UNIDADE 2 O MODELO ADMITÂNCIA

YBUS
Análise de Sistemas de Potência - Profa. Carla C.M. Cunha

UNIDADE 2 MODELO ADMITÂNCIA Modelo da Rede Primitiva – características elétricas de cada componente da rede. Não fala como estes equipamentos estão conectados para formar a rede. Matriz de Admitâncias Nodais YBUS – comportamento em regime-permanente de todos equipamentos agindo em conjunto como um sistema. Baseado na análise nodal das equações da rede. Sistema de potência típico – YBUS é de ordem elevada e esparsa. (Aplicação - fluxo de potência...)
Análise de Sistemas de Potência - Profa. Carla C.M. Cunha

UNIDADE 2 MODELO ADMITÂNCIA Equacionamento nodal da rede.

& I&BUS = YBUS ⋅ VBUS
Vetor das Tensões nas Barras Matriz das Admitâncias Nodais Vetor das Injeções de Corrente nas Barras

Análise de Sistemas de Potência - Profa. Carla C.M. Cunha

1 . (modelo tensão e corrente!) .Profa. ˆ ⎧za = imped ancia primitiva ⎨ ˆ ⎩y a = admit ancia primitiva Análise de Sistemas de Potência .Admitância de Ramos e Nós. Carla C. Cunha .M.2. Equações Nodais Representação de um gerador em regime permanente.

2.Admitância de Ramos e Nós.1 . Carla C.Profa. Equações Nodais Admitância de Ramos.M. Análise de Sistemas de Potência . Cunha .

Cunha . que entra no nó.Profa.2. Carla C.M. Equações Nodais Convenção: corrente injetada.1 .Admitância de Ramos e Nós. (+) corrente que sai do nó (-) Lei de Kirchhoff I m = +I a I n = −I a ⎡I m ⎤ ⎡ + 1⎤ ∴ ⎢ ⎥ = ⎢ ⎥I a ⎣I n ⎦ ⎣ − 1⎦ ⎡V m ⎤ ⎢ ⎥ ⎣V n ⎦ Va = Vm − Vn = [ − 1] 1 Análise de Sistemas de Potência .

Carla C. Cunha . Equações Nodais y a .Admitância de Ramos e Nós.Profa.M.2.y a . temos: ⎡Vm ⎤ ⎡I m ⎤ ⎡+ 1⎤ ⎣ − 1⎦ ⎢− 1⎥ . [+ 1 −1] ⎢V ⎥ = ⎢I ⎥ ⎣ ⎦ ⎣ n ⎦ ⎣n⎦ ⎡+ y a − y a ⎤ ⎡Vm ⎤ ⎡Im ⎤ ⎢ ⎥⎢ ⎥ = ⎢ ⎥ ⎣− y a +y a ⎦ ⎣Vn ⎦ ⎣In ⎦ Equação da Admitância Nodal Análise de Sistemas de Potência .1 .Va = Ia ⎡Vm ⎤ ∴ y a [1 − 1] ⎢ ⎥ = Ia ⎣Vn ⎦ ⎡+ 1⎤ Pré-multiplicando por ⎢ ⎥ .

1 . basta combinar as matrizes dos ramos individuais. de dimensão igual ao número de nós! Para se obter a matriz representativa de toda a rede.Admitância de Ramos e Nós. Ela é uma matriz singular. Cunha . Equações Nodais A primeira matriz da equação é chamada de Matriz de Admitância de um Ramo. linhas e colunas referentes às mesmas barras.M. Carla C.2. ou seja. somando-se elementos com linhas e colunas idênticas. Tal soma é semelhante à soma das correntes dos ramos que concorrem de um mesmo nó (Lei de Kirchhoff).Profa. Análise de Sistemas de Potência .

M. Equações Nodais Exemplo: Diagrama de Admitâncias Análise de Sistemas de Potência . Cunha .1 . Carla C.Profa.Admitância de Ramos e Nós.2.

