função recebe via parâmetros número de caracteres (n) e caracter (ch). A função devolve na variável s. printf(“Ano: %d\n”.2 Escreva em C a função VERIFICA_DATA. mês e ano. int main (void) { char data[11].31] Mês [1. dia). printf(“Seu nome tem %d palavra(s)\n”.7. &ano). erro. if (erro == 1) printf(“ERRO: Dia inválido\n”).h> #include <string. Exemplo: Data Dia: Mês: Ano: [dd/mm/aaaa]: 11/07/2002 <enter> 11 07 2002 printf(“Data [dd/mm/aaaa]: “). A função retorna: (1) se o dia for inválido. A função recebe: número de caracteres (n) e caracter (ch). scanf(“%10s”.. n). int main (void) { PREENCHE(5. (4) formato inválido e (5) se a data estiver correta.n = PALAVRAS(nome). 2999] 13. #include <stdio. &mes.7. n caracteres ch. 13. (2) se o mês for inválido. #include <stdio. no formato: dd/mm/aaaa) e devolve via parâmetros: dia.h> 64 .h> ______________ VERIFICA_DATA ( ____________________ ). &dia. } // ##### 13. A função recebe uma string (data. n caracteres ch.3 Escreva em C a função PREENCHE. A função deve imprimir na tela. #include <stdio. } Observação: Não utilizar a função strlen do Turbo C.h> _____________________ PREENCHE ( ____________________ ). else { printf(“Dia: %d\n”. int dia. ano). erro = VERIFICA_DATA(data..12] Ano [2000.h> #include <stdlib. printf(“Mês: %d\n”.4 Escreva em C a função GERA_STRING. mes. ano. else if (erro == 4) printf("ERRO: Ano Inválido\n").7. else if (erro == 3) printf(“ERRO: Formato inválido\n”). (3) se o ano for inválido. mes). } } Valores Válidos: Dia [1. else if (erro == 2) printf(“ERRO: Mês inválido\n”).’#’)..

y. final). printf(“y = “). int main (void) { int x. int vogais.h> #include <string. } 13. &y). printf(“Qual a placa de seu carro [xxx9999]: “).h> int main (void) { char nome[41].___________________ GERA_STRING ( _______________ ). #include <stdio. int final. printf(“x = “). A função recebe um valor para x e um valor para y e retorna o número do quadrante (1.7. printf(“Quadrante: %d\n“. n. #include <stdio. scanf(“%d”.h> int main (void) { char placa[8]. final = final_da_placa(placa). scanf(“%7s”.2. s).s). A função recebe uma placa de automóvel (placa) no formato: xxx9999 e retorna o último dígito da placa. } 13.7.7.h> ___________________ VERIFICA_QUADRANTE ( _______________ ). } 13. printf(“%s”. n = VERIFICA_QUADRANTE(x. &x). A função recebe uma string (nome) e retorna a quantidade de vogais da string.’#’. y).7 Escreva a função: VOGAIS. GERA_STRING(5. Quadrantes | | 2o | 1o | ----------------------| 3o | 4o | | // s ficará com “#####” 65 .6 Escreva a função: final_da_placa.3 ou 4).h> #include <string.5 Escreva em C a função VERIFICA_QUADRANTE. int main (void) { char s[10]. placa). printf(“Final da Placa é: %d\n”. printf(“Nome: “). #include <stdio. scanf(“%d”. n).

maiusculas. } 13. scanf(“%f”. sal. A função recebe uma string (nome) e devolve via parâmetros: número letras maiúsculas e o número letras minúsculas. &b). vogais = VOGAIS(nome).h> #include <string. int main (void) { float salario. maiusculas). printf(“Nome: “). h). A função recebe o cateto adjacente (b) e o cateto oposto (a) e retorna o valor da hipotenusa dado pela seguinte fórmula: Fórmula: #include <stdio.h> #include <string. printf(“Vogais: %d\n”. A função recebe o valor do salário e o índice de reajuste e retorna o salário atualizado.fgets(nome. printf(“Hipotenusa: %.10 Escreva em C a função REAJUSTE. h = HIPOTENUSA(a. } 13.7.9 Escreva em C a função CONTA. vogais). printf(“Minúsculas: %d\n”. printf(“Maiúsculas: %d\n”. minusculas). fgets(nome. &maiusculas.40. scanf(“%f”. } 13. int n. getch().7.stdin). indice.h> int main (void) { float a. printf(“Total de letras: %d\n”. &minusculas). n = CONTA(nome.8 Escreva a função: HIPOTENUSA. b. printf(“Cateto Adjacente: “). #include <stdio.h> ______________ CONTA ( ____________________ ).2f\n”. n).40. int main (void) { char nome[41]. minusculas.stdin).7. &a). printf(“Cateto Oposto: “). b). #include <stdio. Exemplo: Salário (R$): 1000 <enter> Índice de Reajuste: 10 <enter> 66 .h> ___________________ REAJUSTE ( _______________ ). A função retorna o total de letras do nome (veja exemplo abaixo). Exemplo: Nome: Paulo Roberto Gomes Luzzardi <enter> Maiúsculas: 4 Minúsculas: 21 Total de letras: 25 h2 = a2 + b2 clrscr(). h.

altura). scanf(“%d”. } base .7. } Atualizado (R$): 1100 13. #include <stdio. A função deve devolver na variável altura a altura do triângulo.7. 67 . area. printf(“Índice de Reajuste: “).printf(“Salário (R$): “).h> _____________________ CENTRALIZA ( ____________________ ).h> ___________________ HIPOTENUSA ( _______________ ). &resto)) printf(“Par\n”). &base). int main (void) { float base. printf(“Número: “).12 Escreva em C a função HIPOTENUSA.13 Escreva em C a função VERIFICA. else printf(“Ímpar\n”). int main (void) { int n. if (VERIFICA(n. printf(“Hipotenusa: %. &area). h. scanf(“%f”. h = HIPOTENUSA(base.7. indice). printf(“Área do Círculo: “). sal). A função deve imprimir na tela a mensagem centralizada na tela. A função deve devolver na variável resto o resto inteiro da divisão.1f\n”. resto.11 Escreva em C a função CENTRALIZA.h> #include <string. area. &altura).2f\n”. A função recebe o valor da base e da área de um triângulo.h> ____________________ VERIFICA ( ____________________ ). h). A função deve retornar também o valor da hipotenusa. scanf(“%f”. #include <stdio. altura área = ---------------------2 hipotenusa2 = base2 + altura2 13. A função recebe um número inteiro (n).1f\n”. #include <stdio. printf(“Salário Atualizado (R$): %. } 13. sal = REAJUSTE(salario. &n). A função recebe uma mensagem. &salario). scanf(“%f”. Salário scanf(“%f”. A função deve retornar se o número (n) é par (1) ou ímpar (0). altura printf(“Base: “). int main (void) { CENTRALIZA(”Jogo de Damas”). &indice). printf(“Altura: %.

r[] = “dade”.h> ____________________ STRCPY (_______________________________) ____________________ STRCAT (_______________________________) int main (void) { char s[] = “Liber”.7.printf(“Resto Inteiro da Divisão: %d\n”. } // função copia s para t -> “Liber” // insere r no final de t -> “Liberdade” // t -> “liberdade” 68 . resto).t[10]. s). t). STRCAT(t. } 13. r).14 Escreva as seguintes funções: STRCPY (copia strings) e STRCAT (concatena strings) #include <stdio. printf(“%s\n”. STRCPY(t.

Figura 5: Representação de um ponteiro na memória Exemplo: #include <stdio. p = &x. p). O endereço pode ser a localização de uma ou mais variáveis na memória RAM ou qualquer outro endereço da memória RAM. printf("Endereço de x: %p\n".. 69 .. printf("Valor de x.: %d\n". printf(“Sizeof de p: %d\n”. printf("Caracter .. } // // // // // // p recebe *p valor caracter endereço endereço ponteiro o endereço de x (&x) é 65 'A' de x do ponteiro p ocupa 4 bytes Figura 6: Endereçamento de um ponteiro Resumo: x -> 65 &x -> 100 p -> &x -> 100 *p -> 65 &p -> 200 Observação: Um ponteiro no Linux ocupa 4 bytes na memória RAM. como por exemplo. char *p.14. Ponteiros Um ponteiro é uma variável que contém um endereço de memória.sizeof(p)). printf("Endereço de p: %p\n".h> int main(void) { char x = 65.: %c\n".&p).. a memória da tela. *p).. *p).

p2 = p1.2 . printf("%p\n". printf("%c\n".Aritmética com ponteiros 14. *p1). p1).14. 70 . O tipo de dados do ponteiro define para que tipos de variáveis o ponteiro pode apontar e qual o tamanho ocupado na memória por estas variáveis.Operadores de ponteiros & . *p2.1 . 14. nome_da_ponteiro: nome da variável que representa o ponteiro.1 .3.conteúdo de p1) &x). p2). int *p1. #include <stdio. Logo: variável = *ponteiro. printf("%p\n". p1 = &x.2.3.3 .Variáveis ponteiros Definição: tipo_dado_base *nome_do_ponteiro.conteúdo do endereço apontado pelo ponteiro.Incremento (++) // // // // // // // p1 recebe o endereço de x p2 recebe o endereço de x impresso endereço de x impresso endereço de x impresso endereço de x impresso valor de x (conteúdo de p1) impresso caracter 7 (Bell .3. printf("%d\n". Exemplo: ponteiro = &variável. *p1).Expressões com ponteiros 14.h> int main (void) { int x = 7.Atribuições com ponteiros Pode-se atribuir o valor (endereço) de um ponteiro para outro ponteiro. Programa exemplo (42): O programa mostra atribuições utilizando dois ponteiros. Observação: Como C sabe quantos bytes copiar para a variável apontada pelo ponteiro? Resposta: O tipo_dado_base do ponteiro determina o tipo de dado que o ponteiro está apontando. printf("%p\n".1 . * . tipo_dado_base: qualquer tipo básico válido em C.endereço de memória do operando. } 14.2 . 14.

int i. 66. for (i = 0. } } Resultado na Tela: Endereço: 0xbfc258c0 | Valor: x[0] = 0 Endereço: 0xbfc258c4 | Valor: x[1] = 1 71 . 74 }. #include <stdio. 8. p++. 4. 67.h> int main (void) { char x [10] = { 65. p = &x[0]. 7. 3. Isto é feito através da aritmética de ponteiros. *p). 2. 6. i++) { printf("Endereço: %p | Valor: x [%d] = %c\n". 73. 9 }. p. Isto é feito através da aritmética de ponteiros. i. Exemplo: p++. (*p)++. } } Resultado na tela: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: 0xbfb70886 0xbfb70887 0xbfb70888 0xbfb70889 0xbfb7088a 0xbfb7088b 0xbfb7088c 0xbfb7088d 0xbfb7088e 0xbfb7088f | | | | | | | | | | Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: x[0] x[1] x[2] x[3] x[4] x[5] x[6] x[7] x[8] x[9] = = = = = = = = = = A B C D E F G H I J Programa exemplo (44): O programa mostra um ponteiro apontando para os elementos de um vetor. /* ponteiro aponta para o próximo elemento */ /* conteúdo do ponteiro é incrementado */ Programa exemplo (43): O programa mostra um ponteiro apontando para os elementos de um vetor. 71. i++) { printf("Endereço: %p | Valor: x [%d] = %d\n". i. 72. #include <stdio. 68. 5. *p). i <= 9. char *p.h> int main(void) { int x [10] = { 0. p. for (i = 0. i <= 9.Faz com que o ponteiro aponte para a localização de memória do próximo elemento de seu tipo_dado_base.*p. 70. p++. int i. 1. p = &x [0]. 69.

2 . 5. Exemplo: p--. int *p. // ponteiro aponta para o elemento anterior // conteúdo do ponteiro é incrementado 14. Somente pode-se somar e subtrair números inteiros a 14.Decremento (--) Faz com que o ponteiro aponte para a localização do elemento anterior. Faz com que o ponteiro p aponte para o nono (90) elemento do tipo_dado_base. 72 // é igual a p = x dois ponteiros através utilizando os . 4. após aquele que o ponteiro estava apontando no momento.4 . p = &x[0]. Observação: ponteiros.4 .Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: Endereço: 0xbfc258c8 0xbfc258cc 0xbfc258c0 0xbfc258d0 0xbfc258d4 0xbfc258d8 0xbfc258dc 0xbfc258e4 | | | | | | | | Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: Valor: x[2] x[3] x[4] x[5] x[6] x[7] x[8] x[9] = = = = = = = = 2 3 4 5 6 7 8 9 14. Exemplo: #include <stdio. 3. Exemplo: if (p < q) printf("Endereço de p é menor do que q\n").h> int main (void) { int x[10] = { 0. 6. 1.3. 8.3 . 14. o nome de um vetor sem índice é o endereço do primeiro elementos da matriz.Comparação de ponteiros É possível comparar operadores relacionais.3. : } Para acessar o quinto (50) elemento podemos escrever: x[4]. ou *(p+4).3.Soma (+) e subtração (-) Exemplo: p = p + 9. (*p)++. 2. 9 }.2.Ponteiros e vetores Em C. 7.

Observação: Aritmética de ponteiros indexação de vetores e matrizes. 14.4.1 - Indexando um ponteiro Exemplo: #include <stdio.h> int main (void) { int x[5] = { 0, 1, 2, 3, 4} int *p,t; p = x; for (t = 0; t <= 4; t++) printf("%d\n", p[t]); } 14.4.2 - Ponteiros e strings

pode

ser

mais

rápida

que

a

// igual a p = &x[0]

Como o nome de um vetor sem índice é um ponteiro que aponta para o primeiro elemento do vetor, quando utiliza-se funções que recebem strings como parâmetros, estas recebem apenas um ponteiro para a string e não o valor real da string em si, ou seja, sempre a passagem de parâmetro de uma string é por referência. Programa exemplo (45): O programa compara duas strings. #include <stdio.h> int compare (char *s1, char *s2); int main (void) { char s1[41], s2[41]; printf("String 1: "); fgets(s1,40,stdin); printf("String 2: "); fgets(s2,40,stdin); if (compare (s1,s2) == 0) printf("s1 é igual a s2\n"); else printf("s1 é diferente de s2\n"); } int compare (char *s1, char *s2) { while (*s1) // quando if (*s1-*s2) return (*s1-*s2); else { s1++; s2++; } return ('\0'); }

// s1 igual s2 == 0

o *s1 for igual '\0' termina o laço

73

14.4.3 - Obtendo o endereço de um elemento de um vetor p = &x[2]; 14.4.4. Vetores de ponteiros Declaração de um vetor de ponteiros de inteiros de tamanho 10. int *x[10]; Atribuição do endereço de uma variável ao terceiro elemento da matriz de ponteiros:
x[2] = &variável; Logo: Para obter o valor da variável, utiliza-se: *x[2];

14.5 - Ponteiros para ponteiros Uma matriz de ponteiros é igual a ponteiros. Um ponteiro para um ponteiro é múltipla. apontar ponteiros para uma forma de indireção

Programa exemplo (46): O programa utiliza uma variável ponteiro para ponteiro. #include <stdio.h> int main (void) { int x; int *p; int **t; x = 10; p = &x; t = &p; printf("%d\n", **t); } 14.6 - Inicialização de ponteiros Após declarar um ponteiro, e antes de haver uma atribuição de um valor inicial, o ponteiro terá um endereço desconhecido (lixo), ou seja, nunca se deve utilizar um ponteiro antes de atribuir-lhe um valor (endereço). Pode-se inicializar seguinte forma: Exemplo: int main (void) { char *p = "Paola"; char *erro = "Falta de memória\n"; 14.7 - Alocação dinâmica de memória Permite alocar e liberar uma área de memória para variáveis durante a execução de um programa. Qualquer outro tipo de variável, um ponteiro para caracteres (string) da

