A ANÁLISE DA DISSERTAÇÃO 1 – Ângulo de abordagem: 1.

1– Clareza: Os avaliadores não exigem que o autor apresente a idéia central de sua dissertação logo no primeiro parágrafo. Mas o ponto de vista do vestibulando – o que ele realmente pensa sobre o tema proposto – tem de estar explícito no texto. A redação tem de assumir, efetivamente, uma posição, não ficar em cima do muro. OBS.: se o texto foge parcialmente do tema proposto, a nota será calculada apenas com metade do peso. Se for identificada uma fuga total do tema, a nota é zero. 1. 2 – Consistência: O texto não pode desviar-se do ponto de vista apresentado. Toda a dissertação tem de girar em torno da posição manifestada, sem contradições. O desdobramento da redação, até a conclusão, deve atender ao que foi anunciado na apresentação do ponto de vista. Os exemplos usados têm de estar relacionados aos argumentos e, este, ao ponto de vista central. 1.3 – Autonomia: O texto tem de revelar esforço pela autoria, apresentar subjetividade e, por consequência, gerar interesse no leitor. A autonomia do texto manifesta-se quando o redator organiza as idéias seguindo seus próprios critérios, não se apegando a modelos prévios ou a lugares-comuns. 2 – Estrutura do parágrafo A maioria dos parágrafos do texto deverá ter, no mínimo, dois períodos. Mas não há um limite rígido para o numero de linhas do parágrafo. O que é analisado é se cada parágrafo expressa uma idéia completa e se a divisão em parágrafos favorece a progressão do texto, evitando a repetição de afirmações. 3 – Coesão textual Esse item avalia as relações internas do texto: se a estruturação das orações é adequada à argumentação, se os nexos estão de acordo com a hierarquização das idéias e se o autor se utiliza corretamente dos recursos gramaticais para enriquecer a redação. 4 – Caráter dissertativo O objetivo da redação é a reflexão, não apenas o relato ou a descrição. OBS.: redações que apresentam predominância da narração ou da descrição sobre a dissertação são avaliadas com metade do peso. Se o texto é apenas narrativo ou descritivo, sem qualquer característica de dissertação, recebe nota zero. 5 – Competência da argumentação Os argumentos devem explicar o ponto de vista do autor. São a forma de o redator justificar sua opinião. Um bom teste para identificar a qualidade da argumentação de um texto é perguntar "por quê?" à frase que sintetiza o ponto de vista. Se as respostas aparecerem na redação, a competência da argumentação foi alcançada. 6 – Criticidade O texto não pode refletir apenas o "umbigo" do autor. Também tem de ser confrontável com a realidade. Esse item avalia a relação lógica entre o texto e a realidade objetiva. Por isso, a reflexão do autor não pode ser alienada. Tem de estar associada ao contexto. 7 – Organicidade Aqui, o avaliador verifica o uso adequado de processos próprios do conhecimento – comparação, análise, classificação e definição, por exemplo. Estão em jogo a dinâmica da argumentação e o emprego de recursos paralelos à reflexão, como citações, dados estatísticos ou argumentos históricos. 8 – Qualidade estilística O texto deverá apresentar uma linguagem precisa, com vocabulário rico e, ao mesmo tempo, adequado ao ponto de vista apresentado e ao estilo do autor. O uso de gírias, por exemplo, não é condenado, desde que os termos adotados tenham relação com a idéia central do texto e não signifiquem pobreza de vocabulário. 9 – Gramática Acentuação, regência, Concordância, ortografia, pontuação.

A ANÁLISE DA DISSERTAÇÃO 1 – Ângulo de abordagem: 1.1– Clareza: Os avaliadores não exigem que o autor apresente a idéia central de sua dissertação logo no primeiro parágrafo. Mas o ponto de vista do vestibulando – o que ele realmente pensa sobre o tema proposto – tem de estar explícito no texto. A redação tem de assumir, efetivamente, uma posição, não ficar em cima do muro. OBS.: se o texto foge parcialmente do tema proposto, a nota será calculada apenas com metade do peso. Se for identificada uma fuga total do tema, a nota é zero. 1. 2 – Consistência: O texto não pode desviar-se do ponto de vista apresentado. Toda a dissertação tem de girar em torno da posição manifestada, sem contradições. O desdobramento da redação, até a conclusão, deve atender ao que foi anunciado na apresentação do ponto de vista. Os exemplos usados têm de estar relacionados aos argumentos e, este, ao ponto de vista central. 1.3 – Autonomia: O texto tem de revelar esforço pela autoria, apresentar subjetividade e, por consequência, gerar interesse no leitor. A autonomia do texto manifesta-se quando o redator organiza as idéias seguindo seus próprios critérios, não se apegando a modelos prévios ou a lugares-comuns. 2 – Estrutura do parágrafo A maioria dos parágrafos do texto deverá ter, no mínimo, dois períodos. Mas não há um limite rígido para o numero de linhas do parágrafo. O que é analisado é se cada parágrafo expressa uma idéia completa e se a divisão em parágrafos favorece a progressão do texto, evitando a repetição de afirmações. 3 – Coesão textual Esse item avalia as relações internas do texto: se a estruturação das orações é adequada à argumentação, se os nexos estão de acordo com a hierarquização das idéias e se o autor se utiliza corretamente dos recursos gramaticais para enriquecer a redação. 4 – Caráter dissertativo O objetivo da redação é a reflexão, não apenas o relato ou a descrição. OBS.: redações que apresentam predominância da narração ou da descrição sobre a dissertação são avaliadas com metade do peso. Se o texto é apenas narrativo ou descritivo, sem qualquer característica de dissertação, recebe nota zero. 5 – Competência da argumentação Os argumentos devem explicar o ponto de vista do autor. São a forma de o redator justificar sua opinião. Um bom teste para identificar a qualidade da argumentação de um texto é perguntar "por quê?" à frase que sintetiza o ponto de vista. Se as respostas aparecerem na redação, a competência da argumentação foi alcançada. 6 – Criticidade O texto não pode refletir apenas o "umbigo" do autor. Também tem de ser confrontável com a realidade. Esse item avalia a relação lógica entre o texto e a realidade objetiva. Por isso, a reflexão do autor não pode ser alienada. Tem de estar associada ao contexto. 7 – Organicidade Aqui, o avaliador verifica o uso adequado de processos próprios do conhecimento – comparação, análise, classificação e definição, por exemplo. Estão em jogo a dinâmica da argumentação e o emprego de recursos paralelos à reflexão, como citações, dados estatísticos ou argumentos históricos. 8 – Qualidade estilística O texto deverá apresentar uma linguagem precisa, com vocabulário rico e, ao mesmo tempo, adequado ao ponto de vista apresentado e ao estilo do autor. O uso de gírias, por exemplo, não é condenado, desde que os termos adotados tenham relação com a idéia central do texto e não signifiquem pobreza de vocabulário. 9 – Gramática Acentuação, regência, Concordância, ortografia, pontuação.

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