1 . Carla C.2.y d ⎣−1 +1 ⎦ 2 1 Análise de Sistemas de Potência .(V2 − V1 ) = I21 ⎡+1 −1⎤ → ⎢ ⎥.Va = Ia → 3 [1] y a 3 y c .Profa.Vd = Id 2 1 ⎡+1 −1⎤ → ⎢ ⎥.Admitância de Ramos e Nós.y b ⎣−1 +1 ⎦ 3 2 3 y d .Vb = I b y b .(V3 − V1 ) = I31 y d .(V3 − V2 ) = I32 ⎡+1 −1⎤ →2 ⎢ ⎥. Equações Nodais Equações da rede primitiva: y a .y c ⎣−1 +1 ⎦ 3 1 3 1 y b .Vc = Ic y c .M. Cunha .

y e ⎣−1 +1 ⎦ 4 2 4 2 y e .Vg = I g → 4 + [1] y g 4 Análise de Sistemas de Potência .Ve = Ie y f . Cunha .Profa.Vf = If y e .(V4 − V1 ) = I21 ⎡+1 −1⎤ → ⎢ ⎥.Admitância de Ramos e Nós.y f ⎣−1 +1 ⎦ 4 1 4 1 y g . Carla C. Equações Nodais Equações da rede primitiva: ⎡+1 −1⎤ → ⎢ ⎥.2.M.(V4 − V2 ) = I42 y f .1 .

Profa.M. Cunha . obtém-se a Matriz Admitância Nodal YBUS da rede dada: ⎡y c + y d + y f 1 ⎢ −yd 2⎢ = −yc 3⎢ 4⎢ −yf ⎢ ⎣ −yd y b + yd + ye −yb −ye −yc −yb ya + yb + yc 0 ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ⎥ ye + yf + y g ⎥ ⎦ −yf −ye 0 YBUS Análise de Sistemas de Potência . Carla C.1 . Equações Nodais Agrupando-se todas as equações anteriores.2.Admitância de Ramos e Nós.

1 .Admitância de Ramos e Nós. Carla C. Equações Nodais Equação Nodal da Rede: ⎡V1 ⎤ ⎡0 ⎤ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ . Cunha .M.Profa. ⎢V3 ⎥ ⎢I3 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢V4 ⎥ ⎣I4 ⎦ ⎣ ⎦ Análise de Sistemas de Potência . ⎢V2 ⎥ = ⎢0 ⎥ Y BUS .2.

M.Admitância de Ramos e Nós.2. Carla C.1 . as equações nodais são dadas por: Barra Barra Barra Barra (V1 − V3 )y c + (V1 − V4 )y f + (V1 − V2 )y d (V2 − V3 )y b + (V2 − V1 )y d + (V2 − V4 )y e V3 y a + (V3 − V2 )y b + (V3 − V1 )y c = I a V4 y g + (V4 − V2 )y e + (V4 − V1 )y f = I g =0 =0 Análise de Sistemas de Potência . Equações Nodais Por outro lado.Profa. Cunha .

Admitância de Ramos e Nós.V2 + (y a + y b + y c ).Profa.V1 + (− y b ).V3 + (0 ).V2 + (− y c ).V4 = I g O que resulta na mesma equação matricial anterior! Análise de Sistemas de Potência .1 .V2 + (0 ).V1 + (− y e ).2.V4 (− y f ).V4 = 0 =0 (− y d ). Equações Nodais Agrupando os termos: Barra Barra Barra Barra (y c + y f + y d ).M.V3 + (− y f ).V3 + (− y e ).V4 (− y c ).V2 + (− y b ).V1 + (− y d ). Cunha . Carla C.V3 + (y e + y f = Ia + y g ).V1 + (y b + y d + y e ).

