CPC 27 – Ativo Imobilizado

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE: A EXIGÊNCIA DE UMA NOVA POSTURA
Capacitação Técnica continuada Formação e a Profissional Continuada (Graduação, Pós-Graduação, Mestrado, Doutorado) Atualização Profissional (Seminários, Congressos, Fóruns)

Contador Público (Profissional)

Quebra de Paradigmas

Novo Modelo de Contabilidade

O BRASIL A CAMINHO DOS PADRÕES INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE...

“Não há vento favorável para quem não sabe para onde quer ir” Sêneca

COMO FAZER A MUDANÇA DE POSTURA ? “ A mudança de cultura é uma porta que abre por dentro” Vilma Slomsky .

766 Profissionais da área de contabilidade (estimado) Quantos profissionais estão treinados para atender à nova Lei? 5 .COMO OS PROFISSIONAIS DEVEM SE PREPARAR PARA AS MUDANÇAS BRASIL 216.311 Contadores (estimado) 192.455 Técnicos em contabilidade (estimado) 408.

CONCEITO DE ATIVO IMOBILIZADO

A LEI 6.404/76, ARTIGO 179 CONCEITUA ATIVO IMOBILIZADO:

“Os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens.”

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CONCEITO DE ATIVO IMOBILIZADO

O pronunciamento técnico CPC 27 – ativo imobilizado, aprovado pela deliberação CVM 583/09 e tornado obrigatório pela resolução CFC 1.177/09 conceitua:
 Ativo imobilizado tangível = mantido para uso

da produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e
 Que se espera utilizar por mais de um ano.

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DEFINIÇÃO PELO CPC 27

 Imobilizado é todo ativo Tangível ou Corpóreo que é mantido para uso na Produção ou Fornecimento de Mercadorias e ou Serviços, para Aluguel e para fins administrativos, que se espera usar por mais de um ano.

. ferramentas de uso inferior são consideradas como despesas na própria aquisição. Assim.  O ativo imobilizado contabilizado deve estar limitado à capacidade de gerar benefícios futuros à entidade.CONCEITO  O período de um ano deve ser considerado em função de balanços de exercício social da entidade.

equipamentos. ferramentas. edificações.BENS TANGÍVEIS X INTANGÍVEIS Tangíveis: Bens componentes da planta sujeitos a depreciação . Recursos Naturais: Sujeitos a petrolíferas. obras de arte. Exemplo: Máquinas. móveis. exaustão: minas. florestas. Não sujeitos a depreciação: terrenos. reservas Não sujeito a exaustão: terreno para uso imobiliário 10 .

direitos autorais. Normalmente não sujeitos a amortização. Exemplos: patentes.BENS TANGÍVEIS X INTANGÍVEIS Intangíveis: Normalmente sujeito a amortização. Exemplos: Marcas de indústria e de comércio (quando há direitos de vida econômica e legal ilimitados ) 11 .

O QUE CLASSIFICAR COMO ATIVO IMOBILIZADO? São aqueles que terão a capacidade de gerar receita futura para a empresa durante vários exercícios. De acordo com o princípio da confrontação das receitas x despesas. 12 . Se uma máquina é capaz de produzir por dez anos. o custo de aquisição desta máquina deve ser confrontado com as receitas de todo esse período.

PLANO DE CONTAS ATIVO IMOBILIZADO BENS EM OPERAÇÃO Terrenos Obras preliminares e complementares Obras civis Instalações Máquinas. aparelhos e equipamentos Equipamentos de processamento eletrônico de dados Sistemas aplicativos (softwares) Móveis e utensílios Veículos Ferramentas Peças e conjuntos de reposição Florestamento e Reflorestamento 13 Benfeitorias em propriedades arrendadas .

AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO ACUMULADA Vide outro slide 14 .PLANO DE CONTAS ATIVO IMOBILIZADO IMOBILIZAÇÕES EM ANDAMENTO Construções em andamento Importações em andamento de bens do imobilizado Adiantamento a fornecedores de imobilizado Almoxarifado de materiais para construção de imobilizado PERDAS ESTIMADAS POR REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL Contas credoras referentes aos itens dos subgrupos Bens em operação e imobilizado em andamento DEPRECIAÇÃO.

 No caso de bens adquiridos do exterior. todos os gastos necessários e ocorridos até a chegada do bem na empresa devem compor o custo de aquisição.FORMAÇÃO DO CUSTO DE AQUISIÇÃO OU DE CONSTRUÇÃO DE UM ATIVO IMOBILIZADO  Consideram-se como custo de aquisição de um bem todos os gastos necessários para o transporte e colocação do mesmo em funcionamento e operação na empresa. 15 .

serviços terceirizados. devem estar agrupados em conta específica “ imobilizado em curso ou em construção” 16 . pessoal. etc.FORMAÇÃO DO CUSTO DE AQUISIÇÃO OU DE CONSTRUÇÃO DE UM ATIVO IMOBILIZADO  Os impostos pagos na aquisição.  A fase de construção onde há gastos com aquisição de materiais.

 Os custos de manutenção efetuados no bem durante o período contábil deverão ser contabilizados como custos. se forem irrelevantes e não atenderem tais requisitos. 17 .FORMAÇÃO DO CUSTO DE AQUISIÇÃO OU DE CONSTRUÇÃO DE UM ATIVO IMOBILIZADO  Os gastos incorridos em reparos. consertos ou reforma dos bens de uma empresa devem ser acrescidos ao ativo imobilizado quando representarem aumento da eficiência ou produtividade do bem ou aumento de sua vida útil.

00 na data da instalação em 10/02/x1. Para a instalação na fábrica a empresa teve de pagar o valor de $ 1. resolveu comprar uma máquina fabricada no nordeste do país e pagou o valor de $ 50.000.EXEMPLO DE CONTABILIZAÇÃO DE UM ATIVO EM INSTAÇÃO 1. 3. com sede em São Paulo. 2.00 em 15/01/x1. A empresa jota S.00 de seguro. 18 . momento em que a máquina começa a operar.00 de transporte e $ 900. O transporte da mesma e o seguro correram por conta da compradora e somam mais de $ 2. pagos em 01/02/x1.700.000.A. a fim de contratar um técnico para colocar a máquina em funcionamento.

600 CAIXA 50.000 2.600 1 2 3 19 .900 1.EXEMPLO DE CONTABILIZAÇÃO DE UM ATIVO EM INSTAÇÃO IMOBILIZAÇÕES EM ANDAMENTO 1 50.900 3 1.700 54.700 54.000 2 2.

600 A 20 .900 3 1.000 2 2.600 A MÁQUINAS 54.600 54.700 54.EXEMPLO DE CONTABILIZAÇÃO DE UM ATIVO EM INSTAÇÃO IMOBILIZAÇÕES EM ANDAMENTO 1 50.

21 . O cálculo periódico da depreciação é efetuado sobre os bens corpóreos – tangíveis – sujeitos ao desgaste por:  Uso. o saldo acumulado da respectiva conta de depreciação. ou  Obsolescência normal.404/76 esclarece que deverá constar no imobilizado.DEPRECIAÇÃO O artigo 183 da lei 6.  Ação da natureza. como conta redutora.