// imprime o valor de x

74

que não seja um ponteiro, deve ser alocada estaticamente, ou seja, a variável não pode ocupar mais espaço do que foi declarado. Exemplo: int x [10];
// um inteiro ocupa 2 bytes // logo 10 inteiros ocupam 20 bytes na memória RAM durante toda a execução do programa

14.7.1 – malloc A função malloc (memory allocation) permite alocar uma porção de memória dinamicamente. Sintaxe: void *malloc (int número_de_bytes); Prototype: stdlib.h A função malloc reserva espaço na memória RAM (aloca) a quantidade de bytes especificada pelo parâmetro da função (número_de_bytes), devolvendo um ponteiro do tipo void* apontando para o primeiro byte alocado. O tipo void* representa um ponteiro sem tipo que deve ser “tipado” de acordo com o tipo de dado base do ponteiro. Isto pode ser feito utilizando-se um cast. Quando não houver memória suficiente para alocar o ponteiro, a função malloc devolve um ponteiro nulo (NULL). Exemplo: #include <stdio.h> #include <stdlib.h> int main (void) { int *p, n; printf(“Quantidade de elementos: “); scanf(“%d”,&n); p = (int *) malloc( n * sizeof (int) ); if (p == NULL) // ou if (!p) printf("ERRO FATAL: Falta de memória\n"); else { printf("Ok, memória alocada\n"); printf("Endereço reservado: %p\n”, p); printf("Quantidade de elementos alocados: %d\n”, n); printf("Quantidade de bytes alocados: %d\n”, n * sizeof(int)); free(p); // veja item 14.7.2 } }
Resultado do Programa: Quantidade de elementos: 5 Ok, memória alocada Endereço reservado: 0x804a008 Quantidade de elementos alocados: 5 Quantidade de bytes alocados: 20

75

t. free(p). Sintaxe: void free (void *p). if (!p) printf("Erro Fatal: Falta de memória\n"). #include <stdio. ou seja. *(p+t)). for (t = 0. 40 inteiros. } } 76 .2 – free A função free (livre) alocada pela função malloc. função free libera a área de memória alocada pela função permite liberar a porção de memória Programa exemplo (47): O ponteiro p aponta para uma região da memória com 80 bytes reservados (alocados). p = (int *) malloc( 40 * sizeof (int) ). Prototype: stdlib. t <= 39.h> #include <stdlib. ++t) printf("%d\n".14.h A malloc.++t) *(p+t) = t.h> int main(void) { int *p. else { for (t = 0.7. t <= 39.

são elas: Tabela 18: Filas de texto Fila stdin stdout stderr stdprn stdaux Função da fila Entrada padrão (standard input) Saída padrão (standard output) Erro padrão (standard error) Saída para impressora (standard printer) Saída auxiliar (standard auxiliary) 15. CR – Carriage Return (retorno do carro . definido pelo padrão ANSI e UNIX chamado sistema de arquivo bufferizado (formatado ou de alto nível) e o segundo. C utiliza 5 filas de texto pré-definidas. Todo arquivo texto possui um nome. pode não haver correspondência de 1 para 1 entre os caracteres que o computador escreve (lê) e aqueles no dispositivo externo.Fila de bytes (stream) A fila de bytes é um dispositivo lógico de entrada ou saída de dados.15. Pode ocorrer certas traduções de caracteres.1 . 15. é definido apenas pelo UNIX chamado sistema de arquivos não-bufferizado (nãoformatado ou de baixo nível).cursor) LF – Line Feed (avanço de linha) CR + LF = <enter> Exemplo de um arquivo texto: ABC\n ABCDEF\n \n ABCDEFGH\n EOF Observações: EOF – End Of File (fim do arquivo). tal como: '\n' ser convertida em CR (13) + LF (10). O primeiro. independente do dispositivo real. Um arquivo (dispositivo externo) deve ser associado a uma fila de bytes. Entrada e saída em disco Existem dois sistemas de arquivo definidos em C. Dessa forma. 77 .1.1 .Filas de texto Uma fila de texto é uma seqüência de caracteres organizada em linhas. Cada linha é finalizada por um caracter '\n'.

ponteiros. Um ponteiro de arquivo é uma variável de ponteiro do tipo FILE *. strings. O tipo FILE é prédefinido em “stdio.2.h> int main(void) { FILE *fp. Um arquivo binário pode conter tipos de dados diferentes.Sistema de arquivo bufferizado A ligação comum que mantém unido o sistema de entrada e saída bufferizado é um ponteiro que aponta para o arquivo.2 .2 .Filas binárias Uma fila binária possui correspondência unívoca (1 para 1) com os bytes do dispositivo externo.fopen A função fopen (file open) permite abrir um arquivo ligando-o a uma fila de bytes. Exemplo: #include <stdio. int... Prototype: stdio.h”. char *modo). float. Figura 7: Representação de um arquivo 15. como por exemplo: char. O ponteiro do arquivo identifica um determinado arquivo em disco e é usado pela fila associada a ele para direcionar cada uma das funções de entrada e saída bufferizada para o lugar em que elas operam. string que contém as características desejadas (veja tabela Observação: t (text: arquivo texto) e b (binary: arquivo binário) 78 .h nome_arquivo: Deve ser uma string que contenha: "drive:\path\nome_do_arquivo"..15. modo: É uma abaixo). vetores.1 . Portanto nenhuma tradução de caracteres ocorrerá. Sintaxe: FILE *fopen (char *nome_arquivo.1. etc. 15.

"r")) == NULL) printf("Erro Fatal: Impossível abrir o arquivo\n"). FILE *fp). ou #include <stdio. fp = fopen("teste. . fopen devolverá um ponteiro nulo.. ou seja.2 – putc A função putc é utilizada para gravar caracteres em um arquivo.. Sintaxe: int putc (int ch.h> int main (void) { FILE *fp. Prototype: stdio. arquivo criado com sucesso\n")..2.dat"..h ch é o caracter a ser gravado fp é o ponteiro do arquivo aberto pela função fopen() 79 .Tabela 19: Modo de abertura de arquivos Modo “r” “w” “a” “rb” “”wb” “ab” “r+” “w+” “a+” “r+b” “w+b” “a+b” “rt” “wt” “at” “r+t” “w+t” “a+t” Significado Abre um arquivo-texto para leitura Cria um arquivo-texto para gravação Anexa a um arquivo-texto Abre um arquivo binário para leitura Cria um arquivo binário para gravação Anexa a um arquivo binário Abre um arquivo-texto para leitura/gravação Cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre ou cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre um arquivo binário para leitura/gravação Cria um arquivo binário para leitura/gravação Abre um arquivo binário para leitura/gravação Abre um arquivo texto para leitura Cria um arquivo texto para gravação Anexa a um arquivo texto Abre um arquivo-texto para leitura/gravação Cria um arquivo-texto para leitura/gravação Abre ou cria um arquivo-texto para leitura/gravação Observação: Se ocorrer ERRO na abertura de um arquivo.h> int main (void) { FILE *fp. se (fp == NULL) erro. . Exemplos: #include <stdio. arquivo aberto\n")."w").dat". 15. else { printf("Ok. else { printf("Ok. if (fp == NULL) printf("Erro Fatal: Impossível criar o arquivo\n”). if ((fp = fopen("teste.

unsigned int i. printf("%d: ".2. Sintaxe: int getc (FILE *fp). if (ch == '\n') { i++. else { i = v = 1. i).h fp é o ponteiro do arquivo aberto por fopen() 15. EOF . Devolve 0 se não chegou ao fim do arquivo.c" são exibidos na tela com as linhas numeradas. numerando-as.4 – feof A função feof (file end of file) determina se o fim de arquivo foi encontrado. #include <stdio.2.h Programa exemplo (48): O programa lista na tela todas as linhas de um arquivo texto.h> int main (int argc.End of File (Fim de Arquivo) 15.3 – getc devolverá o A função getc é utilizada para ler caracteres de um arquivo. printf("\n%d: ". do { ch = getc(fp)."r")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo [%s] não EXISTE\n"). Sintaxe: int feof (FILE *fp). A cada parada é informado o nome do arquivo texto que está sendo listado e o número de bytes listados. Observação: Este programa deve ser compilado e executado terminal de texto do sistema operacional da seguinte forma: $ lista lista. v++. Prototype: stdio. Ao preencher toda a tela ocorre uma pausa. v.Observação: Se uma gravação for bem sucedida putc() caracter gravado. else if ((fp = fopen(argv[1]. Prototype: stdio. char *argv[]) { FILE *fp. char ch. 80 . i). caso contrário devolverá um EOF.c <enter> em um Funcionamento: Todas as linhas do programa fonte "lista. if (argc != 2) printf("Sintaxe: LISTA <nome do arquivo>").

h 15. } while (!feof(fp)).2.7 – getw e putw As funções getw e putw são utilizadas respectivamente.2. Prototype: stdio. Sintaxe: void rewind (FILE *fp). Função: Leitura de inteiros (getw) Sintaxe: int getw (FILE *fp).2.} else printf("%c". 81 .rewind A função rewind estabelece o localizador de posição do arquivo para o início do arquivo especificado.v). Sintaxe: int fclose (FILE *fp).9 – fread e fwrite para ler e gravar.h Observação: A função fgets lê uma string do arquivo especificado até que leia ou um '\n' ou (comprimento .8 – fgets e fputs As funções fgets e fputs são utilizadas para ler e gravar strings. FILE *fp). Função: Leitura de strings (fgets) Sintaxe: char *fgets (char *str. Prototype: stdio.h Observação: Retorna 0 se a operação foi bem sucedida. argv[1]. Prototype: stdio. Prototype: stdio. 15. ch). FILE *fp).h Função: Gravação de inteiros (putw) Sintaxe: int putw (int x.1) caracteres.2.2.6 . FILE *fp).h 15. Prototype: stdio.5 – fclose A função fclose (file close) é utilizada para fechar um arquivo aberto. Antes de fechar o arquivo os dados (que ainda estavam no buffer) são gravados. inteiros em um arquivo. printf("[%s] Byte(s): %d\n". int comprimento. 15. } } 15. Prototype: stdio.h Função: Gravação de strings (fputs) Sintaxe: char *fputs (char *str. fclose(fp).

Tabela 20: Origem em arquivos Origem Identificador Início do arquivo SEEK_SET Posição corrente SEEK_CUR Fim do arquivo SEEK_END 15. num_bytes: Especifica a quantidade de bytes a serem lidos ou gravados. Função: Gravação de dados formatados (fprintf) Sintaxe: int fprintf (FILE *fp. lista. Prototype: stdio. Prototype: stdio. int num_bytes. uma palavra com no máximo 40 caracteres.c.c. os quais possuem como registro. ou seja. 82 . fp: É o ponteiro para o arquivo. lista argumentos).As funções fread e fwrite são utilizadas blocos de dados.h num_bytes: É o número de bytes desde origem até chegar a posição desejada. são listados três programas: cria. Prototype: stdio. exceto pelo fato de que elas operam com arquivos em disco. Prototype: stdio. lista argumentos).12 – remove A função remove apaga do disco o arquivo especificado.h Função: Leitura de dados formatados (fscanf) Sintaxe: int fscanf (FILE *fp. char *formato. char *formato.h Função: Gravação de blocos (fwrite) Sintaxe: int fwrite (void *buffer. FILE *fp). para ler e gravar Função: Leitura de blocos (fread) Sintaxe: int fread (void *buffer.h buffer: É um ponteiro para a região da memória ou o endereço de uma variável que receberá os dados lidos do arquivo pela função fread ou que será gravada no arquivo pela função fwrite. int origem). cont: Determina quantos blocos (cada um com comprimento de num_bytes) serão lidos ou gravados.2.11 – fprintf e fscanf As funções fprintf e fscanf se comportam exatamente como printf e scanf. permite selecionar a posição para efetuar operações de leitura e gravação aleatórias. long int num_bytes. FILE *fp). int cont. 15. Prototype: stdio. normalmente uma struct.2. Sintaxe: int fseek (FILE *fp. Sintaxe: int remove (char *nome_arquivo).2. Prototype: stdio.10 – fseek A função fseek é utilizada para ajustar o localizador de posição do arquivo. int cont. int num_bytes. consulta.h 15.h Exemplos: A seguir.c.

n). unsigned int n. ch)). scanf(“%13s”. } while (strchr("Ss". 83 . char nome_do_arquivo[14]. } } Programa exemplo (50): O programa permite abrir o arquivo de palavras e exibe-os na tela. reg). printf("Nome do arquivo: "). fclose(fp). char reg[40]. fp).c #include <stdio. do { printf("%d: Palavra: ". printf("Nome do arquivo: "). if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. scanf("%s". unsigned int n. fclose(fp)."r+b")) != NULL) { printf("ERRO: Arquivo já existe\n").h> int main (void) { FILE *fp. // scanf não aceita espaços fwrite(reg. sizeof(reg). 1. } else if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. nome_do_arquivo). printf("Continua [S]im ou [N]ão ?"). ch)). // cria. char nome_do_arquivo[14].Programa exemplo (49): O programa permite criar um arquivo de palavras permitindo a gravação destas palavras.c #include <stdio. char reg[40]. nome_do_arquivo). char ch. do { ch = getchar(). // grava o registro n++.h> #include <string. // lista. else { n = 0.h> int main (void) { FILE *fp. } while (!strchr("SsNn". scanf(“%13s”."w+b")) == NULL) printf("Erro Fatal: Problema no disco\n").

fread(reg. } fclose(fp). fp). fp). 1. 1. nome_do_arquivo). if (ok) printf("%d: Palavra: %s\n". reg). while (!feof(fp)) { printf("%d: Palavra: %s\n". } while (strchr("Ss". Logo após o registro é exibido na tela. long int posicao. posicao = n * sizeof(reg). else { do { printf("Número do registro: ").ch)). sizeof(reg). sizeof(reg). n++. ao usuário. // consulta."rb")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo não EXISTE\n"). char ch. fread(reg. printf("Nome do arquivo: "). } } 84 . sizeof(reg). fp). if ((fp = fopen(nome_do_arquivo.c #include <stdio. scanf("%d". o número do registro para ser calculado a posição deste registro no arquivo. } } Programa exemplo (51): O programa permite consultar o arquivo de palavras.ch)). char nome_do_arquivo[14].ok.h> #include <string. printf("Continua [S/N] ? ").if ((fp = fopen(nome_do_arquivo. posicao. else printf("ERRO: Registro NÃO existe\n"). Para tanto é solicitado. char reg[40]."r+b")) == NULL) printf("ERRO: Arquivo não EXISTE\n"). n. 1. fclose(fp). scanf(“%13s”. fseek(fp.h> int main (void) { FILE *fp. reg). n. &n). ok = fread(reg. do { ch = getchar(). } while (!strchr("SsNn". SEEK_SET). unsigned int n. else { n = 0.