Elementos da diagonal Yjj serão iguais à soma das admitâncias diretamente conectadas ao nó j. Elementos fora da diagonal principal Yij serão iguais aos valores das admitâncias líquidas (equivalentes) conectadas entre os nós i e j.M. de ordem igual ao número de barras do sistema e. Cunha . YBUS é quadrada. Equações Nodais Entretanto. Assim. (Admitâncias de Transferência entre os nós i e j).2. simétrica e não singular! Análise de Sistemas de Potência .Admitância de Ramos e Nós.1 . Carla C. com sinal trocado. a matriz YBUS pode ser construída por inspeção. normalmente.Profa. (Admitâncias Próprias dos nós).

2.M.Profa. deve-se inicialmente observar as equações da rede primitiva. Cunha .2 – Ramos Mutuamente Acoplados No caso de elementos do SEP com acoplamento magnético (indutância mútua). ⎡Va ⎤ ⎡ za ⎢V ⎥ = ⎢z ⎣ b⎦ ⎣ m zm ⎤ ⎥ zb ⎦ ⎡Ia ⎤ ⎢I ⎥ ⎣ b⎦ ⎡Ia ⎤ ⎡ y ⎢I ⎥ = ⎢ ⎣ b ⎦ ⎣y ' a ' m y ⎤ ⎥ y ⎦ ' m ' b ⎡Va ⎤ ⎢V ⎥ ⎣ b⎦ Análise de Sistemas de Potência . Carla C.

Carla C.Profa.2 – Ramos Mutuamente Acoplados onde a matriz de admitâncias da rede primitiva é −1 ' ' ⎡ ya ⎢ ' ⎣y m y m ⎤ ⎡ za = ' ⎥ ⎢ y b ⎦ ⎣ zm zm ⎤ ⎥ zb ⎦ Reescrevendo as equações das tensões ⎡Va ⎤ ⎡Vm − Vn ⎤ ⎢V ⎥ = ⎢V − V ⎥ = q⎦ ⎣ b⎦ ⎣ p ⎡Vm ⎤ ⎢V ⎥ 0 ⎤⎢ n⎥ ⎡+ 1 − 1 0 ⎢0 0 + 1 − 1⎥ ⎢Vp ⎥ ⎣ ⎦ ⎢ ⎥ ⎢Vq ⎥ ⎣ ⎦ Análise de Sistemas de Potência .2.M. Cunha .

2. Carla C.2 – Ramos Mutuamente Acoplados e das correntes ⎡I m ⎤ ⎢I ⎥ ⎢ n⎥= ⎢I p ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ Iq ⎥ ⎣ ⎦ ⎡+ 1 0 ⎤ ⎢− 1 0 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ 0 + 1⎥ ⎢ ⎥ ⎣ 0 − 1⎦ ⎡Ia ⎤ ⎢I ⎥ ⎣ b⎦ tem-se ⎡Vm ⎤ ⎢V ⎥ ⎡Va ⎤ ⎢ n⎥ ⎢V ⎥ = A ⎢V ⎥ p ⎣ b⎦ ⎢ ⎥ ⎢Vq ⎥ ⎣ ⎦ e ⎡I m ⎤ ⎢I ⎥ ⎢ n ⎥ = AT ⎢I p ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ Iq ⎥ ⎣ ⎦ ⎡Ia ⎤ ⎢I ⎥ ⎣ b⎦ Análise de Sistemas de Potência . Cunha .M.Profa.

Cunha .2 – Ramos Mutuamente Acoplados e a equação da rede primitiva ' ⎡ ya ⎢ ' ⎣y m Pré-multiplicando por AT ' ⎡ ya AT ⎢ ' ⎣y m ⎡Vm ⎤ ⎢V ⎥ ' ⎡Ia ⎤ ym ⎤ n⎥ A ⎢ =⎢ ⎥ ' ⎥ ⎢Vp ⎥ ⎣I b ⎦ yb ⎦ ⎢ ⎥ ⎢Vq ⎥ ⎣ ⎦ ⎡I m ⎤ ⎡Vm ⎤ ⎢I ⎥ ⎢V ⎥ ' ym ⎤ n⎥ T ⎡I a ⎤ ⎢ n⎥ ⎢ A =A ⎢ ⎥= ' ⎥ ⎢Vp ⎥ yb ⎦ ⎣I b ⎦ ⎢ I p ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ Iq ⎥ ⎢Vq ⎥ ⎣ ⎦ ⎣ ⎦ Análise de Sistemas de Potência . Carla C.2.M.Profa.