DEPRECIAÇÃO O regulamento do imposto de renda menciona que a importância correspondente à diminuição do valor dos bens do ativo imobilizado resultante do desgaste pelo uso. ação da natureza ou obsolescência normal poderá ser computada como custo ou despesa operacional. 22 .

00  Prédios da lojas comerciais . Suponha que um prédio industrial possua os seguintes imóveis:  Prédio da administração – $ 300.00 23 .000.00  Prédio da fábrica .$ 900.DEPRECIAÇÃO Segue um exemplo de depreciação que deverá ser incorporada ao custo do produto ou lançada como depreciação do período.$ 400.000.0000.

833% $ 7.00 3.00 x 0.833% Depreciação dos prédios das lojas .$ 400.000. equivalente à taxa 0.00 x 0. a contabilização será: DÉBITO CUSTO DA PRODUÇÃO: Depreciação do prédio da fábrica $ 900.00 2.00 x 0.332.00 24 .833%.000.000.$ 300. equivalente à taxa anual de 4%.00 CRÉDITO Total depreciação acumulada no balanço patrimonial 13.328.833%.DEPRECIAÇÃO Calculando a depreciação mensal à taxa de 0. 497.833% DESPESAS OPERACIONAIS: Depreciação do prédio da administração .499.

MÉTODOS PARA CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO Existem vários métodos para realizar a depreciação de um bem. o custo do bem menos a depreciação acumulada. 25 . tais como:  Método linear: aplicação de uma taxa fixa periódica sobre o custo do bem durante o prazo determinado. que reduz em cada período o montante depreciado.  Método decrescente: aplica-se uma taxa periódica sobre o saldo líquido contábil. ou seja.

e a depreciação do período é igual à taxa unitária multiplicada pelo número de unidades produzidas.  Método das unidades produzidas: o custo do bem é dividido pelo total de unidades estimadas a serem produzidas pelo bem. 26 .MÉTODOS PARA CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO  Método da soma dos dígitos: a taxa aplicada sobre o custo do bem é um número fracionário cujo numerador é o período de vida útil restante no fim do período anterior.

venda ou execução judicial. ovinos.TAXAS NORMAIS DE DEPRECIAÇÃO ACEITAS PELA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA PARA FINS DE APURAÇÃO DO LUCRO TRIBUTÁVEL DAS PESSOAS JURÍDICAS Semoventes é a definição dada pelo Direito aos animais de rebanho (como bovinos. suínos.) que constituem patrimônio. O termo significa: "aquele que anda ou se move por si". por exemplo. mas juridicamente se aplica àqueles animais que são uma propriedade (e não 27 sendo móveis ou imóveis. . caprinos. na medida da possibilidade de seu arrolamento como objeto de penhora). etc. equinos. justificam uma classificação exclusiva) passíveis de serem objeto das transações realizadas como o patrimônio em geral (como.

A empresa poderá comprovar a operação da máquina em mais de um turno das maneiras que verá a seguir: 28 .DEPRECIAÇÃO ACELERADA Empresas que trabalham mais de um turno poderão valer-se do conceito de depreciação acelerada para calcular e contabilizar as depreciações dos ativos utilizados.

29 . ou  Por qualquer outro meio de prova eficiente.DEPRECIAÇÃO ACELERADA  Por meio do cartão de ponto do operador e dos demais empregados.  Por comparação da produção diária com a capacidade de produção da máquina em um turno de oito horas diárias.

000.DEPRECIAÇÃO ACELERADA Exemplo: uma empresa industrial possui máquinas e equipamentos no total de $ 700. Supondo que no último quadrimestre de 20x1 a utilização desses ativos foi demonstrada: 30 .00.

.CONCEITO Itens Classificados como Ativo Imobilizado:  Terrenos  Obras Civis  Máquinas e Equipamentos  Móveis e Utensílios  Veículos  Ferramentas  Benfeitorias em propriedade alugadas  Leasing. etc.

 Bens em Operação . contabilizados nas contas a seguir: .Imobilizado já em utilização na geração da atividade objeto da sociedade.  De acordo com o manual de Contabilidade Societário. o Imobilizado se segrega em dois grandes grupos. para o registro de seu custo.CLASSIFICAÇÃO E CONTEÚDO DAS CONTAS  O imobilizado deve ter contas para cada classe principal de ativo.

Obras Civis Instalações Máquinas e Equipamentos Aparelhos e Equipamentos de Dados Sistemas Aplicativos – Software Móveis e Utensílios Veículos Ferramentas.CLASSIFICAÇÃO E CONTEÚDO DAS CONTAS           Terrenos Obras preliminares e complementares. Peças e Conjuntos de Reposição Imobilizado Biológico. Direitos Sobre Recursos Naturais  Benfeitorias em Propriedade de Terceiros .

.  Importação imobilizado.  Construções em andamento. em andamento de bens do  Adiantamento a fornecedores de imobilizado.IMOBILIZADO EM ANDAMENTO Todas as aplicações e recursos de imobilizado que ainda não estão operando. contabilizados nas seguintes contas:  Bens em uso na fase de implantação.  Almoxarifado de materiais para construção de imobilizado.

todos os custos diretamente atribuídos à colocação do ativo em condição de funcionamento. líquido de descontos e abatimentos e. .CUSTO DO ATIVO IMOBILIZADO Inicialmente medido pelo valor de custo Valor de custo é o valor justo.

6. 5.CUSTO DO ATIVO IMOBILIZADO Custos Atribuídos 1. Custos de testes de verificação de funcionamento correto. 2. Custos de frete e manuseio. Custos de preparação local. 3. Custos de benefícios aos empregados. 4. Custo de instalação e montagem. . Honorários profissionais.

CUSTO DO ATIVO IMOBILIZADO Critérios de Avaliação Um item do imobilizado deve ser apresentado no balanço pelo seu custo deduzido da depreciação. . exaustão e ou amortização e das perdas estimadas por redução ao valor recuperável.

. seja pelo valor de fluxo de caixa proporcionado pela venda do ativo ou fluxo de caixa que o item gera em decorrência do seu emprego na entidade.REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL Nenhum ativo pode estar reconhecido no balanço por valor que não seja recuperável.

 O valor contábil de um ativo é comparado com o valor de recuperação.  O impairment é alocado no ativo e o valor da perda por impairment é reconhecida na demonstração de resultado.TESTE DE IMPAIRMENT  Avaliação periódica.  O valor recuperável é calculado individualmente por ativo ou UGC’s. que é o maior valor entre valor em uso ou o valor justo menos custos de venda. . fim de exercício.

ADOÇÃO DO VALOR JUSTO EM CONTABILIDADE .

► 'Valor Justo' – Uma expressão poderosa ► 'Valor Justo' X Valor de Mercado ► O que o 'Valor Justo' não representa ► O que o 'Valor Justo' deve representar .