Devolve -1 (EOF).Sistema de arquivo não bufferizado Ao contrário do sistema de entrada e saída de alto nível (sistema bufferizado). Força a criação se o arquivo existe Acesso somente para leitura Acesso somente para escrita Acesso para leitura e escrita A função close fecha um arquivo. 85 . Prototype: stdio.h e fcntl. o sistema de baixo nível (sistema nãobufferizado) não utiliza ponteiros de arquivo do tipo FILE. mas sim descritores de arquivos chamados handles do tipo int.3. Prototype: stdio. creat e close A função open permite abrir/criar um arquivo em disco. Função: Abre um arquivo (open) Sintaxe: int open (char *nomearquivo.3 .h e fcntl. será devolvido um inteiro positivo. 15. ou seja. Prototype: stdio.1 – open. Função: Fecha um arquivo (close) Sintaxe: int close (int fd). uma variável inteira. int acesso).h Tabela 22: Modos de acessos em arquivos Modo O_CREAT O_TRUNC O_APPEND O_EXCL O_RDONLY O_WRONLY O_RDWR Efeito Criar um arquivo se ele não existe Truncar o arquivo se ele existe Anexar no fim antes de cada gravação Excluir.h 15.2 – write e read A função write grava tantos caracteres quantos forem o tamanho do buffer apontado pelo ponteiro buf para o arquivo em disco especificado por fd. (O acesso se relaciona ao Ambiente UNIX) A função creat cria um arquivo para operações de leitura e gravação. se não for capaz de fechar o arquivo. Função: Cria um arquivo (creat) Sintaxe: int creat (const char *nomearquivo. int modo).15.h Tabela 21: Tipos de acessos em arquivos Acesso O_RDONLY O_WRONLY O_RDWR O_CREAT O_TRUNC O_EXCL O_APPEND O_TEXT O_BINARY Efeito Apenas leitura Apenas gravação Leitura e gravação Cria e abre Abre com "truncation" Abre exclusiva Abre para incluir no fim Translação CR para LF Sem translação Observação: Se a função open obtiver sucesso (na abertura do arquivo). Um valor de retorno -1 (EOF) significa que open não pode abrir o arquivo.3.

Sintaxe: int int eof (int fd).3. int tamanho).3.5 – eof A função eof (end of file) devolve: (1) fim de arquivo. Prototype: stdio. SEEK_END (fim) 15. Sintaxe: long int lseek (int fd. Sintaxe: long int tell (int fd). 86 . void *buf. char reg[40].h fd: descritor do arquivo num_bytes: número de bytes desde a origem até a nova posição origem: SEEK_SET (início).4 – lseek A função lseek devolve o número de bytes (num_bytes) se obtiver sucesso. long int num_bytes.h A função ponteiro buf. Sintaxe: int unlink (const char *nomearquivo).h 15. int tamanho). (0) não é fim de arquivo ou (-1) erro.h> int main (void) { int fd. Prototype: stdio. // criar. void *buf.h 15. Prototype: stdio.h 15.h Programa exemplo (52): O programa permite criar um arquivo de palavras permitindo a gravação destas palavras.h> #include <string. read copia os dados lidos no buffer apontado pelo Função: Lê caracteres do arquivo (read) Sintaxe: int read (int fd. Prototype: stdio.3. Prototype: stdio.3.6 – tell A função tell devolve a posição corrente do descritor.h> #include <fcntl.3 – unlink A função unlink elimina um arquivo do disco (retorno: 0 sucesso ou 1 erro). Prototype: stdio. SEEK_CUR (corrente). int origem).Função: Grava caracteres no arquivo (write) Sintaxe: int write (int fd.c #include <stdio.

h> int main (void) { int fd.. } } Programa exemplo (53): O programa permite abrir o arquivo de palavras e exibe-os na tela. unsigned int n. else { n = 0. char ch.O_RDWR)) == EOF) printf("Erro Fatal: Problema no disco\n"). scanf(“%13s”. reg. if ((fd = open(nome_do_arquivo. scanf("%s". n++. nome_do_arquivo). sizeof(reg)). } while (strchr("Ss". printf("Nome do Arquivo: "). reg. // listar.\n"). do { error = read(fd. reg). unsigned int n. n). // error = 0 – fim do arquivo close(fd). sizeof(reg)). write(fd. char reg[40]."r")) == EOF) if ((fd = creat(nome_do_arquivo. printf("Nome do arquivo: "). n. scanf(“%13s”. int error. 87 .char nome_do_arquivo[14]. printf("Continua [S]im ou [N]ão ?"). nome_do_arquivo). char nome_do_arquivo[14]. do { ch = getchar(). if ((fd = open(nome_do_arquivo.O_RDONLY. close(fd). close(fd). printf("%d: Palavra: %s\n"."r")) == EOF) printf("ERRO: Arquivo NÃO existe . reg).h> #include <fcntl. else { n = 0..O_RDONLY.ch)). n++.ch)).c #include <stdio. } while (error). } while (!strchr("SsNn". do { printf("%d: Palavra: ". } else { printf("ERRO: Arquivo já EXISTE\n").

scanf(“%s”. 88 . SEEK_SET). close(fd).ch)). printf("Continua [S]im ou [N]ão ? "). reg. do { ch = getchar(). scanf("%d".Lista de exercícios (arquivos) 15. if ((fd = open(nome_do_arquivo. posicao. reg). O programa deve imprimir na tela o número de bytes (caracteres) e o número de linhas do arquivo ou ERRO: Arquivo não existe."w")) == EOF) printf("ERRO: Arquivo NÃO existe . posicao. sizeof(reg))) { printf("%d: Palavra: %s\n". char ch. &n). n. lseek(fd. } else printf("ERRO: Registro não existe\n"). else { do { printf("Registro: ").O_RDWR. write(fd. posicao = n * sizeof(reg). ao usuário... if (read(fd. // alterar. printf("NOVA PALAVRA: ").c #include <stdio. Logo após o registro é exibido na tela e é solicitada a nova palavra. Para tanto é solicitado. } while (strchr("Ss". char reg[40]. long int posicao.h> #include <string.\n"). lseek(fd. } while (!strchr("SsNn". unsigned int n.4 . } } 15. printf("Nome do arquivo: "). scanf(“%s”. } } Programa exemplo (54): O programa permite alterar o arquivo de palavras. char nome_do_arquivo[14]. sizeof(reg)).h> int main (void) { int fd.4.printf(“%d palavra(s)\n”. reg. SEEK_SET).ch)).1 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.n). nome_do_arquivo). o número do registro para ser calculado a posição deste registro no arquivo. reg).h> #include <fcntl.

Número de linha: 70 <enter> ERRO: Linha não existe Número de linha: 0 <enter> ou ERRO: Arquivo não existe 15. O programa deve permitir ao usuário consultar o arquivo através da entrada via teclado do número da linha.C <enter> Número de linha: 7 <enter> 7: int i.4.TMP <enter> [+] Maiúsculo ou [-] Minúsculo: + <enter> (1234) Bytes convertidos 15. Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA.4.4 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome do arquivo texto fonte e o nome do arquivo texto destino. Exemplo: Arquivo origem: LISTA. O programa deve converter o arquivo fonte para maiúsculo ou minúsculo (conforme escolha do usuário) gerando o arquivo texto destino. Exemplo: Arquivo fonte: LISTA.5 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto e uma palavra.4. j.Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA. O programa deve imprimir a linha especificada ou ERRO: Linha não existe.tmp <enter> (20345) Bytes copiados 15. O programa deve imprimir todas as linhas que possuem esta palavra.C <enter> (12345) Bytes (44) Linhas ou ERRO: Arquivo não existe 15.2 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.4.C <enter> Arquivo destino: LISTA.3 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de dois arquivos texto (origem e destino). k.C <enter> Arquivo destino: LISTA. Exemplo: Nome do arquivo texto: PALAVRA. O programa deve copiar o conteúdo do arquivo origem para o arquivo destino.C <enter> Palavra: if <enter> 23: if (fp == NULL) 33: if (ch == '\n') 89 .

O programa deve ler.4.C <enter> Número inicial: 7 <enter> Número final: 9 <enter> 7: int i.4.DAT <enter> Nome: Beatriz Nome: Eva Nome: Debora Nome: Carla Nome: Fatima Nome: Ana 15. k.c".8 Escreva um programa em C (ler.7 Escreva um programa em C (grava. O programa termina quando o usuário digitar <enter> na entrada do nome. O programa deve permitir ao usuário inserir nomes (máximo 30 caracteres) neste arquivo via teclado.4.9 Escreva um programa em C (sort. ordenar e gravar novamente os nomes no mesmo arquivo. 9: long int bytes = 0. ou Número inicial: 70 <enter> Número final: 90 <enter> ERRO: Linhas não existem 15. j. O programa deve imprimir desde a linha inicial até a linha final ou ERRO: Linhas não existem.6 Escreva um programa em C que recebe via teclado o nome de um arquivo texto.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário. 8: char tecla. O programa deve permitir ao usuário consultar o arquivo através da entrada via teclado do número inicial e número final. Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES. 90 .DAT <enter> Nome: Beatriz <enter> Nome: Eva <enter> Nome: Debora <enter> Nome: Carla <enter> Nome: Fatima <enter> Nome: Ana <enter> Nome: <enter> 15.37: 41: 59: 65: 69: if if if if if (compara(linha. Exemplo: Nome do arquivo texto: LISTA.4.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário. Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES. O programa deve ler e imprimir na tela todos os nomes armazenados no arquivo pelo programa "grava.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.palavra)) (ch != '\n') (linha[i] == palavra[0]) (linha[k] != palavra[j]) (achei) 15.

4. idade e sexo ([M]asculino ou [F]eminino) neste arquivo via teclado.4. Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS. O programa deve verificar a quantidade de homens e a quantidade de mulheres no aquivo criado pelo programa "salva.DAT <enter> Nome: Paulo Roberto Idade: 41 Sexo: MASCULINO Nome: Renato Luis Idade: 38 Sexo: MASCULINO Nome: Ana Maria Idade: 44 Sexo: FEMININO 15. arquivo ordenado Observação: Utilize o programa anterior (ler.12 Escreva um programa em C (conta.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.11 Escreva um programa em C (list.DAT <enter> Nome: Paulo Roberto <enter> Idade: 41 <enter> Sexo [M/F]: m <enter> Nome: Renato Luis <enter> Idade: 38 <enter> Sexo [M/F]: m <enter> Nome: Ana Maria <enter> Idade: 44 <enter> Sexo [M/F]: f <enter> Nome: <enter> 15. O programa termina quando o usuário digitar <enter> na entrada do nome. 15.Exemplo: Nome do arquivo binário: NOMES. O programa deve ler e imprimir na tela todos os dados (nome. Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS. O programa deve permitir ao usuário inserir nome (máximo 30 caracteres).c" (veja exemplo abaixo).DAT <enter> (2) Homens (1) Mulheres 91 . Exemplo: Nome do arquivo binário: DADOS.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.c) para ver os nomes ordenados.4.10 Escreva um programa em C (salva.c) que recebe via teclado o nome de um arquivo binário.DAT <enter> Ok. idade e sexo) armazenados no arquivo pelo programa "salva.c".

float salario. 16.1 .nome_campo Exemplo: cliente. uma estrutura (struct) é uma coleção de campos que fazem referência a uma variável.1 . . } lista_de_variáveis. Acesso ao primeiro elemento da estrutura: strcpy(cliente[0]. struct reg_cliente { // nome_da_estrutura char nome[30].Matrizes de estruturas É possível criar matrizes de estruturas.1. ou seja. Cria-se um array (vetor) para guardar 100 ocorrências de cliente. que as vezes é chamado de operador de seleção. uma variável possui um conjunto de valores (que podem ser de tipos iguais ou diferentes – agregados heterogêneos). 16. } cliente.idade = 41.idade = 37.1.00. cliente[99].Estruturas Em C. Tipos de dados definidos pelo programador 16. 92 . fornecedor. struct nome_da_estrutura { tipo nome_variável. nome_variável_estrutura. Na definição de uma estrutura pode-se omitir o nome_da_estrutura ou a lista_de_variáveis deste tipo.2 .16. mas não ambos. Exemplo: struct reg_cliente cliente[100]. Uma estrutura propicia uma maneira conveniente de manter-se juntas informações relacionadas.00.nome.nome.idade = 18. cliente[0].” (ponto). . Acesso ao último elemento da estrutura: strcpy(cliente[99]. .“Paulo”).salario = 500. cliente[0].“Renato”). cliente[99]. int idade. tipo nome_variável.salario = 1500.Referência aos elementos da estrutura // lista_de_variáveis Para fazer referência aos elementos individuais de uma estrutura deve-se utilizar o operador “.

Chamada da função: função (cliente.1. } void function { printf("%d".3. // parm é o parâmetro tipo estrutura O tipo do argumento deve coincidir com o tipo do // arg é o argumento 16. int main (void) { struct TIPO arg.b.b = 500.Passando elementos da estrutura Desta forma.3. function (arg). arg.4 .1 . char ch. // o ponteiro p aponta para a variável cliente 93 . } cliente.ch).1. é passado apenas uma cópia do valor para a função. }. void function (struct TIPO parm). Exemplo: #include <stdio.Passando estruturas para funções 16.b). int idade.1.Passando estruturas inteiras É possível passar uma estrutura(struct) inteira para uma função. float salario. Neste caso p é um ponteiro para a estrutura reg_cliente.ch = ‘A’. Exemplo: struct reg_cliente { char nome[30]. arg.a = 1000. arg.16. parm.1. struct reg_cliente *p. parm.a). } (struct TIPO parm) parm.2 . p = &cliente.3 .idade). printf("%d".h> struct TIPO { int a. 16. Observação: parâmetro.Ponteiros para estruturas C permite que ponteiros apontem para estruturas da mesma maneira como permite ponteiros para qualquer outro tipo de variável. printf("%c".

2 . Realmente não se cria uma nova classe de dados. ou p->idade = 21. Este é baseado na estrutura.Campos de bit C possui um método inerente de acesso a um único bit em um byte. Um campo de bit deve ser do tipo int.3 . }. Exemplo: union u_type { int i. 1 byte. 16. um novo nome para um tipo existente. os outros 5 bits ficam desocupados.Union Em C. mas sim. } codigo_disp. ou seja. 94 .typedef C permite que o programador defina explicitamente novos nomes de tipos de dados utilizando a palavra reservada typedef. Um campo de bit é apenas um tipo especial de estrutura que define o comprimento em bits que cada elemento terá. typedef tipo_base novo_nome_de_tipo.idade = 21. uma union (união) é uma localização de memória que é utilizada por várias variáveis diferentes. Neste caso a variável i e ch ocupam a mesma localização da memória. struct nome_tipo_estrutura { tipo nome_1: comprimento. que podem ser de tipos diferentes (int ou char). Exemplo: typedef float real. unsigned pronto: 1. tipo nome_2: comprimento.. 16. char ch. Esta estrutura define três variáveis de um bit cada. pois codigo_disp ocupa 8 bits. unsigned erro: 1. tipo nome_3: comprimento. }. unsigned int ou signed int. typedef unsigned char byte. Observação: Exemplo: struct dispositivo { unsigned ativo: 1.. 16.4 .Para acessar um elemento de cliente através do ponteiro p devese escrever das seguintes formas: (*p). .