Carla C.M.Profa. Cunha .2 – Ramos Mutuamente Acoplados Finalmente ' ⎡ + ya ⎢ ' ⎢ − ya ' ⎢+ y m ⎢ ' ⎢− y m ⎣ −y +y −y +y ' a ' a ' m ' m +y −y +y −y ' m ' m ' b ' b −y ⎤ ⎥ +y ⎥ −y ⎥ ⎥ +y ⎥ ⎦ ' m ' m ' b ' b ⎡Vm ⎤ ⎡I m ⎤ ⎢V ⎥ ⎢ I ⎥ ⎢ n⎥=⎢ n⎥ ⎢Vp ⎥ ⎢ I p ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ⎥ ⎢Vq ⎥ ⎢ Iq ⎥ ⎣ ⎦ ⎣ ⎦ Análise de Sistemas de Potência .2.

2 – Ramos Mutuamente Acoplados A matriz de admitâncias nodais dos ramos acoplados pode ser determinada por inspeção. com auxílio do seguinte diagrama auxiliar: Análise de Sistemas de Potência .Profa.2. Carla C.M. Cunha .

Profa.M. determinar a matriz YBUS.2 – Ramos Mutuamente Acoplados Exemplo: Dado o diagrama de admitâncias abaixo. Cunha . Carla C. Análise de Sistemas de Potência .2.

M.Profa.2.2 – Ramos Mutuamente Acoplados O diagrama auxiliar para este caso é e a representação dos elementos com acoplamento na YBUS será: ' ' ' ' ' ' ⎡ ( y h + y c + 2 y m ) − ( y h + y c + 2 y m )⎤ ⎥ ⎢ ' ' ' ' ' ' ⎣− ( y h + y c + 2 y m ) ( y h + y c + 2 y m ) ⎦ Análise de Sistemas de Potência . Carla C. Cunha .

2 – Ramos Mutuamente Acoplados onde ⎡y ⎢ ⎣y ' c ' m y ⎤ ⎡ zc ⎥=⎢ y ⎦ ⎣ zm ' m ' h −1 ⎡ 1 zm ⎤ ⎢ yc ⎥ =⎢ 1 zh ⎦ ⎢ ym ⎣ 1 ⎤ ym ⎥ 1 ⎥ yh ⎥ ⎦ −1 E a matriz YBUS final é ⎡⎛ y ' + y + y + y ' + 2y ' ⎞ d f h m⎟ ⎢⎜ c ⎝ ⎠ ⎢ −yd =⎢ ⎢ − ⎛ y 'c + y 'h + 2y 'm ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ ⎠ ⎢ −yf ⎢ ⎣ −yd y b +yd +ye −yb −ye − ⎛ y 'c + y 'h + 2y 'm ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ ⎠ −yb ⎛ y + y + y ' + y ' + 2y ' ⎞ ⎜ a b c h m⎟ ⎝ ⎠ 0 ⎤ ⎥ ⎥ −ye ⎥ ⎥ 0 ⎥ ye +yf +yg ⎥ ⎦ −yf 1 2 3 4 Y BUS 1 2 3 4 Análise de Sistemas de Potência .M. Carla C. Cunha .2.Profa.

Cunha .M. YBUS onde nova = YBUS + ΔYBUS ⎡ ya ΔYBUS = ⎢ ⎣− y a − ya ⎤ ⎥ ya ⎦ Obs. Análise de Sistemas de Potência . Carla C.Profa.2. sem mútuas.3 – Modificação de YBUS A YBUS é meramente uma forma sistemática de combinar as matrizes de admitância nodal dos vários ramos (elementos / equipamentos) da rede. a) Adição de um novo elemento. entre dois nós já existentes (m e n).: Somente os elementos nãonulos desta matriz estão aqui representados.

entre dois nós já existentes (m e n). YBUS nova = YBUS + ΔYBUS onde ⎡ ya ΔYBUS = − ⎢ ⎣− y a − ya ⎤ ⎥ ya ⎦ Obs.Profa.3 – Modificação de YBUS b) Remoção de um elemento. Cunha . sem mútuas. Carla C.2.: Somente os elementos nãonulos desta matriz estão aqui representados.M. Análise de Sistemas de Potência .