Valor Justo Valor em uso Valor Justo de Mercado Preço Justo Valor de Liquidação Valor de Custo Valor de Mercado Valor de Investimento .

 O termo 'Valor Justo' não é usado de forma consistente.  O uso de mensurações de 'Valor Justo' não necessariamente resulta em demonstrações financeiras melhores e mais compreensíveis. .  Desperta profundos anseios por um tratamento justo.  Reflete em sua essência o que é verdadeiro e justo.  Que objeção poderia existir em relação ao seu uso pela contabilidade.

'VALOR JUSTO' X VALOR DE MERCADO  O que se chama de 'Valor Justo' são valores calculados para substituir o valor de mercado diante da inexistência de preços de mercado.  Alto grau de subjetividade embutida nos cálculos. .

O QUE O 'VALOR JUSTO' NÃO REPRESENTA Um valor preciso O valor exato (de um ativo. passivo ou fluxo de caixa) .

DEFINIÇÃO (CPC) 'Valor Justo' de um ativo é o valor pelo qual um ativo pode ser negociado entre partes interessadas. . conhecedoras do negócio e independentes entre si. com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória.

. Nessas situações a entidade deve identificar a unidade geradora de caixa a qual o imobilizado pertence e determinar seu valor recuperável.UNIDADE GERADORA DE CAIXA Conceito Há situações que não é possível estimar o valor recuperável de um ativo imobilizado de maneira individual.

tendo valor próximo ao seu valor de venda.UNIDADE GERADORA DE CAIXA A entidade não determina o valor recuperável de um ativo de maneira individual quando:  O valor de uso não puder ser estimado. .  O ativo não gera independente de outros ativos unidade geradora de caixa.

.PERDAS POR DESVALORIZAÇÃO Há possibilidade de uma perda reconhecida em período anterior para um ativo individual ou para unidade geradora de caixa não mais existir ou ter diminuído.

GASTOS DE CAPITAL / GASTOS DO PERÍODO Conceito Geral Os gastos relacionados com bens do imobilizado podem ser de duas naturezas:  Gastos de Capital  Gastos do Período (despesas) ativo .

nem sempre significa aumento no valor contábil do bem ativo. .  Substituição: O ato de substituição de um bem ou parte de um bem para outro envolve a operação de remoção do bem e a operação de instalação do novo.GASTOS DE CAPITAL / GASTOS DO PERÍODO  Melhorias e Adições Complementares: Uma melhoria.

. III) Escriturar o valor apurado no inciso I a débito das contas de resultado.GASTOS DE CAPITAL / GASTOS DO PERÍODO  Aspectos Fiscais I) Aplicar o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem sobre os custos de substituição das partes ou peças. II) Apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado anteriormente. IV) Escriturar o valor apurado no inciso II a débito da conta do ativo imobilizado que registra o bem. o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil.

AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO  Conceito  Legislação Fiscal  Critério Contábil  Valor Depreciável  Taxa de Depreciação  Métodos  Registro Contábil  Forma de Apresentação no Balanço .DEPRECIAÇÃO.

.BAIXA DE IMOBILIZADO A baixa se dá por:  Ocasião de sua alienação.  Quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros com a utilização ou alienação.

BAIXA DE IMOBILIZADO Para se determinar o valor dos ganhos ou das perdas. . basta fazer a diferença entre o valor líquido da alienação e o valor contábil do item.

OPERAÇÃO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL  Classificação  Arrendamento Mercantil Financeiro  Arrendamento Mercantil Operacional .

TRANSAÇÃO DE VENDA E LEASEBACK  Definição  Finalidade  Operação .

ATIVO IMOBILIZADO (SEÇÃO 17)  São ativos tangíveis que: a)São mantidos para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços. b) Se espera que sejam utilizados durante mais de um período (exercício). . para aluguel a terceiros ou para fins administrativos.

b) Direitos e reservas minerais. gás natural e recursos não regenerativos similares.ATIVO IMOBILIZADO (SEÇÃO 17)  Não se incluem: a) Ativos biológicos relacionados com a atividade agrícola. tais como petróleo. .

.RECONHECIMENTO DO ATIVO IMOBILIZADO Apenas será reconhecido se: a) For provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade. b) O custo do item puder ser mensurado de maneira confiável.

ELEMENTOS DO CUSTO DO IMOBILIZADO 1. Quaisquer custos atribuíveis para colocar o ativo no local e em condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida. . tributos de importação não recuperáveis. 3. inclusive taxas legais e de corretagem. A estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração da área na qual o item está localizado. deduzidos dos descontos e abatimentos comerciais. Preço de compra. 2.

Custos de abertura da nova instalação. 2. (inclusive propaganda e promoções) 3. Custos dos empréstimos. Custos de introdução de novo produto ou serviço. . Custos de administração de negócios em novo local ou com nova classe de clientes (inclusive treinamento). 5. Custos administrativos e outros custos indiretos.CUSTOS QUE NÃO COMPÕE O ATIVO IMOBILIZADO 1. 4.

.MENSURAÇÃO DO IMOBILIZADO APÓS O RECONHECIMENTO INICIAL A entidade deve mensurar todos os itens do ativo imobilizado pelo custo menos depreciação acumulada e quaisquer perdas por redução ao valor recuperável de ativos acumuladas.

A troca de itens do imobilizado em intervalos regulares que venha acrescentar benefícios futuros deve ser contabilizada como imobilizado. Terrenos e edifícios são ativos separáveis e devem ser contabilizados separados mesmo quando comprados em conjunto. . 3. 2.OBSERVAÇÕES 1. 4. Peças sobressalentes e peças de reposição de equipamentos de uso intenso são ativo imobilizado e não estoques. O custo de inspeção importante para avaliar a condição do bem como capaz de continuar gerando benefícios é imobilizado e não despesa.

. não são depreciados.   Os terrenos tem vida útil ilimitada e.DEPRECIAÇÃO  Caso as partes principais de item do Imobilizado tenham padrões de consumo de benefícios econômicos significativamente diferentes. por isso. lixões. . aterros. Outros ativos devem ser depreciados ao longo de sua vida útil como um único ativo. Exceções: Pedreiras. a entidade deve alocar o custo inicial do ativo para suas partes principais e depreciar cada parte separadamente ao longo de sua vida útil..

a entidade deve revisar suas estimativas anteriores e. corrigir o valor residual. b) Quando houver mudanças na maneira como o ativo é utilizado. se for o caso.VALOR DEPRECIÁVEL E PERÍODO DE DEPRECIAÇÃO a) A entidade deve alocar o valor depreciável em base sistemática ao longo de sua vida útil. desgaste e quebra relevantes e inesperados. . o método de depreciação ou mudança de estimativa contábil. progresso tecnológico e mudanças nos preços de mercado.

quando está no local e em condição necessária para funcionar da maneira pretendida pela administração. A depreciação não termina quando o ativo se torna ocioso ou quando é retirado do uso produtivo. .VALOR DEPRECIÁVEL E PERÍODO DE DEPRECIAÇÃO c) A depreciação se inicia quando o ativo está disponível para uso. a não ser que esteja totalmente depreciado. isto é.