O especificador extern O especificador extern diz ao compilador que os tipos de dados e nomes de variáveis que se seguem já foram declarados em um outro lugar (por exemplo. 95 .1 . modificador_tipo tipo_básico lista_variáveis. O especificador register Se aplica apenas as variáveis int ou char. 16.1.O especificador auto O especificador auto é utilizado para declarar variáveis locais. C permite que seja aplicado vários modificadores de tipo aos tipos de dados básicos. Exemplo: volatile int clock.3 . onde as variáveis normais são armazenadas normalmente.2 .5.5.O modificador const Durante a execução. outro programa fonte).5 .Especificadores de classe de armazenamento 16.2 .5.O modificador volatile Utiliza-se o modificador volatile para dizer ao C que o valor de uma variável pode ser alterado sem uma especificação explícita do programa. 16.1 .5. pois torna o laço mais rápido. o programa não poderá alterar uma variável declarada com o modificador const. São diferentes das variáveis globais.30.5. É próprio para variáveis de loop's (laços).2 . exceto dar a variável um valor inicial.Tipos de dados avançados byte n_dentes. mas mantém seus valores entre as chamadas. O especificador register faz com que o compilador mantenha o valor das variáveis declaradas dentro dos registradores da CPU.5. (Por default as variáveis locais são auto). Observação: Só pode ser utilizado em variáveis locais.2.5.1.real salario. 16.2.5. 16.1 . e não na memória.O especificador static As variáveis static são variáveis permanentes dentro de suas próprias funções.2.4. 16.2. 16. 16. Exemplo: const float versao = 3.Modificadores de acesso 16. porque não são conhecidas fora de suas funções.

c. printf("b = ").16. A principal restrição do operador ? é que os comandos do if .5. else que tenham a seguinte forma geral: if (condição) comando_1.h> int main (void) { int a = 128. scanf("%d".5.3. b.b). b. printf("b = %d\n".&a). Exemplo: #include <stdio. b = a >> 1.1 .&b).a). } // a = 128 // b = 64 // c = 128 binário -> 10000000 binário -> 0100000 binário -> 1000000 96 . printf("c = %d\n". scanf("%d".5. ajuste ou troca de bits reais por um byte ou palavra (podem ser de tipos char ou int). a > b ? printf("Maior (a) -> %d\n"..O operador ? Pode-se utilizar o operador ? para substituir comandos if .c). else devem ser comando simples não podendo serem comandos compostos. Forma geral: condição ? comando_1: comando_2.h> int main (void) { int a.a) : printf("Maior (b) -> %d\n". else comando_2. printf("a = ")..3.Operadores avançados 16.Operadores bit a bit Se referem ao teste. Exemplo: #include <stdio. Tabela 23: Operadores bit a bit Operador & | ^ ~ >> << Ação And Or Or exclusivo (XOr) Complemento de um (Not) Deslocar para a direita (shift) Deslocar para a esquerda (shift) Deslocamento (shift): variável >> número de deslocamentos.b). c = b << 1.. printf("a = %d\n". } 16.2 ..3 .

Assim. Esta forma aritméticos de C. a expressão do lado direito ficará sendo o valor de toda expressão separada por vírgula.3.Formas abreviadas de C C tem abreviações especiais que simplificam a codificação de um certo tipo de comando de atribuição. x += 7.3 . Exemplo: x = (y = 3. porque a vírgula tem precedência mais baixa que o operador de atribuição. variável operador= constante.O operador . y + 1). Forma normal: Forma abreviada: abreviada funcionará com todos os operadores variável = variável operador constante.5.16.5. Pode-se utilizar a vírgula para juntar várias expressões. Exemplo: x = x + 10. x = x + 7.3. Os parênteses são necessários. O compilador sempre avalia o lado esquerdo da vírgula como void. Primeiramente é atribuído o valor 3 a y e depois atribuído o valor 4 a x. 97 . -> pode ser escrito como -> x += 10.4 . 16.

uma lista encadeada é alocada dinamicamente. onde os elementos são alocados estaticamente e em posições contíguas na memória RAM. LIFO (Last Input First Output). Listas lineares As listas lineares encadeadas (filas e pilhas alocadas dinamicamente) permitem alocação indeterminada de elementos em uma estrutura de dados. As listas lineares encadeadas possuem um header (cabeça) que armazena o primeiro elemento da lista. b) Segundo: É que a informação do número de elementos da lista é obtido somente por uma varredura completa na lista.17. ou seja. ou seja. 98 . Os elementos são alocados na memória RAM dinamicamente. Para resolver estes dois problemas pode-se utilizar um descritor da seguinte maneira: As vantagens de um descritor são:   Conhecer o número de elementos da lista linear sem ter que percorrê-la. que os elementos são alocados em posições diferentes (aleatórias) na memória. Acessar o último elemento facilitando a inserção ou remoção no final da lista. As listas podem ser organizadas como: pilhas ou filas. apenas numa direção. do primeiro ao último elemento. tendo como característica básica. Ao contrário de um vetor. o último na pilha é o primeiro a sair dela. Uma lista encadeada tem por característica um elo de ligação entre um elemento e outro. Pilha: Estrutura dos dados é feita Forma de acesso: elemento a entrar linear organizada de forma que a entrada e a saída na mesma extremidade. Figura 18: Representação de uma lista encadeada Dois problemas existem em uma lista encadeada: a) Primeiro: É que as listas são percorridas seqüencialmente.

// pilha.Entrada de Dados S .Saída de Dados Figura 19: Representação de uma fila e uma pilha Funcionamento desta pilha: Entrada: 1. void imprime_erro (int erro).c #include <stdio. int *info). void cria_pilha (struct PILHA *p).h> #include <stdlib. int push (struct PILHA *p. 1 2 3 // informação // elo para o próximo elemento 99 . struct PILHA { struct NODO *topo. }. int valor). ou seja. 2 e 3 17. todos os números da pilha são listados. o primeiro elemento a entrar na fila é o primeiro a sair da fila. 2 e 1 Funcionamento desta fila: Entrada: 1. E . a saída.1 . 2 e 3 Saída: 3. struct NODO *elo. void destroi_pilha (struct PILHA *p). int pop (struct PILHA *p.Fila: Estrutura linear organizada em forma que a entrada dos dados é feita por uma extremidade da lista linear e. é feita na outra extremidade.h> #define SUCESSO #define FALTA_DE_MEMORIA #define PILHA_VAZIA struct NODO { int info. 2 e 3 Saída: 1. int consulta_pilha (struct PILHA p.h> #include <string. }.Implementação de uma pilha Programa exemplo (55): O programa permite inserir números inteiros em uma pilha. int *info). Forma de acesso: FIFO (First Input First Output). Quando o número digitado for igual à zero (0).

// ------------------------------------ cria_pilha void cria_pilha (struct PILHA *p) { p->topo = NULL; } // ------------------------------------ push int push (struct PILHA *p, int valor) { struct NODO *t; t = (struct NODO *) malloc(sizeof(struct NODO)); if (t == NULL) return(FALTA_DE_MEMORIA); else { t->info = valor; t->elo = p->topo; if (p->topo == NULL) t->elo = NULL; p->topo = t; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ pop int pop (struct PILHA *p, int *info) { struct NODO *t; if (p->topo == NULL) return(PILHA_VAZIA); else { t = p->topo; *info = t->info; p->topo = t->elo; free(t); return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ consulta_pilha int consulta_pilha (struct PILHA p, int *info) { struct NODO *t; if (p.topo == NULL) return(PILHA_VAZIA); else { t = p.topo; *info = t->info; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ imprime_erro void imprime_erro (int erro) { switch (erro) { case FALTA_DE_MEMORIA: printf("ERRO: Falta de memória, tecle algo\n"); break; case PILHA_VAZIA: printf("ERRO: Pilha vazia, tecle algo\n"); break; } } // ------------------------------------ destroi_pilha void destroi_pilha (struct PILHA *p)

100

{ struct NODO *t; t = p->topo; if (p->topo != NULL) while (p->topo != NULL) { t = p->topo->elo; printf("Info: %d\n", p->topo->info); free(p->topo); p->topo = t; } printf("Ok, Dados Destruidos\n"); p->topo = NULL; } // ------------------------------------ main int main (void) { struct PILHA p; int valor, erro; char ch; cria_pilha(&p); do { printf("[P]ush, P[O]p, [C]onsultar ou [F]im ?"); do { ch = toupper(getchar()); } while (!strchr("POCF", ch)); if (ch == 'P') { printf("Valor: "); scanf("%d", &valor); } switch (ch) { case 'P': erro = push(&p, valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); break; case 'O': erro = pop(&p,&valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); else printf("Informação Excluída: %d\n",valor); break; case 'C': erro = consulta_pilha(p, &valor); if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro); else printf("Valor: %d\n", valor); break; } } while (ch != 'F'); destroi_pilha(&p); }

17.2 - Implementação de uma fila Programa exemplo (56): O programa permite inserir números inteiros em uma fila. Quando o número digitado for igual à zero (0), todos os números da fila são listados.
// fila.c #include <stdio.h> #include <stdlib.h> #include <string.h> #define SUCESSO #define FALTA_DE_MEMORIA #define FILA_VAZIA struct NODO { int info; 1 2 3 // informação

101

struct NODO *elo; // elo para o próximo elemento }; struct FILA { struct NODO *primeiro; int tamanho; struct NODO *ultimo; }; void cria_fila (struct FILA *f); int incluir_fila (struct FILA *f, int valor); int excluir_fila (struct FILA *f); int consultar_fila (struct FILA f, int *j); void imprime_erro (int erro); // ------------------------------------ cria_fila void cria_fila (struct FILA *f) { f->primeiro = NULL; f->tamanho = 0; f->ultimo = NULL; } // ------------------------------------ incluir_fila int incluir_fila (struct FILA *f, int valor) { struct NODO *t; t = (struct NODO *) malloc(sizeof(struct NODO)); if (t == NULL) return(FALTA_DE_MEMORIA); else { t->info = valor; t->elo = NULL; if (f->ultimo != NULL) f->ultimo->elo = t; f->ultimo = t; if (f->primeiro == NULL) f->primeiro = t; f->tamanho = f->tamanho + 1; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ excluir_fila int excluir_fila (struct FILA *f) { struct NODO *t; if (f->primeiro == NULL) return(FILA_VAZIA); else { t = f->primeiro; printf("Elemento Excluido: %d\n",t->info); f->primeiro = t->elo; f->tamanho = f->tamanho - 1; free(t); if (f->primeiro == NULL) f->ultimo = NULL; return(SUCESSO); } } // ------------------------------------ consultar_fila int consultar_fila (struct FILA f, int *j) { struct NODO *t; if (f.primeiro == NULL) return(FILA_VAZIA); else {

102

tecle algo\n"). &valor). break. int valor. char ch. if (ch == 'I') { printf("Valor: "). *j = t->info.destroi_fila void destroi_fila (struct FILA *f) { struct NODO *t. erro. else printf("Valor: %d\n". } // -----------------------------------. break. if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). free(f->primeiro). if (erro != SUCESSO) imprime_erro(erro). break. ch)). do { ch = toupper(getchar()). valor). Dados Destruidos\n"). valor). if (f->tamanho > 0) while (f->primeiro != NULL) { t = f->primeiro. break. tecle algo\n"). } } while (ch != 'F'). } // -----------------------------------.imprime_erro void imprime_erro (int erro) { switch (erro) { case FALTA_DE_MEMORIA: printf("\nERRO: Falta de memória. } while (!strchr("IECF".} t = f. case 'C': erro = consultar_fila(f. } printf("Ok. break.primeiro. [E]xcluir. f->primeiro = t->elo.main int main (void) { struct FILA f. destroi_fila(&f). cria_fila(&f). } 103 . } switch (ch) { case 'I': erro = incluir_fila(&f. &valor). do { printf("[I]ncluir. } } // -----------------------------------. case FILA_VAZIA: printf("\nERRO: Fila vazia. return(SUCESSO). scanf("%d". case 'E': erro = excluir_fila(&f). t->info). printf("Info: %d\n". [C]onsultar ou [F]im ?"). cria_fila(f).

exibir_lista_esquerda (struct DESCRITOR d). switch (op) { case 'E': insere_esquerda(&d. case 'D': insere_direita(&d.main int main (void) { struct DESCRITOR d. A inserção pode ser pela esquerda ou a direita. struct DESCRITOR { struct ELEMENTO *primeiro. if (n != 0) { printf("Inserir a [E]squerda ou [D]ireita ?"). int n.3 .c #include #include #include #include <stdio.n). scanf("%d". do { op = toupper(getchar()).Lista duplamente encadeada Uma lista duplamente encadeada possui um elo para o elemento anterior e um elo para o elemento posterior. char op. Possui uma vantagem sobre a lista encadeada. &n). break. insere_esquerda (struct DESCRITOR *d. struct ELEMENTO { // -----------------------------------. 104 . int n). int n. int n).17. void void void void void inicializa_descritor (struct DESCRITOR *d).h> <ctype. }. }.n). inicializa_descritor(&d). Programa exemplo (57): O programa permite inserir números inteiros em uma lista duplamente encadeada. int dado. A exibição dos elementos da lista pode ser feita pela esquerda ou direita. } while (!strchr("ED". exibir_lista_direita (struct DESCRITOR d). // dupla. op)). struct ELEMENTO *ultimo.h> <stdlib.h> <string. insere_direita (struct DESCRITOR *d. struct ELEMENTO *posterior. pois este tipo de lista pode ser percorrida em duas direções (para a direita e para a esquerda).h> struct ELEMENTO *anterior. do { printf("Número [0-Sair]: ").

else { if (d->n == 0) { p->anterior = NULL. p->dado = n. d->ultimo = NULL. d->primeiro = p. p->anterior = NULL. d->ultimo = p. op)). int n) { struct ELEMENTO *p. } } while (op != 'F'). } else { q = d->primeiro. d->n = 0. } } } while (n != 0). } while (!strchr("EDF". } // -----------------------------------. d->n = 1. break.insere_esquerda void insere_esquerda (struct DESCRITOR *d. } // -----------------------------------.break. d->n = d->n + 1. switch (op) { case 'E': exibir_lista_esquerda(d). if (p == NULL) printf("ERRO: Falta de Memória\n"). do { op = toupper(getchar()). q->anterior = p. break. d->primeiro = p.*q. } } } 105 . do { printf("Listar: [E]squerda. p->posterior = NULL.inicializa_descritor void inicializa_descritor (struct DESCRITOR *d) { d->primeiro = NULL. [D]ireita ou [F]im?"). case 'D': exibir_lista_direita(d). p->dado = n. p->posterior = q. p = (struct ELEMENTO *) malloc(sizeof(struct ELEMENTO)).

p->dado). d->n = 1. int n) { struct ELEMENTO *p. q->posterior = p. p = (struct ELEMENTO *) malloc(sizeof(struct ELEMENTO)).exibir_lista_esquerda void exibir_lista_esquerda (struct DESCRITOR d) { struct ELEMENTO *p. } // -----------------------------------. d->primeiro = p. else { if (d->n == 0) { p->anterior = NULL. 106 .// -----------------------------------. } else { q = d->ultimo.primeiro. p->dado = n. d->ultimo = p. p->posterior = NULL. p->anterior = q. p->dado = n. p->dado). p->posterior = NULL. p->dado). d->n = d->n + 1. if (p == NULL) printf("ERRO: Falta de memória\n").exibir_lista_direita void exibir_lista_direita (struct DESCRITOR d) { struct ELEMENTO *p. } printf("Valor: %d\n". while (p->posterior != NULL) { printf("Valor: %d\n". d->ultimo = p. p = p->anterior. p = p->posterior. p = d.ultimo. while (p->anterior != NULL) { printf("Valor: %d\n".insere_direita void insere_direita (struct DESCRITOR *d. p = d. } } } // -----------------------------------.*q.

