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Análise de Sistemas o Outro Lado da Informática Luis Carlos de Sá Carvalho

Alunos: Raul Morais Wellington Rodrigo de Freitas Costa

A Era da Informática
◦ Fundamentos: conhecimento consolidado ◦ Aplicação: campos de especialização ◦ Progresso: temas mais recentes da área

O autor
◦ Sólidos conhecimentos dos princípios fundamentais da modelagem sistêmica ◦ Construção de sistemas úteis e sem tornar a ferramenta mais importante que seu objetivo

Analista de Sistemas
◦ Carreira e usuários: propósitos, escopo e limitações

como se forma um profissional e quais suas habilidades. A quem se destina ◦ Especialistas de todos os ramos ◦ Analistas profissionais ◦ Estudantes  Objetivo ◦ Oferecer elementos para avaliação e julgamento ◦ Como influencia na vida social. qual sua relação e suas influências . econômica ou privada ◦ Esclarecer algumas perguntas básicas:  O que é e para que serve. por que demora e quais as dificuldades.

         Diversas visões e experiências Profissionais de diversas áreas Várias opiniões É necessário? O que realmente faz? O programador é o analista? Em qual área atua? O que precisa saber? Qual a formação necessária? .

         Os sistemas O crescimento das organizações A evolução da indústria eletrônica O pensamento científico e filosófico Interdependência dentro das organizações Melhorar a gerência Planejamento da organização A hierarquia A Burocracia .

      A mecanização da informação A utilização da informática na organização O pensamento sistêmico As primeiras ideias de sistemas O que temos? Analise de sistemas ou computador? Onde empregar a análise de sistemas? .

 O analista de sistemas ◦ Engenheiro ◦ Projeta e Planeja fábricas de informação   O sistema de informação e o sistema global Uma fábrica: ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Porteiro Setor de matéria-prima Almoxarifado Produção Setor de qualidade/expedição Administração .

          Obtém dados (Matéria-prima) Processa Gera informações (produto) Podem ser mecanizadas ou não (computador) Rotinas (programas) Quais as informações deverão ser fornecidas Determinar os usuários do sistema Normas de segurança Controle de qualidade Cronograma e recursos necessários .

         É mais complexa que a fábrica comum Está sujeita a mudanças – são custosas Apoiar ações O que mecanizar Levantamento As informações devem alterar o conhecimento Apenas reduz a incerteza Fábricas de informações isoladas Fábricas de informações muitos grandes .

 O que ela faz com os dados? ◦ ◦ ◦ ◦ Transcreve ou copia em locais específicos Arquiva segundo regras Localiza dados arquivados Executa cálculos A natureza A quantidade A periodicidade O formato  O analista define: ◦ ◦ ◦ ◦  Especificação .

 Projeto do sistema de informações ◦ Fluxo de produção (ordem dos processos manuais ou não) ◦ Especificar as máquinas (programar) ◦ Normas de segurança (segurança dos dados)  Contra acesso indevido  Contra perda de informação ◦ Controle de qualidade  Para os dados de entrada  Para os dados de saída ◦ Infraestrutura necessária ◦ Cronograma e recursos necessários .

         Compreender a realidade Tendência a negligência Partes interligadas que produzam o mesmo resultado Estrutura de acordo com o objetivo Propriedades compatíveis com a especificação Abstrações Estrutura hierárquica – método “top-down” Especificar um sistema Estabelecer relações .

         A informação – material básico de manipulação Representação simbólica Valor da informação Grau de síntese Facilidade de leitura Facilidade de escrita Facilidade de aprendizagem Grau de confiabilidade Grau de precisão .

        Saber o que o computador pode ou não fazer Balancear os dados fornecidos ao usuário A álgebra moderna A estatística A pesquisa operacional Teoria dos grafos Teoria das gramáticas formais Cálculo numérico .

         Relações entre cliente e analista Definir suas necessidades Delimitar as informações Assimilar as informações Confundindo o analista Problemas de comunicação Problemas de entendimento Problemas na definição dos objetivos Retrabalho .

     Usuário informa suas necessidades para o analista Analista informa como irá resolver para o usuário Analista informa as finalidades para o programador O programador cria os programas para o computador Após testado e funcionando informe periódica e sistematicamente ao usuário ◦ Fatos e ocorrências de sua empresa ou setor  Para que o usuário possa executar ações com baixo grau de incerteza .

         Formalizar corretamente Flexibilidade dos sistemas Organização dos dados Soluções direcionadas Otimização do uso dos meios Confiabilidade Continuidade Sigilo Implantação .

 O analista ideal ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Generalista Detalhista Comunicativo Conhecedor das tecnologias atuais Engenheiro de sistemas de informação  O trabalho do analista ideal ◦ Ter um manual de passos  Formato  Conteúdo  Modo de elaboração .

 Passos da análise de sistemas ◦ Solicitação do sistema ◦ Determinação da abrangência e objetivos do sistema  Determinar se o processo existente é eficiente  Apenas mecanizando os processos atuais  Formalizando cuidadosamente os objetivos ◦ Estabelecimento de prazos e recursos ◦ Levantamento     Entrevistas Coleta de documentos Observações Conferência com o usuário .

 Passos da análise de sistemas ◦ Especificação     Novos modelos Análise de dados Estabelecimento de novo cronograma Definição dos aspectos não funcionais ◦ Projeto  Estrutura geral  Especificação dos programas  Especificação da base de dados .

 Passos da análise de sistemas ◦ Preparação     Dos dados de testes Manual do usuário Manual do Operador Manual de implementação ◦ Implantação  Acompanhamento da implantação  Treinamento do usuário  Verificação de erros  Não vistos nos testes .

 Passos da análise de sistemas ◦ Manutenção  O analista real ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Cursos mais direcionados a computação Dificuldades na relação com o usuário Especialização em determinadas tecnologias Dificuldades com a abstração Baixo domínio das técnicas de análise e projeto Programadores promovidos a analistas Dificuldade em unir os usuário e a máquina Optando apenas por um dos dois caminhos .

 Analise de sistemas na prática ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Desorganizada e artesanal Mais voltada a computação Cronogramas aleatórios Pouco diálogo com o usuário Não se documenta desde o início Não se formaliza desde o início Dimensão econômica não é considerada Mais retrabalho menos projeto .

 Por que tantos problemas? ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Computação ainda incipiente Necessidade de novas abordagens Necessidade de material para pesquisa e aprendizagem Hermetismo do analista segundo o usuário Indisponibilidade do usuário Fabricantes vendendo o “céu” Pressão com prazos .

 O papel do analista ◦ Trabalhista  Regulamentação da profissão  Reforço sindical  Definição das áreas de atuação ◦ Político e social     Detentor do conhecimento técnico Conhecedor da intimidade da organização O analista também é um cidadão Visar a melhoria coletiva .

        Criação e aperfeiçoamento da engenharia de sistemas Estabelecimento de uma administração de dados Modelagem de banco de dados Novas linguagens de programação Automatização da programação Parametrização em larga escala A inteligência artificial Até onde iremos na automatização .

         O que é sistema de informações? O analista de sistemas de informações Problemas enfrentados Limitações técnicas Conhecimentos necessários Experiências necessárias Necessidade de padronizações Relacionamentos interpessoais entre analista e usuários O que esperamos para o futuro? .