O uso é avaliado com base na capacidade esperada do ativo ou na produção física. b) Desgaste e quebra física esperada. c) Obsolescência técnica ou comercial. .: data do término do arrendamento mercantil). que depende de fatores operacionais. d) Limites legais ou semelhantes no uso do ativo (Ex.DETERMINAÇÃO DA VIDA ÚTIL DO ATIVO IMOBILIZADO a) Uso esperado do ativo.

a entidade deve revisar seu método anual de depreciação para refletir o novo padrão. Tal mudança deve ser considerada como mudança de estimativa contábil .MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO a) Método Linear (linha reta) b) Método dos Saldos Decrescentes c) Método baseado no uso d) Método das unidades produzidas Se existir identificação de mudanças relevantes nos padrões pelos quais a entidade espera consumir os benefícios econômicos futuros.

PRÁTICA: O QUE FAZER EM RELAÇÃO AO ATIVO IMOBILIZADO 1. A empresa necessita ter um controle físico e financeiro de seus bens (controle patrimonial) em boa ordem. Ver a possibilidade de utilizar as disposições do ICPC 10 (recomposição dos valores) apenas possível em e para 2010. Efetuar a análise do valor contábil. . da vida útil. 2. do valor residual e desta forma buscar uma forma de ajustar tal situação (internamente ou através de especialistas). 3.

5. Lembrar que está vedada a REAVALIAÇÃO.PRÁTICA: O QUE FAZER EM RELAÇÃO AO ATIVO IMOBILIZADO 4. 6. Lembrar que é necessário fazer controles para fins fiscais ( não houve qualquer alteração fiscal em relação a dedutibilidade das depreciações). . No mínimo uma vez por ano (preferencialmente no encerramento do exercício) revisar a posição existente.

será considerada como mudança de estimativa (NBC T 19.  .IMOBILIZADO APÓS O RECONHECIMENTO INICIAL  Resolução CFC 1263/09 – IT 10 – Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado A primeira das análises periódicas com o objetivo de revisar e ajustar a vida útil econômica estimada para o cálculo da depreciação. Mudança de Estimativa e Retificação de Erro). exaustão ou amortização.11 – Políticas Contábeis. bem como para determinar o valor residual dos itens.

os valores de depreciação calculados e contabilizados antes da data da revisão não são recalculados. . de janeiro de 2010 e.MENSURAÇÃO DO IMOBILIZADO APÓS O RECONHECIMENTO INICIAL Produzirá efeitos contábeis prospectivamente apenas pelas alterações nos valores das depreciações do período a partir da data da revisão. Nestes casos os efeitos contábeis deverão ser registrados no máximo a partir dos exercícios iniciados a partir de 1º. por ser mudança prospectiva.

MENSURAÇÃO DO IMOBILIZADO APÓS O RECONHECIMENTO INICIAL Para fins desta Interpretação. no que diz respeito à identificação do valor justo dos ativos imobilizados a ser tomado para a adoção do custo atribuído. objetividade e conhecimento técnico dos bens. . competência profissional. consideram-se avaliadores aqueles especialistas que tenham experiência. da vida útil econômica e do valor residual dos ativos imobilizados.

MENSURAÇÃO DO IMOBILIZADO APÓS O RECONHECIMENTO INICIAL Adicionalmente. . para realizar seus trabalhos. os avaliadores devem conhecer ou buscar conhecimento a respeito de sua utilização. a avaliação pode ser efetuada por avaliadores internos ou externos a entidade. bem como das mudanças tecnológicas e do ambiente econômico onde ele opera. Neste contexto. considerando o planejamento e outras peculiaridades do negócio da entidade.

troca de tecnologia. por exemplo. sempre que houver evidência que ajustes podem ser necessários. . a administração deve efetuar revisões intermediárias. etc. devido a uma compra significativa de imobilizado ou mudanças significativas na política de manutenções. produtividade maior ou menor que o planejado.MENSURAÇÃO Embora a obrigação da revisão seja anual.

MENSURAÇÃO

Para as revisões anuais das vidas úteis e valores residuais, descrevemos abaixo alguns procedimentos que entendemos as empresas deveriam adotar:
 Definir a data base para as próximas revisões das

vidas úteis e valores residuais (exemplo 1º. de julho de 2010). Não precisa ser no final ou final do exercício, o mais importante é a consistência de data de um exercício para outro.

MENSURAÇÃO

 A administração pode determinar procedimentos de revisão considerando todos os itens do grupo de imobilizado ou por grupos específicos de acordo com a relevância dos valores envolvidos, impactos nas atividades, etc.  Reconfirmar os agrupamentos contábeis (níveis de abertura) nas demonstrações financeiras e o tipo de depreciação aplicado para as classes de ativos (método linear, por unidades produzidas, saldos decrescentes ou outros). As avaliações devem seguir rigorosamente a abertura definida contabilmente para evitar inconsistências entre a base de dados contábil e a base avaliada.

MENSURAÇÃO

 Definir a equipe responsável pela elaboração dos laudos e/ou estudos técnicos. Estas equipes podem ser compostas de profissionais da empresa (internos) desde que com competência comprovada para realização dos trabalhos, ou com auxílio de peritos independentes (empresas terceirizadas especializadas na realização desses trabalhos). Quando da contratação de peritos terceirizados deve-se constar claramente na contratação o escopo de seus trabalhos (ex. metodologia, realização de inventários físicos, definições das vidas úteis e valores residuais, mensuração dos ajustes, alteração de registros, etc.).

uma equipe mista. . os técnicos internos devem ser envolvidos pois os resultados obtidos.MENSURAÇÃO  Ainda que a empresa utilize de peritos especializados para realização dos trabalhos. Com o passar do tempo. com avaliadores internos e externos é a ideal nas primeiras revisões. são de total responsabilidade da administração. a administração pode desenvolver seus próprios procedimentos e padrão de documentação para as próximas revisões. mesmo que em laudo de terceiros. ou seja. Em geral.

DEPRECIAÇÃO  Qual é o valor depreciável?  Qual é o valor contábil? .

00) .00 Valor contábil: $ 950.00 Base de cálculo: $ 750.28% Valor residual: $ 200.10 Depreciação já contabilizada (método linear.00 (valor depreciável) Depreciação anual: $ 107.DEPRECIAÇÃO         Vida útil estimada: 7 anos Data de aquisição: janeiro de 2008 Taxa de depreciação anual: 14.00 (-) 160.00  Limite de depreciação ainda a ser lançada: $ 590. de acordo com a norma antiga): $ 160.00  (750.

método linear sobre valor contábil sem deduzir valor residual)  Limite depreciação a ser lançada: $ 1.500.00 ou seja. ou seja.00  A depreciação alcançará os 100% em 8 anos a partir da nova regra.500.00  Base de cálculo: $ 2. antes dos 15 anos.000.50  Depreciação já contabilizada: $ 1.DEPRECIAÇÃO  Vida útil estimada: 15 anos  Data de aquisição: 01.2006  Taxa de depreciação anual: 6.300.66%  Valor residual: $ 500.200.00 (valor depreciável)  Depreciação anual: $ 166. .00 (usava 10% ao ano.00 (-) 1. $ 2.200.00  Valor contábil: $ 3.