18. 107 . O formato da data deve ser dd:mm:aaaa.1 Escreva um programa em C que exibe um relógio na tela. O formato do relógio deve ser hh:mm:ss. Lista de exercícios gerais 18. } 18.2 Escreva um programa em C que exibe a data na tela. p->dado).} printf("Valor: %d\n".

h> <curses.h> // biblioteca ncurses // --------------------------------------------------------. void exibe_palavras_sorteadas(void). int *s). void exibe_palavras(void).h> <signal. void sorteia_palavras(int n).prototypes void tela(void). void relogio(int *h. void tempo(int c. int l).h> <time. Programas exemplos usando ncurses 19.definicoes #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define ESC ENTER UP DOWN LEFT RIGHT 27 13 259 258 260 261 COLOR_GREEN COLOR_GREEN COLOR_BLUE COLOR_YELLOW COLOR_RED COLOR_BLUE COLOR_RED COLOR_WHITE COLOR_RED COLOR_YELLOW COLOR_YELLOW COLOR_CYAN COR_TEXTO COR_PALAVRA COR_PALAVRAS COR_TELA COR_XIS COR_ACERTO COR_FINAL COR_RECORDE COR_TEMPO COR_NOME COR_RELOGIO COR_PARABENS // --------------------------------------------------------. int posicao_palavra(int pos). int n).c (Kubuntu . de // palavras. int procura_palavra(char *s). void novo_recorde(char *s.h> <ctype. int n. void STRING(int c. 108 . int l.includes #include #include #include #include #include #include <string.Anjuta) // Autor: Paulo Roberto Gomes Luzzardi // Data: 15/06/2006 // --------------------------------------------------------. void troca(int *x.1 Jogo de Caça-Palavras O jogo de caça-palavras abaixo demonstra a utilização biblioteca “ncurses” específica para terminal em modo texto. void final(int min.h> <stdlib. int *y). int *m. int seg). int l. char *s). int min.19. int seg). void apaga_linha(int c.

void flushall(void). // mapeamento do teclado (void) nonl(). init_pair(3.c-1).COLOR_WHITE. // não converte NL em CR/NL (void) cbreak(). attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)). TRUE). refresh().// --------------------------------------------------------.COLOR_CYAN. init_pair(1. init_pair(6. // saída em cores if (has_colors()) { start_color().finaliza_janelas void finaliza_janelas(void) { endwin().COLOR_BLACK). return(j). int RANDOM(int inic. } // --------------------------------------------------------. } } // --------------------------------------------------------. int l). void finaliza_janelas(void).randomize 109 .prototypes void inicializa_janelas(void). void textcolorlight(int cor).COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------.COLOR_BLACK). init_pair(2. void randomize(void).COLOR_BLUE. init_pair(7.inicializa_janelas void inicializa_janelas(void) { initscr(). init_pair(4. // --------------------------------------------------------. init_pair(5. system("clear"). } // --------------------------------------------------------.COLOR_GREEN. } // --------------------------------------------------------. float faixa).0) * rand() / (RAND_MAX + 1.COLOR_BLACK). // não espera por \n (void) echo().gotoxy void gotoxy(int c.COLOR_MAGENTA. float faixa) { int j. void clrscr(void).clrscr void clrscr(void) { clear().COLOR_BLACK).0)). j = inic + (int) ((faixa+1.COLOR_BLACK). void gotoxy(int c. void textcolor(int cor). refresh(). } // --------------------------------------------------------. // inicializa a biblioteca curses keypad(stdscr. int l) { move(l-1.COLOR_RED.RANDOM int RANDOM(int inic.flushall void flushall(void) { getchar().COLOR_YELLOW.COLOR_BLACK).

recorde.void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)).c1. tela(). textcolor(COR_TEXTO).st. sorteia_palavras(PSORT). int click = TRUE."carambola". unsigned short letras[21][61].palavra[10].textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD). } // --------------------------------------------------------. if (sa == 0 && incrementa) { ma++. int segundos.acertos = 0.&mi. "pessego". int ma. ma = 0. #define NPAL 24 #define PSORT 8 char frutas[NPAL][10] = {"abacaxi"."caqui". } dados.22)."nectarina"."amora". struct { char nome[31]. gotoxy(30. inicializa_janelas()."figo".troquei."pomelo". char sit[NPAL]. relogio(&hi.&si).c2. randomize()."laranja".j. int ht."caju". char *nome_arquivo = "recorde. int minutos.x."ameixa"."kiwi". clrscr().k."bergamota".si = 0."cereja".incrementa = FALSE.textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)). } textcolor(COR_TEMPO).linha[21]. int temp[NPAL]."banana". } // --------------------------------------------------------. int l = 12."abacate".t. sa = st ."lima". // --------------------------------------------------------. exibe_palavras_sorteadas(). } // --------------------------------------------------------."tangerina".main int main(void) { int tecla.sa.i. char s[10]. if (sa == 58) incrementa = TRUE.acertou[NPAL]."pitanga"."acerola"."pera". incrementa = FALSE.variaveis FILE *fp.mi = 0.w. if (sa < 0) sa = sa + 60. 110 .c = 40.pal". exibe_palavras().y.si. "morango".&mt. int l1."goiaba".&st).mt. int hi = 0."marmelo"}. do { relogio(&ht.l2.

textcolor(COR_XIS). x++.3).l). if (y != -1) { k = 0. gotoxy(2. textcolor(COR_TEXTO). troquei = TRUE.i++) { s[k] = frutas[y][i]. textcolorlight(COR_PALAVRA).8+w).frutas[y]). } if (tecla == ENTER) { if (click) { l1 = l. gotoxy(1. click = TRUE.t <= c2. printw("x").l). textcolor(COR_RELOGIO). gotoxy(1. printw("(%2d) Acertos". click = FALSE. acertos++.l). y = procura_palavra(palavra). } else { l2 = l.t++) { palavra[x] = letras[l][t]. gotoxy(c.ma.4). if (tecla != UP && tecla != DOWN && tecla != LEFT && tecla != RIGHT) { textcolor(COR_TEXTO). w = posicao_palavra(y).sa). printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". textcolorlight(COR_PALAVRA).letras[l][c]).printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". k++. textcolor(COR_TEMPO). } x = 0.letras[l][c]). for (i = 0. gotoxy(1. printw("(%2d) Linha".ma. gotoxy(30. gotoxy(5. printw("%c". for (t = c1. if (l1 == l2) { troquei = FALSE. c1 = c. if (c2 < c1) { troca(&c1. } palavra[x] = (char) NULL.c-19).s). j = strlen(frutas[y]). printw("%c". tecla = getch().8+w). gotoxy(c. c2 = c. textcolor(COR_TEXTO). } s[k] = (char) NULL.acertos). textcolor(COR_TELA).22).l-4). printw("%s". gotoxy(c. printw("(%2d) Coluna". textcolor(COR_TEXTO).5). 111 .l).1). printw("%s". tempo(56. textcolor(COR_ACERTO). letras[l][c1+i] = s[k]. gotoxy(c1.sa).&c2).i < j.

l2). break.3). return(1). break."r+b").acertos). printw("[ESC] Abandona").l1). gotoxy(33. textcolor(COR_RECORDE). printw("Recordista: ").letras[l2][c2]). if (l < 5) l = 20.1). } else if (!troquei) { letras[l1][c1] = tolower(letras[l1][c1]). break. printw("Tempo: "). gotoxy(c2. case RIGHT: c++.letras[l1][c1]). break.l++) temp[l] = -1. gotoxy(20. } } while (tecla != 27). gotoxy(c1. tempo(56. printw("-> Use as setas para procurar palavras <-". printw("%c". printw("CA%cA PALAVRAS".recorde. } else { letras[l2][c2] = tolower(letras[l2][c2]). for (l = 0.sa).1.24). if (c > 60) c = 20.4).199). if (fp != NULL) { fread(&recorde. printw("%c". textcolor(COR_TELA). gotoxy(27.l <= 20.5).c++) letras[l][c] = RANDOM(97.l. gotoxy(20.l < NPAL.4). if (l > 20) l = 5. gotoxy(20. gotoxy(2.l++) for (c = 20. refresh(). finaliza_janelas(). printw("%s". for (l = 5.25). case DOWN: l++.1).c <= 60.fp). gotoxy(32. if (acertos == PSORT) final(ma.nome). } } // --------------------------------------------------------. } gotoxy(2.22). case LEFT: c--.sizeof(recorde).231). textcolor(COR_NOME). if (c < 20) c = 60.tela void tela(void) { int c. 112 . fp = fopen(nome_arquivo.} } switch (tecla) { case UP: l--. printw("%2d".3).

l = 8.NPAL-1).i++) linha[i] = -1. for (i = 0. } } // --------------------------------------------------------.c <= 60.l.l). temp[h] = j.exibe_palavras_sorteadas void exibe_palavras_sorteadas(void) { int t. while (linha[l] != -1) { l++.i < NPAL. y = c + t.c++) { gotoxy(c.z.z < c+t. l = RANDOM(5.z++) { letras[l][z] = frutas[j][x]. } // --------------------------------------------------------. c = RANDOM(20. if (sit[j] == 'N') { t = strlen(frutas[j]). i++. int c.exibe_palavras void exibe_palavras(void) { int c. if (l >= 20) l = 5.30).minutos. do { j = RANDOM(0.i++) { sit[i] = 'N'.t.segundos). } } while (i <= n).h = 0. acertou[i] = TRUE. textcolor(COR_TEXTO). } // -------------------------------------------------------.sorteia_palavras void sorteia_palavras(int n) { int i. l = RANDOM(5.} printw("%02d:%02d".t++) if (temp[t] != -1) { 113 . textcolorlight(COR_PALAVRAS). for (z = c.y.i <= 20.t < NPAL. for (t = 0. for (l = 5.15). } linha[l] = l. h++. x = 0. if (y > 60) c = c .recorde.15).x.t.letras[l][c]). x++.l++) for (c = 20. } sit[j] = 'S'. linha[l] = l. fclose(fp). i = 1.l. printw("%c". } for (i = 0.recorde.j.l <= 20.

segundos).22. return(t).dados.dados. for (i = 0.fp).l.minutos.segundos = seg.minutos * 60. } } else { segundos_recorde = recorde.nome).} gotoxy(1. int c.fp).frutas[temp[t]]). } // --------------------------------------------------------. STRING(37.dados.segundos). i = (int) strcmp(r. fclose(fp).i < n.s). novo_recorde(dados. dados.i. l++. n = strlen(s).30. fp = fopen(nome_arquivo. printw("Qual o seu Nome: ______________________________").sizeof(dados).t++) { n = strlen(frutas[t]).i++) { r[j] = toupper(frutas[t][i]).i++) s[i] = toupper(s[i]).final void final(int min.22).j. } 114 . char r[10]. gotoxy(20."w+b"). if (fp == NULL) { fp = fopen(nome_arquivo.n. fclose(fp).procura_palavra int procura_palavra(char *s) { int t.l).dados.segundos = seg.sizeof(dados)."r+b"). dados. if (segundos_atual < segundos_recorde) { textcolor(COR_RECORDE).minutos = min. segundos_atual = seg + min * 60.30. dados. fwrite(&dados.t < NPAL. int seg) { char tecla. fwrite(&dados. } r[j] = (char) NULL.nome. for (t = 0.dados. } textcolor(COR_TEXTO).22).segundos_atual.22. gotoxy(20. } } return(-1). novo_recorde(dados.1. for (i = 0.segundos + recorde.1. printw("Qual o seu Nome: ______________________________").minutos = min. STRING(37.dados. // --------------------------------------------------------. dados. j = 0. if (fp != NULL) { textcolor(COR_RECORDE).i < n. if (i == 0 && acertou[t]) { acertou[t] = FALSE.i.nome.minutos. int segundos_recorde. j++.nome). printw("[ ] %s".

22.22. t = *x.x.seg). PARAB%cNS".41).4).22). gotoxy(20. int *y) { int t. int i.l++) for (c = 20.novo_recorde void novo_recorde(char *s.min. // pausa } textcolor(COR_TEXTO). printw("NOVO RECORDE. do { tecla = getch(). apaga_linha(20.24. gotoxy(20.tempo void tempo(int c. textcolor(COR_NOME).l <= 20.50). char st[30]. } // --------------------------------------------------------.i <= 900000. printw("Tecle [ENTER] para finalizar").3. 115 .temp[5]. *y = t. int seg) { textcolor(COR_RECORDE). time(&now).seg).3). endwin(). } // --------------------------------------------------------.50).l). time(&now). printw("%s".c++) { gotoxy(c.s). char s[30]. printw("%02d:%02d". gotoxy(27. printw("Recordista: "). int min. int *m.3).l). strcpy(s. gotoxy(30. gotoxy(c. gotoxy(24. gotoxy(27.relogio void relogio(int *h. printw(" -> Winner").30). } while (tecla != ENTER && tecla != ESC).22). int l) { time_t now. exit(1). apaga_linha(20.min. } // --------------------------------------------------------.troca void troca(int *x. int *s) { time_t now. printw("%s". printw("Tempo: "). } // --------------------------------------------------------. *x = *y. apaga_linha(20.201). system("clear"). for (i = 0. apaga_linha(32. gotoxy(32. printf("TEMPO GASTO [%02d:%02d]".24). textcolorlight(COR_PARABENS).ctime(&now)). for (l = 5.i++).c <= 60.} textcolorlight(COR_FINAL).4).s).

} strcpy(st. printw(" ").l). x = 0. // --------------------------------------------------------. for (i = 14. gotoxy(c. int i = 0. *s = atoi(temp). gotoxy(c.i < PSORT.STRING void STRING(int c. } // --------------------------------------------------------.l).tecla). char *s) { char tecla. s[i] = tecla. do { gotoxy(c. c--. } if (tecla == 127 && i >= 1) { i--. *m = atoi(temp). c++. x++.i <= 18. tecla = getch().l).i++) { temp[x] = st[i]. int l. x = 0. return(-1). } temp[x] = (char) NULL. for (i = 17.ctime(&now)).i++) { temp[x] = st[i]. int l. 116 . } temp[x] = (char) NULL.apaga_linha void apaga_linha(int c. int n) { int i.i <= 15.i++) if (temp[i] == pos) return(i). printw(" "). } temp[x] = (char) NULL. if ((tecla >= 'A' && tecla <= 'Z') || (tecla >= 'a' && tecla <= 'z') || tecla == 32) { gotoxy(c. *h = atoi(temp). gotoxy(c. x = 0. x++. int n.posicao_palavra int posicao_palavra(int pos) { int i. x++. for (i = 0. } // --------------------------------------------------------.l). s[i] = (char) NULL.i <= 12. i++.i++) { temp[x] = st[i].l). } } while (tecla != ENTER && i < n). printw("%c". for (i = 11. s[i] = (char) NULL.

} 19. tm_yday. mês. ano. for (i = 1. relógio do sistema A função localtime() obtém a informação do relógio do sistema operacional Linux no formato struct tm. tm_wday. char tecla.59] minutos [0. tm_mon. struct tm { int int int int int int int int int }.h” possui dois tipos de dados que suportam informação temporal: time_t: possui a informação de calendário (data + hora) num único número que representa um instante de tempo.i++) printw(" "). Este número representa o total de segundos que passaram desde as zero horas de 1 de Janeiro de 1970 (a data zero para os sistemas UNIX).c #include <stdio. tm_isdst. tm_min.gotoxy(c. a utilização da biblioteca A biblioteca “time..h> #define ESC 27 int main(void) { time_t tempo.. tm_year.m.h> #include <stdlib.s. // // // // // // // // // segundos [0. etc).i <= n.59] hours [0..] dia da semana (desde Domingo) [0.6] dia do ano (desde 1 Janeiro) [0. Protótipo da função: time_t time(time_t *t). tm_mday. do { time(&tempo). tm_hour. 117 . struct tm *data.h> #include <time.l).23] dia do mês [1.11] ano (desde 1900) [0. tm_sec..h” exibindo um relógio na tela.2 Relógio em Linux O seguinte programa demonstra “time. printf("Data em segundos: %ld\n".. int h. (long) tempo). data.. Sintaxe da função: struct tm localtime(time_t *t). // relogio. struct tm: é usado para representar um instante de tempo no formato dividido por classes (dia.. hora..31] mês (meses desde Janeiro) [0.365] informação sobre mudança da hora A função time() obtém a informação do operacional Linux e retorna no formato time_t.

void randomize(void).c” Abaixo é mostrado uma biblioteca que simula as principais funções da biblioteca “conio. void delay(int espera). printf(" Horas: %d\n". void textcolor(int cor). void randomize(void). h = data->tm_hour.prototypes void initconio(void).[ENTER] .h> <time. int random(int n). tecla = getchar(). int l). printf(" Minutos: %d\n".Abandona . void textcolor(int cor).h // -----------------------------. int kbhit(void). tais como: clrscr.m). printf(" Mes: %d\n".h” + “clock. // conio. textcolor. data->tm_year+1900). random. } while (tecla != ESC). void flushall(void). void textcolorlight(int cor). data->tm_mday). void delay(int espera). flushall. 118 .h”. void flushall(void). printf("Horario Atual:\n").includes #include #include #include #include <curses.Atualiza: "). printf(" Ano: %d\n". textcolorlight e kbhit. gotoxy.data = localtime(&tempo). s = data->tm_sec. m = data->tm_min.h). printf(" Segundos: %d\n".h> // --------------------------------------------------------. printf(" Dia: %d\n".cores #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN YELLOW BLUE MAGENTA CYAN WHITE COLOR_BLACK COLOR_RED COLOR_GREEN COLOR_YELLOW COLOR_BLUE COLOR_MAGENTA COLOR_CYAN COLOR_WRITE // --------------------------------------------------------. void gotoxy(int c. void endconio(void). int random(int n). randomize.h> <signal.3 Biblioteca “conio. } 19. Protótipos da Funções desta biblioteca: void clrscr(void).s). void clrscr(void). void gotoxy(int c. delay. printf("Data de Hoje\n").h> <sys/select. int l). void textcolorlight(int cor). printf("[ESC] . data->tm_mon+1).