Análise de Sistemas de Potência . (A matriz YBUS tem sua ordem aumentada !! ) YBUS onde nova ⎡YBUS = ⎢ ⎣ 0 0⎤ ⎥ 0⎦ + ΔYBUS ⎡ ya ΔYBUS = ⎢ ⎣− y a − ya ⎤ ⎥ ya ⎦ Obs. Carla C.M.3 – Modificação de YBUS c) Adição de um novo elemento. sem mútuas. Cunha .Profa. entre um novo nó (r) e um nó já existente (m).2.: Somente os elementos nãonulos desta matriz estão aqui representados.

entre dois nós já existentes (m e n).3 – Modificação de YBUS d) Adição de um novo elemento (za). acoplado (zm) a um elemento já existente (yb) entre os nós (p) e (q).2. Cunha .M. YBUS onde ' ⎡+ ya ⎢ ' ⎢− ya = ' ⎢+ y m ⎢ ' ⎢− y m ⎣ nova = YBUS + ΔYBUS ' + ym ' − ym ' + yb − yb ' − ya ' + ya ' − ym ' + ym ΔYBUS ( − (y ' b − yb ) ( ) ( ⎤ ⎥ ' + ym ⎥ ' − yb − yb ⎥ ⎥ ' + yb − yb ⎥ ⎦ ' − ym ) ) Análise de Sistemas de Potência .Profa. Carla C.

isto é. entre os nós (m e n). aqueles resultantes da inversão da matriz de impedâncias primitivas. Carla C. entre os nós (p) e (q). YBUS nova = YBUS − ΔYBUS onde ΔYBUS é a mesma do ítem d). Análise de Sistemas de Potência .Profa. Cunha .M. e) Remoção de um elemento (za). acoplado (zm) a um elemento (yb). y’b e y’m.2.3 – Modificação de YBUS sendo os valores y’a . da matriz de admitâncias primitivas e yb o valor da admitância do elemento (equipamento).

entre os nós (m) já existente e (n) novo. Cunha .3 – Modificação de YBUS f) Adição de um novo elemento (za). y a. . − y ) − (y . − y a. Carla C. − y .⎥ − ym − ya ⎥ ym ya ⎢ ⎢ −y . − y b ) ( y b.Profa. . ⎥ m ⎣ ⎦ Análise de Sistemas de Potência . y m. − y b ) − y m. acoplado (zm) a um elemento já existente (yb) entre os nós (p) e (q). .M. YBUS nova onde ⎡YBUS = ⎢ ⎣ 0 0⎤ 0⎥ ⎦ + ΔYBUS ⎡ (y .2. − y ) y .⎤ b b b m m ⎢ b ⎥ ⎢− ( y b. y m. ⎥ ΔYBUS = ⎢ .

2 : Dado o seguinte Diagrama de Admitâncias. Cunha .3 – Modificação de YBUS Exemplo 7. Retirar elemento ya.0pu entre yd e yc. Carla C. determinar: A matriz YBUS Adicionar yc = -j 4.0pu entre os nós (1) e (2). entre os nós (2) e (3).2. Adicionar ye = -j 2.0pu entre os nós (1) e um novo nó (4).0pu entre os nós (1) e (2).M. Análise de Sistemas de Potência .Profa. com acoplamento ym2 = -j 8. Adicionar yd = -j 4.

8 7.6 7.9 Análise de Sistemas de Potência . Cunha .4 7.Dever de Casa Problemas Cap.2 7. Carla C.1 7.Profa.M. 7 (livro Grainger & Stevenson) 7.