APLICAÇÃO PRÁTICA ATIVO IMOBILIZADO  Compra de uma máquina em 10 parcelas por R$ 200.000.   Frete = R$ 10.000.00.00 pago na entrega Juros de mercado = 1% ao mês COMO RECONHECER (CONTABILIZAR)?? .

000.000.000.MÁQUINAS E ACESSÓRIOS R$ 200.000.000.00 fretes ………..ATIVO IMOBILIZADO D .R$ 190..R$ C – FORNECEDORES……R$ 210.000.00 20.00 D – JUROS A INCORRER.00 (-) (+) 20.00 .00 juros 10.

JUROS A INCORRER Reconhecer no resultado a medida que os mesmos estão ocorrendo (competência) Débito = resultado Crédito = juros a incorrer .

ATENÇÃO ESPECIAL PARA ANÁLISE DA VIDA ÚTIL DO BEM (mínimo anualmente)  Estimativa do residual  Taxa de depreciação a ser utilizada real x fiscal  Necessidade de impairment Apenas se houver uma alteração significante seção 17 – PMES. .

 Criar controle interno para que o profissional tenha um histórico das alterações reconhecidas ao longo da vida dos bens.SUGESTÕES  Propor alteração do sistema de controle patrimonial das empresas ou dos escritórios.  Envolver os empresários nestas análises (com ou sem especialistas). .

até seu cumprimento ficará em receitas diferidas.  Caso tenha alguma obrigação a cumprir.SUGESTÕES  Bens recebidos em doação (ex:terreno doado por uma prefeitura como incentivo para instalação de industria) deve ser contabilizado pelo valor justo a crédito da conta de receitas no resultado. . se não tiver qualquer obrigação a cumprir.

INDENIZAÇÃO DE PERDAS POR DESVALORIZAÇÃO  Indenizações apenas aparecem quando se tornarem recebíveis. no resultado  As desvalorizações e perdas de itens do ativo imobilizado. bem como o pagamento ou reclamações a terceiros sobre indenizações devem ser contabilizados separadamente. .

..R$ 5....00 C .........Indenização paga pelo seguro..Valor do bem registrado no Ativo Imobilizado.... Contabilização: Considerando os seguintes dados na baixa de um veículo sinistrado com perda total: D .....INDENIZAÇÃO DE PERDAS POR DESVALORIZAÇÃO Exemplo: O valor correspondente à indenização em decorrência de sinistros de bens do ativo imobilizado será tratado contabilmente como receita não operacional.000.........00 C Depreciação acumulada......R$ 12.000.......R$ 15......000.00 ...........

.R$ 15.000.000.INDENIZAÇÃO DE PERDAS POR DESVALORIZAÇÃO a) Pela baixa do valor do bem na data do sinistro: D .....R$ 15....00 b) Pela baixa da depreciação acumulada do bem na data do sinistro: D ..... R$ 5.Ganho ou Perda de Capital (Resultado).Ganho ou Perda de Capital (Resultado).000.....Depreciação Acumulada de Veículos (Ativo Imobilizado)....$ 5......00 ..00 C Veículos (Ativo Permanente Imobilizado)..00 C ...000.

... visto que o saldo da conta "Ganho ou Perda de Capital" resultou em um saldo credor de R$ 2....R$ 12...........000......00.00 “Observe-se que neste caso houve um ganho de capital..............000..Ganho ou Perda de Capital..R$ 12...................” .000.00 C ...INDENIZAÇÃO DE PERDAS POR DESVALORIZAÇÃO c) Pelo recebimento da indenização do seguro: D ..Caixa/Bancos...

 Quando baixado ganhos reconhecidos no resultado.BAIXA  O ativo deve ser baixado quando não seja esperado. .  Nenhum tipo de benefício econômico futuro.  Na alienação do ativo a receita é reconhecida quando nenhum beneficio futuro possa ser mensurado. e perdas devem ser  A entidade que vende seus ativos que eram mantidos para aluguel a terceiros deve transferir tais ativos para o estoque.

BAIXA  O custo de um item de ativo imobilizado deve ser reconhecido como ativo se prováveis econômicos futuros fluirão para entidade. .  A venda de um ativo imobilizado deve corresponder ao seu valor justo. benefícios  Os ganhos ou perdas devem ser determinados pela diferença entre o valor liquido da alienação e o valor contábil.

O valor contábil bruto e a depreciação acumulada no inicio e no final do período.DIVULGAÇÃO As demonstrações contábeis devem divulgar:  Os critérios utilizados para determinar o valor contábil bruto. .  As vidas úteis ou taxas utilizadas.  Os métodos de depreciação utilizados.

 Aquisição por meio de combinação de negócios.  Variações cambiais  Outras alterações .  Reversão de perdas por desvalorização de ativos.  Adições  Ativos classificados como mantidos para venda.  Depreciações.  Provisões para perdas de ativos..  Aumento ou redução e perdas por desvalorização de ativos reconhecidos ou revertidos diretamente no patrimônio liquido..DIVULGAÇÃO  Uma reconciliação do valor contábil.

. .  Valor de indenização de terceiros .TAMBÉM DEVEM SER DIVULGADOS.  Compromissos contratuais. oferecidos como  Gastos durante a construção.... Valores contábeis de: Titularidades restritas  Ativos imobilizados garantias.

 A depreciação...  A depreciação acumulada no final do período. no resultado ou como parte do custo.SOBRE DEPRECIAÇÃO DEVE SER DIVULGADO. .

 Custo estimado de desmontagem. remoção ou em mudanças de restauração de itens do ativo imobilizado.  Vidas úteis.  Métodos de depreciação. A divulgação pode resultar estimativas relativas a:  Valores residuais.DIVULGAÇÃO A entidade deve divulgar a natureza e o efeito de uma mudança de estimativa contábil que tenha impacto no período corrente ou subsequente. .

* Quando pelo método de custo o valor justo for diferente do valor contábil ... Valor Contábil do Ativo Imobilizado (...) temporariamente ocioso..OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA OS USUÁRIOS.) fora de uso e não mantidos para venda. (..) (....) que estão totalmente depreciados e em operação.. (.

VOCÊS APRENDERAM? ENTÃO FAÇAM ESTE ESTUDO DE CASO .

00 e um respectivo saldo de depreciação acumulada de R$ 50. .000.00. mais do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do uso normal. Ao longo do ano de X1.A Empresa W possui um determinado ativo imobilizado registrado em seu Balanço Patrimonial de 31/12/X1 com valor total de R$ 225.000. a empresa verificou que o valor de mercado desse ativo imobilizado diminuiu consideravelmente.

em decorrência dessas evidências. A vida econômica desse imobilizado está estimada em 5 anos. Daí.Verificou também que o desempenho econômico desse ativo foi pior que o esperado. decidiu analisar o valor de venda e o valor dos fluxos de caixa que esse ativo pode gerar para a empresa ao longo de sua vida econômica pelo seu uso. tendo por base inicial a data do Balanço. .