COLOR_BLACK). init_pair(5.gotoxy void gotoxy(int c. init_pair(4.flushall void flushall(void) { getchar(). (void) echo().int kbhit(void).COLOR_BLACK). keypad(stdscr.COLOR_BLACK). 119 . return(t). (void) cbreak(). refresh(). int l) { move(l-1. system("clear").COLOR_CYAN. TRUE).randomize void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)). init_pair(2. init_pair(6. } // --------------------------------------------------------.endconio void endconio(void) { endwin(). (void) nonl().c-1). } // --------------------------------------------------------.COLOR_RED.COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------.COLOR_GREEN.random int random(int n) { int t. init_pair(3.COLOR_BLACK). attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)).COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------. refresh().clrscr void clrscr(void) { clear().COLOR_BLACK).COLOR_WHITE.initconio void initconio(void) { initscr(). if (has_colors()) { start_color(). } // ---------------------------------------------------------. t = rand() % n.COLOR_MAGENTA. // --------------------------------------------------------.COLOR_BLUE. } // --------------------------------------------------------. } } // --------------------------------------------------------.delay void delay(int espera) { clock_t t. init_pair(1. init_pair(7.COLOR_YELLOW.

while (clock() <= t). data = localtime(&tempo). tv. int h.main int main(void) { time_t tempo.h> // --------------------------------------------------------. textcolor(BLUE).includes #include <stdio.textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD).c // clock. FD_ZERO(&read_fd).NULL.s. char tecla. fd_set read_fd. h = data->tm_hour.m. m = data->tm_min.1).kbhit int kbhit(void) { struct timeval tv.h> #include "conio.&tv) == -1) return(0). que simula as principais 120 . // função obrigatória } 19.&read_fd)) return(1).tv_sec=0.h" #include <time. FD_SET(0. s = data->tm_sec. struct tm *data. initconio().s). if (select(1. do { time(&tempo). } // --------------------------------------------------------.&read_fd). if (FD_ISSET(0.t = clock() + espera. } // --------------------------------------------------------. endconio().h.h” completa Abaixo é mostrado uma biblioteca funções da biblioteca “conio.m.textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)). printw("Hora: %02d:%02d:%02d". gotoxy(1. tv. return(0). &read_fd. } // --------------------------------------------------------.tv_usec=0. } while (!kbhit()).NULL.h”. // função obrigatória clrscr().c // --------------------------------------------------------. } Programa Principal: clock.4 Biblioteca “conio.

h> <string. . void lowvideo(void). int wherey(void). #define BLINK 128 121 . char color_warning. BROWN. int getche(void). GREEN. void clrscr(void). int key(void). winbottom.Protótipos das Funções desta biblioteca: void initconio(void).h> <stdio.. enum text_modes {LASTMODE=-1. void delline(void).h #include #include #include #include #include #include <stdarg. void textmode(int unused_mode). void nocursor(void). MAGENTA. BW40=0. attribute.h // conio. void textattr(int attribute). void clreol(void). normattr.h> <pwd. void textbackground(int color). cury.. MONO=7. LIGHTBLUE.). LIGHTGREEN.. C40. void cursor(void). int putch(int c). BW80. LIGHTCYAN. void normvideo(void). void gettextinfo(struct text_info *r).h> int directvideo. void insline(void). screenheight. C80. screenwidth. LIGHTMAGENTA. C4350=64}. char *cgets(char *str). void window(int left. int right.).h> <unistd. int wherex(void). void gotoxy(int x.. DARKGRAY. char char char char char char char char char char char winleft. WHITE}. Biblioteca: conio. . BLUE. YELLOW. curx. struct text_info { unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned }. winright. RED. enum COLORS {BLACK. wintop. currmode. int bottom). int cscanf(const char *format. void textcolor(int color). void cputs(char *str).h> <curses. int cprintf(char *format. LIGHTRED. void highvideo(void). int kbhit(void). int top. void doneconio(void). LIGHTGRAY. int y). CYAN. WINDOW *conio_scr.

if ((color&128)==128) txtattr=A_BLINK.0). if ((color&15)>7) txtattr|=A_STANDOUT. void cursor(void). static int fgc.void initconio(void). inpw(unsigned port). char *cgets(char *str). unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned unsigned void void void void void void void void void void void void void void void clreol(void). insline(void). case 7 : return COLOR_WHITE. gettextinfo(struct text_info *r). case 2 : return COLOR_GREEN. if (((color&127)==127) | ((color&127)==119)) 122 . unsigned value). getche(void). static int initialized=0. outpd(unsigned port.)..oldattr. case 4 : return COLOR_RED. int right. case 1 : return COLOR_BLUE. else txtattr=A_NORMAL. normvideo(void). cputs(char *str). case 6 : return COLOR_YELLOW. wherey(void).. case 5 : return COLOR_MAGENTA. static int txtattr. int top. void doneconio(void). int directvideo. inp(unsigned port). char color_warning=1. WINDOW *conio_scr. highvideo(void). . int int int int int int int int wherex(void). inpd(unsigned port). outp(unsigned port. } } void docolor (int color) { wattrset(conio_scr. lowvideo(void). gotoxy(int x. textattr(int attribute). outpw(unsigned port.).. cprintf(char *format. putch(int c). textcolor(int color). cscanf(const char *format. int bottom). int colortab(int a) { switch(a) { case 0 : return COLOR_BLACK. delline(void). key(void). clrscr(void). int y). textmode(int unused_mode).unsigned value). unsigned value). txtattr|=COLOR_PAIR((1+(color&7)+(color&112)) >> 1).bgc. window(int left. . case 3 : return COLOR_CYAN. else txtattr|=A_NORMAL. void nocursor(void). if (((color&127)==15) | ((color&127)==7)) txtattr=COLOR_PAIR(0).. textbackground(int color). kbhit(void).

&dummy2. unsigned char val) { __asm__ volatile ( "outb %0. idlok(conio_scr. __asm__ volatile ("inl %1. nonl().txtattr=COLOR_PAIR(8). } static inline void outportw (unsigned short int port. start_color()."Atenção: Problema com a cor\n"). wattron(conio_scr. short dummy2. return value. return value.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short)port)).txtattr). noecho(). return value.0.%1\n" : : "a" (val).TRUE).TRUE). } static inline int inportw (int port) { unsigned short value. } static inline void outport (unsigned short int port.0). unsigned int val) { __asm__ volatile ( "outl %0. __asm__ volatile ("inb %1. attr_t dummy1. meta(conio_scr. if (!has_colors() & (color_warning>-1)) fprintf(stderr. wattron(conio_scr. "d" (port) ). unsigned int val) { __asm__ volatile ( "outw %0.%1\n" : : "a" (val).COLOR_PAIR(1+(color&7)+((color&112)>>1))).NULL). 123 .0.&dummy1. raw().%1\n" : : "a" (val). } static inline void outportd (unsigned short int port.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short) port)). __asm__ volatile ("inw %1.y.%0" : "=a" (value) : "d" ((unsigned short)port)). } void initconio (void) { int x. oldattr=wattr_get(stdscr.TRUE). initialized=1. "d" (port) ). "d" (port) ). } static inline int inportd (int port) { unsigned int value. conio_scr=newwin(0. keypad(conio_scr. initscr(). } static inline int inport (int port) { unsigned char value.

y++) for (x=0. textcolor(7). echo().1). return(&str[2]).strng). wrefresh(conio_scr).) { int i..format).str).(int) strng[0]). wclear(conio_scr). strng[1] = i. wgetnstr(conio_scr. while (strng[i] != 0) i++.str. } void doneconio (void) { endwin(). } void clreol (void) { if (initialized == 0) initconio(). } char *cgets (char *str) { char strng[257]. strcpy(str. } int cscanf (const char *format. vsprintf(buffer. .NULL). textbackground(0). wmove(conio_scr.0). txtattr=wattr_get(conio_scr..0. va_start(argp.scrollok(conio_scr. bgc=0. colortab(y)). wrefresh(conio_scr). strncpy(strng.. char buffer[BUFSIZ]. 124 .&dummy1. . return(i).buffer). } int cprintf (char *format.x++) init_pair((8*y)+x+1. if (initialized==0) initconio().TRUE).&strng[2]. i = i .. wclrtoeol(conio_scr). } void cputs (char *str) { if (initialized == 0) initconio(). if (initialized == 0) initconio(). waddstr(conio_scr. wrefresh(conio_scr). colortab(x).format. noecho(). ) { int i.y<=7. va_end(argp).argp). for (y=0. wrefresh(conio_scr).2.&dummy2. i = waddstr(conio_scr. } void clrscr (void) { if (initialized == 0) initconio().x<=7. va_list argp. unsigned char i = 2.

char buffer[BUFSIZ]; va_list argp; if (initialized == 0) initconio(); echo(); if (wgetstr(conio_scr,buffer) == ERR) return(-1); va_start(argp,format); i = vsscanf(buffer,format,argp); va_end(argp); noecho(); return(i); } void delline (void) { if (initialized == 0) initconio(); wdeleteln(conio_scr); wrefresh(conio_scr); } void cursor(void) { curs_set(1); } void nocursor(void) { curs_set(0); } int key(void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); i=wgetch(conio_scr); if (i == -1) i = 0; return i; } int getche (void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); echo(); i = wgetch(conio_scr); if (i == -1) i=0; noecho(); return(i); } void gettextinfo(struct text_info *inforec) { attr_t dummy1; short dummy2; unsigned char xp,yp; unsigned char x1,x2,y1,y2; unsigned char cols,lines; unsigned char dattr,dnattr,a; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,yp,xp); getbegyx(conio_scr,y1,x1); getmaxyx(conio_scr,y2,x2); dattr = (bgc*16)+fgc; a = wattr_get(conio_scr,&dummy1,&dummy2,NULL); if (a == (a & A_BLINK)) dattr=dattr+128; dnattr = oldattr;

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inforec->winleft = x1 + 1; inforec->wintop = y1 + 1; if (x1==0) x2--; if (y1==0) y2--; inforec->winright = x1 + x2 + 1; inforec->winbottom = y1 + y2 + 1; inforec->curx = xp + 1; inforec->cury = yp + 1; inforec->screenheight = y2 + 1; inforec->screenwidth = x2 + 1; inforec->currmode = 3; inforec->normattr = dnattr; inforec->attribute=dattr; } void gotoxy (int x, int y) { if (initialized == 0) initconio(); y--; x--; wmove(conio_scr,y,x); wrefresh(conio_scr); } void highvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); textcolor(15); textbackground(0); } void insline (void) { if (initialized == 0) initconio(); winsertln(conio_scr); wrefresh(conio_scr); } int kbhit (void) { int i; if (initialized == 0) initconio(); nodelay(conio_scr,TRUE); i = wgetch(conio_scr); nodelay(conio_scr,FALSE); if (i == -1) i = 0; return(i); } void lowvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); textbackground(0); textcolor(8); } void normvideo (void) { if (initialized == 0) initconio(); wattrset(conio_scr,oldattr); } int putch (int c) { if (initialized == 0) initconio(); if (waddch(conio_scr,c) != ERR) {

126

wrefresh(conio_scr); return(c); } return(0); } void textattr (int attr) { if (initialized == 0) initconio(); docolor(attr); } void textbackground (int color) { if (initialized == 0) initconio(); bgc = color; color = (bgc * 16) + fgc; docolor(color); } void textcolor (int color) { if (initialized == 0) initconio(); fgc = color; color = (bgc * 16) + fgc; docolor(color); } void textmode (int mode) { if (initialized == 0) initconio(); } int wherex (void) { int y; int x; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,y,x); x++; return(x); } int wherey (void) { int y; int x; if (initialized == 0) initconio(); getyx(conio_scr,y,x); y++; return(y); } void window (int left,int top,int right,int bottom) { int nlines,ncols; if (initialized == 0) initconio(); delwin(conio_scr); top--; left--; right--; bottom--; nlines = bottom - top; ncols = right - left; if (top == 0) nlines++; if (left == 0) ncols++;

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TRUE).ncols. nocursor(). gotoxy(10. idlok(conio_scr.c #include <stdio. getche().TRUE).cor++) { textcolor(cor). wrefresh(conio_scr).left). conio_scr = newwin(nlines.10). 128 . scrollok(conio_scr.TRUE).5 Jogo da Forca O jogo da forca demonstra também a utilização de biblioteca “ncurses” específica para terminal em modo texto.c // cores.h" int main(void) { int cor. // função obrigatória } 19. keypad(conio_scr.TRUE). } Programa: cores.h> #include "conio. initconio(). meta(conio_scr.top. } cursor(). for (cor = 1. // função obrigatória clrscr(). doneconio().if ((nlines<1) | (ncols<1)) return. cprintf("Universidade Católica de Pelotas").cor <= 15.

apaga_linha(int c.h> // --------------------------------------------------------. 129 . int seg). final(int min.prototypes void void void void void void void void tela(void). int *s). relogio(int *h. int l. int l). int n.c (Kubuntu .definicoes #define ESC #define ENTER #define SPACE 27 13 32 #define LEFT 260 #define RIGHT 261 #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN BROWN BLUE MAGENTA CYAN WHITE COR_TEXTO COR_TELA COR_TEMPO COR_RELOGIO COR_WINNER COR_LETRAS COR_SELECAO COR_TITULO COR_STATUS COLOR_BLACK COLOR_BLUE COLOR_GREEN COLOR_YELLOW COLOR_BLUE COLOR_MAGENTA COLOR_CYAN COLOR_WHITE GREEN BROWN RED BROWN CYAN BLUE RED MAGENTA WHITE // --------------------------------------------------------. troca(int *x.h> <stdlib.// forca.includes #include #include #include #include <string.h> <curses. STRING(int c. tempo(int c.h> <time. int *y). char *s). int *m. boneco(int erro). int l.Anjuta) // Autor: Paulo Roberto Gomes Luzzardi // Data: 17/06/2006 // --------------------------------------------------------. int n).

} // --------------------------------------------------------.COLOR_WHITE. int l) { move(l-1. int Random(int n).COLOR_BLACK). void textcolorlight(int cor). if (has_colors()) { start_color(). system("clear"). void finaliza_janelas(void). void clrscr(void). int l). refresh(). (void) nonl(). keypad(stdscr.COLOR_BLACK).COLOR_BLUE.COLOR_CYAN.Random int Random(int n) { int t. init_pair(3.prototypes void inicializa_janelas(void). init_pair(2.COLOR_BLACK).COLOR_GREEN.flushall void flushall(void) { getchar(). } // --------------------------------------------------------. return(t).COLOR_YELLOW. init_pair(6.COLOR_BLACK).clrscr void clrscr(void) { clear(). init_pair(1. } // --------------------------------------------------------. void flushall(void).COLOR_RED. attrset(COLOR_PAIR(A_BOLD)).inicializa_janelas void inicializa_janelas(void) { initscr().// --------------------------------------------------------. init_pair(4.COLOR_BLACK). } // --------------------------------------------------------.COLOR_MAGENTA. (void) cbreak(). init_pair(7. TRUE). } // --------------------------------------------------------.randomize 130 . void gotoxy(int c. } } // --------------------------------------------------------.gotoxy void gotoxy(int c.COLOR_BLACK). // --------------------------------------------------------.c-1). void textcolor(int cor).finaliza_janelas void finaliza_janelas(void) { endwin(). refresh(). t = rand() % n.COLOR_BLACK). init_pair(5. (void) echo(). void randomize(void).

