Geografia
7º Ano
A humidade atmosférica
A humidade atmosférica ou absoluta é a quantidade de vapor de água existente na
atmosfera a uma determinada temperatura.
Enquanto este não se condensar sob a forma de gotículas de água, não é visível aos nossos
olhos.
O aparelho que permite medir a quantidade de humidade atmosférica num dado lugar
chama-se HIGRÓMETRO, exprimindo os valores em g/m³.
O vapor de água provém da evaporação das águas dos oceanos, mares, lagos, rios e da
evapotranspirações dos seres vivos.
Ponto de saturação quantidade máxima de vapor de água que o ar pode conter a uma determinada
temperatura.
Quando a temperatura aumenta, o ar dilata, aumenta o seu volume, aumenta o ponto de saturação, isto é,
aumenta a capacidade do ar conter vapor de água, diminuindo a possibilidade de precipitação
Quando a temperatura diminui, ar contrai-se, diminui o seu volume, diminui o ponto de saturação, ou seja,
diminui a capacidade do ar conter vapor de água, podendo ocorrer precipitação.
O ponto de saturação é maior no verão
O ponto de saturação varia na razão direta da temperatura
Quanto maior for a temperatura maior é o ponto de saturação
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7º Ano
Humidade relativa é a relação entre a humidade absoluta e o ponto de saturação
(quantidade máxima de vapor de água que esse volume de ar pode conter a uma
determinada temperatura)
Varia na razão inversa da temperatura.
HR =HAx100 =%
PS
HR = Humidade relativa
PS= Ponto de saturação
HÁ= Humidade absoluta
A humidade que pode existir na atmosfera é limitada, ou seja, o ar fica saturado quando
atinge a quantidade máxima de vapor de água.
Quando a humidade relativa é de 100% o ar está saturado, pelo que chove.
FORMAÇÃO DA CHUVA
No interior das nuvens as gotículas de água movimentam-se ao sabor de correntes verticais
muito fortes que as mantêm em suspensão. Em torno de determinados núcleos de
condensação de maiores dimensões formaram-se gotas maiores que irão beneficiar
daquelas correntes de ar uma vez que por colisão com gotas de menores dimensões irão
aglutiná-las num processo de (coalescência). O seu tamanho aumenta o que faz com que
acabem por bater a resistência do ar e precipitam-se em direção à superfície terrestre.
Virga – evaporação das gotas de água durante a queda
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FORMAÇÃO DA NEVE
Cristais de gelo Aumento de Na descida Se a Caso contrário
com Tº (< A 0º) tamanho intercetam temperatura da os focos de
Por agregação gotículas muito superfície se neve derretem
ao colidirem frias por mantiver abaixo e ocorre a
uns com os acreção dos 4º C ocorre queda de chuva
outros queda de neve
formando
flocos de neve.
TIPOS DE PRECIPITAÇÃO
Ocorrem nas zonas Ocorrem no Verão
de convergência e no interior dos
dos ventos continentes
Chuvas Convergentes Chuvas Convectivas
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Ocorrem no Inverno Ocorrem nas regiões
nas regiões temperadas montanhosas
Chuvas frontais Chuvas de relevo ou orográficas
DISTRIBUIÇÃO DA PRECIPITAÇÃO A NÍVEL MUNDIAL
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Distribuição da precipitação mundial
Próximo do Equador: precipitações elevadas Regular/Irregular
Regiões temperadas: precipitações elevadas
Reduzida/Elevada
nas áreas próximas do litoral
Regiões polares: precipitação reduzida
Regiões tropicais: precipitação reduzida no Altos/Baixos
interior dos continentes
Quentes/Frias
Reduzidos/elevados
FATORES QUE INFLUENCIAM A DISTRIBUIÇÃO DA PRECIPITAÇÃO
Relevo
O ar é obrigado a subir arrefecendo
e condensando -se em seguida: chuvas orográficas ou de relevo
Montanhas concordantes Montanhas discordantes
(paralelas à linha de costa) (perpendiculares à linha de costa)
Maiores precipitações Menores precipitações
Vertente sotavento
Vertente barlavento
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Zonas de pressão atmosférica
Continentalidade
Áreas litorais apresentam valores mais elevados de
precipitação do que o interior porque sofrem
influência dos ventos húmidos dos oceanos. À medida
que as massas de ar se deslocam para o interior vão
perdendo a sua humidade.
No interior dos continentes podem ocorrer chuvas
fortes do tipo convectivo em virtude da temperatura
elevada do Verão.
Correntes Marítimas
Quando a corrente marítima é quente há maior
evaporação, aumentando a humidade do ar. Assim as
áreas litorais afetadas por correntes quentes são mais
húmidas. Quando a corrente é fria o ar é mais seco pois
a evaporação é menor.
Assim as regiões sujeitas a estas correntes apresentam
menor precipitação.
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CORRENTES MARÍTIMAS