R$ 23.00. Os fluxos de caixa futuros estimados com base em relatório fundamentado por estudo para o período de vida útil do ativo imobilizado em questão foram os seguintes para o final de cada ano (X2.700.O valor de venda foi estimado em R$ 140. incorrendo a empresa em R$ 13. X6) respectivamente: R$ 50. X3. R$ 42. R$ 35.700.00..00 para colocar esse ativo em condições de venda.00..000.000.00.00. .400.000.300.00. R$ 28.

00 referente ao ativo imobilizado analisado. Considere que existe no Balanço de 31/12/X1 um saldo na conta reserva de reavaliação no valor R$ 20.000. .A taxa de desconto que reflete as atuais avaliações do mercado para o imobilizado em análise é de 15% a.a. que a empresa por algum motivo decidiu não estornar.

Pede-se: a) Avaliar se há indícios de não recuperabilidade do valor registrado no Balanço de X1 e julgar se existe necessidade de se fazer o impairment test. c) Avaliar a necessidade de reconhecimento de perda por valor não recuperável. d) Efetuar a contabilização dos fatos decorrentes das análises solicitadas nos itens “a”. . b) Verificar/calcular o valor recuperável do ativo imobilizado em questão. caso julgue ser necessário a partir da avaliação do item anterior (a). “b” e “c”.

000 . 31/12/X1 Bens Depreciação Valor líquido Reserva Reavaliação 225.000 Vida econ. 175.000) Tx. tendo em vista que os benefícios futuros. 5 (50.a. Valor de Venda 140.000 anos 15% a. em relação ao Balanço Patrimonial de X1.000 20.RESOLUÇÃO a) Existem indícios de não recuperabilidade. são menores que os valores do Balanço. existe a necessidade do impairment test. Sim.

181) (11.000 28.013) (16. 15% 15% 15% 15% 15% VP (44.087) (32.776) Na HP 12C = F REG [FLCX] CHS FV [TX] i [PER] n PV Fórmula = VP = FV (1+i)n .435) VP DE USO Total 179.400 35.060) (23.700 42.400 (126.000 Tx desc.300 23.RESOLUÇÃO b) Períodos 1 2 3 4 5 Fluxos de Caixa 50.

700 126.300 126.000 13. .RESOLUÇÃO b) Venda Condição de venda Valor líquido venda Valor de Uso 140.776 Valor fluxos de caixa futuros maior que o de venda líquida.

RESOLUÇÃO c) Valor recuperável Valor contabilidade Valor da perda 126.776.223.80 Sim é necessário reconhecer a perda por valor não recuperável .00 175.000.00 48.

Ativo imobilizado 2) Baixa da reserva de reavaliação: D .000.Perda por impairment C .80 20.Reserva de Reavaliação C .223. Reavaliação 48.Resultado positivo da realização da Res.00 .RESOLUÇÃO d) LANÇAMENTOS CONTÁBEIS: 1) Perda por impairment: D .

For proveniente de direitos contratuais ou outros direitos legais. puder ser dividido ou separado da entidade e vendido. alugado ou trocado individualmente ou junto com contrato relacionado. independentemente de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações. licenciado.   For separável. isto é. transferido.ATIVO INTANGÍVEL  Ativo intangível é um ativo não identificável e sem substância física. 113 . Tal ativo é identificável quando:  monetário.

404/76 “VALA COMUM” -BENS TANGÍVEIS .638/07 SEGREGAR ITENS NÃO CORPÓREOS .DIFERIDO DEPOIS – LEI 11.OBJETIVO  Um Ativo Intangível é item não-monetário do ativo sem substância física. ANTES – LEI 6.

Direitos de exploração de recursos minerais e reservas de minerais. gás natural e recursos não regenerativos similares. 115 . tais como petróleo.ATIVOS INTANGÍVEIS NÃO INCLUEM:   Ativos financeiros.

RECONHECIMENTO

a) Provável que benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao ativo fluirão para a entidade; b) Custo ou valor do ativo pode ser mensurado de forma confiável; c) Ativo não internamente. resulta de gastos incorridos

116

VIDA ÚTIL - AMORTIZAÇÃO

a) Não deve exceder o período de vigência dos direitos contratuais ou outros direitos legais;
b) Pode ser inferior, se a entidade espera utilizar o ativo em período menor que o da vigência do direito contratual ou legal; c) Caso o direito contratual concedido por um período limitado possa ser renovado, a vida útil do ativo intangível deve incluir o período renovável , se existir evidência para suportar a renovação pela entidade sem custo relevante;

d) Se a entidade é incapaz de fazer um estimativa confiável, presume-se que a vida útil seja de 10 anos. 117

MÉTODO DE AMORTIZAÇÃO

Ativo intangível a) Escolha do método deve refletir o padrão pelo qual se espera consumir os benefícios econômicos futuros do ativo; b) Se a entidade não puder determinar um padrão de maneira confiável, deve ser utilizado o método da linha reta.

118

se necessário. progresso tecnológico e mudanças nos preços de mercado podem indicar que o valor residual ou a vida útil mudaram desde a data do balanço anterior. o método de amortização ou a vida útil. 119 . b) Revisar estimativas e. corrigir o valor residual.REVISÃO DA VIDA ÚTIL E MÉTODO DE AMORTIZAÇÃO Ativo intangível a) Mudança na maneira como o ativo intangível é utilizado.

ATIVOS CLASSIFICADOS NO INTANGÍVEL • Desenvolvimento de Novos Produtos • Desenvolvimento de Fórmulas Novas Atendimento Concomitante a) Tecnicamente são líquidos e certos b) Financeiramente são viáveis c) A empresa tem recursos próprios ou de terceiros para completar o PROJETO Se não atender --------> DESPESA Gastos Contabilizados em Despesa • Gastos com PESQUISA de Produtos Novos • Gastos com PESQUISA de Mercado 120 .

como um disco (software). 121 . documentação jurídica (licença ou patente) ou em um filme.ATIVOS CLASSIFICADOS NO INTANGÍVEL Os ativos intangíveis podem estar contidos em elementos que possuem substância física. A entidade deve avaliar qual elemento é mais significativo para classificá-lo como elemento intangível ou tangível.

122 . devendo ser tratado como ativo imobilizado.EXEMPLIFICANDO Um software de uma máquina-ferramenta controlada por computador que não funciona sem esse software específico. O mesmo se aplica ao sistema operacional de um computador. ele deve ser tratado como ativo intangível. Quando o software não é parte integrante do respectivo hardware. é parte integrante do referido equipamento.

CPC 04 – ATIVO INTANGÍVEL  Definir o tratamento contábil dos ativos intangíveis que não são abrangidos especificamente em outro Pronunciamento. exigindo divulgações específicas sobre esses ativos.  Estabelece que uma entidade deve reconhecer um ativo intangível apenas se determinados critérios forem atendidos.  O Pronunciamento também especifica como mensurar o valor contábil dos ativos intangíveis. .