} // --------------------------------------------------------.void randomize(void) { srand((unsigned int)time((time_t *)NULL)). for (i = 11. } temp[x] = (char) NULL. printw("%s". *s = atoi(temp).textcolor void textcolor(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)).ctime(&now)).s). *h = atoi(temp). x = 0. char s[30]. time(&now). } // --------------------------------------------------------. int l) { time_t now. textcolor(COR_RELOGIO).i++) { temp[x] = st[i]. #define NPAL 30 #define PSORT 8 #define NTIPOS 4 131 . } // --------------------------------------------------------. strcpy(s. for (i = 14.i <= 18.temp[5].ctime(&now)).l). *m = atoi(temp). int *s) { time_t now.relogio void relogio(int *h. int i.i <= 15. x++.i++) { temp[x] = st[i]. } // --------------------------------------------------------.i++) { temp[x] = st[i]. strcpy(st. x = 0.variaveis unsigned short letras[21][61]. } temp[x] = (char) NULL. } // --------------------------------------------------------.tempo void tempo(int c. } temp[x] = (char) NULL. gotoxy(c.x. char st[30].i <= 12. x++. time(&now). for (i = 17. int *m. x++.textcolorlight void textcolorlight(int cor) { attrset(COLOR_PAIR(cor)+A_BOLD). x = 0.

"fiat"."Carros". "pera". "kiwi". "acerola". int hi. m = Random(NTIPOS). "buzios"."cassino". "guatemala". getmaxyx(stdscr. "civic"}. acertos. char palavra[10]. ch. "piratini". st."Frutas"}."australia". c = 16. "alemanha". "israel"."damasco". relogio(&hi. incrementa = FALSE. col. "framboesa". "mostarda". } textcolor(GREEN). ma = 0. "espanha". clrscr().24). "lima". "kombi". l = 20. // --------------------------------------------------------. "escocia". "tibet". "chuy". break. "corrola". "uruguai"."congo"}. char s[10]. randomize(). char paises[NPAL][11] = {"brasil". "morango". "palestina". "servia". mt. "bmw". "marau". sai. "golf". "caxias".1).&si). textcolorlight(GREEN). "cuba".char nomes[NTIPOS][10] = {"Cidades"."jamaica".1). break.main int main(void) { int click. "nepal". int c. "tapes". "ford". "abacate". lin. tela(). i."casca". si. click = TRUE. m. "bergamota". cidades[j]). total = 0. "frontier". k. l. total. "peuget". "canela". "portugal". "citroen". "pitanga". "dakota". j. "gol". case 3: strcpy(palavra. "montenegro". gotoxy(7. "carambola".i++) vetor[i] = '*'. inicializa_janelas(). "figo". row. "livramento".i <= 25. "fusca". "peru". "uruguaiana". "subaru". sa. "china". paises[j]). "noruega"."jabuticaba"}. break. "elba". "suecia". textcolor(COR_TEXTO). "chui". "nectarina". "ka". "agudo". "alegrete". "inglaterra". int row."manga". "argentina"."candiota". j = Random(NPAL). "marmelo". int ma. "amora"."chiapeta". erros. char cidades[NPAL][11] = {"pelotas". "banana". "dodge". "toyota". gotoxy(60. char frutas[NPAL][11] = {"abacaxi". "parati". vetor[26]. "uva". int ht. "omega". int tecla. "sportage". frutas[j]). "mongolia"."cidreira"}. incrementa."egito". printw("Tipo: "). "idea". "corcel". 132 . "vectra". "caju". "ameixa". "laranja". "erechin". "parati". case 1: strcpy(palavra. sai = FALSE. gotoxy(1. "itaqui". // tamanho do terminal do { ch = 'A'. case 2: strcpy(palavra. carros[j]).&mi. "caqui"."nectarina". acertou. hi = mi = si = 0. "goiaba". "grecia". switch (m) { case 0: strcpy(palavra. "saveiro". "formigueiro". "iraqui". "bolivia". "russia"."jaca". break. "rivera". n."Países". textcolor(WHITE). "torres". "renaut". "cachoerinha". "honda". col). "tangerina". printw(“| row: %d | col: %d |”. "cacequi". erros = 0. for (i = 0. "cereja". "pomelo". "gramado".row.col). "palio". mi. "nissan". char carros[NPAL][11] = {"mercedes"."cristal". "chile". "candiota". acertos = 0.

if (tecla == ESC) sai = TRUE. } textcolor(COR_TEMPO). sa = st . if (c > 66) { c = 16. printw("%d". gotoxy(1.sa).ma. gotoxy(34.i++) printw("_ "). textcolor(COR_RELOGIO).l).4).i < n. case RIGHT: c+=2. ch = 'Z'.nomes[m]). gotoxy(10. tempo(56. lin = 10.&mt.22). incrementa = FALSE. printw(" Erros: "). if (!acertou && vetor[k] == '*') acertos++.lin). gotoxy(30. textcolor(COR_TEMPO). printw("Acertos: ").si. printw("%c". gotoxy(30. textcolorlight(GREEN). textcolor(COR_SELECAO).10).18). textcolorlight(BROWN). printw("%c". n = strlen(palavra).4). acertou = FALSE.65.printw("%s".ma. gotoxy(c. printw("Caracter: [%c]". } break. switch (tecla) { case LEFT: c-=2. for (i = 0.22). col = 29. for (i = 0.i < n.5). gotoxy(10.sa). do { relogio(&ht.i++) { if (toupper(palavra[i]) == ch) { gotoxy(col.5). gotoxy(20. if (sa == 58) incrementa = TRUE. 133 . printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". printf("PALAVRA: "). gotoxy(1. ch = 'A'. } break.&st).ch). textcolorlight(COR_STATUS).ch).erros). tecla = getch(). if (sa == 0 && incrementa) { ma++.l). ch++. if (sa < 0) sa = sa + 60. printw("Tempo Gasto: %02d:%02d\n". gotoxy(c. k = ch .acertos). if (c < 16) { c = 66.1).ch). ch--. printw("%d". case ENTER: case SPACE: textcolor(COR_LETRAS).

lin+1). refresh(). textcolor(COR_WINNER). lin = 10. } while (strchr("Ss".tecla) && tecla != ESC). 134 . acertou = TRUE. do { tecla = getch().tecla) && tecla != ESC).20). printw(" O"). vetor[k] = '#'. textcolorlight(COR_LETRAS). printw("/|"). } while(!strchr("SsNn". return(1). } } while (!sai). total++. gotoxy(33. printw("(Looser)").10). printw("Jogar Novamente [S/n]? "). do { tecla = getch().1). break. printw("[ESC] Abandona").palavra). case 2: gotoxy(col. finaliza_janelas(). printw("%s". gotoxy(34. } // --------------------------------------------------------.lin).boneco void boneco(int erro) { int col = 60. tempo(56. gotoxy(2. } break. } col = col + 2.10).tecla) && tecla != ESC). } // --------------------------------------------------------. break. sai = TRUE. } while(!strchr("SsNn".tela void tela(void) { textcolor(COR_TITULO). gotoxy(30.lin+1). printw("Jogar Novamente [S/n]? "). } boneco(erros). vetor[k] = '#'.24). gotoxy(30. } if (!acertou && vetor[k] == '*') { erros++. gotoxy(50. printw("(Winner)"). printw("Jogo da Forca".199).24).} if (erros == 5) { textcolorlight(RED). switch (erro) { case 1: gotoxy(col. gotoxy(16. gotoxy(50. printw("A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z").1).22). if (total == n) { textcolor(COR_WINNER). case 3: gotoxy(col.14). sai = TRUE.

case 4: gotoxy(col. break. case 5: gotoxy(col. } } 135 . break. printw("/ \\"). printw("/").printw("/|\\").lin+2).lin+2). break.

Função: initscr() Uso: inicializa a biblioteca ncurses Sintaxe: WINDOW *initscr(void). obrigatoriamente é a função initscr()...1 Conceitos Básicos No linux é necessário incluir a biblioteca “curses” para criar programas que executem em terminais em modo texto. Para atualizar a janela stdscr utiliza-se a função refresh.        A biblioteca ncurses permite a manipulação de janelas em um terminal em modo texto. para programa escritos em linguagem de programação C. // inicializa a biblioteca ncurses 136 . Declaração de uma janela: WINDOW *win.. Biblioteca ncurses 20. “curses” (Screen handling and optimization routines) . Retorno: nada Função: endwin() Uso: finaliza a biblioteca ncurses Sintaxe: int endwin(void).. A biblioteca disponibiliza o número de linhas da janela stdscr em LINES e o número de colunas em COLS. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: printw() Uso: imprime no terminal Sintaxe: int printw(char *format. Por linha de comando fica assim: $ gcc palavras... “Adicionar”. “Definições de Compilação e Link. “Bibliotecas” . É uma biblioteca que permite construir uma interface textual em terminais Linux em modo texto..c -o palavras -lcurses <enter> No ambiente de programação anjuta tem que incluir em “Definições” .. A janela padrão é chamada stdscr. Retorno: OK (sucesso) Função: refresh() Uso: atualiza a janela Sintaxe: int refresh(void).h> int main(void) { initscr(). A última função deve ser endwin(). Janelas são definidas como ponteiros para o tipo WINDOW.20..” .. ..).. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) #include <curses. A primeira função a ser utilizada.

. Retorno: OK (sucesso) #include <curses.printw("Biblioteca ncurses\n"). . Sintaxe: int cbreak(void). COLS). } Função: getmaxyx() Uso: verificar o número de linhas e colunas do terminal Sintaxe: void getmaxyx(WINDOW *win. Retorno: OK (sucesso) Função: cbreak Uso: Desabilita o cache de teclado. mvprintw(1. getchar(). getchar(). mvprintw(2. 1.6. int col). // finaliza a biblioteca ncurses 137 . printw(“Jogo da Forca”). int row. printw("Data: %02d/%02d/%02d\n". char *format. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) move(10. col. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Observação: buffer = TRUE -> habilita as teclas especiais buffer = FALSE -> desabilita as teclas especiais Função: clear() Uso: limpa a janela no terminal Sintaxe: int clear(void).h> int main(void) { int row. clear(). fazendo com que toques das teclas fiquem disponíveis para o programa curses assim que realizados. Retorno: nada Função: mvprintw() Uso: imprime no terminal Sintaxe: int mvprintw(int lin. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: keypad() Uso: Habilita ou desabilita a leitura de teclas especiais do teclado Sintaxe: int keypad(WINDOW *win. endwin(). "| LINES: %d | COLS: %d | ". refresh().col). endwin(). getmaxyx(stdscr.row. "| row: %d | col: %d | ". initscr(). 1. bool buffer).2006). col).row.7). int col). int col. } Função: move() Uso: move o cursor para a posição (lin. col) Sintaxe: int move(int lin. refresh().LINES.18.).. refresh().

em que qualquer toque de tecla é enviado ao programa imediatamente (em vez de esperar um enter) Sintaxe: int nodelay(WINDOW *win. Desabilitar: keypad(stdscr. cbreak(): desabilita a propriedade do terminal em ficar esperando o usuário digitar enter. caso contrário. Habilitar: keypad(stdscr. setas. 20. retorna o caracter imediatamente (se nenhuma tecla foi pressionada.Função: getch() Uso: Lê um caractere no teclado Sintaxe: int getch(void). esc.TRUE).3 Funções de entrada Existem três tipos de funções de entrada na biblioteca ncurses:    getch(): Lê um caracter scanw(): Lê uma string formatada getstr(): Lê strings getch(): lê um caracter do teclado 138 . Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: nodelay() Uso: Habilita ou desabilita o modo nodelay. Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Observação: buffer = TRUE -> habilita o modo nodelay buffer = FALSE -> desabilita o modo nodelay 20. Retorno: caracter ou ERR (erro) Observação: Em modo nodelay. curs_set(): utilizado para definir o tipo de cursor: (0)cursor invisível (1)cursor visível (2)cursor muito visível. F1.2 Funções de inicialização initscr(): primeira função obrigatória é a função. retorna ERR). Retorno: OK (sucesso) ou ERR (erro) Função: noecho() Uso: Desabilita o eco de teclas pressionadas para a tela (na aparece na tela as teclas digitadas) Sintaxe: int noecho(void). keypad(): Habilita a leitura das teclas enter. em noecho() as teclas digitadas não aparecem na tela. No modo delay espera até que uma tecla seja pressionada Função: nonl() Uso: Desabilita a conversão da tecla enter em '\n' ao ler o teclado Sintaxe: int nonl(void). echo() ou noecho(): com echo() as teclas digitadas aparecem no terminal. bool buffer).FALSE).

getstr(): Lê string via teclado int int int int int int int int getstr(char *str). arg] .. mvwgetnstr(WINDOW *. mvprintw(int y.. char *fmt [. char *fmt [. wscanw(WINDOW *win.. mvscanw(int y. echochar(chtype ch). int y. arg] . int n).. int n). cbreak(). int x. mvgetstr(int y.4 Funções de saída Existem três tipos de funções de saída na biblioteca ncurses:    addch(): imprime caracteres com atributos printw(): imprime strings formatadas addstr(): imprime strings addch(): Imprime um caracter na tela int int int int int int addch(chtype ch). chtype ch).. char *fmt [. arg] . printw(): Imprime uma string na tela int int int int printw(char *fmt [. char *str). mvaddch(int y. int y. wechochar(WINDOW *win. int n). char *str. Elas dependem das funções: cbreak e noecho. int x. mvwprintw(WINDOW *win. se esta função estiver ativa. arg] .). int x. chtype ch). mvwscanw(WINDOW *win. int y. waddch(WINDOW *win.).. chtype ch). wprintw(WINDOW *win. os caracteres digitados não aparecerão na tela scanw(): Lê uma string formatada int int int int scanw(char *fmt [. char *str). mvwaddch(WINDOW *win.. arg] .).. int y... int addnstr(const char *str.int int int int getch(void). int n). char *fmt [.. mvwgetstr(WINDOW *win. int x). char *fmt [. mvwgetch(WINDOW *win. int x. mvgetnstr(int y. 139 . int x). Estas funções permitem ler um único caractere do terminal. int x. chtype ch).)..). char *str. char *fmt [.). arg] . int y. wgetnstr(WINDOW *win. char *str. wgetch(WINDOW *win). 20. int x. getnstr(char *str. int x.). a leitura dos caracteres só começa quando a tecla enter ser pressionada noecho()... wgetstr(WINDOW *win.). arg] . arg] .. int x. int n). addstr(): Imprime uma string na tela int addstr(const char *str). int x. char *str). mvgetch(int y. int y.. int x.

int int int int int int waddstr(WINDOW *win. int n). printw(“C for Linux. mvaddstr(int y. Outra forma de formatação: addch('A' | A_BOLD | A_UNDERLINE). by Luzzardi. mvwaddnstr(WINDOW *win. int x. attroff(A_BOLD). int y. const char *str. 2006”).5 Função de Formatação de texto A função attron permite formatar um texto através de algumas características como: itálico. mvaddnstr(int y. int x. negrito ou sublinhado. int x. Formatação A_NORMAL A_STANDOUT A_UNDERLINE A_REVERSE A_BLINK A_DIM A_BOLD A_PROTECT A_INVIS A_ALTCHARSET A_CHARTEXT Efeito Nenhuma formatação Melhor modo de iluminação Sublinhado Fundo preto. int n). const char *str). const char *str). waddnstr(WINDOW *win. attron(A_BLINK). Forma de usar: attron(A_BOLD). const char *str. attron(A_BLINK). texto branco (inverso do normal) Piscante Brilho parcial Negrito Modo protegido Modo invisível Alterna os caracteres Máscara de bit para extrair um caracter 140 . const char *str. const char *str). int n). int y. int x. mvwaddstr(WINDOW *win. 20.

que são executados antes do programa fonte ser Inclusão de Arquivos de Header (cabeçalhos de funções): #include <header.h> ou #include “header_usuário. Outros Comandos 21.21.h> #define EXISTE_DEFINE 100 // existe ou não #define SELECT 1 // selecione antes de compilar #if (SELECT == 1) #define c 10 #define l 10 #else #define c 20 #define l 20 #endif #ifdef EXISTE_DEFINE #define x 100 #else #define x 200 #endif 141 .1 Comandos do Pré-Processador Comandos compilado.h” Definição de Macro-Substituição: #define <identificador> <valor> #define #define ou #define #define true !0 false 0 TRUE !0 FALSE 0 Condições para Compilação: #if <condição> #else #endif ou #ifdef <macro> #else #endif Exemplo: #include <stdio.

relacionais. printf("x = %d\n".int main(void) { printf("c = %d\n".c). lógicos e bit a bit Operador () [] ++ -(tipo) * & ~ ! * / % + >> << > >= <= < `== != & Operação parênteses conchetes incremento decremento cast conteúdo do ponteiro endereço de memória unário (-7) complemento de um não multiplicação divisão resto inteiro da divisão adição subtração deslocamento para direita deslocamento para esquerda maior que maior ou igual menor ou igual menor igual diferente and bit a bit Forma de Avaliação esquerda para direita esquerda para direita direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita // não existe esta linha 142 . } Resultado do Programa quando: #define EXISTE_DEFINE 100 // existe ou não #define SELECT 1 // selecione antes de compilar c = 10 l = 10 x = 100 Resultado do Programa quando: // #define EXISTE_DEFINE 100 #define SELECT 2 c = 20 l = 20 x = 200 21. printf("l = %d\n".2 Hierarquia dos operadores aritméticos.x).l).

