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Antes

-
-
-
-
a
v
1

a
v
2

d
v
1

d
v
2

1
m
2
m
1
m
2
m
Durante
Depois
O QUE É UMA COLISÃO?
Interação entre partículas livres, agregadas, ou corpos rígidos
que se aproximam perto o bastante para que ocorra uma
influência mútua, com troca de energia e momento.
Exemplo: AURORA BOREAL
Partículas carregadas do vento solar são aceleradas pelas linhas de campo
magnético terrestre. Elas colidem com as moléculas da atmosfera, que ganham
energia interna (seus eletrões são “excitados”).
Posteriormente, ao perder essa energia excedente, as moléculas emitem luz,
criando a Aurora (Boreal ou Austral)
 Colisão de um caminhão
(18 rodas) e um carro. Os
ocupantes de que carro
ficará mais ferido?

 O que determina o
manejo do taco de bilhar
para produzir uma
colisão entre as bolas de
modo que a bola alvo
entre na caçapa?
 Essas respostas não pode ser dadas aplicando as Leis de Newton, já
que as forças atuantes não pode ser determinadas com exatidão.
Energia cinética:
( )
2
2
2
1 1
2 2 2
c
Q
E mv mv
m m
= = =
antes:
depois:
As equações básicas para uma colisão elástica são:
1 2 1 2
2 2 2 2
1 1 2 2 1 1 2 2
2 2 2 2
a a d d
a a d d
Q Q Q Q
mv m v mv m v
+ = +
¦
¦
´
+ = +
¦
¹
÷ conservação de momento linear
÷ conservação de energia
cinética
a
v
2

2
m
a
v
1

1
m
d
v
1

1
m
d
v
2

2
m
COLISÕES ELÁSTICAS NUMA DIMENSÃO
Coeficiente de restituição (e)
É uma grandeza adimensional que caracteriza a elasticidade dos
corpos envolvidos em um choque direto e permite medir a variação
de energia cinética .
Por definição, o coeficiente de restituição é a relação entre o
módulo da velocidade relativa de afastamento entre os corpos
depois do choque e o módulo da velocidade relativa de
aproximação entre os corpos antes do choque.
e = 1 - choque perfeitamente elástico ou elástico
- choque parcialmente elástico
0 1 e < <
0 e =
- choque Inelástico
Coeficiente de Restituição
Velocidade de aproximação Velocidade de Afastamento
Colisões entre partículas
A quantidade de movimento sempre se conserva
afastamento
aproximação
V
e
V
=
0 1 e s s
antes depois
Q Q =
1a
mv +
ap a b
V v v = ÷
(Antes)
' '
af b a
V v v = ÷
TIPOS DE COLISÕES
I. COLISÃO ELÁSTICA
A colisão é chamada de elástica, quando após a colisão,
os corpos se separam e não há perda de energia
cinética, isto é, a energia cinética total antes da colisão
é igual à energia cinética total após a colisão.
e =1
II. COLISÃO PARCIALMENTE ELÁSTICA
0 <e < 1
A colisão é chamada de parcialmente elástica, quando
após a colisão os corpos se separam mas há perda de
energia cinética.
m
A
V
A
+ m
B
V
B
= m
A
V’
A
+ m
B
V’
B

Q
antes
= Q
depois
m
A
V
A
+ m
B
V
B
= m
A
V’
A
+ m
B
V’
B
Q
antes
= Q
depois
A esfera A, movendo-se com velocidade 4m/s e a esfera B que se encontra em
repouso, realizam uma colisão, logo em seguida a esfera B adquire velocidade de
1m/s. As massas de A e B são respectivamente, 1kg e 5 kg.
Determine:
a) A velocidade da esfera A após o choque;
b) O coeficiente de restituição;
c) O tipo de choque
d) Houve conservação de energia?, se não houve qual o desperdício

Uma pequena esfera de massa mé abandonada a partir do repouso de uma altura
H sobre o piso rígido. Após o choque com o piso, a esfera retorna, segundo a
mesma vertical, até a altura h. Desprezando a resistência do ar, determine o valor
do coeficiente de restituição do choque.
A quantidade de movimento de um móvel, de massa constante,
somente será constante (não nula) para movimentos retilíneos
e uniformes.
III. COLISÃO INELÁSTICA
A colisão é chamada de inelástica quando, após a colisão,
os corpos ficam unidos. Neste caso pode-se demonstrar
que sempre existe perda de energia cinética.
E = 0
Exemplo

4. CASO PARTICULAR DO CHOQUE ELÁSTICO
Consideremos o caso do choque elástico entre dois
corpos de massas iguais de modo que tanto antes
como depois do choque os corpos movem-se sobre uma
mesma reta. Neste caso pode-se mostrar que após o
choque, as velocidades são trocadas, isto é, a
velocidade final de um deles é igual à velocidade inicial
do outro.
Exemplo
Na figura abaixo representamos um sistema,
inicialmente em repouso, formado por dois blocos que
comprimem uma mola e um fio ideal que impede que a
mola estique. São dados: m
A
=6,0kg e m
B
=4,0kg. Num
determinado instante o fio é quebrado e os blocos são
empurrados pela mola, de modo que, após perder o
contato com a mola, a velocidade de A tem módulo
v
A
=8,0m/s. Desprezando os atritos e a massa da mola,
calcule a velocidade do bloco B.