ALCANCE

As entidades freqüentemente despendem recursos ou contraem obrigações com a aquisição, o desenvolvimento, a manutenção ou o aprimoramento de recursos intangíveis como conhecimento científico ou técnico, desenho e implantação de novos processos ou sistemas, licenças, propriedade intelectual, conhecimento mercadológico, nome, reputação, imagem e marcas registradas (incluindo nomes comerciais e títulos de publicações). Arrendamento financeiro: tangível ou intangível.

Gastos de organização, marcas e nomes de produtos, pesquisa e desenvolvimento, Goodwill, direitos de autoria, patentes, franquias, licenças, matrizes de gravação, serviços de marcas e certificação de marcas, cor única, formato, ou desenho da embalagem no comércio de vestuário, nomes de domínio na Internet, contratos de não-concorrência, solicitações ou pedidos de produção não atendidos, contratos de relacionamento com clientes etc.

QUAL A ADEQUADA CLASSIFICAÇÃO DE SOFTWARES? E BENFEITORIAS EM PROPRIEDADES DE TERCEIROS?

 Ser Controlado pela Entidade.DEFINIÇÃO  Ser um Bem ou Direito.  Ter Expectativa de Benefícios Futuros.  Ser Identificável / Separável.  Ser Mensurável objetivamente. .

.IDENTIFICAÇÃO  For separável. Resultar de direitos contratuais ou outros direitos legais.

CONTROLE  Detém o poder de obter benefícios econômicos futuros.  Restringir o acesso de terceiros. .

GERAÇÃO DE BENEFÍCIOS FUTUROS  Receita da venda. .  Redução de custos.

Deve ser reconhecido inicialmente ao custo. .Em favor da entidade.Os critérios de reconhecimento.O custo do ativo possa ser mensurado com segurança. . .For provável que os benefícios econômicos futuros serão gerados. . .RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO  Deve atender: . .A definição de ativo intangível.

 Gerados Internamente (P&D).  Adquiridos numa Combinação de Negócios. .MENSURAÇÃO  Adquiridos.

Se o prazo de pagamento de ativo intangível excede os prazos normais de crédito. após deduzidos os descontos comerciais. seu custo é o equivalente ao preço à vista. acrescido de impostos não recuperáveis. O custo de ativo intangível adquirido separadamente inclui:  seu preço de compra. .AQUISIÇÃO SEPARADA Sempre atende os critérios de reconhecimento.  qualquer custo diretamente atribuível à preparação do ativo.

Ativos tangíveis e Passivos identificados Preço Pago > % PL Adquirido Ágio Intangível identificado Goodwill .AQUISIÇÃO NO CONTEXTO DE COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS  Seu custo é o valor justo na data de aquisição.  Se não: Goodwill.  Se for separável: Ativo Intangível.

a entidade deve avaliar se o mesmo  Está relacionado a outro ativo intangível ou tangível. .AQUISIÇÃO NO CONTEXTO DE COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS  O ativo intangível pode ser separável ou não.  Exemplo: o título de uma revista e sua base de assinantes.  Neste caso. o adquirente reconhece o grupo de ativos como um  Único ativo separadamente do goodwill.  Caso não seja separável.

 Fluxo de caixa futuro líquido descontado. mensurar indiretamente os seus  Aplicação de múltiplos.  E se não houver mercado ativo?  Técnicas para valores justos.MENSURAÇÃO  Os preços de mercado cotados em mercado ativo oferecem uma estimativa confiável do valor justo de ativo intangível. .

configura-se ativo intangível? Os custos incorridos que sejam diretamente atribuídos à preparação do ativo para o uso pretendido devem ser acrescidos ao valor de registro inicial.AQUISIÇÃO POR MEIO DE SUBVENÇÃO OU ASSISTÊNCIA GOVERNAMENTAIS Exemplo: O governo concede a Azul Linhas Aéreas o direito de aterrissagem no aeroporto de Congonhas. .

PERMUTA DE ATIVOS O custo de ativo intangível é mensurado pelo valor justo.  valor justo do ativo recebido. .  valor justo do ativo cedido.

ou seja.ÁGIO DERIVADO DA EXPECTATIVA DE RENTABILIDADE FUTURA (GOODWILL) GERADO INTERNAMENTE Pesquisa e desenvolvimento na adquirida Atende à definição de ativo intangível quando:  corresponder à definição de ativo.  for identificável. . é separável ou resulta de direitos contratuais ou outros direitos legais.

ATIVO INTANGÍVEL GERADOS INTERNAMENTE  Não pode ser considerado Goodwill.  Desenvolvimento Se e não atendem aos critérios de reconhecimento: despesa quando incorridos.  Pesquisa Ativo não deve ser reconhecido. Se estão em conformidade com referidos critérios: adicionados ao valor contábil do projeto quando atendidas as seguintes condições: . Se torna despesa quando incorrida.

 A viabilidade técnica do produto já foi demonstrada.INTANGÍVEL EM P&D  O produto/processo está definido claramente e os custos atribuíveis a ele podem ser identificados separadamente.  A administração indicou intenção de produzir e colocar no mercado ou utilizar o produto/processo. .

 Existem recursos adequados ou estes estarão disponíveis para completar o projeto e colocar o processo/produto no mercado. se for utilizado internamente. sua utilidade é demonstrada claramente. .INTANGÍVEL EM P&D  Existe uma indicação clara de um mercado futuro para o produto/processo ou.

• Custos diferidos devem limitar-se ao montante recuperável. o saldo deve ser baixado de imediato. considerando-se os custos de desenvolvimento por realizar-se e os custos de produção.INTANGÍVEL EM P&D Cessando um dos 5 critérios. das receitas futuras relacionadas. . relacionada com a venda ou utilização esperada para o produto/processo ou com sua vida útil. • Custos diferidos devem ser alocados numa base sistemática aos períodos futuros. venda e administração relacionados (o eventual excesso deve ser baixado).

Fase de Pesquisa Fase de Desenvolvimento Gastos: $ Despesas tempo $$ tempo Critérios Atingidos $$$ Capitalizar Pronto pra Produção / Uso .

RECONHECIMENTO DE DESPESA Os gastos com um item intangível devem ser reconhecidos como despesa quando incorridos. esse gasto (incluído no custo da combinação de negócios) deve fazer parte do valor atribuível ao ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) na data de aquisição. . Nesse caso. ou (b) se o item é adquirido em uma combinação de negócios e não possa ser reconhecido como ativo intangível. exceto: (a) se fizerem parte do custo de ativo intangível que atenda aos critérios de reconhecimento.

 Regular.MENSURAÇÃO APÓS RECONHECIMENTO  Método do custo.  Método da reavaliação.  Valor justo (mercado ativo).  Custo menos amortização acumulada. .