4 Ponteiro para Ponteiro Um ponteiro para um ponteiro é uma forma de dupla indireçao. printf("Conteudo do Ponteiro (*p) = %d\n". printf("Endereco do Ponteiro (&p) = %p\n\n".c # include <stdio. que também aponta para a variável do primeiro ponteiro.&n).h> int main(void) { int n = 7.*p). Um ponteiro comum (int *p) tem em seu valor é o endereço de uma variável. o primeiro ponteiro contém o endereço do segundo. q = &p. 143 . permite criar constantes tipadas.Operador ^ | && || `= += -= *= /= %= >>= <<= &= ^= |= Operação ou exclusivo bit a bit ou inclusive bit a bit e (and) ou (or) atribuição atribuição (adição) atribuição (subtração) atribuição (multiplicação) atribuição (divisão) atribuição (resto inteiro divisão) atribuição (deslocamento direita) atribuição (deslocamento esquerda) atribuição (and) atribuição (ou exclusivo) atribuição (ou inclusive) Forma de Avaliação esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita esquerda para direita direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda direita para esquerda 21. Quando é definido um ponteiro para ponteiro. const int max = 7. int main(void) { const double pi = 3. int *p.1416. 21.**q.3 Declaração de constantes tipadas A linguagem C. // pointer.n). padrão ANSI. printf("Valor de (n) = %d\n". printf("Ponteiro (p) = %p\n".&p). p = &n. float x[max].p). printf("Endereço de (&n) = %p\n\n".

&q). do Ponteiro (**q) = %d\n". do Ponteiro (&q) = %p\n\n".*q). do Ponteiro (*q) = %p\n".printf("Ponteiro printf("Conteudo printf("Conteudo printf("Endereco } (q) = %p\n".**q).q). Resultado do Programa: Valor de (n) = 7 Endereço de (&n) = 0xbfef6384 Ponteiro (p) = 0xbfef6384 Conteudo do Ponteiro (*p) = 7 Endereco do Ponteiro (&p) = 0xbfef6380 Ponteiro Conteudo Conteudo Endereco (q) = 0xbfef6380 do Ponteiro (*q) = 0xbfef6384 do Ponteiro (**q) = 7 do Ponteiro (&q) = 0xbfef637c 144 .

145 .

printf("Digite um valor: ").resp). } printf("Resposta: %. calculadora. op = getchar(). else if (op == '-') resp = x . else if (op == '*') resp = x * y.c #include <stdio. calc. simula uma calculadora com quatro operações: [+] [-] [*] [/] // calc.22. return(0). else if (op == '/') if (y != 0) resp = x / y. Programas escritos em C O programa abaixo. return(2).resp. printf("Operador [+-*/]: "). return(1). scanf("%f".h> int main(void) { float x. else { printf("ERRO: Divisão por Zero\n"). if (op == '+') resp = x + y. scanf("%f".c.&y). char op.y. } else { printf("ERRO: Operador Inválido\n").c. int erro = 0.&x).h> #include <stdlib.y. simula uma calculadora com 10 operações: [+] Adição [-] Subtração [*] Multiplicação 146 Adição Subtração Multiplicação Divisão . getchar(). printf("Digite outro valor: "). } O programa exemplo abaixo.2f\n".

printf("[S] Seno\n"). else if (op == '*') resp = x * y. printf("Digite um valor: "). // apaga enter do buffer de teclado printf("Operadores:\n"). printf("[*] Multiplicação\n"). } if (op == '+') resp = x + y.h> <string.&y). rads.h> <math.op)) { printf("Digite outro valor: "). resp. printf("[T] Tangente\n").h> <stdlib. printf("[I] Inverso\n"). scanf("%f". printf("[P] Potência\n"). else erro = 1. printf("[C] Cosseno\n").[/] [R] [P] [I] [S] [C] [T] Divisão Raiz Quadrada Potência Inverso Seno Cosseno Tangente // calculadora. else if (op == 'R' || op == 'r') 147 . if (strchr("+-*/Pp". else if (op == '/') if (y != 0) resp = x / y. y.y.c #include #include #include #include <stdio. char op. getchar(). printf("Qual a sua Opção? "). op = getchar(). else if (op == '-') resp = x .&x). scanf("%f". printf("[-] Subtração\n"). printf("[+] Adição\n"). printf("[/] Divisão\n").h> #define PI 4*atan(1) int main(void) { float x. int erro = 0. printf("[R] Raiz Quadrada\n").

else if (erro == 3) printf("ERRO: Tangente Infinita\n").0. quinta.0) erro = 3. resp = sin(rads).gov. é utilizado o Cálculo do Dia Juliano. return(1).0. else if (op == 'P' || op == 'p') resp = pow(x.br/planetario/cent_pesq_calc.resp). else erro = 1.if (x >= 0) resp = sqrt(x). else { rads = x * PI / 180. terça. exibe o dia da semana (segunda.0. resp = cos(rads). } else if (op == 'C' || op == 'c') { rads = x * PI / 180.c. else erro = 2. return(0). } else if (op == 'T' || op == 't') if (x == 90. else if (erro == 1) printf("ERRO: Divisão por Zero\n"). juliano. } else { printf("ERRO: Operador Inválido\n").htm 148 . else if (op == 'I' || op == 'i') if (x != 0) resp = 1 / x. else if (erro == 2) printf("ERRO: Raiz Negativa\n").rio.4f\n". quarta. Para tanto. else if (op == 'S' || op == 's') { rads = x * PI / 180. sábado ou domingo) de uma determinada data. Como calcular: http://www.rj. resp = tan(rads).y). } O programa abaixo.0 || x == 270. sexta. } if (erro == 0) printf("Resposta: %.

if (dia < 1 || dia > 31) printf("ERRO FATAL: Dia Inválido\n"). case 2: printf("Quarta-Feira\n").h> // --------------------------.c // --------------------------. mes = mes + 12.A + B.6001 * (mes + 1). E = (long int) resp.25 * (ano + 4716). dj = D + E + dia + C . B = A / 4. resp = 30. mes. else { printf("Mes [1. E. break. resto. case 3: printf("Quinta-Feira\n").&dia).Prototypes #include <stdio. else { printf("Ano [1583]: "). scanf("%d". scanf("%d". case 4: printf("Sexta-Feira\n"). break. resp = 365. C = 2 .// juliano. break. 149 . break.h> #include <stdlib. if (mes < 1 || mes > 31) printf("ERRO FATAL: Mês Inválido\n").12]: ").. printf("Dia [1.&ano)..1524.&mes). float resp. } A = ano / 100. D = (long int) resp. else { if (mes < 3) { ano = ano . switch (resto) { case 0: printf("Segunda-Feira\n"). C. long int D. case 1: printf("Terça-Feira\n"). ano. int A. scanf("%d".1.Programa Principal int main(void) { int dia. B. dj.31]: "). resto = dj % 7. break. if (ano < 1583) printf("ERRO FATAL: Ano Inválido\n").

break. valor = valor + digit1 * 2. digit2. fator = fator * 11. } for (i = 0.com/CapeCanaveral/4274/cgcancpf. break.fator.i < 9. fator = fator * 11. if (valor < 2) digit1 = 0. Como calcular: http://www.h> #include <stdlib. final.c. printf("Cpf [99999999999]: "). int digit1.htm // cpf.i).case 5: printf("Sábado\n"). scanf("%s". cpf[n] = (char) NULL.h> #include <string. calculando e exibindo os dígitos verificadores do CPF digitado. n = strlen(cpf). return. valor = valor . int valor = 0. permite verificar se um determinado CPF é válido ou inválido.i < 9. } if (n == 10) { n = n .i++) valor = valor + (cpf[i] . 150 . if (n != 11 && n != 9) { printf("Formato: 9 ou 11 d¡gitos numéricos\n").48) * (10 . case 6: printf("Domingo\n").c #include <stdio.Programa Principal int main(void) { char cpf[15].i). fator = valor / 11.h> // -------------------------------. for (i = 0. valor = 0. n.48) * (11 .geocities. } } } } } O programa abaixo.i++) valor = valor + (cpf[i] .cpf). else digit1 = 11 – valor. fator. fator = valor / 11. cpf. t.fator. int i.1. valor = valor .

getche: lê e mostra um caracter na tela sem enter. } } printf("%c-". } Os programas abaixo. else printf("%02d\n".i <= 10. getch. printf("\n").if (valor < 2) digit2 = 0."). for (i = 9. kbhit: verifique se a tecla enter é presionada ou não. else printf("Status: CPF Inválido\n"). clrscr(). if (t == 3) { t = 0. kbhit. getch: lê e não mostra um caracter na tela sem enter. else digit2 = 11 – valor.h" #define ESC 27 int main(void) { int tecla. // conio. if (final >= 10) printf("%d\n".i <= 7.48 && digit2 == cpf[10] .h.final).h: clrscr. conio.cpf[i]).cpf[i]). printf(". 151 . } if (digit1 == cpf[9] . if (n == 11) { printf("Cpf Digitado: ").c e conio. getche. textcolor: altera a cor do texto.48) printf("Status: CPF Válido\n"). delay: permite fazer uma pausa em milisegundos.final).cpf[8]). textbackcolor: altera a cor de fundo. gotoxy: posiciona o cursor na coluna. gotoxy. final = digit1 * 10 + digit2.c #include <stdio. printf("Dígito Verificador: "). dekay. for (i = 0.i++) printf("%c". mostram uma forma alternativa de utilizar algumas funções do arquivo de header conio.h> #include "conio. t = t + 1. linha.i++) { printf("%c". textcolor e textbackcolor. clrscr: limpa a tela em modo texto.

h> #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define #define BLACK RED GREEN BROWN BLUE MAGENTA CYAN DARKGRAY SUBLINHA black red green brown blue magenta cyan darkgray sublinha 0 1 2 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 5 6 7 8 // ---------------------------. } while (tecla != ESC). c). tecla.7). &oldt).l.função: clrscr void clrscr(void) { printf("\x1B[2J"). } // conio. } // ---------------------------. gotoxy(10.h> #include <unistd.%df". printf("Código: %d -> Caracter: %c\n".h> #include <sys/time. newt. 152 . // troque por tecla = getch(). int ch. printf("Tecla: ").5). tcgetattr(STDIN_FILENO. newt = oldt. newt. textbackcolor(GREEN). int l) { printf("\033[%d.c_lflag &= ~(ICANON | ECHO). gotoxy(10. } // --------------------------. tecla = getche().função: gotoxy void gotoxy(int c.função: getch int getch(void) { struct termios oldt.h #include <termios.do { textcolor(BLUE). tecla).

&newt). case RED: printf("\033[31m"). &tv) == -1) return(0).&read_fd)) return(1). ch = getchar(). return(ch). NULL. if (FD_ISSET(0. break. } // --------------------------. fd_set read_fd. } // --------------------------. tcsetattr(STDIN_FILENO. while (clock() <= t).tv_usec=0.tv_sec=0. &oldt). &read_fd. newt = oldt. } // ---------------------------. FD_ZERO(&read_fd). TCSANOW. return(ch). FD_SET(0. tcsetattr(STDIN_FILENO. NULL. return(0). 153 . newt. &oldt). } // --------------------------.c_lflag &= ~(ICANON | ECHO). tcsetattr(STDIN_FILENO.&read_fd). TCSANOW. ch = getchar().função: delay void delay(int espera) { clock_t t.tcsetattr(STDIN_FILENO. int ch.função: getche int getche(void) { struct termios oldt. if (select(1. putchar(ch). tcgetattr(STDIN_FILENO. &newt). TCSANOW.função: kbhit int kbhit(void) { struct timeval tv.função: textcolor void textcolor(int cor) { switch (cor) { case BLACK: printf("\033[30m"). t = clock() + espera. TCSANOW. tv. &oldt). tv. newt.

case BLUE: printf("\033[34m"). case RED: printf("\033[41m").função: textbackcolor void textbackcolor(int cor) { switch (cor) { case BLACK: printf("\033[40m").c exibe as cores disponíveis funções textcolor e textbackcolor da biblioteca de texto: conio. break. break.break. case BROWN: printf("\033[33m"). textcolor(BROWN). printf("Red\n").c #include <stdio. break. case CYAN: printf("\033[36m").h.h> #include "conio. break. case GREEN: printf("\033[42m"). case DARKGRAY: printf("\033[37m"). break. case GREEN: printf("\033[32m"). break. printf("Green\n"). case MAGENTA: printf("\033[45m"). break. nas 154 . break. break. case BLUE: printf("\033[44m").h" int main(void) { textcolor(BLACK). break. case CYAN: printf("\033[46m"). cores. // cores. break. textcolor(GREEN). break. break. case SUBLINHA: printf("\033[38m"). break. case MAGENTA: printf("\033[35m"). printf("Black\n"). textcolor(RED). } } // --------------------------. } } O programa abaixo. case BROWN: printf("\033[43m"). break. case DARKGRAY: printf("\033[47m").

printf("\nGreen"). getchar(). textcolor(SUBLINHA). textcolor(DARKGRAY). textbackcolor(BLUE). printf("Sunlinha\n"). printf("DarkGray\n"). printf("\nBrown").printf("Brown\n"). textcolor(CYAN). printf("\nRed"). printf("\nCyan"). printf("Magenta\n"). textbackcolor(DARKGRAY). printf("Blue\n"). textbackcolor(CYAN). printf("Cyan\n"). printf("\nBlue"). textbackcolor(GREEN). printf("\nBlack"). textbackcolor(BROWN). textcolor(MAGENTA). textbackcolor(MAGENTA). textcolor(BLUE). textbackcolor(RED). } 155 . textbackcolor(BLACK). printf("\nMagenta"). printf("\nDarkGray").

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