Caso contrário. • Indefinida (não sofre amortização) Ex: Goodwill • Revisão da Vida Útil: A vida útil de ativo intangível que não é amortizado deve ser revisada periodicamente para determinar se eventos e circunstâncias continuam a consubstanciar a avaliação de vida útil indefinida.VIDA ÚTIL • Definida (sofre amortização) Ex: Produto “X” tem seu ciclo de vida em 12 anos. a mudança na avaliação de vida útil de indefinida para definida deve ser contabilizada como mudança de estimativa contábil. .

. ou quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou alienação.BAIXA E ALIENAÇÃO O ativo intangível deve ser baixado: por ocasião de sua alienação.

 O custo histórico menos qualquer amortização acumulada (e perdas por impairment) no início e final do período. .  Vida útil e taxa de amortização.  Método de amortização.DIVULGAÇÃO  Se os ativos possuem vida útil definida ou não.  A “linha” da demonstração de resultados onde as despesas de amortização de intangíveis foram incluídas.

00.00. no montante de R$ 150.000.00 b) gastos com aperfeiçoamento de um produto já existente desde 199X. c) Como fica a contabilização? .000.000. os gastos com pesquisa e desenvolvimento de novos produtos incorridos pela Cia. XYZ totalizam o montante de R$ 200. assim distribuídos: a) gastos com criação de um novo produto – R$50.ESTUDO DE CASO Em 200X. 30% se referem a salários de pesquisadores que podem ser atribuíveis e identificados separadamente ao referido produto e o restante. sendo deste total. de 70% a salários de pesquisadores que não podem ser atribuíveis e identificados separadamente.

00 Considere a hipótese de que a Cia.RESOLUÇÃO D – DESPESAS P&D D – INTANGIVEL C – DISPONIBILIDADES 155.000.00 200.00 200. D – DESPESAS P&D C – DISPONIBILIDADES 200.000.000.00 45.000. XYZ não possua recursos técnicos financeiros suficientes e que está buscando obter empréstimos bancários para custear tais gastos.00 .000.

Arrendamento Operacional – ocorre se não transferir todos riscos e benefícios inerentes à propriedade.  152 .ARRENDAMENTO FINANCEIRO E ARRENDAMENTO OPERACIONAL  Arrendamento Financeiro – ocorre se ele transfere substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.

153 . se inferior.ARRENDAMENTO FINANCEIRO E ARRENDAMENTO OPERACIONAL No começo do contrato de leasing. determinados no início do contrato. ao valor presente dos pagamentos mínimos do arrendamento mercantil. os arrendatários financeiros devem reconhecer como ativos e passivos por quantias iguais ao valor justo da propriedade arrendada ou.

assim como uma despesa financeira para cada período contábil. .ARRENDAMENTO FINANCEIRO E ARRENDAMENTO OPERACIONAL  Um arrendamento financeiro dá origem a uma despesa de depreciação relativa a ativos depreciáveis.

já a partir da contratação.ARRENDAMENTO FINANCEIRO E ARRENDAMENTO OPERACIONAL REFLEXÃO  O artigo 15 da Lei 6.099/1974 determina que o bem integrará o ativo da arrendatária por ocasião do exercício da opção de compra.  155 . Isto conflita com as normas contábeis que determinam que o bem arrendado (na modalidade de arrendamento mercantil financeiro) deve integrar o imobilizado da arrendatária.

ARRENDAMENTO FINANCEIRO E ARRENDAMENTO OPERACIONAL  Após o final da vida útil do bem. tudo fica igual. afinal de contas. em ambas formas de contabilização não há mais ativo ou passivo e. exclusivamente para efeitos fiscais. consequentemente. qualquer efeito no resultado. 156 . depois de extinta a vida útil econômica do ativo.

O preço da opção de compra é bem mais baixo que o valor justo do bem na data que será realizada.ARRENDAMENTO MERCANTIL Contabilização: Leasing Financeiro Algumas Características:    157 Transferência de propriedade para o arrendatário no fim do prazo do arrendamento mercantil. . O prazo de arrendamento refere-se a maior parte da vida econômica do ativo.

00 Tx.mês ----------------------------------------------------------Consideramos via útil do bem = 5 anos 158 . cujo contrato prevê: Valor da contraprestação : R$ 1.00 Prazo arrendamento: 36 meses Valor residual no final 36 meses: R$ 120.0367% a.000. juros implícita contrato: 1.ARRENDAMENTO MERCANTIL • Exemplo: Veículo arrendado.

ARRENDAMENTO MERCANTIL  O contrato transfere os riscos e benefícios ao arrendatário.00. seria pago o valor de R$ 32. a vista. Se este veículo fosse comprado HOJE.000.  159 . sendo este seu valor justo. para sua contabilização é necessário comparar o valor justo do bem com o valor presente das prestações. Com isto. fazendo com que este arrendamento seja classificado como financeiro.

00 .700.00 .ARRENDAMENTO MERCANTIL • Valor nominal = R$ 30.Juros longo prazo= R$ 2.Juros curto prazo = R$ 3.000.00 • Valor dos juros = R$ 6.00 (Recomenda-se fazer a tabela de amortização dos juros até o zeramento na 36 prestação) 160 .300.000.

..000.....300.... a Transcorrer (PNC)R$ 2. p/Arrend...700...00 C – Financ.000...LANÇAMENTOS NA CONTRATAÇÃO: D ...000..00 D – Encargos Financ.. a Transcorrer (PC).R$ 24. p/Arrend..00 C – Financ. R$ 3.R$ 12.Mercantil (PC).Veículos Arrendados (Ativo).Mercantil (PNC).00 161 .R$ 30...00 D – Encargos Financ.

............00 (pelo decurso do tempo) D – Despesa de Depreciação C – Depreciação Acumulada de Veículos Arrendados.... R$ 1. p/Arrend. R$ 500......Passivo Circulante C ..........00 (pelo reconhecimento da despesa financeira) D – Encargos Financeiros a Transcorrer (PC) C – Encargos Financeiros a Transcorrer (PNC)....Mercantil (PNC) C ..00 (pelo pagamento das prestações) D – Financ....LANÇAMENTOS D .00 162 ..000.....Financ..Caixa/ Bancos.000................ R$ 300....00 (pelo decurso do tempo) D – Despesa Financeira C – Encargos Financeiros a Transcorrer (PC)...... R$ 220..... p/Arrend..... R$ 1...Mercantil (PC).

A . .2010 . Ernesto Rubens Gelbcke e Ariovaldo dos Santos Editora : Atlas S.BIBLIOGRAFIA  Livro: Manual de Contabilidade Societária – Aplicável a todas as sociedades Autores: Sérgio de Ludícibus .São Paulo  CPC: Comitê dos Pronunciamentos Contábeis Pronunciamento Técnico CPC 27. Eliseu Martins.

Email: asantana750@hotmail. auditora contábil e perita judicial.com .CONTATO Alessandra Silva Santana Gerente Contábil.

0  $0 34 44/ ¾f°– ¾ 9f¾¾¾  °€nf ¾ 9 s9f–  9   – °f°–   °€nf    .4 39.0 9.:894 F 4 .6:84  $0 147 805. /0 .3J.47 :894 3.9.7E. /."&$@   %%    $   @  $0: ..

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